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LEVÍTICO 23 – As festas orientadas por Deus são pedagógicas. Como estão relacionadas ao Santuário, elas ensinam o processo da salvação; o objetivo é a proclamação do evangelho para reavivar o povo de Deus e, evangelizar àqueles que ainda não pertencem a esse povo.
Levítico 23 trata de sete festas instituídas pelo Senhor: Páscoa (Levítico 23:4-5); dos Pães Asmos (Levítico 23:6-8); das Primícias (Levítico 23:9-14); Pentecostes (Levítico 23:15-22); das Trombetas (Levítico 23:23-25); da Expiação (Levítico 23:26-32); e, dos Tabernáculos (Levítico 23:23-44).
A sequência dessas festividades nos brinda um calendário profético. O ano deveria começar com a Páscoa, indicando o sacrifício de Cristo (Mateus 26:27-28; 27:46; João 19:31-37; substituída pela Santa Ceia 1 Coríntios 5:7; 11:23-26); ligando com a festa das primícias que retratava a ressurreição de Cristo e dos primeiros frutos da salvação (1 Coríntios 15:20-21; Apocalipse 14:4). Ao retirar o fermento na festa dos Pães Asmos, ilustrava a obra de santificação do pecador liberto do pecado pelo sangue de Cristo (Êxodo 12:8-20; 1 Coríntios 5:6-8; 15:22; Apocalipse 14:4-5). No quinquagésimo dia na sequência, acontecia o Pentecostes, que retratava a descida do Espírito Santo sobre o crente, apontando para a “Chuva Temporã” (Joel 2:23; Atos 2:1-41) e a “Chuva Serôdia” (Joel 2:23; Apocalipse 14:6; 18:1).
No sétimo mês do calendário religioso de Deus, acontecia a festa das trombetas, alertando os salvos para os eventos subsequentes, como sendo sinais do segundo advento de Cristo ou prenúncios do juízo (João 12:31; Apocalipse 8:1-9:19; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 14:7; Joel 2:1). O décimo dia do sétimo mês era o Dia da Expiação, apontando para a purificação do povo que aceitou o sacrifício provido por Deus (Malaquias 3:1-3; 1 Coríntios 3:16-17; 2 Coríntios 6:16-17; Daniel 8:14; Apocalipse 11:19; 14:6-12, 20). Finalmente, a festa dos Tabernáculos encerra a celebração didática de Deus mostrando a alegria no Céu por Cristo graciosamente oportunizar a morada dos fieis na Pátria Celestial (Zacarias 14:16; Apocalipse 7:9-12; 14:1-5; 19:6-10; 21:1-22:7).
Jesus está ilustrado na oferta de sacrifício e no Sacerdote que tudo faz perante o Senhor a fim de que Sua entrega e ministério sejam aceitos em favor de nós; já que somos indignos de qualquer favor, Sua graça está claramente em evidência nesses rituais, cuja finalidade é levar-nos para morar no Céu. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 22 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/22
Levítico 22 descreve como as ofertas poderiam ser tornadas profanas pelos sacerdotes (1-9), se oferecidas por não-sacerdotes (10-16), se imperfeitas (17-24), se oferecidas por compulsão (18-19, 29), por incrédulos (25), por abuso contra os animais (26-28) e por desobediência (29-30). Essa descrição destaca a santidade de Deus que libertou Israel da escravidão para torná-los santos (31-33).
Portanto, Deus apela repetidamente a Israel: “Sede santos; porque eu sou santo ”(Lv 11:44, 45; 19:2; 20:7, 26; 21:8). Isso indica que o padrão de santidade é tão alto quanto Deus, e que a única fonte de santidade é Deus. Mesmo anjos e seres humanos sem pecado caíram da santidade em que foram criados por Deus – não por causa de qualquer falha na criação de Deus, mas pela rejeição de Deus.
Deus convida novamente através de Pedro: “Seja santo; porque eu sou santo” (1 Pedro 1:16). Podemos responder a esse apelo recebendo a santidade de Deus através de Jesus. Como Pedro escreve: “À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele — vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.”(1 Pedro 2:4-5 NVI).
Deste modo, homens e mulheres tornam-se “um sacerdócio real” e “uma nação santa” (1 Pedro 2:9).
