Reavivados por Sua Palavra


I Crônicas 22 – comentários by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2013, 0:01
Filed under: influência

Comentários bíblicos selecionados:

22.1-29.30 Essa matéria é exclusiva de Crônicas, e demonstra alguns dos interesses mais característicos do cronista: os preparativos para a edificação do templo, a legitimidade dos sacerdotes e levitas, e a sucessão real (Bíblia de Estudo NVI).
Estes capítulos, referentes à preparação do edifício do Templo, ajudam a preencher o hiato entre 2Sm 24.25 e 1Rs 1.1 (Bíblia Shedd).

1 Davi disse. O fogo que desceu do Céu [no orig: heaven] em resposta à oração de Davi (21:26) localiza precisamente o local escolhido pelo Senhor para a construção do templo. Fogo também desceu do Céu em resposta à oração de Salomão na dedicação do templo (Andrews Study Bible).

2 preparassem […] para se edificar a Casa de Deus. Começando pela coleta de material para o templo, além do material reunido durante os sete anos e meio de construção (1Rs 6.1, 38; 7.1) (Bíblia Shedd).
estrangeiros. Em heb ger significa “residente tolerado”. A obra era tão árdua que os homens livres não participavam da mesma. Cf Dt 1.16 (Bíblia Shedd).
Os habitantes cananitas originais da terra (Andrews Study Bible).
estrangeiros […] cortadores de pedra. 2Sm 20.24 confirma o uso de trabalhos forçados por Davi, mas não especifica que esses trabalhadores eram estrangeiros, e não israelitas. Salomão usava israelitas nos serviços forçados (1 Rs 5.13-18; 9.15-23; 11.28), mas o cronista meciona somente o seu uso de estrangeiros (2Cr 9.7-10). embora estivessem pessoalmente livres, os estrangeiros não tinham direitos políticos, e podiam ser facilmente explorados. O AT adverte muitas vezes que não deviam ser oprimidos (Êx 22.21; 23.9; Lv 19.33; Dt 24.14; Jr 7.6; Zc 7.10). Isaías profetiza a participação de estrangeiros na construção dos muros de Jerusalém no futuro (Is 60.10-12) (Bíblia de Estudo NVI).

5 o preparou Davi com abundância. O tema central desta seção é como Davi proveu virtualmente tudo para o templo erguido por Salomão, incluindo plantas, projeto, materiais, operários, divisão das tarefas, estabilidade política e apoio popular. Com efeito, o templo foi um projeto conjunto de Davi e Salomão (Bíblia de Genebra).

8 não edificarás casa ao meu nome […] muito sangue tens derramado. Essa foi a palavra de Natã a Davi, antes do nascimento de Salomão (17.4). Às vezes o próprio Deus exigia guerra (14.10; 19.13); mas Davi se tornara culpado de derramamento desnecessário de sangue (2Sm 8.2) (Bíblia Shedd).

Davi estava ritualmente contaminado pelo derramamento de sangue (Bíblia Shedd).

9 descanso […] paz e tranquilidade. Em diversas ocasiões, paz e descanso da guerra são vistos como uma recompensa de Deus à fidelidade do seu povo (v. 18; 2Cr 14.6-7; 15.15; 20.30; 23.21). Essa bênção foi conferida àqueles que estavam retornando do exílio na Babilônia como base de esperança em seus dias turbulentos (Bíblia de Genebra).

Salomão. O nome hebraico Shelomoh significa “homem de paz” e está relacionado à palavra hebraica Shalom, que significa “paz, prosperidade e saúde” (Andrews Study Bible).

10 meu filho. A linguagem de pai para filho, especialmente em referência a Deus e à raça humana, descreve uma relação de concerto [ou aliança] (Andrews Study Bible).

12 O desejo do pai em relação a seu filho reflete-se na oração de Salomão (1Rs 3.5-14; 2Cr 1.7-12) (Bíblia Shedd).

13 sê forte e corajoso.  A comissão de Davi a Salomão (22.12-13) nos faz lembrar da comissão que Josué recebeu da parte de Deus (cf. 28.20; Js 1.6-9) (Bíblia de Genebra).



