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Texto bíblico: ESDRAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
ESDRAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESDRAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/6
Esdras 5 nos mostrou como o povo de Israel arriscou sua reputação com o poder governante de sua época para obedecer a Deus. Esdras 6 revela o resultado. Em vez de interromper o trabalho, como Tatenai e seus amigos esperavam, sua pergunta inspirou o rei a ajudar os israelitas a seguir a ordem de Deus para construir o templo.
Com o encorajamento de Ageu e Zacarias, os profetas da época, o povo terminou a obra com sucesso. Mas não apenas a tarefa deles foi concluída – seus corações também estavam bem com Deus. O versículo 16 nos diz que eles “celebraram com alegria a dedicação do templo de Deus.” Os versículos 20-22 relatam que todos os sacerdotes e levitas eram puros e que os israelitas que “se haviam separado… da práticas impuras de seus vizinhos gentios… celebraram com alegria a festa dos pães sem fermento; pois o Senhor os enchera de alegria”.
O Deus de Esdras é o mesmo Deus a quem servimos hoje. Ao nos comprometermos a construir o templo de Deus (1 Coríntios 3:9-16) em obediência às instruções que recebemos por meio de Seus profetas, Ele nos usará para concluir Sua obra, mesmo que as circunstâncias pareçam proibitivas. Além disso, Ele também mudará nossos corações, tornando-nos puros, santos e alegres em Seu serviço.
Eliza Moffat
Missionário entre os Fulani, África Central
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/6
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1622 palavras
Resumo do capítulo: Dario emite um decreto. “O custo para a reconstrução do templo virá do tesouro real”. O templo é concluído e os Israelitas celebram a Páscoa por sete dias.
1 Da Babilônia. Durante sua visita a Jerusalém, parece que Tatenai recebeu dos judeus a informação de que, provavelmente, o documento original estaria nos arquivos reais de Babilônia; portanto, ele sugeriu que Babilônia era o lugar em que a busca deveria ser feita (Ed 5:17). Dario seguiu a sugestão e ordenou a busca em Babilônia, porém sem sucesso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 387.
2 Em Acmetá … se achou um rolo. Quando o documento mencionado por Tatenai não foi encontrado, uma ordem posterior aparentemente foi dada para continuar a busca aos arquivos reais de outras capitais persas, Ecbátana e Susa. Isso indica um esforço sincero da parte do rei e de seus oficiais para serem justos, procedendo a uma rigorosa investigação antes de tomar uma decisão final. … Acmetá era a antiga capital da Média. No persa antigo, era chamada Hagmatâna, e em grego, Ecbátana. Hoje, a cidade se chama Hamadân. Localizada nas montanhas iranianas ocidentais, a 1.829 m acima do nível do mar, os reis persas fizeram dela uma de suas cidades de verão. Babilônia, situada no vale do rio, tornava-se desconfortavelmente quente no verão. O fato de que o documento foi encontrado em Ecbátana e não em Babilônia indica que Ciro residiu ali quando o decreto foi promulgado. CBASD, vol. 3, p. 387.
Quanta coisa dependia do encontro daquele rolo! Mas Deus sabia onde estava, e os levou a descobri-lo, e inclinou Dario a ratificá-lo. Quando nos sentimos ansiosos e perturbados acerca das nossas relações com nossos semelhantes, não adianta nada nos entristecermos; será melhor confiarmos. Documentos perdidos, corações estremecidos, meadas embaraçadas, entreguemos tudo nas mãos do Pai (Comentário Bíblico Devocional – VT, F. B. Meyer).
4 pedras grandes … madeira. Esse projeto visava, provavelmente, a almofadar o edifício contra choques sísmicos (Bíblia de Estudo NVI Vida).
8 pagas pela tesouraria do rei [NVI]. Era política sistemática dos reis persas ajudar a reparar santuários dentro de seu império (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A dificuldade levantada pelos inimigos dos judeus na verdade redundou em benefício destes (Comentário Bíblico Devocional – VT, F. B. Meyer).
