Reavivados por Sua Palavra


Salmo 42
18 de setembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Para um hebreu, buscar a Deus significava ir ao templo em Jerusalém para as grandes festas e se aproximar dEle para confessar seus pecados e oferecer sacrifício. Encontrar-se com Deus, significava fazer uma peregrinação a Sião para estar em Sua presença. O autor do Salmo 42 está no exílio, ansiando por Deus, sentindo que para estar com Ele, teria que estar em Jerusalém. Ele se lembra dos pontos altos de sua jornada espiritual quando se aproximava do monte santo do templo (v. 4).

O desespero toma conta de seu coração ao pensar em sua situação atual, longe de casa, longe do templo. Ondas de desespero se precipitam sobre a sua alma.

Pouco depois, entretanto, sua esperança começa a crescer novamente. Ele percebe que a luz da verdade divina irá guiá-lo até a presença de Deus, mesmo estando numa terra pagã. Recordando as promessas de Deus, o exilado recobra a confiança de que Jerusalém será restaurada e lá o povo de Deus voltará a adorá-Lo.

Em tempos de desânimo, muitas vezes sentimos que fomos violentamente levados pelo inimigo para longe de nossa casa espiritual, para longe de Deus. Podemos olhar para trás com saudades de nossas vitórias passadas, para aqueles tempos e lugares em que nos sentimos bem perto de Deus. Assim como os judeus exilados na Babilônia, a nossa vontade é pendurar nossas harpas e parar de cantar completamente. Mas à medida que lemos este Salmo, a despeito de nossos vários momentos de desânimo, vemos a confiança nas promessas de Deus tornar-se cada vez mais forte. Essa bipolaridade espiritual (ora estarmos para cima, ora para baixo) é normal para a condição humana. No entanto, Deus oferece-nos libertação de tais ciclos. Não precisamos permanecer exilados, apenas lembrando de nossa casa. Podemos ir à Deus diretamente e encontrar nEle o nosso lar.

Obrigado, Pai, por que aonde quer que eu vá, posso ir a Ti com a certeza de que me ouvirás. E porque estás comigo em qualquer lugar, eu posso estar sempre “em casa”. Amém.

Helen Pyke

Professora aposentada

Universidade Adventista do Sul

 

Traduzido por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/42/

Texto bíblico: Salmo 42

 



Salmo 38
14 de setembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Davi é apresentado como um rei exemplar, um homem que seguia e honrava a Deus. No entanto, ele muitas vezes foi imprudente e tolo. Por duas vezes seus pecados públicos foram repreendidos por profetas. Dois de seus pecados exigiram arrependimento público: por ter se envolvido sexualmente com Bate-Seba e  assassinado o seu marido (II Sam12) e por ele ter ordenado o censo dos homens de guerra, cerca de 15 anos mais tarde, perto do fim do seu reinado (II Samuel 24).

O Salmo 32 e o Salmo 38 tanto registram a tristeza de Davi sobre um pecado específico como oferecem a outros pecadores o exemplo de uma oração suplicando perdão.

Imaginemos que o Salmo 38 tenha sido composto para acompanhar a oferta penitencial de Davi após a repreensão do profeta Gade. Davi diz: “Prefiro cair nas mãos do SENHOR […] a cair nas mãos dos homens” (II Sam 24:14, NVI). As feridas feitas por um amigo, ele sabe, trazem cura, não importa o quanto elas machuquem.

Davi era um guerreiro que havia visto e, provavelmente, infligido, terríveis massacres sobre tropas inimigas. Em diversas ocasiões provavelmente tenha também se ferido. Ele usa imagens do campo de batalha para descrever suas feridas espirituais: setas de Deus atravessaram o seu corpo. Sua carne está fraca, seus ossos estão quebrados. O pecado é um fardo muito pesado de carregar. Suas feridas estão infeccionadas. Ele geme e urra de dor. Ele tropeça, ofegante, exausto.

A mais terrível experiência de Davi é aquela em que seus amigos, companheiros por toda a vida em batalhas, se distanciam dele, revoltados com suas ações. Seus verdadeiros amigos irão perdoá-lo, assim como Deus o perdoará. Mas seus inimigos aproveitam esta ocasião para lançar ignomínia sobre ele e seu Deus.

Miquéias 7:8 e Provérbios 24:17 ecoam a angústia de Davi: “Não se alegre a minha inimiga com a minha desgraça”; “Não se alegre quando o seu inimigo cair, nem exulte o seu coração quando ele tropeçar” (NVI). Provérbios 24:16 traz esperança: “pois ainda que o justo caia sete vezes, tornará a erguer-se, mas os ímpios são arrastados pela calamidade” (NVI). O homem só se levanta após a queda porque o juízo de Deus é um ato de graça, um meio de salvação que leva o pecador ao arrependimento.

