Reavivados por Sua Palavra


I Crônicas 11 by Jeferson Quimelli
31 de março de 2013, 0:02
Filed under: amor, educação, gentileza, respeito


Texto bíblico à  I Crônicas 11


Deus havia prometido a Davi que ele se tornaria rei de Israel. O cumprimento dessa previsão surgiu como resultado das bênçãos de Deus, mas também foi necessária à cooperação humana.


Davi era um líder magnânimo. Em uma campanha, quando três de seus soldados arriscaram suas vidas para trazer-lhe um pouco de água, ele se recusou a beber. Ele não iria satisfazer sua sede com perigo de vida de seus homens. Embora perseguido por Saul, ele se recusou a matá-lo, quando as circunstâncias permitiram fazer isso. Por estas razões, Davi era amado por seus soldados e pela maioria das pessoas de Israel.


Davi não teve nenhum problema com a concorrência. Ele confiava em suas habilidades de soldado, e estava à vontade para valorizar os melhores soldados que o cercavam. Em 1 Crônicas 11, vemos uma lista dos melhores guerreiros de Davi. Também nos é dito sobre os “Trinta” e “Três” guerreiros, que foram honrados no tempo de Davi.


Davi nos ensina como é importante esperar pelas promessas do Senhor e também fazer o melhor para que os planos de Deus aconteçam em nossas vidas. Nós também aprendemos com ele que o sucesso depende muito da qualidade dos nossos relacionamentos com as pessoas.


Querido Deus, podemos ser gentis e educados com os que nos rodeiam, mas acima de tudo, que eles possam sentir que nós os amamos.


Jobson Santos

Rede Novo Tempo
Ministério da Oração



Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 31 de março de 2013, domingo, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.



Comentários bíblicos selecionados:

1 Hebrom. A mais importante cidade no centro de Judá para a qual todo o Israel veio unanimemente a Davi para fazê-lo rei (Andrews Study Bible).

2 apascentarás o meu povo. Uma metáfora para governo. Moisés também foi um pastor antes de Deus chamá-lo para liderar a saída de Israel do Egito. Alguns reis mesopotâmios se apresentavam como pastores de suas nações. O título “Meu povo” era o modo favorito de Deus se referir a Israel (Andrews Study Bible).

4 Jebus. Nome anterior de Jerusalém, lembrando que os jebusitas viviam ali. Seu nome original era Salem (Gn 14.18) (Andrews Study Bible).

5 Sião. Nome de um dos montes sobre o qual estava edificada Jerusalém. A posição do monte tornava-a quase inexpugnável como fortaleza. Sião significa lugar fortificado. A própria Sião ocupava a parte sudoeste do que é agora Jerusalém, e estava ligada com o reinado de Davi pela profecia e pela história (Sl 2.6). Sua localização estratégica entre os reinos de Judá e Israel, e sua natureza estrangeira (portanto neutra), tornava-a local ideal da proposta capital de Davi (Bíblia Shedd).
O nome era originalmente dado à Cidade de Davi, porém mais tarde foi estendido para incluir  toda a cidade de Jerusalém (Andrews Study Bible).

10-41a No relato de Samuel, essa lista dos principais guerreiros de Davi é citada perto do fim do seu reinado. O cronista transportou a lista ao início do reinado de Davi, e a expandiu grandemente (11.41b – 12.40), também como parte do realce dispensado ao apoio amplo de “todo o Israel” ao reinado de Davi (v.10) (Bíblia de Estudo Vida).

15-19 Davi reconhece que não merece semelhante devoção e faz da água uma oferta de bebida ao Senhor (v Gn 35.14; 2Rs. 16.13; Jr 7.18; Os 9.4) (Bíblia de Estudo Vida).

23 Cinco côvados. Dois metros e vinte e cinco (NVI).


Crônicas by Jeferson Quimelli
31 de março de 2013, 0:01
Filed under: Sem categoria

Título.
O título hebraico (divre hayyamim) pode ser traduzido por “acontecimentos (ou anais) dos dias (ou anos)”. […] Os tradutores da Septuaginta (que traduziram traduziram o AT para o grego) chamaram o livro “coisas omitidas” [Paralipomena, cf. Bíblia Shedd], e assim indicavam que o consideravam um suplemento dos livros de Samuel e Reis. Jerônimo (347-420 d.C.), tradutor da Vulgata Latina, mostrou que um título mais adequado seria “Crônica de toda a história sagrada” [Chronicorum Liber, cf. Andrews Study Bible]. Lutero adotou a ideia na versão alemã, e outros a têm defendido. Crônicas foi, primeiramente, dividido em dois livros pelos tradutores da Septuaginta.
[…]

