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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/10
Êxodo 10 conta a história de Faraó tentando impedir que os escravos israelitas deixem o Egito, e das diferentes pragas que Deus envia para convencê-lo. No entanto, o faraó endurece seu coração e tenta estabelecer condições para que os israelitas pudessem sair.
Quantas vezes tentamos fazer acordos com Deus e tiramos certas partes de nossas vidas deste acordo? Obstinados, colocamos outras coisas em nível mais alto de importância do que o relacionamento com Deus. Nesse sentido, nos tornamos como o Faraó que concordou em abrir mão de apenas certos grupos dos israelitas. Quando chegamos a Deus pela primeira vez, permitimos que Ele tenha controle de apenas certas partes de nossas vidas, mas, por fim, precisamos permitir que Deus tenha toda a nossa vida, para que Ele possa trabalhar em nós e através de nós.
Você se vê lutando para dar algo específico em sua vida a Deus e permitir que Ele trabalhe inteiramente em você?
Você está retendo algo Dele que você acha que é mais importante do que seguir a Deus completamente?
Suvan Campbell
Estudante
Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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825 palavras
2 para que contes … quantos prodígios fiz. O relato aos descendentes serviria para manter viva a lembrança dos atos remidores de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma clara afirmação do plano divino que envolvia Faraó. As pragas visavam ensinar a Israel e deixar uma indelével impressão sobre a sua posteridade. Bíblia de Genebra.
De fato, durante toda subsequente história de Israel, o motivo básico para toda a vida religiosa do povo era esta história de como Deus tinha salvo e resgatado um povo particularmente Seu, que reconhecia Sua soberania. saibais. Não … teorias vãs acerca de Deus, mas sim, uma verdadeira experiência religiosa de andar com Deus. Bíblia Shedd.
Esquecer os benefícios de Deus é uma das tristes facetas da natureza pecaminosa. Por isso, o ser humano precisa de constante exortação a fim de relembrá-los. Isso com frequência é verdadeiro com respeito às suas necessidades diárias, mas também se aplica a circunstâncias providenciais, tais como as relacionadas à conversão ou recuperação de doença grave. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 576.
4 gafanhotos. Esta oitava praga já é mais severa: mesmo as invasões normais no oriente formam nuvens de gafanhotos que devoram em poucas horas toda espécie de alimento em área de quilômetros quadrados. Mas esta invasão foi excepcional (6; cf Jl 2.1-11). Bíblia Shedd.
7 os oficiais. Assim como os magos já se retiraram da luta (9.11), agora são os oficiais que estão se rendendo à evidência, chegando a se opor abertamente à política louca de um rei totalitário. Bíblia Shedd.
8 porém. a obediência a Deus dos não sinceramente convertidos contém sempre um “porém” significativo. Este porém é a condenação dos ímpios, porque, na verdade, é rebeldia contra Deus. Bíblia Shedd.
11 Só os homens podem ir. Da perspectiva de Faraó: 1) as mulheres e crianças deviam ficar como reféns, e 2) em geral eram só os homens que participavam plenamente do culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 [O] v. 12 nos ensina que a sequência ao pecado é o julgamento divino, que é inevitável, quando não imediato. A terra inteira sofreu as consequências, pois o pecado sempre traz grandes danos até para terceiros inocentes. Bíblia Shedd.
16 pequei. Uma ideia muito fraca sobre o pecado é de quem antevê as consequências do seu erro, e quer se livrar delas. Faraó teme os poderes manifestos em Moisés, mas não teme ao poder de Deus. Como todo pecador, pensa que se trata de um erro esporádico (esta vez ainda) e não percebe o abismo em que se precipita sem possibilidade de se salvar sozinho. Bíblia Shedd.
19 nem ainda um só. Deus faz Sua parte com perfeição, em resposta à oração da fé do seu servo obediente. Bíblia Shedd.
21-29 A próxima praga com sua escuridão tem como alvo Amon-Ra, o deus sol do Egito e um dos deuses mais importantes. Amon-Ra era considerado o pai divino de Faraó. Portanto, a exposição do desamparo de Amon-Ra diante do poder do Senhor destruía o cerne da crença egípcia.