Pai, você testemunhou o meu pecado e feriu fortemente o meu coração  – fiéis feridas de um amigo. Eu não preciso implorar por compaixão, pois a Sua compaixão já me alcançou. Em Sua misericórdia, lembre-me muitas vezes que quando eu confio na minha própria opinião e sigo os meus próprios caprichos, eu O desonro e trago sobre mim desastre após desastre. Sustenha-me em Seus braços. Amém.

Helen Pyke

Professora aposentada

Universidade Adventista do Sul

Traduzido por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/38/

Texto bíblico: Salmo 38



Salmo 36
12 de setembro de 2013, 0:01
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Comentário devocional:

Neste salmo, Davi contrasta a maldade humana com a bondade de Deus. Os versos 1-4 são uma descrição geral da maldade humana. O homem perverso rejeita a Deus e “não há temor de Deus diante de seus olhos.” A palavra hebraica para “temor”, utilizada aqui é pachad, que significa medo. O homem ímpio é tão depravado que ele não tem medo do Deus que pode punir suas más obras. Ele engana a si mesmo com a idéia de que não será descoberto. Sua fala é má e cheia de mentiras e não faz o que é bom e sábio. Ele faz planos malignos quando está na cama. Nada do que ímpio faz é bom, pois ele nunca rejeita o que é mau.

Os versos 5-9, num forte contraste com a maldade do homem, descrevem o caráter de Deus. Sua misericórdia chega aos céus e Sua fidelidade alcança as nuvens. Enquanto a Sua justiça é tão alta como as montanhas, seus atos de justiça são tão insondáveis como as profundezas do mar. Por causa de sua excelente benignidade, os filhos dos homens encontram refúgio “à sombra das Suas asas”. Esta frase é comum nos Salmos e sugere uma mamãe pássaro protegendo seus filhotes. Os seres humanos se banqueteiam no abundante alimento provido por Deus e bebem do rio da Sua bondade. Deus é a fonte da vida e é pela luz que vem de Deus que o ser humano enxerga a luz. Em outras palavras, fora de Deus, todo o nosso entendimento é apenas trevas.

Finalmente, o salmista ora que o favor de Deus se perpetue para aqueles que O conhecem e que eles não sejam pisados pelo pecador orgulhoso, nem expulsos do lugar em que foram plantados por Deus. O último verso mostra o fim de um malfeitor impenitente: ele está caído, derrubado e não consegue se levantar.

Pai, por favor, reaviva-nos e reforma-nos para que possamos refletir o Seu lindo caráter. Em nome de Jesus. Amém!

Onaolapo Ajibade

Secretário Executivo da IASD

Divisão Centro-Ocidental da África

Traduzido por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/36/

Texto bíblico: Salmo 36



Salmo 25
1 de setembro de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Davi nos mostra neste Salmo o que significa a verdadeira comunhão com o Senhor, o cultivo consciente de uma relação com o Todo-Poderoso. Ele derrama seu coração, honestamente, abertamente, com frequência e com amor. Isto é o que faz de Davi um gigante entre os líderes espirituais porque ele faz investimentos regulares na conta bancária do seu relacionamento com Deus. Quem derá todos nós pudéssemos ser íntimos de Deus como Davi o foi!

As seguintes frases maravilhosas demonstram a atitude de humildade por parte de Davi:

A ti, Senhor, elevo a minha alma.

Em ti confio.

Mostra-me, Senhor, os teus caminhos.

Ensina-me as tuas veredas.

Guia-me com a tua verdade.

A minha esperança está em ti o tempo todo.

Conforme a tua misericórdia, lembra-te de mim.

Guarda a minha vida e livra-me!

Os meus olhos estão sempre voltados para o Senhor.

O que aconteceria se usássemos tal linguagem em nossas preces? Qual seria o resultado se abríssemos nossa coração todas as manhãs perante o Senhor e pedíssemos para Ele esvaziar nosso coração tão cheio de nossas próprias idéias e nos encher com Seus pensamentos divinos de sabedoria? Creio que a nossa vida espiritual seria transformada.

