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Boaz, o “parente próximo” é introduzido na história. A primeira evidência que temos de sua fé é o modo como ele trata seus funcionários, “O Senhor esteja com vocês.” Eles devolvem a saudação, afirmando uma relação de amor e respeito mútuo sob a bênção de Deus. (O amor pode ser definido como a firme determinação de que o bem sobrevenha a alguém.) Boaz deixa claro que seus funcionários devem mostrar semelhante respeito para com Rute por causa de sua devoção a Naomi.
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Texto bíblico à Rute 1
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Não há uma curta história melhor do que a de Rute no mundo. Este simples relato é um testemunho da providência de Deus e do verdadeiro amor. Seus três personagens principais vão da desesperança individual à abundância mútua em quatro capítulos curtos. É uma história inspiradora provavelmente registrada por Samuel, de alto valor moral e poético e lida até hoje, por estas mesmas razões, na Festa das Semanas, posteriormente Pentecostes.
Porém o amor verdadeiro que Noemi tinha pelo Deus verdadeiro e por Rute, sua nora, as havia ligado por laços inseparáveis. Rute possuía a fé que Noemi havia vivenciado, e esta fé a encorajou a desejar compartilhar o futuro de sua sogra, por mais difícil que viesse a ser. Deus recompensou a fidelidade de Rute de maneira inimaginável: ela, que era moabita – e, portanto, excluída da congregação – foi ricamente abençoada em vida em se casar com um nobre e digno judeu, e teve sua descendência levada à realeza terrena com Davi e Salomão e à realeza eterna, com Jesus.
Deus não desampara Seus filhos. Ele tinha um plano de amor e redenção para Noemi e Rute e tem também um plano para você. Ele não te ama menos do que a Noemi e Rute e quer também, do mesmo modo, abençoar e usar a sua vida como testemunho do Seu amor e de Seu caráter.
Confie e veja o agir de Deus em sua vida!
Universidade Adventista do Sul
Trad/Adap- -JAQ/JDS
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Porém o amor verdadeiro que Noemi tinha pelo Deus verdadeiro e por Rute, sua nora, as havia ligado por laços inseparáveis. Rute possuía a fé que Noemi havia vivenciado, e esta fé a encorajou a desejar compartilhar o futuro de sua sogra, por mais difícil que viesse a ser. Deus recompensou a fidelidade de Rute de maneira inimaginável: ela, que era moabita – e, portanto, excluída da congregação – foi ricamente abençoada em vida em se casar com um nobre e digno judeu, e teve sua descendência levada à realeza terrena com Davi e Salomão e à realeza eterna, com Jesus.
Deus não desampara Seus filhos. Ele tinha um plano de amor e redenção para Noemi e Rute e tem também um plano para você. Ele não te ama menos do que a Noemi e Rute e quer também, do mesmo modo, abençoar e usar a sua vida como testemunho do Seu amor e de Seu caráter.
Jan Haluska
Trad/Adap- -JAQ/JDS
Notas:
“O livro de Rute não é um romance, mas a história de amor reverente de uma jovem viúva pela mãe de seu falecido esposo. O tipo de amor demonstrado por Rute é o mais puro, altruísta e extraordinário” (CBASD, vol. 2, p. 445).
“O relacionamento entre sogra e nora é tema de muitas comédias, mas entre Rute e Noemi houve um relacionamento de natureza bem diferente. … A nora Rute mostrou uma devoção que revelava os belos traços de caráter tanto dela quanto de Noemi, rompendo com todos os laços familiares e étnicos para acompanhar a estimada sogra. Ao contemplar pela última vez os campos férteis de sua pátria, com profunda demonstração de afeto, Rute exclamou: ‘O teu povo é o meu povo; o teu Deus é o meu Deus’ (Rt 1:16). Então, pôs-se rumo a uma terra estranha, unindo-se com o verdadeiro povo de Deus e tornando-se Sua fiel adoradora. … Definitivamente, é uma história repleta de magníficos exemplos de fé, piedade, humildade, diligência e amabilidade, reveladas em eventos comuns da vida. … Os israelitas, pelo estudo dessa narrativa, deveriam ter compreendido o plano de Deus para a salvação de pessoas de todas as nações, que aceitariam, como a moabita Rute, o Deus cujo caráter lhes teria demonstrado pelo testemunho de Seus servos. Dessa forma, era plano de Deus que muitos alcançassem uma transformação de caráteer que os tornasse individualmente preparados para ser cidadãos do eterno reino de Cristo” (CBASD, vol. 2, p. 448, 449).
