Filed under: Sem categoria
“Justo é o SENHOR…” (v. 18).
Em forma poética, este livro inicia com o choro de quem sofre os resultados das próprias escolhas, e termina com o clamor de quem reconhece que precisa de ajuda. A princípio, Jeremias relata todo o sofrimento do povo de Judá. Os exilados padeciam de um processo de luto. Jerusalém é comparada a uma viúva que, desamparada e solitária, é forçada a viver “sujeita a trabalhos forçados” (v.1) para sobreviver. Além disso, precisava suportar a afronta e o escárnio das demais nações, até aquelas que um dia foram suas aliadas.
O povo estava colhendo exatamente o que plantou. “Jerusalém pecou gravemente” (v.8) ao rejeitar as palavras do SENHOR. Não pensou nas consequências de suas ações, “por isso, caiu de modo espantoso” (v.9). “Todo o esplendor” “da filha de Sião” (v.6) foi trocado por aflição e vergonha. Enredou-se no jugo de suas transgressões (v.14) e buscou caminho que o SENHOR não havia planejado. Dando as costas aos planos estabelecidos por Deus, não lhe restava mais nada a não ser chorar, e chorar muito (v.16).
Mas o discurso sofre uma mudança drástica a partir do verso 18. Em reconhecimento de sua rebelião e de suas prevaricações contra Deus, uma verdade foi declarada com convicção: “Justo é o SENHOR”. A angústia de Judá não foi causada pela ira de um Deus tirano com sede de vingança, mas permitida pela justiça de um Deus pleno de misericórdia e pronto a perdoar. A dor nos faz lembrar que Ele continua sendo “o SENHOR que [nos] sara” (Êxodo 15:26).
A dor e a angústia são dois algozes que nos deixam bem claro de que o nosso lugar não é aqui. Que estamos longe de casa. Então, nossas lágrimas tornam-se um bálsamo curativo para nossos corações que têm saudades do lar, que regam a nossa jornada tornando-a frutífera. Pois “quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Salmo 126:6).
A dor lhe alcançou? As lágrimas insistem em cair ou inundam o teu coração? Como Judá, derrame toda a sua dor e esgote todas as suas lágrimas diante de Deus, em oração:
“Vê, SENHOR, a minha aflição” (v.9).
Não seja rebelde à Palavra do SENHOR, mas continue sendo por ela reavivado e santificado, aguardando a bendita promessa: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apocalipse 21:4).
Feliz sábado, herdeiros da promessa!
Homenagem do dia: Parabéns a todos os desbravadores pelo seu dia mundial! Você já conhece ou participa do Clube de Desbravadores? Conheça mais sobre este ministério de salvação presente em mais de 160 países. Acesse o site: http://www.adventistas.org/pt/desbravadores/
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Lamentações1
#RPSP
#FelizSábado
Filed under: Sem categoria
“Assim, Judá foi levado cativo para fora de sua terra…” (v.28).
O último capítulo do livro de Jeremias relata um resumo das profecias quanto ao cativeiro babilônico. Desde os dias do rei Josias, Deus enviou o Seu profeta para alertar o povo acerca do que deveria fazer. Por muitos anos Jeremias pregou sobre a necessidade de arrependimento e conversão, mas também sobre juízo. Porém, um rei após outro fazia “o que era mau perante o SENHOR” (v. 2). O convite da graça foi rejeitado e pronunciada foi “a sentença” (v. 9) sobre “todas as casas de Jerusalém” (v. 13).
O rei Zedequias, dentre os demais, teve a oportunidade maior de dar ouvidos às palavras do SENHOR. Estabelecido como rei a mando de Nabucodonosor (II Reis 24:17), ocupou o trono de seu sobrinho Joaquim, que foi levado cativo “no oitavo ano do seu reinado” (II Reis 24:12). “Zedequias, no início do seu reinado, desfrutou inteiramente a confiança do rei de Babilônia, e teve como experimentado conselheiro ao profeta Jeremias” (EGW, Profetas e Reis, p. 224). No entanto, recusou-se a seguir as orientações divinas e o último rei de Judá terminou seus dias sem honra alguma dentro de uma prisão.
Apesar de ter seguido os passos de seu pai (II Reis 24:9), o rei Joaquim teve um fim diferente. Recebeu honra maior do que os demais reis que se encontravam em Babilônia, comeu pão na presença do rei dos caldeus e ainda recebeu uma espécie de salário diário de natureza vitalícia “até ao dia da sua morte” (v. 34). Pelo que parece, Joaquim entendeu os propósitos de Deus e aprendeu “no exílio a lição da obediência tão necessária para sua futura felicidade” (EGW, Profetas e Reis, p. 242).
