Reavivados por Sua Palavra


Feliz Ano Novo!!! by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2015, 17:02
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Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.
Jeremias 29:11.

Feliz Ano Novo! #rpsp

Feliz 2016



Feliz e abençoado Ano Novo by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2015, 11:02
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A todos os queridos amigos do Reavivados, desejamos um feliz e abençoado Novo Ano, com o cuidado, orientação e iluminação do Pai Celeste.

Muito obrigado pela sua companhia e apoio – vocês são o motivo de nosso trabalho.

Que possamos sempre continuar crescendo no estudo da Sua Palavra e na comunhão com Ele.

Um forte abraço,

Equipe Reavivados



Comentários selecionados Dt 20 by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2015, 10:53
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Amigos,

Os comentários selecionados sobre Dt 20 foram colocados abaixo dos demais comentários para melhor visualização destes.

Abraço,

Jeferson



DEUTERONÔMIO 20 – Comentário de Pr. Heber Toth Armí by pastorheber
31 de dezembro de 2015, 5:39
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DEUTERONÔMIO 20 – Nossa vida é mais parecida com campos de batalhas do que com parques de diversões. Parece que, se não estivermos atento a tudo e a todos, a qualquer momento alguém pode vir e ferir-nos com punhaladas por trás, ou, explodir nossa vida, família e recursos.

Parece que se não estivermos preparados para lutar, a qualquer momento seremos derrotados!

Este capítulo apresenta princípios que valem a pena receber nossa atenção para avançar diante da oposição de grandes e fortes desafios.

1. Ao olhar para os desafios maiores que tuas habilidades, não temas, confie em Deus mais do que em qualquer outra coisa (v. 1);

2. Ouça com atenção as orientações dos servos de Deus. Além de te orientar, eles são porta-vozes de Deus que trazem a confirmação da presença divina confortando nosso coração (vs. 2-4);

3. Atente para as instruções de líderes políticos que conhecem a política do reino de Deus, respeita a fraqueza de cada pessoa, e as circunstâncias em que cada indivíduo está vivendo (vs. 5-8);

4. Obedeça fielmente as orientações dos capitães do exército do Senhor, eles sabem como agir em cada caso; eles têm instruções para cada detalhe, o quê e quando destruir e, o quê e quando preservar (vs. 9-20).

Para Deus, é muito mais importante que a guerra, a consagração da casa nova (v. 5), desfrutar os frutos da nova plantação (v. 6), aproveitar a lua-de-mel com a esposa (v. 7), promover e sugerir a paz aos inimigos (v. 10) e, preservar o meio-ambiente (vs. 19-20).

É importante acabar com toda influência maligna que pode perverter nossa vida. Não tenha dó nem piedade, destrua tudo o que visa destruir tua vida e tua família; Deus dará forças para que obtenhas vitórias sobre tudo o que vem do inimigo, o diabo (vs. 12-18).

O que fazer para vencer?

· Primeiro, leia a Bíblia; ela é a Palavra do Deus Onipotente para todo aquele que se sente impotente diante dos desafios da vida.

· Segundo, aplique cada instrução bíblica em tua vida ainda que a teu ver pareça absurdo.

· Terceiro, ore ao Comandante Invencível, ao Rei dos reis e Senhor dos senhores para que te dê forças para fazer o que deves fazer.

· Quarto, confie em Deus.

Vamos à luta? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Deuteronômio 20 by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Ao olhar para várias passagens do Antigo Testamento e, especificamente para este capítulo, pessoas se perguntam se Deus é a favor ou contra a guerra. Por que a santa Palavra de Deus estabelece diretrizes para a guerra?

São medidas de emergência de Deus que refletem as profundezas a que a humanidade caiu. As guerras são a suprema manifestação do egoísmo humano, ganância, orgulho e espírito competitivo e tem causado sofrimento indescritível ao longo da história. Deus odeia a guerra, mas neste capítulo Ele dá orientações para diminuir alguns de seus lamentáveis resultados.
Um dia, o supremo Pacificador nasceu em Belém. Sua vida foi quando tinha pouco mais de trinta anos. Foi Ele quem disse: “Eu e o Pai somos um” (Jo. 10:30). Ele também disse: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mat. 5:44)

As guerras têm estado entre nós já há longo tempo. O conflito que foi iniciado no céu por Lúcifer contra o caráter e governo de Deus é a única maneira de entender como realmente Deus é e a razão por trás de todas as guerras desta terra (Apocalipse 12:7-10). A segunda batalha significativa que Satanás perdeu foi na cruz quando ele não conseguiu derrotar Jesus. A final e mais significativa batalha será travada contra o remanescente que guarda o mandamento de Deus. O resultado? Deus e Seu povo triunfam. Satanás é o perdedor.

