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NÚMEROS 35 – Nosso coração é malvado. Praticamos o mal até sem intenção de praticá-lo. Infelizmente, nossas melhores intenções podem prejudicar alguém. Se isso é assim quando estamos em paz, quanto mais ao agirmos movidos pelo nervosismo: Desgraça na certa!
Se nossas melhores intensões podem resultar em grandes confusões, quanto mais se elas forem cruéis: O diabo nem precisará tentar-nos para levar-nos ao inferno. A ira que leva à vingança pode ser pior que o erro de quem merece punição. Para todos, Deus proveu solução.
O capítulo fala de cidades:
1. Dos levitas (vs. 1-8);
2. De refúgio (vs. 9-34).
O que cidades têm a ver com emoções e vinganças. Claramente, este texto, tem como aplicação primária à terra de Canaã. Desde Números 33:50 a 36:13 o contexto aponta a regulamentos a serem aplicados quando os israelitas assentassem na Terra Prometida. Contudo, seus ensinamentos oferecem-nos grandes e preciosas lições: ALGUÉM PODERIA…
• …ferir mortalmente uma pessoa sem intensão de assassiná-la.
• …ferver de raiva e intentar vingar a sangue da vítima.
Como impedir que o raivoso vingador cometa um crime assassinando alguém que supostamente cometeu homicídio doloso (assassinato intencional) quando, na verdade, foi homicídio culposo (por acidente)? Deus é sábio demais para errar. Ele conhece que nosso coração é mais parecido com um vulcão em erupção ou uma bola de pólvora pronta a explodir irracionalmente do que um justiceiro coerente.
1. Deus providencia proteção ao infrator e, também ao vingador.
2. Deus projetou cidades refúgios.
3. Deus só não proveu segurança para quem agisse intencionalmente.
Agora, observe as seguintes aplicações realizadas por Edgardo D. Iuorno:
• Uma das imagens mais poderosas que a Bíblia emprega para descrever o que Deus almeja que Sua igreja alcance está neste texto.
• A igreja é um refúgio do pecador que procura ajuda, não o esconderijo de delinquentes que fogem da justiça.
• Há perdão para o pecador que confessa, não para a transgressão consciente e acariciada.
• A igreja não pode ser cúmplice do pecado voluntário de ninguém. Ela não pode tolerar o que Deus não tolera.
• Enquanto esperamos ser declarados inocentes no juízo em virtude da morte do Sumo-Sacerdote podemos E TEMOS que encontrar refúgio na igreja de Deus.
O texto é muito rico para pouco espaço. Continue meditando e reavivando-se pela Palavra divina… – Heber Toth Armí.
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Comentário devocional:
Este capítulo define cuidadosamente a diferença entre homicídio doloso, intencional – motivado por ódio e raiva – e homicídio culposo, não intencional. Havia graça para uma morte causada por acidente nas cidades de refúgio. “As cidades de refúgio achavam-se distribuídas de tal maneira que ficavam dentro do raio de meio dia de viagem, a partir de qualquer lugar da terra. As estradas que a elas se dirigiam deviam sempre ser conservadas em bom estado; ao longo de todo o caminho deviam ser erguidos postes com placas, trazendo em caracteres claros e flagrantes a palavra – “Refúgio”, a fim de que o fugitivo não tivesse de deter-se por um momento sequer.” (Patriarcas e Profetas, p. 515 ). Mas assassinato cometido por motivo de ódio e raiva deveria sempre receber a pena de morte, desde que houvesse pelo menos duas testemunhas.
“A segurança e pureza da nação exigiam que o pecado de homicídio fosse severamente punido. A vida humana, que apenas Deus podia dar, devia, de maneira sagrada, ser guardada. As cidades de refúgio, designadas ao antigo povo de Deus, eram símbolo do refúgio provido em Cristo. O mesmo Salvador misericordioso que designara aquelas cidades temporais de refúgio, proveu pelo derramamento de Seu próprio sangue aos transgressores da lei de Deus um retiro seguro, aonde podem eles fugir em busca de garantia contra a segunda morte. Nenhuma força pode tirar de Suas mãos as almas que a Ele recorrem em busca de perdão” (Patriarcas e Profetas, p. 516).
