Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 43, Comentado por Rosana Barros
6 de setembro de 2017, 0:30
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“Então, falou Azarias, filho de Hosaías, e Joanã, filho de Careá, e todos os homens soberbos, dizendo: É mentira isso que dizes; o SENHOR, nosso Deus, não te enviou a dizer: Não entreis no Egito, para morar” (v. 2).


O argumento utilizado pelos líderes do resto de Judá é que Jeremias profetizou uma mentira. Quando, na verdade, eles só queriam que Jeremias profetizasse o que eles já estavam decididos a fazer. A soberba fez com que colocassem a vontade deles acima da vontade de Deus e, diante das pedras encaixadas, veriam os resultados de sua tola decisão.

Em toda a história da humanidade, o homem tem revelado a sua inquietação pela verdade. Ninguém gosta de ser enganado. Porém, diante de uma inconstante relação entre busca e desejo próprio, surge um termo neutro: relatividade. Ou seja, o que eu acredito ser verdade não pode ser absoluto se o que é verdade para você é diferente. Embasados nesta teoria, muitos têm dito crer em Deus, mas não em toda a Bíblia. Como “os homens soberbos”, invocam a Deus como “o SENHOR, nosso Deus” (v. 2), mas não estão dispostos a aceitar as Suas verdades. Alegam que Jesus veio e cancelou a aliança do Pai, quando Ele foi o maior exemplo de submissão à vontade divina. Ele foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Filipenses 2:8).

A verdade é que a nossa natureza pecaminosa nos afasta de tudo o que provém de Deus, e, quando não permitimos que Ele nos conduza, somos guiados por nossos impulsos e desejos permitindo que o amor ao mundo ocupe o lugar que deveria pertencer a Deus. “Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo” (I João 2:16).

As verdades das Sagradas Escrituras estão à sua disposição se você está disposto a, com humildade, aceitá-las. Lembre-se do que o próprio Jesus nos advertiu: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21). Não basta apenas dizer que crê em Deus. Acreditar que beber 2 a 3 litros de água por dia é o ideal para se ter uma boa saúde não vai me trazer benefícios até que eu pratique esta verdade. Entende?

Jesus afirmou: “Eu sou o caminho, e a VERDADE, e a vida” (João 14:6). Quer conhecer a verdade? Conheça a pessoa de Jesus Cristo! Ele mesmo nos mostrou a fonte: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e SÃO ELAS MESMAS QUE TESTIFICAM DE MIM” (João 5:39). Toda a Bíblia aponta para Cristo. Toda! O profeta Jeremias foi um instrumento de Deus para preservar o povo do qual descenderia o Messias. E suas palavras continuam nos falando para que o povo de Deus dos últimos dias seja preservado para o segundo advento de Cristo. Não permita que a soberba ou qualquer outro sentimento maligno se apodere de seu coração, mas que, semelhante a Jeremias, você escolha obedecer à voz do SENHOR.

Bom dia, povo do advento!

Desafio do dia: Vamos continuar cuidando do nosso corpo? Afinal, corpo são, mente sã. Hoje, acrescente em seu cardápio alguma verdura ou fruta que você não gosta e eleja este dia da semana para consumi-lo aos poucos até acostumar o seu paladar. Eu não gostava de beterraba, e hoje eu gosto. 😃

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 42, Comentado por Rosana Barros
5 de setembro de 2017, 0:30
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“Falou-vos o SENHOR, ó resto de Judá: Não entreis no Egito; tende por certo que vos adverti hoje” (v. 19).


Após o resgate feito por Joanã, todo o povo o seguiu. Receoso de que os caldeus os ferissem, liderou o povo em uma jornada para o Egito. Porém, antes de seguir viagem, fizeram a Jeremias um pedido de oração. O profeta deveria orar ao SENHOR pedindo que Ele lhes desse resposta quanto a permanecer em Judá ou ir para o Egito. E sob juramento, declararam que obedeceriam “à voz do SENHOR” (v. 6) quer a palavra fosse boa ou não.

Jeremias orou, o SENHOR respondeu e, para variar, o povo desobedeceu.

Aos olhos humanos, fugir para o Egito parecia a decisão mais sensata a ser tomada. Quantas vezes já metemos os pés pelas mãos agindo conforme as nossas tolas conclusões porque não confiamos na providência divina. Oramos ao SENHOR pedindo respostas quando na verdade não estamos dispostos a obedecer à Sua voz. Pedimos que Deus nos conduza, mas se a Sua mão nos indica um caminho que afronta a nossa comodidade, simplesmente Lhe damos as costas ainda declarando que o nosso desejo é fazer a vontade de Deus.

