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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/7
No julgamento de Estêvão “Quando eles ouviram isso, foram atingidos direto no coração e, então, rangeram os dentes contra ele. … gritaram em alta voz, taparam os ouvidos e lançaram-se todos juntos contra ele, arrastaram-no para fora da cidade e o apedrejaram” (Atos 7:54, 57-58 NKJV).
Compare isso com a reação da multidão de homens judeus devotos a quem Pedro, em um sermão semelhante ao de Estêvão, acusou-os de crucificar Jesus: “E quando ouviram isso, foram atingidos direto no coração e disseram a Pedro e aos demais apóstolos: ‘Irmãos, que faremos?’” Então Pedro disse-lhes: “Arrependam-se” (At 2:37, 38 NKJV). Ser atingido “direto no coração” pode ter dois efeitos muito diferentes: conversão ou assassinato.
“Querido Deus, quando o Espírito Santo provar-me culpado de pecado e meu coração estiver dilacerado, que minha resposta nunca seja ‘tapar meus ouvidos’, mas cair de joelhos em arrependimento. Amém.”
Andrew McChesney
Editor da Adventist Mission
Conferência Geral da IASD
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1271
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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708 palavras
1 Porventura, é isto assim? A pergunta do sumo sacerdote serviu para interromper a perplexidade dos observadores ao contemplarem a face de Estevão, mas era a forma padrão de dar inicio a um julgamento formal. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 192.
2 Estevão respondeu. A resposta de Estevão foi uma declaração de fé. Era também uma denúncia aos acusadores. CBASD, vol. 6, p. 192.
3 Sai. Estevão cita Gênesis 12:1. CBASD, vol. 6, p. 192.
9 Invejosos. O registro diz que seus irmãos “odiaram-no” (Gn 37:4, 5) e “lhe tinham ciúmes”. Este é o primeiro passo no argumento de Estevão de que os mensageiros de Deus sempre sofreram oposição daqueles que eram representantes da nação hebraica em cada época. CBASD, vol. 6, p. 193.
25 Cuidava. Ou, “estava supondo”. Ele tinha certeza de que os hebreus entenderiam seu ato e seus motivos. Logo se desiludiu. O vislumbre do que se passou na mente de Moisés não é extraído do AT, mas pode ter sido revelado a Estevão pelo Espírito Santo. O orador também podia estar sugerindo uma comparação entre Moisés e Jesus, uma vez que ambos foram rejeitados pelo povo que queriam ajudar. CBASD, vol. 6, p. 196.
Não compreenderam. Expressão sucinta, mas eficaz, em destacar a estupidez do povo. Com frequência, o povo de Deus não entende, nem está preparado para os atos divinos de livramento (a atitude dos judeus em relação a Cristo, Jo 1:11). CBASD, vol. 6, p. 196.
37 Um profeta. Estevão, como Pedro (At 3:22), se refere à profecia de Deuteronômio 18:15 a 18. Assim como Pedro, ele entende que ela se cumpriu em Jesus. Ele pretendia confrontar o Sinédrio com este Profeta na pessoa de Jesus, a quem eles crucificaram. CBASD, vol. 6, p. 197.
49 O céu é o Meu trono. Isaías afirma que o Altíssimo não pode se confinar a limitações humanas, mas habita com aquele que é “aflito e abatido de espírito”. Estas palavras eram uma repreensão aos judeus que as ouviram. O apelo velado de Estevão era para que aceitassem o Ser Divino que andara entre eles com tanta humildade e lhes demonstrara o caráter amoroso do Pai celestial. CBASD, vol. 6, p. 200.
51 Homens de dura cerviz. Sem dúvida, a mudança súbita no discurso de Estevão se deveu à agitação crescente do Sinédrio e ao ressentimento que suas palavras despertaram. Ao que tudo indica, ele percebeu que seu fim estava próximo e que nada mais que ele dissesse mudaria a questão. CBASD, vol. 6, p. 200.
52 Traidores e assassinos. Ao ler no rosto de seus acusadores o destino que logo lhe sobreviria, Estevão os lembrou de suas ações passadas contra Cristo. CBASD, vol. 6, p. 201.
53 Não a guardastes. Estas palavras são proferidas em contraste com a expressão “recebestes a lei”, e devem ter sido um golpe a quem as ouviu. Eles não guardavam a letra da lei nem sua intenção. A lei, entregue por intermédio de anjos, poderia ter sido a glória deles, mas a perversão dela gerou vergonha e destruição. CBASD, vol. 6, p. 201.