Talvez nós não precisemos ir à guerra, mas precisamos eliminar toda a vingança, rebeldia e ódio que se arrastam de maneira insuspeita, como uma serpente, em nosso comportamento.
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/20 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/deut/20/
Texto original expandido em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/10/06/
Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Deuteronômio 20
Comentário em áudio
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 29



Deuteronômio 20 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2015, 0:30
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A questão da guerra é abordada aqui, no encorajamento dos que vão à batalha (1-4), na isenção de serviço (5-9), e nos assédios contra cidades (10-20). Bíblia Shedd.

1 que te fez sair da terra do Egito. A libertação do Egito, sempre na lembrança de Moisés, serve agora para encorajar os filhos de Israel. Bíblia Shedd.

cavalos e carros … não os temerás. Os cananeus tinham muitos carros (Js 11:4; Jz 4:3). O exército dos israelitas era composto de infantaria; nunca perderam o medo dos carros armados (Js 17:16; Jz 1:19; 1Sm 13:5, 6). Somente nos tempos de Davi é que tiveram seus próprios carros (2Sm 8:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1125.

4 o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós. Isso não significa tanto que Deus estava do lado deles, mas sim eles é que estavam do lado de Deus, cumprindo Sua vontade. Bíblia Shedd.

Na última grande batalha que antecederá a segunda vinda de Cristo, Deus é representado como estando presente em pessoa para a batalha (ver Is 13:6-14; Jl 3:9-21; Ap 16:14-16; 19:11-16). CBASD, vol. 1, p. 1125.

5-9 As isenções citadas ilustram o princípio que diz que qualquer homem cujo coração não estivesse firme na luta não deveria estar presente (vs. 5-8). O poder de Deus e não a superioridade numérica, é que garantiria a vitória de Israel (v. 4; cf 32.30, nota; Jz 7.1-8). Um dos resultados de tal atitude seria uma elevada moral, que por si só contribuiria para a vitória. Bíblia de Genebra.

não a desfrutou. Segundo a lei, o dono devia aguardar três anos para comer do fruto de sua vinha após o plantio (Lv 19:23; etc.). No quarto ano deveria levar o fruto a Jerusalém e comê-lo ali como oferta de louvor (Lv 19:24). Mas a partir do quinto ano o fruto era dele (Lv 19:25). CBASD, vol. 1, p. 1125.

8 medroso e de coração tímido. Vitórias são alcançadas pela disciplina, coragem, dedicação ao dever e espírito de sacrifício próprio (Lc 14:26, 27; Gl 6:9). CBASD, vol. 1, p. 1125.

13-18 Passar “a fio da espada” [v. 13] significa matar. Como pode um Deus misericordioso e justo ordenar a destruição de centros populacionais inteiros? Ele fez isso para proteger Seu povo da adoração de ídolos, o que certamente traria a ruina a Israel (20.18). De fato, porque Israel não destruiu completamente esses povos como Deus ordenou, Israel foi constantemente oprimido por eles e experimentou grande derramamento de sangue e destruição do que aconteceria se eles seguissem as instruções de Deus em primeiro lugar. Life Application Study Bible.

A rejeição da oferta de paz era expressão da determinação de continuar o culto a ídolos, com todas as imoralidades que o seguiam. A corrupção moral e a depravação dos habitantes de cidades idólatras tornavam inevitável sua destruição se recusassem aceitar a Deus e abandonar a idolatria. CBASD, vol. 1, p. 1126.

10 oferecer-lhes-á a paz. As antigas cidades muradas poderiam resistir a um ataque por determinado tempo e os invasores poderiam desejar evitar o dispendioso trabalho de um cerco prolongado. Uma oferta de paz em troca de tributo como vassalo (v. 11), junto com a ameaça de morte para os soldados defensores, poderia ser atraente para ambas as partes. Essas estipulações de guerra (comparativamente humanitárias para aquele período) eram aplicadas a inimigos fora da Terra Prometida (v. 15). Bíblia de Genebra.

