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“A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha” (v.5).
Definitivamente, o objetivo de Paulo não era o de agradar pessoas, mas de fazer a vontade de Deus. Orientado pelo Espírito Santo, suas viagens eram sempre motivadas pela sua “ousada confiança” em Deus (v.2). Mesmo que “em meio a muita luta” (v.2), nenhum obstáculo era grande demais para alguém que estava disposto a dar “a própria vida” para que o evangelho fosse pregado a muitos (v.8). Paulo não buscava a “glória de homens” (v.6), contudo, o seu amor para com os irmãos era como o amor de um pai por seus filhos (v.7). A proclamação do evangelho o enchia do genuíno amor de Cristo, e mesmo suas próprias necessidades eram postas de lado a fim de que, de modo algum, a obra de Deus fosse infamada ou atrasada.
Paulo destacou algo interessante neste capítulo. A forma como os tessalonicenses receberam “a palavra de Deus” (v.13). Apesar da profunda consideração que nutriam por Paulo e seus companheiros de ministério, a verdade de Deus foi exaltada acima dos instrumentos humanos. Eles aceitaram a Palavra de Deus tal qual ela é e começaram a ser praticantes da mesma. Observemos o final do versículo treze: “… a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes” (v.13). O conhecimento da verdade os levou à prática da verdade. Percebem a sequência? Eles creram, e porque creram, obedeceram. Ao fazer uma analogia com a vida de Abraão, Tiago concluiu: “Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou” (Tg.2:22).
A igreja de Tessalônica tornou-se “o modelo” a ser seguido (1Ts.1:7) simplesmente porque buscou seguir o supremo Modelo: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). Ainda que perseguida por seus próprios concidadãos (v.14), aquela igreja decidiu sofrer por Cristo e com Cristo. Certamente, aqueles irmãos queridos eram um lenitivo para Paulo, um conforto maravilhoso por saber que não era vã a sua labuta. Para ele era um privilégio ser um vaso escolhido de Deus para a proclamação do evangelho (v.4).
Certamente (e agora falo em nome de todos nós que compomos a equipe do Reavivados Por Sua Palavra), não fomos delegados por homens, mas chamados por Deus. E a nossa alegria e conforto está em saber que muitos têm sido reavivados não por nossas palavras, mas pela Palavra de Deus que está acima de toda e qualquer palavra humana. Que estamos unidos num só propósito de exortarmos, consolarmos e admoestarmos uns aos outros para que possamos viver “por modo digno de Deus, que [nos] chama para o Seu reino e glória” (v.12). Por isso que, hoje, fazemos das palavras de Paulo as nossas: “Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria!” (v.20). E, de coração, declaramos que “vos tornastes muito amados de nós” (v.8). Deus continue operando em nossa vida a transformação que somente a Sua Palavra pode operar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, “amados de nós” (v.8)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Tessalonicenses2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
2 Comentários so far
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Feliz por Adriano Deus é um Deus delgre, estava orando por ele
Comentário por Isabel Santos de Souza 29 de outubro de 2021 @ 7:02Iniciei em 02/11/2015 a leitura sistemática de 1 capítulo por día e acompanhar as reflexões do Reavivados. A um bom tempo compartilho diariamente as reflexões para um grupo de aproximadamente 50 pessoas via WhatsApp. Obrigado pelo ministério de vocês e que Deus continue usando-os.
Comentário por Rogério Macedo 29 de outubro de 2021 @ 8:13