Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Jeferson Quimelli
21 de fevereiro de 2023, 0:40
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ESDRAS 1 – Pouco se estuda esse livro com conteúdo tão inspirado quanto Gênesis, Salmos, Mateus ou Atos dos Apóstolos. Pregadores que baseiam seus sermões nesse livro são escassos, o qual contém nutrientes espirituais para nossa espiritualidade; que, se não fossem importantes, o Espírito Santo o teria deixado fora do Cânon Sagrado.

Em suas páginas sagradas, encontram-se de forma geral, as seguintes temáticas:
• Deus é soberano sobre todo o Universo.
• Deus é fiel às Suas preciosas promessas; o cumprimento delas tem um foco principal: A vinda do Messias.
• Deus disciplina Seu povo para que não esteja corrompido com as nações pagãs; pois, Sua intenção é usá-lo como instrumento na preparação do mundo para a salvação.
• Deus opera no mundo para elevar pecadores a viverem os princípios do Seu Reino, aguçando a expectativa dos Seus planos para os salvos.

O primeiro capítulo de Esdras revela Deus despertando corações; primeiramente, de um pagão, Ciro; e na sequência, de Seu povo.
• Ciro foi tocado por Deus a libertar os judeus do cativeiro babilônico a fim de voltarem à Terra Prometida a Abraão para reconstruírem o Templo. Além disso, Ciro ordenou devolver os utensílios do templo de Salomão que estavam depositados no templo do deus de Nabucodonosor.
• Os judeus formados pela tribo de Judá e Benjamin que estavam acomodados no exílio precisaram ser despertados por Deus para responderem positivamente à libertação provida por Ciro; ou melhor, para reagirem ao cumprimento da profecia de Jeremias sobre a libertação do cativeiro (Esdras 1:1, 5).

Deus não está desatento às coisas que acontecem no mundo. Ao contrário, Ele vê cada situação, observa cada detalhe, e ainda interfere para um propósito maior, que é a salvação da humanidade.

Deus não coage ninguém, não obriga as pessoas a fazerem o que não querem. Ele desperta corações. Contudo, só acorda quem quiser. Tanto é que muitos judeus não retornaram do cativeiro.

Com certeza Deus anseia que todos despertassem para viver Seus maravilhosos planos; todavia, compete a cada um responder positiva ou negativamente a esse despertamento.

Através de Paulo, Deus nos fala: “Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos. A noite está quase acabando; o dia logo vem…” (Romanos 13:11-12).

Como responderemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de fevereiro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 36 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



II CRÔNICAS 36 by Luís Uehara
20 de fevereiro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/36

Este capítulo começa com um rei chamado Jeoacaz, que foi escolhido pelo povo e não por Deus. Mesmo tendo reinado apenas por três meses, ele foi um rei mau. O próximo rei não foi muito diferente. É irônico porque ambos tiveram um pai piedoso, mas não seguiram seus exemplos piedosos. Os dois reis seguintes também foram incapazes de manter o padrão de retidão. Eles também fizeram o mal aos olhos do Senhor.

Isso me leva a acreditar que não se trata de quão bons ou ruins são nossos ambientes. Às vezes acreditamos que não temos controle sobre quem e como nos tornamos. “Foi assim que cresci”, podemos dizer. No entanto, todos nós temos a capacidade de escolher o mal ou a justiça.

Deus, em Sua misericórdia, continuou a enviar-lhes advertência após advertência, mas que foram ignoradas até que Jerusalém selasse seu próprio destino e não pudesse se redimir perante o juízo de Deus.

Talvez o Senhor tenha nos mostrado muitas coisas que deveriam nos levar a mudar nossos caminhos e segui-Lo, mas nosso coração orgulhoso se recusa a fazê-lo. Ainda temos tempo neste momento. É nosso desejo continuar endurecendo nossos corações? Ou estamos dispostos a dar uma chance a Deus?