Autor
Segundo antiga tradição judaica, Esdras escreveu Crônicas, Esdras e Neemias, mas isso não pode ser confirmado com exatidão. Um consenso cada vez maior situa Crônicas na segunda metade do séc. v a.C. e, portanto, possivelmente dentro do período da vida de Esdras. E deve ser reconhecido que o autor, mesmo que não fosse o próprio Esdras, pelo menos compartilhava muitos interesses com aquele sacerdote reformador.
[…]

Propósito
[…] como os autores de Samuel e Reis tinham organizado e interpretado os dados da história de Israel para tratar das necessidades da comunidade exilada, o cronista escreveu para a comunidade restaurada. A grande questão em pauta era do vínculo com o passado: “Deus ainda se preocupa conosco? As Suas alianças ainda estão em vigor? Já não tendo rei davídico e sendo súditos da Pérsia, as promessas feitas por Deus a Davi ainda têm significado para nós? Depois do grande juízo (a destronização da casa de Davi, a destruição da nação, de Jerusalém e do templo, e o exílio para a Babilônia), qual é a nossa relação com o Israel da antiguidade?”. Vários elementos entram na resposta do cronista:
[…] O vínculo com o passado é demonstrado pelo templo de Jerusalém, reedificado pela influência soberana do Senhor sobre um decreto imperial persa (2Cr 36.22,23).
[…] Além do templo, Israel possui a lei e os profetas […] [que são] mais importantes para o contínuo relacionamento entre Israel e o Senhor, que a presença ou ausência de um rei;
[…] Fica claro que o autor de Crônicas queria manter a esperança que Israel tinha no Messias prometido, no filho de Davi, em conformidade com a aliança davídica (2Sm 7) e com as promessas dos profetas, incluindo os de sua época (Ageu, Zacarias e Malaquias). Tomou o cuidado de relembrar a promessa que Deus fez a Davi (1Cr 17) e de acompanhá-la de muitas outras referências (ver especialmente o relato do reinado de Salomão, bem como 2Cr 13.5; 21.7; 23.2).
[…] Ainda outro tema importante da história do cronista é sua preocupação com “todo o Israel” […] A verdade é que considerava a comunidade restaurada o remanescente de todo o Israel, tanto do norte quanto do sul (9.2,3). Não se tratava de mero conceito teológico. Sua narrativa dá conta muitas vezes do movimento de pessoas piedosas de Israel para Judá, por motivos especificamente religiosos [2Cr 11.4; 2Cr 15.9; 2Cr 30].
[…] As genealogias demonstram, também, o vínculo com o passado. à pergunta “Deus ainda se interessa por nós?”, o cronista tem a reposta: “Ele sempre conservou esse interesse”. A graça e o amor de Deus para com a comunidade restaurada não começaram com Davi, nem com a conquista de Canaã, nem com o êxodo do Egito – mas com a própria criação (1.1).
[…]

Genealogia
Análises de genealogias, tanto dentro quanto fora da Bíblia, têm revelado que elas se prestam a várias funções, que variam quanto à forma (segmentadas ou lineares) e à profundidade (o número de gerações alistadas), e são muitas vezes instáveis (sujeitas a mudanças).
Existem três áreas gerais em que funcionam as genealogias: a familiar ou doméstica [p. ex: situação social, v. 7.14-19, herança, direito primogênitos, filhos de concubinas], a jurídico-política [direitos e contestações relativos a cargos hereditários] e a religiosa, […] sobretudo para confirmar quem é legítimo sacerdote e levita (6.1-30; 9.10-34; Ne 7.61-65.
[…] O tipo mais comum de instabilidade é o encurtamento, a omissão de nomes da lista […] para relacionar um indivíduo a um antepassado de destaque, ou possivelmente a fim de conseguir o número desejado de nomes na genealogia [ex: genealogias em Mt 1.1-17 e Lc 3.23-38].
Fonte: Bíblia de Estudo Vida.

Os livros de Crônicas são claramente didáticos e se demoram sobre as bênçãos que acompanham uma genuína vida religiosa. Devem ter exercido um efeito elevado na religião nacional.
Fonte: Bíblia Shedd.


