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“Fez também a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze, dos espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação” (v.8).
Cada móvel do santuário foi feito de forma que pudesse ser facilmente transportado. Suas argolas e varais possuíam esta função e revelavam a natureza provisória daquele lugar, até que Israel pudesse erigir um templo fixo de adoração na terra prometida. Todas as vezes que o povo tinha de levantar acampamento, o tabernáculo era desmontado e ordenadamente movido. Deus delegou aos levitas o sagrado privilégio de participar deste momento. Onde quer que estivesse a nação eleita, ali estava a presença de Deus e a Sua mensagem de salvação.
Na Antiguidade não havia o espelho que temos hoje. As pessoas usavam o bronze polido, tendo uma visão embaçada de sua própria imagem. Foi com os “espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação”, que foi fabricada “a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze” (v.8). A aplicação deste espelho foi utilizada por Tiago, ao declarar: “Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência” (Tg.1:23-24). Como já vimos em estudo anterior, há um caminho muito bem delineado na estrutura do santuário.
O altar do holocausto, simbolizando o sacrifício de Cristo, representa o primeiro passo da conversão. Em seguida, vem a bacia de bronze, ou pia da purificação, simbolizando o batismo, o reconhecimento do pecador de que precisa ser lavado e purificado dos seus pecados. Assim como o espelho revela a nossa aparência e imperfeições, o batismo é um testemunho público de que somos todos pecadores e carecemos da graciosa Água da Vida a fim de nos purificar e regenerar. Deus revelou em Seu santuário as etapas da vida cristã que não podem ser negligenciadas ou ignoradas. Cristo poderia ter vindo ao mundo simplesmente morrer pelos nossos pecados, mas Ele escolheu nos ensinar a viver a vontade de Deus e, mesmo sendo o próprio Deus, cumpriu fielmente cada etapa pré-estabelecida no santuário.
Semelhante à natureza transitória do tabernáculo do deserto, como santuários do Espírito Santo, temos o sagrado privilégio de ser representantes de Deus e de Sua Palavra onde quer que estivermos. Como peregrinos a caminho da pátria superior, é nossa missão buscar viver como Cristo viveu e ensinar a outros enquanto caminhamos. E esta é uma obra do Espírito Santo. Precisamos trocar os espelhos deste mundo e, contemplar, “como por espelho, a glória do Senhor”, a fim de que sejamos “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, Deus aceitará as nossas ofertas e não permitirá que nenhuma delas passe despercebida, entesourando-as para a eternidade, como está escrito: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).
Olhemos para Cristo, mais e mais até que Ele volte. E, certamente, não erraremos o caminho. Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo38 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 38 – O livro de Êxodo pode ser dividido em duas certidões de nascimento de Israel como nação: A certidão física (Êxodo 1:1-15:27), e a certidão espiritual (Êxodo 16:1-40:38).
Assim, temos a narrativa de como Israel tornou-se física e espiritualmente povo de Deus a fim de cumprir a promessa feita a Abraão em Gênesis 12:2. Todos os detalhes do Santuário deviam cooperar para promover o nascimento espiritual que se espalharia para revigorar espiritualmente toda a raça humana. Nisso residia a bênção de Deus ao mundo através de Abraão.
A arca da aliança, a bacia de bronze, o altar do holocausto, o candelabro, a mesa dos pães da proposição, e o altar de incenso eram mobílias que ilustravam verdades eternas. Cada móvel, além de ter as medidas e os ornamentos orientados por Deus, tinha seu lugar também especificado pelo divino Arquiteto do Santuário. Grandes e pesadas cortinas delimitavam o Santuário, e o dividiam em dois. Além da tenda do encontro, havia o pátio – onde seria colocado o altar dos holocaustos (Êxodo 38:1-20).
Tudo isso indicava que a adoração requer entrega total, sem reservas ao Deus Universal, ao Qual, precisamos oferecer e fazer o melhor. Os materiais valiosos (Êxodo 38:21-31) ofertados para a edificação do lugar de habitação de Deus naquele momento “se fossem calculados ao preço atual, valeriam milhões de dólares”, diz William MacDonald.