Esse oferecimento de paz a cidades fora da Palestina ilustra a missão salvadora do povo de Deus no mundo. Bíblia Shedd.

A humanidade tem duas alternativas: 1) Submissão; mediante a qual experimenta a paz de Deus (10, 11); 2) Oposição; mediante a qual experimenta o julgamento de Deus (12, 13). Bíblia Shedd.

13 matem … todos os homens (NVI). Remover a capacidade militar para que o povo da cidade não se recuperasse e atacasse de volta. Deixar os homens vivos permitiria que a cidade reservada à destruição recuperasse sua condição de ameaça militar e moral. Andrews Study Bible.

14 o seu despojo, tomarás para si. Metais preciosos, roupas, alimento e toda sorte de bens domésticos (ver Dt 2:35). CBASD, vol. 1, p. 1126.

16 Paz com os ímpios habitantes de Canaã não era uma opção. Se eles fossem deixados na terra, afastariam o povo escolhido de Deus e portanto destruiria Israel (v. 18; veja nota ASB em 7:4). Eles não haviam se arrependido durante o longo período concedido por Deus (Gn 15:16). Dedicar todas as coisas vivas à destruição significa que Deus limparia Canaã do modo como destruíra Sodoma e Gomorra (Gn 19). A diferença é que Ele usaria os israelitas como Seus instrumentos em vez de fogo do céu. Se Ele tivesse usado fogo do céu, Canaã teria se tornado inabitável. Ao colaborar como exército do Senhor, a despeito do perigo, os israelitas desenvolveriam sua confiança nEle (compare Jz 3:4). Os israelitas não deveriam tomar animais dos canaanitas como despojo porque isso significaria que eles tinham crédito na vitória. A batalha era inteiramente do Senhor. Para mais discussão a respeito da destruição dos cananitas e “guerra santa”, veja a introdução a Josué. Andrews Study Bible.

Toda precaução devia ser tomada para proteger Israel das formas degradantes de idolatria praticadas pelos cananeus (sobre as abominações desse povo, ver Lv 18:24-28; 20:23). CBASD, vol. 1, p. 1126.

17 destruí-las-ás completamente. A palavra hebraica para essa prática é herem, que significa “destinar à condenação” (ou seja, devotar tudo ao Senhor), conforme aconteceu a Jericó durante a conquista (Js 6.17-19). Bíblia de Genebra.

As cidades de Canaã eram tão corruptas, a ponto de chegarem à impertinência. Sua iniquidade estava completa (Gn 15.16). Nenhum despojo deveria ser tomado e a cidade inteira deveria ser destruída como santo sacrifício ao Senhor (cf 13.12-18; Js 7). Bíblia Shedd.

18 abominações. Isso indica a razão principal para as severas medidas tomadas. A grande maldade, somada à rejeição de misericórdia, requeria o julgamento (ver Dt 7:26; 12:31). Quando se encheu “a medida da iniquidade dos amorreus”, veio o juízo (ver Gn 15:16; 1Rs 21:26). CBASD, vol. 1, p. 1126.

19 não destruirás o seu arvoredo. Árvores frutíferas, que levam anos para dar crescer e dar frutos (veja Lv 19:23-25), eram uma parte valiosa da terra que deveria ser deixada para uso futuro. Portanto, Deus falou a Seu povo para respeitar e cuidar do meio ambiente, mesmo em tempos de guerra. Andrews Study Bible.

Uma das bênçãos, segundo a aliança de Deus com Israel, era que os filhos de Israel gozassem do fruto da terra que Deus lhes havia dado (7.12-13). Bíblia de Genebra.

Essa estipulação limita a destruição desregrada dos recursos naturais. Bíblia Shedd.

A desobediência a essa regra sábia por exércitos de tempos posteriores deixou boa parte da Palestina desfalcada de árvores (embora a atual ausência de bosques ali seja de origem relativamente recente). Bíblia de estudo NVI Vida.

