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“Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor” (v.12).
O Senhor instituiu a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos antes da saída dos filhos de Israel do Egito. As duas celebrações passariam a compor o calendário judeu das festas cerimoniais anuais. A primeira, que inaugurava as demais, representava a libertação. O sacrifício de “um cordeiro para cada família” (v.3) simbolizava o sacrifício de Cristo e Sua obra de salvação em cada lar de Seus filhos, como está escrito: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). “O cordeiro […] sem defeito” (v.5), o sangue nos umbrais das portas (v.7), anunciavam o plano da redenção em Cristo Jesus. Assim como o plano original do Criador girava em torno da família, o plano de resgate da raça humana possui o mesmo objetivo. É desejo do Senhor que cada lar seja redimido pelo sangue do Cordeiro e que todos estejam preparados, com “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão” (v.11), como Seu exército militante rumo ao triunfo.
Há um claro recado em toda a Escritura acerca do resultado do pecado, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). O fermento tornou-se um símbolo de impureza e pecado, e os pães asmos, ou pães sem fermento, materializavam a pureza e ausência de corrupção, como o foi Jesus, o Pão da Vida (Jo.6:35). Deus desejava purificar o Seu povo e elevá-lo à estatura de Cristo. E para isso, Israel precisava compreender que o Senhor deve ser entronizado no coração como o primeiro e o último. A inauguração da celebração com uma “santa assembleia” (v.16) e o encerramento sendo realizado de igual forma, promovia a atmosfera de comunhão plena e educava o povo a antes de celebrar, adorar. A verdadeira adoração consiste no reconhecimento não apenas dos benefícios do Senhor, mas também na renúncia de tudo aquilo que possa roubar-Lhe a adoração que só a Ele é devida.
Deus deixou “para [nós] outros e para [nossos] filhos” (v.24) a Sua Palavra em linguagem humana. Um tesouro que deve ser transmitido de geração em geração. “Quando [nossos] filhos [nos] perguntarem” (v.26) a respeito das Sagradas Letras, é nosso dever ensinar-lhes e que eles percebam que tudo o que têm aprendido pode ser notoriamente visto através de nosso fiel procedimento. Israel estava prestes a viver a maior experiência de sua existência. A décima e última praga abriu caminho para que iniciassem uma árdua e longa jornada até o lugar prometido. Uma multidão carregada dos despojos do Egito saiu às pressas da terra da opressão, de forma que “não haviam preparado para si provisões” (v.39). Naquele mesmo dia, “todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito” (v.41). Um momento que deveriam “todos os filhos de Israel comemorar nas suas gerações” (v.42).
Infelizmente, a marcha que começou com celebração e adoração, foi perdendo o compasso da fé, de modo que a transmissão de valores e os ensinos mosaicos foram sendo esquecidos e paulatinamente abandonados. O registro da história de Israel é uma das maiores provas do amor incondicional de Deus e de Suas ricas misericórdias. Em nosso contexto, como povo de Deus dos últimos dias, será que estamos distantes de incorrer no mesmo erro do antigo Israel? Eis o nosso discurso: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma”. Mas eis a realidade: “e nem sabes que és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17).
A nossa terrível condição só pode ser mudada caso aceitemos a completa e perfeita intervenção divina. Satanás está lançando sobre o mundo as suas mais fatais armadilhas. Chegada é a hora de despertarmos e tomarmos uma firme decisão ao lado do Senhor. Ao abrirmos a porta do nosso coração para Cristo, a primeira coisa que Ele nos promete não é a realização de uma festa em nossa casa, e sim que Ele será o primeiro a nela entrar: “entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Busquemos viver, a cada dia, uma experiência pessoal com Cristo, entregando nossa família no altar do Senhor, e Ele “não permitirá ao Destruidor que entre em [nossas] casas, para [nos] ferir” (v.23). Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias lavadas pelo sangue de Cristo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 12 – Desde o início do drama das pragas, Deus havia previsto que Sua intenção era tornar-Se conhecido em meio aos deuses falsos. A evidência de Sua existência retira toda desculpa que alguém queira dar (Êxodo 7:5; 9:15-16; 11:9).