Assim, a conversão que não alcança o coração inteiro, não toca a conta bancária, nem a carteira, nem o bolso do “crente”, está incompleta. Quem não oferece seu melhor a Deus demonstra que não reconhece que Deus deu Seu melhor ao entregar-nos Seu filho para morrer por nós.
O Santuário é o caminho da redenção. “O caminho para a presença de Deus começava no altar de bronze, onde as vítimas inocentes morriam pelos pecadores culpados. Em resumo, o altar de bronze nos remete ao Calvário, em que o Filho de Deus morreu pelos pecados do mundo (Mt 26:26-28; Jo 1:29; 3:14-16; Rm 5:8; 1 Pe 2:24)”, explica Warren Wiersbe. “O altar do holocausto representa a cruz onde o Senhor Jesus Se entregou a Deus como o sacrifício completo. Ninguém pode chegar ao Pai senão pela morte sacrifical de Cristo”, afirma MacDonald.
Visivelmente, Deus cria estratégia para relacionar-Se conosco… Como responderemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 37 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 37 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/37
Um tema recorrente em todos os móveis apresentados em Êxodo 37 é a madeira de acácia e o ouro. A madeira de acácia é conhecida por sua durabilidade e solidez; o ouro é maleável e resistente à corrosão e ambos são conhecidos por serem pesados e densos. Embora os israelitas estivessem regularmente em movimento, Deus não escolheu nenhum material inferior ou mais leve para os artigos pelos quais Israel O adoraria. No Tabernáculo, nada era modesto ou de qualidade inferior. Da mesma forma, embora a simplicidade seja necessária em nossa vida pessoal e social, em nosso serviço a Deus devemos oferecer o melhor que estiver ao nosso alcance.
A Arca da Aliança, com os dois querubins a guardá-la, era onde Deus mostraria Sua presença divina. Aqui era onde Deus se comunicaria com o Seu povo, às vezes através de uma voz na nuvem, e às vezes através da luz que repousava no anjo à direita ou uma sombra repousando no anjo da esquerda, significando aprovação ou desaprovação.
A construção dos móveis do santuário ilustra como Deus quer usar os seus servos no plano da salvação. Ele quer usar qualquer pessoa que aceite ser usada. Quando oferecermos o melhor que estiver ao nosso alcance e permitirmos que Deus nos use e nos mude, Ele fará coisas incríveis.
Jeffrey Saelee
Cinegrafista freelancer
Líder da Juventude Hmong, Madison, WI, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/37
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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506 palavras
1 Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.
a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.
A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.
6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.
10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.
17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.
23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.
29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.
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“De ouro puro a cobriu; por dentro e por fora a cobriu[…]” (v.2).
Todos os móveis e utensílios dos lugares Santo e Santíssimo do santuário eram de ouro puro ou cobertos de ouro puro. Tudo brilhava o esplendor do mais belo metal. As argolas e os varais serviam para a locomoção dos móveis, que só poderiam ser carregados pelos sacerdotes e levitas. Imagino a emoção do povo ao poder contemplar aquele cortejo tão significativo feito com extremo cuidado e reverência. Ninguém do povo comum poderia sequer tocar em qualquer daqueles objetos. Nunca houve na história da igreja cristã um lugar que ensinasse mais lições sobre reverência e santidade como o foi com o santuário terrestre.
Dentro dos limites do tabernáculo do deserto foram colocados na mais perfeita ordem os elementos que apontavam o caminho de Deus para uma vida de verdadeira comunhão. O conhecimento do sagrado, os preciosos momentos de assembleia solene, os rituais simbólicos, as ofertas oferecidas, tudo compunha o cenário da verdadeira adoração. Da prata nas bases das colunas, do bronze nos objetos do pátio, do ouro puro que reluzia do interior do santuário à glória manifestada acima do propiciatório, havia um ardente desejo do Senhor de transmitir a seguinte mensagem: “Eu quero habitar no meio de vocês”. Foi com este mesmo desejo que Jesus veio até nós: “E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo.1:14).
Cada detalhe da tenda da congregação era um convite à comunhão com Deus. Tudo apontava para o Senhor como o único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração. Não era propósito de Deus que o santuário se tornasse lugar de uma religião incoerente, e sim lugar de testemunho do poder de Deus na vida de um povo que O servisse com integridade. Quando o Senhor ordenou que fizessem um lugar especial de adoração, em momento algum obrigou os filhos de Israel a ofertarem o que haviam trazido do Egito. Em todo o tempo, Moisés deixou bem claro de que as ofertas deviam ser voluntárias, de homens e mulheres que tivessem o coração disposto a doar. Eis o que sempre acompanha a conversão dos verdadeiros adoradores: um coração disposto, um espírito voluntário.