Fred Knopper
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Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Números 35
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.25
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Comentário devocional:
Canaã, a terra prometida, era um lugar real para os israelitas. Para nós, hoje, a nova Terra, cujo arquiteto e construtor é Deus, é um lugar real, uma realidade tangível. Essa percepção de uma terra prometida, eterna, é algo que devemos visualizar com mais frequência, ler e falar a respeito mais vezes. A terra prometida deve se tornar mais real para nós, porque em Apocalipse 22, Jesus diz três vezes: “Estou retornando em breve.”
“Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez.” (Ap 22:12 NVI). “É privilégio de todo cristão não somente aguardar, mas apressar a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pedro 3:12). Se todos os que professam Seu nome produzissem fruto para Sua glória, quão rapidamente o mundo inteiro estaria semeado com a semente do evangelho. Rapidamente a última grande seara estaria amadurecida e Cristo viria recolher o precioso grão” (PJ, p. 69).
O que você está fazendo para apressar a vinda do Senhor?
Fred Knopper
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Texto bíblico: Números 34
Comentário em áudio
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NÚMEROS 34 – A Bíblia inteira é inspirada por Deus, nada deve ser deixado de lado, descartado ou menosprezado. Leia-a e serás grandemente abençoado(a).
Este capítulo apresenta a “preparação para a distribuição da Terra Prometida” (R. Dennis Cole):
• Delineia-se as fronteiras da Terra Prometida (vs. 1-15);
• Convoca-se os líderes para repartir a Terra Prometida (vs. 16-29).
Em relação à terra, “o tamanho da herança era determinado pelo tamanho do tribo, mas a posição era determinada por sorte” (D. L. Moody). Contudo, Deus não deixou ninguém sem herança, sem lugar apropriado na Terra Prometida. Deus não esquece nem ignora ninguém.
Nestes 29 versículos, 10 vezes aparece a palavra LIMITE. Este tema predomina neste capítulo. Deus escolhe um número limitado de líderes e delimita o território geográfico para cada tribo. O que podemos aprender destes limites?
1. Nós somos limitados por nossas fraquezas, devemos viver para superar nossos limites, mas jamais ultrapassar os limites estabelecidos por Deus – Israel deveria conquistar (lutar/avançar), mas permanecer dentro dos limites apontados por Deus.
2. Dentro dos limites estipulados por Deus há liberdade, fora desses limites há dissabores, conflitos e escravidão resultante do pecado – sem as delimitações de Deus o povo brigaria por herança igual muitos irmãos brigam após o enterro dos pais.
3. Ir além ou ficar aquém dos limites divinos prejudica nossa vida. Se as tribos não fossem até o limite do território, os inimigos hostilizariam aos israelitas (33:55). Quem é misericordioso com o pecado logo perceberá que o pecado não tem misericórdia de ninguém.
Além destes pontos, o texto apresenta Deus…
• …orientando a Moisés (vs. 1, 16): Deus interage com os seres humanos.
• …ordenando dar a terra (v. 13): Deus orienta o caminho para a realização da promessa.
• …ordenando os líderes das tribos (v. 29): Ele é o Líder dos líderes.
Precisamos entender que a estratégia divina é que na união há força. Um povo totalmente descomprometido com o pecado, ligado a Ele, seria a potência mundial que iluminaria com a verdade celestial a toda a humanidade.
Precisamos aprender que Deus é dono de tudo, mas deu apenas um território bem delimitado a Israel; assim Ele estava preparando tudo para a vinda do Messias, o Salvador/abençoador do mundo inteiro!
Respeitar limites divinos atrai bênçãos! Busque-as em Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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A terra foi dada por Deus como herança… Os limites declarados por Deus eram maiores que a área efetivamente ocupada pelos hebreus. Os limites correspondem à área efetivamente conquistada por Davi e ao território ideal retratado por Ezequiel (Ez 47.48). O tamanho da terra mostra a generosidade de Deus. Ele sempre nos dá mais do que podemos pedir ou pensar. Life Application Study Bible.
1-12 Descrevem-se os limites geográficos de Canaã propriamente dita, excluindo a parte além do Jordão, já distribuída. Bíblia Shedd.
1-15 Essas fronteiras de Canaã não incluem o território já atribuído à Transjordânia, a leste do rio Jordão (vs.13-15). ver cap. 32. Bíblia de Genebra.
2 Quando entrardes. No território entre o Jordão e o mar Mediterrâneo (ver Nm 32:32; Js 22:11, 32). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1033.