Quantos apelos o Espírito Santo vai ter que fazer até que possamos entender que já não nos resta muito tempo? Assim como Babilônia foi tomada e “apanhada de surpresa” (Jr. 51:41), “à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mateus 24:44). “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:37). O Espírito Santo já está sendo retirado deste mundo. Ele “não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” (Gênesis 6:3).
“Desde o princípio, o Espírito Santo tem agido em favor da humanidade. Da mesma forma em que trabalhou no coração dos ouvintes de Noé, tem agido em benefício de cada um que haverá de existir. A Sua função é a de nos unir em comunhão com Cristo e uns com os outros. E, para isso, precisamos estar dispostos a ouvi-Lo e a obedecê-Lo no tempo que se chama HOJE: ‘Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração'” (Hebreus 3:15; Rosana Barros, O Último Chamado de Deus, p. 18, 19).
Estamos vivendo no tempo em que o apóstolo Paulo chamou de “tempos difíceis” (II Timóteo 3:1), onde somos aconselhados a fugir de tudo e de todos os que recusam o governo divino: “Foge também destes” (Idem, v. 5). Uma mente que não é guiada pelo Espírito de Deus torna-se uma arma letal nas mãos de Satanás. “Tendo forma de piedade” (Idem), agem com sutileza e cativam os que se deixam guiar pelas próprias paixões e que “jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (Idem, v. 7).
Oh, amados, o verso final deste livro fantástico e sobremodo apaixonante nos deixa uma linda mensagem de esperança:
Mesmo ainda em solo estrangeiro; mesmo sabendo que o nosso lar não é aqui; mesmo conscientes de que o pecado ainda faz separação entre nós e nosso Deus; mesmo sofrendo perseguições, ameaças e por vezes, nos sentirmos sozinhos; o SENHOR nunca nos abandonará! Dentro em breve Jesus virá sobre as nuvens do céu com poder e grande glória e, diante de todos, nos falará “benignamente” e nos dará “lugar de mais honra do que o dos reis” (v. 32) que já pisaram nesta terra, e nos levará Consigo para a Casa de Seu Pai (João 14:1-3). Ele mudará as nossas “vestes do cárcere” em “uma vestidura branca” (Apocalipse 6:11) e passaremos “a comer pão na Sua presença” (v. 33) e a desfrutar dos doze frutos da árvore da vida (Apocalipse 22:2), de onde receberemos uma “subsistência vitalícia, uma pensão… durante os dias” de nossa vida por toda a eternidade!
Quer você receber este dom GRATUITO? Então, prepara-te! Eis que o Rei do universo vem vindo!
Bom dia, estrangeiros à caminho de Casa!
Desafio do dia: Compartilhe esperança! Amanhã daremos início ao livro de Lamentações. Convide seus amigos e familiares para participar do projeto Reavivados por Sua Palavra.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias52
#RPSP
Deixe um comentário:
Filed under: Sem categoria
“Ele fez a terra pelo Seu poder; estabeleceu o mundo por Sua sabedoria e com a Sua inteligência estendeu os céus” (v. 15).
A maior loucura de Nabucodonosor e de seus sucessores foi a de ignorar a voz de Deus. Mal havia levado cativo o povo de Israel e a sua sentença já estava decidida. Da mesma forma com que destruíram Jerusalém, veriam seu reino destruído. A diferença é que Babilônia nunca mais “haverá quem nela habite” (v. 37), mas, Jerusalém, seria reerguida. O terror das nações, a cabeça de ouro (Daniel 2:38) se tornaria “objeto de espanto entre as nações!” (v.41).
E a ordem que se seguiu ao povo exilado, quando vissem cumprir-se a profecia, foi: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (v. 6). O SENHOR não permitiria que Babilônia prosseguisse em seus desígnios de exaltar a criatura em lugar do Criador. A adoração ao Deus que “fez a terra pelo Seu poder” foi trocada pela estupidez humana em se curvar perante uma “obra ridícula” (v. 18). “O Criador de todas as coisas” (v. 19) procurou de várias formas revelar-se àquela nação pagã, que vez após vez desprezou o ASSIM DIZ O SENHOR.
