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TEXTO BÍBLICO JOÃO 12 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/12
A luz da Divindade não conseguia acabar com a escuridão que envolvia alguns corações.
Poucos dias antes de Sua crucificação, Jesus suplicou ao povo judeu de coração duro que aproveitassem a luz que brilhava entre eles. Ninguém precisava permanecer em trevas espirituais se somente entregasse seu coração a Cristo. No entanto, o ciúme e a ambição cegaram muitos corações, mesmo depois que a voz de Deus trovejou do céu.
Muitos colocaram sua fé em Jesus, incluindo alguns gregos. Contudo corações legalistas, imunes ao perfume da graça, conspiraram para matar o Criador.
Alguns líderes secretamente acreditavam nele, mas tinham tanto medo dos fariseus que não seguiram a Cristo publicamente. O medo de perder a aprovação é um vício que nos impede de fazer o que é certo. Na verdade, querer a aprovação dos outros muitas vezes nos leva a sacrificar a nossa alma. Quando vivemos para obter e continuar mantendo a aprovação das pessoas, deixamos de viver para agradar a Deus.
O medo controla você? Em que áreas você está relutante de obedecer a Deus por causa do que as pessoas podem pensar ou fazer? Viver na luz significa dedicar-se para obter a aprovação de Deus, não a aprovação dos outros.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1255
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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788 palavras
2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.
3. Os pés.Mateus 26:7 e marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.
4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.
9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.
10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.
11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.
16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.
19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.
20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.
27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137
28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.
29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.
32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1138.
38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.
39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.
50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.
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“Se alguém Me serve, siga-Me, e, onde Eu estou, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26).
Faltando uma semana para a festa da Páscoa, os últimos dias de Jesus na Terra foram intensos e cheios de expectativa. Cada palavra, cada gesto Seu, eram minuciosamente observados pelos principais sacerdotes e fariseus. A ressurreição de Lázaro realmente foi o estopim de uma grande divisão entre os judeus, pois que não somente muitos que estavam presentes no dia da ressurreição creram, mas o testemunho de Lázaro continuava falando, de modo que “os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus” (v.10-11).
Após ser ungido em Betânia, Jesus entrou em Jerusalém de forma inusitada. Geralmente, quando Se dirigia às festas anuais em Jerusalém, a última coisa que queria era chamar atenção para Si. Mas parece que nos Seus últimos dias Ele não Se importou muito com isso, de forma que permitiu que o povo O aclamasse como “Rei de Israel” (v.13). Jesus sabia que havia chegado o momento de ser “levantado da terra” (v.32) e de selar para sempre o destino de Satanás (v.31). Sua morte seria uma grande decepção para Seus seguidores e a dura prova que iria separar a multidão entre crentes e incrédulos, entre adoradores e blasfemadores.
As declarações de Cristo não eram nada convencionais para um povo que acreditava que a glória dos homens era resultado da aprovação divina. “Quem ama a sua vida perde-a” (v.25), “E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26), eram declarações muito radicais para pessoas que mediam a santidade pelas conquistas terrenas. Por isso que a profecia de Isaías se encaixava perfeitamente com a situação espiritual daquela geração. Estavam cegos e seus corações endurecidos demais para compreender que diante deles estava a redenção de Israel.
Corremos o sério risco de estarmos agindo da mesma forma. Muitos dizem estar seguindo a Jesus, contudo, não estão dispostos a servi-Lo. De acordo com Jesus, o serviço antecede a caminhada: “Se alguém Me serve, siga-Me” (v.26). Títulos, posições e as glórias deste mundo tornaram-se mais importantes do que a vida eterna. Entendam: não que possuir estas coisas seja pecado, mas em colocá-las acima do chamado de Deus. Assim como em Israel, Deus tem chamado pessoas que hoje se encontram em privilegiadas posições sociais e religiosas, mas pelo medo de “serem expulsos” (v.42) ou rejeitados pelo meio em que vivem, não confessam a sua fé e prosseguem com sua crença secreta.
Jesus poderia ter morrido de forma mais silenciosa e discreta, mas escolheu ser levantado na mais ignominiosa morte e na mais escandalosa sentença. Não são sinais, milagres ou prodígios que sustentarão a fé dos servos de Cristo nestes últimos dias, mas a firme confiança no Caminho que os está conduzindo para Casa. Iluminados pelo Espírito Santo, os “filhos da luz” (v.36) seguem a passos firmes na direção de Deus e estão prontos para renunciar o que preciso for por amor a Jesus. Assim como a semente que cai ao solo, Cristo nos chama a morrer para o mundo e ressurgir para a vida eterna. Que a oração de George Müller seja a nossa firme decisão, hoje e todos os dias, até aquele grande Dia:
“Houve um dia em que morri. Morri para [seu nome], suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura; morri inclusive para a aprovação ou censura dos meus irmãos e amigos; e desde então tenho estudado tão-somente como apresentar-me aprovado(a) diante de Deus”.
