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“Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (v.5).
A resposta de Jó ao Senhor revela uma profundidade espiritual que deveria comover-nos a cavar mais fundo nas Escrituras. Na verdade, não foi simplesmente uma resposta, foi uma confissão. Ciente de que havia falado “do que não entendia”, de “coisas maravilhosas” que “não conhecia” (v.3), seus olhos foram abertos para ver a beleza do caráter divino. Sentindo, então, a forte impressão de sua indignidade, concluiu: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v.6).
Ao compreender que a sua defesa pertencia ao Senhor, Jó foi contemplado com o fim de sua ignomínia. Primeiro, Elifaz, Bildade e Zofar, foram reprovados por Deus e por quatro vezes O ouviram falar, referindo-se a Jó: “o Meu servo Jó” (v.7,8). Depois, “quando este orava pelos seus amigos”, Deus mudou a sua sorte, lhe dando “o dobro de tudo o que antes possuíra” (v.10). Jó teve “outros sete filhos e três filhas” (v.13) e “abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro” (v.12).
A reprovação de Deus e a intercessão de Jó não foram apenas instrumentos de humilhação, mas também instrumentos de misericórdia para Elifaz e seus companheiros. Mesmo que tenham agido e falado contrário à vontade de Deus, o Senhor revelou o Seu desejo em perdoá-los e redimi-los. Naquele momento, Jó foi eleito por Deus como uma espécie de sacerdote, a fim de receber as ofertas deles e por eles interceder. Um tipo que aponta para o ministério do Antítipo. “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hb.9:24).
A menção à beleza incomparável das filhas de Jó é uma espécie de prelúdio de que o que o Senhor tem preparado para os que O amam excede tudo o que possamos pensar ou imaginar (1Co.2:9). Quando formos revestidos da glória de Deus em corpos perfeitos e sem pecado (1Co.15:53); quando Cristo declarar perante o Universo: “Também de nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb.10:17); quando Ele estender a Sua mão para enxugar as nossas últimas lágrimas e contemplarmos a Sua terna face, então, iremos considerar como insignificante qualquer sofrimento que tenhamos passado aqui nesta terra de pecado.
Amados, por mais que a nossa lida neste mundo muitas vezes pareça ultrapassar o limite de nossas forças, há um Deus no Céu que é vitorioso nas batalhas e que nos oferece o Seu galardão. A intercessão de Jó por seus amigos representa a intercessão de Cristo por nós. Ao nos aproximarmos de Jesus e experimentarmos a Sua graça, recebemos o poder do Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e, como Jó foi para seus amigos, também seremos instrumentos de salvação na vida de muitos.
“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb.4:14). Jó foi contemplado com a bênção do Senhor nesta terra, mas morreu “velho e farto de dias” (v.17) “sem ter obtido as promessas” (Hb.11:13). Jó aspirava “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Seu coração desfalecia de saudades de seu Redentor!
Oh, meus irmãos, que a nossa vida seja uma constante declaração de que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb.11:13)! Quando Jesus encerrar o Seu ministério de intercessão, seja dito a nosso respeito: “Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Perto está o dia em que a nossa sorte será mudada para sempre. Pois, “naquele tempo”, diz o Senhor, “Eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando Eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o Senhor” (Sf.3:20). Fim do livro de Jó. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, fiéis servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Jó42 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 42 – É possível desviar-se do mal, e ser justo, íntegro e temente a Deus, mas não estar isento de falhas ou erros.
Merrill Unger declarou que “Jó era inocente, mas não sem pecado, nem perfeito”. Sem esta perspectiva, é fácil desequilibrar-se nas conclusões em relação à mensagem de Jó.
Além disso, Jó é exemplo de remanescente que Deus almeja ver no tempo do fim, quando a última geração da humanidade promove uma sociedade mergulhada nas desgraças da imoralidade, perversidade e iniquidade. Se não entendermos corretamente a teologia de Jó, estaremos fadados a cair nas deturpadas filosofias dos amigos de Jó, ou apegar-se a ideias esdrúxulas piores que as deles.