Há uma profecia de cunho escatológico no livro do profeta Zacarias, que diz: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9). Não foi sem razão que os principais objetos e móveis do santuário foram feitos de ouro. O ouro simboliza pureza e realeza. Como povo santo e representante de Deus na Terra, a mais sublime lição de todas estava em Israel aprender a viver as palavras do Senhor através de uma comunhão experimental. As experiências do dia a dia, os sacrifícios diários e a imagem de um lugar que em todo o tempo declarava que Deus estava com eles deveriam quebrantar seus corações e levá-los a uma real experiência com o Senhor. Uma experiência viva, eficaz, transformadora e contínua.
O santuário terrestre e seus rituais não mais existem. Jesus, através de Sua vida, ministério e missão, revelou a Israel e ao mundo que nEle tudo se cumpriu e nEle podemos permanecer e viver, se tão somente aceitarmos o Seu diário convite de amor: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Quão maravilhoso é apegar-se a esta promessa! Jesus, porém, não prometeu que neste mundo não passaríamos por aflições. Pelo contrário, Ele nos advertiu que teremos de enfrentar momentos difíceis, mas que devemos nos alegrar com a certeza de Sua vitória (Jo.6:33). As provações, perseguições e aflições nunca serão motivo de derrota na vida dos que experimentam Deus todos os dias.
Comunhão, amados, não é leitura da Bíblia e oração superficiais. Comunhão é permitir que o Espírito Santo navegue com total liberdade no mar de nossa existência, nos reavivando e reformando “por dentro e por fora” (v.2), retirando de nossa vida tudo aquilo que nos afasta de Deus e preenchendo o lugar com as virtudes de Seu precioso fruto. Hoje, Cristo está no Santíssimo do santuário celeste (Hb.8:2), intercedendo ao Pai por nós. Que o Espírito Santo esteja nos purificando e provando, e que façamos parte do precioso ouro que Jesus logo virá reivindicar como Seu. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, ouro provado do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo37 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 37 – Adoração não resulta naturalmente da informação teológica; é necessário conhecer a Deus. Os recursos visuais da didática divina para ensinar o evangelho e a adoração aos pecadores foram devidamente produzidos conforme o Deus que receberia a adoração.
Realizou-se o santuário segundo o modelo e orientações divinas. Cada detalhe foi realizado pautando-se pela ordem de Deus. Êxodo 37 fala da elaboração da arca da aliança, da mesa da preposição e seus utensílios, do candelabro de ouro, e do importantíssimo altar de incenso.
Como o livro de Êxodo foca na adoração, é necessário analisar a relevância do segundo mandamento (Êxodo 20:4-6) e as imagens de anjos sobre a arca da aliança, localizadas no lugar santíssimo – onde a glória da presença divina Se manifestaria.
Pergunto: Tais esculturas angelicais não ferem ao segundo mandamento quanto à ordem de não fazer ou adorar ídolos, claramente indicada em Êxodo 20:23 e 34:17?
Contextualmente, na Bíblia, a arte na religião não era proibida, ao contrário, tinha seu destacado valor. O dom artístico era dado por Deus e altamente considerado (Êxodo 31:2-5). Haviam móveis no santuário que deveriam ser enfeitados com representações de flores e frutas (Êxodo 25:31-36). Ainda, o véu que ia sobre o tabernáculo e o véu de dentro da tenda sagrada continham figuras de querubins/anjos (Êxodo 26:1, 31). O próprio Deus pedira que construísse duas esculturas de querubins para colocar sobre a Arca da Aliança (Êxodo 25:17-19; 37:6-9).
A condenação divina deve-se primariamente ao mau uso que se faz das imagens e das esculturas. Equivocadamente, “alguns condenam figuras, alegando que são proibidas pelo segundo mandamento, e que todas as coisas desse gênero deveriam ser destruídas”. Na verdade “o segundo mandamento proíbe o culto às imagens”, esclarece Ellen G. White.