[Apesar de Crônicas cobrir aproximadamente o mesmo período que 2 Samuel a 2 Reis,] Crônicas tem uma notável diferença em perspectiva,. Os livros de Samuel e Reis apresentam a história de Israel sob um ponto de vista profético e moral, no qual o palácio real ocupa o lugar central. Por outro lado, o livro de Crônicas tem foco nas questões religiosas e oferece uma perspectiva espiritual e sacerdotal, no qual o templo desempenha o papel central em Israel.
[…]
Os dois livros de Crônicas foram um trabalho completo e unificado. Porém, eles são frequentemente ignorados porque a maioria das pessoas preferem ler histórias sobre eventos e personalidades a ler genealogias e instituições. O teto destes dois livros se inicia com Adão e termina com a proclamação do rei Ciro, feita no ano 538. a.C. As genealogias apresentadas nos nove primeiros capítulos de I Crônicas mostra o lugar que Deus designara para Israel na história da raça humana. O foco principal está sobre as tribos de Judá e Levi. Judá, por causa da proeminência de Davi. De fato, nada menos do que 29 capítulos nos dois livros de Crônicas são dedicados a Davi e Salomão. A tribo de Levi é a próxima em importância porque o tema do templo é dominante no livro.
[…]
Tendo em vista que o reino de Judá absorvera, ao longo dos anos, muitas pessoas do reino de Samaria, o autor vê este reino como o remanescente de todo o Israel ao tempo da queda de Samaria em 722 a.C. O povo podia esperar, então, que um filho de David se tornasse rei, novamente. O Novo Testamento mostra que Jesus Cristo descendia de Davi e Ele é o rei eterno de Seu povo. Portanto, é seguro concluir que o Senhor sempre se mantém fiel a Suas promessas da aliança.
Fonte: Andrews Study Bible.



I Crônicas 10 by Jeferson Quimelli
30 de março de 2013, 0:01
Filed under: desobediência, escolhas, obediência

Texto bíblico à I Crônicas 10

Saul, o primeiro rei de Israel, recebeu a unção do Espírito de Deus e poderia ter dado um bom exemplo ao povo de Israel. Infelizmente, permitiu que o orgulho e a desobediência assumissem o controle da sua vida.


Saul foi corajoso. Ele lutou e ganhou muitas batalhas para o Senhor, mas a luta no monte Gilboa foi trágica. Lá, ele e seus três filhos morreram.


Olhando exclusivamente para este incidente, talvez pudéssemos pensar: “Por que Deus permitiu que tal tragédia acontecesse”? No entanto, vendo o contexto, percebemos que Deus fez tudo o que podia para salvar Saul da desgraça.


Saul havia, persistentemente, rejeitado a liderança do Espírito de Deus e perseguia pessoas inocentes, como Davi, por ciúmes. Ele foi tão longe, no caminho da desobediência, ao ponto de consultar uma médium a fim de obter orientação. Como resultado de suas próprias escolhas, Deus não pôde mais protegê-lo.


A narrativa do cronista diz que: “Saul morreu dessa forma, porque foi infiel ao Senhor, não foi obediente à palavra do Senhor e chegou a consultar uma médium em busca de orientação, em vez de consultar o Senhor” (1 Crônicas 10:13-14, NVI). Um pequeno ato de desobediência levou a outro, até que, finalmente, Saul aventurou-se a consultar uma médium – algo estritamente proibido por Deus (Deuteronômio 18:10-12).


A desobediência traz a morte. Toda vez que nos afastamos da vontade de Deus nos machucamos e trazemos desastre sobre nós e nossos entes queridos.


Querido Deus, dá-me a compreensão de que Suas leis foram dadas para me proteger. Ajuda-me a ser agradecido e obediente.


Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração


Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 30 de março de 2013, sábado, dentro do plano Reavivados por Sua Palavra, de leitura mundial de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.




Comentários bíblicos selecionados: 

1-14 Em contraste aos quase 10 capítulos dedicados ao reinado de Saul em I Samuel, I Crônicas tem somente um, registrando sua morte  (Andrews Study Bible).

4 incircuncisos.Uma referência depreciativa comum repetidamente utilizada em I Samuel. se lançou sobre ela. Para escapar de mutilação e uma vida de humilhação, Saul e seu escudeiro cometeram suicídio (ver Jz 9:54; 16:30; 2Sm 17.23)  (Andrews Study Bible).