Martin Hanna
Professor Associado
Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia
Universidade Andrews
Berrien Springs, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/22
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1068 palavras
1-9 Porque haviam tantas orientações com respeito aos sacerdotes? Os israelitas deveriam estar bem familiarizados com sacerdotes do Egito. Sacerdotes egípcios estavam interessados principalmente com política. Eles viam a religião como um caminho para obter poder. Portanto, os israelitas estariam desconfiados quanto ao estabelecimento de uma nova ordem sacerdotal. Mas Deus queria que Seus sacerdotes servissem a Ele e ao povo. Seu trabalho era religioso – ajudar o povo a se aproximar de Deus e adorá-Lo. Eles não poderiam utilizar de sua posição para obter poder porque não lhes era permitido possuir terras ou tomar dinheiro de quem quer que fosse. Todas essas orientações tranquilizavam o povo e ajudavam os sacerdotes e atingir seu propósito. Life Application Study Bible.
2 que se abstenham das coisas sagradas (ARA; NVI: “que tratem com respeito as coisas sagradas”). Tudo o que era usado no tabernáculo devia ser rigorosamente limpo, cerimonialmente e de outras formas. Se algum sacerdote se tornasse impuro, devia cuidadosamente evitar tocar ou mesmo se aproximar das coisas sagradas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 865.
3 eliminado da minha presença. Excluído da comunidade que cultuava a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Qualquer pessoa cerimonialmente imunda que comesse alimentos santos de um sacrifício se arriscava à morte (7.20-21). A imundícia (morte) e a santidade (vida) não deveriam se misturar. Bíblia de Genebra.
4 leproso. A maior parte da contaminação que podia atingir o sacerdote era apenas de natureza temporária, e a exclusão do serviço do santuário duraria só até a tarde. No entanto, os que contraíam lepra ou fluxo eram excluídos até que fossem declarados limpos outra vez. Isso durava o tempo necessário para a recuperação. Durante a exclusão, eles eram mantidos pelos outros sacerdotes, mas não podiam comer das coisas oferecidas porque elas simbolizavam o carregamento dos pecados. CBASD, vol. 1, p. 865.
5 que tocar em algum réptil, com o que se faz imundo (ARA; NVI: “tocar em alguma criatura… que o torne impuro”).
7 Posto o sol. O dia terminava ao pôr do sol. Naquela hora, as portas do santuário eram fechadas e encerrados os serviços do dia. Por isso, se o sacerdote estivesse contaminado até a tarde, ele podia oficiar só no dia seguinte. CBASD, vol. 1, p. 865.
9 para que, por isso, não levem sobre si pecado e morram (ARA; NVI: “para que não sofram as consequências do seu pecado nem sejam executados por tê-los profanado”). As leis da pureza eram as mesmas para os sacerdotes e o povo, mas as penalidades eram muito mais severas para os sacerdotes, que tinham maiores responsabilidades. Cf Nadabe e Abiú (10.1-3) e os sacerdotes infiéis do tempo de Malaquias (Ml 1.6-2.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Nenhum estrangeiro comerá das coisas sagradas (ARA; NVI: “Somente o sacerdote e a sua família poderão comer da oferta sagrada”). estrangeiro. Heb zar, da raiz zur, “afastar-se”. Aqui se refere a qualquer pessoa que não fosse sacerdote ou levita, portanto um leigo, um estranho. … Outras palavras para “estrangeiro”, propriamente dito, são gêr, que dá a ideia de errante, um viajante sem moradia fixa, e goy[plural goyin], que se refere às pessoas que não pertencem à nação israelita, e se traduz “gentio”. Bíblia Shedd.
12 se casar com estrangeiro (ARA; NVI: “se casar com alguém que não seja sacerdote”).
13 repudiada (ARA; NVI: “se divorciar”).
19-25 Somente o melhor deveria ser oferecido a Deus; somente aquilo que vem de um coração grato e voluntário, a dedicação das melhores qualidades do nosso ser, é aceitável a Deus. … Até os pagãos achavam que os ídolos que adoravam eram dignos de sacrifícios perfeitos, sem defeito. Bíblia Shedd.
Animais com defeitos não eram aceitáveis como sacrifício porque não representavam a natureza santa de Deus. Além disso, os animais nao deveriam ter qualquer defeito [impureza] para prefigurar a vida perfeita e sem pecado de Jesus Cristo. Quando damos o melhor de nosso tempo, talento e tesouro a Deus em vez do que é imperfeito ou comum, declaramos o verdadeiro significado da adoração e testificamos da dignidade suprema de Deus. Life Application Study Bible.