Conclusão: Se Deus nos revela a Sua vontade por meio de Sua Palavra e ainda assim não a obedecemos, somos tão tolos como foi aquele “resto de Judá” (v. 15). E pior, estamos entrando nas fronteiras do “Egito” e nos submetendo ao mesmo juízo (v. 17).

Amados, eis nas suas mãos a REVELAÇÃO DO SENHOR. Ele prometeu que todo aquele que O buscar de todo o coração O achará. E a Bíblia é a Palavra de Deus em linguagem humana, para que você e eu possamos compreender que tudo o que nela está contido é para “que nos suceda bem ao obedecermos à voz do SENHOR, nosso Deus” (v. 6).

“Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tiago 1:22).

Bom dia, praticantes da Palavra do SENHOR!

Desafio do dia: Completando os oito remédios naturais, o desafio de hoje envolve o regime alimentar. Uma alimentação saudável é um dos presentes deixados pelo Criador para o nosso bem-estar e qualidade de vida. O desafio não é para que você se torne um vegetariano a partir de hoje, mas que, hoje, em oração, você procure conhecer qual é a vontade de Deus com relação ao seu regime alimentar e, pela graça de Deus, comece a colocá-la em prática. Leia I Coríntios 10:31.

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 41 – Comentado por Rosana Barros
4 de setembro de 2017, 0:30
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“Saindo-lhes ao encontro Ismael, filho de Netanias, de Mispa, ia chorando…” (v. 6).


Dissimulado, Ismael arquitetou a sua trama maligna sem qualquer empecilho. Gedalias conheceria os resultados de sua imprudência. Passado algum tempo, o algoz voltou levando consigo mais “dez homens, capitães do rei” ao encontro de Gedalias e “comeram pão juntos” (v. 1). Ao que tudo indica, ali mesmo, “sem ninguém o saber” (v. 4), Ismael e seus companheiros mataram não somente Gedalias, mas “a todos os judeus que estavam com Gedalias, em Mispa, como também aos caldeus, homens de guerra, que se achavam ali” (v. 3). Foi um verdadeiro morticínio.

Não bastasse tudo isso, oitenta homens que peregrinavam para as terras de Judá a fim de cumprir algum tipo de voto sagrado, também foram vítimas de Ismael, que terrivelmente fingido, “ia chorando” (v. 6) ao encontro deles como se compadecendo de sua situação. Chegando ao meio da cidade, foram friamente assassinados e seus corpos lançados em um poço. Apenas dez daqueles oitenta escaparam porque tinham algo para oferecer como uma espécie de resgate pela vida.

Como um antítipo de salvador, Joanã, acompanhado dos príncipes dos exércitos e seus homens, “foram pelejar contra Ismael” (v. 12). Ao avistarem a Joanã, “todo o povo que estava com Ismael se alegrou” (v. 13), “virou as costas, voltou e foi para Joanã” (v. 14). E Ismael conseguiu fugir.

“Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno” (Provérbios 26:23). Ismael se encaixava perfeitamente neste provérbio. Comia e bebia, se alegrava e chorava, mas depois descobria a sua maldade deixando o seu rastro de vítimas. Era o típico caso de alguém que se deixa ser guiado pelo governo do próprio coração.

O SENHOR mesmo falou por intermédio de Jeremias: “Maldito o homem que confia no homem” (Jeremias 17:5). Isto não significa que devemos desconfiar de tudo e de todos, mas que precisamos ser cuidadosos em nossos relacionamentos e não nos precipitarmos em nossas relações de amizade. Ismael cobiçou a posição de Gedalias e aproveitou-se de sua boa vontade. E não é preciso ser um assassino para isso. Basta permitir que a cobiça e o descontentamento dominem o coração e, à semelhança de Lúcifer quando se rebelou contra o governo divino, os maus sentimentos provocam divisões destrutivas entre os homens assim como houve divisão entre os anjos.

Já vimos que o nosso grande Professor nos deixou a lição da cautela. Lição que foi reforçada pelo apóstolo Paulo: “Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, NEM AINDA COMAIS” (I Coríntios 5:11). Cuidado, amados! Ser cauteloso não é ser juiz. Peça ao SENHOR sabedoria em suas amizades. Se você for amigo de Jesus, certamente também será um verdadeiro amigo para os teus semelhantes.

Bom dia, amigos de Jesus!