6 toda a sua casa pereceu. Esta declaração não tem o objetivo de transmitir a idéia de que não houve sobreviventes da descendência de Saul, pois Isbosete sobreviveu (2Sm 2:8). Em vez disso, o objetivo parece ser indicar que sua ruína foi completa. A família de Davi não mais subiria ao poder (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º dia, vol. 3. p. 152).

10 no templo de seu deus. “Templo de Astarote” (1Sm 31:10). Astarote era o correspondente cananeu da deusa Ishtar, dos mesopotâmios. Ela era a deusa do sexo e da guerra (CBASD, vol. 3. p. 152).

11 Jabes de Gileade. Continuavam leais a Saul, desde quando os livrara, havia já, quase quarenta anos passados (1 Sm 11.1-11) (Bíblia Shedd).

13 consultara uma necromante. A infidelidade de Saul a Deus o levou a procurar médiuns. Isto era proibido em Israel (Deut. 19:9-14)  (Andrews Study Bible).

13,14 Estes versículos não têm nenhum paralelo no relato de Samuel; foram acrescentados pelo cronista, em consonância com seu tema do castigo imediato. […] Consultar médiuns era proibido (Dt 18.9-14) e levou à morte de Saul  (Bíblia de Estudo NVI).

14 E não ao Senhor. Antes de consultar a necromante de Em-Dor, Saul se esforçou para conseguir uma resposta de Deus, mas não conseguiu (1Sm 28.6). Se ele tivesse se arrependido de fato, buscado o Senhor com humildade e contrição, Deus o teria ouvido. O fato de ele ter buscado uma médium que representava o maligno indica claramente o quanto Saul tinha se afastado de Deus. A Davi. Com estas palavras, faz-se a transição da história antiga do povo de Deus para o rei Davi. A dinastia de Davi é o tema do restante do livro das Crônicas (CBASD, vol. 3. p. 153).



I Cronicas 9 – sexta, 29.03.2013 – com comentários by Jeferson Quimelli
29 de março de 2013, 0:02
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico à I Crônicas 9

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Na conclusão desta parte de Crônicas e da nossa árvore familiar espiritual, a ênfase retorna ao templo e às pessoas ao seu redor. Ela fecha o círculo deste olhar de nove capítulos sobre o plano de redenção e nosso legado humano. 

Começamos com uma visão ampla no registro à referência a “todo o Israel”. Em seguida, muda o foco rapidamente para Jerusalém e às pessoas que lá viviam. Muitos de seus cidadãos e dos arredores faziam parte dos serviços de governo ou do templo, que eram inicialmente muito ligados. 

Em Jerusalém se encontravam aqueles que deveriam dar o exemplo para os outros. Os sacerdotes, os levitas, os porteiros viviam lá. Eles tinham deveres que nos lembram de nossa própria responsabilidade para a obra de Deus hoje. Eles eram encarregados de manter santo e ordenado o ministério do templo, tratando dele com cuidado, administrando o bens, tanto os móveis quanto do dinheiro, e garantindo que o culto, com a sua essência de sacrifícios e música, estivesse pronto em cada momento. 

Estes que trabalhavam no templo viam o plano da redenção representado de uma forma muito real a cada dia na vida do santuário. Eles tinham muito cuidado ao desempenhar esse trabalho sagrado.

Que nós, também, possamos ter semelhante cuidado em a nossa vida diária, na maneira como os outros observam nossa resposta ao plano de Deus de redenção. 

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

Trad JAQ




Comentários bíblicos selecionados: 

1 todo o Israel. A preocupação do cronista com “todo o Israel” é uma das razões chaves pelas quais incluiu as genealogias (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Livro dos Reis de Israel. Não se refere aos dois livros dos Reis, no Antigo Testamento, mas de um registro civil, porque os nomes dos israelitas que se acham nesse capítulo viveram em Jerusalém depois do cativeiro. Quando caiu o reino do norte, o reino do sul se apossara do nome de Israel (Mq 1.13-15; 2.7; 1.1,9,10) (Bíblia Shedd).

3 filhos de Judá […] Benjamim […] Efraim […] Manassés. Cumprimento de Os 1.11 que profetizara que os filhos de Judá e os de Israel habitariam juntos após a amargura do cativeiro (Bíblia Shedd).

14 levitas. Os descendentes de Levi, filho de Jacó. Desempenhavam várias funções dentro e em volta do templo (Andrews Study Bible).