20 o animal deve ser sem defeito. A palavra para “defeito” é a mesma usada em 21:17-23, onde se refere aos defeitos dos descendentes de Arão. Um sacrifício defeituoso seria um insulto a Deus (Ml 1:8-9, 13-14) e não representaria a Cristo, que é o nosso Sacrifício moralmente perfeito. Andrews Study Bible.
23 No caso das ofertas voluntárias opcionais, uma espécie de sacrifício pacífico (cap. 3), pequenos defeitos eram tolerados. Bíblia de Genebra.
Se … era uma oferta voluntária e não um voto, o ofertante podia apresentar um animal, mesmo que fosse desproporcionado ou com algum defeito. Essas ofertas eram usadas, com frequência, pelos pobres. Se tivesse chifre quebrado, defeito na perna ou cicatriz na pele, nenhum desses defeitos tornava o animal impróprio para o consumo. CBASD, vol. 1, p. 865.
24, 25 Referia-se a animais castrados que poderiam ser empregados nas fazendas, mas não deveriam ser sacrificados como oferta a Deus. Bíblia Shedd.
25 como pão de vosso Deus (ARA: NVI: “como alimento do seu Deus”).
27, 28 Matar um animal logo depois do seu nascimento demonstrava pouco respeito pela vida e, portanto, era incompatível com a santidade. Bíblia de Genebra.
Apresentando de novo Êx 22:30. Isso, e a seguinte lei que proibia o sacrifício de uma fêmeas e seu filho no mesmo dia (v. 28) mostra respeito pela vida animal (comparar com Êx 23.19; Dt 22:6-7). Andrews Study Bible.
Os animais recém-nascidos não eram considerados como tendo existência própria e independente antes de completar uma semana de vida. Os israelitas entendiam este mandamento como um desejo da parte de Deus de lhes ensinar a misericórdia, Êx 23.19; 34.26; Dt 14.21; 22.6-7. Bíblia Shedd.
Deve-se manter o princípio da bondade para com os animais ainda hoje. Não se deve matá-los desnecessariamente, mas estar ciente do cuidado terno e solícito que o próprio Criador tem pelas criaturas do campo e da floresta (Mt 10:29). Até mesmo as criancinhas se ressentem quando algum dano é feito aos animais. Não se deve perder a sensível apreciação que as crianças têm pela bondade. Qualquer tipo de crueldade é revoltante. Os médicos devem estar alerta para não se tornarem insensíveis ao sofrimento dos outros. Os ministros não devem se esquecer das fragilidades humanas e da necessidade de simpatia mais do que de repreensão. CBASD, vol. 1, p. 865.
29 fá-lo-eis para que sejais aceitos (ARA; NVI: “ofereçam-no de maneira que seja aceito em favor de vocês”.
30 naquele mesmo dia. A mesma regra era aplicada à Páscoa (Êx 34.25); a oferta de comunhão [ARA: “voto ou oferta voluntária”], por outro lado, podia ser reservada e comida no dia seguinte (7.16).
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“Não profanareis o Meu santo nome, mas serei santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o Senhor, que vos santifico” (v.32).
Lidar com as coisas sagradas era uma questão de prioridade no santuário. Tudo ali apontava para a santidade de Deus e a necessidade do homem em ser por Ele santificado. A obrigação dos sacerdotes consistia em transmitir ao povo a vontade de Deus, ensinando-lhes a fazer diferença entre o santo e o profano. Os sacrifícios realizados no pátio do tabernáculo e as ofertas de manjares eram considerados “coisas sagradas” (v.2), portanto, não poderiam ser consumidos de qualquer forma e nem por qualquer um. A ordem era clara: “Não profanarão as coisas sagradas que os filhos de Israel oferecem ao Senhor” (v.15). Pontualmente, Deus prescreveu a Israel o passo a passo da verdadeira adoração.
Havia todo um cuidado de Deus para que os Seus filhos não profanassem as coisas sagradas e nem o Seu santo nome lidando com o sagrado de forma comum. Aquele que criou o homem para a Sua glória (Is.43:7) não poderia exigir-lhe menos do que poderia oferecer. Ofertas de animais com defeito eram inaceitáveis. Como uma representação de Cristo, o perfeito Cordeiro, cada animal deveria ser cuidadosamente selecionado para compor o cenário de adoração. Ainda nos resta, hoje, uma oferta a ser feita. Um sacrifício nos é exigido: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm.12:1).