Ciro havia decretado que a reconstrução do templo em Jerusalém receberia subsídios de fundos públicos (v. 4). Essa parte do decreto, provavelmente, jamais havia se cumprido (ver Ed 4:4, 5), porque os samaritanos aparentemente foram bem-sucedidos em frustrar as boas intenções de Ciro. Quando Dario soube, através da cópia do decreto de Ciro encontrada em Ecbátana, que apoio financeiro havia sido prometido aos judeus, provavelmente ele perguntou ao tesoureiro real quanto dinheiro havia sido gasto no templo desde a emissão do primeiro decreto. Seu desagrado ao receber a informação de que pouco ou nada havia sido pago, resultou no uso de uma linguagem veemente em sua carta a Tatenai: “retirai-vos para longe dali” (v. 6), “não interrompais a obra” (v. 7), “para que não se interrompa a obra” (v. 8), “sem falta” (v. 9), e especialmente as ameaças no v. 11 caso o decreto não fosse cumprido. CBASD, vol. 3, p. 388.
9 Segundo a determinação dos sacerdotes. Era a mais extraordinária concessão aos judeus permitir que seus sacerdotes fixassem a quantia que eles deviam receber do sátrapa. Dario devia estar seguro de que os judeus não abusariam de sua generosidade. … Parece provável que alguns judeus influentes trabalhassem no setor de relações exteriores do império persa. A mão de um desses homens talvez tivesse parte na preparação desse decreto de Dario. CBASD, vol. 3, p. 389.
10 Orem pela vida do rei. O império persa procurava sistematicamente a boa vontade das influências religiosas, e os judeus, por suas vez, tinham o costume de orar em favor dos líderes políticos de todos os lugares, para onde se espalhavam. Ver 1Tm 2.1-2 (Bíblia Shedd).
11 Pendurado nela [ARA; NVI: empalado]. Não enforcado, do modo usual, mas empalado, uma forma cruel de execução praticada extensivamente pelos assírios. … Havia duas maneiras conhecidas de empalação. Em cada uma delas, uma estaca com uma ponta afiada era fincada na terra. A vítima, nua, era então empalada; a estaca penetrava seu corpo a partir de suas nádegas para acima ou através de seu peito. Ameaças como as de Dario feitas nos decretos eram comuns em documentos antigos. À luz da prática de reis absolutistas nos tempos antigos, as ameaças desse decreto não parecem extraordinárias. … Dario percebeu que seu decreto precisaria de uma linguagem forte. Os samaritanos tinham se mostrado hábeis na arte de desafiar mandados reais. O decreto foi destinado a assustá-los e, assim, impedi-los de causar mais danos. CBASD, vol. 3, p. 389.
De acordo com Heródoto (3.159), Dario I empalou 3 mil babilônios quando conquistou a cidade da Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13,14 As obras do templo tinham avançado pouco, não somente por causa da oposição, mas também porque os que voltaram se preocupavam mais com suas casas (Ag 1.2-9). Como colocaram seus interesses em primeiro lugar, Deus lhes enviou a fome como castigo (Ageu 1.5, 6, 10, 11). Com o ânimo advindo da pregação de Ageu e Zacarias e sob a liderança de Zorobabel e de Jesua, iniciou-se novo esforço (Ag 1.12-15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
14 E prosperando. Os judeus, que tiveram tantos problemas e desilusões naqueles anos, não poderiam esperar nenhuma surpresa maior ou mais alegre do que a mensagem do novo decreto de Dario. De repente, foram cumpridas as profecias de Ageu, que lhes lembrou que seu Deus era o dono da prata e do ouro, e que seria fácil para Ele fornecer os meios necessários para completar a tarefa que tinham começado na fé (Ag 2:8). No dia em que lançaram a nova fundação, o Senhor havia prometido: “Mas, desde este dia, vos abençoarei” (Ag 2:19). Maravilhosa foi a realização. Na verdade, as bênçãos visíveis devem ter excedido as suas esperanças mais ousadas. CBASD, vol. 3, p. 390.
15 Acabou-se esta casa. O templo se completou em 516 a.C., no dia 10 de março; … O que faltou do templo era a arca da aliança simbolizando a presença de Deus que desapareceu sem deixar sinal por ocasião da destruição do templo de Salomão. Também não se fala mais do fogo perpétuo (Bíblia Shedd).
A longo prazo, o segundo templo, embora não fosse tão grandioso quanto o primeiro, acabou durando muito mais tempo. A planta geral do segundo templo era semelhante à do templo de Salomão, mas o Lugar Santíssimo foi deixado vazio porque a arca da aliança se havia perdido na conquista babilônica. De acordo com Josefo, no Dia da Expiação [Yom Kippur] o sumo sacerdote colocava seu incensário na placa de pedra que marcava a antiga localização da arca (Bíblia de Estudo NVI Vida).