I Crônicas 21 by Jobson Santos
10 de abril de 2013, 0:18
Filed under: liderança | Tags: , ,

Comentário Devocional: 

A liderança é um valioso dom, recebido de Deus, cuja utilização exige muito cuidado, pois é um canal de benção ou maldição. No começo de sua carreira ou nova função, o líder, em geral, é prudente e escuta conselhos. Depois que o poder está firmemente estabelecido, o líder passa a achar que suas idéias sempre são as melhores e tem dificuldades de lidar com opiniões contrárias às suas.


Davi havia sido bem sucedido em suas campanhas militares. Os opositores internos e externos estavam dominados. Enfraquecido pelo senso de culpa pelo seu pecado com Bate-Seba, falta ao rei o bom senso e este ordena a contagem de todos os homens hábeis para a guerra.


Joabe, o comandante geral das tropas de Israel, explicou ao rei que discordava dessa decisão. Por experiência própria ele sabia que era Deus quem guerreava a favor do seu povo. Inúmeras vezes um soldado havia conseguido vencer dez ou mais oponentes. Contar o exército seria falta de confiança em Deus! Os argumentos de Joabe não foram ouvidos pelo rei e o censo foi efetuado.


Deus avaliou o que foi feito como algo mau. Ele enviou o profeta Gade para dizer ao rei que sofrimento e morte aconteceriam entre o povo. O próprio Anjo do Senhor encarregou-se da punição.


Ao contemplar os resultados de sua má escolha como líder, fruto de um coração doente espiritual e emocionalmente, Davi reconhece “Eu, o pastor, pequei” (1 Crônicas 21:17, NVI) . Após o seu arrependimento sincero, a praga cessa.


A experiência de Davi revela que as decisões de um líder tem sérias consequências para a felicidade e o bem-estar dos que o seguem. Esta compreensão deveria levar os líderes a vigiarem o coração e a serem muito cuidadosos em suas decisões.


Querido Deus, abençoe a cada líder para que use a sua influência para servir e proteger ao próximo e não para a exaltação própria.

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração

Link para o Texto bíblico: I Crônicas 21



I Crônicas 20 by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2013, 0:01
Filed under: sucesso, tentação, vitória

Leitura do dia 09/04/2013, terça

Texto bíblico –> I Crônicas 20

Tudo parecia ir bem em israel. Ano após ano, os inimigos eram derrotados e as bênçãos de Deus eram tomadas como certas. As coisas íam tão bem que Davi não viu necessidade de acompanhar o exército no ataque a Rabá, capital dos Amalequitas.

O sucesso tem seus riscos. A ociosidade, os pensamentos impuros, a vaidade e tantos outros males florescem mais em tempos de prosperidade do que em tempos de adversidade.

Enquanto Joabe e os soldados arriscam a vida, Davi condescende com pensamentos sensuais e é vencido por eles. Envolve-se com Bate-Seba e ordena o assassinato de Urias. Triste fim para passatempos que pareciam inofensivos. O salário do pecado é a morte. Pensamentos errados, geram sentimentos impróprios que culminam em ações desastrosas.

Quando a capital amalequita já estava praticamente vencida, Davi foi chamado para comandar o ataque derradeiro. A cidade de Rabá foi deixada em ruínas e Davi recebeu as glórias. Opressão e violência se seguiram. Muitas cidades amalequitas foram assoladas e o povo obrigado a trabalhos forçados.

O fato de Davi ter usado a coroa do rei vencido recebeu grande destaque, mas aos olhos de Deus isso não era importante. Quando damos lugar ao pecado em nossa vida, nossa escala de valores fica prejudicada.

O que Deus valoriza é a retidão de vida, fruto da comunhão com Ele. Se não temos prazer em orar e meditar na bondade de Deus, se nossas práticas se inclinam para o exibicionismo e a opressão ao próximo, podemos saber que nossa vida é um fracasso, mesmo que recebamos o aplauso dos homens.

Vitórias externas não compensam derrotas internas. Por isso a Bíblia diz: “Mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16:32).