Muito mais do que exigir santidade, Deus nos confere santidade. Só Ele é santo. Portanto, só Ele pode nos santificar. Deus deseja imprimir o Seu caráter em Seu povo, mas, para que isso aconteça, precisamos descer os degraus de nossas orgulhosas concepções e permitir que o Santo Espírito nos transforme. A melhor oferta que podemos depor no altar do Senhor não são os nossos esforços religiosos, e sim o que Ele mesmo nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26). Sabem quando começa a genuína conversão? Não é quando fazemos a obra de Deus, mas quando permitimos que o Deus da obra nos encontre. Todas aquelas leis e obrigações consistiam em ensinar a Israel que o Senhor desejava ter um encontro especial com o Seu povo todos os dias, para que assim eles pudessem se agradar dos Seus caminhos.
Quando um pecador se dirigia ao templo com uma oferta segundo os seus próprios critérios, e o coração endurecido para ouvir a voz de Deus, estava a replicar a ofensiva oferta de Caim. Foi pela fé que “Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas” (Hb.11:4). Abel depositou o seu coração naquela oferta e foi selado para a eternidade. Caim, porém, ofereceu do que achava ser o melhor, duvidando da provisão de Deus e recebendo o sinal de eterna maldição. A diferença entre a verdadeira adoração de Abel e a falsa adoração de Caim tem sido vista no decorrer da história deste mundo e permanecerá até que Cristo volte e ponha “as ovelhas à Sua direita, mas os cabritos, à esquerda” (Mt.25:33).
Muitos professos cristãos têm exigido de outros com severo rigor que sejam observadas as regras de modéstia cristã, regime alimentar, dentre outras, quando, na verdade, eles mesmos necessitam de uma mudança interior. Não podemos exigir reforma se não há reavivamento. Reforma sem reavivamento é hipocrisia e legalismo, e reavivamento sem reforma é inconcebível. Ambos estão ligados pelo elo do Espírito Santo na obra de preparar o derradeiro povo do advento. E naquele Dia haverá um sacrifício aceitável a Deus: “O que é limpo de mãos e puro de coração” (Sl.24:4). A entrega incompleta do eu aos cuidados do Senhor desvia o nosso foco do Criador para a criatura. Precisamos abandonar o “assim eu acho” e retornar às veredas antigas do “assim diz o Senhor”. A nossa missão não consiste em simplesmente ensinar a verdade, mas em vivê-la para a glória de Deus, porque “dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas” (Rm.11:36).
O evangelho do Reino “não é segundo o homem[…] mas mediante revelação de Jesus Cristo” (Gl.1:11 e 12). Este é o evangelho que nos foi dado a pregar e testemunhar. Seja o nosso coração uma oferta contínua ao Senhor e toda a nossa vida será uma progressiva revelação da atuação do Espírito Santo em nós. “Ora, se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” (1Pe.1:17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos rumo ao Lar!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 22 – Jamais deveríamos subestimar a importância do livro de Levítico. Seu valor é imensurável. “Levítico ocupa posição central entre os cinco livros de Moisés, com Gênesis e Êxodo de um lado e Números e Deuteronômio, de outro. Assim como o santuário era essencial no culto de Israel, do mesmo modo Levítico contém a essência das introduções dadas em relação ao serviço de adoração. É o embrião do evangelho e, a partir dele, o Novo Testamento pode ser melhor compreendido; sem ele, parte dos evangelhos e das epístolas permaneceria na obscuridade. Cristo Se apresenta como sacerdote e sumo sacerdote, o Cordeiro de Deus, nossa oferta pelo pecado, o sacrifício imolado cujo sangue era aspergido em volta do altar, como o pão que desceu do céu, a luz do mundo, o incenso fragrante. Essas e muitas outras alusões não seriam claramente compreendidas sem a luz de Levítico. Paulo examinou profundamente esse livro quando escreveu Hebreus e discutiu as doutrinas da fé cristã. Subentende-se que o Israel espiritual, hoje, não pode negligenciar esse livro” alerta-nos o Comentário Bíblico Adventista.
O líder espiritual, que é representante do verdadeiro Deus, precisa demonstrar seu compromisso em sua conduta e no convívio familiar (Levítico 22:1-16), assim como os diáconos e bispos/presbítero nas orientações de Paulo (1 Timóteo 3:1-12; 5:17-22; Tito 1:6-9).