21 trevas. Assim como a terceira e a sexta praga, essa nona chegou sem o faraó ter sido previamente avisado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Resposta imediata à perfídia de Faraó, mencionada no v. 20. Bíblia Shedd.
Alguns comentaristas supõem que um eclipse do sol causou a intensa escuridão. Contudo, essa interpretação não pode estar correta, pois um eclipse jamais poderia produzir uma escuridão que durasse três dias (Êx 10:22). CBASD, vol. 1, p. 579.
22 trevas espessas. Essas trevas, como é óbvio, eram mais do que uma tempestade de areia ou um eclipse do sol. Foram trevas sobrenaturais, como aquelas associadas com o Dia do Senhor (Is 8.22; 58.10; Jl 2:2; Am 5:20; Sf 1.15; cf Dt 28.29). Os egípcios tipicamente celebravam a luz matinal quando o deus-sol, Rá, segundo se pensava, vencia a temível serpente do caos e das trevas hostis. Essas trevas sobrenaturais foram outra demonstração da superioridade do Senhor sobre o panteão egípcio (7.19; 8.3). Bíblia de Genebra. [NC: A maioria dos demais comentários aponta para a possibilidade de uma densa tempestade de areia. Pessoalmente, achamos hipótese das trevas sobrenaturais a mais razoável].
24 Fiquem somente o vosso rebanho e vosso gado. Isso garantiria o retorno ao Egito, uma vez que sem o gado seriam incapazes de viver muitos dias no deserto. CBASD, vol. 1, p. 580.
26 nem uma unha ficará. Moisés já aprendeu a lição de obediência completa à vontade de Deus, e sabe que o alívio momentâneo de algum compromisso com as exigências do mundo comprometeria a plenitude de alegria da vitória, na sua comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.
28 Retira-te. Ordenar a retirada do profeta de Deus era a maneira de tentar excluir Deus da vida de Faraó. Mas Deus não pede audiência aos homens. Bíblia Shedd.
29 nunca mais. Era o fim da missão de Moisés para com aquele rei egípcio. Em 12.31 apenas atende ao rei para ouvir sua confissão de derrotado, sem pedir audiência, pois quem persuadiu a Faraó com a praga final fora o próprio Deus. Bíblia Shedd.
nunca mais verá a minha face. Numa praga de trevas, essas palavras soam um pouco irônicas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Agora, pois, peço-vos que me perdoeis o pecado esta vez ainda e que oreis ao Senhor, vosso Deus, que tire de mim esta morte” (v.17).
Após sete terríveis pragas, Faraó não mais endureceu o coração, mas, de fato, estava “de coração endurecido” (Êx.9:35). Uma vida que continuamente se recusa a dar ouvidos à voz de Deus, corre o sério risco de fechar de uma vez por todas a porta do coração. Petrificado pela soberba, o orgulhoso monarca permanecia firme em seu propósito de não deixar ir os filhos de Israel. Não obstante a sua oposição, o Senhor a usaria para fazer os Seus “sinais no meio deles” (v.1) e para que as futuras gerações de Seu povo soubessem que Ele é o Senhor (v.2).
Mesmo diante da incredulidade irredutível de Faraó, Deus não desistia de lhe falar, apelando-lhe à consciência: “Até quando recusarás humilhar-te perante Mim?” (v.3). Enquanto o seu antepassado reconheceu, através de José, o Senhor como Deus verdadeiro, ele permanecia negando obedecer-Lhe a voz e trazendo ruína sobre toda a terra do Egito. As consequências da oitava praga foram aterradoras, de forma que a fala de Faraó parecia bem convincente de que, finalmente, não só deixaria ir o povo de Deus, mas também de que o seu próprio coração havia sido quebrantado. Contudo, motivações erradas produzem frutos indignos da bênção divina. E como a escuridão que dominava o coração de Faraó, toda a terra do Egito seria mergulhada em densas trevas.