“O fato de Rute, a bisavó de Davi, ser moabita provavelmente explica por que Davi tenha colocado seus pais sob a a proteção do rei de Moabe quando fugia de Saul (CBASD, vol. 2, p. 445).
Tempo da história e da escrita e autor: Embora Rt 4:22 leva a crer que o livro foi escrito durante o reinado de Davi, o v. 21 indica que ela ocorreu no início do período dos juízes (Boaz era filho de Raabe). O tempo, o estilo de escrita e outros elementos literários indicam que o autor do livro foi Samuel, assim como o de Juízes, provavelmente fazendo conexão entre o tempo de Josué com o da monarquia judaica.
Os nomes de Elimeleque e de Noemi (v. 2) são muito significativos. Elimeleque, “meu Deus é rei”, reflete a vida piedosa dos pais de Elimeleque e podem indicar até um reconhecimento a Deus como único e legítimo rei de Israel, numa época em que muitos israelitas já cogitavam um rei humano. Noemi, “agradável”, ou “meu deleite”, indicava que seus pais tiveram muita alegria no nascimento da filha, em uma época que os pais hebreus se regozijavam no nascimento de filhos homens (cf. CBASD, vol. 2, p. 451, 452).
7 saiu, pois, ela A atitude do cristão deve ser a mesma de Noemi: sair do lugar inadequado e trilhar o caminho que conduz aonde Deus quer que ele vá. Como Noemi se dirigiu para a Canaã errestre, o povo de Deus precisa pôr-se a caminho da Canaã celestial; e, ao empreender essa viagem, levar outros que, à semelhança de Rute, dirão: “Teu povo é o meu povo, teu Deus é o meu Deus” (v. 16) (CBASD, vol. 2, p. 452).
9 que sejais felizes. A ARC traduz “que acheis descanso”, como a KJV. O descanso, ou felicidade, a que Noemi se referiu não deveria ser encontrado no lar de suas mães, mas em seus próprios lares – “cada uma em casa de seu marido”. Quando os judeus falavam de uma mulher encontrando descanso, estavam se referindo ao casamento (ver tb Rt 3:1) (CBASD, vol. 2, p. 453).
14 Rute se apegou Feliz é a sogra que conquista suas noras, em vez de afastá-las (CBASD, vol. 2, p. 454).
16 não me instes A resposta de Rute se destacou como a nota tônica de todo o livro. … Não é simplesmente o amor de Rute por sua sogra que a levou a se apegar a ela. Rute se deu conta de queera a fé de Noemi que a tornara uma mulher notável. Rute, com determinação, decidiu-se pelo Deus verdadeiro: “…o teu Deus é o meu Deus”. É difícil encontrar declaração mais sublime de amor e devoção (CBASD, vol. 2, p. 454).
o teu Deus é o meu Deus. O único conhecimento do verdadeiro Deus que Rute possuía era o que ela havia testemunhado na vida de Noemi e dos demais membros de sua família. Esta é a maneira pela qual Deus sempre se revela aos seres humanos: mediante a demonstração do poder de Seu amor operando na vida de pecadores arrependidos e transformados. O poder transformador do amor divino é o melhor argumento em favor da verdade. Sem ele, a religião não passa de “bronze que soa ou […] címbalo que retine” (1Co 13:1) (CBASD, vol. 2, p. 454).
19 não é esta Noemi? …quando seus conterrâneos indagaram “Não é esta Noemi?”, o que queriam dizer era: “Esta é Noemi, voltando sozinha e viúva?” Parecia inacreditável que tanto o esposo quanto os dois filhos tivessem morrido (CBASD, vol. 2, p. 455).
Deus te abençoe a ter um amor verdadeiro, profundo e fiel como o de Noemi e Rute. Este é o amor eterno.
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Crédito: Atlas Bíblico, CPAD
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Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as conseqüências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.
Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira? Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama?
Justo E. Morales
Trad JAQ/GASQ – Rev JDS
Nota trad.: A razão apontada por muitos comentaristas para que Jabes-Gileade não tenha atendido à convocação marcial para lutar contra os benjamitas seria porque a tribo de Manassés, da qual faziam parte, tinha fortes laços com os benjamitas, por serem todos descendentes de Raquel e porque também não haviam comparecido à festa espiritual especialmente convocada em Siló para oferecer sacrifícios ao Senhor.