Davi não tem medo de compartilhar os altos e baixos da liderança. Mais para  o final do Salmo, ele admite que se sente desamparado e sozinho, apesar de estar cercado por seu exército e seus funcionários. Ele clama a Deus reconhecendo que seus problemas aumentaram. Quantos de nós em cargos de liderança, tais como professores, administradores e pais, também não nos sentimos solitários, por vezes, quando as coisas ficam difíceis? Muitas vezes, a única pessoa a quem recorrer e com quem falar é o Senhor. Como escreveu Davi, todos nós voltamos nossos olhos e esperamos pelo nosso Deus.

 

Vinita Sauder

Vice-presidente para Iniciativas Estratégicas

Universidade Adventista do Sul

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/25/

Texto bíblico: Salmo 25



Salmo 24
31 de agosto de 2013, 0:00
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Comentário devocional:

Em uma época em que as influências da teoria da evolução estão por toda parte tentando influenciar o nosso pensamento alguns tem se questionado a respeito de nossas origens.

O salmista Davi deixa bem claro que a terra e tudo o que nela existe pertence ao Senhor. Foi Deus quem nos criou. Não evoluimos a partir de uma existência sem compreensão racional. Davi reforça o quadro da criação, apresentado em Genesis, do Deus que se movia sobre as águas, mas dá um passo além e proclama que Deus tem uma jurisdição ainda maior sobre nossas vidas.

Davi se põe a pensar a respeito de quem vai estar com Deus. Ele tem certeza de que o nosso Deus é o Criador, o Todo-poderoso, capaz de vencer qualquer batalha e Rei acima de todos os reis! Mas a questão de quem é digno de estar na presença de Deus persiste.

O salmista dá a resposta em termos decepcionantes: aquele que é limpo de mãos e puro de coração, aquele que não é influenciado por pensamentos vãos. O problema é que nenhum de nós está totalmente limpo! Somos todos propensos ao egoísmo, a pensamentos vãos que nos levam a batalhar um contra o outro.

Somos verdadeiramente a geração de Jacó, temos um caráter misto capaz de tentar enganar e manipular. Felizmente a vida de Jacó não terminou desse modo. Jacó foi transformado e recebeu um novo nome. Seu nome foi mudado para Israel. Da mesma forma, embora sejamos uma geração perdida podemos ser encontrados, embora procuremos seguir por nossos próprios caminhos agora decidimos caminhar pelo caminho estreito do Senhor.

Que a nossa oração hoje seja: “Senhor dá-nos mãos limpas e um coração puro, tão necessários para que possamos ser dignos de reinar contigo para sempre. Amém!”

 

Richard McNeil

Bacharel em Teologia pela Universidade Adventista do Sul

Estudante na Universidade de Andrews

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/24/

Texto bíblico: Salmo 24

 



Salmo 23
30 de agosto de 2013, 0:08
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Comentário devocional:

O Salmo 23 é o mais conhecido de todos os Salmos. Suas palavras e imagens nos asseguram que não estamos sós, que nosso Pastor está sempre conosco. Na verdade, o nosso Pastor é o tema central. Em pelo menos treze lugares o salmo faz referência ao nosso Pastor. “Ele me faz repousar… Ele me conduz… Ele me guia… Tu estás comigo… a tua vara e o teu cajado me protegem… eu habitarei na casa do Senhor para sempre”.

Este salmo faz três afirmações sobre o nosso Pastor… e nós. Primeiro diz que não temos necessidades que nosso pastor não possa satisfazer. “O Senhor é o meu pastor, da nada terei falta” (Salmo 23:1, NVI). Qualquer desafio ou dilema que enfrentamos, a resposta para a nossa dificuldade é encontrada em nosso Pastor.

Em segundo lugar, o salmo diz que não andamos por vales que Ele não vá conosco. “Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo” (Salmo 23:4, NVI). Em outras palavras, não importa o desafio que você tenha que enfrentar hoje, você não precisa enfrentar sozinho. Não há vale em que o pastor não vá com você.

E, finalmente, o salmo diz que nós não enfrentaremos o futuro sem a sua presença. “habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre.” (Salmo 23:06, ARA). A boa notícia que o evangelho nos oferece, através da graça de Jesus, é a promessa da eternidade em Sua presença. Essa promessa pode sustentar-nos através de qualquer escuridão.

Não temos necessidades que nosso pastor não possa satisfazer.

Não andamos por vales que nosso pastor não vá conosco

Não enfrentaremos o futuro sem a presença do nosso Pastor.

Não admira que o salmista diga: “O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.” (Salmo 23:1, NVI).

