Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de abril de 2022, 0:45
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“Agora, pois, perdoa-lhe o pecado, ou, se não, risca-me, peço-Te, do livro que escreveste” (v.32).

Os dias em que Moisés permaneceu no monte se transformaram em uma espera impaciente para os filhos de Israel. O povo cujas origens tinha a inscrição do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó e que, com mão poderosa, foi liberto do cativeiro, levantou-se para reivindicar um deus como os deuses do Egito. Uma comitiva foi designada a fim de pressionar Arão a confeccionar deuses que eles pudessem ver e tocar. No coração de muitos falsos adoradores estava o sentimento de inveja da posição de Moisés e de sua privilegiada honra de ser o único a ver a Deus. A corrupção e a idolatria do Egito os acompanhou ao deserto, de forma que não estavam dispostos a ceder quanto às suas próprias vontades nem tampouco a serem limitados a adorar a um Deus que não podiam ver.

Com as joias que trouxeram do Egito, Arão fabricou “um bezerro fundido” (v.4). Iniciaram-se as festividades, “e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas” (v.6). Enquanto isso, lá no monte, o velho líder recebia a notificação divina de que o povo havia se corrompido, reunindo-se em uma festa idólatra. Ao acender-se a ira de Deus, percebendo a gravidade da situação, Moisés prontamente intercedeu pelos filhos de Israel, lembrando ao Senhor de Sua fiel promessa, feita aos patriarcas, de multiplicar-lhes a descendência (v.13). A ira de Deus provocou a compaixão no coração de Moisés. Seu amor pelo povo foi provado e aprovado por sua intercessão e disposição em renunciar a própria salvação (v.32).

Com as tábuas da lei em mãos, Moisés desceu do Sinai cheio de santo temor. Ao ouvir o alarido da multidão em festa e ver “o bezerro e as danças[…] arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte” (v.19). Esta não foi uma atitude precipitada e nem condenável, mas simbólica e que representa o pecado, que nada mais é do que a quebra dos mandamentos do Senhor. O povo havia quebrado a Lei de Deus e “estava desenfreado” com a fraca liderança provisória de Arão (v.25). Contudo, mesmo diante de tamanho caos, houve um chamado especial que definiria o destino dos filhos de Levi: “Quem é do Senhor venha até mim” (v.26). A morte dos “três mil homens” (v.28) nos diz que, numa multidão composta por milhões de pessoas, uma pequena parcela é suficiente para espalhar maldição pelo poder da influência.

Este relato apresenta o conflito que ameaça a nossa salvação, e os retratos do verdadeiro adorador e do verdadeiro líder. Moisés tinha acesso direto ao Senhor não por ser melhor do que seus liderados, mas porque a sua adoração não se resumia aos seus encontros com Deus no monte. Dia após dia, o idoso peregrino mantinha comunhão com o Eterno, consciente de que sua posição não lhe conferia a predileção divina, e sim mais e mais necessidade de consagração. Nada fere mais o coração de Deus do que a autossuficiência humana. Mesmo aqueles que pensam estar seguros dentro do arraial, precisam atender com urgência ao apelo: “Consagrai-vos, hoje, ao Senhor” (v.29).

Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo falou quanto ao perigo de confiar na própria espiritualidade. E, trazendo à memória os exemplos de Israel, inclusive do capítulo de hoje, nos deixou a solene advertência: “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10:12). Consagre-se ao Senhor todos os dias! Faça disso o seu principal objetivo de vida. Não acesse os meus comentários antes de acessar ao “Assim diz o Senhor” (v.27). Vá à Palavra! Deus deseja falar diretamente ao seu coração. Pela fé, suba ao monte da comunhão para ver e ouvir o seu Senhor e Salvador. Que mesmo em meio às provas desta vida, como Jó, possamos descobrir o sublime resultado da comunhão diária: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:6). Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de abril de 2022, 0:40
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ÊXODO 32 – A adoração sofreu corrupção cedo na história humana. Caim foi o primeiro a corrompê-la (Gênesis 4:1-7). Após o Dilúvio devido à crescente imoralidade, outra perversão sucedeu: Erigiram a Torre de Babel como portal dos deuses (Gênesis 11:1-8). Ao chamar Abraão, Deus o tirou dentre sua família politeísta (Josué 24:2-4). Embora Seus descendentes desceram ao Egito como remanescentes fieis a Deus, o Egito perverteu a religião deles.