14 Esdras cuidadosamente destacou que a reconstrução do templo foi ordenada primeiramente por Deus e, então, pelos reis, que eram Seus instrumentos. É irônico e maravilhoso que o trabalho de Deus tenha sido completado por uma descoberta em um parágrafo perdido em uma biblioteca pagã. Toda a oposição de forças poderosas foi interrompida por uma cláusula em um documento legal. A vontade de Deus é suprema sobre todos os governantes, todos os eventos históricos e todas as forças hostis. Ele pode nos livrar através de meios que não podemos nem imaginar. Se crermos em Seu poder e amor nenhuma oposição poderá nos deter (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
16 Celebraram. Há tempo para celebrar, mas também há um tempo para trabalhar. Ambos são apropriados e necessários à adoração a Deus e ambos Lhe agradam (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
O povo de Deus se alegra porque ele sabe que o seu Mestre controla não apenas o universo, mas também o destino e vidas de indivíduos e povos (Andrews Study Bible).
É muito provável que os Salmos 146-150 tenham sido compostos por esse tempo. Na Septuaginta são chamados de “Salmos de Ageu” (Comentário Bíblico Devocional – VT, F. B. Meyer).
“Dedicação” traduz a palavra aramaica hanukkah. Esse mesmo nome –hanukkah – é dado ao feriado em dezembro que celebra a reconquista do templo nas mãos dos selêucidas [de Seleuco, do domínio grego] e sua nova dedicação (165 a.C.) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
17 Cem novilhos. Pouca coisa, em comparação com a inauguração do templo de Salomão (1Rs 8.63), mas Deus aceita a oferta “conforme o que o homem tem” (2 Co 8.12) (Bíblia Shedd).
21 Todos os que … se haviam separado. Tendo mencionado os exilados que retornaram, Esdras refere-se a um segundo grupo de israelitas que tomaram parte na celebração da Pásacoa. Estes devem ter sido “os pobres da terra” deixados para trás por Nabucodonosor, em 586 a.C., “para vinheiros e para lavradores” (2Rs 25:12). Durante os longos anos de exílio, quando os sacerdotes e líderes religiosos estavam em babilônia, essas pessoas pobres e ignorantes parecem ter aceitado algumas práticas pagãs. Os exilados adquiriram uma nova experiência religiosa sob a influência de homens íntegros como Daniel e Ezequiel. Portanto, eles pediram àqueles que não haviam estado em Babilônia para reformar sua vida a fim de pertencer àquele novo país. Alguns desses mencionados poderiam ter sido estrangeiros que aceitaram totalmente a religião dos judeus e foram recebidos na congregação dos judeus como iguais. Assim como no tempo do êxodo, uma provisão havia sido feita para que todos aqueles que desejassem se juntar ao povo de Deus poderiam fazê-lo. CBASD, vol. 3, p. 392, 393.
22 mudando o coração. Você já levou em consideração que Deus muda a atitude de uma pessoa ou grupo de pessoas? Deus é infinitamente poderoso, Sua visão e sabedoria transcendem as leis da natureza humana. Enquanto você pode sempre mudar sua atitude, lembre-se que Ele pode mudar a atitude de outros (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
Rei da Assíria. Um dos títulos do imperador persa; ocorre aqui para destacar como Deus mudou aquele antigo império, que tinha sido o causador da destruição de Israel, do de Judá (sob os caldeus) e que agora veio a pertencer aos reis da Pérsia (Bíblia Shedd).
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“Não interrompais a obra desta Casa de Deus, para que o governador dos judeus e os seus anciãos reedifiquem a Casa de Deus no seu lugar” (v.7).
Investigados os “arquivos reais da Babilônia” (v.1), “se achou um rolo, e nele estava escrito um memorial” (v.2), contendo o decreto de Ciro autorizando a edificação do templo em Jerusalém, a origem de suas despesas, que viria “da casa do rei” (v.4), e a devolução dos “utensílios de ouro e de prata, da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém” (v.5). Mediante estas informações, Dario baixou um novo decreto, reafirmando o decreto de Ciro e acrescentando punição de morte a “todo homem” (v.11) que alterasse o seu decreto e uma maldição “a todos os reis e povos” que estendessem a mão “para alterar o decreto e para destruir esta Casa de Deus” (v.12).