O caminho da santidade passa obrigatoriamente pela humildade e reconhecimento da própria iniquidade quando compara-se à grandiosidade de Deus. As perguntas de Deus a Jó não o levaram a esclarecimentos de seus questionamentos, mas ao arrependimento.
• Jó já havia reconhecido sua indignidade logo que Deus começou Seu discurso (Jó 40:4-5).
• Depois, após Deus encerrar Seu discurso, Jó afirmou: “Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber” (Jó 42:3).
• Além disso, o auge de sua experiência com Deus deu-se quando declarou com sinceridade: “Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:6).
Toda jactância e petulância desaparecem diante da santidade, grandiosidade e majestade divinas. Ao ter tal atitude, Jó foi aprovado por Deus em detrimento de seus amigos acusadores, defensores de Deus, que achavam-se donos da verdade.
A compreensão incorreta da religião fez com que Deus repreendesse aos amigos de Jó; e Jó, que foi duramente acusado por eles, deveria fazer o que eles deveriam ter feito por Jó: Interceder (Jó 42:7-9). Após interceder, Jó foi abençoado duas vezes mais do que era antes e viveu mais 140 anos (Jó 42:10-17). O fim que Deus deu a Jó após sua terrível experiência com o sofrimento não foi motivada por sua inocência, mas porque “o Senhor é cheio de compaixão e misericórdia” (Tiago 5:11). Sobre esse Deus, os amigos de Jó deviam conhecer, e nós também!
O livro de Jó revela a verdade sobre o grande conflito, mas acima de tudo, revela o verdadeiro caráter do Deus que restaura! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 41 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 41 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/41
A segunda parte dos questionamentos apresentados por Deus alcança seu clímax em Jó 41. Os argumentos poéticos divinos, apresentados em ordem crescente a partir de objetos inanimados, como a neve e o relâmpago, incluindo o pacífico behemoth – provavelmente um dinossauro, ou hipopótamo – agora alcançam seu auge no misterioso Leviatã.
A identidade do ameaçador Leviatã, uma criatura sobrenatural e misteriosa, permanece aberta à especulação. No entanto, ao longo das Escrituras, esse animal normalmente representa o caos e a iniquidade. Seus aspectos incomuns destacam o ataque espiritual retratado em Jó 1:7-2: 10.
O leviatã é um forte argumento utilizado por Deus, provando que Jó não consegue entender nem controlar as forças da natureza e os mistérios da vida. Tendo ouvido uma enorme sequência de questionamentos impossíveis de responder, Jó admite que algumas coisas são simplesmente maravilhosas demais para os seres humanos entenderem. Mas Deus pode fazer qualquer coisa!
Nossos corações anseiam por essa mensagem: Deus está no controle da menor molécula e do monstro mais poderoso. Quando ocorre uma tragédia e um vegano que nunca fumou adquire câncer de pâncreas, Deus ainda está no controle. Quando seu cachorrinho ainda jovem morre repentinamente de um tumor não detectado no coração, Deus ainda está no controle. Não importa quão inexplicável seja o sofrimento, Deus permanece amorosamente no controle.
Não tente entender. Apenas confie: nenhuma realidade difícil de entender pode superar o amor de Deus.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA
Texto original:
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429 palavras
Aqui o argumento é: que Jó revele primeiro sua destreza em dialogar com o crocodilo [ou Leviatã, cf NVI e BLH], para então pensar em lutar com Deus, num debate. Os maravilhosos detalhes da vida de cada animal supõem uma sabedoria e potência tão grandes da parte de Deus, que é melhor reconhecer que nossa vida, também, faz parte dos bem pensados desígnios de Deus (Bíblia Shedd).
Em uma série de perguntas, a voz do Todo-Poderoso sugere a grandeza desse animal (Comentário Bíblico Devocional-VT, FBMeyer).