20 baluartes. Literalmente “obras de sítio”. A referência é a dispositivos bélicos como muralhas e trincheiras, construídos para auxiliar e dominar uma cidade. A mesma palavra é traduzida como “cidades fortificadas” (2Cr 8:5), “para defesa” (2Cr 11:5), “lugar sitiado” (Jr 10:17), “torre” (Hc 2:1; cf 2Cr 26:15; 2Sm 20:15). CBASD, vol. 1, p. 1126.



Dt 19 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2015, 9:48
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Amigos, bom dia!

Os comentários selecionados foram postados abaixo dos comentários do pr Heber, para facilidade de acesso a ele e ao comentário devocional.

Um grande abraço,

Jeferson



Deuteronômio 19 by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2015, 9:28
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Comentário devocional:

Moisés deveria estabelecer seis cidades de refúgio dentre as 48 cidades dadas aos levitas. As cidades de refúgio eram lugares para onde poderia fugir uma pessoa que houvesse matado alguém acidentalmente. A cidade proporcionava asilo para o fugitivo, abrigando-o e protegendo-o, até que um julgamento justo pudesse ser realizado para determinar a sua culpa ou inocência. Se, no julgamento dos anciãos da cidade, a morte houvesse ocorrido acidentalmente e sem intenção, o homem recebia permissão para ficar na cidade de refúgio, sem medo de dano ou vingança por familiares do morto.

As cidades de refúgio refletem o próprio Deus. No Salmo 46:1 Ele diz: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações [ou “na angústia”].” Mais de 15 outras vezes, os Salmos falam de Deus como nosso refúgio.

Jesus, “Deus conosco”, é o nosso refúgio real. Assim como as antigas cidades de refúgio, Jesus sempre esteve ao alcance e aberto a todos, e não apenas para os israelitas. Mas, há uma distinção crucial entre as cidades de refúgio e o nosso refúgio em Jesus. As antigas cidades de refúgio só ajudavam o inocente, aqueles que mataram alguém acidentalmente, mas os culpados podem vir a Jesus. E isso vale para todos nós, “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” (Romanos 3:23)

“Querido Deus, nós somos culpados. Admitimos. Obrigado por ser um refúgio acessível onde podemos nos abrigar. Em Ti buscamos perdão e purificação” (I João 1:9).

John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong

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Texto original expandido em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/10/05/
Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Deuteronômio 19
Comentário em áudio
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 29



DEUTERONÔMIO 19 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by pastorheber
30 de dezembro de 2015, 5:47
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DEUTERONÔMIO 19 – Se você se sente o pior pecador, não fuja de Cristo, fuja para Cristo. Se você é assassino, estuprador, pedófilo, ladrão, ou algum tipo de criminoso, não precisa fugir… Saiba onde existe segurança.

Desde o início do pecado, Deus esteve sempre criando estratégias para proteger, alcançar e restaurar o transgressor. Deus revelou que sabe o potencial do pecado em nós, mas Seu potencial para salvar-nos é maior que o potencial do pecado.

O capítulo em apreço contém orientações para construção das cidades-refúgio. Embora Números 35 já fizesse referência e esse assunto, Moisés, neste sermão, o relembra; para que, após sua morte e a entrada do povo em Canaã não fossem esquecidas estas construções.

Mas, atenção!

· Deus não “passa a mão na cabeça” daquele que pratica o mal premeditadamente. Seu objetivo com as cidades de refúgio não era propagar o mal, mas eliminar o mal. Deus não quer que seja vingado aquele que, acidentalmente, cometeu um crime; por isso, as seis cidades de refúgio (vs. 1-10).

· Se o criminoso é ruim, perverso, cruel e, só está usando tais cidades para preservar sua vida para, então, continuar destruindo vidas, ele deve ser entregue nas mãos do familiar vingador das vítimas que ele destruiu (vs. 11-13). Claro, nossa legislação hoje é diferente.

· Contudo, o que é evidente para nós hoje destas regras que deveriam ser vigente antigamente, é a intenção divina acabar com o mal entre a humanidade (vs. 14-21).

