Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de junho de 2022, 0:45
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“Tendes já rodeado bastante esta montanha; virai-vos para o norte” (v.3).

A rebelião de Israel os levou a retroceder para o lugar inicial de sua peregrinação. E após uma jornada prolongada ao redor da montanha de Seir, o Senhor orientou o Seu povo a marchar para o norte. Passariam pelas fronteiras das terras dos filhos de Esaú, que temeriam ao avistar aquela numerosa e organizada multidão. A ordem dada por Deus, contudo, incluía um procedimento pacífico tanto para com eles, como também para com os descendentes de Ló. Aquelas terras pertenciam aos descendentes de Esaú e de Ló, tanto quanto Canaã um dia pertenceria aos filhos de Israel.

Em um trajeto consideravelmente curto, Israel demorou “trinta e oito anos, até que toda aquela geração dos homens de guerra se consumiu no meio do arraial, como o Senhor lhes jurara” (v.14). Mesmo sob as ordens de atravessar as terras inimigas em paz, o Senhor sabia da recusa de Seom em conceder a Israel uma passagem pacífica e tanto este reino quanto outros testemunharam da força de um povo cujo Deus é o Senhor. Ao ouvirem da fama de Israel, todas as nações tremeriam diante dela e seriam tomadas por terrível angústia.

Seom representa as primícias da terra que Deus havia prometido aos filhos de Israel. Após uma longa jornada, aquela geração estava preparada para a tão aguardada conquista. No livro Educação encontramos a seguinte revelação: “No trato com os errantes no deserto, em suas marchas de um para outro lado, expostos à fome, à sede e ao cansaço, em perigos de adversários gentios, e na manifestação de Sua providência em seu socorro, Deus procurava fortalecer-lhes a fé, revelando-lhes o poder que continuamente operava para seu bem. E havendo-os ensinado a confiar em Seu amor e poder, era Seu intuito pôr diante deles, nos preceitos de Sua lei, a norma de caráter que, pela Sua graça, desejava alcançassem” (Ellen G. White, Educação, p.34).

Muitos julgam árdua e demorada a jornada cristã neste mundo. Já se passaram quase dois mil anos desde que Jesus nos prometeu as moradas do Pai (Jo.14:1-3), e que estamos andando “por este grande deserto” (v.7). No entanto, o Senhor, nosso Deus, tem estado com o Seu povo todo este tempo e, sendo o bom Pastor, jamais permitiu que nada nos faltasse (v.7). Pelo contrário, aqueles que nEle confiam e se entregam por completo ao Seu amoroso cuidado, sentem alegria na tristeza, alívio na dor e paz na tribulação. A amizade com Cristo sacia-lhes a alma e é como uma fonte que jamais se esgota.

Quem anda no Caminho excelente já pode provar aqui das primícias do celeste Lar. Por Seu Espírito, Deus nos concede na Terra o antegozo de Sua bondade e a paz “que excede todo o entendimento”, guardando o nosso coração e a nossa mente “em Cristo Jesus” (Fp.4:7). Através do fruto do Espírito podemos provar das delícias que havemos de usufruir pelos séculos eternos. “Levantai-vos, agora” (v.13), Israel de Deus, e marchemos “à terra que o Senhor, nosso Deus, nos dá” (v.29)!

Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Vigiemos e oremos!

Bom dia, geração de eleitos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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