Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOSUÉ 20 – Primeiro leia a Bíblia

JOSUÉ 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JOSUÉ 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOSUÉ 20 by Luís Uehara
8 de agosto de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/js/20

As seis cidades de refúgio mencionadas neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.

Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do paí, numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo. O “vingador do sangue” era considerado qualquer parente próximo da vítima que poderia tentar se vingar do crime.

Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, quando se decidiria se o homicídio havia sido acidental (culposo) ou intencional (doloso). Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido viver na cidade e ali permanecer protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do atual sumo sacerdote.

Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.

Ralph Neall
Professor aposentado e missionário

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/20
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOSUÉ 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2022, 0:50
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871 palavras

Havia seis cidades levíticas destinadas a servir de refúgio- três de cada lado do Jordão. Moisés designou as três ao oriente do Jordão (Dt 4.41-43) e Josué e os outros líderes indicaram as três ao ocidente do rio. As cidades não eram destinadas a proteger o criminoso, mas serviam de refúgio àqueles que cometiam homicídio, a fim de escaparem à vingança do sangue derramado enquanto se investigava se fora predeterminado ou acidental (Nm 35.6, 11). Bíblia Shedd.

cidades de refúgio. A lei das cidades de refúgio é apresentada em sua forma completa em Números 35 e Deuteronômio 19. … Na mentalidade hebraica estava profundamente arraigado o sentimento de que o parente mais próximo era o guardião da vida de seu irmão e, por isso, devia vingar sua morte. Em vez de contrariar esse sentimento ou tentar proibi-lo, Deus pôs tal emoção sob controles provisórios e saudáveis, os quais impediam que se cometesse uma grande injustiça quando o crime não houvesse ocorrido. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 280.

por engano, … sem o querer. Se refere, de modo geral, a atos não premeditados que resultavam na morte de uma pessoa. Mesmo que buscasse proteção numa das cidades de refúgio, o homicida que agira com premeditação recebia prontamente o castigo após um exame do caso. CBASD, vol. 2, p. 280.

vingador de sangue. Nas nações civilizadas a vida civil é regulamentada por leis e o castigo é aplicado contra o criminoso pelos tribunais. Nas nações antigas era permitido que a parte ofendida se vingasse com as próprias mãos; este era o “vingador de sangue”. (Veja Gn 9.5-6; Nm 35.31; Rt 3.9-12; Mt 5.38, 39). Bíblia Shedd.

fugindo. As estradas que conduziam às cidades de refúgio deviam ser sempre mantidas em bom estado. Onde houvesse encruzilhadas, era necessário colocar placas indicando o caminho que levava à cidade. … O antigo plano referente às cidades de refúgio apresenta notáveis ilustrações da vida cristã. O pecador deve fugir sem demora ao refúgio que é Jesus cristo (Hb 6:18). Aqueles que conhecem a direção devem colocar placas no caminho. Uma grande responsabilidade repousa sobre esses guias, e o descuido pode resultar numa placa que aponte  para a direção errada, extraviando, assim, o pecador em fuga. CBASD, vol. 2, p. 281.

à porta dela. O portão da cidade era o lugar normal para se realizar transações legais (Rt 4.1-12). Bíblia de Genebra.

perante a congregação. Provavelmente a congregação da cidade do acusado, não a da cidade de refúgio (ver Nm 35:24, 25). Se fosse considerado culpado, o homicida era entregue ao vingador de sangue; mas se fosse considerado inocente de assassinato voluntário, a congregação o devolvia à cidade de refúgio, onde deveria permanecer até a morte do sumo sacerdote. CBASD, vol. 2, p. 280, 281.

Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.

Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).

Designaram. Literalmente, “santificaram”, isto é, separaram estas cidades para uso santo. … Todas elas eram cidades dos levitas, nas quais viviam esses ministros de Deus, que desempenhavam seu serviço ao Senhor em turnos. Essas circunstâncias proporcionavam ao fugitivo a oportunidade de estudas e conversar com os levitas, que eram instruídos nas coisas de Deus. Portanto, o lugar de refúgio poderia, ao mesmo tempo, se transformar numa verdadeira fonte de bênção para o homicida, pois os sacerdotes e levitas poderiam lhe ensinar o caminho do Senhor (ver Dt 17:8-13; 21:5; 33:9, 10). Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. Para benefício de todas as tribos, ficavam a uma distância conveniente umas das outras. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.

Quedes. Este nome vem do heb. qadash, “ser santo”, que, em sua forma intensiva, quer “santificar”. É dessa palavra que deriva o substantivo qodesh, que significa “santidade”.

Designaram, pois, solenemente, Quedes (ARA; NVI: “separaram Quedes”). Jogo de palavras em hebraico: “consagraram a (cidade de) consagração”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

e para o estrangeiro que habitava entre eles. Evidência de proteção igualmente garantida aos estrangeiros residentes em Israel (cf Lv 19.33, 34; Dt 10.18, 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus não faz acepção de pessoas. Todo aquele que se aproxima dEle não será lançado fora (Jo 6:37). Há uma porta aberta para todos os que queiram se achegar a Deus com humildade e espírito contrito. CBASD, vol. 2, p. 282.