Finalmente, após setenta anos de cativeiro babilônico, o povo de Israel veria cumprida a justiça de Deus (v. 10), e voltaria para a sua terra. A promessa de livramento do jugo do pecado é tão semelhante, que a Bíblia também chama de Babilônia ou a “grande meretriz” (Apocalipse 17:1) “que habita sobre muitas águas” (v. 13), aquela que influenciará os reinos do mundo “com o vinho de sua devassidão” (Apocalipse 17:2). O engano fará com que muitos “povos, multidões, nações e línguas” (Apocalipse 17:15) enlouqueçam (v. 7), e, “repentinamente” (v. 8), serão ceifados juntamente com “as imagens de escultura da Babilônia” (v. 47). O sistema religioso representado por Babilônia “deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou” (Daniel 8:12). E há algum tempo, seu líder mundial defendeu a tese de que o relato da criação não foi literal.
O poder, a sabedoria e a inteligência do SENHOR são trocados por fábulas humanas que supõem a evolução de um mundo que funciona com perfeita precisão. Um mundo que comporta milhares de seres vivos onde NENHUM é igual ao outro. Onde as minhas digitais são únicas. Onde de pequeninas sementes surgem árvores majestosas. Descarte a literalidade do Gênesis, e terá também que negar o sacrifício de Jesus prenunciado a Adão e Eva (Gênesis 3:15). Negue a criação e terá de negar que existe o pecado. Ora, e se não há pecado, para que um Salvador? Entendem a afirmação de que “todo homem se tornou estúpido e não tem saber” (v. 17)? “Trabalharam os povos em vão, e para o fogo se afadigaram as nações” (v. 58).
No entanto, “cada um” (v. 45) que, dando ouvidos à voz do SENHOR, sair do meio de Babilônia, não precisará ter medo dos juízos que sobrevirão (v. 46). “Ide-vos, não pareis” (v. 50), é a ordem de Deus para Seus filhos hoje! Perseverem, e vocês serão salvos (Mateus 24:13)! “Lembrai-vos do SENHOR, e suba Jerusalém à vossa mente” (v. 50). Que estas palavras sejam luz para sua vida, e que a busca pelas verdades do SENHOR encham o Seu coração da esperança de que, muito em breve, Jerusalém não estará só em sua mente, mas diante de seus olhos!
“Até aqui as palavras de Jeremias” (v. 64).
Bom dia, obra-prima do Criador!
Desafio do dia: Leia o relato da criação em Gênesis 1 e 2, e compartilhe em suas redes sociais algum versículo seguido da hashtag: #GênesisEuCreio
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias51
#RPSP
Filed under: Sem categoria
“Naqueles dias, naquele tempo, diz o SENHOR, voltarão os filhos de Israel, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando, virão e buscarão ao SENHOR, seu Deus” (v. 4).
Para todo aquele que sonha com o segundo advento de Cristo, este capítulo faz estremecer o coração! Não se trata apenas de um relato histórico, mas de uma descrição futura. E o SENHOR nos revelou em Sua Palavra que este futuro já chegou. Estamos vivendo “naquele tempo” relatado no livro do profeta Daniel, os últimos dias deste mundo de pecado. E assim como foi prenunciada a queda do império babilônico, o mesmo se dá hoje: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8).
E o chamado urgente é para que as “ovelhas perdidas” que esqueceram “do seu redil” (v. 6), fujam “do meio da Babilônia” (v. 8) e voltem a unir-se “ao SENHOR, em aliança eterna que jamais será esquecida” (v. 5). Unir-se-á ao povo do advento todos os que, à semelhança daquele, estiver em constante busca pelo SENHOR e pela Sua promessa em derramar o Seu “Espírito sobre toda a carne” (Joel 2:28). Eles não andarão aflitos por causas terrenas, mas “em ordem de batalha” (v. 14) estarão revestidos com a armadura de Deus suplicando em intercessão por todos os seus irmãos (Efésios 6:18). Haverá uma manifestação tal de unanimidade e de oração tal qual foi no Pentecostes.
“Há na Terra estrondo de batalha e de grande destruição” (v. 22), que já conseguimos ouvir. “Porque a terra é de imagens de escultura, e os seus moradores enlouquecem por estas coisas horríveis” (v. 38). O orgulho do império babilônico estava em seus deuses e imagens, e a estátua construída a mando de Nabucodonosor foi o estopim para que logo toda a nação adorasse a tudo, menos a Deus. Não vivemos numa realidade distante. E eu ouso afirmar que vivemos em tempos consideravelmente piores. Pois o que se ergue hoje não é mais uma estátua apenas, mas uma infinidade de “imagens” que destronam por completo o SENHOR do coração humano.