Alyssa Haijon
Aenon Health Center, Malásia (no momento desta redação)

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/36
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Jeferson Quimelli
20 de fevereiro de 2023, 0:50
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669 palavras
Resumo do capítulo: Jeoacaz, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias reinam. Todos os líderes dos sacerdotes e o povo se tornam cada vez mais infiéis, seguindo todas as práticas detestáveis das outras nações. Então Nabucodonosor arrasa Judá e Jerusalém, queima o templo e leva Judá cativo por setenta anos.

4 Eliaquim … e lhe mudou o nome para Jeoaquim. Seu nome [Jeoaquim] significa “O Senhor estabelece”, e o antigo nome, Eliaquim, significa “Meu Deus estabelece”. A mudança de nome era insignificante, mas serviu para mostrar que o faraó tinha plenos poderes sobre ele (Bíblia Shedd).

e o levou para o Egito. Com respeito à referência de Jeremias ao fato de Joacaz er sido levado para o Egito e à sua predição de que ele não voltaria do exílios, ver Jeremias 22:10 a 12 (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 338).

13 se revoltou. Zedequias sucumbiu à tentação de confiar na ajuda do Egito, e se rebelou contra Nabucodonosor. A reação babilônica foi rápida. Jerusalém foi sitiada (Jr 21.3-7) em 588 a.C. e resistiu durante mais de 2 anos antes de ser destruída no verão de 586 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 Aumentaram. Numa época em que era absolutamente necessário um total arrependimento nacional, os líderes de Judá foram levando o povo por veredas que provocaram, mais ainda, a desgraça total (Bíblia Shedd).

todas as abominações. Ver relato das visões em que são retratadas algumas dessas abominações que despertaram a ira do Senhor contra a nação (Ez 8:3, 10, 14, 16; cf. Jr 7:11, 17, 18, 30). Parece ter havido poucas das terríveis abominações dos pagãos que não fossem então praticadas pelo professo povo de Deus dentro dos pátios sagrados do templo. Em vista de tal situação, o dia da ruína não podia estar longe (CBASD, vol. 3, p. 338).

15 madrugada. Pode se referir ao horário predileto das orações dos profetas, ou ao fato que desde a aurora da existência nacional houve profetas fiéis. A resposta que Deus recebeu era uma verdadeira zombaria (16), uma ofensa à santidade e à justiça divinas, que exigia um castigo bem severo (Bíblia Shedd).

16 não houve remédio algum. Estas palavras tristes mostram que o grande Médico desenganara Sua nação, depois de oferecer-lhe todos os remédios: profetas, pragas, perseguições e reformas (Bíblia Shedd).

Deus advertiu Judá a respeito de seu pecado e continuamente restaurou o povo ao Seu favor, somente para fazê-lo voltar a Si. Infelizmente a situação chegou a tal ponto que não houve mais remédio. Tome cuidado com o pecado que encontra acolhida em seu coração, do qual você nunca se arrependeu e abandonou. Chegará o dia em que não haverá mais remédio para ele e a misericórdia de Deus será substituída pela Sua justiça. A pessoa que frequentemente repete um pecado e não se arrepende, convida a tragédia para se instalar na sua vida (Life Application Study Bible).

17-21 Neste trecho, que analisa a queda de Judá, as palavras tudo, todos,aparecem sete vezes, enfatizando a maior calamidade para a nação (Bíblia Shedd).

17 por isso, o Senhor fez subir. Quando Israel pecou, o Senhor permitiu que os assírios executassem juízo contra eles (Is 10:5,6), e desta vez Ele permitiu que os caldeus executassem juízo sobre um povo que era “mais justo” do que eles (Hc 1:6-13) (CBASD, vol. 3, p. 338).

20,21 O cronista [ao contrário do escritor de Reis], cuja ótica era de depois do exílio, conseguia lembrar-se do exílio, não somente como um julgamento, mas como algo que contnha esperança para o futuro. Para ele, o remanescente purificado voltara a uma terra purificada (v. 22, 23), e começava uma nova era. O exílio não era somente castigo, mas também bênção, pois deixou a terra colocar-se em dia com seus repousos sabáticos (Lv 26.40-45). E Deus tinha se lembrado da sua aliança (Lv 26.45) e restaurado Seu povo à terra (Bíblia de Estudo NVI Vida).

