Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de julho de 2022, 0:45
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“Hoje, o Senhor, teu Deus, te manda cumprir estes estatutos e juízos; guarda-os, pois, e cumpre-os de todo o teu coração e de toda a tua alma” (v.16).

O tema dos dízimos e ofertas conforme a Palavra de Deus, traz consigo uma abordagem muito diferente das inúmeras que têm surgido no meio evangélico. Apesar da promessa do Senhor em levar o Seu povo para uma terra próspera, Seu real objetivo visava protegê-lo da apostasia e torná-lo uma nação santa. A devolução dos dízimos e das ofertas deveria ser um ato de adoração e de gratidão, reconhecendo que foi o Senhor que os levou para aquela boa terra, e uma proteção contra o egoísmo, a avareza e, consequentemente, contra a idolatria.

Desde a construção do santuário, Deus foi enfático em declarar que deveria ofertar “cada um, de coração disposto, voluntariamente” (Êx.35:5). Este é o princípio que deve mover o coração do adorador: “Alegrar-te-ás por todo o bem que o Senhor, teu Deus, te tem dado a ti e a tua casa” (v.11). Assim como Israel havia levado a Moisés e Arão muito mais do que o necessário para construir o tabernáculo, quando levamos ao Senhor uma porção de nossa renda, ela deve corresponder à oferta de um coração grato e feliz em fazer parte da família de Deus.

Quantas vezes não ignoramos ou negligenciamos este tema pelo preconceito formado a partir das impressões erradas que líderes religiosos têm causado. Mas quando o compreendemos à luz da Palavra de Deus, percebemos que as bênçãos prometidas para todo aquele que é fiel nem sempre redundará em riqueza, mas sempre em contentamento: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (Pv.30:8-9).

As últimas palavras do segundo discurso de Moisés exortaram os filhos de Israel a serem obedientes em tudo o que o Senhor os havia instruído, e isso, de todo o coração e de toda a alma (v.16). Quando a base da obediência é o amor, o cristão revela o inconfundível caráter de Cristo; aquele que nos foi revelado por Sua vida e entrega, como a insuperável oferta de amor. Que o meu e o seu coração sejam entregues à vontade do Espírito Santo mais este dia, e, certamente, “Aquele que começou a boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis servos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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