15 Asafe. Um dos três líderes dos músicos do templo, indicados por Davi (Andrews Study Bible).

19 Corá. Embora morto pelo Senhor, seu clã continuara sendo parte importante da divisão coatita de Levi (6.22-28) (Bíblia Shedd).

32 pães da proposição. Os pães colocados no Lugar Santo, simbolizando as fiéis provisões de Deus de comida para seu povo (Andrews Study Bible).

39 Saul. A repetição da genealogia de Saul serve como introdução à história de sua morte, registrada no próximo capítulo (Andrews Study Bible).



I Crônicas 8 – quinta, 28.03.2013 – com comentários by Jeferson Quimelli
28 de março de 2013, 0:02
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico à I Crônicas 8

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Das genealogias que lemos nos últimos capítulos, esta é a mais simples. 

Benjamim, o filho mais jovem de Israel [Jacó] é o avô distante do primeiro rei de Israel, Saul. Seu filho, Jônatas, o amigo do futuro rei Davi, recebe aqui uma menção honrosa, juntamente com seu neto com deficiência, Mefibosete (Meribe-Baal). Além disso, os filhos e netos de Saul foram todos homens valentes conhecidos por sua habilidade em batalha e no tiro com arco. 

No entanto, houve muitos altos e baixos na caminhada desta família com Deus. Saul se matou no ponto mais baixo de sua vida quando percebeu que havia perdido a batalha e seria capturado pelos filisteus. Por outro lado, Jônatas morreu em um ponto alto em sua vida, apoiando seu amigo Davi e foi homenageado. Seus descendentes são descritos como homens de coragem e bravura. 

Israel, enquanto nação, também subiu e desceu na sua caminhada com Deus. Quando eles se aproximavam de Deus, tornavam-se extremamente abençoados. Em seguida, eles se apoiavam em seu próprio entendimento e se afastavam de Deus. Chegando a um ponto baixo, eles se voltavam e se aproximavam novamente de Deus. 

Sem dúvida, a maioria de nós já teve jornadas espirituais com altos e baixos que se assemelham à de Israel. O que podemos aprender da viagem desta família de arqueiros e de Israel? Como Israel, podemos nos recuperar através do arrependimento e da confiança no poder do Seu Espírito. 

Se nos apoiarmos sobre o Espírito Santo, nos tornaremos capazes de viver cada vez mais perto de Jesus. Além disso, seremos capazes de reconhecer mais claramente quando deixarmos o Seu lado e, com firme confiança nEle, corrigir nossas ações para retornar rapidamente à Sua graça. 

Que possamos ser arqueiros poderosos de Jesus em nossa luta contra o inimigo e que nossas flechas sempre acertem o alvo certo. 

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

Trad JAQ

Comentários bíblicos selecionados:

1-40 Descendentes de Benjamim. A inclusão de uma segunda genealogia de Benjamim ainda mais extensiva reflete a importância dessa tribo quanto ao interesse do cronista por Saul. […] A genealogia de Benjamim é mais extensiva que a de todas as demais tribos, menos Judá e Levi. O cronista também se preocupa com a genealogia de Saul (v 29-38) a fim de armar o palco para a narrativa histórica que começa no fim do reinado dele (cap. 10); a genealogia d Saul é repetida em 9.35-44. Várias referências fazem supor que essa genealogia também se originou da esfera militar (v. 6, 10, 13, 28, 40)  (Bíblia de Estudo Vida).
Benjamim recebe atenção especial porque Jerusalém pertencia, tradicionalmente àquela tribo (Js 18.28) e porque o primeiro rei, Saul, era benjamita (33). O v. 28 indica que havia numerosos benjamitas em Jerusalém, na época do cronista. A ênfase sobre Benjamim liga as genealogias com o corpo histórico do livro, que começa com o relato sobre a família real de Saul (Bíblia Shedd).

6-27 Exclusividade de Crônicas (Bíblia de Estudo Vida).

29 Jibeão. Uma cidade no território Benjamita onde houvera um importante santuário. Deus apareceu a Salomão em um sonho neste lugar  (Andrews Study Bible).
pai [de Jibeão]. Ou líder, ou ainda fundador (Bíblia de Estudo Vida, nota textual).