21 setenta anos. O povo tinha faltado com o cumprimento da lei do sábado da terra, que proibia a plantação no sétimo ano (Lv 25.2-7). Esses anos seriam contados por toda o período da história de Israel e de Judá, como nação organizada, em plena posse da terra, 490 anos desde o princípio da história, registrada em 1 Sm 1.1 (Bíblia Shedd).



2Crônicas 36 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de fevereiro de 2023, 0:45
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“O Senhor, Deus de seus pais, começando de madrugada, falou-lhes por intermédio dos Seus mensageiros, porque Se compadecera do Seu povo e da Sua própria morada” (v.15).

Josias foi o último monarca reformador de Judá, e sua morte assinalou o início das últimas e ímpias dinastias. Ainda nos dias de Josias, o Senhor suscitou o profeta Jeremias como Seu atalaia. A voz do profeta ecoava pelas ruas de Jerusalém até às mais íntimas salas palacianas, pronunciando o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Com palavras de dura reprovação, mas de teor salvífico, entre lágrimas e grande angústia, Jeremias expressava no olhar e na voz o profundo desejo pelo bem-estar de seu povo.

A ameaça da invasão babilônica, porém, não intimidou a maioria esmagadora de Judá, que, com desdém, “zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos Seus profetas” (v.16). Jeremias não estava só no dever de advertir a nação, mas certamente tornou-se o principal alvo dos insultos e das ameaças daqueles a quem desejava salvar. Sob o olhar dos líderes da nação, seu ministério era considerado um insulto e sua mensagem, demasiado extremista.

Após um curto período de submissão ao Egito, Judá, bem como as demais nações, passaram às mãos da cabeça de ouro dos reinos da Terra (Dn.2:38). Babilônia tornou-se a capital do mundo antigo, e Nabucodonosor, o monarca mais temido de sua era. Mas o povo de Judá rejeitou “a palavra do Senhor, por boca de Jeremias” (v.21): “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4).

Contudo, os reis, os príncipes, os sacerdotes e o povo entregaram-se à loucura da idolatria, corromperam seus corações e deram as costas ao Senhor, de modo que “não houve remédio algum” (v.16). O Senhor estabeleceu um período de 70 anos (v.21) sob jugo babilônico, após o qual Ele despertaria “o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (v.22), a prata dos reinos da Terra (Dn.2:32), para pôr em liberdade os filhos de Israel e promover a edificação da Casa do Senhor “em Jerusalém” (v.23).

A leitura do último capítulo do segundo livro de Crônicas ecoa as consequências da desobediência ao que estudamos no capítulo vinte, versículo vinte: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”. De forma insistente, “começando de madrugada” (v.15), os servos de Deus declaravam a mensagem que os livraria da destruição e da escravidão, mas eis que os ouvidos deles estavam incircuncisos e não podiam ouvir; eis que a palavra do Senhor era para eles coisa vergonhosa; não gostavam dela (Jr.6:10).

Amados, o Senhor, nosso Deus, “começando de madrugada” (v.15), tem clamado com forte apelo aos nossos corações. Ele tem dado as últimas batidas à porta do coração de cada ser humano (Ap.3:20). Não é mero símbolo a Babilônia espiritual. É, porém, um poder tão destruidor quanto o foi o antigo império. E a ordem divina é expressa e urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). A pergunta é: “quem entre vós é de todo o Seu povo” (v.23)?

Subamos, amados! Subamos em direção não mais a uma terra perecível. Subamos ao mais alto e sublime lugar, que nos “está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Andemos neste mundo como peregrinos à caminho do lar, como os que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Que a nossa confiança esteja bem firmada no Senhor e nas palavras de Sua inspiração, e Ele nos manterá a salvo e, findos os anos do cativeiro do pecado, Ele nos fará prosperar até que alcancemos a segurança do eterno lar. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Jeferson Quimelli
20 de fevereiro de 2023, 0:40
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II CRÔNICAS 36 – O declínio da espiritualidade leva à ruína; porém, a ação clínica divina restaura o caído.

