Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de fevereiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 35 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 35 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



GÊNESIS 35 by Jobson Santos
17 de fevereiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/35

Gênesis 35 mostra três quadros de pessoas que enfrentaram a morte relacionadas a Débora, Raquel e Isaque.

Débora serviu fielmente como ama de Rebeca enquanto vagavam da Mesopotâmia para Canaã. Jacó e Raquel lamentaram sua morte como a perda de uma querida amiga da família que muito contribuíra para eles. Como lembrança, seu túmulo sob um carvalho em Betel foi chamado Alom Bacute (Allon bachuth), “o carvalho do choro” (v. 8).

Pouco tempo depois, Raquel deu à luz seu segundo filho. Mas este seu presente para o amado Jacó lhe custou a vida. No seu leito de morte Raquel deu ao menino o nome de Benoni, “filho da minha tristeza”, porém Jacó o batizou de Benjamim, “filho da minha força”. A morte de Raquel foi para ele uma profunda e pesada dor, lembrada ainda em seu leito de morte.

A longa vida de Isaque em Hebrom foi a de um estrangeiro, assim como havia sido a vida de Abraão. Mas seus 180 anos foram marcados tanto pela obediência, quanto pelo sofrimento e trabalho. Ele viveu, surpreendentemente, 180 anos (v. 28).

Penso nestes finais de vida relatados nas histórias das Escrituras. Toda a vida de serviço fiel de Débora, o verdadeiro amor de Raquel à sua família e a perseverança de Isaque como um crente entre os pagãos, tocam meu coração aqui na Malásia.

Mercella Chen
Estudante malaia no iEAT
Instituto de Estudos da Ásia Oriental

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de fevereiro de 2022, 0:50
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793 palavras

sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel.  Bíblia de Genebra.

Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.

A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.

2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.

4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.

argolas  das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.

Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.

terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.

A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.

edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20.  Bíblia de Genebra.

16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu.  Andrews Study Bible.

Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.

O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.

22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.

Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.

O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)

27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.

Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.

Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra. [NC: Gen 27:4 e 33 revelam que a real intenção de Isaque era transmitir a Esaú as bênçãos da Aliança].



Gênesis 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de fevereiro de 2022, 0:45
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“Então, disse Jacó à sua família e a todos os que com ele estavam: Lançai fora os deuses estranhos que há no vosso meio, purificai-vos e mudai as vossas vestes” (v.2).

Após o ocorrido em Siquém, Jacó temeu pela própria vida e pela vida de sua família. A atitude assassina de seus filhos certamente despertaria o ódio geral das nações ao redor. Porém, “o terror de Deus invadiu as cidades que lhes eram circunvizinhas, e não perseguiram aos filhos de Jacó” (v.5). A ordem divina para que fossem a Betel foi seguida de um despertamento e reforma no meio do povo: “Então, deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas” (v.4). Este rito representa uma purificação, uma demonstração de arrependimento e de desapego das influências pagãs e mundanas.

Ao enterrar aqueles objetos, Jacó deu início a uma nova fase em sua família, assumindo um novo estilo de vida. O Senhor Se agradou disto, lhe aparecendo outra vez, lhe abençoando e renovando a aliança que havia feito com ele com seus pais, Abraão e Isaque. A morte de Raquel lhe causaria grande dor, mas o nascimento de Benjamim selaria a sua prole com a promessa de que se tornariam uma “multidão de nações” (v.11). Cada altar erguido ao Senhor simbolizava um lugar de verdadeira adoração. Os doze filhos de Israel possuíam limitações e fraquezas, mas seria a partir de sua descendência que Deus suscitaria uma nação de verdadeiros adoradores. E como um outro presente do Céu, Jacó teve a alegria de reencontrar seu pai ainda vivo (v.27), e Isaque, o privilégio de conhecer os netos que dariam continuidade à descendência de Abraão.