Enquanto isso, multidões passam de largo pela Palavra de Deus e recusam ouvir as Suas advertências. Babilônia contemporânea tem “engolido” todos aqueles que, como Nabucodonosor, se recusam a dar ouvidos às verdades do SENHOR. Oh, amados, está chegando o dia em que Babilônia e todos os que insistiram em nela permanecer receberão a retribuição “segundo a sua obra; conforme tudo o que fez… porque se houve arrogantemente contra o SENHOR, contra o Santo de Israel” (v. 29; Apocalipse 18:6). E toda a opressão com que oprimiram os remanescentes dos últimos dias será castigada. Por isso, avante exército do SENHOR, pois “o seu Redentor é forte, SENHOR dos Exércitos é o Seu nome; certamente, pleiteará” a sua causa! (v. 34).
“Portanto, ouvi os conselhos do SENHOR, que Ele decretou contra Babilônia, e os desígnios que Ele formou” (v. 45). Prepara-te para o grande Dia do teu resgate! É tempo de seguirmos a ordem do SENHOR por intermédio do profeta Joel:
“Ainda assim, AGORA MESMO, diz o SENHOR: Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus” (Joel 2:12-13)!
Bom dia, remanescentes do SENHOR!
Desafio do dia: Comece a fazer um jejum semanal. Caso não consiga realizar o jejum completo, inicie fazendo um jejum parcial, abrindo mão de alguma refeição, ou um jejum com sucos ou frutas. Acredite, praticando o jejum um dia em cada semana, sua mente se tornará mais clara e, pela prática da abstinência, seu paladar também tomará gosto pela alimentação saudável (Obs.: O jejum só pode ser feito caso você esteja em boas condições de saúde. Caso contrário, procure antes um profissional da área).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias50
#RPSP
Filed under: Sem categoria
“Pois quem é semelhante a Mim?” (v. 19).
A despeito de todos os juízos de Deus que sobrevieram àquelas nações, o SENHOR sempre deixa claro de que o Seu veredito final é pleno de misericórdia. Como em Moabe, os amonitas e os elamitas também receberam a promessa de uma futura restauração (v. 6 e 39). Porém, as demais nações receberam uma condenação certa e definitiva (v. 13, 27 e 33). E, especificamente uma delas, recebeu um julgamento tal qual foi com “Sodoma e Gomorra” (v. 18): Edom.
Movidos pelo orgulho e por suas próprias paixões, os edomitas eram governados pelo seu próprio instinto e buscavam no prazer e na ostentação a grandeza de seu reino. A lógica humana ocupava “as alturas dos outeiros” (v. 16) e de lá sofreria a queda mortal provando que tudo aquilo de que se orgulhavam tanto, não passava de engano.
A pergunta feita pelo SENHOR àquele povo arrogante nos diz quem estava a frente daquela batalha para fazer justiça ao Seu povo: “Pois quem é semelhante a Mim?” (v. 19). Acompanhe comigo este comentário do Programa Bíblia Fácil, da Rede Novo Tempo:
“Miguel significa ‘quem é semelhante a Deus’ e é um desafio a Satanás, que desde o princípio quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás e os anjos maus. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21;12:1; Apocalipse 12:7. Quando falamos que Miguel significa ‘semelhante a Deus’, no original e para a cultura hebraica, ‘semelhante’ significa ‘igual’ (ver João 5:18; 19:7). Miguel, portanto, seria um dos nomes de honra de Jesus, que o iguala a Deus Pai e que em nada diminui a Divindade dEle!”(http://novotempo.com/bibliafacil/quem-e-miguel/)
Portanto, o próprio Miguel, ou seja, Jesus, atuou como o Conselheiro (v. 20) e Comandante que estava a frente daqueles juízos, contra as nações pagãs que estavam sob a regência de Satanás. O Seu propósito original nunca foi o de destruir nação ou povo algum, mas conduzi-los à verdadeira conversão, mudando-lhes “a sorte” (v. 39). Contudo, nem todos aceitaram os Seus conselhos e, pelas próprias atitudes insanas, tornaram-se “assolações perpétuas” (v. 13).
Percebam que, apesar da rebeldia das nações, o SENHOR sempre tinha o cuidado de zelar pelos menos favorecidos. As classes que eram rejeitadas, por Ele eram amparadas: “Deixa os teus órfãos, e Eu os guardarei em vida; e as tuas viúvas confiem em Mim” (v. 11). O ministério de Cristo na Terra foi a maior prova deste cuidado. Ele não somente andou com todos os que eram marginalizados, mas os tocou, ensinou, curou e amou. Aquele que é igual a Deus veio aqui como “Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)” (Mateus 1:23), para nos mostrar que este é o Seu desejo e será o galardão eterno para todo aquele que permitir que Ele lhe mude a sorte: morar com Ele!