“Então, Tatenai, o governador daquém do Eufrates, Setar-Bozenai e os seus companheiros assim o fizeram pontualmente, segundo decretara o rei Dario” (v.13). E conforme “profetizaram os profetas Ageu e Zacarias” (v.14), a obra prosperou e foi completada “no sexto ano do reinado do rei Dario” (v.15). O templo foi dedicado “com regozijo” (v.16), com ofertas “pelo pecado de todo o Israel, segundo o número das tribos de Israel” (v.17), e estabelecido o ministério dos sacerdotes e levitas em seus turnos e ocupações.
Os exilados puderam então celebrar a Páscoa do Senhor, pois “os sacerdotes e os levitas se tinham purificado como se fossem um só homem, e todos estavam limpos” (v.20). O cordeiro pascal foi morto “para todos os que vieram do cativeiro” (v.20), e “comeram a Páscoa os filhos de Israel que tinham voltado do exílio e todos os que, unindo-se a eles, se haviam separado da imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21).
Amados, há um registro no qual nossa vida está escrita: “e no Teu livro foram escritos todos os meus dias” (Sl.139:16). Também há uma obra de edificação sendo realizada na vida de “todos os que vieram do cativeiro” (v.19) do pecado e de “todos os que, unindo-se a eles”, decidiram dizer não à “imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21). Sendo este mundo de pecado o cativeiro, o Cordeiro de Deus foi morto por toda a raça humana, mas o galardão de Sua morte e ressurreição está reservado somente para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16).
Está chegando o tempo em que o príncipe deste mundo questionará sobre a vida de cada ser humano, e apenas aqueles cujos registros estiverem limpos pelo sangue de Jesus, que decidiram se separar das imundícias da Terra, “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4), receberão o selo do Deus vivo (Ap.7:3), e completada será a obra do Espírito Santo em suas vidas, e celebrarão e comerão diante do Cordeiro e de Deus, no banquete preparado nas cortes celestiais.
Permita que, “dia após dia, sem falta” (v.9), Deus opere em você a boa obra que Ele já começou, sendo transformado, “de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, naquele grande Dia, o acusador não terá do que lhe condenar, pois os teus pecados foram perdoados pelo verdadeiro Cordeiro da Páscoa. O Senhor alegre o teu coração e fortaleça as tuas mãos nesta certeza, até que Ele venha. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, casas em edificação!
Dez Dias de Oração (4° dia): Oremos: Por pais e mães que sejam cheios do Espírito Santo; por filhos que honrem a Deus e a seus pais; por nossos cinco amigos de oração e seus familiares.
Rosana Garcia Barros
#Esdras6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ESDRAS 6 – Governos seculares e indivíduos políticos contribuem com Deus ao cumprirem fielmente seus propósitos reais e originais.
Quando Tatenai foi informado pelos judeus que um documento oficial estaria em Babilônia, ele não mediu esforços para fazer uma busca; contudo, não foi encontrado nos arquivos da biblioteca babilônica.
Porém, o fato de não tê-lo encontrado não satisfez a Tatenai, o qual deu outra ordem para que continuassem a busca nas capitais persas, Ecbátana e Susa. Foram localizados em Ecbátana. “Ao prosseguir na busca em outros lugares, embora se soubesse, aparentemente, que os documentos oficiais do primeiro ano de Ciro foram depositados em Babilônia, esses funcionários fizeram todo o possível para se chegar a uma conclusão justa e imparcial” (CBASD).
Ao encontrar o decreto, Dario emitiu novo decreto favorecendo a reconstrução do Templo; assim, o templo foi concluído e dedicado numa festa espiritual. Na sequência, a Páscoa foi celebrada, conforme nos informa Esdras 6.
Diante das propostas dos inimigos forçando Tatenai interromper a construção do Templo, o Estado/Governo foi fundamental para sua conclusão, exemplificando corretamente Romanos 13:1-7 e I Pedro 2:13-14.
“De acordo com o plano de Deus, o governo deve refletir a moralidade divina, que se importa com o pobre, o oprimido e com o vulnerável, pois são menos capazes de se proteger. O propósito fundamental do governo instituído por Deus é promover o bem de todo o Seu povo. E o governo faz isso ao criar e promulgar leis que recompensam o bem e punem o mal. Muita gente diz atualmente: ‘Não cabe ao governo legislar sobre a moralidade’. Trata-se, porém, de um falso argumento, e sabemos disso. O Estado não apenas tem o direito, mas a responsabilidade de legislar em assuntos morais. O Estado deve dizer com todas as letras que roubar, mentir, matar e uma série de outras coisas são erradas. Isso faz parte do fundamento do seu propósito. O governo impõe moralidade às pessoas diariamente, e isso é bom… Se todos escolhessem fazer o que bem desejassem, o resultado inevitável seria a anarquia. É tolice moral e suicídio cultural dizer que o governo não deveria tirar o direito de escolha das pessoas” (David Platt).
