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“Cuidareis em fazerdes como vos mandou o Senhor, vosso Deus; não vos desviareis, nem para a direita, nem para a esquerda” (v.32).
O segundo discurso de Moisés foi inaugurado com a repetição dos dez mandamentos. Perante “todo o Israel” (v.1), ele proferiu a transcrição do caráter divino que o próprio Deus escreveu “em duas tábuas de pedra” (v.22). A importância de transmitir as palavras de Deus e de inculcá-las na mente do povo envolvia a preservação daquela geração das demais que deveriam conservar não um mero sistema religioso, mas um só coração guiado pelo Espírito Santo.
Relembrando o que estudamos em Êxodo 20, nos mandamentos do Senhor encontramos os dois pilares da fé cristã: o amor a Deus e o amor ao próximo. Os quatro primeiros mandamentos apontam ao Senhor Deus, como o único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração; é o compêndio de nosso relacionamento com Ele. Semelhantemente, os seis últimos revelam como devemos amar o nosso semelhante, que é o resultado de nossa união com Cristo. E na junção de todos eles encontramos a perfeita harmonia da lei áurea, que aponta para a nossa falibilidade em cumpri-la e o plano infalível de Deus através de Jesus Cristo.
Mesmo que a nossa obediência não seja a causa da salvação, e sim o resultado, ela nos ajuda a dar passos maiores na direção de Deus, unindo-nos a Ele em Seu inquebrantável elo do amor. A gloriosa manifestação do Senhor no Sinai foi uma cena maravilhosa demais para Israel. A voz do Senhor “do meio do fogo” (v.24), o terremoto, os trovões, encheram os filhos de Israel de grande temor; de modo que rogaram a Moisés que ele fosse o mediador e porta-voz entre Deus e eles. A comunhão de Moisés com o Senhor e sua obediência em fazer tudo quanto Ele ordenou, lhe conferiu o privilégio de vê-Lo face a face.
“[Todos] os que, hoje, aqui estamos vivos” (v.3) devemos ouvir, aprender e cuidar em cumprir a lei de Deus como uma manifestação do Seu amor derramado em nosso coração por intermédio do Espírito Santo. A respeito dos nossos pecados, Jesus nos diz:
“Somente Meu sangue pode apagá-lo. Se você quiser daqui para diante escolher o caminho da humilde obediência e confiar somente nos méritos do Meu sangue para cobrir suas transgressões passadas, ‘Eu […] sou o que apaga as tuas transgressões […] e dos teus pecados Me não lembro.’ (Is.43:25). Mas se você escolher o caminho dos transgressores, deve ceifar a recompensa do transgressor. ‘O salário do pecado é a morte.’ (Rm.6:23)” (Testemunhos Seletos, v.1, p.543).
Amados, que tempos solenes estamos vivendo! É momento de entrega total do coração e de clamor diário pelo batismo do Espírito Santo, para que nossa vida revele a vontade de Deus e o amor de nosso Redentor. “Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos obedientes do Pai!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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