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Texto de hoje do blog da Bíblia:
Esta seção de Juízes, dos capítulos 17-21, termina com as já conhecidas declarações: “Naquela época não havia rei em Israel” (18:1, 19:1 e 21:25); e “cada um fazia o que lhe parecia certo.” (17:6 e 21:25). Os israelitas tentaram resolver seus problemas por si próprios sem uma liderança espiritual e moral como a que Moisés e Josué forneceram e erraram feio. Embora o Senhor concedesse a vitória aos israelitas nas guerras, eles não buscaram a orientação de Deus nos acontecimentos subsequentes e trilharam um caminho que era direito apenas aos seus próprios olhos.
No capítulo anterior (20) os filhos de Benjamim foram derrotados por seus companheiros israelitas a quem Deus havia prometido a vitória. Os vencedores haviam tomado a decisão de proibir qualquer israelita de dar sua filha como esposa a um benjamita e selaram esta decisão com um juramento. Esta decisão foi inteiramente deles, não do Senhor, e criou um problema aos próprios israelitas para encontrar uma maneira de salvar o que restou da tribo de Benjamim. Os israelitas sentem-se agora obrigados a manter este voto a todo custo, para não trazer uma maldição sobre si mesmos (21:18).
A solução cruel a que chegam é totalmente irrazoável e revoltante. Eles decidem destruir a cidade e os habitantes de Jabes-Gileade – homens, mulheres e crianças. Entre os moradores de Jabes-Gileade encontraram 400 virgens que mantiveram vivas para se tornarem esposas para os benjamitas.
Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as conseqüências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.
Muitos professos cristãos de hoje têm uma “fé” egoísta. Eles fazem apenas o necessário para satisfazer os requisitos mínimos da Lei e nada mais. É uma obediência superficial, legalista, sem obedecer ao espírito de amor da Lei.
Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira? Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama?
Justo E. Morales
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ/GASQ – Rev JDS
Nota trad.: A razão apontada por muitos comentaristas para que Jabes-Gileade não tenha atendido à convocação marcial para lutar contra os benjamitas seria porque a tribo de Manassés, da qual faziam parte, tinha fortes laços com os benjamitas, por serem todos descendentes de Raquel e porque também não haviam comparecido à festa espiritual especialmente convocada em Siló para oferecer sacrifícios ao Senhor.
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Prezado leitor,
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Crédito mapa: Atlas Bíblico, CPAD.
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Texto bíblico à Juízes 20
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Capítulo após capítulo testemunhamos a tolerância e a inércia dos israelitas em fazer algo a respeito de sua condição moral. Juízes se inicia com a morte de Josué e a apostasia subseqüente de Israel. Desde então, os filhos de Israel não somente foram oprimidos por causa da sua infidelidade: eles também se dividiram e chegaram, às vezes, até mesmo a lutar e matar uns aos outros. Neste capítulo, finalmente vemos o que não havia mais acontecido desde os dias de Josué: a nação inteira de Israel (exceto os benjamitas) se ajuntando “como um homem” (v. 8). Reuniram-se para tratar da “maldade” que havia ocorrido entre eles.
Os homens de Israel estavam unidos em sua indignação e tinham a intenção de eliminar esse mal de Israel, colocando à morte esses “homens perversos” de Gibeá. Os benjamitas, por outro lado, estavam determinados a proteger os malfeitores e se recusaram a entregar os homens maus. Confrontados com esta resposta, os israelitas foram a Betel (casa de Deus) e perguntaram não o que eles deveriam fazer, mas quem deveria lutar primeiro (20:18). Os israelitas já haviam decidido o que fazer. Infelizmente, os israelitas não buscaram a Deus suplicando por perdão e orientação. Eles não buscaram a Deus como seu rei e comandante, mas, sim, como se consulta a um oráculo a respeito de seu destino. É evidente que os israelitas não entenderam o papel de Deus em tudo isso pelo fato de terem eles trazido a Arca da Aliança de Siló para que servisse como um amuleto de boa sorte (cf. 1 Sam 4).
Deus responde aquilo que lhe haviam perguntado: Judá deveria lutar primeiro. Mas não há bênção ou promessa de vitória. Os benjamitas vencem e há uma grande matança. Desta vez, os israelitas realmente buscam o “conselho do Senhor” (20:23), mas o Senhor ainda não promete vitória. Somente após mais uma derrota colossal é que os filhos de Israel se aproximam do Todo-Poderoso da maneira que deveria ter feito desde o início: eles “jejuaram aquele dia até a tarde; e, perante o Senhor, ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas.” Só então o Senhor promete entregar os benjamitas em suas mãos (20:26-27). Então, “o Senhor derrotou Benjamim diante de Israel” (20:35 NVI).