Por causa da idolatria e imoralidade, frouxidão espiritual e apatia para com a verdadeira religião, Judá, o remanescente do povo de Deus, sofreu no exílio. Deus coloca Seu povo no “cantinho da disciplina”; pois, Ele repreende e disciplina aos Seus filhos, que são alvos de Seu amor a cuidado (Apocalipse 3:19; Hebreus 12:1-12).
• O rei Joacaz foi exilado no Egito (II Crônicas 36:2-4).
• Os reis Jeoaquim, Joaquim e Zedequias foram exilados na Babilônia (II Crônicas 36:5-6, 9-11, 17-20).
• O povo sobrevivente às matanças na destruição do Templo e de Jerusalém, foi exilado em Babilônia (II Crônicas 36:17-21).

Quanto sofrimento por não viver em constante reavivamento! Os períodos de apostasia foram intensos e longos; os poucos momentos de reavivamentos e reformas espirituais não foram suficientes para erradicar completamente as parafernalhas religiosas incorporadas às orientações divinas.

Sistematicamente, Deus fez de tudo para impedir o cumprimento do que havia sido predito por Jeremias (Jeremias 25:2-14; 29:10). Entretanto, o povo chegou numa situação de rejeição das Suas estratégias que não houve mais nenhum remédio, senão o cativeiro (II Crônicas 36:15-16); o qual, pela misericórdia de Deus, não seria infindável… Desta forma, o capítulo em análise encerra o livro de Crônicas com uma nota positiva, falando de esperança (II Crônicas 36:22-23).

“I e II Crônicas” foram escritos após o retorno do exílio para explicar teologicamente os altos e baixos na história do povo de Deus. Quando a espiritualidade declinava, o povo despencava do alto da prosperidade para o caos e angustiante sofrimento.

Sintetizando os dois livros de Crônicas, este capítulo mostra que o segredo da vida está em dar atenção às advertências de Deus, responder positivamente à Sua compaixão por nós, respeitar aos Seus mensageiros, e deixar a teimosia para permitir moldar-se plenamente por Sua Palavra.

Além disso, fica evidente que mesmo sob a disciplina de Deus, Seu propósito não é destruir-nos, mas restaurar-nos das ruínas resultantes dos nossos pecados. Até mesmo um pagão como Ciro pode ser instrumento divino para levar-nos à restauração. Isso revela o quanto Deus nos ama e quer nosso melhor…
• Portanto, priorize Deus em tua vida, submeta-se a Seus mensageiros… e, viva feliz!

Enfim, prossigamos reavivando-nos! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de fevereiro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 35 – Primeiro leia a Bíblia

II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CRÔNICAS 35 by Luís Uehara
19 de fevereiro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/35

O Cristianismo não é um esporte para espectadores, e a Bíblia chama todos nós “a apresentar nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm 12:1). A menção da cerimônia da Páscoa nos dias do rei Josias, na qual tantos sacerdotes, levitas, príncipes e o próprio rei estavam totalmente envolvidos, parece indicar que a cerimônia não era celebrada apenas externamente, mas que havia um genuíno exame de coração. entre os israelitas, começando pelo próprio rei.

A vida do rei Josias é um encorajamento para os cristãos de todas as épocas, em contraste com os pais de Josias, que não nos fornecem o melhor exemplo por causa de sua infidelidade. O rei Josias permitiu que Deus o usasse para uma poderosa obra de reavivamento e reforma.

Devemos, como Josias, estar dispostos a passar um tempo de qualidade na Palavra de Deus para conhecer a vontade de Deus para nós. Embora o reinado de Josias em Israel tenha sido em grande parte um sucesso, a última parte de sua vida é uma lição objetiva para nós hoje. Por não dar ouvidos à voz de Deus através do rei Neco do Egito, Josias se colocou em direta oposição ao Deus que havia permitido que o rei Neco lutasse contra Carquemis. Infelizmente, as consequências da decisão de Josias foram fatais.