Não foi sem razão que Ele Se colocou no lugar dos pobres, presos, doentes e desabrigados e afirmou que os benditos do Pai que entrarão no Reino dos Céus serão aqueles que amaram assim como Ele amou (Mateus 25:31-40). Busquemos, pois, o poder do alto para sermos testemunhas de Jesus (Atos 1:8), e perseverarmos ao lado de Miguel na grande última batalha!
Bom dia, testemunhas de Jesus dos últimos dias!
Desafio do dia: Não negue assistência a quem necessita. Doe alimentos, roupas ou outros conforme suas posses. Compartilhe o amor prático! “Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus” (II Coríntios 9:12).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias49
#RPSP
Filed under: Sem categoria
“Moabe será destruída, para que não seja povo, porque se engrandeceu contra o SENHOR” (v. 42).
Dentre os profetas que descrevem a ruína de Moabe, a descrição do profeta Jeremias é a mais detalhada. Em minúcias, o SENHOR revelou os juízos que sobreviriam àquela nação devido à sua extrema soberba, arrogância, orgulho e altivez do coração (v.29). Confiaram nas suas próprias obras e tesouros (v.7) e fizeram “a obra do SENHOR relaxadamente” (v.10).
Moabe foi um dos filhos de Ló com uma de suas filhas. Ou seja, Ló era o pai, mas também era o avô (Gênesis 19:37). Uma abominação que deu início a um dos povos inimigos de Israel. No entanto, Deus, em Sua infinita graça, consegue extrair bênção do meio dos escombros e suscitou uma moabita chamada Rute para ser bisavó do rei Davi e, consequentemente, fazer parte da genealogia de Jesus Cristo.
Moabe “se engrandeceu contra o SENHOR” (v.42), permitindo que seus corações fossem tomados pelo mesmo sentimento maligno que teve origem no coração de Lúcifer. A soberba e o orgulho próprio são dois “venenos” mascarados. Eles vão matando aos poucos. São doses diárias que vão enlevando o coração até o ponto de estar completamente envenenado. Só existe um antídoto contra este perigo letal: JESUS. O “manso e humilde de coração” (Mateus 11:29) nos convida a dEle aprender para nEle caminhar (João 14:6).
“Contudo” (v. 47), a mensagem profética não encerrou anunciando uma destruição definitiva, mas uma restauração futura: “mudarei a sorte de Moabe, nos últimos dias” (v.47). Deus tem um propósito de restauração nos últimos dias para “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). Ele tem chamado o Seu povo, a título de urgência, para proclamar o alto clamor. E “maldito” todo aquele que, à semelhança de Moabe, “fizer a obra do SENHOR relaxadamente” (v.10)!
Amados, estamos vivendo no “olho do furacão”. Aparentemente, parece que está tudo muito tranquilo, quando de repente sobrevém a fúria deixando um rastro de destruição. “E eis que venho sem demora” (Apocalipse 22:12), “diz o Rei, cujo nome é SENHOR dos Exércitos” (v.15), e precisamos estar preparados. A arrogância de Laodiceia será abatida assim como foi a de Moabe. É tempo, portanto, de sermos zelosos na obra do SENHOR e nos arrependermos de nossos maus caminhos (Apocalipse 3:19). Só assim Jesus poderá realizar em nosso coração a mudança que nos fará servos operantes semeando “para o Espírito” e, “do Espírito”, colheremos “vida eterna” (Gálatas 6:8).
Bom dia, servos operantes do SENHOR!
Desafio do dia: Seja um agente da esperança. Distribua algum material ou compartilhe em suas redes sociais uma mensagem que fale sobre a volta de Jesus.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias48 #RPSP
Filed under: Sem categoria
“Ah! Espada do SENHOR, até quando deixarás de repousar? Volta para a tua bainha, descansa e aquieta-te” (v.6).
Dando continuação aos juízos do SENHOR sobre as nações, chegou a vez da Filístia. Inimigos declarados de Israel, os filisteus foram responsáveis por várias guerras contra a nação eleita. Conhecidos pela idolatria e corrupção moral, faziam de seus cultos pagãos verdadeiras orgias e divertiam-se às custas do sofrimento de escravos estrangeiros, como foi o caso de Sansão que, levado ao templo de Dagom, serviu de chacota para milhares de filisteus (Juízes 16:25).
Outro episódio bem conhecido foi o do gigante filisteu. Golias desafiou o exército de Israel a escolher um de seus homens para enfrentá-lo, mas diante do silêncio prolongado deu início a uma série de insultos contra os israelitas. Mal sabia ele que estava afrontando “os exércitos do Deus vivo” (1 Samuel 17:36) e que o menor do povo seria o seu algoz.