Ignorando as advertências da Palavra de Deus, muitos têm caminhado como que tateando no escuro enquanto sustentam a falsa ideia de que está tudo bem. Cerrando o coração aos apelos do Espírito Santo, insistem em desafiar o poder do Senhor e ignorar Seus instrumentos humanos enviados para o próprio benefício deles. E confundindo liberdade com libertinagem preferem arriscar a própria vida e a de outros, a ter que se submeter à vontade de Deus. Muitos egípcios morreram por causa da teimosia de seu governante. De igual modo, milhares têm perecido devido à impiedade de seus líderes. As escolhas erradas que fazemos não nos afetam apenas, mas podem tornar-se flechas fatais na vida de outros.
Você e eu recebemos do Senhor uma missão desafiadora e urgente. Proclamar o evangelho eterno a todo mundo (Ap.14:6). Há um “Egito” que precisa conhecer a Deus, e mesmo que nem todos aceitem a Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas, certamente alguns o farão. Quando Jesus voltar, “nem uma unha ficará” (v.26) daqueles que O amam. Mas todo aquele que resistir ao último chamado de Deus, morrerá em seus pecados no dia em que vir o Seu rosto. Aproxima-se o tempo em que a graça estará encerrada e após um curto período de “trevas espessas” (v.22), quando o relógio deste mundo marcar a hora mais escura, brilhará o Sol da Justiça trazendo em Seus raios a luz triunfante da salvação, mas também, a terrível recompensa daqueles que a rejeitaram.
Há uma Canaã prometida para você e para mim. Que estejamos prontos para subir, fazendo a vontade de Deus em todo o momento, “até que cheguemos lá” (v.26). Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que amam a Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 10 – Na briga dos deuses, o Deus da Bíblia vence. Na guerra contra o Egito, Deus apresentará fraquezas e limitações dos deuses adorados e aclamados do paganismo. O problema são indivíduos com obstinada rebeldia diante de tanta evidência das crenças imprestáveis.
Assim como o problema do “barro” endurecer ou da “cera” derreter não está no sol, mas com o material que recebe seu calor, o problema do coração duro não está com Deus; está com aquele que teima diante dEle. Perder, e ainda não admitir estar errado, é a pior das tolices. Descer do pedestal do orgulho é muito difícil; por isso, a loucura trava uma batalha acirrada com Deus, faz a criatura pensar que pode combater ao Criador.
Rejeitar Deus tem consequências. “O pecado dos egípcios foi que eles recusaram a luz que Deus lhes havia tão graciosamente enviado por meio de José” no passado (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1210). A dureza do coração frente a tantas investidas de juízos empapados de misericórdia com Moisés esgotou o limite da paciência divina. Assim também sucederá na história universal; embora Deus seja paciente, não querendo que ninguém pereça (2 Pedro 3:9), o tempo de graça chegará ao fim, então, Jesus aparecerá nas nuvens dos Céus a fim de libertar o remanescente fiel das agruras deste mundo perverso (Mateus 24:29-31).
Pragas cairão como juízo de Deus sobre aqueles que rejeitaram todas as estratégias e oportunidades oferecidas no evangelismo. “Cada rejeição da luz endurece o coração e obscurece o entendimento; e assim os homens acham cada vez mais difícil distinguir entre o certo e o errado e se TORNAM MAIS OUSADOS EM RESISTIR à vontade de Deus” (Idem, p. 1212).
Nessa altura, na nona praga, Faraó tentou negociar; porém, “Moisés não estava disposto a barganhar com Faraó. Por essa razão, o rei o expulsou de sua presença e ordenou que nunca mais voltasse”, destaca William MacDonald.
Como as pragas foram prenúncios de juízos sobre o mal, e também da libertação de Israel, assim as sete últimas pragas implicarão no juízo divino sobre os agentes do mal e na libertação do remanescente fiel (Apocalipse 16:1-21).
Leitor(a) amigo(a), hoje… se você ouvir a voz de Deus, não endureça teu coração (Hebreus 4:7).