55 No céu. Estêvão viu “os céus abertos”. Nenhum dos observadores viu aquela glória do Céu, e a declaração de Estêvão parecia agravar sua culpa. Mas somente os profetas seriam capazes de dizer se o que viram foi com a percepção espiritual ou por meio da visão física. CBASD, vol. 6, p. 201.
58 E [•••] o apedrejaram. Literalmente, “o estavam apedrejando”, como se a execução continuasse à medida que o mártir orava. O apedrejamento era a pena para a blasfêmia segundo a lei mosaica. Todavia, por mais que o Sinédrio estivesse seguindo de perto essa lei, eles não tinham direito de tirar a vida de alguém sob o domínio romano. CBASD, vol. 6, p. 202.
59 Invocava. A oração mostra Estevão invocando ao Senhor Jesus, a quem ele acabara de ver em pé, à direita de Deus. CBASD, vol. 6, p. 202.
60 Não lhes imputes este pecado! Estevão não podia fazer muito pelos pecados anteriores daqueles que o perseguiram, mas podia pedir perdão pela transgressão presente. Ao rogar por eles, revelou que adquirira por completo o espírito de perdão que havia caracterizado seu Mestre. CBASD, vol. 6, p. 203.
Adormeceu. Ao encerrar o relato do ministério do mártir, Lucas preserva a atmosfera santa em sua palavra final: “adormeceu”. A batalha terminou e a vitória foi conquistada. O fiel guerreiro de Deus deixa o tumulto e adormece tranquilamente até o dia da ressurreição. Os capítulos seguintes revelam que sua morte não foi em vão. CBASD, vol. 6, p. 203.
Compilação: Tatiana W
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“Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à Sua direita” (v.55).
De Abraão a Jesus, Estêvão discorreu acerca de toda a história de Israel. Sua defesa não consistiu em apelar por sua vida ou provar sua inocência. Sua voz advogava por algo bem maior. Não apenas sua face resplandecia a luz de Cristo, como suas palavras, ainda que soassem como um conhecimento familiar, revelaram um poder e uma propriedade que não podiam ser negados. A singeleza aliada à intrepidez fazia de Estêvão um cativante orador. Seu nome, que significa “coroa”, ilustra a recompensa divina aos que Lhe permanecem fiéis mesmo em face da morte: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).
A defesa de Estêvão confirmou o cumprimento exato do cenário profético para o povo de Israel. A morte do primeiro mártir da igreja primitiva assinalou o fim de Israel como nação eleita. Conforme as profecias de Daniel, foi determinado um tempo para que aquela nação se arrependesse e se convertesse. No entanto, este tempo foi desperdiçado e as oportunidades, perdidas. E assim como mataram Aquele que viera pagar o preço de seu resgate, mataram a Estêvão, confirmando a sua rebelião.
Deliberadamente, rejeitaram aos apelos do Senhor. Decididamente, deram as costas à misericórdia divina e ao desejo de Deus de salvá-los. Vez após outra declararam ser sua religião formal mais importante do que o amor do Senhor. Seus olhos estavam vendados, e com as próprias mãos “taparam os ouvidos” (v.57) à inevitável sentença. Desde a saída do decreto de Ciro para reconstruir Jerusalém, em 457 a.C., até a morte de Estêvão, cumpriu-se com precisão as “setenta semanas” (ou 490 anos) de Daniel capítulo nove. A visão de Estêvão, portanto, não foi apenas um privilégio dado a um fiel servo do Altíssimo, mas o cumprimento da palavra profética de um Deus que não mente e não falha.
Quando Estêvão declarou: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, à destra de Deus” (v.56), ele viu uma cena de juízo. O justo Juiz levantou-Se de Seu trono para declarar a sentença final. Israel deixou de ser a representante de Deus na Terra, e aquele que segurou as vestes dos algozes de Estêvão (v.58), seria separado para uma obra mundial que faria da igreja cristã o que Deus sempre idealizou: “Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7). O fato de Estêvão ter resumido toda a história de Israel foi a mais contundente e irrefutável prova das grandes misericórdias de Deus e de como Ele conduziu o Seu povo apesar dos erros de percurso daqueles que elegeu como Seus representantes.
Estamos situados no tempo profético denominado “tempo do fim”. O apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, declarou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis” (2Tm.3:1). Tempos em que o desejo humano estaria acima da vontade divina; em que a avareza, a arrogância e a desobediência comandariam o coração do homem; em que a ingratidão, a irreverência e a calúnia propagariam os veios da corrupção. Tempos em que o bem não apenas seria rejeitado, mas odiado; em que não é constrangedor encher a mente e o corpo de tudo o que não presta, enquanto se aparenta “forma de piedade” (2Tm.3:2-5). Verdadeiramente, são tempos sobremodo difíceis!