Josué 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de agosto de 2022, 0:45
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“Fala aos filhos de Israel: Apartai para vós outros as cidades de refúgio de que vos falei por intermédio de Moisés” (v.2).

Quando estudamos o livro de Êxodo, vimos que Deus instituiu as cidades de refúgio. Quando o povo se estabelecesse na terra prometida, separaria nela cidades que serviriam de abrigo a todo aquele que matasse alguém por engano (v.3). A Lei Penal Brasileira classifica este crime como sendo homicídio culposo, isto é, onde não há dolo (não há a intenção de matar). Porém, no antigo Israel, caso o homicida permanecesse em sua cidade natal, corria o risco de ser morto pelo “vingador do sangue” (v.9), que buscaria cumprir a lei da “vida por vida, olho por olho, dente por dente” (Êx.21:23-24).

Contudo, o Senhor designou um lugar de refúgio para este tipo de homicida (Êx.21:13). Interessante que em Deuteronômio 19:9, vemos que Ele prometeu dobrar a quantidade das cidades de refúgio, que inicialmente seriam apenas três, se tão-somente o povo andasse conforme os Seus mandamentos todos os dias. Então, três cidades ficariam dalém do rio, atendendo as necessidades das duas tribos e meia, e as outras três do outro lado, em Canaã. O desejo do Senhor é o de sempre nos conceder o dobro das bênçãos. Aquelas cidades eram oásis em meio ao deserto do desespero. Ali, os fugitivos encontravam abrigo seguro, um julgamento justo e preservação da vida.

Assim como Deus estabeleceu locais de refúgio para Israel de um lado e do outro do Jordão, Ele deseja nos cercar “por trás e por diante” (Sl.139:5). Ele deseja ser o nosso “refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações” (Sl.46:1). Jó foi um servo de Deus que se manteve fiel e refugiado em Seus braços mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Mal compreendido pela esposa e acusado pelos amigos, ele não atribuiu a Deus o seu infortúnio, mas abrigando-se nEle até o fim, obteve a vitória sobre o mal: “Mudou o Senhor a sorte de Jó […] e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra” (Jó 42:10). Jó escolheu ser fiel mesmo em meio a mais terrível provação. Ele confiou em Deus.

Deus tem bênçãos incontáveis para aqueles que Lhe são fiéis, mesmo nos momentos mais difíceis. Nele encontramos lugar seguro (Sl.91:2), julgamento justo (Lm.1:18) e vida eterna (Jo.14:6).

Porque “o que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio […] sob Suas asas, estarás seguro” (Sl.91:1-2 e 4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, habitantes do Excelente Refúgio!

Rosana Garcia Barros

#Josué20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOSUÉ 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2022, 0:40
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JOSUÉ 20 – Não devemos abrigar em nossa mente a ideia de que haja algum lugar em nosso planeta – tomado pelo maligno – que seja absolutamente seguro.

Os planos de cidades refúgios orientados por Deus a Moisés (Êxodo 21:12-13; Números 35:6-28; Deuteronômio 4:41-43; 19:1-13), deveriam ser executados por Josué. Pois, acidentes acontecem em todos os lugares. Inclusive poderia acontecer na Terra Prometida; sim, entre o povo abençoado e protegido por Deus.

Josué 20 revela que uma pessoa pode machucar ou matar a outra sem intenção. Acidentes fatais e mortais podem acontecer entre pessoas consagradas. A vingança irracional oriunda do calor da emoção pode surgir inclusive em corações de pessoas que possuem o privilégio da presença de Deus entre elas. Por conseguinte, e possível ter homicidas involuntários entre os servos de Deus.

Além de acontecer de pessoas consagradas causarem acidentes graves, pessoas consagradas podem sofrer acidentes fatais. Ninguém neste mundo está absolutamente blindado diante das situações acidentais resultantes da degradação causada pela força do pecado. Cristãos fervorosos podem ter membros da família ceifados pela morte resultante de acidente.

Josué 20 incentiva-nos a não alimentarmos um espírito vingativo. Não devemos abrigar e nem alimentar a raiva em nosso íntimo.

Também, não devemos abrigar culpa quando o que causamos foi acidental. Como diz o próprio nome, “acidente” não é algo programado, ou premeditado; acontece sem querer, sem nenhuma intenção de que qualquer fatalidade acontecesse.

A proteção para quem causa acidente foi provida por Deus nas cidades refúgios, lugares em que, “qualquer israelita ou estrangeiro residente que matasse alguém sem intenção, poderia fugir para qualquer dessas cidades para isso designadas e escapar do vingador da vítima, antes de comparecer a julgamento perante a comunidade” (Josué 20:9). Assim, os vingadores são protegidos de não praticarem injustiças tomados pela raiva natural ou vingança irracional.

Mesmo que o homicídio fosse acidental, onde o causador da desgraça não fizesse nada por maldade ou premeditação, ele precisaria “permanecer naquela cidade [de refúgio] até comparecer a julgamento perante a comunidade e até morrer o sumo sacerdote que estiver servindo naquele período. Então, poderá voltar para a sua própria casa, a cidade de onde fugiu” (Josué 20:6).

Jesus é o nosso sumo sacerdote que livra-nos do temor da retaliação do pecado. Sua morte nos confere vida, vida eterna! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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