Entreguemo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 9 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/9
A sétima praga de saraiva fez chover a morte sobre a terra do Egito, mas “na terra de Gósem onde se achavam os filhos de Israel, não houve saraiva.” (9:26, ARIB). Este é um lembrete de que Deus está exercendo Seu poder para proteger Seu povo, não para prejudicá-lo. O Salmo 91:9-10 nos diz que nenhuma praga prejudicará aqueles que fazem de Deus seu refúgio. À medida que nos aproximamos do fim da história deste mundo, quando as sete últimas pragas cairão sobre o mundo, sou grato por Deus usar Seu poder para proteger e libertar Seu povo de seus inimigos.
Outra coisa que me impressionou foi o falso arrependimento do Faraó. Faraó confessou que havia pecado, que “o Senhor é justo” e que deixaria os israelitas livres. Mas quando os trovões e granizo cessaram, ele endureceu seu coração mais uma vez e não deixou os israelitas irem.
Quantas vezes eu ajo como o Faraó? Quantas vezes eu recorro a Deus apenas para “me safar de problemas”, quando deveria estar focando em Sua bondade? Sua bondade é a única coisa que leva ao verdadeiro arrependimento (Romanos 2:4).
Aron Crews
Capelão do Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1373 palavras
1 Essa foi a quinta vez que Deus enviou Moisés a Faraó com a exigência: “Deixa ir o Meu povo!”. Desta vez Moisés deve já estar cansado e desencorajado, mas ele continuou a obedecer. Existe algum conflito que você tem que enfrentar repetidas vezes? Não desista quando você sabe que este é o correto a fazer. Como Moisés descobriu, a persistência é recompensada. Life Application Study Bible Kingsway.
Assim diz o SENHOR. Se o crente [aquele que crê] deseja falar com autoridade e com poder, antes de mais nada tem que possuir a certeza de que Deus lhe deu uma mensagem para transmitir aos seus semelhantes. Só aqueles que crêem que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que a ela submetem sua vida, têm autoridade para falar ao povo em nome de Deus. Bíblia Shedd.
Pestilência. A doença específica mencionada aqui afetava apenas os animais. Assim, a palavra poderia ser traduzida por “praga de animal”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 570.
4 Distinção. O próprio Deus estabelece o tempo (em oposição ao tempo definido pelo faraó em 8:9, 10). Bíblia de Estudo Andrews.
Mais uma vez veio uma prova definida que não se trata de fenômenos naturais; o próprio Faraó teria verificado que a pestilência não atingiu o gado dos israelitas (7). Bíblia Shedd.
5 certo tempo. A praga não ocorrera por mera coincidência. O relato bíblico não dá margem a explicações naturalistas (como uma epidemia de antraz proveniente das rãs mortas). Bíblia de Genebra..
6 todo o rebanho. Uma tradução melhor seria “todos os tipos de rebanho”, provavelmente aqueles expostos nos campos. Em outras pragas posteriores, outros animais foram afetados. Bíblia de Estudo Andrews.
Ou seja, tudo que estava nos campos (Êx 9:3). No tempo da praga seguinte muitos dos egípcios ainda possuíam animais (v. 19). O fato de muitos egípcios terem trazido seus rebanhos indica como foram impressionados pelo poder de Deus e pelas catástrofes que se seguiram. CBASD, vol. 1, p. 570.
7 Porém. O processo de rebelião contra Deus se desenvolveu de tal maneira que Faraó nem mais precisou de motivos nem de desculpas para. recusar deixar ir o povo de Deus. Bíblia Shedd.
8-12 A sexta praga [úlceras] afetou diretamente a saúde e a vida das pessoas e dos animais, marcando a intensificação crescente das pragas. Subjacente ao evento se encontra o conceito bíblico de um Deus criador que também sustenta a saúde (15.26). Bíblia de Estudo Andrews.
9 Tumores. Talvez um “abcesso”ou uma “úlcera que estourava formando bolhas”. A natureza clara desta doença não é clara. CBASD, vol. 1, p. 570.
11 Os magos não podiam permanecer. Parece que até aqui os magos estiveram presentes quando os milagres eram realizados, embora tivessem falhado algumas vezes em produzir sua contrafação. Nesta ocasião, a praga caiu sobre eles com tamanha severidade que não podiam continuar com o rei. Em vez disso, fugiram para suas casas, em busca de proteção e tratamento. CBASD, vol. 1, p. 571.