Onde se preza pela liberdade religiosa, torna-se mais fácil cumprir a missão divina e experimentar reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Da página oficial da Igreja Adventista Mundial, projeto “Unidos em Oração/Dez Dias de Oração”:
“Eu tenho que compartilhar uma experiência incrível que aconteceu algumas semanas atrás.
Meu marido é pastor aqui no estado de Oregon, EUA, e tínhamos acabado de iniciar uma série evangelística, “Apocalipse da Esperança”. Eu tenho incentivado para que haja mais oração em nossa igreja, então, durante esta série, decidi supervisionar a sala de oração. No entanto, minha equipe de oração é composta principalmente por amigos idosos em casa ou pessoas que oram em suas casas. Então, eu não tinha certeza da quantidade de participação que haveria durante as reuniões. Mas eu decidi criar uma sala de oração na esperança de que alguns membros da igreja se tornassem dispostos a entrar e orar periodicamente durante as reuniões.
No entanto, naquela primeira sexta-feira à noite, era apenas eu. Eu me senti sozinha, mas orei de qualquer maneira. Mais uma vez, no sábado à noite, era apenas eu. Eu estava me sentindo um pouco mais desanimada. Eu coloquei para tocar uma bela versão cantada da Oração do Senhor. Enquanto a música prosseguia, eu permanecia orando. “Eu sei que onde dois ou três estão reunidos em seu nome, o Senhor está lá, querido Deus, mas e se sou apenas eu?” orei em silêncio.
Quando a música terminou, abri meus olhos e a sala estava cheia de anjos. Instantaneamente comecei a chorar enquanto olhava ao redor da sala com espanto. Os anjos eram altos, tão altos quanto o teto, com ombros largos, e eles estavam ombro a ombro, de costas para a parede, ao redor das paredes da sala. Eu me senti minúscula comparada a eles. Eles tinham asas e vestiam mantos esvoaçantes como roupas. Seus rostos chamaram a minha atenção. Eles se pareciam com homens, homens muito bonitos. Seus olhos eram tão gentis e eles sorriam de forma confortadora e gentil. Seus traços faciais eram bem definidos e eles exalavam ao redor uma ousadia como a de guerreiros. Seus cabelos eram de uma cor escura e vinham até os ombros e estavam soltos. Eles pareciam iridescentes, isto é, exibiam cores luminosas que pareciam mudar quando vistas de ângulos diferentes. Embora eu não pudesse ver através deles, quase conseguia. Suas formas brilhavam com uma cor amarela clara. Eu só consegui vê-los por 4 ou 5 segundos e então eles desapareceram, mas não consegui parar de chorar pelo resto da noite.
Ali estava eu tão desanimada, imaginando se Deus atenderia a oração se na sala de oração estivesse apenas eu, e Ele me mostrou, que se uma pessoa está orando, é suficiente. Sinto-me tão indigna e humilde que Ele me tenha dado esse grande presente. Eu ainda choro com frequência ao pensar nessa experiência sagrada.
É claro que continuo orando sozinha na sala de oração da igreja, mas não fico mais desanimada, pois eu sei que a sala está cheia de anjos, mesmo que eu não possa vê-los. Então eu tinha que compartilhar essa experiência.
Nunca devemos subestimar o poder da oração. Mesmo que apenas uma pessoa esteja orando, isso é suficiente. Deus e seus anjos estão trabalhando mesmo quando não podemos vê-los.”
Melony Coleman é esposa de pastor e mãe de três filhos. Ela e sua família vivem no sul do Oregon.
Fonte: Blog do projeto mundial oficial da Igreja Adventista “Unidos em Oração”
Repostagem de: https://wordpress.com/read/blogs/42148571/posts/33213
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Texto bíblico: ESDRAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
ESDRAS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESDRAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/5
Um pastor sentiu que o sistema organizacional de sua igreja precisava ser reestruturado, principalmente para capacitar seus membros a implementar com mais eficácia a “visão da igreja”. Ele pediu então que um membro local trabalhasse com a equipe pastoral para desenvolver uma ideia. Eles oraram sobre isso. Eles discutiram isso. Eles contemplaram a nova ideia por um tempo.