33 Esbaal. O sentido é “homem (adorador) de baal”. Em 2 Sm 2.8, o nome do filho de Saul é alterado para Is-Bosete, “homem de opróbrio”. No hebraico, boseth significa “vergonha”. A alteração foi feita porque o livro de Samuel era lido em voz alta nos cultos nas sinagogas, enquanto Crônicas não o era. Antes da introdução da adoração ao deus fenício Baal em Israel, pelo rei Acabe, a palavra baal não tinha má conotação no hebraico, mas simplesmente era equivalente ao substantivo próprio mais comum El, isto é, “Deus”, ou “Senhor”, ou “marido”. No tempo de Saul era um título honorífico que subentendia que Jeová era o Senhor, o “baal” de Canaã. Depois de Acabe, os nomes relacionados com “baal” se tornaram ofensivos aos ouvidos piedosos, que nem ao menos pronunciavam tal palavra. Esses alteraram os nomes de seus antepassados, incluindo a forma El ou Boseth. Por exemplo, Meeribe-baal se tornou Mefibosete (2 Sm 9.10) (Bíblia Shedd).



I Crônicas 7 – quarta, 27.03.2013 – com comentários by Jeferson Quimelli
27 de março de 2013, 0:02
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Texto bíblico à I Crônicas 7

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Poderíamos facilmente ler os nomes no capítulo de hoje, que fala dos descendentes de Issacar, Benjamim, Naftali, Manassés, Efraim e Aser, e seguir em frente.

Poderíamos ler os nomes dos guerreiros e homens valentes, os nomes dos que tiveram apenas filhos, e dos que só tiveram filhas; os nomes daqueles que morreram e outros que choraram. Contudo, existe um tema simples que nos é familiar neste capítulo, isto é, a família.

 Observe os versículos 4 e 5, onde temos uma referência a pais, esposas e filhos. Aqui as palavras família e valor estão envolvidas com a menção de seus grandes números.

Nos versos 15 a 18 vemos que Zelofeade era neto de Gileade e teve apenas filhas; e que a irmã de Gileade, Hamolequete teve três filhos. Nos versos 21 a 23, ouvimos sobre uma invasão trágica aos nativos de Gate. Esses homens mataram os filhos de Efraim, quando eles tentavam roubar o seu gado. Efraim chorou por muitos dias a perda de seus filhos. Então, ele e sua esposa tiveram outro filho, a quem Efraim chamou Berias, que significa tragédia.

 O versículo 24 faz referência a uma mulher poderosa, Seerá. Ela foi de auxílio fundamental para que Salomão reconstruísse as regiões canaanitas de Bete Horom (2 Crônicas 8 e Josué 16). Parece também que ela construiu sua própria cidade e a nomeou Uzém Seerá. Sua liderança e a referência a ela neste rol predominantemente masculino de nomes denota que ela foi uma mulher altamente considerada por Deus. 

Nessas histórias provavelmente podemos encontrar alguns fatos relacionados com a nossa própria família. Existe um guerreiro, um homem ou uma mulher de valor em nossa família? Existe alguém com filhos e filhas, ou que teve somente filhos ou somente filhas? Certamente todos nós experimentamos a morte e luto de alguém próximo.

 Isso é o que significa ser família, identificar-se com os fardos e as alegrias de outros. Nós somos parte da família de Deus e a genealogia aqui listada nos lembra de que nossa reunião de família no Céu será um grande evento! Eu quero estar lá. Você também não quer?

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

Trad JAQ




Comentários bíblicos selecionados:

1-5 Essa lista dos clãs [de Issacar] parece ter origem num alistamento militar (v. 2, 4, 5) desde os dias de Davi (v. 2), o que talvez reflita o censo do cap. 21 e de 2Sm 24 (Bíblia de Estudo Vida).

6 Benjamim. Significa “filho da mão direita”. José e Benjamim eram filhos de Jacó e Raquel. Benjamim foi o último filho de Jacó. Saul, primeiro rei de Israel, era da tribo de Benjamim. Em Gn 46.21 há menção de 10 filhos, e, em 1 Cr 8.1,2 [e em Nm 26.38,39] são mencionados cinco filhos. Acredita-se que os outros [seus clãs] foram mortos na horrenda matança de Jz 20. Essas genealogias são imperfeitas. Sobreviera ruína a Israel, e isso se reflete nos registros. Alguns conservaram seus registros perfeitos, na Babilônia; outros se mostraram descuidados, não se lembrando das promessas de Deus a Seu povo. Perderam as provas que, realmente, pertenciam ao povo escolhido. Os que mantinham seus registros, esperavam, pela fé, o tempo quando retornariam à sua terra. Jr 32 é um exemplo dessa fé esperançosa (Bíblia Shedd).
O único nome que aparece em todas essas fontes documentárias é Belá, o primogênito. As variações refletem origens e funções diferentes para essas genealogias. A lista aqui parece funcionar na esfera militar (v. 7, 9, 11)  (Bíblia de Estudo Vida).