Rúben, o primogênito de Jacó” (v.23), estava entre aqueles que participaram do ritual de purificação, mas ao se deitar “com Bila, concubina de seu pai” (v.22), mostrou que seu coração ainda estava longe de Deus. A purificação é um processo de limpeza que resulta da busca por santificação. Não se trata de uma mudança externa apenas, mas do resultado de uma transformação que começa no coração. Cada “ídolo” rejeitado, cada hábito nocivo abandonado, é seguido de uma bênção divina. Para cada degrau avançado, erguemos um altar de adoração ao “Deus Todo-Poderoso” (v.11). Deus não exige de nós uma mudança instantânea, mas nos conduz em uma jornada onde, passo a passo, nos ensina que a verdadeira adoração não provém de nosso enganoso coração, e sim da entrega deste aos cuidados do Espírito Santo. É um processo gradual e crescente, como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

A obra de purificação que o Senhor realiza no meio do Seu povo sempre será o resultado da graça e do perdão que Ele nos oferece: “Eu, Eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de Mim e dos teus pecados não Me lembro” (Is.43:25). Não há mérito algum naquele que decide abandonar a velha vida para tornar-se uma nova criatura. Mas quando adoramos a Deus através da nossa vida porque O amamos, tudo passa a ter um significado diferente, e abandonar a aparência do mal torna-se um resultado inevitável. Isto não significa deixar de ser um pecador, mas, conscientes da natureza pecaminosa que domina os nossos membros, colocarmo-nos nas mãos do Oleiro a fim de que Ele nos molde segundo a Sua vontade. E, pela graça de Jesus, corresponder ao chamado divino: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16).

Quer você ser purificado e despir-se das vestes do pecado? Precisamos clamar pelo Espírito Santo! No livro O Desejado de Todas as Nações, página 135, lemos: “Quando o Espírito de Deus, com Seu maravilhoso poder vivificante, toca a alma, abate o orgulho humano. Prazeres, posições e poder mundanos aparecem como sem valor”. Deus deseja nos vestir das vestes da pureza e da justiça de Cristo, como está escrito: “Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes” (Zc.3:4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados por Cristo!

DEZ DIAS DE ORAÇÃO – 8° DIA: Oremos pelo batismo do Espírito Santo e Seu lavar purificador em nossa vida. Oremos por nossos cinco nomes de oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de fevereiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 35 – A igreja de Deus no Antigo Testamento dava tantos maus testemunhos que talvez muitos de nós seríamos pagãos para não pertencer a um povo com uma história moral tão baixa. Infelizmente muitos mestres da Bíblia são maquiadores das histórias reveladas por Deus. Inúmeros professores cristãos não são íntegros em suas preleções.

Veja que, “quando Benjamim, o décimo segundo [filho], chegou, sua mãe morreu durante o parto (Gn 35:17, 18). Portanto, a inveja, o ciúme, a rivalidade e a contenda manchou o mundo em que aqueles irmãos nasceram. Um pai. Quatro mães. A melhor maneira de relacionar os irmãos e suas mães é lendo a genealogia em Gênesis 35: ‘Eram doze os filhos de Israel. Rúben, o primogênito de Jacó, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, filhos de Lia; José e Benjamim, filhos de Raquel; Dã e Naftali, filhos de Bila, serva de Raquel; e Gade e Aser, filhos de Zilpa, serva de Lia’ (v. 22-26)” (Philip W. Dunham).

A dor e o sofrimento castigam o povo de Deus tanto por situações naturais como a morte de Débora, ama de Rebeca e a morte de Rebeca no parto de Benjamim, quanto por escolhas estúpidas, como é o caso de Diná (em Gênesis 34) e o caso de Ruben, que “deitou-se com Bila, concubina de seu pai. E Israel ficou sabendo” (Gênesis 35:22). Que família desestruturada e disfuncional!

Observe como Ellen White comenta sobre essa família: “O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou, não deixaram de exercer influência para o mal, influência esta que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor” (PP, 208-209).

Para reverter esse quadro horrível da família de Jacó, Deus pede a ele devoção e adoração (Gênesis 35:1); Jacó age entendendo a importância da consagração resultante de reavivamento e reforma (Gênesis 35:2-14).

A intimidade transforma nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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