Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 8 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 8 by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/8

Embora relatada somente no evangelho de João, a narrativa da mulher apanhada em adultério e acusada pelos líderes da igreja é consistente com outras histórias do Novo Testamento. A lição para nós, hoje, é clara. O nosso trabalho, como crentes, não deve ser o de acusar as pessoas e apontar os erros delas – especialmente porque Jesus conhece os pontos fracos de nossa própria vida. Em vez disso, temos que encaminhar as pessoas a Jesus, que tem o poder de perdoá-las e mantê-las longe do pecado. Afinal, a razão pela qual Jesus veio ao mundo foi “para buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10).

A escritora Ellen White descreve a cena: “Para essa desviada mulher não tinha o mundo senão desprezo e zombaria; mas Aquele que é sem pecado compadeceu-Se de sua fraqueza, e estendeu-lhe ajudadora mão. Enquanto os fariseus hipócritas acusavam, Jesus mandou-lhe: ‘Vai-te e não peques mais.’ [João 8:11]” (A Ciência do Bom Viver, p. 50).

É o recebimento da graça, paz e poder de Deus, no início do dia, que nos ajudará a nos desviarmos dos ataques do maligno. Fique perto de Jesus hoje!

Willie Oliver
Diretor do Departamento do Ministério da Família
Conferência Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1251
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de julho de 2021, 0:45
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“Qual a razão por que não compreendeis a Minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a Minha palavra” (v.43).

Ameaças de apedrejamento inauguram e encerram o capítulo de hoje. O ministério de Cristo não consistia em favorecer a Si mesmo, mas em entregar-Se à vontade de Deus em favor do ser humano em tudo o que fazia. Começando de madrugada, Jesus Se dirigia às atividades de cada dia fortalecido por Seus momentos de comunhão com o Pai. Houve um dia, porém, em que tudo conspirava para surpreendê-Lo em um julgamento público cuja acusada foi “apanhada em flagrante adultério” (v.4). Antes disso, Jesus estava sentado ensinando no templo. Havia uma multidão que O escutava e que se aglomerava ao Seu redor. Quando o cenário mudou: de uma escola para um tribunal.

Ora, a Lei de Deus é clara: “Não adulterarás” (Êx.20:14). Porém, não foi esta a base do julgamento, e sim a exigência de que imediatamente fosse cumprida a sanção prevista em Levítico 20:10, que diz: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera”. Percebam que a primeira responsabilidade recaía sobre o homem e que ambos, homem e mulher, deveriam responder igualmente por seu pecado. Ali estava a mulher exposta à vergonhosa acusação. Mas onde estava o adúltero? E enquanto os escribas e fariseus vociferavam sua indignação e o povo os acompanhava num clamor por uma justiça espúria, “Jesus, inclinando-Se, escrevia na terra com o dedo” (v.6).

Sobre este episódio, escreveu Ellen White:

“Impacientes ante Sua demora e aparente indiferença, os acusadores aproximaram-se, insistindo em Lhe atrair a atenção sobre o assunto. Ao seguirem, porém, com a vista, o olhar de Jesus, fixaram-na na areia aos Seus pés, e transmudou-se-lhes o semblante. Ali, traçados perante eles, achavam-se os criminosos segredos de sua própria vida. O povo, olhando, reparou na súbita mudança de expressão e adiantou-se, para descobrir o que estavam eles olhando com tal espanto e vergonha. Com toda a sua professada reverência pela lei, esses rabis, ao trazerem a acusação contra a mulher, estavam desatendendo às exigências da mesma. Era dever do marido mover ação contra ela, e as partes culpadas deviam ser igualmente punidas. A ação dos acusadores era de todo carecida de autorização. Entretanto, Jesus os rebateu com as próprias armas deles. A lei especificava que, nas mortes por apedrejamento, as testemunhas do caso fossem as primeiras a lançar a pedra. “ (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.324).

Antes que as massas curiosas descobrissem o que eles faziam às ocultas, os mesmos que lideraram aquele injusto tribunal, lideraram uma debandada para fora da vista dAquele que lê os corações, após as irrefutáveis palavras: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (v.7). Em nenhum momento Jesus foi negligente com a Lei. Muito pelo contrário. Em Sua dignidade, encerrou aquele espetáculo que em nada comungava com a justa medida de Sua Lei. A “Luz do mundo” (v.12) prevaleceu sobre as trevas da maldade humana e iluminou a vida da mulher com uma nova oportunidade: “vai e não peques mais” (v.11).

