Filed under: adoração, amor, Reino de Deus, restauração, vitória | Tags: Alfa e Ômega, apelo de Deus, árvore da vida, grande conflito, Nova Terra, novo Céu, rio da vida
Comentário devocional:
O puro rio da vida nunca cessa de fornecer bênçãos do trono de Deus (v. 1). Aonde Nancy e eu vivemos atualmente, temos uma maravilhosa água doce de poço. Eu só posso imaginar como será a água do céu, fluindo através da árvore da vida que produz doze frutos (v. 2). Sempre conversamos sobre que frutos serão esses. Tentamos definir os doze melhores frutos que mais gostamos. Eu incluiria o durian, minha esposa não. [NT: O durian é uma fruta originária da Malásia e Indonésia, de aparência que lembra um pouco a jaca, de tamanho menor, que tem um cheiro tão forte que em alguns lugares de Cingapura proíbem que seja comida em público.] Ficamos imaginando quais sabores estarão representados na Árvore da Vida.
Jesus nos lembra de Sua autoridade como o Alfa e o Ômega (v. 13), significando que Ele é eterno e o que Ele diz é fiel e verdadeiro. Ele faz questão que entendamos a nossa relação de salvação com Ele e total dependência de Sua graça em nossas vidas. Enquanto aguardamos a “bem-aventurada esperança” Ele nos adverte a não mudarmos nada em Suas mensagens.
Uma advertência urgente soa ao longo deste último capítulo da Bíblia – Jesus apela à nossos corações três vezes (vs. 7, 12, 20), nos dizendo que Ele está voltando logo – em breve! Adoremo-Lo de todo o coração, bebamos livremente da água da vida (v. 17) cheia de graça, e recebamos as bênçãos prometidas para a obediência. Aceitemos as promessas proféticas do Apocalipse.
Na última página do livro “O Grande Conflito” é nos dito de forma majestosa: “O grande conflito terminou. Pecado a pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz a alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas a inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.”
Ao lermos palavras tão sublimes somos levados a dizer: “Vem, Senhor Jesus!” (v. 20 ARA). Levantemo-nos, brilhemos e juntos proclamemos ao mundo que “Jesus está voltando!”
[NT: No original: “Arise! Shine!” and proclaim, “Jesus is coming!”, tema da 60ª Conferência Geral da IASD que se iniciou na quinta-feira, dia 02/07, em San Antonio, Texas].
Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/22/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 22
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/
Filed under: Cordeiro, cura, Jesus | Tags: Deus conosco, Emanuel, grande conflito, Nova Terra, novo Céu
Comentário devocional:
O cenário é a promessa e a esperança de todos os cristãos: a vida eterna em um ambiente perfeito, o qual tornou-se possível graças ao poder redentor, restaurador e reconciliador de Jesus Cristo. O novo Céu e a nova Terra são as perspectivas finais do grande plano de Deus para o Novo Éden. O grande conflito terminará e o plano original de Deus para o Éden será completamente restaurado na Terra refeita. A parte mais fantástica disso é que Deus estará conosco – um segundo cumprimento da promessa de Emanuel – “Deus conosco” (Mt 1:23; cf. Is 7:14; 8:8, 10). Cristo tem estado conosco desde o início, como nosso Redentor na Terra, como nosso Sumo Sacerdote em Seu ministério no lugar santíssimo do santuário celestial e estará conosco como nosso Rei e companheiro constante (ver Mt 28:20).
A promessa mais reconfortante é que todas as lágrimas serão enxugadas e o pecado e a morte não mais existirão. A afirmação de Deus que “eu faço novas todas as coisas” (v. 5 ARA) é a confirmação de que a restauração foi definitiva. É humanamente impossível compreender como isso será feito. Apenas aceitamos pela fé que Deus, que é o princípio e o fim – que é eterno – tem o poder de realizar tudo o que é necessário para retornar o universo ao seu estado perfeito. O Espírito de Profecia (Manuscrito 28, 1886) indica, “Esta Terra é o lugar de preparação para o céu. O tempo gasto aqui é o inverno do cristão … Mas, num futuro próximo, quando Cristo vier, a tristeza e o gemido serão exterminados para sempre. Em seguida, virá o verão do cristão. Todas as dificuldades terão acabado e não haverá mais doença ou morte. “
É somente através da graça e méritos de Jesus Cristo, nosso precioso Salvador, que nossos nomes serão escritos no Livro da Vida do Cordeiro, e teremos acesso à Nova Jerusalém. Através de Sua justiça, comunicadas na justificação e santificação, teremos um lugar dentro da Cidade Santa com um “grande e alto muro com doze portas” (v. 12 NVI).