A “Espada do SENHOR” (v.6) é um de Seus instrumentos de justiça. Da mesma forma em que Ele corrigia o Seu povo, também era o Seu vingador, como está escrito: “A Mim Me pertence a vingança, a retribuição” (Deuteronômio 32:35). Aqueles povos haviam feito muito mal ao povo de Deus e, certamente, receberiam o devido castigo por suas más ações. O SENHOR estava mostrando ao Seu povo que a Sua justiça sempre prevalece. E até as nações inimigas tiveram que reconhecer isso.
Da mesma forma, hoje, Deus nos convida a nEle confiar e esperar pela Sua justiça. Foi baseado nisso que Paulo escreveu aos romanos: “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12:18). Não cabe a nós o papel de desempenhar a justiça, mas de buscar a paz. E ao contrário do que muitos pregam, as guerras no antigo testamento não eram resultado direto da ira de Deus, mas da desobediência dos homens. O princípio dado pelo SENHOR ao Seu povo na forma como lidar com os inimigos tem total coerência com as palavras de Paulo: “Não seguirás a multidão para fazeres mal… Se encontrares desgarrado o boi do teu inimigo ou o seu jumento, lho reconduzirás” (Êxodo 23:2 e 4).
Estão lhe fazendo algum mal? “Vence o mal com o bem” (Romanos 12:21). Você está sendo perseguido? “Abençoai os que vos perseguem” (Romanos 12:14). “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44). Confie na perfeita justiça de Cristo! Fazendo assim, você será perfeito “como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mateus 5:48).
Bom dia, perfeitos aos olhos do Pai!
Desafio do dia: Faça uma oração terapêutica. Com uma folha de papel em mãos, “rasgue” o seu coração diante de Deus ao mesmo tempo em que rasga um pedaço do papel a cada vez que orar por seus inimigos ou pelos que lhe perseguem. Depois, coloque os pedaços que rasgou em uma embalagem ou caixinha de presente, e deixe em lugar visível para que você sempre lembre de orar por eles não mais olhando para os pedaços de papel rasgados, mas para uma linda embalagem que representa a transformação que o SENHOR pode realizar na vida deles.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias47 #RPSP
Deixe seu comentário:
Filed under: Sem categoria
“Preparai o escudo e o pavês e chegai-vos para a peleja” (v.3).
Em uma linguagem profética e poética, Jeremias declarou os juízos do SENHOR às demais nações iniciando pela nação egípcia. Utilizando várias figuras de linguagem, o profeta declarou o assim diz o SENHOR “a respeito do Egito” (v.2): uma convocação para a guerra iminente. Revestidos da indumentária de batalha, todo o Egito deveria estar alerta para a invasão babilônica e preparar a sua “bagagem para o exílio” (v.19): “Apresenta-te e prepara-te” (v.14). “O Dia do SENHOR” (v.10), isto é, o cumprimento do oráculo acerca da destruição daquela nação seria inevitável, não havia remédio (v.11) e “veio sobre eles o dia da sua ruína e o tempo do seu castigo” (v.21).
A temática de guerra é muito frequente na Bíblia, principalmente no antigo testamento. Muitos até questionam o fato de haver o registro de tantas batalhas sangrentas sendo que Deus é amor. Porém, esquecem que Deus sempre colocou diante do homem a possibilidade da paz e que o pecado trouxe consigo a dor e o sofrimento, fazendo com que os juízos de Deus fossem necessários para a subsistência das futuras gerações. Não houvesse Deus intervindo na história da humanidade, e muito provavelmente não existiríamos. No entanto, o grande conflito no qual estamos inseridos envolve muito mais do que espadas e lanças e seu território é bem mais extenso do que a geografia de qualquer nação terrestre. Ele envolve a verdade e o engano e o campo de batalha está situado em cada mente humana.
De forma sutil e sagaz, Satanás tem arregimentado seu exército com uma fúria que é capaz de superar a que sentia ao contemplar o ministério de Cristo na Terra. Conhecedor de “que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12), o inimigo tem assaltado a mente humana e a aprisionado em sua esfera egocêntrica de uma maneira cada vez mais covarde e cruel. Exímio estudante da mente, apresenta ao homem exatamente o que este mais propende a cair e lhe instiga uma falsa liberdade em poder viver da maneira que bem desejar. E, como no deserto, apresenta à raça caída as mesmas tentações oferecidas a Jesus com o objetivo final de fazer com que o máximo de pessoas possível atenda ao convite que Cristo rejeitou: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mateus 4:9).