3 A região sul. Literalmente, “seu lado sul”. CBASD, vol. 1, p. 1033.
4 Suas saídas. O lugar onde termina a linha divisória. Bíblia Shedd.
a subida de Acrabim. Isto é, “a passagem dos escorpiões”, sugerindo que os escorpiões eram numerosos nas redondezas (Js 15:3; Jz 1:36). CBASD, vol. 1, p. 1033.
5 até o ribeiro do Egito. Não o rio Nilo, mas o Wadi el-‘Arish, que deveria formar a fronteira ocidental de Israel, até chegar ao mar Mediterrâneo, cerca de 80 km abaixo de Gaza. Este deveria ser o limite com o Egito. CBASD, vol. 1, p. 1033.
6 O Mar Grande. O mediterrâneo, às vezes chamado “o Mar”. Bíblia Shedd.
8 entrada de Hamate. O vale do [rio] Orontes [hoje Líbano] ou o moderno Lebweh, 112 km a sudoeste de Hamate, no mesmo vale. …Lebweh, ou o vale do Orontes, poderia ser chamado, com propriedade, de “entrada de hamate”, da perspectiva de alguém que se aproximava de Hamate pelo sul. CBASD, vol. 1, p. 1033.
11 Quinerete. É o nome hebraico do Mar da Galileia, o lugar onde Jesus passou tanto tempo com seus discípulos. Bíblia Shedd.
As palavras “da borda do” se referem às bordas montanhosas do nordeste do mar da Galileia. Uma tradução melhor seria “declives”. A NVI traz “encostas”. CBASD, vol. 1, p. 1033.
13 nove tribos e à meia tribo. Duas tribos se estabeleceram do outro lado do Jordão (ver v. 14-15). CBASD, vol. 1, p. 1033.
17 São estes os nomes. Para dirigir a obra de repartir a terra, foi escolhido um líder eclesiástico (Eleazar) e um líder cívico (Josué). Bíblia Shedd.
Foram nomeados homens respeitáveis, cujas decisões seriam respeitadas (ver Nm 26:54-55). Eleazar e Josué deviam supervisionar a divisão da terra na presença de Deus à porta do tabernáculo (Js 18:6, 8, 10; 19:51). CBASD, vol. 1, p. 1034.
16-29 Nenhum desses dez nomes foi incluído nas listas anteriores de líderes (Nm 1.5-15; 2.3-29; 7.12-78) e nem é algum deles filho de um homem incluído nessas listas. Bíblia de Genebra.
Comparar com Js 14-19. Andrews Study Bible.
18 de cada tribo, um príncipe. Homens respeitados e de autoridade se uniram a Eleazar, o sumo sacerdote, e a Josué, o comandante chefe do exército. Dese modo, a imparcialidade e a igualdade na divisão da terra foram garantidas. CBASD, vol. 1, p. 1034.
A exatidão com que a Inspiração preservou o registro dos limites das atribuições de terra feitas às diversas tribos enfatiza a ordem com que deve proceder na obra de Deus. Nada pode ser deixado ao acaso; tudo deve ser planejado e executado cuidadosamente. CBASD, vol. 1, p. 1034.
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Comentário devocional:
Toda vez que Deus nos instrui, há sempre uma escolha a ser feita. Será que os que ouvem a instrução seguirão o caminho de Deus, ou preferirão seguir suas próprias inclinações? “Só com risco de infinita perda é que podemos condescender com o pecado, por pequenino que seja. O que nós não vencermos, vencer-nos-á a nós, operando a nossa destruição” (Caminho a Cristo, p. 32, 33).
Quando os filhos de Israel atravessaram o Jordão e começaram a limpar a terra, eles falharam em seguir as específicas instruções de Deus. Eles seguiram algumas, mas não TODAS.
Infelizmente, “sem consideração para com seu alto destino, preferiram o caminho da comodidade e da condescendência própria; deixaram escapar sua oportunidade para completarem a conquista da terra; e por muitas gerações foram afligidos pelos remanescentes desses povos idólatras, que, conforme predissera o profeta, eram como “espinhos nos vossos olhos”, e como “aguilhões nas vossas ilhargas” (Patriarcas e Profetas, p. 544). O que essas histórias de há muito tempo significam para nós hoje?
Talvez devêssemos nos perguntar: Existem alguns ídolos na minha vida que precisam ser completamente removidos antes de Jesus voltar?
