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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 26 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
GÊNESIS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/26
Quando Deus se declara o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (Êxodo 3:6; Mateus 22:32; Atos 3:13) Ele se declara o Deus de pessoas que passam por dificuldades e famílias problemáticas que são salvas e curadas por Sua graça. A história de Gênesis é realmente uma longa história familiar, especificamente focada nas primeiras quatro gerações da nação de Israel e no homem e na mulher que lideram cada uma dessas gerações. Esses homens e mulheres são Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó, Raquel e Lia, e José e Azenate. Muitas vezes os consideramos heróis bíblicos e gigantes da fé. De fato, suas histórias são brevemente mencionadas em Hebreus 11 como exemplos de fé. No entanto, assim como nós, suas vidas também foram profundamente marcadas por seus próprios pecados e pelos pecados dos outros contra eles.
A história da família de Deus contada em Gênesis revela uma família marcada pela embriaguez, engano, assassinato, adultério, incesto, covardia, ciúme, ódio, traição, desprezo entre maridos e esposas e descrença total em Deus. Verdadeiramente, é uma história de pessoas que passam por dificuldades e famílias problemáticas. No entanto, é a história do Deus que salva e cura pessoas que passam por dificuldades e famílias problemáticas. É a história do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Douglas Tilstra
Vice-presidente das Atividades Estudantis
Universidade Walla Walla
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1265 palavras
1 Não se sabe se Abimeleque e Ficol (Gn 26:26) eram as mesmas pessoas já mencionadas (20:2 e 21:22) ou se eram simplesmente títulos que significavam, respectivamente “rei”e “comandante do exército”, embora a hipótese mais provável seja a última. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 382.
3 habita nela. a palavra hebraica traduzida como “habitar” indica um “forasteiro” ou um estrangeiro residente na terra (21.34; Hb 11.9,13). Isaque deve permanecer no lugar como um “estranho” que ainda não possui a terra (Bíblia de Genebra).
5 Tem em vista a ênfase e a especificidade deste comando, parece existir algum entendimento dos detalhes da lei dos Dez mandamentos de Deus bem antes do Sinai (Bíblia de Genebra).
Alguns eruditos tem admitido que mandamentos, preceitos , estatutos, leis, são palavras que indicam algo no gênero que teria sido preservado até os dias de Moisés. Embora isto não esteja provado, tais palavras expressam bem o constante cuidado de Abraão em observar todas as revelações e instruções oriundas de Deus (Bíblia Shedd).
A obediência de Abraão é descrita em termos que recordam a exigência feita a Israel para que obedeça à lei de Moisés (cf Dt 11.1). Abraão é um tipo de Cristo que, pela Sua obediência, cumpriu as justas exigências da lei e assegurou as suas bênçãos sobre a sua descendência (Mt 5.17-18) (Bíblia de Genebra).
6 ficou. Assim como seu pai Abraão, Isaque respondeu com obediência à promessa de Deus (12.4; 17.23; 22.3) (Bíblia de Genebra).
7 É mina irmã. Isaque repete o mesmo erro que seu pai cometeu duas vezes. O medo o fez contar uma mentira (Andrews Study Bible).
Ele podia ter recebido em sua alma aquela graça suficiente que está sempre ao alcance dos homens tentados; mas, como muitos de nós, olhou para baixo e não para cima (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
Geralmente, os pecados dos pais são perpetuados nos filhos. Mas as fraquezas hereditárias nunca deixam os filhos livres de responsabilidade pessoal por seus próprios erros (ver Ez 18:20). CBASD, vol. 1, p. 382.
8 acariciava. O hebraico significa “brincar” e é da mesma raiz que o nome de Isaque (Bíblia de Genebra).
Isaque (Ytzaq) acaricia (metzaheq) Rebeca; aqui também há um jogo de palavras, como em 21.9 (Bíblia de Jerusalém).
10-11 “Culpa” (ou: “atraído… delito”) e “tocar” são dois termos muito relacionados com o santuário. Se alguém tocasse alguma parte sagrada do santuário sem permissão estaria cometendo um erro perante Deus e se tornaria culpado. A despeito destes desvios, Isaque e Rebeca são possessão “santa” de Deus (Andrews Study Bible).
10 Abimeleque. O termo “Abimeleque” [Av=”pai”; Melech=”rei”] deve ser tomado como significando um título monárquico (tal como o de Faraó) (Bíblia Shedd).