Desafio do dia: O exercício físico é mais um dos oito remédios naturais que o SENHOR nos deixou. Se possível, pratique-o pela manhã ao ar livre, aproveitando para renovar o ar dos pulmões e tomar um banho de sol.

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 40, Comentado por Rosana Barros
3 de setembro de 2017, 0:30
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“Mas disse Gedalias, filho de Aicão, a Joanã, filho de Careá: Não faças tal coisa, porque isso que falas contra Ismael é falso” (v. 16).


Encontrando graça diante dos olhos de Nabucodonosor, Jeremias foi entregue aos cuidados de Gedalias. “No meio de todos os do cativeiro de Jerusalém e de Judá, que foram levados para a Babilônia” (v. 1), preso a cadeias, o profeta foi posto em liberdade e recebeu a oportunidade de escolher para onde ir. Jeremias escolheu habitar “no meio do povo que havia ficado na terra” (v. 6), ou seja, “os homens, as mulheres, os meninos e os mais pobres da terra” (v. 7), “um resto de Judá” (v. 11).

Escolhido pelo próprio rei da Babilônia, Gedalias foi posto como governador do restante do povo que continuaria na terra para cultivá-la. Ao saber do ocorrido, “todos os judeus que estavam em Moabe, entre os filhos de Amom e em Edom e os que haviam em todas aquelas terras” (v. 11), “voltaram… e vieram à terra de Judá” (v. 12). Da mesma forma, também vieram “os capitães dos exércitos que estavam no campo” (v. 7). E, como recebeu todos os do povo, assim Gedalias recebeu aqueles capitães, com cortesia e benevolência.

Porém, desprovido de malícia, Gedalias, ignorando o aviso dado por Joanã e pelos príncipes dos exércitos, estava estendendo a mão ao seu futuro assassino. Diante da possibilidade de uma tragédia maior, Joanã se dispôs a ser uma espécie de justiceiro. Negando-se a acreditar na advertência dos príncipes, Gedalias colocou-se a mercê do inimigo.

Uma das admoestações dadas por Cristo aos Seus discípulos foi esta: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas”. E continuou dizendo: “E acautelai-vos dos homens” (Mateus 10:16-17). Antes de ser escolhido por Nabucodonosor, Gedalias foi escolhido por Deus para cuidar do restante de Seu povo. E, diante de tamanha responsabilidade, e da atmosfera de guerra que o rodeava, poderia ter sido mais cauteloso.

Ser cristão não significa ser tolo, amado. Todo seguidor de Cristo precisa estar consciente da guerra em que está envolvido. Há um conflito cósmico onde a minha e a sua vida estão em jogo. É claro que não devemos temer aqueles que podem matar o corpo, mas não podem nos tirar a salvação em Jesus. Todavia, não podemos e ignorar o fato de que para preservar a sua integridade física, Davi precisou fugir de Saul. Saul foi tremendamente articulado em seus planos e, por vezes, demonstrava arrependimento, mas tudo falso.

Dissimulado, Ismael arquitetou a sua trama maligna sem qualquer empecilho. E, infelizmente, Gedalias conheceria os resultados de sua imprudência. Continua…

Bom dia, prudentes e símplices de Cristo!

Desafio do dia: Um dos remédios naturais que, pelo desuso ou pelo excesso, tem sido mal utilizado é a luz solar. Hoje, eleja um horário do dia para beneficiar-se de tão maravilhoso remédio. Basta quinze minutos de cura por dia.

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 39, Comentado por Rosana Barros
2 de setembro de 2017, 0:30
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“Pois certamente te salvarei, e não cairás à espada, porque a tua vida te será como despojo, porquanto confiaste em Mim” (v. 18).


Estamos diante de um duelo de rivais: incredulidade versus confiança.

Zedequias não confiou nas palavras do SENHOR e a sua fuga transformou-se num calabouço de densas trevas. Jeremias e o eunuco confiaram em Deus e os seus maiores temores foram derrotados por Ele. Como está escrito que “os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Salmo 125:1).

A confiança é o alicerce da vida cristã. Não é possível servir a Deus sem fé, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6). Se formos para o capítulo 11 de Hebreus e estudarmos o que ali está escrito sobre os heróis da fé, percebemos algo em comum na vida de todos eles: obediência. Pela fé, Abel ofereceu ao SENHOR exatamente o que Ele havia pedido para Lhe oferecer. Pela fé, Noé construiu a arca. Pela fé, Abraão saiu de sua terra e partiu para Canaã. E segue-se uma lista de homens e mulheres que decidiram confiar em Deus e obedecer às Suas orientações.