Diante de qualquer acusação era necessário ter duas testemunhas verdadeiras. Entendido corretamente, Deus pretendia inibir o mal, não criar vingadores ou fofoqueiros. Por isso…

1. Um processo legal deveria analisar cada caso (vs. 14-17)

2. A testemunha falsa estava sujeita à pena de morte (vs. 18-20).

3. A sentença não deveria ultrapassar ao crime cometido (v. 21).

Estas orientações “não eram uma licença para a vingança, era um princípio legal que limitava o castigo, fazendo que este se apegasse ao crime cometido” (L. John McConville).

Deus quer destruir o mal!

Pode-se dizer que atualmente as igrejas são cidades-refúgio e, no tribunal celestial cada caso será decidido. Nesta ocasião, os anjos serão testemunhas.

Se você fez qualquer coisa que te trouxe o incômodo da culpa, corra imediatamente para Jesus, Ele é o refúgio que você precisa! – Heber Toth Armí.



Deuteronômio 19 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2015, 0:30
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1-13 Moisés já havia separado três cidades no lado oriental do rio Jordão (4.41-43). Agora separa mais três no lado ocidental. Caso o vingador de sangue agisse meramente movido pela paixão, podia ser frustrado em seus propósitos, por meio daquelas cidades. Bíblia Shedd.

2, 3 Os israelitas deveriam construir estradas porque estas cidades de refúgio teriam sido ineficazes se as cidades que levavam a elas não estivessem em boas condições. Muitos que vinham às cidades estavam literalmente correndo por suas vidas. Uma estrada bem conservada poderia significar a diferença entre vida e morte. Isto envolvia contínua manutenção, porque eram estradas primitivas que poderiam ser facilmente erodidas, cobertas por areia ou atravessada por profundos sulcos. Era importante não somente iniciar este sistema de justiça, mas prover os meios necessários para mantê-lo. Life Application Study Bible Kingsway.

O acesso às cidades de refúgio devia ser fácil. A estrada devia ser claramente sinalizada e mantida em boas condições (PP, 515), pois a vida de seres humanos estava em jogo. Assim deve ser o “caminho” até nosso refúgio em Jesus Cristo – tão claro que não haja possibilidade de errar (ver Is 35:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1122.

2 no meio da tua terra. Não se trata de um centro geográfico preciso, mas de uma distribuição que as tornasse acessíveis a todos os que precisassem delas. As cidades de refúgio indicam ao coração temeroso o caminho para a segurança em Cristo. CBASD, vol. 1, p. 1121.

Para que nelas se acolha. Certamente o cristão deve refletir sobre o privilégio que o pecador tem de fugir para Cristo. Assim como os portões das cidades de refúgio nunca estavam fechados para quem precisava entrar, Cristo nunca recusa o contrito e arrependido que vai a Ele (Sl 51:17; Is 57:15). CBASD, vol. 1, p. 1122.

4 aquele que, sem o querer, ferir o seu próximo. A lei do homicídio não intencional foi dada pela primeira vez em Êx 21.13 e, então, mais plenamente, em Nm 35.6-28. Bíblia de Genebra.

Sem o querer. Isto é, “sem intenção”, literalmente, “sem conhecimento”(Dt 4:42; Js 20:3, 5). CBASD, vol. 1, p. 1122.

aborrecia. Nota-se que a chave do assassinato deliberado é o ódio. Jesus mostrou que o ódio é a quebra do mandamento “Não matarás”, Mt 5.21-26. Os psicólogos modernos denominam os ressentimentos contra alguém de “desejos mortíferos”. Bíblia Shedd.

Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1122.

5 no bosque. De acordo com registros egípcios, havia densos bosques em Canaã na era patriarcal. CBASD, vol. 1, p. 1122.

viverá. Ver Josué 20:1-4 para mais detalhes. Esta passagem apresenta um quadro simbólico da segurança que o pecador pode encontrar em Cristo. A pessoa manchada de sangue é limpa em Jesus (1Jo 1:7). “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1); pois, “justificados mediante a fé”, eles têm paz com Deus por meio de nosso SENHOR Jesus Cristo” (Rm 5:1). CBASD, vol. 1, p. 1122.

10 pra que o sangue inocente se não derrame… haveria sangue sobre ti. Ver 2Sm 16:8; Os 12:14. O sangue inocente sobre eles seria o do homicida que tinha matado alguém acidentalmente e não encontrou um lugar de refúgio antes de ser morto . CBASD, vol. 1, p. 1122.