12 semeou. Isaque se estabilizava mais em um lugar do que seu pai nômade. Seu sucesso dependia da chuva do céu (Bíblia de Genebra).
Cento por um é a expressão significativa da prosperidade incomum com que Deus estava enriquecendo a Isaque. Era, portanto, uma proporção duas a quatro vezes maior do que a média conseguida por outros. Tal prosperidade suscitava a inveja dos filisteus, que passaram a desejar-lhe mal, entupindo-lhe os poços, cavados ainda no tempo de Abraão (Bíblia Shedd).
15 lhe entulharam todos os poços. Com a morte de Abraão, os filisteus renegaram, com efeito, o pacto de não agressão (21.22-34). Eles não tinham fé verdadeira no Deus de Abraão (Bíblia de Genebra).
17-22 Três vezes os servos de Isaque reabriram fontes/poços abertos por Abraão. […] A disputa se transformou em inimizade, que levou finalmente à experiência de espaço aberto, o que no VT está frequentemente associado a prosperidade ou salvação (Is. 54:2-3) (Andrews Study Bible).
O rico Isaque retirou-se da terra fértil para o vale de Gerar, dependendo dos poços originalmente cavados por Abraão (v.18). Nenhum dos patriarcas arriscou-se precipitadamente em guerra pela Terra Prometida. Eles confiavam que Deus daria a terra a seus descendentes na hora certa (15.13-14) (Bíblia de Genebra).
20 Eseque – heb. “contenda” (Bíblia Shedd).
21 Sitna – heb “inimizade”, “ódio”, ou “acusação” – da mesma raiz da qual deriva a palavra Satanás, que é o acusador (Bíblia Shedd).
22 Partindo dali. Sendo amante da paz, Isaque não queria se envolver com problemas por causa dos poços que seus homens cavavam, então se mudava cada vez que seus direitos eram contestados. CBASD, vol. 1, p. 383.
Reobote – “Alargamento” ou “amplitude” (Bíblia Shedd).
23 Berseba – beer, quer dizer “fonte” e sheba, quer dizer “sete” ou “juramento” (Bíblia Shedd).
O lugar do pacto original de não agressão com os filisteus (21.32) (Bíblia de Genebra).
25 levantou ali um altar. Como seu pai, Isaque construiu um altar em resposta à revelação de Deus (12.7-8) (Bíblia de Genebra).
invocado o nome do SENHOR. Isaque e Rebeca bem sabiam a razão por que Abraão tinha estado tão apreensivo pelo temor de que o filho se casasse com mulher pagã relacionava-se com o fato de que era praticamente universal a ignorância prevalecente com respeito ao Deus verdadeiro. Era vigente, por toda parte, um sem número de religiões enganosas e idólatras (Bíblia Shedd).
26-31 Abimeleque e sua comitiva não foram bem recebidos cordialmente – inicialmente Isaque não ofereceu nenhuma comida (ver 18:1-8) – mas Isaque era suficientemente sábio para finalmente concordar com uma aliança, celebrada por uma refeição comunal (Andrews Study Bible).
26 Abimeleque. Por ocasião do tratado anterior, Isaque estava com três anos de idade (Gn 21:8, 22; ver também o com. de Gn 21:8). O segundo tratado foi feito aproximadamente 97 anos mais tarde (25:26; 26:34). É provável, portanto, que o Abimeleque de Gênesis 26:26 não seja a mesma pessoa mencionada em 21:22 [Ver com. do v. 1]. … Pode-se imaginar como Isaque se sentiu quando Abimeleque descaradamente se gabou de sua própria justiça e desonestidade no passado. Quando servos de Abimeleque arruinaram vários dos poços de Isaque e roubaram pelo menos dois deles, não houve violência devido apenas à pacífica retirada de Isaque. CBASD, vol. 1, p. 383.
33 Chamou-lhe Seba. Os servos de Isaque o informaram sobre o sucesso que tiveram em abrir um novo poço naquele mesmo dia, e ele deu a esse poço [em heb. Beer] o nome de Seba, que significa “juramento”, em comemoração ao tratado com Abimeleque. A declaração “com isso, Berseba é o nome daquela cidade” não desacredita o fato de que Abraão já tinha dado exatamente esse nome ao local (Gn 21:31). Houve então uma razão adicional para manter o nome dado ao lugar havia um século. CBASD, vol. 1, p. 383.