Então chegou a hora de contar aos membros. E isso não correu bem. A liderança da igreja não gostou de como o plano foi processado. Eles queriam ser incluídos. Eles queriam votar. E votaram. Eles “travaram” a ideia até um momento futuro. E assim a igreja está presa por enquanto entre o antigo e o novo, aguardando o desfecho do processo.
Os que construíram o templo também tiveram um problema de “processo”. Os residentes de Jerusalém não gostaram do que os recém-chegados estavam fazendo. Eles enviaram uma carta em protesto (cap. 4) e as coisas foram “enquadradas”. Deus enviou seus profetas para incentivar a construção, apenas para que outra carta fosse enviada ao rei sobre o processo.
Sempre tenha cuidado com o modo como as coisas são tratadas em sua igreja, mas lembre-se daqueles que desejam adiamentos motivados por interesses próprios. O processo pode ser bom, mas pergunte a si mesmo: “Isso está travando a agenda de Deus?”
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/5
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1259 palavras
1 Ora, os profetas Ageu e … Zacarias. Começando em 29 de agosto de 520 a.C. (Ag 1.1) e continuando até 18 de dezembro (Ag 2.1,10,20), o profeta Ageu entregou uma série de mensagens para despertar o povo à retomada das obras do templo. Dois meses depois do primeiro discurso de Ageu, Zacarias uniu-se a ele (Zc 1.1) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A profecia não estava morta após o exílio. Deus continuou falando ao Seu povo. […] A avaliação de Ageu da comunidade revela que a interrupção da construção nao aconteceu apenas devido a pressões externas, mas também como resultado de prioridades erradas (Ag 1:4). O egoísmo torna as bênçãos de Deus impossíveis (Ag 1:6,9) (Andrews Study Bible).
Fora o desanimo do povo perante a oposição que permitiu a paralisação do trabalho. Com a exortação dos profetas Ageu e Zacarias, cujas palavras se registram nos seus Livros, a obra reiniciou-se em 520 a.C., depois de quinze anos de interrupção (desde 536-535 a.C.) (Bíblia Shedd).
Esta é a primeira menção do trabalho dos profetas entre os judeus depois do retorno do exílio. A profecia parece ter silenciado por cerca de 16 anos, desde o “terceiro ano de Ciro”, quando Daniel transmitiu sua última mensagem (Dn 10:1). Finalmente, a palavra revivera. Como os escritos legítimos dos dois profetas, Ageu e Zacarias, aqui mencionados foram preservados somos bem informados a respeito de como eles contribuíram, encorajando e orientando o recomeço da construção do templo. A partir dessas palavras, é evidente que a longa demora em realizar as ardentes esperanças em em relação à reconstrução do templo havia produzido um efeito adverso no espírito do povo. Ao vivenciar a oposição aos seus piedosos esforços para agradar a Deus e restabelecer o templo e seus serviços, seu entusiasmo desapareceu. Um desejo egoísta de receber conforto tomou o lugar do zelo por honrar a Deus. Em vez de aguardar uma oportunidade para recomeçar o trabalho e tirar vantagem disso, o povo aderiu a um adiamento indefinido e comentava entre si: “Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do SENHOR deve ser edificada” (Ag 1:2). Ao deixar de lado a ideia de ir adiante com a obra, começaram a empregar suas energias à prática de se estabelecerem em casas confortáveis (Ag 1:4, 9). Essa complacência resultou em juízos divinos, consistindo em colheitas pobres, problemas econômicos (Ag 1:6, 1:9-11) e grande insegurança política (Zc 1:12-2:9). Tais condições não eram reconhecidas pelo povo como sinais do desagrado divino; por isso, agentes humanos foram levantados por Deus para interpretar diante do povo o significado das circunstâncias em que se encontravam e inspirá-los a um zelo renovado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 380.
Profetizaram. A profecia não consiste essencialmente em fazer predições – como se entende a palavra de modo comum, mas impreciso. A maior parte das mensagens proféticas trata de exortar e instruir. Os que davam essas mensagens eram chamados profetas porque falavam em resposta à direção divina, e o que quer que falassem como resultado da iluminação divina era profetizar. CBASD, vol. 3, p. 381.