A derrota dos mágicos do Egito foi clara desde o começo, quando o bordão de Arão, que virara serpente, devorou as serpentes por eles produzidas 7.12). Eles foram capazes de imitar a água transformada em sangue e de produzir rãs; mas só puderam imitar, e não reverter essas pragas (7.22; 8.7). Quando não puderam imitar a produção de piolhos, disseram a Faraó que as pragas eram julgamentos divinos, e não artes mágicas (8.18-19). Finalmente, os magos egípcios retrocederam, feridos de tumores, derrotados e envergonhados (9.11). Bíblia de Genebra.
14 Para que saibais que não há quem me seja semelhante em toda a terra. Que este propósito surtiu efeito, temos prova em 1Sm 4.8, onde se percebe que, 400 anos mais tarde, os filisteus ainda guardavam esta história. Bíblia Shedd.
16 A fim de mostra-te o Meu poder, e para que seja o Meu nome anunciado em toda a terra. Os eventos que precederam e acompanharam o êxodo ficaram famosos no mundo todo. Como o costume dos egípcios era não registrar eventos adversos, não deixaram sinais do êxodo em seus monumentos, mas não poderiam impedir que a maravilhosa história se espalhasse e chegasse a outras nações. … Atualmente, embora tenha passado mais de três milênios desde que essas “coisas maravilhosas” aconteceram … a história ainda é lida em mais de mil idiomas, em todos os países do mundo. … Poderia alguma profecia ser cumprida de forma mais literal que esta proferida ao rei do Egito? CBASD, vol. 1, p. 571.
13-15 O granizo (que raramente ocorre no Egito) desceu com violência incomum. Os egípcios que acreditaram na ameaça divina recolheram seu gado antes da chegada da tempestade, mas os céticos perderam tudo, tamanha foi a violência do granizo. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
15 Eu já poderia. Os juízos divinos são temperados com misericórdia. Deus evita uma destruição total a fim de que os egípcios saibam de seu poder e se arrependam (v. 15). Bíblia de Genebra.
16 Paulo cita este versículo como ilustração notável da soberania de Deus (v. Rm 9.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20, 21 Pelo menos alguns egípcios aprenderam a temer a palavra de Deus (10.7). Bíblia de Genebra.
Assim como antes houvera uma distinção entre o povo de Israel e os egípcios, agora a distinção não é mais de nacionalidade, mas entre aqueles que aceitam a Palavra de Deus e os que rejeitam. O novo Israel de Deus é composto dos que têm fé (Rm 4.11). Bíblia Shedd.
O texto indica uma polarização da sociedade egípcia: aqueles que começaram a levar o Senhor a sério (alguns deles talvez tenham se tornado parte do “misto de gente”em 12:38) e, por isso, prepararam-se para a praga, e aqueles que não o fizeram. Bíblia de Estudo Andrews.
23 Trovões e chuva de pedras, e fogo (ARA; NVI: “Caiu granizo, e raios cortavam o céu em todas as direções”). Embora tivesse sido predita apenas a chuva de pedras, raios e trovões em geral acompanham as tempestades em climas quentes. CBASD, vol. 1, p. 573.
27 pequei. Faraó confessa sua culpa pela primeira vez, mas as palavras “esta vez”mostram a superficialidade de sua confissão. Embora não acreditando nele, Moisés mostra o poder de Deus sobre a terra, fazendo parar a chuva de pedras. Bíblia de Genebra.
A confissão foi notável, porém não representava arrependimento sincero, como indica a expressão “esta vez”. Ela foi compelida mais pelo efeito do terror ocasionado pelos trovões e raios amedrontadores e da chuva de pedras destrutiva do que por pesar genuíno pelo pecado. CBASD, vol. 1, p. 573.
29 Em saindo eu da cidade. Possivelmente Mênfis ou Tânis, sendo a última a mais provável … onde o rei morava. CBASD, vol. 1, p. 573.
