Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de julho de 2022, 0:45
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“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nEle injustiça; é justo e reto” (v.4).

Aproximando-se o dia de sua morte, Moisés recebeu do Senhor a incumbência de ensinar um cântico ao povo. Assim como lhe foi transmitida a canção, “Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel” (v.1). O amor, o zelo e a fidelidade de Deus pelos filhos de Israel são exaltados e contrastados com o desprezo, a apostasia e a rebeldia do povo, que, consequentemente, redundariam em afastamento do Senhor.

Enquanto Deus os rodeava, cuidava e guardava como uma águia de seus filhotes; enquanto os cercava com Sua sebe e lhes dava o melhor da Terra; fartos e abastados, abandonaram o Seu Criador e desprezaram “a Rocha da sua salvação” (v.15). A letargia os conduziu à apostasia. Dominados por seus corações obstinados, de “porção do Senhor” (v.9) tornaram-se “raça de perversidade” (v.20); de filhos de Deus tornaram-se em “Suas manchas” (v.5). Um povo que ostentava a eleição divina, mas que rejeitava a Sua doutrina e a Sua Palavra (v.2).

Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo exaltou a importância dos exemplos da história de Israel como uma forma de advertência a “nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11). Paulo escreveu que Israel havia bebido da mesma fonte espiritual que os coríntios, “porque beberam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” (1Co.10:4). Cristo, a Rocha, o “Eu Sou” (v.39), guardava Israel “como a menina dos olhos” (v.10), mas o povo O desprezou e dEle se esqueceu (v.18).

Aquele cântico tinha por finalidade despertá-los para o perigo das consequências de uma vida afastada de Deus e de Sua Palavra, e o quanto isso afeta a todos, principalmente às famílias (v.25). Estar em pé hoje não nos assegura que estaremos da mesma forma amanhã. Cada dia deve ser encarado como uma nova oportunidade de engrandecer “o nosso Deus” (v.3) e nEle andar. Confiar na própria espiritualidade é lutar com as armas erradas. Necessitamos, diariamente, nos revestir da armadura de Deus, e termos a nossa vida alicerçada em Cristo Jesus, a Rocha da nossa salvação.

Diante de uma “geração perversa e deformada” (v.5), o Senhor nos chama para proclamar as Suas palavras, aplicando-as ao coração e ordenando-as a nossos filhos (v.46). O Senhor não deseja um coral “louco e ignorante” (v.6), e sim um povo cuja vida manifeste o Espírito de Cristo. Ele não aceita a oferta externa de lábios de louvor, se estes não forem regidos por corações que O adorem “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). Eis o que é bom e o que o Senhor pede de Seu povo: “que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Esta é a oferta de louvor que Deus espera que O prestemos. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, firmados sobre a Rocha!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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