Jesus anunciou: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E independentemente de você acreditar, ou não, de estar pronto, ou não, Ele voltará. Ele prometeu! O segundo advento de Cristo é mencionado mais de 300 vezes no Novo Testamento. Enquanto isso, como estamos aguardando esta preciosa promessa? Como Israel no deserto, que mesmo após tantas provas do amor e do cuidado de Deus, “no seu coração, voltaram para o Egito” (v.39)? Israel não deixou de ser a nação eleita de Deus porque matou a Estêvão, senão, o assassinato de Jesus seria infinitamente mais ofensivo aos olhos de Deus. Israel deixou de ser a nação eleita porque cometeu o pecado imperdoável: “Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc.3:29).
As últimas palavras de Estêvão foram dirigidas diretamente ao povo: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo” (v.51). Deus está prestes a soltar de vez “os quatro ventos da terra” (Ap.7:1), e quando isso acontecer, findo estará o “tempo da oportunidade” (2Co.6:2). Eu não sei você, mas eu estou cansada daqui, cansada de mim mesma, dos meus altos e baixos e de minha natureza pecaminosa. Cansada de ver tanta miséria, violência e injustiça e, ao mesmo tempo, tanta riqueza, luxúria e descaso. Já chega! Eu quero, como Estêvão, olhar para o céu e contemplar a glória de Deus e a face do meu bom Jesus. Se este também é o seu desejo, ore comigo neste momento:
“Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti” (EGW, Caminho a Cristo, CPB, p. 69).
Bom dia, cheios do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Atos7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ATOS 7 – A oração e o ministério da Palavra formam a fórmula da igreja que incomoda as hostes satânicas suscitando oposição, perseguição e ataques à Igreja. Com o tempo, o que Satanás não conseguiu na igreja primitiva, foi alcançando mais tarde.
Hoje, muitas vezes focamos tanto em estratégias mercadológicas, marketings e coaches empresarial que esquecemos da oração e ministração da Palavra. Outras vezes, focamos tanto as ações sociais, as reuniões recreativas e as táticas persuasivas para ganhar almas para Cristo que deixamos de buscar em oração o poder do Espírito Santo e ignoramos o ministério da Palavra.
Também, criamos tantos ministérios tornando a igreja uma instituição pesada, que a oração e o ministério da Palavra ficam em segundo, ou último plano ou nem tem espaço para estes ministérios. O pastor se torna mais um administrador do que um ministro, mais parecido com empreendedor do que realmente um pastor das ovelhas de Deus. Muitos diáconos perderam o foco, só zelam pela parte física da igreja, abrem e fecham as portas e janelas para o culto, e recolhem as ofertas.
Precisamos voltar à oração e ao ministério da Palavra. Estêvão tem muito a ensinar do poder da pregação escriturística. Leia Atos 6:8 a 7:60 e, então, observe com oração os pontos do capítulo em questão:
· Estêvão, um dos diáconos designados para servir às mesas pregou a Palavra de Deus com o poder do Espírito Santo, mas ao invés de levar pessoas à conversão, os líderes eclesiásticos da nação judaica rejeitaram o testemunho dele.
· Os líderes sem conseguir resistir à sabedoria advinda do Espírito Santo, subornaram pessoas para acusar falsamente ao proclamador da verdade. Isso mostra como a falsidade ergue sua bandeira quando a verdade é proclamada.
· As mentiras contra Estêvão prevaleceram, ele foi condenado; mas, antes disso, ele fez seu último sermão sem se sentir intimidado. Desta forma, a história da Igreja Cristã registra seu primeiro mártir.
Reflita:
· Reuniões, festas, comilanças, ações sociais, apresentações musicais, etc. tem seu lugar, mas nada deve ofuscar a pregação da Palavra de Deus, nem mesmo acusações falsas, injustiças no tribunal ou martírio.
· A evangelização deve estar no primeiro lugar da agenda e da ação da igreja, o sucesso da igreja reside no priorizar a pregação da Palavra de Deus.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ATOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ATOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube
(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/6
Por causa de minhas responsabilidades, muitos jovens me pedem fundos para suas várias necessidades, especialmente para a educação. Eu invisto muito tempo, até mesmo tempo pessoal, a fim de ajudar a arrecadar fundos para esses alunos carentes. Mas eu me senti convencido de que “Não é certo negligenciarmos o ministério da palavra de Deus, a fim de servir às mesas. Atos 6:2.”