Como foi revelado a João, estamos diante da iminente batalha final. E esta peleja não envolve mais uma nação contra outra nação, nem rivalidade entre povos, mas a batalha que teve início no Céu e que terá fim aqui na Terra; o conflito cósmico entre Miguel e o dragão (Apocalipse 12:7), entre Cristo e Satanás. Estamos diante de um tempo onde precisamos estar revestidos “de toda a armadura de Deus” para podermos “ficar firmes contra as ciladas do diabo”, cingindo-nos “com a verdade”, vestindo-nos “com a couraça da justiça”, calçando “os pés com a preparação do evangelho da paz”, “embraçando sempre o escudo da fé” e tomando também “o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Efésios 6:11, 14-18).
A batalha espiritual é real e está prestes a chegar ao seu desfecho. E de que lado estamos? Meus irmãos, ninguém pode alegar neutralidade nesta batalha. A própria neutralidade já define o lado escolhido. A fé que nos será requerida será semelhante a dos três amigos de Daniel diante da fornalha de fogo ardente. A publicidade de sua fé fez destes três homens as primícias dos restantes dos últimos dias que serão igualmente provados e igualmente vitoriosos. Com palavras simples, mas penetrantes como uma espada de dois gumes, a resposta daqueles três jovens a Nabucodonosor não foi proveniente da boca deles (Daniel 3:16-18), mas do Espírito de Deus: “Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo” (Marcos 13:11).
Portanto, “não temas, servo Meu… diz o SENHOR, porque estou contigo” (v.28)! Que as duras provas finais não o afastem do caminho eterno, mas sejam uma prova para o mundo de que o teu general é o quarto Homem (Daniel 3:25)!
Feliz sábado, exército de Cristo!
Desafio do dia: Podemos dizer que estamos enfrentando uma verdadeira batalha esses dias contra o nosso apetite pervertido e maus hábitos. Hoje, não ingira nenhum alimento enlatado ou em conserva. Dê preferência às frutas e hortaliças e tome bastante água nos intervalos das refeições. Aproveite o santo sábado do SENHOR com mais clareza mental para ouvir melhor a voz do Espírito Santo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias46
#RPSP
Filed under: Sem categoria
“Disseste: Ai de mim agora! Porque me acrescentou o SENHOR tristeza ao meu sofrimento; estou cansado do meu gemer e não acho descanso” (v. 3).
O SENHOR enviou uma mensagem especial a Baruque, filho de Nerias. Ao que tudo indica, além de escrivão, ele foi praticamente a única pessoa com quem Jeremias pôde contar. Enquanto estava preso, Baruque foi o seu porta-voz levando ao povo a mensagem de juízo dada pelo SENHOR.
A sua incumbência, porém, parece que encheu o seu coração de uma expectativa que não correspondia à realidade em que vivia. Em todo o livro de Jeremias, apesar de conhecido como profeta chorão, já vimos o profeta em situações terríveis: ameaças de morte, perseguições, prisões, açoites, atolado na lama em uma cisterna, levado à força para o Egito; e mesmo diante de tudo isto, não encontramos um só relato de reclamação por parte de Jeremias. Mas Baruque esperava algo mais diante da sua fidelidade. Se Deus o havia escolhido para uma missão especial, então porque tanto sofrimento?
A resposta do SENHOR foi clara e objetiva: “E procuras tu grandezas? Não as procures” (v. 5). Aquele tempo não era tempo de paz, mas de juízo. O fato de Deus lhe preservar a vida em todo lugar para onde fosse já era prova suficiente do Seu cuidado e zelo para com ele. Não era tempo de procurar reconhecimento, mas de buscar ao SENHOR de todo o coração (Jeremias 29:13).
Conforme as profecias bíblicas, estamos vivendo no tempo do fim. E mais do que em qualquer outro tempo, a terceira voz angélica deve ser estudada e compreendida. Não é tempo de ficar se vitimizando e nem esperando por grandezas. É tempo de clamar ao SENHOR de todo o coração para que Ele nos preserve a vida. Mas não esta vida passageira, e sim a vida eterna. Pois o que definirá a nossa vitória final será a quem estamos adorando hoje: “Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus” (Apocalipse 14:9-10).
Amados, não é tempo de brincar de ser cristão. É tempo de orar como jamais orou. É tempo de estudar a Bíblia como jamais estudou. É tempo de pregar como jamais pregou. E como Paulo, sentir “prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (II Coríntios 12:10). Assim, não transformaremos as batalhas em salvação por obras, mas em privilégio da graça que nos basta.
Estamos em tempos de juízo e Jesus mesmo advertiu que só será salvo aquele que PERSEVERAR até o fim (Mateus 24:13). Eis o que diz a mensagem final do terceiro anjo:
“Aqui está a PERSEVERANÇA dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). Eis o que conservará a nossa vida como despojo neste grande conflito. Pela fidelidade e amor à lei do SENHOR seremos perseguidos. E com o mesmo amor que declarou a Paulo, Jesus nos diz hoje: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (II Coríntios 12:9).