Estenderei as mãos. Este é um dos vários textos em que se menciona o costume de estender as mãos em oração. Não foi apenas Moisés que orou desta maneira, mas também Jó (Jó 11:13), Salomão (2Cr 6:13) e Esdras (Ed 9:5). CBASD, vol. 1, p. 573.
30 Eu sei que ainda não temeis ao Senhor. Moisés, sabendo que a atitude do rei permaneceria tão inflexível quanto antes, tão logo a praga fosse removida, foi ousado o suficiente para expressar sua convicção desse fato na presença do rei. Verdadeiro temor a Deus é demonstrado pela obediência aos Seus mandamentos. No entanto, o medo do faraó era do tipo que os demônios sentem, pois eles também “creem e temem”(Tg 2:19). … O temor genuíno de Deus não foi o tipo sentido pelo faraó, mas um espírito de temos reverente resultante da consciência da sublime majestade e do poder de Deus. CBASD, vol. 1, p. 574.
31 O linho. As informações com respeito às plantações que sofreram com a praga indicam a época do ano em que ela ocorreu. CBASD, vol. 1, p. 574.
Em flor. Isso indica que era final de janeiro ou começo de fevereiro. CBASD, vol. 1, p. 574.
34 Tornou a pecar. Com perversa impenitência, o rei endureceu seu coração, como predisse Moisés. Ao que tudo indica, seus oficiais o apoiaram nessa decisão, embora a praga seguinte os convencesse da inutilidade de sua resistência (Êx 10:7). … Como algumas das pragas anteriores, a sétima outra vez mostrou a inutilidade do arrependimento nascido do temor. Assim, Deus poderia obter a submissão de todos, mas a conquista seria inútil, porque o coração ainda não seria dEle. Deus não é encontrado na tempestade ou no fogo, mas na voz suave que fala dentro do peito. Muitos pecadores têm passado pelos portões do medo, quando ouvem a voz de Deus, confessam Seu poder e reconhecem sua própria indignidade, mas o caráter humano só é transformado quando, no silêncio, ouve a voz divina. CBASD, vol. 1, p. 574.
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“Mas, deveras, para isso te hei mantido, a fim de mostrar-te o Meu poder, e para que seja o Meu nome anunciado em toda a Terra” (v.16).
O Egito estava em colapso. A população, afetada pelas manifestações divinas, gemia diante da possibilidade de novas pragas. De forma que alguns do povo começaram a temer a palavra do Senhor e obedecer às orientações dadas por Moisés. Peste nos animais, úlceras e chuva de pedras arrasaram aquela superpotência da antiguidade de uma forma tão grande, que o Egito jamais voltaria a ser uma nação de destaque novamente. Tudo o que o Senhor realizava naquela nação ganharia notoriedade mundial e todos os povos saberiam quem era o Deus de Israel.
“O Senhor designou certo tempo” (v.5) para a realização de Seu quinto prodígio. Ele jamais manifesta a Sua ira sem que haja tempo para o homem se arrepender. Mais uma vez, Faraó recebeu o prazo divino, mas ao invés de buscar ao Senhor diante dos resultados de sua rebelião, “mandou ver” (v.7) se realmente os animais dos hebreus não haviam sofrido dano. E, tomando ciência de que, em Gósen, havia paz e tranquilidade, de novo endureceu o coração, de forma que Deus ainda mostraria outras revelações de Seu poder.
Para quem dizia não conhecer ao Senhor, Faraó tornou-se instrumento involuntário para revelar ao mundo inteiro que só o Senhor é Deus. Após terem sofrido com muitas úlceras, “o Senhor deu trovões e chuva de pedras, e fogo desceu sobre a terra” (v.23). Toneladas de pedras caíam do céu ao chão, ferindo homens, animais e vegetação. O som dos trovões era tão intenso e alto e a chuva e o fogo causaram tamanha ruína e sofrimento, que o próprio Faraó, pela primeira vez, reconheceu a sua condição de pecador e ao Senhor como justo Juiz. E pedindo que os líderes de Israel orassem por ele, não mostrou resistência quanto a permitir que o povo finalmente fosse mandado embora. Mas, cessada a chuva, “tornou a pecar” (v.34), cauterizando o coração, tornando-o cada vez mais endurecido.