Justo juiz, “vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:24)

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração



I Crônicas 19 by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2013, 0:01
Filed under: companheirismo, confiança em Deus, vitória

Leitura do dia 08/04/2013, segunda-feira

Texto bíblico –> I Crônicas 19

Davi e Naás, rei dos amonitas, mantinham um bom relacionamento entre si. Com a morte de Naás, Davi enviou uma delegação para expressar condolências a seu filho Hanun. Os conselheiros do novo rei interpretaram mal as intenções de Davi, humilharam seus emissários e os enviaram de volta sem barba e quase sem roupas.

Ao invés de pedirem desculpas pela grosseria, os amonitas, seguiram caminhos de orgulho e violência. Arrendaram soldados da Mesopotâmia e se prepararam para atacar ao povo de Israel.

O exército Israelita avançou para o campo de batalha e se viu cercado. À frente deles, estavam os Amonitas e por detrás estavam os Mesopotâmios. Joabe dividiu os seus homens em dois bandos, um deles sob o comando do seu irmão Abisai, e lhe disse: “Se os arameus forem fortes demais para mim, venha me ajudar; mas, se os amonitas forem fortes demais para você, eu irei ajudá-lo. Seja forte e lutemos com bravura pelo nosso povo e pelas cidades do nosso Deus. E que o Senhor faça o que for de sua vontade” (1 Crônicas 19:12-13). O espírito de companheirismo entre os dois comandantes israelitas e o senso de dependência divina foram determinantes para a vitória que se seguiu.

Algum tempo depois, o rei Hanun, ainda não satisfeito com a derrota prévia, contratou outro exército para se opor aos Israelitas. Hadadezer enviou seu comandante com um grande exército, mas estes foram derrotados. Assim os arameus não quiseram mais ajudar aos amonitas.

Nem sempre conseguimos vencer as dificuldades que nos cercam utilizando apenas a diplomacia. Muitas vezes precisamos travar árduas batalhas contra inimigos internos e externos. Quando você estiver passando por uma situação desafiadora, clame a Deus e Ele lhe concederá a vitória.

Deus dos exércitos, na luta contra o mal, ajude-me a fazer a minha parte e a confiar no Teu livramento!

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

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I Crônicas 18 by Jeferson Quimelli
7 de abril de 2013, 0:48
Filed under: fidelidade, influência, liderança, prosperidade

Leitura do dia 07 de abril de 2013, domingo

Texto bíblico –> I Crônicas 18

O relato bíblico nos informa que Davi reinou sobre todo o Israel fazendo o que era reto e justo para todo o seu povo. Como é feliz o povo cujos governantes administram com justiça, não oprimindo os pobres ou favorecendo aos poderosos nos tribunais.

Devido a fidelidade de Davi, Deus lhe concedeu vitória após vitória contra seus inimigos. Ele derrotou os edomitas, os moabitas, os amonitas, os filisteus e os amalequitas. A prata e o ouro destas nações Davi consagrou ao Senhor. Ele reconheceu que a vitória contra estes poderosos inimigos somente somente havia sido possível graças a proteção de Deus sobre os seus soldados.

Um reino próspero e justo não se constrói da noite para o dia. Levou tempo para que Davi conseguisse todas estas vitórias. Os altos oficiais do governo foram importantes para a prosperidade política e espiritual da nação. Com a ajuda deles, Davi estendeu o seu reino até próximo ao rio Eufrates (1Crônicas 18:3). Seus nomes foram registrados como um tributo pelo que realizaram em prol do povo de Deus.

A construção de um caráter nobre também leva tempo. O Espírito Santo utiliza circunstâncias e pessoas para nos ajudar a vencer nossas falhas de caráter. Agradeça aqueles que tem sido uma influência positiva em sua vida. Dê a eles um lugar de honra em suas memórias e em suas orações.

Pai querido, obrigado pelos homens e mulheres que me incentivaram a dar passos na direção dos Teus sonhos para mim.