Olhar para a cruz é sinônimo de vida! Jesus não veio para nos condenar, mas para nos salvar. Apegue-se e creia em Sua Palavra, pois ela é luz e é vida eterna. Seja este o clamor do nosso coração: “Senhor, queremos ver Jesus” (v.21)! Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, filhos da luz!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #João12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 12 – As festas judaicas se cumpriram em, e com Cristo. As festas bíblicas ensinam. Elas foram instituições divinas para servirem pedagogicamente ao Evangelho no Antigo Testamento.
No capítulo em pauta revela que a Páscoa se aproximava, quando Jesus, o Cordeiro de Deus, Se tornaria a Páscoa do crente (João 1:29; I Coríntios 5:7).
Observe estes pontos no texto inspirado:
· O convívio de Jesus com Seus amigos: Além dos doze discípulos, Jesus tinha três amigos em Betânia: Marta, a trabalhadeira; Maria, uma ex-prostituta; e, Lázaro, um ex-morto. Ao ser ungido e ter os pés massageados por Maria, Judas questionou o inadequado gasto em produtos de valor, mas fez isso porque era ambicioso e ladrão. Ele logo estaria vendendo Jesus por preço de escravo. Jesus Se relacionava amigavelmente com diversos tipos de pessoas (vs. 1-12).
· O relacionamento de Jesus com os gentios: Além dos judeus que vinham para a festa da Páscoa, para ver Lázaro e homenagear a Jesus, alguns gregos quiseram ter um encontro com Cristo. Jesus, então, reconhece ter chegado a sua hora, a hora de ser glorificado, através de Seu sacrifício. Seu objetivo não era atrair apenas os gregos, mas todas as nações, quando Ele fosse erguido na cruz; além dos judeus, todos os gentios também (vs. 13-36).
· A relação de Jesus com os judeus: Chegou a hora de Jesus Se esconder dos judeus. Todo tipo de oportunidade lhes fora dadas. Contudo, a todas, eles rejeitaram. Crendo no que queriam, demonstraram preferência pela incredulidade. Por desprezarem a Palavra de Deus, preferiram as trevas antes que a luz. Por rejeitarem a Jesus, estavam optando pela rejeição no dia do juízo, automaticamente escolhiam o caminho da morte em vez da vida (vs. 37-50).
Reflita:
Como André, devemos crer em Jesus, aceitá-lO como Salvador e tornar-se seu discípulo. Com André devemos aprender o método mais eficaz e simples da evangelização. Geralmente, quando André é mencionado pelo evangelista João, ele está conduzindo pessoas a Jesus (estude João 1:40-42; 6:8-9; 12:22).
O convite para seguir a Jesus é para mim e para você: “Se qualquer um de vocês quiser me servir, seja meu seguidor. Aí vocês estarão onde eu estiver, prontos para servir. O Pai honrará e recompensará quem me servir” (v. 26).
“Senhor, ajuda-nos a servir-Te” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 11 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOÃO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/11
Jesus já havia ressuscitado duas pessoas dentre os mortos: 1) A filha de Jairo, onde Ele apenas falou uma palavra. 2) O filho da viúva de Naim (Cf. Lc 7:11-16 e Lc 8:40-56). Mas neste capítulo, Jesus espera até que Lázaro esteja morto por quatro dias, para que então não houvesse absolutamente nenhuma dúvida de que ele estava morto. Deste modo não haveria dúvida de que Jesus é a Ressurreição e a Vida.
Isso se refere não apenas a ressuscitar os mortos físicos, mas também a dar vida aos que estão espiritualmente mortos. Jesus tem vida em Si mesmo! E por meio dEle podemos ter uma experiência de uma “nova vida”. Você pode sentir que está preso em uma tumba espiritual por quatro dias ou quarenta anos, mas o seu Salvador da Ressurreição e Doador da vida não se esqueceu de você! Ele te ama! Deixe-O vencer suas batalhas espirituais e dar-lhe uma vida renovada. Ele morreu na cruz por você e ressuscitou no terceiro dia. Então, pela fé, abra o sepulcro do seu coração hoje para este Grande Médico e receba a VIDA em abundância!