Por três vezes, Jesus declarou ser o mesmo que falou com Moisés no deserto: “EU SOU” (v.24, 28, 58). O mesmo Deus que elegera Abraão como o patriarca de Israel procurava de muitas maneiras iluminar os corações e conduzi-los para Si. Eram, contudo, incapazes de ouvir as Suas palavras pelo simples fato de não O conhecerem, nem tampouco Aquele que O enviou. O povo estava diante da verdade encarnada, no entanto, preferia permanecer como “escravo do pecado” (v.34) a ser liberto por ela (v.32). E mesmo que nominalmente se declarassem “descendência de Abraão” (v.33) e filhos de Deus (v.41), eis o seu real e triste pertencimento: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (v.44).

Sabem por qual razão muitos não compreendem as Escrituras? Pelo mesmo motivo: são “incapazes de ouvir” (v.43). Acostumaram-se a se alimentar do que sai da boca de homens, e não do que sai da boca de Deus. É bem mais atraente e interessante enveredar-se em coisas que agradam as inclinações da própria carne. Não humilham o coração perante Deus. Buscam preencher a mente de todas as futilidades e coisas inúteis, menos das coisas de Deus. Sua linguagem não é: “Pai, que se faça a Tua vontade. Molda-me o caráter”! Mas oram de si para si mesmos em preces vazias e egoístas. Para estes, Cristo diz: “Vós sois do diabo”!

Amados, “Quem é de Deus”, disse Jesus, “ouve as palavras de Deus” (v.47). Ou seja, precisamos ser de Deus, conhecê-Lo, a fim de reconhecer-Lhe a voz e ouvir o que Ele tem para nos dizer. Jesus conhecia o Pai, por isso guardava a Sua Palavra (v.55). É impossível conhecer a Deus e não buscar guardar a Sua Palavra. Como também é impossível guardar a Palavra sem antes conhecer a Deus. Torna-se uma religião fria e sem sentido; uma mera formalidade. Foi mediante este ensinamento que Jesus quase foi vítima de apedrejamento (v.59). Deus deseja que O conheçamos cada dia mais. Como escreveu o profeta, é um conhecimento progressivo: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).

Deus escreveu a Sua Lei com o Seu dedo em tábuas de pedra (Êx.31:18), mas escreveu os pecados daqueles homens na areia. Isso nos diz que ainda que a Sua Lei reclame a justiça, em Sua misericórdia Ele deseja apagar os nossos pecados. Não fomos chamados a ser acusadores de nossos irmãos, e sim testemunhas dAquele que ama os pecadores e os chama ao arrependimento. Se não crermos que ELE É, morreremos em nossos pecados (v.24). Mas se O conhecermos, e guardarmos a Sua Palavra, não veremos “a morte, eternamente” (v.51). Olhe para Jesus! Não há outro modelo a seguir. “Não há um justo, nem um sequer” (Rm.3:10). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados para perdoar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 8 – Conhecer Jesus é diferente de ter informações sobre Ele. “Os apóstolos sabiam muito pouco sobre Jesus, mas O conheciam. Nós tendemos saber muito sobre Ele, mas não sabemos gozar de íntima relação com Ele” (Richard C. Halverson).

Não adianta estudar Jesus, pois só o relacionamento constante com Ele que te fará conhecê-lO realmente.

Os discursos proferidos por Cristo revelam muito bem quem Ele é. É impossível ser verdadeiramente cristão desprezando Seus discursos. João os valorizou:

• Primeiro discurso: O novo nascimento, conversão (3:1-36);
• Segundo discurso: Jesus a água viva, refrigério espiritual (4:1-42);
• Terceiro discurso: O Filho é tão divino quanto o Pai Celestial (5:19-47);
• Quarto discurso: Jesus é o pão da vida, nutrição espiritual (6:22-66);
• Quinto discurso: O Espírito Santo vivifica (7:1-52);
• Sexto discurso: Jesus é a luz do mundo que ilumina em meio as trevas (8:12-59);
• Sétimo discurso: Jesus é o bom Pastor que dá Sua vida pelas ovelhas (10:1-42);
• Último discurso: Palavras de despedida (13:1-17:26).