Além disso, os sacrifícios ministrados pelos sacerdotes deviam ser desprovidos de defeitos e fisicamente perfeitos; o propósito deles era apontar para uma oferta perfeita, que seria ministrada por um Sumo Sacerdote perfeito (Levítico 22:17-33; Hebreus 7:25-28).
O evangelho inclui a oferta, o sacerdote e o sumo sacerdote. Há uma correlação que nenhum desses itens deve ser desvinculado dos outros. O evangelho resulta em adoração genuína! Adoração deve envolver o adorador inteiro; e, a devoção genuína ao verdadeiro Deus deve receber constante reflexão.
O tabernáculo não era lugar de espetáculo; nem lugar de diversão; nem lugar de passear; nem lugar de socializar-se; nem lugar de recreação. Era lugar de adoração ao Deus que proveu perdão e salvação; lugar em que o Soberano do Universo Se encontrava com Seus súditos. Era lugar do desgraçado encontrar graça, do desesperado encontrar esperança, do condenado experimentar a absolvição.
Ainda hoje, o Santuário Celestial oferece estes maravilhosos benefícios (Hebreus 2:17-18; 4:16). Desfrutemos desses privilégios! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 21 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/21
Na antiga teocracia, os sacerdotes possuíam muito poder. Eles tinham muita visibilidade entre as demais pessoas – e com razão, pois Deus os havia designado.
O que era exigido de um sacerdote incluía uma lista detalhada do que e de quem poderia corrompê-lo ritualmente – como se casar com uma mulher errada ou preparar um corpo para ser enterrado – a menos que a pessoa que havia morrido estivesse intimamente ligada a ele por sangue. E um sumo sacerdote nunca devia rasgar suas roupas.
O Novo Testamento apresenta “o sacerdócio dos crentes”. Além do que se espera de todos os membros, requisitos para os líderes incluem orientações relativas a casamento e família, aptidão para ensinar, não serem dados ao vinho, etc., mas no geral estas orientações se aplicam menos sobre serem “separadas” e mais sobre como melhor servir.
Jesus destacou a importância de viver para servir. Ele alertou Seus discípulos a respeito da opressão que tantas “grandes autoridades” exerciam sobre suas nações: “Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. Não será assim entre vocês. Mas quem quer que seja grande entre vós deve ser teu servo, e quem quer que seja o primeiro entre vós deve ser o seu escravo, assim como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:25-28 NVI).
Jesus é nosso salvador e exemplo.
Virginia Davidson
Profa. da Esc Sabatina, membro da equipe de louvor e do comitê de decoração da igreja
Igreja Adventista do Vale
Vale de Spokane, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/21
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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865 palavras
1-24 Nestes versículos são registradas as regras de pureza específicas aos sacerdotes. Bíblia de Genebra.
A mensagem de Levítico 21 é para os sacerdotes e suas famílias. Eles deviam se proteger de qualquer tipo de contaminação. O povo devia fazer certas coisas proibidas aos sacerdotes. Por sua vez, os sacerdotes comuns tinham mais liberdade do que o sumo sacerdote. Havia uma gradação de conduta que se tornava mais rígida conforme a posição da pessoa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 862.
1 O sacerdote não se contaminará (ARA; NVI: “não poderá tornar-se impuro”). Tornar-se cerimonialmente impuro “por causa de um morto” significa tocar um cadáver. Life Application Study Bible.
A santidade (vida) e a morte são incompatíveis entre si. Bíblia de Genebra.
2 salvo por seu parente mais chegado. Um cadáver, fosse por um santo ou pecador, era considerado impuro. CBASD, vol. 1, p. 862.
4 homem principal. O sacerdote não podia seguir o costume normal de chorar pelos mortos, mas sempre manter a dignidade do ofício sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 862.
5 Não farão calva na sua cabeça (ARA; NVI: “não raparão a cabeça”). [Juntamente com o corte das extremidades da barba e o ferir a carne,] São sinais de luto, empregados pelos pagãos. Um sacerdote que revelava sinais externos de desespero não estaria em condições de preencher seu lugar apontado no culto do Templo. Bíblia Shedd.
Costumes de luto envolvendo a desfiguração do corpo também foram banidos, pois os sacerdotes, na qualidade de homens santos, tinham de ter corpos íntegros (Dt 14.1, nota). Bíblia de Genebra.