Jobson Santos

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I Crônicas 17 by Jeferson Quimelli
6 de abril de 2013, 0:01
Filed under: adoração, caráter de Deus, gratidão, oração

Leitura de sábado, dia 06.04.2013

Texto bíblico –> I Crônicas 17

Após levar a Arca para Jerusalém, Davi começou a pensar no que mais poderia fazer em prol da causa de Deus. Em suas reflexões, ele concluiu que seria bom construir um lugar permanente para abrigar a Arca da Aliança.

Davi falou acerca do seu plano ao profeta Natã e este gostou. Deus, porém, mandou Natã dizer ao rei que Davi não deveria empreender aquela construção.

Embora não lhe tenha permitido construir o templo, a mensagem de Deus encheu Davi de valor próprio. Fez com que ele se sentisse especial pelo que Deus já havia feito na vida dele e pelo que iria fazer.

Em resumo, Deus disse a Davi: como você intentou construir uma casa para mim, eu construirei a sua casa, ou seja, o seu reinado e dos seus descendentes.

Quando nos interessamos pelos sonhos de Deus, Deus trabalha para realizar os nossos mais acalentados sonhos. Como diz a Palavra: “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37:5).

Uma das grandes preocupações de qualquer monarca, nos dias de Davi, era com respeito a sua integridade física e a de seus descendentes. Emboscadas e traições eram comuns. Deus garantiu a Davi que um de seus filhos o haveria de suceder e que não lhe faltariam descendentes para ocupar o trono de Israel.

Mesmo que os descendentes de Davi tenham falhado em sua obediência a Deus, a dinastia de Davi foi perpetuada por intermédio de Cristo, seu descendente de sangue.

Davi ficou emocionado em ser objeto de promessas tão amorosas da parte de Deus. Ele compreendeu que por detrás da mensagem recebida estava a sabedoria de um Deus que conhece todas as coisas e trabalha intensamente para proteger e abençoar os seus filhos.

Muitas vezes desejamos ardentemente uma coisa que não será o melhor para nós e nossos queridos. Fazemos bem quando recebemos de bom grado as orientações de Deus.

Senhor, ensina-me a ver os Teus ensinamentos como expressões do Teu imenso amor e cuidado por mim!

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração



I Crônicas 16 by Jeferson Quimelli
5 de abril de 2013, 5:58
Filed under: adoração, caráter de Deus, Estudo devocional da Bíblia, louvor, música

Leitura de sexta, dia 05.03.2013

Texto bíblico –> I Crônicas 16

A chegada da Arca a Jerusalém foi uma ocasião de grande regozijo. O rei havia solicitado que os levitas preparassem músicas especiais para serem cantadas pelo povo e apresentadas pelo coral de levitas. Diferentes instrumentos musicais foram utilizados conferindo a reunião uma atmosfera festiva.

Músicos de tempo integral foram escolhidos para se dedicarem ao louvor e a adoração a Deus, perante a arca do Senhor. As três principais atividades desenvolvidas por eles eram as petições, agradecimentos e louvores.

Para a celebração nada foi esquecido. Cada participante recebeu um lanche constituido de um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de uvas passas, comidas típidas da região. Uma refeição simples, nutritiva e saborosa.

Um poema foi composto especialmente para a ocasião (1 Crônicas 16:8-36). Os versos convidam o povo a alegrar-se na presença de Deus pelo que Ele é e pelo que ele faz. O poema retrata a Deus como alguém forte, ativamente envolvido em defender e proteger o seu povo. Os adoradores são convidados a refletir no caráter de Deus: “Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre” (verso 34).

Após o culto de adoração, o rei abençoou o povo e então “voltou para casa para abençoar sua família” (verso 43). Estas palavras nos lembram que tão importantes quanto nossas obrigações públicas são os nossos deveres para com os nossos familiares. A melhor adoração é aquela que nos transforma em melhores pais e cidadãos.

Que privilégio participar de um culto de adoração como este! Os adoradores retornaram para seus lares cheios de alegria e confiança em Deus.

Senhor, ensina-me a Te adorar na beleza da Tua santidade!