Então, Deus libertou Israel da escravidão a fim de que praticasse a verdadeira adoração (Êxodo 4:22-23; 5:1-3; 8:26-29; 9:1, 13; 10:3, 8-11, 24-26). Contudo, depois da expoente experiência no Sinai, em menos de dois meses que Deus chamou Moisés para o cume do monte, o povo decaiu na idolatria. A impaciência do povo pediu deuses falsos, Arão consentiu. Então, houve um falso reavivamento e reforma e louvor: as mulheres tiraram suas joias e ofertaram generosamente; o povo levantou cedo, ofereceu sacrifício; então, começou a falsa adoração.

É muito fácil a impaciência perverter a crença. Inventar expectativas quanto às coisas de Deus pode desembocar em frustração ou perversão da fé. “A esperança que se retarda deixa o coração doente”, diz o sábio (Provérbios 13:12).

Moisés quebrou literalmente as novíssimas tábuas dos Dez Mandamentos escritas por Deus, para ilustrar o resultado real da perversão da adoração. E, depois, graças a Sua intervenção mediadora, Deus não consumiu Israel. Graças a mediação de Jesus hoje, não somos consumidos em nossos pecados; porém, mesmo assim, somos disciplinados. Os mais rebeldes são devidamente punidos por Deus no tempo certo (Êxodo 32:33-35; Hebreus 4:14-16; 12:3-12; Apocalipse 3:19)

Êxodo 32 nos alerta, mostrando-nos que pode acontecer da igreja de Deus e seus líderes espirituais caírem na ingratidão diante da graça divina; substituírem o Deus vivo por deuses marionetes; e, não reconhecer os próprios erros, pecados. Ao ser questionado sobre o deus bezerro, Arão explicou: “O povo trouxe-me o ouro, eu o joguei no fogo e surgiu esse bezerro” (Êxodo 32:24). Seria cômico, se não fosse trágico!

A tribo de Levi demonstrou prontidão pela verdade diante do apelo de Moisés (Êxodo 32:25-26). Tal atitude em posicionar-se com Deus resultou em bênçãos em sua história futura!

A lição é clara: Arrependamo-nos urgentemente para reavivarmo-nos corretamente! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 31 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 31 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 31 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ÊXODO 31 by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/31

Este capítulo fornece um esclarecimento importante acerca do chamado de Deus. Ele diz a Moisés: “Eu escolhi Bezalel … e o enchi do Espírito de Deus.“ (v. 2 NVI).

Deus chama as pessoas não apenas para serem pastores, professores e evangelistas. Ele chama a todos do seu povo para usar habilidades e talentos que Ele concedeu através do Seu Espírito “para fazer tudo o que vos tenho ordenado” (v. 6). Deus está à procura de artistas e artesãos que comuniquem a mensagem de Deus ao mundo , através da arte e da escultura e da mídia; está à procura de construtores que ergam igrejas onde pessoas possam aprender dEle e construam escolas que promovam Sua obra na vida dos jovens; está à procura de médicos, enfermeiros e profissionais de saúde que ministrem às pessoas através da cura.

Deus é a fonte da sabedoria, compreensão e conhecimento adquiridos em nossas profissões. Ele é também a fonte das habilidades que necessitamos para executar o nosso trabalho.

O que Deus está lhe chamando para fazer para o Seu reino, a fim de preparar outros para encontrá-Lo quando Ele vier em breve com o objetivo de nos levar para casa?