Randy Roberts

Pastor Titular

Igreja da Universidade de Loma Linda

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/23/

Texto bíblico: Salmo 23



Salmo 22
29 de agosto de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Este salmo tem uma dupla, e até mesmo tripla, aplicação. Por um lado, vemos Davi repartindo a sua própria experiência de dor e angústia. Visto a partir da perspectiva messiânica, este Salmo expressa o que Cristo passou no lugar do pecador e como alcançou uma grande vitória na cruz. O Salmo pode ainda ser compreendido a partir da perspectiva relacional e experiencial, a qual nos traz valiosas informações sobre a melhor forma de lidar com difíceis experiências da vida.

O Salmo 22 tem sido chamado de “O Salmo da Cruz” por causa de suas referências óbvias aos sofrimentos experimentados pelo Messias. Os escritores do Novo Testamento aplicam diversos versos desse Salmo aos sofrimentos de Cristo e Sua crucificação. Toca o coração imaginar a agonia de Cristo, apesar de sua confiança em Deus, quando Seu Pai O abandonou por causa da sua identificação com os pecadores e do seu propósito de levar sobre sí o peso do pecado que lhes pertencia.

O Salmo é um convite à reflexão acerca dos sofrimentos de Cristo e Seu amor por nós. Somos incentivados por Ellen White a rever frequentemente as cenas finais da vida de nosso Redentor. ”Far-nos-ia bem passar, diariamente, uma hora a refletir sobre a vida de Jesus, da manjedoura ao calvário. Devemos tomá-la ponto por ponto, e deixar que imaginação se apodere de cada cena, especialmente, as finais. Ao meditar assim em seu grande sacrifício por nós, nossa confiança nele será mais constante, nosso amor, vivificado e, seremos mais, profundamente imbuídos de seu espírito”. (White, DTN, p. 83).

Há muita autenticidade neste Salmo. Nele, o salmista expressa sua enorme dor. Ele fala acerca de como ele tem necessidade de ter Deus perto de sí, porque o seu problema o está sufocando e não há nenhum sistema de apoio humano para socorre-lo. Ele descreve como está carente e ferido. Adversários terríveis se opõem a ele de tal forma que sua energia e vitalidade se esgotaram. Seus inimigos são muitos e têm grande força. O que ele pode fazer? Onde ele deveria buscar ajuda? O que nós fazemos? Onde buscamos ajuda? Então ele avança para o reconhecimento de que há apenas uma fonte de apoio a quem recorrer — o próprio Deus!

O salmista faz um fervoroso apelo suplicando a presença e a proteção de Deus. Por quê? Porque ele sabe que se Deus está próximo e envolvido, então, independentemente do resultado, ele ficará bem. Ele não esconde a sua tristeza e depressão, mas suplica: “Tu, porém, Senhor, não fiques distante! Ó minha força, vem logo em meu socorro!” (verso 19) Então, embora ainda esteja no meio do problema, ele acrescenta: “E tu me respondeste” (verso 21). Isto é realmente surpreendente.

Talvez tenhamos que passar por situações semelhantes um dia na vida. Quando tudo aparentemente estiver fora de controle, o crente que coloca em prática os princípios do Salmo 22 pode declarar a vitória antes da vitória realmente acontecer. Como? Através da fé! Os filhos de Deus não  precisam ver para crer, Deus lhes prometeu a vitória e isso é suficiente para eles. Este é o exemplo Messiânico, o exemplo de Cristo, e essa pode ser a nossa experiência.

Delbert Baker

Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/22/

Texto bíblico: Salmo 22

 



Salmo 21
28 de agosto de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Este salmo completa o ciclo de súplica e obtenção, pedido e resposta iniciado no Salmo 20. Ele era utilizado após a vitória solicitada no Salmo 20 ter sido obtida. A vontade de Deus tinha sido seguida, as orações por vitória haviam sido oferecidas, a conquista tinha acontecido. Agora o povo de Deus fielmente, vai a Deus e Lhe oferece louvor e ações de graças pelo sucesso alcançado.

O Salmo 21 diz que o crédito de cada vitória deve ser atribuído a Deus. Além disso, deve haver o reconhecimento da parceria entre o divino e o humano. A vitória, o sucesso e suas ramificações, é mais do que apenas lutar e vencer. É muito mais. Perguntemo-nos: O que aconteceu? De que modo fizemos a nossa parte? Quais as lições a aprender? Que correções futuras precisam ser adotadas?

Dar toda a glória a Deus não é fácil, porque queremos a glória para nós mesmos. Deus deve receber a glória, porque Ele é a origem de todas as coisas boas e dignas de nota. Além disso, atribuir toda a glória a Deus constrói o nosso caráter.