Sobre o propiciatório, (tampa da arca da aliança), “havia duas imagens em ouro batido representando querubins, guardiões do trono de Deus e defensores da retidão do Senhor. Eles olhavam para baixo, para o sangue aspergido sobre a arca e sobre o propiciatório. O sangue de Jesus satisfaz a justiça de Deus e cobre todas as nossas transgressões. Cristo é o nosso propiciatório, e Deus Se encontra com o pecador por Seu intermédio”, aplica William MacDonald.
Portanto, pratiquemos a reverência e a humildade ilustradas nas imagens dos querubins. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 36 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 36 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/36
O nível de detalhamento das instruções encontradas no livro de Levítico é um lembrete de que Deus ama a ordem, organização, estrutura e precisão. Deus é também um amante da beleza e da arte! Aqueles que são dotados de talentos artísticos devem certamente encontrar encorajamento nesses capítulos. O v. 1 afirma que o próprio Deus concedeu talento artístico a Bezalel e Aoliabe. Usando seus dons na construção do tabernáculo, eles honraram ao Deus a quem eles serviam.
As pessoas doaram ao projeto com tanta alegria e generosidade que, por fim, foi solicitado que não doassem mais!
Hoje em dia não ouvimos falar de campanhas de doações para um projeto missionário específico que trouxesse tantos recursos em que o líder tivesse de dizer: “Basta! Não contribuam mais!”
A energia, a criatividade, a tenacidade e a paixão do antigo Israel para construir coletivamente um edifício para adoração, que honrasse a Deus, continua sendo um ideal para o povo de Deus hoje. Quer sirvamos ao Senhor como zelador ou arquiteto, adoremos também a Deus com nossos talentos, fazendo tudo com excelência, como para o Senhor.
Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada)
Patrimônio Ellen G. White, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/36
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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351 palavras
3 todas as ofertas. A liberalidade dos israelitas era de fato surpreendente. Eles deram tanto que o excedente de materiais atrapalhou o progresso da obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 734.
2-7 Vários textos do NT descrevem um generoso espírito na igreja primitiva como resposta à preciosa mensagem do evangelho (Mt 10:8; At 2:44-45; 2Co 8:1-7). Andrews Study Bible.
4 homens sábios. São aqueles que fazem a obra de Deus, e esta é a verdadeira definição da sabedoria. Meditar na vontade divina e po-la em prática, segundo a plenitude da Sua capacidade. Bíblia Shedd.
5 muito mais. Bem-aventurados são aqueles que, generosamente, dão para a obra de Deus, antes de proclamado não haver mais tempo (Jo 9.4-5). Bíblia Shedd.
8-19 A ordem de ação parece também se mover da parte de fora do tabernáculo para a parte de dentro.
A maneira progressiva em que o tabernáculo foi levantado, primeiramente suas estruturas, depois as cortinas externas e internas e por último as tábuas, travessas e véus, demonstra a obra da santificação na experiência do crente. CBASD, vol. 1, p. 735.
A repetição longa e precisa, na parte final deste livro, dos detalhes da construção do tabernáculo devia ter propósito definido. Mostra a importância do santuário e de todas as suas partes no plano da salvação. Também enfatiza a necessidade da obediência exata e estrita às ordens divinas. Se fosse concedido a alguém o privilégio de mudar em algum detalhe as instruções divinas, esse seria Moisés; porém tal prerrogativa não lhe foi concedida. A exata correspondência de cada detalhe nos ensina a lição de que as ordens de Deus devem ser estritamente observadas. Os cinco últimos capítulos do livro de Êxodo enfatizam a exatidão com que Moisés e seus liderados acataram as instruções dadas por Deus. Se a ordem era fazer “cinquenta laçadas” (Êx 26:6), “cinquenta laçadas” eram feitas (36:13). … O mesmo espírito foi refletido por nosso Senhor em Seu ministério (Jo 4:34; 17:4). Deus desaprova qualquer alteração de Seus mandamentos, qualquer desvio deles seja para a direita ou para a esquerda, qualquer redução ou acréscimo. Não se deve acrescentar ou diminuir nada do evangelho ou da palavra de Deus (Dt 4:1, 2; 12:32; Pv 30:5, 6). CBASD, vol. 1, p. 734, 735.