Fred Knopper
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Texto bíblico: Números 33
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Fred Knopper
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Texto bíblico: Números 33
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NÚMEROS 33 – Atenção para as palavras de A. W. Tozer: “Não leia somente os teus textos preferidos, nada como a Bíblia completa para fazer um cristão completo”.
Tomothy R. Ashley chama este capítulo de “Itinerário de viagem”. Tiremos lições importantes para nossa jornada espiritual…
Considere os três momentos destacáveis no capítulo em apreço:
1. PRESENTE: Diante do desafio de avançar e possuir a promessa, Moisés fez uma retrospectiva histórica à geração que sobreviveu ao deserto. Antes de prosseguir na jornada espiritual deve-se fixar e confirmar preciosas lições aprendidas com o passado (vs. 1-2). Faça este exercício!
2. PASSADO: Olhar no retrovisor da vida pode ser fundamental para avançar com fé rumo aos sublimes propósitos que Deus tem para nós. Deus, sabendo disso, relembrou aos israelitas os eventos desde a saída do Egito até aquele momento. “Quando os hebreus se aproximaram de Canaã, Moisés rememorou as fases da jornada. Cada fase era uma lembrança da guia de Deus […]. Esse registro marcou o nascimento de um povo prometido em caminho para a terra prometida. A mão de Deus podia ser vista em cada fase: os milagres da travessia do Mar Vermelho, a água que jorrou da rocha, a construção do tabernáculo e o maná diário; mas houve também advertências solenes na revolta de Corá e a praga das serpentes” (Frank Holbrook).
É certo que a vida nos ensina, mas o professor que está por trás é o próprio Deus; basta olhar nossa história com os olhos da fé e discernimento espiritual! (vs. 3-49).
3. FUTURO: Parados nas campinas de Moabe, à margem do Jordão, diante de Jericó, o povo de Deus recebe instruções de como avançar e o quê fazer:
• Expulsar toda a população que estiver na terra;
• Destruir todos os ídolos, deuses esculpidos e imagens fundidas;
• Derrubar os locais de adoração pagã;
• Não esquecer que Deus deu a promessa da terra;
• Distribuir a terra conforme o tamanho de cada tribo.
Sem eliminar cada influência de pecado, o que sobrar será farpas nos olhos e espinhos nos pés dos filhos de Deus (vs. 50-56).
Este pensamento encerra uma importante lição espiritual: “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos como Deus tem nos conduzido no passado” (Ellen G. White).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1-49 São alistados os inúmeros lugares (que perfazem o número significativo de 40 entre Ramessés e as campinas de Moabe) na experiência de Israel no deserto. Infelizmente, a maioria dos locais eram acampamentos no deserto, e não cidades com registros arqueológicos permanentes, de modo que é difícil serem localizados. … O fator numérico de 40 locais entre Ramessés e as campinas de Moabe faz supor alguma estilização da lista, o que ajuda a explicar os locais não incluídos. … em última análise, esse registro é um recital das bênçãos do Senhor sobre Seu povo durante o período prolongado das peregrinações no deserto. Embora certamente não destituída de importância geográfica, a listagem das etapas da experiência de Israel no deserto é fundamentalmente um documento religioso, uma litania do livramento por Deus do Seu povo. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Litania “ou ladainha é uma forma de oração utilizada no culto cristão que consiste em uma série de preces organizada em curtas invocações alternadamente entre um solista e a assembleia”, Wikipedia].
2 Escreveu Moisés. O itinerário das viagens foi escrito por Moisés “conforme o mandado do Senhor”; esta é uma das muitas instâncias que nos dão a entender que os cinco livros de Moisés foram, realmente, documentos contemporâneos escritos pelo próprio punho de Moisés. … o histórico das peregrinações no deserto é algo que a obediência teria evitado, 14.21-23. Bíblia Shedd.
Moisés registrou as jornadas dos israelitas do modo como Deus ordenou a ele, provendo um registro de seu progresso tanto espiritual como geográfico. Tem feito você progressos espirituais ultimamente? Recordar seus pensamentos de meditação a respeito de Deus e as lições que Ele lhe ensinou ao longo do tempo pode ser um auxílio para o crescimento espiritual. Um registro de sua peregrinação espiritual permitirá que você verifique o seu progresso e evite repetir velhos erros. Life Application Study Bible Kingsway.
