Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 28 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de julho de 2022, 0:45
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“Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos” (v.2).

O terceiro discurso de Moisés faz uma clara distinção entre a bênção e a maldição, o bem e o mal, a vida e a morte. Movidos por escolhas, todos os dias precisamos tomar decisões que, pequenas ou grandes, definem os resultados. Deus deixou a Seu povo leis e estatutos que, se fielmente cumpridos, fariam de Israel uma nação próspera e feliz. Por outro lado, a desobediência resultaria em grande caos e ruína.

Desde a primeira queda, os resultados do pecado revelaram o seu salário (Rm.6:23). Sofrimento, dor, tristeza e morte envolveram o mundo que havia sido criado com a mais perfeita harmonia. Da primeira folha a cair no chão ao primeiro homicídio, tudo passou a revelar a terrível face da morte. Ainda que a natureza fale de Seu Criador, ela também nos lembra que o pecado tornou o tempo de vida nesta terra limitado. Os filhos de Israel receberiam das mãos de Deus uma terra de delícias, mas, diferente da queda do casal edênico, precisavam assumir uma atitude de obediência a fim de desfrutar das bênçãos do lugar prometido.

As mesmas bênçãos estão à nossa disposição hoje, assim como as maldições continuam a vigorar na vida de quem ignora as instruções divinas. Obediência redunda em bênção e vida, enquanto a desobediência gera maldição e morte. Há, contudo, uma falsa obediência, ou aparência de piedade, tão perigosa quanto a desobediência. Muitos há que têm confundido e oprimido os filhos de Deus com ideias fanáticas e fora do contexto divino. Alegando neles não haver pecado, tomam para si uma conquista que apenas Cristo obteve. Sobre esta perigosa influência, Ellen White advertiu:

“Provai tudo antes que seja apresentado ao rebanho de Deus. […] Em mensagens que pretendem ser do Céu serão feitas expressões ilusórias, e se a influência dessas coisas for aceita, ela conduzirá a movimentos exagerados, planos e maquinações que introduzirão as próprias coisas que Satanás quer que se generalizem — um espírito estranho, um espírito imundo, sob as vestes de santidade; um espírito forte para dominar tudo. Entrará o fanatismo, e estará tão mesclado e entretecido com as operações do Espírito de Deus, que muitos aceitarão tudo isso como proveniente de Deus, sendo assim enganados e desencaminhados” (Mensagens Escolhidas, v.3, p.403).

A verdadeira obediência tem o amor como sua essência, pois está escrito: “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Compete a nós viver esse amor, e ao vivê-lo, transmiti-lo a outros mediante o Espírito de Cristo. O orgulho, o espírito de acusação e a introdução de teorias que em nada podem ser comparadas com o puro, reto e amável exemplo de Cristo, devem ser completamente rejeitados. Sim, a obediência é resultado da salvação, e não o contrário. Primeiro, Deus libertou a Israel do Egito, e só então, proclamou a Sua Lei no Sinai. Primeiro Cristo nos oferece o Seu perdão, depois nos convida a segui-Lo. Trata-se, portanto, de um chamado, e não de uma imposição.

Sabem, amados, existem muitos princípios que Deus, por meio de Sua Palavra, instituiu para que os guardássemos. São princípios de saúde, de modéstia cristã, de educação, de comportamento, enfim, princípios que, se obedecidos de todo o coração e alma só nos geram benefícios. Mas de nada adianta apresentá-los sem que antes haja uma entrega pessoal de nossa parte. Se o amor de Cristo não for a razão de nossa obediência, ela não passa de hipocrisia. Conhecer a Deus consiste na caminhada de toda uma vida com Ele, e não em um encontro apenas. Deus não deixou escrito os resultados da desobediência para nos intimidar, mas como uma descrição real do que significa andar neste mundo sem Ele.

Precisamos esquadrinhar a Palavra de Deus como nunca antes; como em busca de um grande tesouro. Nela está a segurança que precisamos para identificar o erro e obter poder para rejeitá-lo. Mas também está a segurança da verdade em palavras que nos colocam em comunicação com o Céu e nos ensinam a linguagem e a cultura do Reino de Deus. Mediante zeloso estudo das Escrituras e fervorosa vida de oração, aliada à entrega do coração aos cuidados do Espírito Santo, certamente não participaremos da sorte dos desobedientes, mas desfrutaremos das bênçãos da salvação em Cristo Jesus, porque todas elas vêm dEle, pertencem a Ele e nEle se concretizam. Louvado seja o nome do meu Senhor e Salvador, Cristo Jesus, que ama e salva uma pecadora como eu! Amém! Louve você também ao Senhor por tão grande amor e salvação! Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça de Cristo Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio28 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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