6 Santos serão. Embora Deus não tenha dois padrões de conduta para Seu povo, Ele espera que os ministros deem exemplo à igreja por meio de uma vida santa. O serviço de Deus sempre exige o melhor. Há três coisas enfatizadas neste capítulo sobre as qualificações para o sacerdócio: 1. Condição física. … A perfeição física representava a perfeição de caráter pela qual todos deviam lutar. 2. Santidade. Sua vida devia ser sem mancha e a família, sem reprovação. Uma igreja pode ser acertadamente julgada pela vida de seus membros, e talvez o teste mais preciso seja o padrão de santidade manifestado na vida do ministro. 3. Consagração. Os sacerdotes não podiam permitir que algo interferisse no serviço a Deus. O sumo sacerdote não devia chorar a perda de um ente querido, ou assistir aos funerais de um familiar (ver v. 10, 11). Coisa alguma deveria afetar a obra de Deus. CBASD, vol. 1, p. 862.
7 ou desonrada (ARA;NVI: “que tenha perdido a virgindade”).
9 Se a filha de um sacerdote se desonra, prostituindo-se, profana a seu pai; será queimada (ARA; NVI: “Se a filha de um sacerdote se corromper, tornando-se prostituta, desonra seu pai; deverá morrer queimada”). [A filha de um sacerdote nunca poderia argumentar que se prostituía por condições de pobreza, pois os sacerdotes e suas famílias deveriam ser mantidos pelas ofertas do povo. Outro agravante era que a prostituição cultual estava associada a muitas religiões dos povos de Canaã.]
10 O sumo sacerdote. Embora as regras fossem rigorosas para um sacerdote, havia ainda mais rigor para o sumo sacerdote. … Ele não… podia rasgar as vestes, … chegar perto de um morto, nem que fosse seu pai ou sua mãe. As palavras de Cristo aos discípulos refletem esse ideal (Mt 8:22). CBASD, vol. 1, p. 862-863.
11 Não se chegará a cadáver algum (ARA; NVI: “Não entrará onde houver um cadáver”).
12 Não sairá do santuário. Os sacerdotes comuns serviam apenas por um curto período a cada ano; o sumo sacerdote permanecia sempre no seu posto. Ele deveria estar sempre disponível, por isso não poderia se ausentar em viagem. Um sacerdote poderia substituir o outro em caso de emergência, mas ninguém podia oficiar no lugar do sumo sacerdote. Em tempos posteriores ele passou a ter um substituto. CBASD, vol. 1, p. 863.
14 Tanto o sacerdote ofertante como o animal oferecido deviam estar isento de qualquer mancha ou defeito, para satisfazerem às exigências de Deus. Só Cristo cumpriu plenamente estas exigências, sendo em Si mesmo sem defeito ou mancha de pecado, e tendo feito do Seu corpo um sacrifício perfeito, como ofertante e como Vítima, 2 Co 5.21; 1 Pe 1.19; Hb 7.26-28; Ml 1.8.
15 E não profanará a sua descendência. Os filhos das uniões mencionadas no v. 14 desqualificavam o sucessor do pai no ofício sagrado, assim como ele se desqualificava ao violar a lei que proibia esses casamentos. Essas regras foram dadas para preservar o sacerdócio como uma ordem santa. Os sacerdotes deveriam ser puros em todos os aspectos, para que pudessem merecer o respeito do povo. CBASD, vol. 1, p. 863.
17 em quem houver algum defeito. Os portadores de defeitos podiam servir em deveres menores, mas jamais podiam subir ao altar (v. 21). … acender o fogo ou remover as cinzas. Podiam examinar os leprosos, cuidar das portas e manter o pátio em ordem; porém, não podiam desempenhar qualquer função estritamente sacerdotal (v. 23). Eles não eram privados da renda regular dos sacerdotes e podiam comer das ofertas dadas a eles. CBASD, vol. 1, p. 863.
para oferecer o pão de seu Deus (ARA; NVI: “para trazer a seu Deus ofertas de alimento”). Bíblia Shedd.
18 de rosto mutilado. Ou seja, com defeito na face. CBASD, vol. 1, p. 863.
ou desproporcionado. Literalmente, ter “algum membro fora dos padrões normais”. Tudo o que tem a ver com a adoração a Deus deve ser perfeito. CBASD, vol. 1, p. 863.