34-35 A escolha das esposas de Esaú não foi dirigida pelo desejo de continuar a linhagem escolhida, tendo sido feito, ao contrário, feita sem observância de seu direito de primogenitura (25:29-34) ou mesmo talvez rebelião (Andrews Study Bible).
34 Tendo Esaú quarenta anos de idade. Às dificuldades de Isaque com os filisteus somou-se então uma aflição doméstica que lhe causaria profunda e duradoura tristeza. Esaú, que já havia demonstrado indiferença para com princípios religiosos, não viu razão para se aconselhar com os pais com respeito à escolha de uma esposa ou para fazer arranjos e conseguir uma entre seus parentes na Mesopotâmia. Quando estava com 40 anos de idade e seu pai com 100 (Gn 25:26), Esaú se casou simultaneamente, ou quase simultaneamente, com duas mulheres heteias. Ao fazê-lo, desafiou abertamente os princípios da orientação paterna, da proibição quanto ao casamento com pagãos e da monogamia. CBASD, vol. 1, p. 384.
Seus caminhos maus e perversos, sua religião idólatra e sua disposição frívola e profana trouxeram sofrimento a Isaque e Rebeca. CBASD, vol. 1, p. 384.
Os filhos devem tomar cuidado para que não cheguem a causar sofrimentos desnecessários àqueles que os amam (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
A história da bênção roubada é estruturada por referências ao casamento de Esaú com mulheres heteias e o desprazer de seus pais por isto (27.46). O profano Esaú mostrou seu desrespeito pelas bênçãos da aliança ao se casar com filhas da terra (24.3-4; 31-50). Casando-se com cananeias e, consequentemente, aborrecendo seus pais (27.46), ele efetivamente se desligou da herança sagrada (21.21; 25.6) (Bíblia de Genebra).
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“Na mesma noite, lhe apareceu o Senhor e disse: Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque Eu sou contigo; abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão, Meu servo” (v.24).
Isaque estava prestes a passar por experiência semelhante a que seu pai havia passado. Em dias de fome, teve de buscar auxílio na terra dos filisteus. As terras do Egito, porém, certamente lhe eram uma possibilidade posterior. Mas o Senhor lhe apareceu, dando-lhe uma ordem expressa: “Não desças ao Egito. Fica na terra que Eu te disser” (v.2). A obediência de Abraão pôde ser vista em seu filho e, igualmente, a reprodução de suas ações precipitadas. Assim como Abraão mentiu a respeito de Sara, Isaque mentiu sobre o parentesco com Rebeca, “porque era formosa de aparência” (v.7).
Seu amor por sua amada esposa, contudo, não poderia ficar em secreto por muito tempo. “Abimeleque, rei dos filisteus, olhando da janela, viu que Isaque acariciava a Rebeca, sua mulher” (v.8). Mais uma vez, a mentira foi descoberta e a misericórdia de Deus sobrepujou a falível natureza humana. Isaque “prosperou, ficou riquíssimo […] de maneira que os filisteus lhe tinham inveja” (v.13, 14). E cada poço “que os servos de seu pai haviam cavado” (v.15), os filisteus enchiam de terra. Até que a prosperidade de Isaque se tornou a causa de sua expulsão daquele lugar.
Prontamente, “Isaque saiu dali e se acampou no vale de Gerar, onde habitou” (v.17). E sem conflitos ou intenção de provocá-los, ele tornou a abrir “os poços que se cavaram nos dias de Abraão, seu pai” (v.18), e passou a abrir novos poços. Mas estes também foram motivo de contenda para “os pastores de Gerar” (v.20), que lhe tomavam o direito àquela água. E assim se sucedeu duas vezes, até que, na terceira, não houve contenda. Isto foi um bálsamo ao coração do pacífico Isaque, e, à sua paciência, o Senhor respondeu com bênção: “Não temas, porque Eu sou contigo; abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão, Meu servo” (v.24). Seguindo o exemplo de seu pai, Isaque “levantou ali um altar” e invocou o nome do Senhor (v.25).