Por isso, recrutamos auxiliares para cuidar das necessidades diárias desses alunos. “e nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra”. (Atos 6:4) O segredo de realmente viver é quando estamos fazendo aquilo para o qual fomos feitos / chamados / ordenados. Deus deu dons diferentes a pessoas diferentes para serem usados de maneira apropriada.
Visto que tenho estudado a Bíblia com o programa Reavivados Por Sua Palavra desde o seu início, convidei outras pessoas, especialmente aqueles jovens que vinham em busca de oração ou de ajuda financeira, a se unirem à igreja mundial na leitura da Bíblia! Agora tenho dois grupos de oração, cada um deles com 25 pessoas, que estudam a Bíblia diariamente e se reúnem para orar pelo Zoom uma vez por mês. Louvo a Deus porque cada membro desses dois grupos ora com outros a quem eles também incentivam a lerem diariamente a Bíblia.
Milton Das
Diretor do Ministério Jovem e líder do Programa BCSS (Bolsas Escolares para as Crianças de Bangladesh)
União Missão Adventista de Bangladesh
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1270
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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763 palavras
1 naqueles dias. Marca nova divisão no livro (cf 1.15). Bíblia Shedd.
O zelo missionário partiu dos crentes helenistas, menos tradicionais e desembaraçados do problema da língua, visto que o grego era língua franca do Império Romano. Bíblia Shedd.
Helenistas. Isto é Judeus de língua grega. Os helenistas eram judeus da diáspora que além de falar o grego, haviam absorvido em parte a cultura grega. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 182.
Hebreus. Estes eram os judeus que haviam nascido na Palestina, moravam ali e falavam a língua aramaica. CBASD, vol. 6, p. 182.
viúvas. A igreja tinha assumido a responsabilidade de seu cuidado (4:32-34; 1 Tm 5:3-16). Andrews Study Bible.
Aqui o velho problema da discriminação tinha emergido: as viúvas dos judeus gregos (ou de fala grega) eram consideradas forasteiras pelos judeus nativos e assim não estavam recebendo sua porção na distribuição de alimentos, provavelmente derivada em parte da generosa doação de 4.34-37. Bíblia de Genebra.
2 a palavra de Deus. Nesta organização inicial da igreja do Novo Testamento, dois ministérios estão listados: o ministério da palavra e oração (v. 4) e o ministério de satisfazer as necessidades físicas do povo, tal como servir à mesa. Bíblia de Genebra.
3 Sete homens. Era razoável que os apóstolos pensassem no número sete. Havia uma reverência pelo numero entre os judeus. CBASD, vol. 6, p. 183.
5 escolheram. Pelos nomes gregos se supõe que todos eram helenistas, inclusive um prosélito (gentio convertido ao judaísmo) cristão. Bíblia Shedd.
6 Apresentaram-nos. Provavelmente para exame, instrução, e é claro ordenação. CBASD, vol. 6, p. 185.
impuseram as mãos. Ação que simboliza uma doação, quer de bênção (Mc 10.16), cura (Mc 6.5), o Espírito Santo (At 8.17; 19.6) ou responsabilidade e autoridade para serviço (At 13.3; 1Tm 4.4). Bíblia Shedd.
8 Cheio de graça e poder. Graça e beleza de espírito deveriam acompanhar a proclamação da mensagem evangélica. O “poder” era a realização de milagres. Estevão devia ter a mesma plenitude de dons do Espírito que os doze. CBASD, vol. 6, p. 186.
9 Libertos. Descendentes dos judeus levados a Roma por Pompeu (63 a.C.) e logo libertos, junto com outros das regiões mencionadas. Bíblia Shedd.
10 Não podiam resistir. Literalmente, “não eram fortes para permanecer contra”. Esta experiência cumpriu a promessa de Cristo a Seus seguidores (Lc 21:15). CBASD, vol. 6, p. 187.
Sabedoria. Estevão foi o primeiro mestre da nova comunidade a ser destacado por sua sabedoria. […] Possuía uma clara visão da verdade e a habilidade para revelar verdades não percebidas até então. CBASD, vol. 6, p. 188.
11 Subornaram. Às vezes, esta palavra era usada para o ato de empregar, instigar ou instruir um agente secreto. CBASD, vol. 6, p. 188.