1 crocodilo. [ARA e BV; NVI e BLH: “Leviatã”] A descrição poética nessas linhas está ancorada na natureza, mas a criatura ou as criaturas descritas representam algo mais. A exemplo das feras de Is 27.1 e Sl 74.14, elas simbolizam poderes ameaçadores nas dimensões celestial e terrestre (Ap 12.7; 13.1) (Bíblia de Genebra).
6 mercadores. Heb kena’anm, negociadores viajantes, vendedores ambulantes, que deram origem ao nome Canaã. O crocodilo não se presta para ser mercadoria negociável, nem se come sua carne (Bíblia Shedd).
9-11 É loucura para as pessoas pensarem que podem se opor a Deus quando elas tem medo de confrontar mesmo um crocodilo. Quão mais poderoso é Deus! (Life Application Study Bible).
10 Aplica-se a moral: quem se impressiona com a criatura, muito mais deve se impressionar com o Criador (Bíblia Shedd).
Este versículo contém a conclusão da argumentação toda. Uma criatura que Deus fez é tão formidável que o homem não ousa “despertá-lo”. Como, então, alguém ousa contender com o Criador? (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 687).
11 Me precedeu [NKJV].O clímax do argumento iniciado em 38:4, evolui do menor para o maior; do inanimado (não vivente) para o animado (vivente), até às mais surpreendentes de todas as criaturas (behemoth, leviathan), até chegar em Deus, originador e Senhor sobre tudo (Andrews Study Bible).
O argumento é: se o homem não pode controlar criaturas como o crocodilo, como pode querer forçar o Criador a conceder-lhe favores especiais? A alusão parece ser às repetidas demandas de Jó para ser ouvido (Jó 9:34;, 35; 13:3, 22; 23:3-7) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 688).
18 resplandecer luz. A água borrifada pelas narinas do crocodilo rebrilha na luz do sol (Bíblia Shedd).
mó de baixo. A pedra de baixo do moinho era maior e mais dura que a de cima (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 688).
31 instrumento de debulhar. Ou, “deixa rastro na lama como o trilho de debulhar” (NVI). A referência é às marcas de lama onde o animal se deitava. (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 689).
34 soberano sobre todos os orgulhosos. Somente o Senhor pode humilhar criaturas assim (Bíblia de Estudo NVI Vida).
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“Quem primeiro Me deu a Mim, para que Eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é Meu” (v.11).
Em sequência à humilde resposta de Jó, o Senhor prosseguiu com Seu segundo discurso. Em nenhum momento Jó recebeu alguma explicação acerca de seu sofrimento. Pelo contrário, ele ainda foi confrontado pelo fato de ser limitado até mesmo com relação aos grandes animais da Terra. As características do hipopótamo e do crocodilo foram destacadas pelo próprio Criador. O primeiro, “come a erva como o boi” (Jó 40:15), mas apesar de parecer tranquilo, possui extraordinária força, sendo “obra-prima dos feitos de Deus” (Jó 40:19).
O segundo animal, destacado no capítulo de hoje, em algumas versões conhecido como leviatã, “foi feito para nunca ter medo” (v.33). Diante de sua estrutura, como uma armadura intransponível, e de sua aparência assustadora, “tremem os valentes” (v.25). Os movimentos do crocodilo ao agitar-se na água assemelha-se a uma panela com água fervente, e, ao expelir “gotículas de água pelo nariz ou pela boca, ou quando espirra água ao movimentar-se, o reflexo do sol faz com que isso se pareça com tochas e faíscas” (CBASD, v.3, 688).
Mas ainda que aproximar-se destes animais seja uma ameaça para nós, a questão central não diz respeito à forma ou ao objetivo porque foram criados, mas aponta para o Criador que possui o controle de todas as coisas. Aquele que revestiu o crocodilo com escamas tão ajustadas umas às outras, “que entre elas não entra nem o ar” (v.16), é O mesmo que conhece a nossa estrutura, “e não permitirá que [sejamos] tentados além das [nossas] forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, [nos] proverá livramento, de sorte que a [possamos] suportar” (1Co.10:13).