A vida do herdeiro da promessa era um testemunho vivo de que a bênção do Senhor o acompanhava, de forma que isso era claramente visto, inclusive por seus inimigos (v.28). Aquele acordo de paz representa a fidelidade do que está escrito: “Sendo o caminho dos homens agradável ao Senhor, Este reconcilia com eles os seus inimigos” (Pv.16:7). O fato de que “eles se foram em paz” (v.31) também estabelece um limite de convivência. Viver em paz uns com os outros nem sempre significa intimidade ou estar perto. Por vezes, a distância é a melhor alternativa ao se estabelecer uma aliança de paz. Que o Senhor nos conceda sabedoria em nossos relacionamentos e que, como Isaque, sejamos cavadores de poços de paz, e não entulhadores de poços de contendas. Seja dito a nosso respeito: “Tu és agora o abençoado [a abençoada] do Senhor” (v.29). Vigiemos e oremos!
Bom dia, abençoados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 26 – Este capítulo foca em Isaque como nenhum outro o faz.
Isaque era um indivíduo falho, enfrentando com paciência as crises da vida. Deus lhe pediu que ficasse em Gerar quando fugia da fome rumo ao Egito, como fizera Abraão. Isaque revelou ousadia espiritual permanecendo, quando a lógica humana pedia para migrar; contudo, falhou terrivelmente ao mentir sobre Rebeca ser sua irmã, como seu pai fizera.
Apesar disso, Deus o abençoou.
Acreditando nas promessas divinas, Isaque arduamente trabalhou o solo árido, obtendo fartas colheitas. Sua prosperidade incomodou os invejosos de Gerar. Como a inveja promove a loucura, os poços perfurados por Abraão foram enterrados. Isaque cavou outros poços, mas também enterraram. Sem tirar satisfação, brigar, vingar-se ou lutar pelos próprios direitos, Isaque pacificamente migrou ao vale de Gerar. Ali perfurou outro poço e levantou um altar para adorar, como seu pai fazia. Tempos depois, o rei pagão, Abimeleque, procurou Isaque visando à reconciliação. Sem indiferença e retaliação, Isaque o convidou à festa de celebração.
Ao enfrentar inveja, rejeição, injustiça e oposição, seja pacífico e paciente. Viva com cristão (1 Pedro 2:19-21, 23-25; 3:13-16; 4:15-15; Tiago 3:13-18).
Estar onde Deus quer não implica ser blindado dos problemas. As crises chegam até mesmo aos mais fervorosos servos de Deus. Contudo, não fuja para lugares aparentemente seguros neste mundo. Refugie-se no abrigo do Altíssimo e descanse à sombra do Todo-poderoso (Salmo 91:1).
O capítulo destaca que mesmo com nossas limitações e imperfeições, Deus cumpre Suas promessas. Se cultivarmos a paciência e aprendermos a evitar brigas em prol da paz, o resultado será reconciliação até daqueles que nos odeiam (Provérbios 16:7; 1 Pedro 2:11-12).
Paulo sintetiza a lição deste capítulo em Efésios 4:2 – “Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor”.
E, complementa com Colossenses 4:5-6 – “Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um”.
Contudo, nenhuma paz nos tranquiliza se há amargura em nosso lar. A bigamia pagã do filho Esaú afligia o coração de Isaque e Rebeca (Gênesis 26:34).
Precisamos de Cristo para lidar com os desafios da existência (Mateus 11:29). NEle teremos paz! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Queridos irmãos,
Neste dia 10 de fevereiro, as igrejas da América do Sul iniciam o programa Dez Dias de Oração.
Uma oportunidade única para buscarmos poder enquanto indivíduos e enquanto igreja para vencer espiritualmente os desafios e testemunharmos sobre a grande mensagem que temos que dar ao mundo.
Você pode acessar todo o material produzido pela Igreja Adventista na América do Sul, inclusive sermonário do pastor Mark Finley, apresentações, cartazes, banners, vinhetas, etc, AQUI.
Mais material e instruções aos líderes pode ser encontrado no site da Igreja Mundial AQUI (arquivo compactado zip) e AQUI (site do programa).
Leia este convite especial:
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 25 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 25 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
GÊNESIS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/25
Neste capítulo, nos despedimos de Abraão e somos apresentados a Jacó, cujos filhos se tornam os líderes das doze tribos da nação de Israel. É por meio da nação de Israel que Deus cumprirá Sua promessa a Abraão de tornar sua família uma grande nação e abençoar o mundo inteiro (Gênesis 12:1-3). Em última análise, Jesus nasceria da família de Abraão e seria a maior bênção e o cumprimento final da promessa de Deus a Abraão (Mateus 1:1-17; Gálatas 3:16-17).