11 capazes de sair à guerra. Todos os homens com 20 anos ou mais poderiam ser contados no exército de Israel (Andrews Study Bible).

13 netos de Bila. Dã e Naftali eram literalmente “filhos” de Bila, concubina de Jacó (Gn 30:3-8), de modo que os “filhos” de Naftali são “netos” de Bila (hebraico: “filhos”) de Bila (Bíblia de Estudo Vida).

14 Manassés. Refere-se à parte da tribo que vivia a oeste do Jordão (comparar 5.23,24). Foi o filho mais velho de José e Azenate (Gn 41.50,51) (Bíblia Shedd).

14-19 Dos 13 clãs diferentes da tribo de Manassés que ficam conhecidos nessas genealogias, sete são mencionados nos óstracos de Samaria (cerca de 65 cacos de cerâmica tendo inscritos neles registros de entrega de vinho, de óleo, de cevada e de outras comodidades no séc VIII a.C.). O destaque atribuído às mulheres nessa genealogia é incomum; faz supor que pode ter funcionado na esfera doméstica, talvez como declaração da condição social dos vários clãs de Manassés (Bíblia de Estudo Vida).

15 só filhas. As cinco corajosas filhas de Zelofeade motivaram um novo regulamento legal com respeito aos direitos femininos de herança (Nm 27). A proeminência das mulheres de Manassés é notável (Andrews Study Bible).

21 Gate. Uma das mais importantes das cinco cidades filistéias, que formavam uma confederação (Andrews Study Bible).

23 Berias. O nome significa “com tragédia” (Andrews Study Bible).
iam mal. [desgraça, NVI] No hebraico, beraah, sendo o nome uma reflexão da situação em que se encontrara (Bíblia Shedd).



I Crônicas 6 – terça, 26.03.2013 by Jeferson Quimelli
26 de março de 2013, 0:02
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Texto bíblico à I Crônicas 6

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Neste capítulo, que tem foco especial nos levitas, podemos recolher ao menos duas idéias a partir desta ladainha da nossa árvore genealógica espiritual. 

Até o final do capítulo vemos que levitas não receberam parte da terra quando ela foi dividida entre as demais tribos. Em vez disso, Deus os distribuiu nas cidades de Israel, permitindo-lhes ser influentes na vida de cada cidadão. Esta distribuição mostra como Deus tem um lugar especial para os seus obreiros, Seus servos comprometidos com o trabalho em tempo integral do ministério e também se preocupa com eles de um modo especial.

Isto acrescenta peso ao significado da árvore genealógica mencionada aqui. Ela traça cuidadosamente a linhagem de Cristo, especialmente o sacerdócio, primeiro de Adão a Arão e até Davi. Esta prova adicional de confiabilidade do antigo registro é mais uma confirmação de que as promessas de Deus são verdadeiras, de que Ele tem um plano e que nesse plano temos esperança e redenção.

Isto nos serve como um lembrete, hoje, para que demos a mesma atenção aos envolvidos no ministério com nosso apoio dos dízimos e ofertas como Israel fazia para os levitas.
No versículo 15 encontramos uma referência ao cativeiro do povo de Deus nas mãos de Nabucodonosor. Isso indica que as Crônicas foram escritas relativamente perto dos últimos registros do Antigo Testamento*. 
O desafio de hoje é duplo:
O que mais podemos fazer para apoiar e encorajar aqueles na linha de frente do ministério? 
À luz do plano de redenção, reconhecemos as promessas que Deus fez para nos dar ânimo e àqueles que nos rodeiam hoje?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Trad JAQ

* NT: Durante o domínio persa, antes dos domínios grego e romano.


I Crônicas 5 – segunda, 25.03.2013 by Jeferson Quimelli
25 de março de 2013, 0:02
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Texto bíblico à I Crônicas 5

Texto de hoje do blog da Bíblia:


Esta seção da genealogia enfoca as tribos de Israel a leste do rio Jordão. À primeira leitura, parece que é “mais do mesmo”. No entanto, tomemos um minuto para entender o caráter das tribos de Gade e Manassés.