Em todos os exemplos citados, algo fica bem claro: eles precisaram dar passos além dos limites da possibilidade humana. Eles colocavam o pé, então Deus colocava o chão. Percebem a ordem dos fatores? Neste caso, a teoria matemática não corresponde, pois a ordem dos fatores pode sim mudar o resultado. A fé não é ver para crer, mas crer para ver: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hebreus 11:1).

Zedequias esperou ver para crer e acabou cego. Sua incredulidade foi a causa de sua desgraça. Porém, pela fé, Jeremias enfrentou todos os desafios de pregar a um povo rebelde e a líderes ímpios e, Ebede-Meleque, colocou a sua própria vida em risco para resgatar o profeta da cisterna. Eu não sei qual é a tua realidade hoje, mas sei que o mesmo Deus que cuidou de Seus filhos no passado promete cuidar de você também. E Ele nos deixou a Sua carta de amor para que você e eu também façamos parte da Sua contemporânea galeria da fé.

Continue estudando a Bíblia. Permita que o Espírito Santo lhe reavive a cada dia; que aumente a sua fé pelo estudo das Escrituras. Pois a fé é adquirida em dar ouvidos à Palavra do SENHOR (Romanos 10:17). Portanto, pare, ouça, creia e obedeça! Há bênção em assim o fazer!

Feliz sábado, homens e mulheres de fé!

Desafio do dia: O descanso também compõe a lista dos oito remédios naturais que o SENHOR nos deixou. Além do repouso diário, Deus também nos deu de presente o sábado como dia especial de descanso semanal (Gênesis 2:1-3). Aproveite as bênçãos sabáticas na presença do teu Criador!
“Lembra-te…” (Êxodo 20:8).

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 38, Comentado por Rosana Barros
1 de setembro de 2017, 0:30
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“Disse Jeremias: Não te entregarão; ouve, te peço, a palavra do SENHOR, segundo a qual eu te falo; e bem te irá, e será poupada a tua vida” (v. 20).


A sucessão de mensagens dadas pelo profeta só reforçam a essência do caráter divino: o amor. Até os últimos instantes as palavras do SENHOR ecoavam naquela cidade que, “infalivelmente” (v. 3), seria arrasada. Jeremias colocava em risco a própria vida e teve que passar por situações até vexatórias para anunciar o juízo de Deus.

Lançado em uma cisterna, “Jeremias se atolou na lama” (v. 6). Em uma situação humilhante e insalubre, acusado injustamente, os líderes do povo queriam a sua morte, e dependia da boa vontade de um rei covarde. Porém, o SENHOR usa instrumentos improváveis para executar os Seus desígnios. Não foi um judeu quem falou com o rei em favor de Jeremias, mas um eunuco etíope, ou seja, um estrangeiro.

Liberto daquele lugar, mais uma vez Jeremias é chamado e levado diante do rei. Então, novamente, Zedequias questiona o profeta acerca da revelação do SENHOR. Vamos reler o final do verso 15, que diz: “Se eu te aconselhar, não me atenderás”. Em outras palavras:

– Porque queres saber o que tenho a dizer se não vais me dar ouvidos?

Você já tentou convencer alguém a respeito de algo, mas sem sucesso? Não é frustrante quando sabemos alguma verdade, tentamos contar e ninguém nos dá crédito? Agora, imagine o caso de Jeremias. Vários anos pregando a mesma coisa, repetindo e repetindo, e encontrando apenas portas fechadas.

A nossa geração é a geração mais informada que já houve neste mundo. Os apelos midiáticos e os recursos tecnológicos têm criado uma sociedade virtualmente dependente. A mente humana tem sido “viciada” a absorver mais conteúdo do que é capaz de processar e, mediante o ritmo de um mundo altamente acelerado, como no tempo de Jeremias, o SENHOR tem insistido persistentemente diante das portas que ainda estão fechadas.

A Bíblia diz que Ele está à porta e bate (Ap. 3:20). Isto é, Ele não te amarra com cordas e te força a obedecê-Lo. Mas Ele lança as cordas para nos tirar do lamaçal do pecado. A nossa escolha é o que define o nosso futuro. Como Jeremias agarrou-se àquelas cordas e saiu da cisterna, escolha hoje agarrar-se às palavras do SENHOR e nelas encontrar a verdadeira liberdade. “Ouve, te peço, a palavra do SENHOR… e bem te irá, e será poupada a tua vida”, é o apelo de Deus para mim e para você, hoje. Que a nossa mente esteja sempre aberta e pronta para aceitar e praticar o ASSIM DIZ O SENHOR!