Você deve estudar a Bíblia para conhecer a Jesus, mas estudar Jesus pode não significar relacionar-se com Ele. Observe estes pontos de João 8:

1. A mulher pega em adultério soube o que realmente significa ter um encontro genuíno com Cristo, sua vida mudou radicalmente (vs. 1-11);
2. Desconectado de Jesus não existe luz neste mundo tenebroso, por mais rituais que pratiquemos (vs. 12-20);
3. Jesus é a ligação entre o Céu e a Terra (vs. 21-30); esse assunto foi abordado com Nicodemos em João 3:14-16 e, ampliado no capítulo 12:32-34.
4. Jesus é a verdade que liberta, caso permaneçamos em Seus ensinamentos (vs. 31-40);
5. Jesus fez um contraste entre os humanos que são filhos de Deus e os que são filhos de Satanás; deixando evidente que os filhos do diabo (vs. 41-47)…

• …Ignoram a Palavra de Deus;
• …Confiam em si mesmos;
• …Odeiam mortalmente a Cristo;
• …Não apreciam a Cristo e nada que esteja relacionado a Ele;
• …Foram cegados por Satanás, consequentemente têm dificuldades de entender a Palavra;
• …Dão preferência mais à mentira que à verdade;
• …Têm aversão à Palavra de Deus.

6. Líderes religiosos contemporâneos de Jesus exemplificam para nós os filhos do diabo (vs. 48-59).

Apreciar a Palavra de Deus é essencial para se tornar Seus filhos! Firmar na verdade também! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 7 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 7 by Jobson Santos
12 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/7

Do mesmo modo que os irmãos de Jesus, que queriam que Ele saísse da Galiléia e fosse para a Judéia mostrar o que Ele poderia fazer, há momentos em que parecemos mais interessados nas boas obras de nossa igreja. Falamos de nossas grandes reuniões evangelísticas, nossos numerosos hospitais e universidades e outras grandes coisas que fazemos. Devemos ser gratos por essas coisas. No entanto, nossa motivação deve ser sempre representar e glorificar a Deus por meio do que fazemos, e não glorificar a nós mesmos. Precisamos ser obedientes à Sua Palavra e estar preparados para aproveitar as oportunidades que Ele oferece.

Jesus deixou-nos Seu exemplo: “Fugindo à agitação e confusão da cidade, às turbas ansiosas e aos traiçoeiros rabis, Jesus desviou-Se para o sossego dos bosques das oliveiras, onde podia estar a sós com Deus” (A Ciência do Bom Viver, p 86).

Precisamos passar mais tempo em silêncio com Jesus a partir de hoje, pois é nesses momentos de solidão e comunhão com Ele que recebemos a promessa e o poder do Espírito Santo para permanecermos ativos e fiéis até o dia de Sua vinda.

Willie Oliver
Diretor do Departamento do Ministério da Família
Conferência Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1250
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2021, 0:50
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1611 palavras

1. Passadas estas coisas. Denota transição de uma narrativa para outra, mas não indica se o intervalo é curto ou longo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, p. 1082.

Matá-Lo. Nessa ocasião, “a Páscoa […] estava próxima” (6:4), e a frase “não desejava percorrer a Judeia” (7.1) indica que Jesus não esteve presente à Páscoa que então se aproximava. CBASD, p. 1082.

3. Deixa este lugar. Uma vez que os irmãos de Jesus O haviam rejeitado (Jo 6:66), esses irmãos deviam pensar que, ao manifestar poder na capital, o centro religioso da nação, Jesus poderia recuperar parte do prestígio perdido. CBASD, p. 1082.

Teus discípulos. O ministério na Judeia produzira poucos resultados (ver com. de Mt 4:12; Jo 3:22). Contudo, Jesus tinha discípulos ali. Na verdade, Ele havia saído da Judeia devido a dificuldades que surgiram por causa de Sua popularidade junto às pessoas daquela região (Jo 4:1-3). CBASD, p. 1082, 1083.