Este capítulo não fala da força do crocodilo, mas do poder do Criador. Ele mesmo declara: “Quem é, pois, aquele que pode erguer-se diante de Mim?” (v.10). E continua: “Quem primeiro Me deu a Mim, para que Eu haja de retribuir-lhe?” (v.11). Todo o amor, toda a devoção, toda a obediência que possamos devotar-Lhe, é tão somente o reflexo do que Ele já fez por nós, como declara o apóstolo João: “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1Jo.4:19). Jó não obteve a resposta que queria, mas, certamente, obteve a resposta que precisava.
Todo aquele que, com humildade e profundo interesse, se debruça a examinar a Palavra de Deus, não sairá sem resposta. O Espírito de Cristo repousa sobre o diligente estudante, cumprindo-se a fiel promessa: “Ele vos guiará a toda a verdade” (Jo.16:13). Semelhante às escamas do crocodilo, as verdades das Escrituras estão ligadas umas às outras “e não se podem separar” (v.17). Para o impenitente, são palavras duras e contraditórias. Para o crente piedoso, são palavras de vida e mais preciosas “do que o ouro refinado” (Sl.119:127).
O nosso mundo está sendo abalado com sinais já revelados na Bíblia. Mas em meio ao caos, as palavras do Senhor devem nos sossegar: “Pois o que está debaixo de todos os céus é Meu” (v.11). O Criador dos céus e da terra breve virá para vindicar o que é Seu. Cumpre-nos, hoje, obedecer às palavras de Jesus: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Como nunca antes, é hora de, como Jó, declararmos ao mundo a nossa bendita esperança: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25). Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “abatidos, porém não destruídos” (2Co.4:9)!
Rosana Garcia Barros
#Jó41 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 41 – Deus é inusitado quando responde as inquietações humanas. Porém, Suas estratégias objetivando nos reerguer física, mental, emocional e espiritualmente funcionam quando nos rendemos a Ele inteiramente!
Encerrando Seu discurso, Deus fala sobre o Beemote (NVI) e o Leviatã (NVI, Jó 40:15-41:34).
• O que esses dois misteriosos animais têm a ver com a filosofia do sofrimento de Jó?
• Por que Deus traz à tona em Sua preleção, a descrição desses intrigantes animais?
O mais impressionante é a forma de Deus descrever estes dois animais. Ele o faz com uma dose de humor e ironia! Ele parece estar Se divertindo ao descrever a força e a impotência humana diante desses poderosos animais. É como Deus dizendo a Jó: “Você acha que pode controlar o Universo? Veja só esses animais que criei, são mais poderosos que você, e Eu consigo controlá-los!”
Pensar na possibilidade de Deus rir ou divertir-Se pode parecer estranha a muitos, principalmente quando se trata de um livro tão sério, filosófico e teológico como Jó.
Contudo, livrando-se de preconceitos, considerando atentamente a revelação provida pelo próprio Deus, é possível vê-Lo não apenas como um Ser de poder e justiça, mas também de humor, criatividade e didática para ensinar com diversão. E o mais incrível, Ele não faz isso para nos humilhar, mas para restaurar-nos, elevar-nos e transformar-nos!
Estes animais representam o mistério e a complexidade da criação, e nossa pequenez diante dela. Assim, somos incentivados como Jó, a reconhecer nossa total dependência da sabedoria, bondade e graça divina para nos guiar através não apenas do mistério da vida, mas também do mistério do sofrimento; sabendo que Ele nos ama e nos protege, mesmo diante das ameaças e mistérios da existência. E Ele sabe o que faz e é justo no que faz (Jó 40:7-14).
Descontraidamente, ilustrando Sua fala referindo-Se ao Beemote e ao Leviatã, Deus revela estar acima de todas as coisas, ainda que nossa compreensão da criação e da vida seja absurdamente limitada e imperfeita (Jó 41:1-34).
