Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de junho de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

DEUTERONÔMIO 3 – Deus incentiva. Deus motiva. Deus fortalece a fé. Deus mostra o passado para que Seus ouvintes avancem para o futuro confiando em Seu poder. Deus é Pai, Professor, Pastor, Tutor, Rei, General, Conselheiro, Instrutor, Protetor; Ele é extraordinário.

Nesse contexto, os israelitas estão ouvindo o sermão inspirado de Moisés, após vencerem dois reis poderosos: Seon e Ogue. Deus relembra a vitória sobre esses poderosos exércitos para mostrar que a vitória sobre outros reinos estava garantida (Deuteronômio 3:21-22).

Alguém pode questionar:
• Deus é bondoso, maravilhoso e gracioso apenas para Israel?
• Nações derrotadas pelo povo de Deus poderiam concluir que Deus é bom para todos?

Veja que o problema não está com o caráter de Deus, mas com os inimigos de Deus: Foi oferecido paz a Seon, mas ele respondeu com guerra (Deuteronômio 2:26-31). A derrota deles foi devido ao confronto desnecessário contra o povo de Deus, não devido ao caráter de Deus (Deuteronômio 2:32-35).

Note também que, em nenhum momento Deus orientou Israel derrotar Ogue e seu povo; porém, quando os israelitas se aproximaram de seu território, ele reuniu todo seu exército e partiu contra Israel (Deuteronômio 3:1-2). Que tolice tentar destruir o povo cujo líder é o próprio Deus; é como um cachorro perigoso que se solta da corrente para atacar uma criança; então, o pai age rapidamente, pega o primeiro objeto e ataca o cachorro, visando proteger seu filho.

Deus não é um Pai desnaturado que olha a desgraça que intentam contra Seu povo e cruza os braços. Não! Ele entra em cena e protege dos ataques, ainda que tenha que destruir obstinados e inescrupulosos inimigos de Seu amado povo (Deuteronômio 3:3-20).

No final de Deuteronômio 3, Moisés explica ao povo por quê ele não entrará na Terra Prometida. Na conclusão do capítulo, percebe-se que sua obra “como dirigente de Israel estava terminada. Mas ainda ele se esquecia de si mesmo em seu interesse pelo povo”. Interessante que Deus permitiu sua morte porque desejava levar Israel “a compreender que não deveriam tornar a vida de seu futuro chefe [Josué] tão cheia de provações como fizeram a de Moisés”, observa Ellen White (PP, 470).

Essa verdade é também revelada como imperativo no Novo Testamento, em Hebreus 13:17. Deus anseia ensinar-nos! Portanto, aprendamos! – Heber Toth Armí.


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