Mas antes da história dos filhos de Jacó e da formação da nação de Israel devemos ouvir a história de Jacó cujo nome é mudado para Israel. Precisamos aprender com a experiência de vida de Jacó e seguir sua jornada de enganador e trapaceiro (Gênesis 25:29-34; 27:36) até se tornar um Príncipe com Deus (Gênesis 32:28). Deus transforma o caráter de Jacó e finalmente muda seu nome como evidência dessa transformação. A história de Jacó é realmente a história de cada filho de Deus. Durante esses próximos dias, tente ler a história de Jacó como sendo a sua própria história.
Douglas Tilstra
Vice-presidente das Atividades Estudantis
Universidade Walla Walla – EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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594 palavras
1-11 Última menção de Abraão na história. Ele teve outra esposa, que parece ser descrita como uma concubina (v. 6). Seus filhos são suficientemente importantes para serem incluídos em uma breve genealogia, mas ao mesmo tempo são insignificantes para as bênçãos divinas e são mandados embora para proteger Isaque (Andrews Study Bible).
8-10 A descrição da morte de Abraão utiliza uma linguagem tradicional, enfatizando o avançado de sua idade. Seu corpo foi enterrado no sepulcro da família, aonde Sara já estava enterrada (23.19). A expressão “foi reunido ao seu povo” não denota movimento da alma, mas sim o inevitável destino pós queda da humanidade: todos iremos morrer. Isto é destacado fortemente no Pentateuco (25:17; 35:29; 49:33; Deut. 32:50) (Andrews Study Bible).
Esaú tinha 15 anos [tb Jacó] quando Abraão morreu (Bíblia Shedd).
9 Nascimentos e mortes unem as famílias (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
11 Beer-Laai-Roi. Isto é, poço daquele que vive e me vê (Bíblia NVI).
12-18 A genealogia de Ismael é incluída, marcando o cumprimento das promessas para Agar (16:10) e Abraão (17:20). Os doze filhos refletem as unidades tribais de Israel (35:22b-26) (Andrews Study Bible).
18 Havilá ficava, provavelmente, perto do Sinai, ao noroeste da Arábia. Sur era um povoamento fortificado, mantido pelo Egito com a finalidade de antepor uma barreira contra os nômades orientais. Toda a área fica, portanto, compreendida pela Arábia setentrional [norte] (Bíblia Shedd).
19-34 Como Sara, Rebeca era estéril e somente concebeu devido a intervenção divina e orações de seu marido Isaque após vinte anos de casamento (v. 26) (Andrews Study Bible).
20 Padã-Arã. Provavelmente na região noroeste da Mesopotâmia (Bíblia Shedd).
22 lutavam. Forte expressão significando literalmente “batendo um no outro” (Deut. 28:33; Jz. 9:53). O tema do conflito progride desde o útero, passando pelo parto (Gên. 25:26), suas profissões diferentes (v. 27) e preferências opostas às dos pais (v. 28) (Andrews Study Bible).
23 A resposta divina antecipa o conflito entre os dois filhos de Isaque e destaca a proeminência da eleição divina sobre as tradições estabelecidas dos direitos do primogênito (Andrews Study Bible).
25 Esaú significa “cabeludo”. Em muitos aspectos ele era mais atraente e insinuante que Jacó, mas faltava-lhe uma coisa importante: a fé. Não era só o caso de ser ele um materialista (Hb 12.16) pois que, também Jacó assim se revelara na primeira fase de sua vida. O fato, porém, era que Esaú não depositava confiança nas promessas divinas, nem atribuía qualquer valor à aliança estabelecida com Abraão. Jacó, por outro lado, estava confiante e buscava tais promessas. Deus o abençoara e submetera-o à disciplina (Bíblia Shedd).
26 Jacó, “aquele que segura o calcanhar”, portanto, “Suplantador”, o que tira vantagem sobre outros pela astúcia (Bíblia Shedd).