Deus mostra que há muitas coisas que ultrapassam nossa compreensão e controle; por conseguinte, precisamos confiar nEle e em Sua sabedoria para enfrentar as dificuldades da vida. Pois, até as mais ferozes criaturas estão sob Seu controle; nem Satanás ultrapassa certos limites (Jó 1:1-2:13). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: JÓ 40 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/40
O diálogo entre Jó e Deus é tão franco! Franco e direto também!
Deus aprecia até mesmo nossos mal-entendidos quando os levamos a ELE e dizemos a ELE como nos sentimos. É claro que não conversamos de maneira zombeteira, mas sim, derramando sinceramente nossas frustrações para que Deus possa “nos entender”.
Que curioso.
Quando somos honestos com Deus, ELE pode compartilhar percepções sobre nós mesmos que nos fazem exclamar com Jó: “Sou indigno; como posso responder-te? Ponho a mão sobre a minha boca. Falei uma vez, mas não tenho resposta; sim, duas vezes, mas não direi mais nada”. Jó 40:4,5
Este capítulo fascinante termina com lições do hipopótamo. Isso mesmo! Deus gentilmente ilumina Jó, deixando-o saber que a força do hipopótamo é apenas um leve reflexo da eterna força e poder de Deus!
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia EUA
Texto original:
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418 palavras
2 Aquele que contende com o Todo-Poderoso poderá repreendê-Lo? Que responda a Deus aquele que O acusa! (NVI). Jó é claramente desafiado a justificar sua tentativa de repreender a Deus. Satanás predisse que Jó amaldiçoaria a Deus. Isto ele não havia feito, mas havia errado em tentar dizer a Deus o que fazer. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 684.
3-5 Jó abandona a sua obsessão de ser justificado. Era a sua vez de falar, mas ele nada tinha a dizer. Jó se humilha diante do Todo-Poderoso. Bíblia de Genebra.
4 Sou indigno. Em vez de dizer “Sou inocente”, como pretendia, ele responde “Sou indigno.” A revelação divina havia mudado totalmente sua atitude em relação a si mesmo e a Deus. Uma convicção semelhante sobrevém a todo ser humano que chega a ter uma devida apreciação de Deus. CBASD, vol. 3. p. 684.
6-14 Se Jó pode consertar os problemas do mundo, ele não precisa de Deus. Andrews Study Bible.
Deus revela Suas maravilhas no mundo moral, na esfera da ética humana. Se Jó tivesse a poderosa atuação e a voz autoritária do próprio Deus, derramando sua fúria sobre os ímpios e perversos, então poderia confrontar-se com seu Senhor em debates sobre a justiça e a injustiça na Sua providência. Bíblia Shedd.
6 respondeu a Jó. …o propósito primário de Deus não é embaraçar Jó, mas levá-lo a uma nova experiência. CBASD, vol. 3. p. 685.
13 encerra-lhes o rosto. Sabe-se que na preservação das múmias o corpo todo era envolto em panos, inclusive o rosto. CBASD, vol. 3. p. 685.
15 o hipopótamo. No original, behemoth, que é a forma plural de behemah, uma palavra comum no hebraico, traduzida como “animais domésticos” (Gn 1:24, 25; etc.), “animais” (Gn 8:20; etc) ou “gado” (Gn 36:6;etc.). Parece ser usada aqui como um plural intensivo, referindo-se a um animal muito grande. A maioria dos eruditos acha que o termo se refere ao hipopótamo. Contudo, há alguns que a aplicam (1) ao elefante, (2) a alguma espécie extinta ou (3) a uma representação simbólica. CBASD, vol. 3. p. 685.
Trata-se de uma criatura real (que criei), não de um ser mitológico. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
A fala do Senhor indica que quaisquer que sejam as forças de tais criaturas, não passam de brinquedos quando comparadas com o poder insondável do Senhor. Biblia de Genebra.
come a erva. O animal mencionado … é aparentemente herbívoro. CBASD, vol. 3. p. 685.
23 Se um rio transborda. A figura é a de um animal tão acostumado à água que não se perturba com inundações ou correntes fortes. Isto, é claro, sugere o hipopótamo. CBASD, vol. 3. p. 685.