Bom dia, resgatados pelo SENHOR!

Desafio do dia: Vamos aprender outro remédio natural de Deus? Uma alimentação o mais natural possível nos provê saúde, bem-estar e equilíbrio emocional, além de proporcionar benefícios espirituais. Leia e medite nos seguintes textos e descubra como Deus deseja que você tenha qualidade de vida: Gênesis 1:29; Levítico 11:2-12; I Coríntios 6:19-20, I Coríntios 10:31; III João 2.

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 37, Comentado por Rosana Barros 
31 de agosto de 2017, 0:30
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“Assim diz o SENHOR: Não vos enganeis a vós mesmos, dizendo: Sem dúvida, se irão os caldeus de nós; pois, de fato, não se retirarão” (v. 9).


O relato de hoje revela a condição mental em que se encontravam os líderes e o povo de Judá: em completa confusão. A pregação de Jeremias era ignorada, mas a sua vida, a sua experiência, deixava bem claro diante de todos que ele era um homem de Deus. Nem o rei, nem seus subordinados, nem o povo, “deram ouvidos às palavras do SENHOR que falou por intermédio de Jeremias, o profeta” (v. 2). “Contudo”, vendo-se em apuros, o rei pediu que este mesmo profeta rogasse por eles (v. 3). Isto não é estranho?

Novamente, o profeta alça a voz e proclama em alto e bom som a mesma mensagem de juízo. E ele vai além (parafraseando):

– Suponhamos que o teu exército, ó rei Zedequias, vencesse o exército dos caldeus e destes sobrassem apenas poucos “homens mortalmente feridos”, estes mesmos homens seriam fortes o suficiente para se levantar de seus leitos e queimar esta cidade inteirinha (v. 10).

O que Jeremias quis dizer foi que não importava o que fizessem, não importava se o exército egípcio afugentasse o exército de Babilônia, a profecia iria se cumprir exatamente como o SENHOR lhe havia revelado, nem que Ele tivesse apenas alguns homens inválidos para cumprir com Seus propósitos.

Qual foi a reação dos líderes de Jerusalém depois de ouvir aquelas palavras? Eles ficaram com muita raiva do profeta de Deus! Então, buscaram oportunidade de vingança acompanhando de perto cada passo de Jeremias. Na menor chance, agarraram-se a ela, e, “irados contra Jeremias, açoitaram-no e o meteram no cárcere” (v. 15).

O mesmo Zedequias, insensato e covarde, “em secreto”, manda chamar Jeremias da prisão e lhe pergunta: “Há alguma palavra do SENHOR?” (v. 17).

Interessante foi a resposta do profeta:

– Há sim. E é a mesma: “Nas mãos do rei da Babilônia serás entregue” (v. 17).

Mas que interesse tão grande era esse da parte de alguém que não dava ouvidos à palavra profética? Porque saber de algo que ele não estava disposto a obedecer?

O caráter de Zedequias lembra muito o de outro personagem bíblico: Pilatos.

Ambos temiam a reação do povo caso descobrissem a sua inclinação por saber a verdade. E esquivaram-se de serem por ela libertos do cárcere de seus pecados. Muitos há que conhecem as verdades da Palavra de Deus, reconhecem nos cristãos genuínos pessoas que possuem intimidade com o SENHOR, mas que não estão dispostos a seguir pelo mesmo caminho. Porque, como Jesus mesmo afirmou, é um caminho estreito, é uma jornada que requer renúncia e confiança em Deus; por isso, abrindo mão do poder do alto, preferem permanecer na comodidade da aceitação pela maioria.

Se Zedequias tivesse dado ouvidos à Jeremias, e se Pilatos tivesse obedecido ao pedido de sua esposa, quão diferentes teriam sido os registros de suas vidas! Hoje, o Espírito Santo bate à porta de nosso coração e clama! Todo aquele que abre e recebe o banquete do Céu, não consegue guardar este presente somente para si, mas é motivado, pela graça de Deus, a cumprir a missão que Cristo lhe confiou (Mateus 28:19-20).

“Não vos enganeis a vós mesmos” (v. 9), amados, tendo apenas curiosidade em saber a Palavra do SENHOR, mas que vocês permitam ser por ela reavivados, transformados e guiados. Então, nos momentos finais deste mundo escuro, assim como não faltou pão a Jeremias (v. 21), cumprir-se-á em nossa vida a palavra profética: “o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (Isaías 33:16).