Estou muito animado a respeito dos planos eternos de Deus para nós. Acima de tudo, estou exultante porque o Cordeiro é “a lampada” (v. 23) que ilumina a Nova Jerusalém e estaremos em Sua presença para sempre!
Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/21/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 21
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/
Filed under: acontecimentos finais, profecias | Tags: 144.000, besta, Cordeiro, dragão, falso profeta, grande conflito, guerra no Céu
Comentário devocional:
De Apocalipse 12 em diante, somos apresentados aos principais personagens do conflito entre o bem e o mal e tomamos conhecimento do destino de cada um deles. De um lado encontramos o triunvirato perverso do dragão, da besta e do falso profeta, apoiado pelos reis e habitantes do mundo; do outro lado vemos o Cordeiro, “os seguidores do Cordeiro”, “uma mulher vestida de sol”, “o remanescente”, e os “144.000”. A despeito das probabilidades, o Cordeiro triunfa sobre a Besta e os remanescentes compartilham de sua vitória.
Os versos centrais do livro de Apocalipse são 12:7-12 (há 200 versículos antes e 198 versículos após essa parte). Eles contêm uma revelação surpreendente e uma declaração triunfante. A revelação está no verso 7: “E houve guerra no céu.” Essa deve ser classificada como uma das admissões mais surpreendentes das Escrituras. Na presença de Deus, na casa do Príncipe da Paz, no último lugar que seria de se esperar, houve guerra! O mal nasceu no lugar mais sagrado do universo. Os próprios filhos de Deus se tornaram rebeldes. Um terço dos anjos desconfiou do Seu amor e desprezou a Sua autoridade, lançando a sorte com o dragão.
A declaração triunfante vem nos versos 10-11, em meio a uma cena de julgamento: “Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram” (NVI). No centro do livro do Apocalipse, no centro do turbilhão do conflito cósmico, é plantada a cruz do Calvário. A autoridade de Cristo para nos salvar de acusações de Satanás, verdadeiras como possam ser, está estabelecida em Seu sangue derramado. Não temos nenhum outro argumento contra as acusações. Não podemos desculpar nossos pecados; não podemos minimizá-los; não podemos apagar a lista de nossos erros pelas coisas boas que fazemos. Tudo o que podemos fazer é dar o nosso testemunho pessoal a respeito da morte de Jesus por esses pecados (cf. Rm 10:10). Isso é tudo o que sempre teremos a nosso favor; mas, graças a Deus, isso é tudo o que realmente precisamos.
Garth Bainbridge
Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 12
Comentário adicionais
Filed under: cuidado de Deus, influência, oração, profecias, vitória | Tags: grande conflito, intercessão, oração, oração intercessória
Comentário devocional:
Neste capítulo, é a vez de Daniel ter uma visão da glória de Deus, à semelhança de Ezequiel (Ez. 1). Na Bíblia, a glória de Deus sempre se manifesta quando o Senhor tem algo muito importante a revelar. Nos cap. 11 e 12, de fato, Deus revela a Seu servo fatos importantes que envolverão Seu povo.
A presença poderosa do Rei do universo é majestosa demais para que mortais suportem permanecer na sua presença. Mesmo sem ver o que acontecia, os companheiros de Daniel fugiram, amedrontados (v. 7), e Daniel, que teve um vislumbre da glória divina, caiu desfalecido. Somente a força concedida através do mensageiro celestial o pôde suster naquele momento (v. 8 e 9).