Incapazes de contradizer os argumentos de Estêvão a respeito de Jesus, os membros da Sinagoga [dos Libertos] espalharam falsas acusações sobre ele. No furor resultante, Estêvão foi arrastado ao Conselho [Sinédrio]. Andrews Study Bible.
blasfêmias contra Moisés e contra Deus. Estêvão só dizia, como está evidente no cap. 7, que Moisés, como Jesus – e como o próprio Estêvão – foi rejeitado pelo povo (7.35, 39). Isto não poderia ser tomado como blasfêmia contra Moisés e contar Deus. Bíblia de Genebra.
12 Sublevaram. Por meio das acusações falsas, agitaram o povo que testemunhara os milagres de Estevão. CBASD, vol. 6, p. 188.
13 lugar santo. O templo, para os judeus, era o lugar mais sagrado do mundo, o centro do universo, por ser a habitação de Deus. Bíblia Shedd.
Estêvão não falou contra o templo, mas somente declarou que Deus não estava confinado a um templo terreno, uma vez que o céu era Seu lar e Seu trono (7.48-50). Estêvão, na verdade, sustentava a lei mosaica e o seu ensino, especialmente naquilo que apontava para o Cristo vindouro (7.37-38). Bíblia de Genebra.
14 Esse Jesus. Mais uma vez, uma menção com desprezo, embora este nome soasse belo ao sair de lábios cristãos. CBASD, vol. 6, p. 189.
temos ouvido dizer que esse Jesus … mudará os costumes que Moisés nos deu. Estêvão percebendo que a fé cristã não se manteria dentro do judaísmo (cf Mc 7.18, 19; Mt 23.25, 26; Lc 11.39-41), antecipa a teologia universal de Paulo. Sua visão é de um cristianismo mundial, sem as restrições do judaísmo e da Lei. Bíblia Shedd.
Para Estêvão, Jesus, aquEle que está à direita do Pai no Céu (7:55-56), é o “Profeta como eu” que Moisés mesmo predisse que viria, a Pessoa definidora da História cujo significado extrapolaria o judaísmo. Similarmente, nem o tabernáculo nem o templo poderiam conter Deus (7:44-50). Estêvão está plenamente convicto de que a culminação de todo o Antigo Testamento é alcançado em Jesus. Andrews Study Bible.
15 Rosto de anjo. Seu rosto devia estar iluminado com um brilho divino. […] O rosto de Estevão se iluminou por sua proximidade de Cristo e pela luz da visão que estava prestes a ter de Jesus à destra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 188.
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“Todos os que estavam assentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo” (v.15).
Quando estudamos nos evangelhos os dois episódios da multiplicação de pães e peixes, algo chamou a minha atenção. Na primeira multiplicação, sobraram 12 cestos cheios de alimento. Já na segunda, sobraram 7 cestos. Então, pensei: O Senhor escolheu 12 discípulos, e, depois, 7 diáconos foram eleitos. A multiplicação, porém, não se tratava mais de alimento, mas de pessoas, pois “se multiplicava o número dos discípulos” (v.7). No lugar do pão e do peixe crescia “a Palavra de Deus” e “também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé” (v.7). A igreja cristã estava crescendo e sendo alimentada pelo sólido e suficiente evangelho do reino.
Enquanto, porém, estivermos neste mundo de pecado, o ditado de que “quanto mais pessoas, mais problemas” continuará sendo uma realidade. Não foi diferente com a igreja primitiva. “Multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária” (v.1). Estava acontecendo uma acepção entre as viúvas helenistas e as viúvas palestinas. Os helenistas eram judeus de fala grega convertidos ao cristianismo. Ainda havia um certo preconceito e esta questão precisava ser resolvida com urgência.
Numa convocação extraordinária, os doze apóstolos reuniram a igreja e propuseram a eleição de “sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria” (v.3), que ficariam encarregados de atender as necessidades da comunidade. Foram os primeiros diáconos da igreja cristã. Dentre eles, contudo, um merece considerável destaque: “Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo” (v.5). Devidamente investidos, os diáconos deram início a uma sagrada obra em comunhão com os discípulos. Era um trabalho tão importante quanto o “ministério da palavra” (v.4). O serviço daqueles sete diáconos proporcionou o crescimento e o fortalecimento da igreja primitiva.