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração

Comentários bíblicos selecionados:

1-43 Após a arca ter sido colocada na tenda [tabernáculo] a adoração, se inicia a adoração habitual do santuário com a cação de gratidão de Davi, que é uma composição [medley] de partes dos Salmos 96, 105 e 106 (Andrews Study Bible).

7 Este versículo assinala o início do coro levítico, que logo se tornou tão importante na adoração pública dos hebreus (Bíblia Shedd).

11 Buscai ao Senhor. Uma maneira comum de se referir ao ato de adoração (Andrews Study Bible).

16 Abraão. A parte histórica desta canção destaca as promessas feitas a Abraão, as quais mostram a fidelidade de Deus na história do povo escolhido (Andrews Study Bible).

O emprego do longo trecho histórico [em 8-22] do Salmo 105, que ressalta as promessas que Deus fez para Abraão seria especialmente relevante para os leitores pós-exílicos do cronista, para os quais a fidelidade de Deus era uma realidade renovada ao voltarem para a terra. A citação do Sl 106 [em 34-36] também seria de relevância imediata aos leitores de Crônicas, que tinham sido reunidos e livrados das nações (v. 35) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

36 Amém. Uma palavra hebraica comumente utilizada ao final de uma oração. Significa “Que assim seja!” (Andrews Study Bible).

Uma resposta positiva da parte da congregação (Bíblia Shedd).

37-43 Arca da Aliança. O antigo tabernáculo do deserto estava agora dividido. A arca estava em Jerusalém, enquanto o altar de bronze, pelo menos e, provavelmente, também os vasos do Santo Lugar (Êx 25.23-40; 37.10-25; 40.22-27) estavam sendo usados para a adoração em Gibeom. Asafe e os cantores estavam com a arca em Jerusalém (1Cr 16.37), Zadoque e os outros sacerdotes ministravam perante o tabernáculo em Gibeom (1Cr 16.39-42). Essa condição continuou até que o novo Templo foi edificado, no reinado de Salomão (Bíblia Shedd).

40 O altar das ofertas queimadas (Êx 27.1-8) permaneceu em Gibeom, com o tabernáculo (2Cr 1.3-5). Davi deve ter erigido um novo altar para sacrifícios, em Jerusalém (16.1). Os sacrifícios ordenados pela lei, segundo parece, eram oferecidos em Gibeom. As ofertas voluntárias adicionais talvez fossem oferecidas em Jerusalém, perante a arca (Bíblia Shedd).



I Crônicas 15 by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2013, 0:01
Filed under: adoração, alegria

Texto bíblico à I Crônicas 15

Após construir o palácio real, Davi construiu um lugar para receber a Arca de Deus. “Davi reuniu todo o Israel em Jerusalém para trazer a arca do Senhor para o lugar que ele lhe havia preparado”. 1 Cronicas 15:3 Este foi um momento de enorme significado para o rei e para todo o povo.

A partir da lição aprendida na última vez em que a Arca do Senhor fora transportada, agora o rei determinou que apenas os Levitas a carregassem. Eles deviam transportá-la nos ombros, conforme orientação do Senhor, por meio de Moisés.

“Davi também ordenou aos líderes dos levitas que encarregassem os músicos que havia entre eles para cantar músicas alegres, acompanhados por instrumentos musicais: liras, harpas e címbalos sonoros” (verso 16).

Davi distribuiu as responsabilidades entre os Levitas de modo que a festa fosse a mais perfeita possível. O rei estava muito contente. Ele fez questão de tirar as vestes reais e utilizou um manto de linho igual ao que os levitas e sacerdotes usavam.

A alegria de Davi perante a arca do Senhor é um exemplo para cada um de nós. Independente da nossa posição social ou econônima, todos precisamos nos envolver de coração na adoração ao nosso Deus. Adorar a Deus na beleza da Sua santidade, nos enche de alegria e paz.


Jobson Santos

Rede Novo Tempo
Ministério da Oração



Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 4 de abril de 2013, quinta-feira, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.