Christopher Bullock
Harrison, Tennessee
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1254
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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562 palavras
1-54 O milagre da ressurreição de Lázaro dentre os mortos é o clímax de todos os sinais precedentes que revelaram a glória de Deus através de Jesus Cristo. Aqui, a própria morte, o inimigo final, é confrontada com sucesso por alguém que é, ele mesmo, a ressurreição e a vida. Contudo, mesmo este glorioso sinal divide aqueles que o testemunham. Os que rejeitam a glória revelada, eles mesmo se encarregam de procurar a morte de Jesus (vs 46-50). Bíblia de Genebra.
1 Lázaro. Não o Lázaro de Lc 16.20. Este Lázaro é referido no Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
4 glorificado. Enquanto a ressurreição de Lázaro trouxe a Deus (12.12-18), a maior glória veio do fato de que ela precipitou a prisão, o sofrimento e a morte de Jesus. Andrews Study Bible.
16 Tomé era leal ainda que duvidoso (20,24ss). Bíblia Shedd.
Dídimo. Gêmeo. Bíblia Shedd.
Significado de Tomé em hebraico. Andrews Study Bible.
17 quatro dias. Muitos judeus acreditavam que a alma permanecia junto ao corpo três dias após a morte, na esperança de voltar. Se essa ideia existisse na mente dessas pessoas, obviamente acreditavam que toda a esperança já se esvaíra – Lázaro estava irrevogavelmente morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 se estiveras aqui. A primeira afirmação de cada irmã (cf v. 32). Bíblia de Genebra.
22 Em contraste com Lc 10:38-42, Marta exibe mais fé do que Maria (ver tb Jo 11:24, 27). Andrews Study Bible.
25 Eu Sou. Jesus não estava dizendo apenas que dava ressurreição e vida. Elas estão intimamente associadas com Ele, e é tal a natureza dEle que a morte definitiva não existe para Ele. Ele é vida (cf 14.6; At 3.15; Hb 7.16). … Jesus … também transmite vida ao crente de modo que a morte nunca triunfará sobre ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 Tu és o Cristo. A conversação provoca, por parte de Maria, uma confissão de fé que é paralela à de Pedro (Mt 16.16). Bíblia de Genebra.
28 Mestre. É significativo que uma mulher lhe atribuísse tal designação. Os rabinos não ensinavam mulheres (cf 4.27), mas Jesus muitas vezes as ensinou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 chorou. A palavra grega assim traduzida não expressa a tristeza bradada do v. 33, mas se refere ao derramamento silencioso de lágrimas.Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 Uma parábola real sobre 5:28-19. Andrews Study Bible.
47 os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Aqui, os dois grupos estão associados entre si numa reunião do Sinédrio. … Não negaram a realidade dos sinais milagrosos … mas não compreendiam o significado deles, porque não tinham fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 O Sinédrio, que tinha suprema autoridade religiosa no país, temeu que o ministério de Jesus provocasse um levante popular, que os romanos esmagariam pela força das armas. Bíblia de Genebra.
Nosso lugar. O templo, que era o “lugar santo” dos judeus. Bíblia Shedd.
48 A morte de Jesus provocou exatamente as coisas que os líderes religiosos temiam: a crença em Jesus se espalhou pelo mundo e a destruição do seu “lugar e nação” pelos romanos em 70. D.C. Andrews Study Bible.
49 Naquele ano. Quer dizer o ano em que Cristo foi crucificado. Bíblia Shedd.
51 profetizou. Nos propósitos de Deus, Caifás, sem o saber, fez uma profecia. Bíblia de Genebra.
morrer pela nação. A morte substitutiva de Jesus foi anunciada pelo sumo sacerdote que uma vez por ano fazia expiação pela nação no Santo dos Santos (Hb 9.7ss), Mas ele mesmo não sentia nenhuma necessidade do sangue de Cristo para purificar seus pecados. Bíblia Shedd.
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“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (v.25).
Havia uma família a qual Jesus tinha um especial apreço: a família de Lázaro. Lázaro, Maria e Marta eram irmãos e sua hospitalidade para com Jesus e Seus discípulos fez com que a casa deles fosse um dos lugares preferidos do Mestre. A diferente disposição de cada irmão fazia daquele lar um lugar aprazível. A prontidão de Marta, a bondade de Lázaro e a delicadeza de Maria compunham um cenário harmônico da mais pura atmosfera. Mas nem sempre fora assim. Aquele lar tornou-se o perfeito exemplo do que Jesus pode realizar quando as portas do coração se abrem para que Ele entre.
Marta era uma workaholic (trabalhadora compulsiva); seus afazeres eram sua vida (Lc.10:40). Maria não tinha boa reputação (Lc.7:39). E, apesar de não haver nenhum outro relato sobre Lázaro ou como tornou-se amigo pessoal de Jesus, certamente sua vida era tão preciosa aos olhos de Cristo, que Ele não suportou a ideia de passar Seus últimos dias na Terra com a lembrança de um amigo morto. Três irmãos, três personalidades, mas unidos num só propósito: seguir a Jesus todos os dias de suas vidas.