Deus demarca o tempo (Êxodo 12:1-2) como sinal de Sua administração dos eventos históricos, evidente desde as profecias no limiar da história com Adão e Eva (Gênesis 3:15), com os descendentes de Noé (Gênesis 9:25-27), na trajetória de Abraão (Gênesis 12:1-3), na previsão profética dos gêmeos (Gênesis 27:27-29, 39-40) e nos sonhos de José (Gênesis 37:5-8). Deus está no controle da história!
Como festa anual, a Páscoa é a instituição que celebra libertação da aflição “de Israel de maneira que acentua sua realidade histórica. Os israelitas devem observar a Páscoa como um dia que assinala um momento particular quando Israel foi liberto do Egito (12:7). Devem alimentar-se com comidas que os lembrem da realidade insossa e amarga da sua escravidão (12:8-9, 17-20) e faz reviver a ânsia e prontidão de sair do Egito. É bastante significativo o recebimento de instruções para datar todos os acontecimentos futuros a partir desta noite de livramento (12:2), o que significa que este acontecimento histórico torna possíveis todos os demais em Israel [profetizados por Deus]” (Paul R. House).
A Páscoa foi idealização de Deus. O cordeiro perfeito apontava para Seu impecável Filho (1 Pedro 1:19; 2:22); deveria ser macho de um ano, pois Jesus viria como menino e morreria com 33 anos de idade; deveria ser imolado com toda a congregação no crepúsculo, pois Jesus morreria por toda humanidade às 15h (Isaías 53:4-8; Marcos 15:25-37); deveria ser comido e seu sangue aspergido nas ombreiras e vergas das portas para livrar-se da morte, indicando que Jesus daria Sua vida por nós e derramaria Seu sangue para nos garantir a absolvição de nossas transgressões (Hebreus 9:22); deveria ser assado, apontando ao castigo que Jesus suportaria por nós (2 Coríntios 5:21; Gálatas 3:13).
Pães sem fermento e ervas amargas acompanhando a carne do cordeiro simbolizam que Jesus nos liberta da amargura do pecado. Ele é a Páscoa de quem aceita Seu sacrifício (Êxodo 12:11; João 1:29; 1 Coríntios 5:7).
Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia: Ela revela nossa libertação do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Os judeus tem uma ligação muito forte com um período de 50 dias que começa com a primeira Páscoa e libertação do Egito, continua com a passagem através do deserto e pelo Mar Vermelho e termina no Monte Sinai, onde a Lei de Deus foi dada para as 12 tribos.
Os cristãos também tem uma ligação muito forte com um período de 50 dias que sustenta a nossa fé. Os 50 dias começam com a crucificação e terminam 50 dias depois em uma sala no andar de cima no Monte Sião, onde o Espírito de Deus foi dado aos 12 discípulos [Pentecostes = 50 dias, em grego].
Aqui está a parte interessante: ambos os períodos de 50 dias começam e terminam nos mesmos dias. Jesus foi crucificado no dia da Páscoa, assim como os cordeiros foram sacrificados na Páscoa, o dia 14 de Nisan. Na verdade, se voltarmos um pouco nessa semana, os cordeiros pascais eram selecionados quatro dias antes da Páscoa começar. Nos próximos quatro dias, o cordeiro seria examinado para se certificar de que estava sem defeito.
Foi quatro dias antes da Páscoa que Jesus veio ao templo pela última vez depois de andar em Jerusalém: o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University
Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/09/11/exodo-12/
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 11 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
ÊXODO 11 – COM. ADICIONAIS – “DEUS ENDURECEU O CORAÇÃO DE FARAÓ”
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/11
A última praga foi a mais extrema. O Egito, antes uma superpotência global e epicentro de prosperidade econômica, estava agora em ruínas. Suas colheitas e animais estavam mortos, sua cidade invadida por rãs mortas, seu povo ainda se curando de furúnculos, moscas e piolhos. O Egito é apenas uma sombra do que já foi e levará tempo para se curar dessa destruição.
