Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de janeiro de 2019, 0:30
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“Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que Eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque Eu sou santo” (v.45).


Sem dúvida, este capítulo apresenta um dos assuntos bíblicos mais polêmicos: a diferença entre animais puros e animais imundos. O Senhor fez distinção entre os animais que se podem comer e aqueles que são impróprios para o consumo humano. Quando retornamos ao relato da criação, em Gênesis 1:29, vemos que o plano original do Criador era que o ser humano tivesse uma dieta totalmente vegetariana. Porém, após o dilúvio, não havia vegetação, e o Senhor permitiu que Noé e sua família incluíssem a carne em sua dieta (Gn.9:3). Mas, antes mesmo dos animais entrarem na arca, Deus mesmo fez diferença entre os limpos e os imundos (Gn.7:2). A lei sobre animais limpos ou imundos, portanto, não é uma nova lei, mas um reforço de uma lei que já existia.

Como podemos, hoje, saber se esta lei permanece válida ou não? Digamos que você tenha que se submeter a uma cirurgia. Quais são as carnes que o médico prontamente proíbe na recuperação do pós cirúrgico? Carne de porco e seus derivados, frutos do mar e peixe de couro. Não é assim? Existe uma lógica em tal prescrição. Estas carnes são potencialmente inflamatórias, e Deus, em Sua infinita sabedoria, já nos tinha deixado orientações para que delas nos abstenhamos. Não são alimento, mas abominação: “Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver” (v.11). A nutrição de Seu povo é importante para Deus, pois como nosso Criador Ele sabe bem como o que comemos tem influência direta sobre a nossa mente.

Assim como o apetite foi usado no Éden para a queda de Adão e sua mulher, Satanás usou da mesma estratégia na primeira tentação de Cristo no deserto: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt.4:3). A diferença foi que a vitória provisória que o inimigo teve no Éden, não pôde se repetir no deserto da tentação. Ali, o nosso Senhor venceu para que com Ele participemos de Sua vitória. Chegando ao fim de Seu ministério terrestre, Jesus orou por nós e nos deixou a receita da santidade: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). Deus nos deixou a Sua Palavra escrita para que por ela fôssemos santificados. E o fato do Senhor associar alimentação com santidade nos deixa um recado bem claro, vocês não acham?

Existe um abismo entre a pureza e a impureza; entre a vontade de Deus e a nossa própria vontade. Cristo mesmo disse: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). Quando desafiamos a vontade de Deus para satisfazer o nosso próprio apetite, estamos maculando o templo do Espírito Santo (1Co.6:19). Mais do que qualquer médico, o Médico dos médicos deseja que você e eu tenhamos vida e vida em abundância (Jo.10:10). A frase que diz que “somos o que comemos” resume bem a nossa meditação de hoje. Esta “máquina” incrível que é o corpo humano pode ter o seu “prazo de validade” prolongado de forma útil se seguirmos as sábias orientações de Deus.

Lembremos de Daniel, ele decidiu “firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Daniel 1:8) e a Bíblia diz que, além dos benefícios físicos, ele e seus amigos foram considerados “dez vezes mais doutos” do que os outros sábios do reino (Dn.1:20). Percebem, amados? Há uma ligação lógica entre mente e corpo. O Espírito Santo fala conosco através da nossa mente. Logo, um corpo saudável possui uma mente sã e esta mente sadia, consequentemente, consegue ter uma maior conexão com Deus.

Diante de nossa realidade de carnes e produtos de origem animal contaminados e causadores de doenças e alergias, creio na mensagem para nossos dias de que o retorno à dieta edênica é a melhor escolha a se fazer. Que assim como Daniel e seus amigos, e como o próprio Jesus, o nosso alimento seja fazer a vontade de Deus. Cuidar da saúde é uma questão espiritual. Oro para que você aceite e pratique esta verdade. Mas, cuidado, que a sua decisão pessoal seja uma bênção para os outros, e não um instrumento de condenação.

“Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3Jo.1:2).

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico11 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA


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