Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de junho de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

DEUTERONÔMIO 7 – Em essência, “Deus é amor” (1 João 4:8). Possuindo caráter imutável (Malaquias 3:7), e misericórdia renovável (Lamentações 3:22-23), Deus faz discurso amoroso em Deuteronômio.

Diante do ataque cruel de Satanás ao caráter de Deus, precisamos que nossos conceitos sejam fundamentados na revelação concedida por Deus.

Para evitar que absorvamos conceitos teológicos pervertidos, temos o livro de Deuteronômio, cujo tema principal “pode ser resumido nas seguintes palavras: escolha a vida: ame, obedeça e tema a Deus. A mensagem de Deuteronômio está centralizada no Senhor e em como responder ao amor, ao cuidado e à santidade de nosso maravilhoso Deus” sintetiza Jirí Moskala.

E Eugene Merril destaca que “a exigência básica de amor a Deus completo e exclusivo (6:5; 10:12) desdobra-se de várias maneiras em 7:1-11:32”. Em Deuteronômio 7 vemos o amor de Deus por Israel no pedido para destruir aos Seus inimigos. Leia atentamente cada sentença deste capítulo, depois considere os seguintes pensamentos:
• A razão do favor de Deus por qualquer ser humano não está inerente a algum mérito dele. Pois, o favor de Deus por alguém baseia-se razoavelmente em Seu imensurável amor. O mesmo caráter constantemente gracioso e misericordioso de Deus diante da inconstância de Israel permanece igual para conosco.
• A intrigante destruição instruída por Deus a ser realizada por Israel parece conflitante com Seu maravilhoso caráter – quando analisada superficialmente. Com profundo olhar espiritual, tal destruição descrita neste capítulo às sete principais nações pagãs seria mais pela relutância em aceitar a graça do que resultante da condição decadente da prática imoral e pecaminosa. Sendo que só há segurança e proteção em Deus contra as forças daquele que tem intenção de roubar, matar e destruir, rejeitá-lO implica preferir a destruição.
• Foi concedido um grande tempo de graça aos pagãos, o qual só foi útil para amadurecerem na maldade (Gênesis 15:16). O grau de perversidade era tão alto que o remanescente pagão que sobrasse seria suficiente para corromper inteiramente ao povo de Deus. Ciente disso, Deus insiste na destruição total deles.

Caso Israel seguisse pelo mesmo caminho deles, sofreria o mesmo destino. Não há predestinação arbitrária de Deus para a destruição. Todos somos predestinados à salvação; contudo, na rejeição da soberania divina em nossa vida consiste a fórmula da destruição!

Portanto, firmemo-nos em Deus! – Heber Toh Armí.


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