Michael Hasel

Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ÊXODO 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2022, 0:50
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739 palavras

1-18 Este capítulo liga espaço sagrado (tabernáculo e seus utensílios) com tempo sagrado (o sábado). Andrews Study Bible.

2 Eis que chamei. Após ter dado instruções detalhadas para a construção do tabernáculo, sua mobília e utensílios, Deus apontou aqueles que deveriam dirigir a obra. Bezalel deveria estar à frente, com Aoliabe como assistente. … A igreja precisa tanto de homens como Bezalel e Aoliabe quanto de pessoas como Paulo e Isaías. Deus somente chama pelo nome aqueles a quem pede algum serviço especial (Êx 3:4; Is 45:1-4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 712.

3 Sabedoria, criatividade e habilidade estão ligadas à criação do tabernáculo. O interesse de Deus em estética, beleza e criatividade já havia sido notada na criação ao redor. O Espírito de Deus (Gn 1:2) está também envolvido na criação do tabernáculo através do ministério de Bezalel. Andrews Study Bible.

Bezalel. Significa “na sombra/proteção de Deus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para elaborar. Embora Moisés houvesse recebido instruções específicas para a construção do santuário e de sua mobília, nada lhe foi dito com respeito a certos detalhes… Muito dependeria da iniciativa, invenção, gosto e arte daqueles a cargo do trabalho. CBASD, vol. 1, p. 713.

Aoliabe. Significa “o pai (divino) é minha tenda/tabernáculo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

da tribo de Dã. É interessante notar que Hirão, o principal artista empregado por Salomão para fazer o trabalho de ornamentação do templo, era também descendente de Dã (2Cr 2:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 713.

7-11 Esses versos contém uma lista resumida de todos os elementos do tabernáculo que precisavam ser criadas e conclui com uma importante lembrança: os artesãos devem seguir explicitamente as instruções claras fornecidas pelo Senhor. Andrews Study Bible.

12-17 O sábado tinha dois propósitos: era um tempo para repousar e um tempo para lembrar do que Deus tem feito. Nós precisamos descansar. Sem retirarmos tempo da correria, a vida perde sentido. Em nossos dias, assim como nos dias de Moisés, não é fácil afastar-se do trabalho. Mas Deus nos lembra que sem os sábados iremos esquecer o propósito de toda a nossa atividade e perder o equilíbrio crucial de uma vida de fé. Certifique-se que o seu sábado tenha tanto momentos de repouso e de lembrança de Deus. Life Application Study Bible NVI.

13 guardem os Meus sábados. As instruções para construir o tabernáculo e para fazer as vestes sacerdotais são encerradas com um apelo aos israelitas quanto à necessidade de guardarem o sábado até mesmo quando realizavam essa tarefa especial. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A importância do sábado no Êxodo é atestada pelas repetidas referências à sua observância (16:22-30; 20:8-11; 23:12; 34:21; 35:2-3). Nenhum outro mandamento do Decálogo é mencionado tão frequentemente. sinal. O mesmo termo é utilizado para descrever as pragas. O termo também aparece em Gn 17:9-14 relacionado com a circuncisão de todos os homens da comunidade da aliança. Aqui, o propósito desse sinal e comando divino é lembrar o povo de Deus de que a santidade não se baseia em esforço pessoal, mas, sim, em ação divina. Essa santidade é profanada quando o sábado não é reconhecido. Para mais sobre o sábado enquanto sinal, ver Ez 20. Andrews Study Bible.

Deus já havia dado aos israelitas a circuncisão como um “sinal” em sua carne da relação de Sua “aliança” com eles (Gn 17:9-14; At 7:8). O sábado devia ser mais um “sinal” desse relacionamento, não na carne, mas no coração (Êx 31:12, 13, 16, 17; Jr 31:31-33; Ez 20:12, 20; 2Co 3:3). CBASD, vol. 1, p. 713.

