Comentário devocional:
Como todos os capítulos do livro de Provérbios, o capítulo 19 é incrivelmente rico. Não seria ótimo se pudéssemos examinar todos os conceitos expostos neste capítulo? Como simplesmente não temos tempo ou espaço para explorá-los profundamente, vamos focalizar somente o verso 11: “A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas.” (NVI).
Como, porém, eu posso ignorar uma ofensa? Afinal de contas, fui eu quem foi ofendido. Isso não está certo.
Eu deveria responder ao ofensor, não deveria? Sem dúvida, a tendência natural é de incendiar-se em raiva ou gastar tempo e energia tentando descobrir uma maneira de pagar, em dobro, a ofensa recebida.
Afinal de contas, não é o pensamento natural que a pessoa ofensora mereça toda a retribuição?
Entretanto, conforme amadurecemos na vida cristã passamos a perceber a importância crucial de relevar uma ofensa, como recomendado por este provérbio.
Aos poucos, aprendi a pensar da seguinte maneira: se eu quero obedecer à ordem de 1 Pedro 1:15 para ser santo em minha conduta (como Deus é santo), então preciso ser como Deus. Miquéias 7:18, que descreve o caráter do Senhor e como Ele age, me incentiva nessa direção: “Quem é Deus semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade, e esqueces da transgressão do resto da Tua herança? Ele não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (NVI).
Também sou incentivado a ser como Deus ao meditar em Salmo 103:8-14: “O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor. Não acusa sem cessar nem fica ressentido para sempre; não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades. Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem; e como o Oriente está longe do Ocidente, assim ele afasta para longe de nós as nossas transgressões. Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem; pois ele sabe do que somos formados; lembra-se de que somos pó” (NVI).
Senhor, não consigo relevar ofensas por minhas próprias forças. Enche-me com o Espírito Santo para que eu possa ter o fruto do Espírito. Só então, com o Seu amor pelos outros fluindo através de mim, poderei abençoar aqueles que me amaldiçoam. Amém.
David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/19/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Provérbios 19
Nomes são muito importantes. Ao começar uma amizade, você primeiro procura descobrir o nome da pessoa e pronunciá-lo corretamente.
Deus também tem diversos nomes que descrevem o Seu caráter. Seu nome está acima de todos os nomes . “Louvem todos o nome do SENHOR, pois somente o seu nome é exaltado; a sua majestade está acima da terra e dos céus” Salmo 148:13, NVI. Alguns de Seus nomes são: Elohim (Deus) , El Shaddai (Senhor Deus Todo-Poderoso), Adonai (Senhor e Mestre), Jehovah Shalom (O Senhor é paz), Jehovah Jireh (O Senhor proverá), etc.
No monte Sinai o Senhor se aproximou de Moisés e se revelou a ele. Somente podemos imaginar a cena relatada em Êxodo 34, porque Moisés recebeu a ordem de subir o monte sozinho. Lemos: “E passou diante de Moisés, proclamando: ‘Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade, que mantém o seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado. Contudo, não deixa de punir o culpado…’ ” (Êxodo 34:6-7, NVI). Surpreendente. Este é o meu Deus! Ele é tão maravilhoso! Seu caráter O torna santo e separado. É por isso que na oração do Senhor somos instruídos a dizer: “Santificado seja o Seu nome”. O nome de Deus é tão sagrado que nunca devemos tomar o Seu nome em vão (Neemias 9:5-37).
Em Provérbios 18:10 lemos que “O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros” (NVI). Que poder existe no nome do Senhor! ” Satanás treme e foge diante da mais débil alma que se refugia nesse nome poderoso” O Desejado de Todas as Nações, p. 130.
“Senhor, que eu traga honra e glória ao Seu santo nome hoje. Proteja-me na torre forte de refúgio do Seu poderoso nome. Amém”.
David A. Steen
Andrews University
Comentário devocional:
Como você reage quando é criticado ou comandado duramente por pessoas excessivamente controladoras? A minha tendência natural é ficar na defensiva e talvez até mesmo ficar com um pouco de raiva e responder com argumentos ásperos. Respostas irritadas são emitidas facilmente. Muitas vezes nós aceitamos estas nossas reações como parte normal da vida. Entretanto, não posso esquecer que minhas palavras e atitudes registram diretamente a extensão da minha relação (ou a falta dela) com Jesus.