Estêvão, além de “servir às mesas” (v.2), “cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (v.8). Seu modo de falar e perfeita argumentação deixavam os líderes judeus sem palavras. Inspirado pelo Espírito Santo, suas palavras e obras despertaram tamanha inveja, que “o povo, os anciãos e os escribas… o arrebataram, levando-o ao Sinédrio” (v.12). Mas apesar das testemunhas falsas, da ira que lhes consumia o coração e do temor de que aquele servo de Deus continuasse convertendo mais judeus, nada disso os impediu de contemplar, provavelmente, uma cena que jamais haviam visto: Iluminado pela glória do Invisível, cheio do Espírito e tomado de santo temor, o rosto de Estêvão brilhava como a face de um anjo.
Sobre Estêvão declara Ellen White:
“Não somente falava no poder do Espírito Santo, mas também era claro ser ele um estudioso das profecias, e instruído em todos os assuntos da lei. Habilmente defendia as verdades que advogava e derrotava completamente seus oponentes. Em relação a ele cumpriu-se a promessa: ‘Proponde pois em vossos corações não premeditar como haveis de responder; porque Eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem’. Lucas 21:14, 15” (EGW, Atos dos Apóstolos, CPB, p. 54). Ninguém conseguiu refutar as palavras de Estêvão porque, na verdade, não eram palavras dele, mas do Espírito Santo.
Entrega completa, amados, requer renúncia completa e completa dependência de Cristo. Estêvão estava disposto a sofrer o que fosse por amor a Jesus. Não havia ninguém ou nada que ele amasse mais do que a seu Salvador. E o mesmo brilho que um dia foi revelado no rosto de Moisés foi visto no rosto de Estêvão. Jesus deseja refletir o Seu brilho em nossa face, hoje. Ele deseja fazer de mim e de você Suas testemunhas. A mudança feita pelo Espírito Santo no coração de Estêvão, foi manifesta em suas palavras e fisionomia. Permita que esta mesma mudança alcance o teu coração, e o teu exterior brilhará “mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).
Que se cumpra em nossa geração o que foi profetizado: “Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes” (O Grande Conflito, p.612). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, cheios do Espírito e de sabedoria!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Atos6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ATOS 6 – Na igreja têm pessoas que amam dinheiro (como Ananias e Safira) e tem pessoas necessitadas de dinheiro (como as viúvas). Além disso, nos capítulos anteriores ficou evidente a perseguição à igreja, a prisão dos apóstolos, a morte súbita dos hipócritas, e no capítulo em pauta, a murmuração dos gregos contra os hebreus.
Certamente, a igreja de Atos não é modelo de perfeição. Muitos problemas existiam e muitos surgiriam. Como uma instituição cheia de problemas poderia sobreviver?
Outra questão era o crescimento em massa da igreja. Como estruturar e atender as necessidades duma igreja que cresce muito rapidamente?
Além disso, o diabo estava por trás; note que…
• No capítulo 4 utilizou-se da perseguição para minar o poder da igreja.
• No capítulo 5 ele usou a infiltração dos hipócritas para reduzir o poder da igreja.
• No capítulo 6 ele armou armadilha que resultou na distração da igreja.
Interessante que, em cada situação, a igreja saiu-se vencedora!
• No capítulo 4, apesar de perseguida, mediante a oração e a pregação da Palavra, a igreja contra-atacou aos ataques do inimigo e cresceu enfrentando a perseguição.
• No capítulo 5, apesar dos hipócritas penetras, mediante a oração e a pregação da Palavra, a igreja contra-atacou as artimanhas diabólicas, então, o resultado foi um crescimento surpreendente.
• No capítulo 6, apesar dos problemas que surgiram devido ao crescimento colossal da igreja, os apóstolos, quase desfocados da oração e do ministério da Palavra, a tempo conseguiram colocar a igreja nos trilhos.
Tristemente, os apóstolos estavam abandonando o aspecto essencial da igreja que é a oração e a pregação da Palavra para atender às mesas. O que não era algo ruim, errado. Era um trabalho digno e urgente; mas, não deveriam tirar o foco da oração e pregação.
Embora Satanás quisesse eliminar esses dois aspectos da igreja, os apóstolos perceberam o perigo, se organizaram para, então, voltarem a priorizar ao que realmente importa mais (vs. 1-4).
Como resultado, surgiram os diáconos e, a igreja avançou admiravelmente (vs. 5-7). Como os diáconos mantiveram o mesmo foco dos apóstolos, eles eram pregadores poderosos, que instigavam seus ouvintes a tal ponto de suscitar ameaças – como se vê no caso de Estêvão (vs. 8-15).
• Pergunto: Sua igreja mantém o foco certo apesar nos ataques satânicos?
Estudemos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.