4 O Senhor impôs castigo sobre os seus deuses (NVI) ao enviar as pragas. Veja a nota em Êx 10:22 para mais explicações *. Life Application Study Bible Kingsway.
5 Sucote. Quer dizer “Barracas”, as casas dos israelitas no decurso das suas peregrinações, ou seja, os “Tabernáculos”. Bíblia Shedd.
7 Migdol. Quer dizer “Torre”, na fronteira do Egito, o último obstáculo transposto, antes de chegarem ao Mar Vermelho. Bíblia Shedd.
9 Mara. Quer dizer “Amargo”, o lugar onde a água era impotável, Êx 15.22-27. Bíblia Shedd.
11 deserto de Sim. Não deve ser confundido com o deserto de Zim mencionado em Nm 13:21. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1030.
14 Refidim. Quer dizer “Expansões”, o primeiro dos dois lugares onde Moisés recebeu água da rocha, Êx 17.1-7. Veja Nm 20.2-13. Bíblia Shedd.
Refidim também foi o lugar do ataque dos amalequitas (ver com. de Êx 17:8-12; ver tb 1Sm 15:2), que inflidiram grandes perdas aos que ficavam para trás. CBASD, vol. 1, p. 1030.
15 Sinai. Foi ali que o povo recebeu os Dez Mandamentos. Bíblia Shedd.
16 Quibrote-Hataavá. Que dizer “Os Sepulcros da Concupiscência”, onde o apetite carnal dos israelitas superou o desejo de serem independentes e herdeiros da Terra Prometida. Nm 11.31-35. Bíblia Shedd.
Literalmente “as sepulturas de seus desejos” (ver Nm 11:34). Muitos morreram neste lugar por reclamar do maná. Também foi neste lugar que Deus derramou Seu espírito sobre os 70 anciãos. CBASD, vol. 1, p. 1030.
17 Hazerote. Ver a atitude invejosa de Miriã e Arão em relação a Moisés neste lugar (Nm 11:35; 12:1, 10). CBASD, vol. 1, p. 1030.
20 Libna. Provavelmente um acampamento que não ficava perto de nenhuma comunidade habitada. O radicla da palavra significa “ser branco”, e o nome pode se dever a formações calcárias nas proximidades. CBASD, vol. 1, p. 1030.
35 Eziom-Geber. Ver Dt 2:8; 1Rs 9:26; 22:48; 2Cr 8:17; 20:36. Um porto para os barcos mercantes do rei Salomão, na extremidade norte do golfo de Áqaba [extremidade sul de Israel]. Hoje o local é conhecido como Tell el-Kheleifeh. [próximo a Eilat]. CBASD, vol. 1, p. 1030.
36 Cades. Foi daqui que os espias saíram, Nm 11.31-35. Bíblia Shedd.
Ver Nm 20:1. Esta é Cades-Barneia, na fronteira com Canaã. CBASD, vol. 1, p. 1031.
Este capítulo lista Cades somente uma vez, apesar dos israelitas terem estado em lugares com este nome antes (13:26) e depois da peregrinação no ermo [wilderness, lugares desabitados]. Entre essas duas paradas se passaram 38 anos de peregrinação através de lugares não significantes, até que decorresse o tempo para que toda a velha geração morresse (Dt 2:1-3, 14). Andrews Study Bible.
39 A morte de Arão era tão importante que exigiu uma pausa na narrativa da marcha dos israelitas para a terra Prometida. Bíblia Shedd.
40 o cananeu, rei de Arade. Esta tribo consta como uma das sete nações pagãs que habitavam em Canaã, e este rei derrotado serve para representar todos aqueles que tentaram barrar o caminho dos israelitas para Canaã, dos quais alguns se descrevem em Nm 21. Bíblia Shedd.
49 e acamparam-se junto ao Jordão. Finalmente, o povo de Israel estava mobilizado ao longo da fronteira natural de Canaã, o rio que deveria atravessar. … É interessante que a marcha descrita nos vs 5-49 … deixa de mencionar os quarenta anos de desobediência durante os quais o povo ficou no deserto até a morte de uma geração. Bíblia Shedd.