Pelas minhas contas, Provérbios 15 têm bem mais de uma dúzia de sugestões sobre a melhor forma de responder às provocações. Depois, há pelo menos uma dúzia de provérbios que contrastam o comportamento e as ações do ímpio / tolo / orgulhoso /ganancioso em relação ao justo / bom / sábio. Salomão deixa claro que a felicidade ou mágoa dependem da nossa atitude e como escolhemos falar e agir.
“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (verso 1 ARA).
“A língua serena é árvore de vida, mas a perversa quebranta o espírito” (verso 4 ARA).
Minha passagem favorita é: “A língua dos sábios torna atraente o conhecimento, mas a boca dos tolos derrama insensatez” (verso 2 NVI). Este verso me faz imaginar no campo uma alta, bela e bem podada árvore da sabedoria. E os sábios são os que têm a capacidade de proteger esta árvore. Na verdade, não é a sabedoria definida pela capacidade de tornar atraente o conhecimento, tornando-o compreensível e desejável?
A língua pode enfeiar, ferir e destruir. Ou pode adornar, acalmar e curar. Lemos que “A censura contínua estraga e escurece a vida de ninguém” (4T, p. 65). “Quando pais e mães são convertidos […] seus pensamentos serão convertidos; suas línguas serão convertidas” (AH, p. 436).
Senhor, minha Rocha e meu Redentor, meu maior desejo é uma conversão indescritível, total, de todo coração. Que assim as palavras da minha boca e as meditações do meu coração sejam agradáveis a Ti hoje. Amém.
David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 15
Filed under: sabedoria | Tags: consequências, decisões, escolhas, orientação
Comentário devocional:
Ao você meditar sobre Provérbios 14, hoje, qual verso te pareceu mais familiar? Deixe-me adivinhar. Foi o versículo 12? “Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte” (NVI).
Ou, talvez, para você que é fazendeiro, seja a passagem bem-humorada que sugere que se você tem um boi terá que jogar fora muito estrume com uma pá (“Onde não há bois o celeiro fica vazio, mas da força do boi vem a grande colheita”, verso 4 NVI). Com a força de um boi, um agricultor pode fazer muito, mas certamente, há “consequências” que precisam ser retiradas para fora. Isso me faz lembrar o ditado de que minhas decisões nem sempre são limpas e corretas, mas meu trabalho é manter minha vida limpa.
Eu estou lutando para aprender a agradecer sempre a Deus pelas escolhas na minha vida, principalmente as que precisam de posterior correção. Em quase todos os casos onde coisas erradas aconteceram foi porque eu tinha opções e haviam decisões que precisavam ser tomadas. Faço isso, aquilo, ou, até mesmo outra coisa?
Cada escolha tem suas consequências, algumas das quais não são muito boas. Tendo um boi eu posso ter mais terra arada, mas haverá sempre pilhas de estrume para limpar (e certamente o boi precisa comer mais feno…). Ter a liberdade de escolha é uma bênção incrível, uma razão para agradecer a Deus. Pense no que seríamos se não tivéssemos esta capacidade.
A vida trancafiado na solitária de uma pequena cela, sem poder escolher nada, é livre de decisões. Uma vida lutando pela próxima respiração em uma cama de hospital, totalmente dependente das habilidades e recursos da equipe médica, tem muito menos opções ainda. Então, agradeço a Deus pelas escolhas que posso fazer, mesmo que nem sempre opte pelas mais acertadas. No entanto, pela graça de Deus, ainda sou livre para fazer escolhas.
Para cada decisão que eu faço na vida, creio que Provérbios 14:12 seja um dos mais importantes guias de vida ou morte. Salomão, o homem mais sábio que já viveu, está dizendo que aquilo que me parece certo pode me levar à morte eterna. Provérbios 3:6 afirma o mesmo de uma forma positiva: “Reconhece-O [o Senhor] em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas” (ARA).