29-34 Jacó tira vantagem da situação e ganha o direito de primogenitura trocando-o por um cozido, procurando forçar a mão de Deus. A rápida refeição de Esaú (marcada por quatro verbos em rápida sucessão [comeu, bebeu, levantou-se, saiu]), dado em troca do direito de primogenitura, mostra a tolice de Esaú (Heb. 12:16) (Andrews Study Bible).
30 Edom significa “vermelho”, associa-se ao fato de ser esta a cor de Esaú (25), bem como a cor do prato de lentilhas, pelo qual ele negociara seu direito de primogenitura (Bíblia Shedd).
31 O direito de primogenitura tinha referência a certos privilégios atribuídos ao filho mais velho: 1) Porção dobrada dos haveres paternos, depois da morte deste; 2) Direito de exercer o sacerdócio sobre a família; Em relação à família de Abraão, a primogenitura incluía mais este direito: 3) Ficar na linha genealógica direta do Salvador por vir. (Bíblia Shedd).
Tais privilégios nada eram na opinião de Esaú, e ele se sentia muito satisfeito em desfazer-se de tudo o que implicavam, se somente pudesse obter a satisfação imediata dos apetites (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
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“Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas” (v.27).
A vida dos grandes homens e mulheres de Deus do passado nos deixaram um legado de fé, fidelidade e temor a Deus. Voluntariamente permitiam que o Senhor lhes indicasse o caminho a ser seguido e buscavam servi-Lo. Não obstante, também eram homens como nós, sujeitos “aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17) e, com muita frequência, podemos comprovar isso nas Páginas Sagradas. Não sabemos exatamente em que período Abraão tomou para si “outra mulher” (v.1), mas, certamente, o Senhor deixou bem claro que sobre o Seu propósito original estava a Sua bênção: “Depois da morte de Abraão, Deus abençoou a Isaque, seu filho” (v.11).
Mesmo habitando em tendas, afastado dos costumes e tradições pagãs das cidades circunvizinhas, a natureza humana mostrava a sua real condição pecaminosa. Abraão não só maculou os laços sagrados de seu matrimônio, como também abriu brechas para inculcar na mente de seus demais filhos a predileção divina referente a Isaque. Isaque não era o preferido de Deus, mas o cumprimento da promessa feita por Ele a Abraão. Por vinte anos Isaque “orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril; e o Senhor lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu” (v.21). Percebam que “Isaque tinha sessenta anos quando Rebeca deu à luz” (v.26). Foram vinte anos orando por um filho. Uma tremenda lição de fé e perseverança para a nossa geração imediatista. E, já no ventre de Rebeca, a luta era sentida e o primeiro lugar disputado, pois “que havia gêmeos no seu ventre” (v.24).
Infelizmente, os sentimentos de Abraão e as lições aprendidas de sua especial eleição, motivaram Isaque a apegar-se mais a um filho do que ao outro. Esaú mostrava-se um homem forte e decidido. Aos olhos de seu pai, não poderia haver outro mais capaz para assumir a liderança da família e dar continuidade à descendência de Abraão. Jacó, por sua vez, era homem pacífico, sossegado. Enquanto Esaú empreendia planos e era ávido por grandes aquisições, Jacó apreciava a vida pacata e a simplicidade de suas habitações. Em tudo eram diferentes e em tudo divergiam. Fossem, porém, ensinados a unir suas diferenças para um bem comum, muitos sofrimentos poderiam ter sido evitados.
Como primogênito e herdeiro por herança, Esaú não cogitava a possibilidade de perder o seu direito adquirido. Mas Jacó, influenciado por sua mãe, aproveitou-se de uma situação casual para conquistar para si o que Deus já havia dito que seria seu. E, como no Éden, Esaú foi vencido pelo apetite, rebaixando sua primogenitura à estatura de um “cozinhado de lentilhas” (v.34). Da mesma forma, nós não estamos livres de sofrer pelas consequências de nossas próprias escolhas. “Porque Deus amou ao mundo” (Jo.3:16) já é um recado bem claro de que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Contudo, Ele que conhece o fim desde o princípio, também conhece o coração humano e suas intenções. Nossos erros ou acertos não servem de termômetro de santidade. Deus conhece os Seus e os identifica desta forma ainda que tudo conspire de modo contrário. Não despreze o seu direito como filho ou filha do Rei do Universo! Não permita que nada neste mundo substitua a herança que Cristo conquistou para você! Vigiemos e oremos!
Bom dia, herdeiros da vida eterna!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100