Após orar e jejuar durante três semanas inteiras (v. 2 e 12), Daniel recebe o mensageiro Gabriel que lhe diz que suas palavras, ditas em espírito de humildade, foram ouvidas no Céu desde que ele iniciara a sua oração. Que maravilha saber que nossas orações são ouvidas pelo Pai no mesmo momento que as iniciamos! Jamais saberemos neste mundo as forças espirituais que as nossas orações moveram em favor de quem intercedemos.
Gabriel revela que desde o momento do início da oração de Daniel, ele viera atuar sobre o rei da Pérsia, mas durante estes 21 dias, o ”príncipe da Pérsia” lhe havia resistido, com tanta intensidade que foi necessário que Miguel, o “Príncipe dos exércitos do Céu” (v. 13, Clear Word), ou seja, o próprio Cristo viesse ajudá-lo a conseguir a vitória.
A citação da expressão “príncipe da Pérsia” em oposição ao “Príncipe dos exércitos do Céu” revela a guerra espiritual que se trava nos bastidores dos poderes governantes terrenos. Alguma decisão muito importante que envolvia o povo de Deus estava nas mãos de Ciro, provavelmente a retenção do povo de Deus na Babilônia ou a proibição da reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém.
“Durante três semanas Gabriel se empenhou em luta contra os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro. […] Tudo que o Céu podia fazer em favor do povo de Deus foi feito. A vitória foi finalmente ganha; as forças do inimigo foram contidas todos os dias de Ciro e todos os dias de seu filho Cambises” (PR, 572).
Gabriel ainda diz que quando a influência divina fosse retirada de sobre os governantes persas, viria o príncipe da Grécia (v. 20). As forças do mal agiriam, trazendo a ruína aos persas, através de Alexandre, o líder dos exércitos grecomacedônicos.
Deus respeita a decisão dos homens em rejeitar a Sua influência. Mas quando Seu povo, como Daniel, intercede com espírito humilde, todo o Céu trabalha em seu favor.
Senhor,
Nestes dias decisivos em que vivemos, em que impérios resistem ao Teu amor, vemos já Seu povo sendo perseguido por amor de Ti. Mantenha-nos obedientes firmes à Tua vontade manifesta em Tua Palavra e derrama em grande intensidade o Teu Espírito sobre este mundo carente do Teu amor, a começar por nós. Em humildade de coração pedimos. Amém.
Texto do blog mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/10/
Texto bíblico: Daniel 10
Comentário em áudio
Comentários pastor Heber sobre Daniel 10
Daniel é um livro de oração, porque quem o escreveu viveu em oração. Se as pessoas soubessem o efeito da oração, dedicariam a vida a essa ação. Há um grande conflito entre o bem e o mal, precisamos da oração para promover o bem.
Em seu extraordinário livro Arilton Oliveira chama-nos a atenção para tal conflito: “O texto bíblico deixa claro que por traz do rei da Pérsia estava o príncipe do mal, Satanás, que deseja interferir nos planos de Deus. Neste ‘grande conflito’ Daniel ‘viu’ uma luta muito intensa. De um lado estava um ‘anjo mau’ agindo para frustrar os desígnios divinos, e do outro, possivelmente o anjo Gabriel…”.
Consequentemente, “para ter vitória nesse conflito precisamos nos entregar à oração, ao jejum, ao pranto e ao quebrantamento. Precisamos discernimento para entender a luta que se trava no mundo visível”, comenta Hernandes Dias Lopes. Nosso capítulo de estudo, pode ser assim divido:
1. A importância do jejum para a vida espiritual (vs. 1-3);
2. Jesus Se revela àquele que jejua (vs. 4-6);
3. Quem ora recebe explicação, outros não (v. 7);
4. A presença de Jesus impressiona (vs. 8-9);
5. Quem ora recebe conforto do Céu (vs. 10-11);
6. O anjo Gabriel vem do Céu a Terra para auxiliar a quem ora (vs. 12-14);
7. Humildade caracteriza quem experimenta a presença do ser celestial (vs. 15-17);
8. Gabriel fortalece àquele que ora por discernimento espiritual (vs. 18-21).
Precisamos aprender pelo exemplo de Daniel a enfrentar com oração todos os nossos problemas. Reclamando, culpando, criticando ou com arrogância, estupidez e grosseria não é característica de verdadeiros filhos amados de Deus.