Com o foco dos versos 11-22 na tribo de Gade, vemos que esses descendentes de Jacó confiavam em Deus. Eles pediram a ajuda de Deus contra os seus primos, os hagarenos. E foram vitoriosos porque colocaram tudo nas mãos de Deus. Nos versos finais do capítulo, de 23 a 26, lemos sobre Manassés. O escritor bíblico também os registra como homens de valor.

Então, aconteceu uma mudança. De alguma forma, ao longo de seu caminho, essas tribos foram infiéis a Deus. De alguma forma eles perderam o seu Caminho espiritual. A Escritura diz que eles se prostituíram espiritualmente. Eles agiram como os idólatras cananeus antes deles. Isto, por fim, os levou ao cativeiro assírio.

Ao considerar o caráter dessas tribos, a pergunta de hoje para você e para mim parece óbvia e simples: Aprendemos alguma coisa dos que vieram antes de nós? Estamos agarrados às coisas do mundo cujo destino é o cativeiro ou permanecemos fiéis, conservando a vitória da vida por Jesus?

Que possamos permanecer homens e mulheres valentes, cativos somente do Deus do Céu, pelo amor.

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

Trad JAQ 


I Crônicas 4 – domingo, 24.03.2013 by Jeferson Quimelli
24 de março de 2013, 0:02
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico à I Crônicas 4

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Na leitura de hoje somos lembrados de nossa herança espiritual. 

Os filhos de Judá e de Simeão compuseram a base do remanescente de Israel. Esses descendentes se agarraram à terra de seus pais através da adversidade e do tempo, até hoje. A partir desses descendentes, podemos traçar a árvore genealógica da família de Judá à medida que segue desde uma pequena cidade de Belém, até José, marido de Maria, mãe do nosso Salvador Jesus (Mt 1:1-16). 

Um destes filhos tem sua história bem comentada na cultura popular religiosa recente: Jabes [no original hebraico: “Ele causará dores”, nota textual sobre o v. 9, NKJV]. Interrupções de curta duração, como esta história, fazem uma pausa nas genealogias e nos dão uma visão sobre as práticas religiosas nos tempos antigos. Podemos crescer em nossa própria relação com Cristo quando refletimos sobre a oração de Jabes.

Jabez era um homem de honra, mais ilustre do que seus irmãos, mas aparentemente não trouxe essa reputação do berço. O registro aqui mostra que ele causou muita dor a sua mãe no seu nascimento. Não está claro se isso foi emocional, físico ou algum outro sofrimento. No entanto, ele corajosamente pede a Deus para abençoá-lo, dar-lhe mais território e responsabilidade. Ele pede que o Espírito de Deus esteja com ele para que ele não peque. Por fim, diz ele, “que eu não cause dores a outros” (v. 10 NKJV). 

Este filho de Judá pediu a Deus, simples, mas fortemente, pela honra espiritual básica e que pudesse viver para o benefício de outros. E Deus concedeu a ele os desejos de seu coração. O que nós estamos pedindo que Deus nos dê?

Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Trad JAQ



I Crônicas 3 – sábado, 23.03.2013 by Jeferson Quimelli
23 de março de 2013, 0:02
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico à I Crônicas 3
Texto de hoje do blog da Bíblia:

Um homem segundo o coração de Deus. É assim que é feita referência à linhagem de Davi neste capítulo, o que nos leva à compreensão da graça duradoura do Céu. Davi é mencionado na leitura de ontem como o sétimo filho de Jessé. Em Atos 13:22 Deus chama Davi como sendo um homem segundo o Seu coração e vontade. 

Será que podemos nos referir como “segundo o coração e vontade de Deus” a uma linhagem de quatro filhos vindos de um relacionamento nascido em um adultério? Olhe para a paciência de Deus, à medida que a descendência de Davi se desdobra. Salomão, filho ilegítimo de Bate-Seba e Davi, encontra-se na árvore genealógica de Jesus (Mateus 1:6). 


O exame dessa linha adúltera só pode nos levar a uma conclusão. Olhe para Cristo para ver que enquanto nossas circunstâncias podem parecer manchar nossa linhagem, é em Cristo que é definido o nosso legado. Davi, em suas próprias palavras, descreve como a nossa confissão deve ser: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Salmo 51:10).

Que esta seja a nossa oração hoje. 

Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Trad JAQ – Rev GASQ




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