Deus nunca avalia ninguém pelo que tem ou pela situação em que se encontra. Deus olha para o que somos e sonha com o que podemos ser se apenas aceitarmos a Sua graça transformadora. A presunção, o orgulho e a cobiça são a escória da maldade, muitas vezes disfarçados das vestes da humildade. Muitos há que, à semelhança de Faraó, demonstram arrependimento e confessam seus pecados, mas basta a tempestade passar para que tornem a pecar e endurecer o coração. Não possuem intenções sinceras e nem o desejo real de fazer a vontade de Deus. Baseados em conceitos criados pelo próprio coração enganoso, aparentam arrependimento, mas na primeira oportunidade, demonstram o que realmente contém dentro de si.
Meus irmãos, será que estamos sendo tementes à Palavra do Senhor, ou não estamos lhe dando a devida importância deixando o que temos e somos ao relento, onde facilmente podemos perecer? Há livramento e segurança para aqueles que permanecem no aprisco do Senhor; para aqueles que entendem que praticar a Palavra de Deus não é um teatro, nem um discurso convincente, e sim o resultado da entrega genuína de quem verdadeiramente se dispõe a conhecer ao Senhor e adorá-Lo com inteireza de coração. A todo aquele que ainda não fez esta entrega total e sincera, ainda há esperança. Ainda não foi encerrada a maravilhosa obra intercessora de Cristo no santuário celestial. Entregue o seu enganoso coração aos cuidados do Senhor e, certamente, Ele não permitirá que caia sobre você a tempestade da destruição, e sim a chuva serôdia, o aguaceiro de poder do Espírito Santo. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, tementes à Palavra do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 9 – Os juízos divinos sobre os perversos são ações misericordiosas objetivando despertar conversões. Se Deus não almejasse a salvação dos ímpios, não dedicaria tanto tempo com 10 pragas até Faraó libertar Seu povo.
Absurdamente, teimosia – chamada “dureza de coração” ou “cabeça dura” – tem impedido muitos indivíduos renderem-se ao paciente Deus onipotente. Vários capítulos tratando das pragas do Egito apresenta Deus endurecendo o coração de Faraó (Êxodo 4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8).
• Indicaria isso que o Faraó não tivesse escolha a não ser submeter-se à coerção de Deus sobre suas decisões?
• Tal insubordinação levou muitos egípcios ao sofrimento?
• Estaria Deus manipulando o coração de Faraó conduzindo muita gente ao sofrimento com tantas pragas visando revelar Seu amor pelos israelitas?
• Estaria Deus desrespeitando o livre-arbítrio concedido às criaturas pensantes?
Não podemos ignorar nada da Bíblia para não deturpá-la, desfigurando o caráter benevolente de Deus. Antes de conclusões precipitadas, é importante considerar atentamente que há vários textos revelando que Faraó endurecia também seu próprio coração (Êxodo 8:32; 9: 34-35; 13:15).
“Faraó viu a poderosa atuação do Espírito de Deus; viu os milagres que o Senhor realizou por Seu servo; recusou, porém, obediência ao mandamento do Senhor. O rei, rebelde, indagara orgulhosamente: ‘Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? (Êx 5:2). E, quando os juízos de Deus sobre ele caíra cada vez mais pesadamente, persistiu na obstinada resistência. Rejeitando a luz do Céu, tornou-se duro, insensível” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1211).
Se arbitrariamente Deus endurecesse o coração de Faraó, Moisés fazia papel de palhaço diante dele!
A série profética das 7 trombetas objetivava despertar pagãos para a conversão; apesar da didática, estratégia e paciência de Deus, na sexta trombeta o texto afirma: “O restante da humanidade que não morreu por essas pragas nem assim se arrependeu das obras de suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos” (Apocalipse 9:20-21).
Devemos extinguir a teimosia diante da manifestação de Deus esperando nossa conversão. Sejamos sábios, sendo sensíveis a Ele! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 8 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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