Senhor, que todas as escolhas que eu fizer hoje sejam guiadas pelo Espírito Santo. Amém.
David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/14/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 14
Comentário devocional:
O capítulo de hoje continua a grande coleção de provérbios de Salomão, iniciada em Provérbios 1:8.
Nem todos os provérbios foram de autoria de Salomão, mas todos foram coletados e organizados – por ele e por outros – sob inspiração do Espírito Santo, para nosso benefício. Esses escritos cobriam uma ampla gama de tópicos, incluindo: trabalho, sabedoria, paternidade, obediência, gestão financeira, integridade, justiça, comunicação e muito mais.
Em Provérbios 13 destaca-se, entre outros temas, a importância daquilo que falamos. Palavras dão significado às coisas e são surpreendentemente poderosas. Palavras ferem ou curam. Palavras constroem ou destroem. E, sim, línguas soltas ainda afundam “navios” de todos os tipos: parcerias, namoros, amizades, aprendizagem e posses, para citar apenas alguns. Línguas soltas e sem controle afundam casamentos, famílias, governos, reputações e carreiras.
O conceito de que as palavras devem ser controladas por Deus, expresso por Salomão em Provérbios 13:2-5, 15 e, possivelmente, no versículo 17 (e mais adiante, em 18:21 e 21:23), não era novo para ele. Provavelmente ele o recebeu de seu pai Davi porque repete o conceito em Salmos 141:3: “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios” (ARA). Salmo 39:1 fala de um focinho ou um freio para controlar a língua. Antes disso, em Jó temos referências ao poder da língua e à necessidade de controlá-la (Jó 5:21, 15:3 e 5, 20:12, 27:4). Cuidar do que dizemos é tão importante que também é mencionado várias vezes no Novo Testamento. Tiago 3 fala sobre o poder da língua e a necessidade de controlá-la e usá-la para o bem.
Senhor, minha oração hoje é que coloques um guarda na minha boca. Quando a raiva surgir em mim hoje, controle minha língua. Quando tentado a falar mal dos outros, segure minha língua. Mas, mais importante, hoje, eu dedico a minha língua a Ti, Senhor. Que ela esteja sob o controle do Espírito Santo. Use-a como desejas para construir o Seu reino de bondade, amor, graça e misericórdia para com todos os que me rodeiam. Amém.
David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/13/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 13
Comentário devocional:
Um velho ditado diz: “Eu gostaria de ser jovem novamente. Era quando eu sabia todas as respostas.” Eu me lembro de quando era adolescente e tinha uma opinião sobre tudo e queria compartilhá-la. Agora, quanto mais velho fico mais eu prefiro ouvir.
Poucas horas antes de escrever este comentário sobre Provérbios 12, recebi um e-mail de uma colega russa com um pedido que me pareceu completamente inapropriado. Ela pediu informações sobre minhas atividades que estavam fora do âmbito de sua responsabilidade. Enquanto eu me encolhia de contrariedade durante a leitura do pedido, decidi não enviar uma resposta irritada inadequada, mas obter mais informações. E fiquei feliz que o tenha feito.
Poucos minutos depois, uma colega de trabalho me escreveu dizendo que a informação que essa colega russa estava pedindo não era para ela, pessoalmente, mas para o nosso departamento, que tinha todo o direito de solicitar aquela informação.
Pessoas que não conseguem controlar suas emoções enfrentam o fantasma do constrangimento e da vergonha. “O insensato revela de imediato o seu aborrecimento, mas o homem prudente ignora o insulto” (v. 16 NVI).
Você pode ser tentado a ignorar o meu incidente com o e-mail considerando-o como uma complicação de trabalhar em um ambiente multicultural. Mas isso não é verdade. As pessoas tantas vezes não entendem umas às outras que me surpreendo que mais guerras não tenham eclodido ao redor do mundo. Uma boa comunicação é uma habilidade que é difícil de dominar e escapa à maioria de nós.