14 aquele que o profanar. O sábado é santo (Gn 2:1-3); portanto, é pecado realizar nas suas horas sagradas o que é secular (ver com. de Êx 12:16; 16:23). O sábado é profanado quando se realiza nele qualquer tarefa desnecessária. Atos de misericórdia, de necessidade ou de observância religiosa não são proibidos nesse dia (Mt 12:1-13; Mc 2:23-28). CBASD, vol. 1, p. 713.

15 sábado do repouso. Literalmente, “descanso do repouso”. CBASD, vol. 1, p. 713.

Implica completo descanso das preocupações diárias usuais. Andrews Study Bible.

16, 17 aliança … sinal. Israel, no seu ritmo de trabalho e descanso no serviço de Deus, deve seguir o padrão estabelecido por Deus na criação como um sinal perpetuamente renovado da Sua aliança com ele (v. nota em Gn 9.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 descansou. Não há razão mais convincente para cumprir com a ordem divina do que o fato de o próprio Deus ter dado o exemplo (Jo 13:13-15; 1Pe 2:21). CBASD, vol. 1, p. 714.

18 as duas tábuas do Testemunho (ARA; NVI: “tábuas da aliança”). A inscrição dos dez mandamentos na pedra (Dt 4:13) indicam seu caráter imutável e eterno (Mt 5:17-19). … As duas tábuas de pedra se juntavam como um livro (PE, 32). CBASD, vol. 1, p. 714



Êxodo 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de abril de 2022, 0:45
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“E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (v.18).

Moisés já estava para completar quarenta dias em que estava no monte Sinai. Este foi o número de dias em que permaneceu ali na presença de Deus, recebendo dEle todas as instruções sobre a construção do santuário e também as Suas leis. Mas antes de descer e retornar ao arraial, o Senhor lhe falou acerca do artífice e dos homens que Ele capacitaria para a realização de Sua obra, bem como sobre a observância do sábado como um santo dia de descanso. Mesmo a obra da construção do santuário deveria ser interrompida a fim de que pudessem guardar o sábado do Senhor. A obediência ao quarto mandamento do Decálogo foi instituída por Deus como um sinal entre Ele e Seu povo (v.13).

O fato de Bezalel ter sido escolhido para tão nobre e santo ofício revela que era um homem consagrado a Deus e que buscava fazer a Sua vontade. Nenhum trabalho é sem valor quando empreendido segundo a habilitação do Espírito Santo. Nenhuma lida humana é de menor importância quando aplicada para a glória de Deus. O mesmo Senhor que ordenou: “Seis dias se trabalhará” (v.15), é O mesmo que promete capacitar a todos os que O buscam com inteireza de coração. O quarto mandamento, ao contrário do que muitos julgam, é uma lei trabalhista que inclui o dever do serviço e o direito do repouso. É o reconhecimento de que o Legislador é o nosso Criador: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (v.17).

Da mesma forma que Deus fez separação entre as coisas santas e as comuns, como Criador da semana de sete dias, Ele separou o sábado como um dia santo, separado dos demais com uma finalidade muito, mas muito especial: para que conheçamos o Senhor que nos santifica (v.13). É um dia de encontro especial com o nosso Criador. É um dia de bênção e de santificação. É a coroa da semana. Como diz a letra da canção: É o “santuário no tempo”. Afirmar que outro dia pode receber a mesma honra do sábado é teoria humana e não vem de Deus. Sem contar com os vários textos no Antigo Testamento, existem mais de 50 referências sobre o sábado só no Novo Testamento e nenhuma, repito, nenhuma, autoriza o homem a observar outro dia que não seja aquele que o Senhor chamou de santo.