O Salmo também aborda a questão de terminarmos bem a tarefa iniciada. Devemos completar cabalmente a tarefa diante de nós. Os versos 8-12 admoestam o rei a concluir cada tarefa com determinação. Complete a tarefa que está diante de você, termine-a bem e, em seguida, ofereça a Deus toda a glória.

Delbert Baker

Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/21/

Texto bíblico: Salmo 21



Salmo 20
27 de agosto de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

Os Salmos 20 e 21 se complementam e são conhecidos como os Salmos de Guerra. O Salmo 20 era uma música de encorajamento cantada antes da batalha e o Salmo 21 era uma música de celebração cantada depois da batalha. Se o povo estivesse vivendo no centro da vontade de Deus tinha a garantia de que podia contar com Deus para protege-lo. Deus estava disposto e era capaz de entregar o resultado que o Seu povo precisava. Não havia dúvida ou hesitação, mas uma forte confiança a qual elevava o ânimo dos soldados na batalha.

 Deus era o comandante-em-chefe acima do Rei, que era o general e líder dos soldados que saíam à peleja. A beleza deste Salmo é o conceito da presença e da vitória de Deus, mesmo antes da batalha começar. Essa confiança se manifestava numa certeza que era contagiante.

Os ingredientes para a vitória naquela época são aplicáveis ​​aos crentes de hoje. Diante da realidade da grande guerra entre o bem e o mal, devemos nos apegar às promessas de Deus encontradas em  Sua Palavra e proclamar a nossa confiança num resultado positivo. Os tempos e a cultura são diferentes, mas os princípios para a vitória permanecem os mesmos. Ao nos envolvermos na guerra contra os principados e potestades (Efésios 6:10-18) coloquemos em prática os mesmos princípios apresentados nos Salmos 20 e 21.

A oração de intercessão: No versículo 1, somos lembrados acerca do poder da oração intercessora. Quando a liderança está envolvida, ou estiver prestes a se envolver em empreendimentos ousados para Deus, crentes fiéis são necessários a fim de orarem em prol da vitória deles. Quando os crentes oram de acordo com a vontade de Deus, podem esperar que grandes coisas aconteçam.

Ao enfrentarmos angústias e perplexidades busquemos a Deus em oração, individual e coletivamente. À medida que invocamos Seu nome, citando a Sua Palavra e reivindicando Suas promessas, temos todo o direito de reivindicar a vitória, assim como os israelitas do passado fizeram.

A força do santuário: A ajuda vem do santuário onde Deus está ministrando em nosso benefício. Estas palavras transmitem um sentimento de certeza. Há um conhecimento acerca do que Deus é e do que Ele está fazendo. Temos um amigo nos lugares celestiais e Ele está preocupado conosco e com nosso bem-estar. Ele também está interessado nos desejos do nosso coração e em nossos propósitos acalentados que coincidem com o Seu plano divino. Podemos ter confiança de que Deus nos conduzirá a um final feliz!

Delbert Baker

Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/20/

Texto bíblico: Salmo 20



Salmo 19
26 de agosto de 2013, 0:10
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Comentário devocional:

O Salmo 19 é considerado um dos grandes Salmos. É um dos Salmos mais populares a respeito da revelação e da comunicação de Deus. Ele fornece um caminho para melhor conhecer e compreender a Deus de forma pessoal e prática. Destaca-se por sua beleza e simplicidade. Nele, Davi retrata a Deus como o Autor e Sustentador de Seu mundo e de Sua Palavra.

Em poucos versos este Salmo resume a revelação de Deus para nós, mostrando tanto a Sua revelação geral (revelada no mundo natural) como a Sua revelação especial (revelada na Bíblia). Ambas as revelações mostram que Deus é amor e indicam que Ele quer se revelar. Cabe a nós tomarmos tempo para estudar e compreender a Sua revelação.

Nos versículos 1-6 Davi eloqüentemente descreve a glória incomparável de Deus como revelada no mundo natural. Nos versículos 7-10 ele expõe os benefícios que podem ser encontrados na lei de Deus. Então, nos versículos 11-13, ele demonstra os efeitos dessas revelações gerais e especiais no caráter e na conduta.

Deus tem amorosamente se revelado através da natureza e de Sua Palavra. Perante esse comunicação não verbal e verbal os homens terão que prestar contas.

No versículo 14, Davi registra a sua singela oração final. Ele havia meditado acerca da revelação geral e especial de Deus e agora ele ora para que suas palavras faladas e as meditações do seu coração sejam aceitáveis ao majestoso Deus.

Delbert Baker

Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

 

Traduzido por JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/19/

Texto bíblico: Salmo 19