2 E começaram a edificar. Quando o local foi limpo e as trincheiras estavam sendo escavadas para a nova fundação, tornou-se visível que o novo templo não se compararia em tamanho e beleza ao que havia sido construído por Salomão, e por isso muitos lamentaram e choraram (Ag 2:3, 9; cf. Ed 3:12, 13). … Um estudo dos livros de Ageu e Zacarias enfatiza a precisão da declaração feita em Esdras 5:2, de que “os profetas de Deus” os ajudavam na reconstrução do templo. Suas emocionantes mensagens de exortação, instrução e incentivo contribuíram muito para essa tarefa. Na verdade, não fosse pelo ministério inspirado desses profetas, o templo poderia ter permanecido em desolação. CBASD, vol. 3, p. 381.
3. Tatenai. O sátrapa da província “Aquém do Eufrates” era Ushtani, em grego, Hystanes. … Sabe-se agora que Tatenai era o representante de Ushtani para a satrapia de “Aquém do Eufrates”. Por ser responsável por duas satrapias, Ushtani não podia dedicar tempo suficiente a ambas, pois a satrapia de Babilônia ocupava a maior parte de sua atenção. CBASD, vol. 3, p. 381, 382.
Quem vos deu ordem … ? … nos termos oficiais daqueles tempos “licença” e “ordem” eram equivalentes. CBASD, vol. 3, p. 382.
Este muro. A palavra aramaica traduzida aqui e no v. 9 como “muro” também é usada repetidamente em documentos aramaicos de Elefantina (ver p. 65-71 [CBASD, vol. 3]), porém, seu significado é obscuro. Nesses documentos pode ter o significado de “exterior”, “decoração” ou “detalhe”. … À luz dos textos de Elefantina, a pergunta de Tatenai poderia ser traduzida como “quem ordenou a construção do templo e o projeto desses detalhes [ou decoração]?”. CBASD, vol. 3, p. 382.
5 Os olhos de Deus. Enquanto o autor de Esdras dava toda glória a Deus pelo resultado da visita de Tatenai, não se pode deixar de admirar a imparcialidade desse importante oficial, que agiu de acordo com as mais elevadas tradições de integridade de um oficial persa. CBASD, vol. 3, p. 382.
8 À casa do grande Deus. Esta é uma notável expressão vinda dos lábios de um pagão. Os persas eram zoroastrianos, e não há dúvida de que o monoteísmo dos judeus apelava a eles como uma religião similar à que seguiam. Isso pode explicar parcialmente por que os reis persas e os oficiais demonstravam, em geral, boa vontade para com os judeus a respeito de seus desejos e aspirações. CBASD, vol. 3, p. 382 e 303.
Grandes pedras. Literalmente, “pedras de rolagem”, indicando que pedras de tal tamanho requeriam roletes para serem transportadas. Nos tempos antigos, pedras enormes eram usadas na construção de templos e de edifícios públicos. CBASD, vol. 3, p. 383.
A madeira se está pondo nas paredes. Faz-se referência ao método antigo de arquitetura de assentar uma carreira de madeira para três de pedra. … O método de construir muros alternando uma carreira com três de pedra é mencionado pela primeira vez em conexão ao templo de Salomão (1Rs 7:12). CBASD, vol. 3, p. 383.
12 Nossos pais provocaram à ira. Principalmente, devido à sua flagrante idolatria e às abominações morais envolvidas – sacrifício de crianças e ritos licenciosos pertencentes ao culto de Baal. Por séculos, com apenas pequenos e raros intervalos, “todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam mais e mais as transgressões, segundo todas as abominações dos gentios; e contaminaram a casa que o SENHOR tinha santificado e, Jerusalém” (2Cr 36:14). CBASD, vol. 3, p. 384.
14 Sesbazar. Ver com. [CBASD] de Ed 1:8; 5:9. A partir da informação dada aqui, entende-se que Sesbazar, ou Zorobabel, como ele era mais comumente conhecido, fora nomeado governador da Judeia, fato não relatado previamente à comitiva de Ciro. CBASD, vol. 3, p. 384.
15. Faze reedificar a Casa de Deus. O local do templo era um terreno antigo e sagrado, escolhido pelo próprio Deus. Foi o local para onde Deus dirigiu Abraão quando ele foi sacrificar seu filho (Gn 22:2), onde o anjo parou e interrompeu a pestilência no tempo de Davi (2Sm 24:16, 17) e onde “a glória do SENHOR encheu a casa” no dia em que Salomão inaugurou o templo (2Cr 7:1). CBASD, vol. 3, p. 384.