Bom dia, reavivados pela Palavra!

Desafio do dia: Outro dos remédios naturais deixados por Deus para nós é a temperança. Pense em algum alimento, hábito ou droga (ainda que lícita) que esteja prejudicando a sua saúde, e decida, pelo poder de Deus, arrancar este “olho” (Mateus 5:29) de sua vida.

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 36, Comentado por Rosana Barros
30 de agosto de 2017, 0:30
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“Toma um rolo, um livro, e escreve nele todas as palavras que te falei contra Israel, contra Judá e contra todas as nações, desde o dia em que te falei, desde os dias de Josias até hoje” (v. 2).


O pastor Alejandro Bullón conta uma experiência em que foi chamado para falar com dependentes químicos que usavam as folhas da Bíblia para fumar maconha. Ao abordar aqueles jovens, um deles se manifestou com palavras desafiadoras de que se Deus realmente existisse que lhe tirasse a vida naquele momento, mas nada aconteceu. Então, concluiu mais ou menos com as seguintes palavras: – Está vendo, pastor? O seu Deus não existe!

De uma forma não menos desafiadora, o rei Jeoaquim queimou as páginas que continham as palavras do SENHOR. Obstinadamente, sem dar ouvidos aos rogos dos príncipes (v. 25), lançou no fogo a sua carta de alforria. Aquelas palavras representavam a sua última chance de “talvez” (v. 3) ouvir e se converter de seus maus caminhos. Contudo, lançou no braseiro aceso não somente o rolo, mas a si mesmo!

Era incansável a maneira pela qual Deus usava os Seus servos para falar ao Seu povo. Vez após outra, a Sua voz era reproduzida através de Seus profetas mesmo sabendo que a maioria não Lhe daria ouvidos. “Humildes súplicas” (v. 7) eram alçadas aos Céus incessantemente, com a esperança de desviar do povo a ira do SENHOR. Porém, não havia mudança. Manifestavam serem religiosos apregoando “jejum diante do SENHOR” (v. 9), MAS NÃO CONHECIAM O SENHOR.

Ao ouvirem as palavras do rolo, que Baruque leu diante deles, os príncipes de Judá “entreolharam-se atemorizados” (v. 16). Eles bem sabiam que aquelas palavras eram verdadeiras e que cabalmente seriam cumpridas, quer eles as aceitassem quer não. Reconheceram a mensagem. E também reconheceram o mensageiro: “Acaso, te ditou o profeta todas estas palavras?” (v. 17). Mas não reconheceram o Titular da obra!

Com a mesma intensidade, e creio que como em tempo algum houve, Deus tem advertido o Seu povo hoje. E o que estamos fazendo com estas santas advertências? Dando ouvidos ou tentando destruí-las? Ao nos depararmos com histórias como a que vimos no início da mensagem, geralmente nos armamos de um sentimento de zelo e julgamos aquela atitude como sendo abominável, e é. Porém, muitos há que estão fazendo a mesma coisa de forma disfarçada. Com aparência de santidade e coração endurecido, lançam as santas verdades da Palavra do SENHOR em “braseiro aceso” (v. 22) trazendo ruína eterna não somente para si, mas para sua família e para muitos que, sob sua influência, têm trilhado pelo mesmo caminho de destruição.

Uma vez mais eu reforço amados: aquelas palavras não foram escritas em livro para serem lidas ao rei da Babilônia e às nações vizinhas, mas “diante do povo” de Deus, “na Casa do SENHOR, no dia de jejum” (v. 6). Vocês percebem a gravidade do que acontecia e do que acontece em nossos dias? Como naquele tempo, Deus está para derramar a Sua ira sobre este mundo, e o que estamos fazendo com Sua Palavra? Sendo por ela reavivados, ou usando-a como nos convém, como o jejum fajuto dos filhos de Judá? O SENHOR tem levantado os Seus atalaias que com poder do alto têm pregado as Suas verdades com intrepidez e ousadia. E, da mesma forma que fez a Baruque e Jeremias, os esconderá da cólera dos ímpios dos últimos dias (v. 26). Mas a estes últimos que escolheram, pela dura cerviz, esquivar-se do ASSIM DIZ O SENHOR, e sem o temor do SENHOR, extravasar a sua ira contra os santos do Altíssimo, a estes aguarda a mesma sorte lançada sobre Jeoaquim (v. 31).