50-53 Deus disse a Moisés que antes dos israelitas se estabelecerem na terra prometida eles deveriam expulsar os ímpios habitantes e destruir seus ídolos. Em Colossenses 3, Paulo nos encoraja a viver como cristãos do mesmo modo: livrando-nos do nosso antigo modo de vida e mover em frente em nossa vida de obediência a Deus e fé em Jesus Cristo.Como os israelitas tomando posse da terra prometida, podemos destruir a impiedade em nossas vidas ou podemos nos acomodar com ela e viver com ela. Para entrar e tomar posse da nova terra, devemos expulsar de nossas vidas as práticas e pensamentos pecaminosos. Life Application Study Bible Kingsway.
52 desapossareis. Não se deveria permitir que os antigos habitantes permanecessem na terra, pois eram devotos à idolatria e corromperiam Israel (ver Êx 23:33; Dt 20:16-18). CBASD, vol. 1, p. 1031.
expulsem da frente de vocês todos os habitantes da terra … Destruam todas as suas imagens … ídolos (NVI). O que Israel realizara na guerra contra os midianitas (cap. 31) devia agora ser estendido a todos os habitantes de Canaã. de especial importância era a ordem de destruir todos os símbolos do sistema religioso pagão dos cananeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
pedras com figuras. Pode ser uma referência às figuras talhadas nos pilares dentro dos templos a ídolos, como é comum na Índia hoje. CBASD, vol. 1, p. 1031.
ídolos. Ou, “altos” (ARC). Nesse caso, seria uma referência aos santuários e altares pagãos construídos nos morros e colinas. CBASD, vol. 1, p. 1031.
56 farei a vós outros como pensei fazer-lhes a eles. Isto quer dizer que os cananitas induziriam os israelitas à apostasia de modo que incorreriam em condenação divina similar (como descrito no cap. 25 e no livro dos Juízes). Andrews Study Bible.
Na verdade, os habitantes idólatras de Canaã nunca foram exterminados por completo. Sua negativa influência continuou ao longo de toda a história de Israel, que por isso enfrentou os juízos de Deus (ver Jz 3:8, 14; 6:2). CBASD, vol. 1, p. 1031.
“As instruções de Deus para seu povo escolhido eram que eles livrassem a terra prometida de TODOS os seus habitantes e destruíssem TODA a sua idolatria. Deus não disse para expulsar alguns dos habitantes e destruir alguns dos ídolos. Suas instruções eram precisas e diretas. Livrem-se de tudo!
A não observância das instruções explícitas de Deus resultaria em problemas futuros. Ele disse isso bem antes que acontecesse. “Se vocês não expulsarem os habitantes da terra e permitirem que alguns vivam com vocês, eles vão lhe causar problemas intermináveis e vão afastá-los de mim. Eles vão ser tão irritantes para vocês quanto uma farpa no seu olho e um espinho no seu lado “(Núm. 33:55, versão Clear Word).
Deus não se satisfaz com uma atitude dividida, laodiceana. Sua tolerância ao pecado é zero. Não existe meio-termo entre o certo e o errado: ou escolhemos pecar, ou escolhemos não pecar. “Não podemos pertencer metade ao Senhor e metade ao mundo. Não somos filhos de Deus a menos que o sejamos totalmente” (Caminho a Cristo, p. 44). No final, quando Deus erradicar o pecado, Ele vai fazê-lo com a mesma atitude expressa aqui em Números 33. Seu processo de limpeza será completo; nem mesmo uma pequena percentagem do pecado permanecerá. “Para o pecado, onde quer que se encontre, ‘nosso Deus é um fogo consumidor’. Heb. 12:29. O Espírito de Deus consumirá pecado em todos quantos se submeterem a Seu poder. Se os homens, porém, se apegarem ao pecado, ficarão com ele identificados. Então a glória de Deus, que destrói o pecado, tem que destruí-los” (O Desejado de Todas as Nações, p. 107). Estas palavras dirigidas a nós expressam o mesmo sentimento que Deus demonstrou ao seu povo escolhido em Números 33.
As palavras empregadas neste capítulo não podem ser mal entendidas ou mal interpretadas”. Fred Knopper, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/09/13/ (acessado em 07/12/2015).
* Sobre Êxodo 10:22 – “À medida que cada tenebrosa praga se abatia sobre a terra, o povo egípcio percebia quão impotentes eram seus deuses para interrompê-las. Hapi, o deus do rio Nilo, não pôde evitar que suas águas se tornassem em sangue (7:20). Hathor, a deusa representada em forma de vaca, foi impotente em socorrer quando o gado do Egito morreu em grande quantidade (9:6). Amon-Ra, o deus-sol e o principal dos deuses egípcios não pôde interromper a misteriosa escuridão que cobriu a terra por três dias completos (10:21, 22). … Deus estava declarando aos hebreus e aos egípcios que somente ele é o Deus vivo e todo poderoso”. Life Application Study Bible Kingsway.