Da mesma forma que o Espírito Santo capacita os homens ao trabalho, também os chama ao Seu santo alento. E quando aprendemos o significado da expressão “dedo de Deus” (v.18), entendemos melhor a afirmação anterior. Nos evangelhos de Lucas e de Mateus, encontramos o relato da cura de um endemoninhado mudo; e ao Jesus ser acusado pelos fariseus de expulsar demônios pelo poder de Satanás, a Sua resposta esclarece o que estamos tentando compreender: “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós” (Lc.11:20). Então, no relato de Mateus, encontramos o significado desta expressão: “Se, porém, Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mt.12:28). Ou seja, os dez mandamentos foram escritos pelo Espírito Santo em pedras e, hoje, precisamos permitir que Ele os escreva em nosso coração:

Estando já manifestos como carta de Cristo[…] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co.3:3).

Como Jesus mesmo afirmou: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27), o sábado é um presente do Criador à criatura. É a inscrição do Espírito Santo no tempo. E quer você aceite, quer não, permanecerá sendo um sinal entre Deus e Seus verdadeiros adoradores (Ez.20:12 e 20; Ap.14:7), e identificará o remanescente dos últimos dias, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). O Senhor nos convida a desfrutar de Seu santo dia como um prelúdio do Céu. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2022, 0:40
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ÊXODO 31 – A narrativa desse segundo livro da Bíblia relatando os “atos de Deus em libertar Seu povo do Egito e de lhe dar leis e instituições seria lembrança constante do interesse especial de Deus por Israel e fator de união na adoração. Israel nunca poderia ter se tornado e permanecido como povo cujo Deus é o Senhor sem a consciência destas ocorrências divinas na história de sua existência. Recontar estes eventos gerou fé nas gerações posteriores de Israel. Estes mesmos eventos são espiritualizados na grande redenção feita por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Os cristãos olham estas manifestações divinas como símbolos da obra de Deus a favor deles em Cristo (ver Jo 1:29; Hb 8:5; 10:1)”, comenta Leo G. Cox.

Desde o capítulo 25, Moisés vem tratando da planta e da engenharia do Santuário. Este capítulo encerra esse ciclo, abordando a escolha dos artesãos para sua construção (Êxodo 31:1-11).

Após tratar dos construtores do Tabernáculo/Santuário, Moisés reiterou o mandamento do sábado, mostrando ser a sua observância um sinal da aliança entre o povo e Deus (Êxodo 31:12-17). Tanto o santuário quanto o sábado estão intimamente em conexão com a genuína adoração ao verdadeiro Deus.

Essa cessão encerra com uma declaração extremamente importante: “Quando o Senhor terminou de falar com Moisés, deu-lhe as duas tábuas da aliança, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êxodo 31:18). Por mais sagrado que fosse o Santuário e sua construção requeresse urgência, as horas sagradas do sábado não deveriam ser destinas à sua execução. Assim, Deus ensina respeito e zelo pelo Seu sinal de compromisso com os pecadores. A lei não é de Moisés. Moisés apenas a recebeu de Deus. Moisés não é o autor, nem mesmo o escritor da lei; Deus escreveu com Seu dedo em tábuas de pedra.

O sinal de Deus não é limitado a Israel, já que Ele se apresenta como o Criador dos Céus e da Terra (Êxodo 31:17; Gênesis 1:1; Isaías 56:6-7). Toda criatura racional deve adorar ao Criador; Israel deveria ser propagador dessa verdade ao mundo.

Na Nova Aliança, Deus quer escrever Sua sagrada lei em nosso coração (Jeremias 31:31-33). Aquele que deseja participar dessa Aliança hoje, deve permitir que Deus escreva Sua lei no coração (Apocalipse 12:12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 30 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 30 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 30 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 30 by Jobson Santos
3 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/30

A oração é o modo pelo qual Deus nos convida a nos comunicarmos diretamente com Ele. O altar de incenso era um símbolo das orações que sempre sobem diante do trono de Deus. Os sacerdotes vinham a este lugar para oferecer incenso (Patriarcas e Profetas, p. 333) que subia por sobre o véu, até o lugar santíssimo, onde o trono de Deus se localizava, acima do propiciatório. O incenso representava as “orações dos santos” (Apocalipse 8:3-4).