Não são posições, privilégios ou grandezas que irão garantir a nossa vitória, mas a confiança nos méritos dAquele que já nos salvou.
És perseguido por amor a Jesus? Alegra-te! Pois és um bem-aventurado:
“Bem-aventurados, sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:11-12).
Bom dia, bem-aventurados por amor a Cristo!
Desafio do dia: Em nosso estudo sobre Apocalipse, descobriremos que a terceira voz angélica tem uma íntima relação com a mensagem de saúde. Continue cuidando do lugar que o SENHOR chama de “santuário do Espírito Santo” (I Coríntios 6:19). Hoje, além da água com limão em jejum, faça uma caminhada ao ar livre aproveitando a luz do sol e o ar puro da manhã. “Faço votos por tua prosperidade e saúde” (III João 2).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias45
#RPSP
Filed under: Sem categoria
“Não se humilharam até ao dia de hoje, não temeram, não andaram na Minha lei nem nos Meus estatutos, que pus diante de vós e diante de vossos pais” (v. 10).
Refugiados no Egito, os restantes de Judá foram governados novamente pela regência de seus incautos corações. Começando de madrugada, o SENHOR continuava enviando os Seus servos, os profetas, para adverti-los quanto ao caminho tortuoso pelo qual estavam seguindo (v.4). Faziam mal a si mesmos (v.7) e prosseguiam irritando ao SENHOR com as obras de suas mãos (v. 8). Não houve arrependimento, nem tampouco conversão, e ali, diante de Jeremias, estava “grande multidão” (v.15) decidida a seguir “certamente, toda a palavra que” lhes saía da própria boca (v.17).
Contrariando o ASSIM DIZ O SENHOR, o povo deu as costas a “toda palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4) para seguir as palavras que lhes traria a própria condenação (Mateus 12:37). Desviaram os olhos do Rei dos reis para se inclinar perante a “Rainha dos céus” (v.18) e a esta atribuir a prosperidade de tempos passados. O pecado da idolatria era uma constante no meio de Israel, e a ida ao Egito só aflorou esta prática. Mediante a rebeldia, o castigo era inevitável e, ao cumprir-se “o sinal” (v.30) predito pelo SENHOR, o povo colheria o fruto de suas más ações.
As palavras do SENHOR são palavras de salvação. Delas provém livramento e vida; e obedecê-las é sinal de sabedoria e fidelidade. Mas aqueles que as ouvem e não as praticam recebem o mal que buscam, ainda que a intenção não fosse recebê-lo. As consequências surgem não porque Deus as impôs, mas devido ao erro de dar as costas a Ele. E, dando as costas ao SENHOR, vem o inimigo das almas e assume as rédeas da situação, fazendo o que ele sabe fazer de melhor: “roubar, matar e destruir” (João 10:10).
Desde o princípio até hoje, as palavras do SENHOR ecoam nos quatro cantos da Terra e, assim como muitos se escandalizaram com a afirmação de Jesus: “Eu sou o Pão da Vida” (João 6:48), milhares têm se escandalizado com as verdades das Escrituras, já que obedecê-las requer a renúncia do próprio eu. As palavras ditas por Cristo com tanto amor à mulher adúltera, são as mesmas que Ele repete a cada dia, a cada pecador que se arrepende: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (João 8:11). Estas foram as palavras mais cheias de amor já proferidas pelo nosso Salvador! Não se trata apenas de perdão e de palavras de ordem, mas da essência de Seu sacrifício.
Jesus entregou a Sua vida para que não sejamos condenados e a única coisa que Ele nos pede é que nos afastemos do que o pendurou naquela cruz. Tudo o que Ele nos pede é o nosso enganoso coração para que então possamos nos agradar dos Seus caminhos, das Suas palavras (Provérbios 23:26) e, então, obedecermos à voz do SENHOR, assim como Ele, por amor, obedeceu aos mandamentos de Seu Pai e em Seu amor permaneceu (João 15:10). Escolha, HOJE, fazer parte dos que hão de herdar a salvação: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).
Bom dia, remanescente fiel!
Desafio do dia: A acidez sanguínea provoca, dentre outros problemas, prejuízo na absorção de nutrientes e vitaminas importantes para o bom funcionamento do nosso organismo. Um excelente tratamento para manter o seu pH sanguíneo alcalino é ingerir pela manhã, ainda em jejum, um copo de água morna com limão.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias44
#RPSP