Enquanto isso, o faraó continua se recusando a deixar os israelitas partirem. A destruição econômica que ele acumulou em seu povo, ao endurecer o coração, supera largamente as consequências econômicas de deixar seus escravos partirem. Mesmo com a ameaça da morte de seu filho, ele continua endurecendo o coração.
Satanás influenciou fortemente o Faraó nessa situação. A grandeza das pragas do Egito mostra que a influência de Satanás somente traz dor, morte e destruição. Satanás leva você a racionalizar e ferir não apenas a si mesmo, mas às pessoas ao seu redor. Se ao menos o Faraó tivesse dado um passo para trás e percebido todo o dano que sua teimosia irracional estava causando, ele poderia ter sido aclamado como um herói, em vez de um tirano.
Escolha ouvir a Deus, e quando você sentir que está causando dor aos outros, recue e certifique-se de que sua teimosia não está prejudicando as pessoas.
Solana Campbell
Aluna do Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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828 palavras
1 expulsará. Em vindo a décima praga, Faraó apressa-se em obedecer à ordem de Deus, mostrando-se, agora, mais disposto a permitir ao povo que se retire, do que antes. Assim, também, os joelhos que não se dobram em oração perante Cristo, aqui na terra, se dobrarão no Dia Final (Fp 2.11). Bíblia Shedd.
2 Israel não sairia com as mãos vazias. A legislação posterior que tratava da dívida da escravidão indicava que ao tempo da libertação o proprietário do escravo deveria lhe dar bens materiais. Andrews Study Bible.
3 o homem Moisés era mui famoso. Não existe nada na declaração que demonstre vaidade da parte de Moisés. Ele está apenas explicando por que os egípcios abriram mão de seus recursos de forma tão liberal. Era natural que, como agente de Deus, o povo tenha associado Moisés com os sinais espetaculares que testemunharam. Em primeiro lugar, ele deixou os magos atônitos (Êx 8:18, 19), depois impressionou os cortesãos de tal modo que alguns deles deram ouvidos a uma de suas advertências e salvaram seu gado (Êx 9:20). Finalmente, quase toda a corte se convenceu de que estava em seu poder destruir o país (10:7). Moisés tinha tratado o rei de igual para igual, e o fato de o povo o reverenciar como a um deu automaticamente fez aumentar o prestígio de Moisés. Se Moisés não tivesse comparecido perante eles como uma pessoa extraordinária, a quem seria perigoso perturbar, provavelmente desde muito tempo teria sofrido agressão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 581.
4 Disse, pois, Moisés. Continuando o discurso de 10.29. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Por volta de meia-noite INVI, NKJV). Tendo por base a ordem da criação (“tarde e manhã”, Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31), a meia-noite não marca o início de um novo dia, mas o momento mais escuro da noite, marcado pela vulnerabilidade e falta de defesa – o momento mais adequado para a décima praga. Andrews Study Bible.
Esta meia-noite não poderia ser a do dia seguinte em que Moisés fez o anúncio ao rei, pois ele recebeu instruções sobre a Páscoa somente depois da conversa com faraó. Essas instruções devem ter sido comunicadas ao povo alguns dias antes da festa da Páscoa e de sua partida do Egito (Êx 12:3, 6). Sem dúvida não se especificou quando seria essa noite, a fim de que o faraó tivesse tempo de pensar sobre o destino que aguardava a ele e a seu povo. CBASD, vol. 1, p. 581, 582.
Passarei por todo o Egito (NVI). É importante ressaltar o fato de que o próprio Senhor tenha visitado o Egito com a décima praga, ao passo que as outras foram infligidas por Moisés e Arão como agentes de Deus. CBASD, vol. 1, p. 582.
5 Todos os primogênitos do Egito morrerão. V. Sl 78.51; 105.36; 163.10. A maior das desgraças, pois todos os planos e sonhos de um pai vinculavam-se ao primogênito, que receberia porção dupla dos bens da família quando o pai morresse (v. Dt 21.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A morte do primogênito se deveu à teimosia de Faraó, que não honrou o primogênito de Deus [Israel] (4:22-23). A última praga não fez distinção de classe social. Andrews Study Bible.
moinho (NVI, NKJV). A escrava que trabalhava no moinho que consistia de duas pedras era considerada o ponto mais baixo da escada social. Andrews Study Bible.