4. Ao mundo. Esses “irmãos” desejavam que Jesus Se mostrasse abertamente às multidões reunidas em Jerusalém para a festa, e exibisse diante delas Seus maravilhosos milagres. Eles esperavam que os líderes testassem as reivindicações dEle e, caso Jesus fosse o Messias e Suas obras fossem genuínas, ansiavam que Ele fosse proclamado rei na sede de Seu reino e em meio às alegrias da festa. CBASD, p. 1083.

5. Seus irmãos criam. Eles sabiam que Ele operava milagres, pois O viram realizá-los. … Mas, apesar dos milagres, eles estavam cheios de dúvida e descrença. Jesus não Se encaixava no conceito que tinham do Messias, e duvidavam que algum dia Ele viesse a Se encaixar. CBASD, p. 1083.

6. Ainda não chegou. Talvez Seus irmãos estivessem bem-intencionados, mas Jesus tinha um conhecimento mais amplo. Para Ele, os eventos da vida eram dirigidos por prazos estabelecidos por Deus, e havia um tempo apropriado para a realização de cada propósito. CBASD, p. 1083.

7. Mundo. Os irmãos solicitaram que Jesus Se mostrasse ao mundo (v, 4), mas Ele os lembrou de que o “mundo” O odeia (cf. Jo 15:18). As suposições deles (ver com. dos v. 3 e 4) eram falsas. Se Ele seguisse o que estavam propondo, não receberia a aclamação que esperavam. Por outro lado, as simpatias os interesses deles eram como os do mundo. Assim, o mundo nao podia odiá-los pois mundo ama o que é seu (Jo 15:19). CBASD, p. 1083.

Testemunho a seu respeito. As pessoas se ressentem quando seus maus caminhos são expostos. Caim matou Abel “porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1 Jo 3:12). “Todo aquele que pratica o mal aborrece a luz” (Jo 3:20). CBASD, p. 1083.

10. Em oculto. Esta frase sugere que Ele nào viajou pelas rotas habituais das caravanas de peregrinos. Provavelmente escolheu uma rola pouco usada que atravessava a região de Samaria (cf. DTN, 452). CBASD, p. 1083.

11. Os judeus. Com esta expressão, geralmente João se refere aos representantes oficiais da nação e não ao povo comum (v. 12, 15). Havia, sem dúvida, considerável incerteza quanto à ida de Jesus à festa, já que Ele nao havia estado presente à Páscoa anterior (v. com de Jo 6:1; 7:1). CBASD, p. 1083.

14. Em meio. Uma vez que a festa continuava até o oitavo dia, a metade seria no quarto dia (cf. com. dos v. 2, 37). CBASD, p. 1084.

15. Letras. A surpresa não era porque Jesus sabia ler ou escrever, mas por Ele ser tão bem informado e capaz de apresentar um discurso com tanto conhecimento. … O autodidata no estudo das Escrituras não era incomum, mas tal educação era considerada como bem inferior à do ensino das escolas rabínicas. CBASD, p. 1084.

16. Não é Meu. Jesus negou ser autodidata e, ao mesmo tempo, afirmou que Sua fonte de conhecimento era muito mais elevada do que a das escolas rabínicas. O próprio Deus era Seu mestre. CBASD, p. 1084.

17. Quiser fazer a vontade dEle. Um pré-requisito para se receber a luz é que a pessoa esteja disposta a seguir a verdade que venha a ser revelada. … A dificuldade para se descobrir o “que a verdade” na religião é um assunto comum de queixa. As pessoas falam das muitas diferenças entre os cristãos em assuntos de doutrina e pensam ser impossível decidir quem está certo. Em geral, essa suposta incapacidade para desvendar a verdade se torna uma desculpa para viver sem religião. CBASD, p. 1084.

18. Glória. Do gr. doxa. que aqui significa “honra”, “fama” “reputação”. … 0 Céu desaprova o orgulho e o egoísmo ver Mt 6:2,5,16). Aquele que exibe essas características não é um verdadeiro mestre. CBASD, p. 1085.

Verdadeiro. 0 adjetivo é aplicado a Jesus (Mt 22:16: Mc 12:14; Jo 7:18) e a Deus (Jo 3-33; 8:26; Rm 3:4), mas no NT não é usado para seres humanos, exceto em 2 Coríntios 6:8. CBASD, p. 1085.

19. Não vos deu Moisés a lei? A palavra “lei” é aqui usada no sentido geral, referindo-se às instruções do Pentateuco. CBASD, p. 1085.