11 aborrece seu próximo. Cidades de refúgio não eram para assassinos intencionais (compare Nm 35:16-21). Andrews Study Bible.

12 tirá-lo dali. Se fosse achado culpado de homicídio premeditado, devia ser entregue ao vingador de sangue; do contrário, devia receber proteção (Nm 35:12, 24, 25). Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O “vingador de sangue” era o parente masculino mais próximo da pessoa assassinada. Ele agia como o protetor da família (veja Nm 35:19). Life Application Study Bible Kingsway.

14 Não mudes os marcos do teu próximo. Embora este mandamento tenha sido, algumas vezes, mal interpretado, como se exortasse pelo respeito aos costumes e crenças antigos, o termo “marcos”, na realidade, refere-se a pedras que serviam como demarcação dos limites das terras. Essa lei era essencial para impedir invasões e furto de terras (27.17; Pv 22.28; 23.20). Bíblia de Genebra.

Mover um marco de limitação para dentro de uma propriedade de um vizinho equivaleria a uma tentativa de roubo de terra. Andrews Study Bible.

Que os antigos. Os que originalmente dividiram a terra e fixaram os limites. CBASD, vol. 1, p. 1123.

15 Uma só testemunha. Uma pessoa não podia ser condenada mediante a declaração de apenas uma testemunha, fosse em assuntos civis ou criminais (cf Dt 17:6; Nm 35:30). CBASD, vol. 1, p. 1123.

16 testemunha falsa. A testemunha falsa devia ser punida (v. 19). CBASD, vol. 1, p. 1123.

18 se a testemunha for falsa. O perjúrio é um crime horrível, porém muitos não hesitam em mentir mesmo sob juramento. A pessoa que viola a verdade de forma pública peca contra si mesmo, contra a vítima e contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 1123.

19 far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão. Uma testemunha falsa devia sofrer a pena que pensava infligir sobre o acusado (ver Dt 19:21; cf Êx 23:1; Sl 35:11). Esta é a lei da justa retribuição. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O fato de que Satanás falsamente acusa o povo verdadeiro de Deus (Ap 12:10) em uma tentativa de condená-los à punição final pelo fogo explica parcialmente porque ele acabará no lago de fogo (Ap 20:10). Andrews Study Bible.

15-21 Na jurisprudência do antigo Oriente Próximo, era grande a responsabilidade do juiz. Ele não comparava simplesmente um delito com uma lei específica para então proferir seu veredito. Pelo contrário, ele comparava um caso com os princípios da lei e com casos típicos e dava uma decisão em consonância com a justiça e a equidade (1.13, 16-18; 17.8). Bíblia de Genebra.

20 e nunca mais tornem a fazer. Esta lei [contra o falso testemunho] reprime o egoísmo e tendia a criar um sentido mais elevado do dever público e da moralidade (ver Dt 13:11; 17:13). CBASD, vol. 1, p. 1123.

21 vida por vida. A pena do talião era a punição contra o perjúrio. Longe de ser uma permissão para a vingança, era a garantia da justiça, que equiparava o castigo à ofensa. Esta punição era cobrada com uma avaliação monetária da parte lesada, Êx 21.32 e 33. Bíblia Shedd.

Este princípio era para uso dos juízes, não um plano para vingança pessoal. Esta atitude em torno da punição podia parecer primitiva, mas era, de fato, uma ruptura em prol da justiça e lisura nos tempos antigos, quando a maioria das nações usavam métodos arbitrários para punir criminosos. Estas diretivas refletem uma preocupação por imparcialidade e justiça – garantindo que aqueles que violavam a lei não fossem punidos mais severamente do que seu crime merecia. No mesmo espírito de justiça, uma falsa testemunha deveria receber a mesma punição que a pessoa acusada sofreu. O princípio de fazer a punição se ajustar ao crime deveria ainda ser observado nos dias de hoje. Life Application Study Bible Kingsway.

Ver Êx 21:23-25; Lv 24:19, 20. Uma conspiração para dar falso testemunho e então colocar em risco um inocente é imperdoável, pois representa homicídio em potencial no coração da falsa testemunha (ver Mt 5:22). O buraco cavado para o inocente devia ser o próprio túmulo do acusador. CBASD, vol. 1, p. 1123.




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