A mais humilde das ocupações (v. Is 47.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moer trigo era um trabalho inferior, realizado por escravos e prisioneiros de guerra. Bíblia de Genebra.
6 grande clamor. Com um pranto amargo em cada lar, o clamor do Egito bem pôde ter sido do tipo que nunca se ouviu antes e não se ouvirá jamais. CBASD, vol. 1, p. 582.
8 ardendo em ira (ARA; NVI: com grande ira). Até, então, Moisés tinha demonstrado paciência sobrehumana em seu trato com o rei. Isso era um reflexo da tolerância e paciência de Deus, de quem era embaixador e em cujo nome e por cuja autoridade ele agia. Agora, porém, a ira do servo de Deus era uma evidência para o rei de coração obstinado que seu dia de graça estava chegando ao fim e que a ira de Deus estava prestes a cair sobre ele. CBASD, vol. 1, p. 582.
9 se multipliquem. A rebelião do homem evidencia mais claramente a glória de Deus. Bíblia Shedd.
9-10 Resumo final da atitude de Faraó: após onze (incluindo 7:8-13) sinais miraculosos e demonstrações óbvias do poder do Senhor, Faraó ainda não quer reconhecer Sua superioridade. Andrews Study Bible.
10. fizeram todas essas maravilhas. Antes de continuar a relatar a última e maior de todas as pragas, Moisés faz uma pausa momentânea para contemplar em retrospectiva todos os milagres, meditando sobre o fracasso, por assim dizer, em impressionar o coração endurecido do faraó. CBASD, vol. 1, p. 582.
Na hora de ter Moisés anunciado a última praga deparamo-nos com este resumo, mostrando-nos a rebelião humana em face das maravilhas de Deus. Assim, em Jo 12.37-43, há a manifestação da incredulidade dos judeus, que marca o fim do relato do que Jesus fez em público, e o começo da narrativa da Última Ceia e da Crucificação. Bíblia Shedd.
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“Moisés disse: Assim diz o Senhor: Cerca da meia-noite passarei pelo meio do Egito” (v.4).
Antes mesmo de derramar a primeira praga sobre o Egito, o Senhor havia declarado a Faraó por intermédio de Moisés: “Digo-te, pois: deixa ir Meu filho, para que Me sirva, mas, se recusares deixá-lo ir, eis que Eu matarei teu filho, teu primogênito” (Êx.4:23). Desconsiderando as palavras do Senhor, Faraó revelou o que um ser humano que não conhece a Deus é capaz de fazer. A supremacia de seu trono era o seu deus e, o seu orgulho, a fonte de todo o mal que lhe endurecia o coração cada vez mais. Mesmo diante de tanta resistência, o Senhor postergou o luto de Faraó nove vezes até que finalmente chegada era a hora do fatídico dia: “Haverá grande clamor em toda a terra do Egito, qual nunca houve, nem haverá jamais” (v.6).
Pela primeira vez, a Bíblia diz que Moisés saiu da presença de Faraó “ardendo em ira” (v.8). Não foi tarefa fácil para ele ver a sua terra natal sendo arrasada pelas pragas, resultado da teimosia do rei. Para um homem que viveu quarenta anos na pacata ocupação de pastor de rebanhos, foi um extremo desgaste testemunhar as trágicas consequências de um coração delinquente. Enquanto a sua liderança era pensando no benefício de seu povo, a liderança de Faraó revelava o egoísmo de quem não se importava com seus liderados, desde que seus desejos egoístas fossem satisfeitos e sua glória não fosse ameaçada.