Ninguém dentre vós. Jesus elabora Seu argumento com base na premissa do v. 17. A vontade de Deus estava contida no Pentateuco, mas os judeus não estavam obedecendo à mesma. Por isso, eram incapazes de julgar se os ensinos de Jesus eram do Céu ou não. CBASD, p. 1085.

Matar-Me. Com frequência, os preconceitos e as opiniões individuais quanto ao que se constitui a obediência limitam a submissão à vontade divina. Muitos se contentam com o que é meramente exterior e poucos se esforçam para obter de Cristo Sua perfeita justiça. CBASD, p. 1085.

21. Um só feito. Isto é, a cura homem enfermo no dia de sábado por ocasião da última visita de Cristo a Jerusalém, 18 meses antes (Jo 5). CBASD, p. 1085.

a circuncisão … vem … dos patriarcas. A circuncisão não havia se originado cora Moisés. Foi iniciada no tempo de Abraão como sinal da aliança (Gn 10-14; cf. Rm 401). 1085.

23. curado … ao todo. A circuncisão envolvia a reparação de apenas um membro do corpo. Jesus havia reparado o corpo todo. CBASD, p. 1085.

24. Reta justiça. A Jei tradicional judaica com relação ao sábado continha muitas provisões mediante as quais ela própria podia ser burlada. Por exemplo, havia leis severas proibindo que fossem carregadas cargas no sábado, mas se os judeus quisessem transportar um objeto naquele dia, tinham meios de legalmente realizar seu objetivo. CBASD, p. 1086.

26. Nada Lhe dizem. As pessoas propõem uma possível razão: que investigações mais profundas teriam levado os líderes à conclusão de que Jesus era o Messias. CBASD, p. 1086.

Reconhecem. A argumentação das pessoas era equivocada. Os líderes continuavam determinados a eliminar Jesus. CBASD, p.1086.

28. Vós não somente Me conheceis. Jesus não negou os fatos quanto a Seus pais terrenos; também não Se deteve em discutir o argumento teológico deles. … Ele era conhecido em forma humana, mas desejava ser visto também em Sua divindade e filiação divina. CBASD, p. 1087.

A quem vós não conheceis. Os judeus tinham uma concepção distorcida do caráter do Pai celestial. Séculos de obstinação o rebelião os havia impedido de ver a Deus como Ele realmente é: um Pai bondoso e misericordioso. Pensavam que Ele fosse cruel e severo e, em vários aspectos, muito diferente das divindades pagãs adoradas pelas nações vizinhas. Por meio de Jesus, Deus queria corrigir essa errônea concepção. Quando as pessoas contemplassem Aquele que Deus havia enviado, deveriam obter uma noção de como era o Pai (ver com. de Jo 1:18). Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9). Ao rejeitar Jesus, os judeus rejeitaram a revelação do Pai sobre Si mesmo e, assim, continuaram a desconhecê-Lo. CBASD, p. 1087.

31. Maiores sinais. A pergunta em grego sugere resposta negativa. A seguinte tradução ilustra a força desta construção: “Ele não fará maiores sinais do que este, fará?”. CBASD, p. 1087.

32. Guardas. Presumivelmente, os policiais do templo. CBASD, p. 1087.

34. Haveis de procurar-Me. A referência deve ser ao juízo futuro, quando pessoas lamentariam ter rejeitado a Cristo, mas buscariam a salvação em vão, porque seria tarde demais (ver Jr 8:20; Am 8:11, 12; Mt 7:21-23; 25:11. 12; Lc 13:25-30). CBASD, p.1087.

35. A Dispersão. Do gr. diáspora, palavra técnica que se refere aos judeus dispersos por toda a extensão do mundo antigo após o exílio. CBASD, p. 1087.

36. Que significa […]? Os judeus não conseguiam entender a enigmática declaração. nem Pedro pôde captar as implicações daquilo que Jesus afirmava (Jo 13:37). CBASD, p. 1087.

37. Se alguém tem sede. Estas palavras de Jesus, sem dúvida, fazem referência à cerimônia da libação de água realizada durante os sete dias de festa. CBASD, p. 1088.