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Comentário devocional:
Quando as tribos de Rúben e Gade pediram a Moisés para permanecer no lado leste do rio Jordão e lá viver, Moisés entendeu que eles estavam abandonando a luta e imediatamente os confrontou, dizendo: “Vocês querem ficar aqui enquanto os seus patrícios vão para a guerra? Será que vocês querem desanimar o povo de Israel para que não entre na terra que o SENHOR Lhe está dando?” (Números 32:67 BLH).
Quantas vezes presumimos o pior em vez do melhor em outra pessoa e suas intenções? A próxima vez que alguém se aproximar de você com um comentário, dúvida ou solicitação, lembre-se deste episódio da vida de Moisés e considere como a sua resposta pode desencorajar ou animar.
“Toda pessoa está rodeada por uma atmosfera de si própria; esta atmosfera pode ser cheia do poder vivificante da fé, coragem e esperança e ser tornada agradável com a fragrância do amor. Ou, pode ser pesada e fria, com a melancolia do descontentamento e egoísmo; ou, ainda, venenosa pela presença da mancha do pecado mortal acariciado. Toda pessoa com quem entramos em contato é, consciente ou inconscientemente, afetada pela atmosfera que nos envolve.” ( Parábolas de Jesus , p. 339).
Possam nossas vidas continuamente refletir a graça transformadora de Deus de forma que a nossa influência e nossos comentários exalem a fragrância do amor.
Fred Knopper
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Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Números 32
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NÚMEROS 32 – Promessas divinas atrasam, devido a pecados; mas, jamais falham. Elas concretizam-se na vida daqueles que confiam no poder de Deus.
D. L. Moody ressalta os seguintes tópicos para este capítulo, o qual ele intitulou: Estabelecimento de duas tribos e meia na Transjordania:
1. Resposta de Moisés ao pedido de Gade e Rúben (vs. 1-33);
2. Cidades reconstruídas por Rúben e Gade (vs. 34-38);
3. Gileade toamada pelos manassitas (vs. 39-42).
Pessoas desprovidas de fé e perseverança fracassam, desencorajam outros e tornam-se péssimas influências, atraindo sobre si a ira divina (vs. 6-14). Por outro lado, quem agrada a Deus age em comunhão com a liderança instituída por Ele. Não age independentemente, nem isoladamente; ou seja, busca orientação, ouve a repreensão e age em conformidade com as estipulações dos líderes espirituais (vs. 15-22).
Agir independentemente da liderança que Deus levantou implica pecar contra o próprio Deus. Ao agir isoladamente do restante do povo pratica-se o tipo de pecado que persegue até causar a maior das desgraças. Isso não é ameaça, é advertência! (v. 23).
Gente de sucesso é gente de compromisso; honra o que fala e não faz as coisas para prejudicar seu próximo; luta “com” e “pelo” povo de Deus, não contra. Não é indiferente, mas colabora, dispõe-se e coopera pelo bem e pela vitória de todos (vs. 24-33).
A vitória acompanha a vida do povo de Deus tanto quanto o sucesso proveniente das promessas divinas; contudo, nada contaminado deve interferir para que tal sucesso não seja pior que o fracasso. Assim como os nomes das cidades conquistadas e reconstruídas foram alterados por conter influências de divindades pagãs, nosso lar não deve possuir vestígios de culturas paganizadas (vs. 34-42).
Sintetizando: Pessoas de sucesso…
• …valorizam a liderança espiritual;
• …lutam em favor e pelo povo de Deus;
• …aceitam advertências dos representantes de Deus;
• …cuidam para não prejudicar o povo de Deus.
Buscar o bem dos outros importa mais que dedicar-se em empreendimentos particulares. Acomodar-se pode parecer melhor, mas nada se compara com ajudar ao próximo.
Não devemos cobiçar nada alheio, muito menos o lugar de Deus; entretanto, devemos e podemos ansiar pelas preciosas promessas proferidas por Deus. Assim como foi para Israel, nossa maior promessa é morar no Céu, a Terra Prometida aos cristãos.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.