Seca, insalubridade, doenças, fome e medo, muito medo. Grande foi a ruína do país que antes se destacava por sua fartura e inigualável arquitetura. Restava apenas uma nação fragilizada e marcada pela insanidade de um rei tolo. A tolerância e a paciência de Deus não possuem precedentes, mas também não podem ultrapassar o limite estabelecido por Ele. Este limite tem a ver com libertação e salvação. Deus jamais negará um só segundo de Sua paciência se estiver em jogo nem que seja uma vida apenas. É a Sua longanimidade que ainda sustenta este mundo caótico na esperança de salvar a todos (2Pe.3:9). Mas, até quando, amados? Não sabemos. Mas uma coisa é certa: estamos muito perto da meia-noite.
O Senhor concedeu a Moisés alguém que o apoiasse e encorajasse na difícil missão de libertar os filhos de Israel. Sem dúvida alguma, a companhia de Arão foi para ele como um oásis no deserto. Precisamos estar em constante comunhão com Deus e com nossos irmãos a fim de sermos fortalecidos em nossa árdua jornada. Precisamos estabelecer vínculos fraternos com pessoas que nos ajudem a crescer e avançar espiritualmente. No caminho à Canaã celestial, encontraremos muitos corações endurecidos, incapazes de amar, mas também sempre haverá aqueles que estão dispostos a sofrer e se alegrar conosco.
Seja a nossa vida um testemunho do amor e da misericórdia de Deus. Assim como Moisés revelava a Faraó a Palavra do Senhor e se retirava de sua presença, que sejamos sábios e prudentes em nossos relacionamentos, revelando a vontade de Deus e fazendo o bem sem permitir que a dureza de coração de alguns abale as nossas emoções e a nossa fé. Que nos momentos finais da história desta Terra façamos parte do “Israel de Deus” (Gl.6:16), que, composto por irmãos que se amam mutuamente, caminha a passos firmes “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos da misericordiosa paciência de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 11 – Deus não permitirá que ninguém se perca na ignorância. Por isso, Mateus 24:14 diz que o evangelho deverá ser pregado no mundo inteiro… Só então virá o fim.
No Egito, os magos se encantaram com o poder de Deus (Êxodo 8:19). Os egípcios acreditaram em Moisés e retiraram gados e escravos do campo ao ouvirem a previsão da praga (Êxodo 9:20). Líderes do alto escalão do governo creram em Moisés e alertaram a Faraó – o único orgulhoso teimoso que preferiria a ruína total do seu povo a ceder a Moisés!
A profecia de Gênesis 15:14 estava no limiar. Disse Deus: “Eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens”. Não havia detalhes na profecia de como Deus faria isso; no relato, notamos que Deus fez maravilhas a tal ponto dos egípcios reconhecerem a Israel como povo especial de Deus. Por isso, como forma de pagamento pelo trabalho dedicado com indescritível sofrimento, os israelitas deveriam pedir prata e ouro.
“Apesar de Moisés ter sido proibido de voltar à presença do Faraó, sob a ameaça de morrer se visse novamente o seu rosto, ele ainda tinha mais uma mensagem de Deus para dar ao rei rebelde. Entrou de maneira resoluta em sua presença e se colocou destemidamente diante dele para declarar-lhe a palavra do Senhor… Quando Moisés falou ao rei a respeito da praga que viria sobre eles, mais terrível do que qualquer outra que já havia caído sobre o Egito, a qual faria com que todos os seus grandes oficiais se curvassem perante ele e suplicassem aos israelitas que saíssem do Egito, o rei ficou extremamente enraivecido. Irou-se porque não conseguiu intimidar Moisés e fazê-lo tremer diante de sua autoridade real. Moisés, contudo, se apoiava sobre um braço mais poderoso do que o de qualquer monarca terreno” (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1213).
Deus conhece cada reação humana antes mesmo delas se manifestarem. Ele conhece o futuro tão bem quanto conhece o passado e o presente. Caso queiramos estar seguros neste mundo perigoso, devemos entregar totalmente nosso futuro nas mãos de Deus. E, ficarmos atentos a todas as Suas orientações.