I Crônicas 14 by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2013, 0:01
Filed under: casa própria, confiança em Deus, guia divina, obediência, oração


Texto bíblico à I Crônicas 14




Uma das grandes alegrias da vida é a construção ou a aquisição da casa própria. Após muitos anos, vagueando como fugitivo de um lugar para outro, Davi está agora morando em Jerusalém, protegido dos seus inimigos. Esta situação privilegiada lhe permite dedicar tempo e recursos para a construção de uma moradia permanente para si.

Como representante da nação, esperava-se que ele tivesse não apenas uma casa confortável, mas um palácio. Inúmeras pessoas do seu próprio povo e também parceiros comerciais, como o rei de Tiro, o ajudaram na concretização do tão sonhado projeto.


Enquanto construía seu palácio, Davi também precisou se defender contra perigosos inimigos, como os filisteus. Antes de sair para a batalha, o rei sempre consultava ao Senhor sobre o que deveria fazer.


Certa ocasião, Deus lhe disse para atacar o inimigo frontalmente e deu-lhe a vitória. Noutra ocasião, Deus lhe disse para atacar os filisteus pela retaguarda em frente das amoreiras. Davi recebeu instruções detalhadas e foi obediente ao executar as ordens recebidas. Como resultado, obteve vitórias significativas contra os temidos filisteus.


Pense um pouco nas batalhas que você precisa enfrentar. Você tem consultado ao Senhor com o coração completamente disposto a seguir Suas orientações?


Assim como ajudou a Davi, Deus está intensamente interessado em lhe orientar e conceder vitórias. Apenas é necessário que você confie nEle e seja obediente!



Jobson Santos

Rede Novo Tempo
Ministério da Oração



Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 3 de abril de 2013, quarta-feira, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.


I Crônicas 13 by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2013, 0:01
Filed under: adoração, caráter de Deus, reverência

Texto bíblico à I Crônicas 13


Uma das primeiras medidas de Davi, após ter sido escolhido rei de toda a nação, foi providenciar a transferência da Arca da Aliança do interior para a capital.

A Arca era o simbolo máximo da religião israelita. Dentro dela estavam as duas tabuas de pedra contendo os Dez Mandamentos. Fora dela, entre os dois querubins de ouro, sobre a tampa da Arca, Deus revelava a Sua glória.


A iniciativa de Davi foi louvável, unir o povo em torno da adoração a Deus. Pessoas de todas as partes do reino vieram e a festa foi grande. Cantando e dançando, ao som de instrumentos musicais, o rei e povo se uniram para celebrar a transferência da Arca para um lugar melhor.


Uzá e Aiô eram os responsáveis pelo transporte da Arca numa carroça nova. No entanto, quando os bois tropeçaram, Uzá estendeu a mão, tocou na Arca e morreu no mesmo instante. Davi ficou muito contrariado com Deus, por ter ferido de morte a Uzá. No entanto, esta experiência lhe ensinou que Deus não considera inocente aquele que desrespeita a Sua santidade.


Na verdade, 
Davi manifestou falta de reverência para com a Arca, pelo modo como o transporte foi feito. A Arca deveria ser transportada pelos levitas a pé, segurando as travessas que passavam pelas argolas e nunca sobre um carro de bois. Corremos o mesmo risco. Temos fácil acesso a Bíblia, estamos sempre na igreja, e muitas vezes nos aproximamos das coisas de Deus sem a devida reverência. 

Davi ficou com medo de Deus e desistiu de levar a Arca para Jerusalém naquele momento. Algo surpreendente, no entanto, aconteceu. A família de Obede-Edom, que recebeu a Arca, foi grandemente abençoada pelo Senhor. A bênção foi tão notória que três meses depois Davi se dispôs a buscar a Arca e levá-la para Jerusalém.


Algumas vezes achamos que é preciso muito tempo para Deus nos abençoar. A experiência de Obede-Edom nos mostra o contrário. Em apenas três meses, as bênçãos de Deus sobre ele foram tantas que a notícia correu longe.


A lição é clara. Quando damos a Deus o local de destaque que Ele merece, em pouco tempo, grandes bênçãos são vistas e sentidas em nossa vida.

Jobson Santos

Rede Novo Tempo
Ministério da Oração



Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 2 de abril de 2013, terça-feira, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.