“Ora, TODOS quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (II Timóteo 3:12). Não devemos temer pregar o evangelho! Sejamos, pois, Jeremias e Baruques contemporâneos, e habitaremos “no esconderijo do Altíssimo” (Salmo 91:1), pelos séculos dos séculos.

Bom dia, mensageiros do SENHOR!

Desafio do dia: A confiança em Deus faz parte dos oito remédios que o SENHOR nos deixou para que tenhamos qualidade de vida. Confie no SENHOR! Ele deseja cuidar de você!

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 35, Comentado por Rosana Barros
29 de agosto de 2017, 0:30
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“Por isso, assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Nunca faltará homem a Jonadabe, filho de Recabe, que esteja na Minha presença” (v. 19).


O legado deixado através da educação familiar de fato é, de toda a ciência da educação, o maior formador de valores que existe. Diversas culturas e religiões têm sido preservadas até hoje pelo antigo método “de pai para filho”. O ensino do lar sempre foi o mais eficaz em seus efeitos e o mais terrível quando mal estabelecido. De uma forma bem clara e didática, o SENHOR nos deixou o passo a passo da educação cristã quando Moisés recitou as seguintes palavras:

“Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR.
Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.
Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levanta-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos.
E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas”
(Deuteronômio 6:4-9).

Jonadabe, filho de Recabe, compreendeu bem esta ordem e com diligência a cumpriu. Em meio a uma geração corrompida de falsos adoradores, permaneceu fiel a Deus entre os “sete mil joelhos” que não se prostraram diante de Baal (1 Reis 19:18). E, cheio de zelo pela causa do SENHOR, teve participação ativa na destruição da casa de Baal (2 Reis 10:23). A Bíblia não relata como ele fez para que, muitos anos depois seus descendentes ainda permanecessem fiéis aos princípios que ele estabeleceu, porém, certamente, ele utilizou o método divino de ensino que vimos no livro de Deuteronômio. E este é infalível!

O pedido feito por Deus a Jeremias testaria os princípios dos recabitas, que, mediante a sua fidelidade, seriam um testemunho vivo de que o Seu método, quando diligente e humildemente aplicado, produz gerações que cultura alguma consegue corromper. Jonadabe teve a difícil missão de educar a sua família no reinado de Acabe e de Jezabel. Inseridos em uma sociedade de moral corrompida e de valores distorcidos, procurou ensinar seus filhos a sábia lição da abstinência. O não consumo do vinho os manteria longe de confusões e livres de uma mente entorpecida pelo álcool. A peregrinação os livraria das más associações e da contemplação do mal entre seus conterrâneos idólatras e imorais. Mas, acima de tudo, seu patriarca os ensinou a serem fiéis às palavras do SENHOR, amando-Lhe e obedecendo-Lhe. O que, infelizmente, não era feito pelos filhos de Deus com relação aos Seus mandamentos (v. 14).

Será que estamos distantes da realidade que viveu Jonadabe? Vivemos em uma geração que chama o amargo de doce e o doce de amargo. Que não sabe mais fazer diferença entre o certo e o errado, muito menos entre o santo e o profano. Que, à semelhança dos dias do profeta Elias, vive coxeando entre dois senhores. Que diz adorar a Deus, mas que não está disposta a fazer como os recabitas e renunciar tudo aquilo que possa corromper os princípios bíblicos. Com a mente entorpecida pelos encantos de Babilônia e “com o vinho de sua devassidão” (Apocalipse 17:2), multidões têm construído casas já condenadas a ruir. E, terrivelmente, o povo de Deus não está livre desta desgraça espiritual.

Enquanto um grupo ergue a bandeira do “nada a ver”, outro grupo marcha com o ardente desejo de defender o legalismo. E, numa guerra “santa” sem sentido, Satanás exulta ao ver os seus desígnios sendo estrategicamente cumpridos e o verdadeiro evangelho sendo deixado de lado. Oh, quão triunfante seria a vitória da igreja e quão grande seria a derrota do maligno se cada família despertasse para o tempo solene no qual estamos inseridos! Se cada pai e cada mãe compreendesse a responsabilidade que lhes pesa na educação do lar! Os princípios estabelecidos por Deus seriam difundidos, o evangelho seria pregado com a eficácia dos tempos apostólicos e veríamos todos, ainda em vida, o cumprimento da grandiosa promessa do retorno do nosso SENHOR Jesus Cristo!