Nós devemos “orar sem cessar” (1Tessalonicenses 5:17), sabendo que Jesus permanece como nosso Sumo Sacerdote, diante do trono de Deus. “Cristo mistura a elas [nossas orações] os méritos de Sua própria vida de perfeita obediência. Nossas orações são perfumadas por este incenso. Cristo Se comprometeu a interceder em nosso favor e o Pai sempre ouve o Filho.” (Filhos e Filhas de Deus, p.22). Estas orações são levadas à presença de Deus e são unidas aos méritos de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que intercede em nosso favor.

Isto é uma boa notícia para todos nós hoje – não precisamos de intercessor terreno, todos temos igual acesso ao Criador do Universo, que prometeu que “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1 João 5:14).

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ÊXODO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2022, 0:50
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1 incenso. Esta fumaça perfumada é o símbolo bíblico da oração dos fiéis (Sl 141.2 e Ap 8.3-4). Este é o sacrifício mais puro, pois a verdadeira oração é o próprio eu se oferecendo em sacrifício integral, entrando em contato imediato com o coração de Deus. Bíblia Shedd.

2 os chifres formarão uma só peça com ele. Ou seja, uma só peça com o altar. Visto que chifres simbolizam poder (ver com. de Êx 27:2), no altar do incenso eles representam o poder da oração (ver Gn 32:24-30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 709.

defronte do véu. O altar do incenso ficava no lugar santo, junto ao “véu”, a cortina que o separava do santíssimo (Êx 40:21-27). Embora estivesse no lugar santo, considerava-se que o altar de incenso pertencia ao santíssimo (Hb 9:3, 4). Esse conceito surgiu do fato de que, quando se aproximavam da presença divina que estava sobre o propiciatório [tampa da arca da aliança/testemunho/dez mandamentos], era do altar do incenso que os sacerdotes se aproximavam (PP, 353). Somente no Dia da Expiação é que podiam chegar mais perto. Esse era o lugar aonde iam para se encontrar com Deus, cuja morada era no santíssimo. O incenso oferecido ali não apenas enchia o lugar santo, mas ascendia e passava por cima do véu para o santíssimo (ver com de Êx 26:32). O fato de o altar estar “diante do propiciatórios” ensina que a oração nos leva á presença de Deus. Embora o “véu” da humanidade (ver 1Co 13:12) impeça que nossos olhos físicos vejam a Deus, a fé e a oração vão onde o corpo não pode ir. CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso contínuo. O incenso devia ser oferecido duas vezes ao dia, no horário da manhã e do crepúsculo da tarde (Êx 30:7, 8). O altar do incenso representava intercessão perpétua. … Seu “contínuo” queimar ensina que a cada dia devemos nos aproximar de Deus em oração (Sl 16:8; 55:17; 1Ts 5:17, 18; PP, 354). Devemos orar “sem cessar” (1Ts 5:17). CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso estranho. Incenso não feito segundo a ordem divina (30.34-38) e não oferecido por sacerdotes consagrados (Nm 16.40). Bíblia Shedd.

10 uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar. De todas as mobílias do tabernáculo, somente a arca com o propiciatório era considerada de mais importância e santidade que o altar de incenso. Isso sugere o quanto Deus valoriza a oração (ver PP, 353). CBASD, vol. 1, p. 710.

Essa cerimônia anual era chamada o Dia da Expiação. Nesse dia, era realizado um sacrifício pelos pecados de toda a nação israelita. Era o único dia em que o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssimo, a parte mais interna do tabernáculo. Aqui, ele pedia que Deus perdoasse o povo. O Dia da Expiação servia como lembrança de que os sacrifícios diários, semanais e mensais poderiam cobrir os pecados somente temporariamente. Ele apontava para Jesus Cristo, a expiação perfeita, que poderia expiar pecados para sempre. Life Application Study Bible NVI.