Mulinde Ezra
Mulinde, originalmente de Uganda, vive e trabalha em Tiancheng, China (no momento no qual o texto foi escrito)

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/35
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de fevereiro de 2023, 0:50
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892 palavras

3 Ponham a arca sagrada no templo. Subentende que tenha sido retirada, talvez para proteção, durante os reinados maus de Manassés e de Amom, que antecederam a Josias (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 Até à noite. O esforço especial era para garantir que ninguém ficasse sem o cordeiro pascal.

15 Os cantores … não necessitaram de se desviarem. No momento da necessidade tinham acudido na construção do templo (34.13), mas agora, no culto, seus talentos são mais eficientemente empregados nos cânticos de louvor de declarações da Palavra de Deus, através dos salmos. A música no culto deve ter mensagem tão importante quanto a do sermão (Bíblia Shedd).

17 A Festa dos Pães Asmos era uma celebração de sete dias que se iniciava no dia seguinte à Páscoa. Como a Páscoa, ela comemorava o êxodo do Egito. Por sete dias o povo comia pão sem fermento do mesmo modo como seus ancestrais faziam quando saindo do Egito porque poderia ser feito rapidamente em preparação para sua súbita partida (Ex 12:14-20). Esta festa lembrava o povo de que eles haviam deixado a escravidão para trás e tinham vindo à terra que Deus lhes prometera (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

20-27 Carquemis. Uma importante cidade da antiguidade localizada na margem ocidental do rio Eufrates na atual Turquia (Andrews Study Bible).

Este evento ocorreu em 609 a.C. Nínive, a capital assíria, havia sido destruída três anos antes pelos babilônios. Os assírios derrotados se reagruparam em Aram [Síria] e Carquemis, mas a Babilônia enviou seus exércitos para destruí-los de uma vez por todas. O faraó Neco, querendo fazer do Egito um poder mundial, estava preocupado com o crescimento da força da Babilônia , então marchou com seu exército ao norte através de Judá para ajudar os assírios em Carquemis. Mas o rei Josias de Judá tentou evitar que Neco passasse pela suas terras a caminho de Carquemis.  Josias foi morto e Judá se tornou sujeito ao Egito (2Rs 23.25-30 ajuda a entender a tragédia. Mesmo com Josias servindo a Deus, Deus não mudou o Seu julgamento sobre Judá por causa do pecado de Manassés e do arrependimento superficial de Israel). Neco chegou a Carquemis e a defendeu dos babilônios por quatro anos, mas em 605 ele foi completamente derrotado e a Babilônia se moveu para o foco das atenções como o poder mundial dominante (Life Application Study Bible Kingsway NIV). [ver 2Rs 28.28-30.

Josias não era amigo dos assírios, desejava-lhes a total destruição (Bíblia Shedd).

21-24. Josias ignorou a mensagem de Neco por aquilo que Neco era – rei de uma nação pagã. A suposição errônea de que Neco não era parte do plano de Deus custou a vida a Josias. Enquanto nem todos que afirmam ter uma mensagem de Deus realmente a tenham, a mensagem de Deus pode vir de modos inesperados. Deus falou para reis pagãos no passado (Gn 12:17-20; 20:3-7; ver tb Dn 4:1-3). Não deixe que o preconceito ou falsas suposições ceguem você à mensagem de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 outro reino com o qual estou em guerra. Referência aos babilônios; Nabopolassar estava no trono da Babilônia, ao passo que seu filho Nabucodonosor comandava os exércitos no campo da batalha. Nabucodonosor passaria a ser sucessor do seu pai depois de outra batalha em Carquemis contra o Egito em 605 a.C. Josias pode ter sido um aliado da Babilônia (v. 32.31; 33.11) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Josias não quis esperar que Deus vingasse Seu povo das invasões que sofria, segundo Seu método escolhido, utilizando-se de um exército estrangeiro. Josias quis tirar desforra contra seu inimigo político, em vez de confiar em Deus e procurar entender Sua vontade. Isto foi fatal (Bíblia Shedd).

não te opores a Deus. Esta foi uma ocasião em que a coragem deveria se manifestar pela prudência, e na qual Josias teria se demonstrado um homem mais sábio se tivesse reconhecido nas palavras de Neco uma mensagem de Deus (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 335).