É por isso que vale a pena ouvir. Antes de permitir-se sentir irritado com a primeira impressão, busque mais informações junto à fonte. Quando alguém chega até você com uma reclamação ou uma sugestão, consiga o máximo de informações que puder e, em seguida, repita o que ouviu para ter certeza de que entendeu a questão corretamente.
Na verdade, pode ser que você nem precise dar uma resposta. Muitas vezes as pessoas só querem ser ouvidas e só por ouvir você pode ser beneficiado com a oportunidade de aprender e crescer.
De fato: “O homem prudente não alardeia o seu conhecimento, mas o coração dos tolos derrama insensatez” (v. 23).
Façamos um esforço consciente de ouvir mais e falar menos.
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/12/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Provérbios 12
Comentário devocional:
Um amigo russo uma vez me perguntou o quanto de dízimos eu devolvia. E eu, assustado com a pergunta, respondi: “Um dízimo, é claro”.
Meu amigo, em seguida, me desafiou a dar “três dízimos”, um princípio praticado pelos israelitas, embora isso não fosse exigido deles. A Igreja Adventista em sua doutrina sobre mordomia enfatiza a devolução de um dízimo.
No entanto, no livro “Nisto Cremos”, que apresenta as principais crenças dos Adventistas, encontrei um pensamento que me fez pensar: “Os israelitas provavelmente contribuíam com cerca de um terço de suas rendas para propósitos religiosos e de caridade.” Um pouco adiante, o texto pergunta: “Deveríamos nós doar tanto quanto os israelitas…? […] Em parte alguma, o Novo Testamento repele ou descuida deste sistema. Quando comparamos nossos privilégios e bênçãos com aqueles do antigo Israel, compreendemos que em Jesus nossa porção é consideravelmente maior” (p. 340, 341).
O princípio do dízimo compartilhado pelo meu amigo russo era simples: 10 por cento para o dízimo normal da igreja, 10 por cento para ofertas voluntárias para ajudar a igreja com suas necessidades e 10 por cento para caridade. A ideia de abrir mão de um terço da minha renda me surpreendeu inicialmente. Mas, pensei, se os israelitas deram esse montante, certamente eu poderia fazer o mesmo. Então, eu me comprometi a fazer isso por seis meses.
Deus me permitiu participar deste ministério expandido de uma forma nova, surpreendente. Não apenas sinto satisfação em ver o nosso fundo de construção da igreja crescer de forma constante, mas também tive a alegria de ajudar vários estudantes africanos a voar para casa para passar o verão com a família e de ajudar um pai da Moldávia a adquirir um carro para melhor cuidar de seu filho autista de 7 anos de idade.
Por incrível que pareça, nunca mais tive falta de dinheiro. Na verdade, consegui poupar mais do que eu já tinha feito antes.
Salomão, um dos homens mais ricos de todos os tempos, conhecia o segredo desse princípio do dízimo. É por isso que ele disse: “Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá” (v. 24, 25 NVI) .
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/11/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 11
Comentário devocional:
Enquanto estudava aviação no estado de Washington, nos Estados Unidos, passei por um período difícil na minha vida. Um dia, estudando na faculdade, decidi roubar o pequeno avião no qual tinha feito meu treinamento para um vôo solo e depois derrubá-lo.
Quando já estava no ar, entretanto, imaginar minha mãe recebendo as notícias sobre a minha morte me afligiu muito. Então eu decidi pilotar o avião por um tempo e, depois, fugir. Apontei o avião para o norte e, várias horas depois, me encontrei parado e sem combustível em um aeroporto desabitado no Canadá.
Eu nunca vou esquecer o rosto de minha mãe quando ela me retirou de uma delegacia de polícia canadense, dois dias depois. Quando ela me tirou da cela, seus olhos estavam vermelhos de lágrimas e de preocupação e com profundas linhas de dor em seu rosto depois de duas noites sem dormir.
Quando meu avião não retornou para o aeroporto, a minha mãe passou horas temendo que eu houvesse caído com ele enquanto um grupo de resgate procurava por mim. Então, após me acharem, ela entendeu que tinha que ir para o Canadá me buscar .
De fato, como disse Salomão: O filho sábio dá alegria ao pai; o filho tolo dá tristeza à mãe” (v. 1 NVI).