A ressurreição de Lázaro é, sem dúvida, uma das mais comoventes experiências do ministério terrestre de Cristo. Podemos quase ouvir os soluços de Maria e contemplar pela fé as lágrimas do Salvador. É um relato sobremodo comovente, além de esclarecedor quanto à doutrina bíblica do estado do homem na morte. Jesus comparou a morte com o sono, ao dizer: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (v.11). Mas a ignorância de Seus discípulos, não entendendo que Ele se referia à morte, O fez dizer com clareza: “Lázaro morreu” (v.14). Em Eclesiastes 9:5, Salomão escreveu: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem de coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”. O apóstolo Paulo também nos advertiu quanto a isto: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts.4:13).
Jesus tem o poder de transformar qualquer vida que esteja disposta a ser forjada no fogo a fim de ressurgir como uma nova vida melhorada e santificada para propósitos eternos. Se cada membro de uma família aceitasse este necessário reavivamento, cada casa do povo de Deus se tornaria morada especial de Cristo. E ainda que a doença ou a morte os alcançasse, até as situações mais adversas seriam “para a glória de Deus” (v.4) e avanço de Sua obra. Jesus não chorou pela morte de Seu amigo. “Jesus chorou” (v.35) pela morte espiritual de Seu povo. Maior do que a pedra que lacrava o túmulo de Lázaro, era a dureza de coração da maioria dos judeus.
Jesus ordena, hoje: “Tirai a pedra” (v.39). E não importa o quanto teus pecados cheirem mal! Aquele que devolveu a plenitude da vida a um corpo em estado de putrefação, pode te reavivar pelo poder que há em Sua Palavra! Jesus morreu para que pudesse “reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos” (v.52). Chegada é a hora de testemunharmos como um só povo, uma só família cujo caráter revela o amor do Salvador. Pois perto está o dia em que Ele não chamará apenas um homem, mas todos “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pela Palavra de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #João11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 11 – Temas espirituais são importantes e relevantes para todas as pessoas. A revelação bíblica deve ser a base da cosmovisão de todo ser humano. Sem ela, o conceito de antropologia será equivocado.
É muito fácil endeusar conceitos próprios e atacar/desprezar verdadeiros conceitos, tratando-os com preconceitos.
Por que os judeus rejeitaram Jesus? Observe que, na parábola do rico e Lázaro, o rico sugere que, se alguém dos mortos voltasse à vida, os vivos creriam em Jesus (Lucas 16:30).
Em João 11, Lázaro morreu, ficou quatro dias morto, Jesus chegou para ressuscitá-lo e trouxe-o de volta à vida. Os mesmos líderes religiosos que ouviram os relatos de Cristo em Lucas 15:2 e 16:14 quando contou a parábola do rico e Lázaro, souberam do magnifico milagre da ressurreição literal de Lázaro (João 11:46).
Como reagiram os líderes espirituais? Movidos de inveja pelo fato de Cristo atrair a atenção do povo, começaram a cogitar de matar “o homem que fazia muitos milagres” (vs. 47-57).
Para quem não quer crer, nem mesmo a ressurreição de defuntos é capaz de convencer. Note que, em João 12:9-11, ao invés de crerem em Jesus que deu vida a Lázaro, os líderes religiosos queriam tirar novamente a vida de Lázaro. Eis o fruto da incredulidade! A ignorância é cruel!
Sobre certos temas espirituais, Deus não nos quer ignorantes. Um deles é o tema da morte (II Tessalonicenses 4:13-17). Na ressurreição de Lázaro, Jesus intentará corrigir os distúrbios teológicos dos discípulos de outrora e dos de agora (João 11:1-45).
• Morte não é vida no espaço, no céu nem no inferno.
• Morte é um estado plenamente inconsciente, semelhante ao sono.
• Morte é cessação da vida, consequência do pecado, não um meio de salvação.
• Morte é o fim da vida, mas será destruída pela ressurreição operada por Cristo.
• Morte será aniquilada quando Cristo a matar no último dia.
• A morte encontra limite no poder do Autor da vida.
• A morte não vencerá nenhum crente, mas Cristo vencerá a morte para o crente.
• Morte não tem a palavra final, é Cristo que tem. Aleluia!
Por que muitos rejeitam o conceito bíblico de morte? Devido à sua cosmovisão baseada no paganismo.
Aprofunde-se na verdadeira antropologia bíblica para não enredar-se com filosofias espúrias sobre “vida” e “morte”!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.