Venha a Mim.Durante sete dias sucessivos as pessoas testemunhavam a cerimônia da libação da água e participavam de outras atividade da festa, mas havia pouca coisa para satisfazer os anseios da vida espiritual. Entre essas, desta vez, estava Aquele que é a fonte da vida e que podia fornecer as águas vivas que saciariam a todas as necessidades. Os cristãos genuínos podem testificar da satisfação encontrada em Cristo, pois encontraram nEle mais do que esperavam; provaram Sua paz, e as dúvidas e temores foram removidos; encontrara, graça na medida de sua necessidade e força equivalente às exigências de cada dia. Muitas vezes ficaram desapontados com eles mesmos, mas nunca se desapontaram com Cristo. CBASD, p. 1088.

50. Nicodemos. Aquele que procurou Jesus à noite então falou em Seu favor durante o dia. Sua declaração foi uma resposta à pergunta dos líderes: “Porventura, creu nEle alguém dentre as autoridades ou algum dos fariseus?” (v. 48). CBASD, p. 1089, 1090.

51. Sem primeiro ouvi-Lo. Nicodemos pede um tratamento justo e reto, segundo a lei. Quando Jesus foi, mais tarde, preso e condenado à morte, foram quebradas muitas regras da jurisprudência judaica (ver Nota Adicional a Mateus 26). CBASD, p. 1090.

52. Também tu és da Galileia? Com esta pergunta, os líderes buscam se evadir à questão de Nicodemos, para a qual só poderia haver uma resposta. Os fariseus deixam implícito que Nicodemos se juntou aos galileu simpatizantes de Jesus. O ciúme exclusivista deles se reflete no desprezo pelos judeus galileus, que eram menos cultos (ver com. de Jo 7:49). CBASD, p. 1090.

Levanta. Evidências textuais (cf. p. 136) apoiam a variante “se levantou”. Este texto enfatizaria a confusão das ideias deles, pois seriam incapazes de defender uma generalização assim. CBASD, p. 1090.



JOÃO 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de julho de 2021, 0:45
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“Responderam eles: Jamais alguém falou como este Homem” (v.46).

Além de relatos inéditos, o evangelho segundo João também aborda a grande dificuldade enfrentada por Cristo entre os judeus e entre a Sua própria família, de forma que “nem mesmo os Seus irmãos criam nEle” (v.5). Esquecemos que os sofrimentos de Jesus não foram limitados à via dolorosa e à cruz, mas que em todo o Seu ministério Ele sofreu rejeição, perseguição e inúmeras ameaças. Muitos advogam hoje sobre o evangelho de Cristo como se fosse o evangelho que facilmente se harmoniza com qualquer crença e estilo de vida. Deixam, porém, de perceber, ou simplesmente rejeitam, o fato de que as palavras de Jesus eram constantemente refutadas e, Seus ensinamentos, considerados um escândalo para os judeus, que “procuravam matá-Lo” (v.1).

A “Festa dos Tabernáculos” (v.2) fazia parte das festas anuais de Israel, sendo a última festa após o dia da expiação. Tinha a duração de sete dias, e celebrava o cuidado de Deus no período das colheitas, bem como lembrava os quarenta anos em que o povo habitou em tendas no deserto, de modo que passavam os sete dias de festa habitando em cabanas. Era um período festivo muito aguardado e seria a oportunidade perfeita de ampliar o ministério de Jesus e torná-Lo “conhecido em público” (v.4). Sua discrição em realizar muitos dos “Seus feitos em oculto” (v.4), parecia incomodar Seus irmãos incrédulos. Não compreendendo a missão de Cristo e a perfeita harmonia entre Ele e o Pai, não aceitavam Seu modo de vida, compassivo, paciente e humilde, nunca buscando reconhecimento ou aplausos, mas sempre submisso à vontade de Deus e plenamente comprometido com a verdade ainda que odiado pelos opositores.

Era impossível ouvir Jesus e não ser impactado por Suas palavras e modo de falar. Ele destoava de todo o povo em graça e virtude. Replicava as Escrituras com a autoridade como de um regente celestial. Para os que criam, havia paz e um firme desejo por uma nova vida. Para os incrédulos, havia ódio e um firme propósito de silenciar Aquele que condenava os pecados que eles tanto amavam. É nesse sentido que o evangelho de Cristo se torna em espada. Cria-se uma nítida divisão entre os que aceitam viver para a glória de Deus e os que vivem “procurando a sua própria glória” (v.18). Após a Sua declaração: “Eu sou o Pão da Vida” (Jo.6:48), Jesus sofreu uma rejeição em massa. Agora, Ele declara: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (v.37). Pão e Água se fundem nAquele que é o único capaz de saciar as nossas mais vitais necessidades.