Eu me lembro daquele momento em minha vida sempre que eu tenho que tomar decisões importantes. Nunca mais quero entristecer meus pais novamente e eu me pergunto se meus atos lhes trarão alegria ou tristeza. A resposta sobre se eu estou honrando meus pais ou não tende a revelar se os meus planos também estão em harmonia com a vontade do Senhor. Eu nunca mais quero entristecer meu Pai celestial – e é isso o que mais importa.
Andrew McChesney
Jornalista na Russia
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/10/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 10
Comentário devocional:
Na classe bíblica da Escola Sabatina que eu lidero em Moscou, decidimos jogar uma bola macia para os participantes, no início da classe, e quem pegasse a bola tinha que compartilhar algo novo que ele ou ela tinha aprendido na semana anterior .
Houve um monte de risinhos e sorrisos. Nosso grupo de estudantes, diplomatas e trabalhadores de escritório de cinco continentes se esforçaram para encontrar algo a dizer. Uma médica da África, em treinamento em Moscou, disse que tinha aprendido uma fórmula química complexa naquela semana. Mas muitos agiram como uma governanta vinda das Filipinas que admitiu não conseguir pensar em nada.
Eu sinceramente duvido que ninguém aprenda algo novo em uma semana, seja no ensino regular ou, mais importante, conhecimento espiritual e discernimento. O problema é que nem sempre fazemos esforço para aprender e isso é um grande erro.
Nos últimos anos, o meu objetivo tem sido aprender pelo menos uma coisa nova a cada dia. Minha inspiração é um diretor [CEO] americano de 41 anos de idade de uma empresa com sede em Moscou com 3.000 funcionários e excelentes receitas anuais. Quando lhe perguntei sobre o seu segredo para o sucesso, ele me disse: “Você tem sempre que aumentar a meta, não apenas para sua equipe de trabalhadores, mas para si mesmo. Eu acho isso extremamente importante, aprender coisas e fazer avançar seus próprios limites. Você sempre tem que aprender mais.”
Soubesse ou não, este empresário estava seguindo no caminho de Salomão, que disse: “instrua o homem sábio, e ele será ainda mais sábio; ensine o homem justo, e ele aumentará o seu saber” (v. 9).
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/9/
Traduzido por JDS/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 9
Provérbios 7 nos traz o relato de um rapaz sem juízo que caiu na armadilha de uma mulher adúltera e imoral. Ele se entregou a ela “como um boi que vai ao matadouro, como um animal que corre para a armadilha” (v. 22).
As pessoas precisam se proteger das armadilhas do adultério. Existem algumas precauções que tanto o homem como a mulher devem ter, como desconsiderar qualquer relacionamento profundo que não seja com sua própria esposa ou esposo, além de evitar ficar a sós por muito tempo e desenvolver intimidade com alguém do sexo oposto.
A infidelidade traz consequências terríveis. Ela:
– entristece a Deus;
– desonra o nome do Senhor;
– torna a pessoa inadequada para o ministério;
– causa uma ferida dolorosa;
– machuca os filhos e lhes causa vergonha e dor;
– desqualifica a pessoa a ensinar os preceitos de Deus aos filhos;
– abala seriamente o respeito próprio;
– provoca um terrível sentimento de culpa: Deus perdoa o pecado, mas muitas vezes a própria pessoa não consegue se perdoar;
– gera marcas, sequelas que podem prejudicar o relacionamento com o cônjuge e filhos;
Além disso, a pessoa que adulterou corre o risco de não receber o perdão da esposa ou marido, porque ele ou ela não consegue perdoar.
Será que vale a pena pagar esse preço? Proteja a si mesmo e ao seucasamento.
Esteja atento às armadilhas que Satanás espalha pelo seu caminho. Invista em seu casamento e seja fiel. A fidelidade e a confiança fortalecerão sua vida conjugal e, esteja certo, podem tornar seu casamento muito feliz.
Jaime Kemp. Comentário da Bíblia da Família (NTLH) sobre Provérbios 7. Sociedade Bíblica do Brasil.