Eis o chamado de Deus para o Seu povo, AGORA: “Convertei-vos, AGORA, cada um do seu mau caminho, fazei boas as vossas ações e não sigais a outros deuses para servi-los” (v. 15). Que de nossa casa proceda a geração de verdadeiros adoradores, e, em verdade, “nunca faltará” descendência a __________, filho do Altíssimo, que esteja na Sua presença para sempre (v. 19)!

Bom dia, recabitas atuais!

Desafio do dia: Estabeleça um horário especial de oração da família onde, todos os dias, vocês possam estar unidos em oração.

Rosana Garcia Barros

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JEREMIAS 34, Comentado por Rosana Barros
28 de agosto de 2017, 0:30
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“Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Vai, fala a Zedequias, rei de Judá, e dize-lhe: Assim diz o SENHOR: Eis que Eu entrego esta cidade nas mãos do rei da Babilônia, o qual a queimará” (v. 2).


Estava acontecendo uma guerra mundial. Jerusalém e as cidades de Judá contra a Babilônia “e todos os reinos da terra” (v. 1). Além da desvantajosa situação de Jerusalém, Deus já havia predito, por intermédio de Seus profetas, a sua ruína. “Face a face”, o rei Zedequias veria a Nabucodonosor, e ele lhe falaria “boca a boca” (v. 3). E numa tentativa de fuga, Zedequias é capturado pelo exército dos caldeus e abandonado pelo seu próprio exército. “Então, o tomaram preso e o fizeram subir ao rei da Babilônia, a Ribla, o qual lhe pronunciou a sentença” (II Reis 25:6). A última cena que Zedequias pôde ver foi a morte de seus filhos, pois, logo após, lhe “vazaram os olhos; ataram-no com duas cadeias de bronze e o levaram para a Babilônia” (II Reis 25:7). Diante de tamanha violência emocional e física, como entender que ele morreria “em paz” (v. 5)?

Notem que a profecia é dada ao rei de Judá quando Nabucodonosor estava às portas de invadir Jerusalém. Era o último chamado de Deus para aquele insensato monarca. A promessa de que findaria seus últimos momentos de vida em paz foi por ele ignorada quando, estando a um passo de se entregar e de viver o cumprimento da profecia, preferiu dar longos passos na direção contrária. E isto lhe custou seus dois olhos, a destruição de sua família e de sua dignidade. O orgulhoso rei terminaria seus dias no cárcere babilônico (Jeremias 52:11).

O mundo tem uma visão muito distorcida do que seja liberdade e escravidão. Quando o SENHOR estabeleceu leis acerca da escravatura no meio do Seu povo, creio que um de Seus objetivos era dar-lhes a oportunidade de sentirem o que Ele sentiu ao livrá-los do jugo egípcio. Cada vez que um hebreu concedesse liberdade a um irmão, na verdade, a maior liberdade seria sentida por ele mesmo. Ao ajudar alguém a desprender-se das amarras do inimigo, estamos igualmente libertando um irmão.

Ao descobrir que os encantos disfarçados de Satanás estão destruindo as famílias, vazando os olhos da fé e os prendendo às cadeias da desobediência, muitos têm aceitado o último chamado de Deus e mudado a direção de suas vidas. Mediante o trabalho missionário de muitas testemunhas de Jesus (Atos 1:8), o SENHOR tem levado a verdadeira liberdade para muitos corações sinceros. Porém, da mesma forma que aconteceu no meio de Judá (v. 16), Satanás tem usado seus agentes para que o livre volte à escravidão.

Amados, uma coisa está bem clara no capítulo de hoje: mesmo que Deus nos deseje a paz, Ele não interfere na nossa liberdade em escolher a guerra; e o caminho para a verdadeira liberdade está em dar ouvidos às palavras do SENHOR. Fugir da vontade de Deus e ser condescendente com o mal são duas atitudes que põem em risco não somente a sua integridade física e emocional, mas o seu futuro eterno. Como disse uma amiga muito querida em um de seus sermões, parafraseando: Não temos mais tempo a perder agindo como meninos espirituais, mas precisamos buscar crescer em maturidade.

Não fuja dos propósitos do SENHOR para a tua vida! E que você seja um instrumento nas mãos de Deus para libertar muitos irmãos que ainda estão em Babilônia (Apocalipse 18:4).

Bom dia, livres em Jesus!

Desafio do dia: Respire profundamente o primeiro ar da manhã pelo menos cinco vezes e beba dois copos com água antes da sua devoção matinal. Faça disto um hábito e terás mais saúde, disposição e clareza espiritual.

Rosana Garcia Barros

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