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“Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do Senhor, o pão do seu Deus; portanto, serão santos” (v.6).
As leis para os sacerdotes consistiam não apenas em preservar a honra de tal posição, mas também em conservar a integralidade do relacionamento deles para com Deus e de suas obrigações como “homem principal entre o seu povo” (v.4). Cada sacerdote representava a figura de Cristo, santo, incontaminado e sem defeito. Aos sacerdotes era ilícito o achegar-se a um morto, e ao sumo sacerdote essa regra era ainda mais rígida, já que nem a morte de seu pai ou de sua mãe o autorizava a descumpri-la. O sacerdócio era um ministério privilegiado, que exigia um estilo de vida santo e totalmente dependente de Deus. Cabia aos sacerdotes a grande missão de unificar a nação na adoração ao Senhor como único Deus verdadeiro e incentivá-la na busca por uma vida cada vez mais santa e consagrada.
O exemplo dos sacerdotes e do sumo sacerdote devia ser para Israel uma visão provisória do plano de Deus para a humanidade: “Ele vos será santo, pois Eu, o Senhor que vos santifico, sou santo” (v.8). Esses líderes espirituais deviam manter uma constante comunhão com Deus, através de um relacionamento pessoal que os fizesse crescer no verdadeiro conhecimento. Reconhecendo a sua falibilidade e exaltando ao Senhor como soberano Provedor, seu ministério, impulsionado pelo Espírito Santo, seria o mais eficaz testemunho de que Deus estava guiando o Seu povo. Desta forma, sua eleição jamais seria considerada como uma predileção, mas um privilégio de superiores responsabilidades, representando o Ministro de superior aliança, Cristo Jesus. Para tal encargo, portanto, nada menos do que isto poderia ser exigido: “o sacerdote é santo a seu Deus” (v.7).
Hoje, nossos pastores e obreiros correspondem àquela privilegiada função. Apesar de não ser-lhes mais impostas as mesmas leis, o princípio que as norteava deve prevalecer: “Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus” (v.6). Mais do que um eloquente pregador ou de um exímio teólogo, o mundo precisa de homens que correspondam ao chamado de Deus: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16). A Bíblia não faz menção a pastoras, como líderes espirituais da igreja de Deus. Não se trata de algum tipo de preconceito, mas do fato do sacerdote simbolizar o próprio Cristo, além da importância do papel da mulher dentro do lar e de sua presença e influência no seio da família. Por negligenciar esta obra, tão sagrada quanto a função sacerdotal, é que muitas famílias têm sofrido as consequências desta inversão de papéis.
Quando Cristo morreu na cruz do Calvário, ressuscitou e subiu aos Céus, tornando-Se uma vez por todas o nosso Sumo Sacerdote, o sacerdócio uniu-se ao discipulado. Hoje, todos nós somos chamados para ser “sacerdócio real, nação santa” e proclamar as virtudes dAquele que nos chamou “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Todos nós recebemos o sagrado privilégio de sermos testemunhas de Jesus. Cada um em sua esfera de influência pode participar desta obra. Aos pastores cabe a função de pastorear, de cuidar das ovelhinhas do Senhor. Mas é o cuidado que devemos ter de uns para com os outros que mantém o “rebanho” unido e mais forte. Santidade não se limita a padrões de comportamento, e sim em imitar o perfeito Padrão, Jesus Cristo.
A vida exemplar cristã começa quando o crente compreende que não é ele mesmo ou as suas obras que devem estar em evidência. Até mesmo Jó, o homem que foi considerado justo e íntegro pelo próprio Deus, reconheceu a sua impotência diante da grandeza do Senhor. Assim como uma lâmpada precisa de uma fonte de energia para iluminar, precisamos de Cristo para que a nossa vida seja luz, a fim de que o Pai seja glorificado (Mt.5:16). Seja o nosso sentimento como o foi o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória, por amor da Tua misericórdia e da Tua fidelidade” (Sl.115:1).
Se homens e mulheres assumirem cada qual a sua função como o Senhor nos orienta em Sua Palavra, as famílias do Seu povo serão benditas, Sua igreja será fortalecida, o mundo será sacudido pelo último clamor e mais rápido veremos o regresso do nosso Senhor e Salvador, que nos santifica.
“Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não Te retardes, por amor de Ti mesmo, ó Deus meu” (Dn.9:19). Vigiemos e oremos!
Bom dia, sacerdócio real de Cristo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
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