Este dia da Expiação se descreve em Lv 16.1-34. Bíblia Shedd.

12 recenceamento resgate.  Se baseava no princípio que todo o povo pertencia a Deus e portanto precisava ser resgatado por um sacrifício. Sempre que ocorria um censo, ricos e pobres deveriam pagar um resgate. Deus não faz discriminação de pessoas (ver At 10:34; Gl 3:28). Life Application Study Bible NVI.

Considerava-se que sua vida estava à disposição de Deus até que Ele a reivindicasse. Ao pagar essa soma, reconheciam a bondade e a misericórdia de Deus. CBASD, vol. 1, p. 710.

de si próprio. Isto é, pelo “espírito, alma e corpo” (1Ts 5:23). Este é o significado, pois a declaração se refere ao ser vivo, não a alguma parte inanimada de seu corpo ou a um espírito desencarnado. CBASD, vol. 1, p. 710.

13 metade de um siclo. Meio siclo era 5,7 g, e um gera, a décima parte disso. CBASD, vol. 1, p. 710. [Com relação às medidas, recomendamos a leitura do texto bíblico da NVI, por apresentar as medidas no nosso sistema métrico internacional].

15 não dará mais. Como era uma quantia relativamente baixa, o imposto não era pesado para ninguém. … O plano era justo e sugere que toda pessoa tem igual valor ao olhos de Deus (Dt 10:17; At 10:34; Rm 3:22). Todos pecaram, e Deus estende Sua graça a todos. CBASD, vol. 1, p. 710.

18 uma bacia. Não se revela seu tamanho ou sua forma. Era de bronze, feita dos espelhos que as mulheres de Israel deram em oferta voluntária (Êx 38:8). … A bacia simboliza o ato de lavar nossos pecados por meio da fé no sangue derramado por Cristo (At 1Co 6:11; Ef 5:26; Ap 7:14). CBASD, vol. 1, p. 710, 711.

19 lavarão. Lavar as mãos e os pés simbolizava uma reforma de vida. Devido às abluções dos sacerdotes, à morte das vítimas sacrificais e ao aspergir, derramar e verter sangue associados às várias funções do serviço do santuário, a necessidade de água era óbvia (Êx 29:4, 17; Lv 1-5). CBASD, vol. 1, p. 711.

23 mirra. Resina aromática. Cinamomo. Um tipo de canela. Cálamo. Raiz aromática de uma espécie de caniço dos pântanos. Bíblia Shedd.

24 cássia. Árvore com flores amarelas, que dá vagens, cujas sementes são medicinais e perfumadas. him. 3,6 litros. Bíblia Shedd.

34-38 farás incenso. Os israelitas queimavam incenso, mas este incenso sagrado podia ser queimado somente no tabernáculo. Este incenso de aroma doce era queimado em pratos rasos chamados incensários e eram utilizados para demonstrar honra e reverência a Deus. … Este incenso, à semelhança do óleo sagrado de unção, era tão santo que o povo era estritamente proibido de copiá-lo para uso pessoal. Life Application Study Bible NVI.

34 estoraque. Uma resina do Mediterrâneo, chamado também benjoim. ônica. Perfume feito pela queima das partes fibrosas de certas conchas. gálbano. Uma planta umbelífera [família composta por plantas normalmente aromáticas e caule oco, como funcho, salsa, anis] da Pérsia. Bíblia Shedd.

35 temperados com sal. Sal é o símbolo da preservação contra a corrupção. Bíblia Shedd.

O fato de que eram tiradas brasas acesas do altar do holocausto para queimar incenso no altar interior (ver Lv 16:12, 13) ressalta que o coração do adorador deve estar reconciliado com Deus antes que suas orações e devoção possam ser aceitas (Jó 27:8, 9; Sl 66:18; Pv 15:29; 28:9; Is 1:15; Mq 3:4; Jo 9:31). CBASD, vol. 1, p. 711.