Não há ninguém tão poderoso como Deus; confiando nEle, obtemos segurança! Portanto, Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Compilação de alguns comentários, para entender porque e como Deus endureceu o coração de Faraó:
Faraó pôs o Egito inteiro a perder, mas não dispôs a render-se ao verdadeiro Deus. Seu orgulho era o entulho suprimindo todo espaço de Deus no coração. E nós… como respondemos aos insistentes apelos divinos? Muitos insistem no que creram a vida inteira. Não abrem mão ainda que se prove tamanha ilusão em sua falsa religião. Faraó cria ser deus, seu primogênito era a divindade que ocuparia seu lugar – Moisés previu futuro sombrio ao Egito (vs. 1-10). Com dureza de coração (teimosia) diante das evidentes manifestações do Deus que desejava sua conversão, Faraó arruinou seu império. Contudo, fica claro que … 2. Deus conhece os mínimos detalhes das futuras reações dos pecadores.[ou seja, Ele sabia que seus apelos e evidências ao Faraó fariam que ele endurecesse mais ainda seu coração]. Pr Heber (Comentário sobre Êxodo 11)
Deus não queria apenas que o seu povo saísse do Egito, mas também que Faraó e toda terra do Egito se convertesse como Nabucodonosor. Esse é o Amor de Deus incomparável, incompreensivo para nós, incondicional. Amém! Comentário de Pr Adailton.
Quando o homem resiste à mensagem de Deus de advertência e misericórdia, ele empilha problemas sobre si mesmo. Cada evidência adicional do poder de Deus faz com que resistam ainda mais. Mesmo durante as Sete Últimas Pragas, eles blasfemarão contra o nome de Deus, e se recusarão a dar-Lhe glória. Que triste final para os egípcios e para aqueles que desafiam a Deus nos Últimos Dias! Que as nossas almas glorifiquem ao Senhor, e que o humilde O ouça e se alegre (Salmo 34:2). Kenneth Matthews, Jr. (Comentário devocional sobre Êxodo 10)
Foi Faraó quem escolheu resistir à clara evidência do controle de Deus sobre o Egito, não deixando Israel ir. Kenneth Matthews, Jr. (Comentário devocional sobre Êxodo 8)
Quem endureceu o coração de Faraó? Esta é uma questão que tem atormentado muitos cristãos. … “Deus endureceu o coração de Faraó”, no sentido de que Deus proveu as circunstâncias e a ocasião para forçar Faraó a tomar uma decisão. Moisés anunciou as instruções divinas e as acompanhou com milagres para confirmar a origem divina da mensagem. Faraó decidiu resistir às exigências de Deus. De sua própria vontade, Faraó teimosamente se recusou a obedecer. Deus foi o instigador e iniciador do dilema, mas Ele não foi o autor da rebeldia desafiadora de Faraó. Kenneth Matthews, Jr. (Comentário devocional sobre Êxodo 7)
Mesmo Deus tendo atendido ao seu pedido, Faraó endureceu ainda mais o seu coração (4:21) (Com de Êx 8:32 da Andrews Study Bible).
endurecerei o seu coração. Ao longo de Êxodo, o endurecimento do coração de Faraó é expresso de três maneiras diferentes: 1) Faraó endureceu seu próprio coração 2) O coração de Faraó foi endurecido (impessoal) e 3) Deus endureceu o coração de Faraó. O contexto de toda a história deixa claro que Faraó teve livre escolha em tudo que ele fez (10:1-11). Seja o que for que “endurecimento” signifique, está claro que Deus não destrói o poder de Faraó decidir em suas ações (Com. da Andrews Study Bible sobre Êxodo 4:21). [Citações bíblicas omitidas].
Ou seja, Faraó já havia colocado em seu coração não atender a qualquer manifestação divina. Ao rejeitar os apelos e evidências divinas, Faraó endureceu cada vez mais seu coração. Para quem decidiu rejeitar a Deus, cada apelo dEle aumenta o endurecimento. É a questão do livre arbítrio – Deus não nos obriga a aceitá-lo; Ele não muda o nosso coração a força. Para quem não quer crer, nenhuma evidência no universo será suficiente.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 10 – Primeiro leia a Bíblia
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