A hora ou o tempo a que Jesus Se referia se tratava da consumação de Sua obra na Terra. O Senhor é Deus de ordem e decência, não fazendo nada sem que esteja previamente estabelecido em Seu plano salvífico. Ele também não faz “coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7). “Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus” (1Pe.4:19), estão experimentando do que o Salvador experimentou, e sendo preparados para enfrentar a mais terrível oposição. Semelhante a Jesus, do interior dos filhos de Deus “fluirão rios de água viva” (v.38) e, perante as autoridades, suas palavras causarão grande admiração e espanto. Do menor ao maior dentre eles, todos manifestarão fluente e claro conhecimento da verdade e coerência no que professam e vivem.

Amados, Deus nos deixou a Sua verdade presente através do ministério profético de Ellen White. Ensinos que divergem tanto da realidade em que vivemos, que chegam a incomodar os que ainda não entenderam o seu vital objetivo: exaltar a Cristo como o nosso único meio de salvação. Pois Cristo ama a Sua igreja! E foi por amá-la, que “a Si mesmo Se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef.5.25-27). Como Jesus o foi, se perseverarmos em fazer a vontade de Deus revelada para os nossos dias, certamente também sofreremos perseguições. Que o Espírito Santo nos santifique a cada dia, e nos conceda a sabedoria e a prudência tão necessárias para que sigamos os passos de Jesus com fé e perseverança até que Ele volte. Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseguidos por causa da justiça!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #João7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 7 – O Evangelho de João foi escrito porque a igreja cristã estava sendo invadida por pessoas que negavam a natureza humana ou a natureza divina de Cristo. Portanto, como observa Álvaro César Pestana, este livro é o evangelho…

• …Da divindade de Jesus, nenhum livro explora tanto essa questão.
• …Do Espírito Santo, a promessa de Sua vinda torna-se um elemento fundamental no final do livro.
• …Do amor de Deus. Amor pelo Filho, amor pelos homens; amor do homem para Deus e Jesus, e amor dos seres humanos de uns para com outros.
• …De milagres. O uso do termo “sinais” referindo-se aos milagres mostra que estes indicavam a ação de Deus entre humanos.

A partir do capítulo em pauta, nota-se a existência de um conflito. Oposição ferrenha levanta-se contra Cristo após os sinais revelados e os sermões proclamados.

1. Antes da festa dos tabernáculos que relembrava o tempo em que Israel viveu no deserto em casas tipo tendas os irmãos e irmãs de Cristo não acreditaram em Jesus (vs. 1-9; ver Levítico 23:34-44).

2. A multidão ia aumentando ao redor de Jesus, porém, os judeus alegavam que Ele não poderia ter vindo de Deus devido à uma cura realizada no sábado. Os argumentos da oposição atacaram os seguintes pontos:
• O caráter de Cristo: Uns discutiam que Ele era bom, outros questionavam alegando ser Ele um enganador (vs. 10-13);
• A doutrina de Cristo: Ao começar a ensinar no templo os judeus se admiraram com tanto conhecimento, por Ele não ter frequentado as escolas dos Rabis. Jesus aproveitou e questionou o ensino e as intenções assassinas de Seus opositores (vs. 14-19);
• A procedência de Cristo: Acusaram Jesus de estar possuído de demônio por revelar segredos do coração dos opositores que não conseguiam ver mais do que a mera superficialidade das coisas espirituais. Jesus declarou ter vindo de Deus (vs. 20-29).

3. Quanto mais Jesus falava pior ficava para Ele, mais confusão e oposição suscitavam mesmo num dia de festa (vs. 30-36).

4. No oitavo dia, encerrando a festa dos tabernáculos, as impactantes palavras de Jesus impressionaram a muitos positivamente, inclusive os guardas que saíram para prendê-lO e não O fizeram (vs. 37-53).

Quem não tem um coração disposto a obedecer não entenderá verdades espirituais (v. 17). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2021, 1:00
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