Deus intencionalmente permitiu que Israel fosse derrotado duas vezes antes de conceder-lhes a vitória. Havia uma importante lição a ser aprendida sobre como obter a bênção de Deus. Mesmo sendo justa a causa – remover a iniquidade de Israel -, o Senhor exige arrependimento e humildade, especialmente considerando que toda a nação era merecedora da ira de Deus. Há um grande contraste entre o ultraje moral exibido em Gibeá e a completa falta de preocupação de Israel com todos os anos de aberta idolatria que eles praticaram. Sua punição contra a Gibeonitas foi a completa destruição de toda a vida e da propriedade, mas tal julgamento havia sido prescrito apenas para o pecado de idolatria (Dt 13:12-18)! Na sua hipocrisia, eles não perceberam que haviam sido mais diligentes na destruição de seus irmãos pelos pecados deles do que foram em buscar expiação pelos seus próprios pecados e extirpá-los do seu meio. Que isso sirva de lição para nós! Antes de corrigirmos a outros devemos corrigir a nós mesmos.
Justo E. Morales
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ – Rev JDS
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Texto bíblico à Juízes 19
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Esta narrativa representa o capítulo mais negro na história de Israel durante o período dos juízes. De todas as atrocidades morais cometidas pelos israelitas até agora no livro, esta é, de longe, a mais terrível. As semelhanças entre esta história e a narrativa de depravação de Sodoma (Gn 19) são muitas para ser apenas coincidência. O escritor deliberadamente enfoca essa história para comparar a depravação moral de Israel com aquela do povo de Sodoma. As seguintes palavras resumem a história: “Nunca se viu nem se fez uma coisa dessas desde o dia em que os israelitas saíram do Egito” (Jz. 19:30 NVI) .
É importante destacar que o narrador não julga as ações dos personagens. Não devemos assumir que hospedeiro do levita estava correto ao preferir estupro heterossexual em vez de estupro homossexual. Ele fez isso porque lhe pareceu bem aos seus próprios olhos. Da mesma forma, a falta de hospitalidade não é o verdadeiro problema aqui, como alguns comentaristas têm sugerido. A violência cometida por esses homens não decorre de falta de espírito hospitaleiro, mas, sim, é proveniente de corações maus e depravados. A narrativa deixa claro que o crime aqui é estupro e assassinato, perpetrado pelos homens de Gibeá.
Tão horrível quanto esses atos tenham sido, a pior e mais chocante parte é que foram filhos de Israel quem os cometeram. Estupro e assassinato não eram menos comuns no antigo Oriente Próximo do que são hoje. Mas se pudessem ocorrer em outras nações, tais atrocidades não poderiam ter ocorrido entre o povo escolhido de Deus. Mesmo em uma época em que “não havia rei em Israel”, eles deveriam ter um padrão de viver mais elevado do que as nações vizinhas. A insistência do levita para ir a uma cidade israelita em vez de uma cidade estrangeira (19:12) só enfatiza este ponto: os israelitas deveriam ser pessoas melhores.
A decadência moral da sociedade israelita foi o resultado de viver como se não houvesse rei e como se Deus não estivesse por perto. Vivemos precisamente nesse tipo de mundo hoje. O temor de Deus parece algo antiquado e estranho para a maioria das pessoas em nossa sociedade. Os seguidores de Jesus, o povo escolhido de Deus, devem ser uma exceção, uma luz que brilha na escuridão.
A maioria de nós provavelmente nunca se envolverá em algo tão horrível como os eventos descritos aqui (Louvado seja o Senhor!). Mas sempre que assumimos uma postura de indiferença egoísta em relação ao pecado, fazemos exatamente como o anfitrião do levita. O filósofo irlandês Edmund Burke escreveu, “tudo o que é necessário para que o mal triunfe é que os homens bons não façam nada.” Se esperarmos conveniência e comodidade para decidirmos quando nos levantar em favor do bem, perderemos muitas oportunidades para ajudar aqueles que têm sido feridos pelo pecado.
Justo E. Morales
Southern Adventist University
Trad JAQ-Rev GASQ/JDS