22 da parte de Deus. De alguma maneira, Deus tinha transmitido seus propósitos ao rei estrangeiro, tal como tinha falado a Abimeleque por meio de um sonho (Gn 20.3), mas Josias não lhe deu ouvidos (Bíblia de Genebra).

Deus fala ao ser humano de muitas maneiras, e a sabedoria sempre inclui o estar alerta à voz do Céu, quer venha de um leigo ou de um profeta, se um compatriota ou de um mensageiro de terras distantes. Obviamente seria justificável que Josias questionasse se as palavras realmente procediam de Deus, mas ele tinha à disposição a orientação profética [Jeremias, p. ex.], pela qual poderia averiguar a questão. Na verdade, ele nunca devia ter empreendido essa aventura sem a aprovação do Céu. Ao recusar-se a dar ouvidos às palavras de neco, Josias rejeitou a voz de Deus e assim precipitou a própria morte (CBASD, vol. 3, p. 335).

25 Jeremias compôs um cântico de lamento em homenagem a Josias. Jeremias tinha Josias em alta estima (Jr 22.15,16). Esse cântico de lamento que compôs já não existe. A declaração de que Jeremias compunha lamentações é uma das razões por que o livro de Lamentações tem sido tradicionalmente associado a ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Este profeta foi um dos principais apoiadores das reformas de Josias (Andrews Study Bible).

Nas suas lamentações. Jeremias solicitou que os homens não chorassem por Josias, mas por seu sucessor Salum (Jr 22:10-12), isto é, Jeoacaz, que após um reinado de apenas três meses, foi levado para o Egito (2Rs 23:30-34) (CBASD, vol. 3, p. 336).



2Crônicas 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de fevereiro de 2023, 0:45
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“Jeremias compôs uma lamentação sobre Josias […]” (v.25).

A culminância dos atos de Josias como rei reformador destaca uma atitude insensata e impulsiva. Antes das flechas do exército inimigo, Josias foi flechado pelo orgulho. Através do rei do Egito, Deus buscou adverti-lo. Não lhe competia ir a uma guerra que não era dele. “Porém Josias não tornou atrás” (v.22) e à semelhança de Acabe, quando se disfarçou para enganar o exército de Ramote-Gileade (2Cr.18:29), o rei de Judá usou da mesma estratégia, selando a própria morte .

O fim da vida de Josias não precisava ser assim. Em algum momento do caminho, permitiu que o seu coração o enganasse e o levasse a esquecer de todos os benefícios do Senhor para com ele. A ascendente queda de uma Páscoa jamais vista para uma guerra sem sentido precisa abrir os nossos olhos para uma necessidade que é diária: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2Co.13:5).

A necessidade de líderes que se empenhem na obra do ensino das Escrituras e que sejam consagrados ao Senhor é urgente e real. Contudo, o que deve anteceder esse serviço é a obra de cunho pessoal que cada um de nós precisa experimentar. A ordem que estabeleceu uma celebração sem precedentes é a ordem dada pelo Céu a nós, hoje: “Preparai-vos segundo as vossas famílias” (v.4). Cada membro do lar é convidado a celebrar a Páscoa do Senhor diariamente, dando graças a Deus pelo verdadeiro Cordeiro que foi imolado em nosso lugar. Desta forma, lançamos mão de nossa autossuficiência e nos colocamos “sobre o altar do Senhor” (v.16).

Andar com Deus é uma experiência possível e que move o coração do Pai para todo aquele que busca tal comunhão. Da mesma forma que existe esse desejo divino em operar em nós a Sua santificadora influência, há um inimigo nos sugerindo disfarces letais. Josias “se disfarçou para pelejar […], não dando ouvidos às palavras que Neco lhe falara da parte de Deus” (v.22). Não tombará, porém, o soldado que reconhece a sua limitação e a sua necessidade vital da infalível armadura: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).

Como a vitória de Josias estava em se abster da guerra, a nossa vitória consiste em confiar no “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Que nossa vida não seja lembrada com “uma lamentação” (v.25), mas como quem deixou no mundo o precioso legado de “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm.8:4). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, guiados pelo Espírito de Deus!

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100