Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 5 – Caso tenhamos disposição para entender a missão de Jesus, precisaremos decidir pelo arrependimento.

Lucas revela que Jesus tem as prerrogativas apontadas nas promessas do Antigo Testamento; Ele era o verdadeiro Messias, profetizado por décadas e milênios. Ao ler na sinagoga, Isaías 61, e logo afirmar: “Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lucas 4:21), Jesus declarava claramente ser o Messias.

No capítulo 5, Lucas explora o cumprimento profético de Isaías nas atividades diárias do Messias:

1. Sendo Jesus o Criador e Senhor do Universo, deu ordens a Pedro (o qual fracassara na pesca durante a noite toda), para lançar as redes do outro lado do barco. Ao obedecer à palavra aparente ilógica do Mestre, Pedro experimentou um milagre; então, imediatamente reconheceu Sua indignidade e junto a Tiago e João abandonaram tudo para segui-lO (vs. 1-11).

2. Jesus libertou leproso, quando a lepra era uma das piores doenças da época e símbolo de pecado e contaminação; além disso, curou e perdoou pecados do paralítico. Consequentemente, impressionou a muitos: a uns positivamente, a outros, negativamente (vs. 12-26).

3. Ao envolver-Se com os pobres e párias da sociedade, Jesus foi severamente criticado; os críticos acompanharam de perto o ministério profícuo de Jesus. Estes críticos questionaram as companhias de Jesus, Sua forma de comer (vs. 27-32) e Suas práticas (ou não práticas) espirituais (vs. 33-39).

Jesus, com Seu jeito de ser, impressionava aos críticos e o público em geral.

“Com lógica irretorquível, indicou que são os doentes, e não os são, que precisam de médico. Seu trabalho era entre os pecadores. Não viera, no entanto, para deixá-los no seu pecado. Chamava-os ao arrependimento. A referência de Jesus aos justos é, naturalmente, irônica. Mas os fariseus se consideravam assim, e, segundo as premissas deles mesmos, a conduta de Jesus era justificada. O fato de que deixaram de tornar-se discípulos talvez tenha conexão com o fato de que o arrependimento não é fácil para os respeitáveis e justos aos seus próprios olhos. Lucas está muito interessado no tema do arrependimento, e o desenvolve muito mais plenamente do que Mateus e Marcos (ver 3:3, 8; 10:13; 11:32; 13:3, 5; 15:7, 10; 16:30; 17:3, 4; 24:47)” (Leon L. Morris).

Portanto, arrependamo-nos de nossos pecados, assim seremos libertos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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