17 Na Babilônia. Pensando que o decreto havia sido promulgado em Babilônia, Tatenai sugeriu uma investigação nos arquivos mantidos ali. … Parece estranho que os judeus não produzissem uma cópia do documento para comprovar a verdade de suas afirmações. É possível que seus inimigos, em um ataque surpresa, tenham roubado e destruído seus arquivos oficiais. Isso teria deixado os judeus sem qualquer evidência legal pela qual pudessem provar seu direito de reconstruir o templo. Deve-se observar, nessa negociação, que Tatenai pode ter tido uma impressão favorável sobre a sinceridade e a boa fé dos judeus. Ele não ordenou a interrupção do trabalho, mas permitiu que eles continuassem até que uma rigorosa investigação determinasse a validade de suas reivindicações e o rei pudesse proferir uma decisão a respeito. CBASD, vol. 3, p. 385.
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“Ora, os profetas Ageu e Zacarias, filho de Ido, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém, em nome do Deus de Israel, cujo Espírito estava com eles” (v.1).
Decorrido o período em que a obra do templo foi interrompida, Deus interveio enviando os Seus profetas. Ageu e Zacarias desempenharam fundamental trabalho entre os judeus que acomodaram-se com a situação e ocuparam-se com a edificação e embelezamento de suas próprias casas, como disse o Senhor por intermédio do profeta Ageu: “cada um de vós corre por causa de sua própria casa” (Ag.1:9).
Em reconhecimento à palavra profética, os líderes do povo, juntamente com Ageu e Zacarias, lideraram o retorno à construção interrompida. Novamente, eles foram questionados a respeito. Desta vez, porém, de uma forma mais justa. Em época do rei Dario, este recebeu uma carta avisando sobre o projeto do templo de Jerusalém e o pedido para que buscasse “nos arquivos reais” (v.17) a existência do decreto de Ciro autorizando aquele feito.
O destaque da carta endereçada a Dario está em como os líderes da reforma se identificaram: “Nós somos servos do Deus dos céus e da terra” (v.11). O pecado de seus pais os levou a nascer em terra de cativeiro, mas a promessa do Senhor em reavê-los e devolver-lhes à sua herança, os fez submeter-se ao senhorio divino. De forma poderosa e como um escudo protetor, “os olhos de Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, de maneira que não foram obrigados a parar, até que o assunto chegasse a Dario, e viesse resposta por carta sobre isso” (v.5).
O ministério profético rompe as cortinas do tempo e nos alcança com a força de sua influência. Nenhuma reforma é fácil, pois é sinônimo de bagunça, destruição e sujeira. Requer tempo, planejamento, determinação e vontade. Ninguém reforma sua casa, por exemplo, sem antes planejar o tempo que será gasto, o custo-benefício e as providências necessárias para então dar início à obra. A missão dos profetas era promover no meio do povo de Deus o reavivamento e a reforma essenciais para que a nação fosse quebrada e refeita.
Depois que nossos primeiros pais pecaram, todos nós nascemos na terra do cativeiro. Mas o Senhor não nos deixou sozinhos, não nos largou à nossa própria sorte. Ele colocou Seus olhos de amor sobre nós e nos proveu livramento. No tempo determinado, Deus enviou o Seu Filho unigênito ao mundo para morrer por nossos pecados, e, no tempo já indicado por Sua onisciência, Jesus voltará e nos levará do cativeiro para Casa.
Não fosse o Senhor, e a reconstrução do templo não teria acontecido. A obra de reforma não é genuína e não será completa se não houver submissão a Deus e total confiança em Seu poder. Nossos esforços de nada valem, se como criancinhas, não nos voltarmos ao Senhor em busca de auxílio. Ele deseja transformar a nossa bagunça e sujeira em Sua santa morada. Portanto, aceitemos, hoje, o convite da graça de Deus: “Tornai-vos para Mim, diz o Senhor dos Exércitos, e Eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc.1:3). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, reformados pelo Espírito Santo!
Dez Dias de Oração (3° dia): Oremos: Por santificação, mediante o estudo da Palavra; por mais amor a Deus e ao próximo; por nossos cinco amigos de oração; por todos os que estão estudando a Bíblia ao redor do mundo.
Rosana Garcia Barros
#Esdras5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100