Precisamos entender que a oração é fundamental para que a atuação de Deus nos alcance; não que Deus dependa de nossas orações para agir, é por meio dela que demonstramos às hostes satânicas que pertencemos a Deus. Quando oramos e jejuamos damos total liberdade para Deus agir contra Satanás que nos assedia.
Deus entra nessa luta universal para valer. Ele nunca perde nenhuma batalha. Jesus veio ao mundo, lutou, sangrou, e, morreu; porém, ressuscitou, pois Ele é mais poderoso que Satanás e mais forte que a morte. Sua vitória é eficaz, e, nossa única segurança e esperança de vencer.
Louve-O. Adore-O. Exalte-O! Glorifique-O! – Heber Toth Armí.
Filed under: Salmos | Tags: grande conflito, justiça, mentira, verdade, vitória
Comentário devocional:
Há hostilidade no ar e Davi está experimentando os efeitos da maldade daqueles que querem derrotá-lo. Ele clama a Deus para ouvi-lo, salvá-lo e protegê-lo dos acusadores. Davi relata em detalhes as maneiras pelas quais os seus inimigos estão trabalhando contra ele e contra Deus. Ele, então, tira o seu foco do negativo e declara as maneiras pelas quais Deus irá neutralizar os esforços dos seus inimigos, resultando na derrota deles. Isto despertará um louvor retumbante por todo o povo de Deus. A narrativa nos é familiar, porque a experiência de Davi é também a nossa experiência, pois traz o grande conflito a um nível pessoal.
Como Davi, clamamos a Deus pedindo que nos ouça, proteja e salve dos nossos adversários. Sabemos que estamos vivendo em um ambiente hostil, no qual o inimigo caminha entre nós como um leão que ruge, buscando a quem possa tragar (1 Pedro 5:8). As táticas do diabo incluem aquelas que Davi escreveu nesta passagem: conspiração, ataques verbais e intrigas.
Como Davi, encontramos em nosso caminho pessoas que trabalham contra nós por meio de fofocas, mentiras, enganos e meias-verdades. Isso pode ser feito de forma aberta ou nas nossas costas. É especialmente doloroso ser injustamente acusado ou declarado culpado.
O diabo é mentiroso e pai da mentira (João 8:44). Ele trabalha contra nós tentando-nos em nossos pontos fracos, instigando dúvida, desânimo e pensamentos negativos a fim de diluir a nossa fé. Ele é nosso acusador (Apocalipse 12:10) e voz de condenação (Zacarias 3:1). Ele aponta nossa tropeços e quedas, sugerindo que não somos bons o suficiente para Jesus, para o serviço e para o céu. Não teríamos chance contra ele, não fosse a intervenção de Deus para nos defender e lutar por nós. E, o pior: ele usa coisas boas para nos afastar de Deus quando colocamos amor excessivo nelas (Deuteronômio 6:5 ; Mateus 18:37).
Deus entra em cena e o resultado muda drasticamente. As armas usadas pelos inimigos agora se voltam contra eles que passam a fugir em vez de lutar. No entanto, eles não podem fugir de Deus. Ele vai atirar suas flechas de verdade e justiça, e tudo será revelado. Ele se levantará e intervirá a nosso favor de uma vez por todas. A ira do Senhor será revelada (Apocalipse 6:15-17) e Deus resolverá o “grande conflito” para sempre. Aqueles que confiam em Deus não serão decepcionados. Eles se alegrarão com a Sua vitória e O adorarão em Sua glória.
Querido Senhor, vivemos todos os dias as batalhas do grande conflito. Obrigado porque, assim como Davi, podemos ter a certeza da vitória em todos os momentos e da vitória final do Senhor e do Seu povo. Louvado seja o Seu nome para sempre e sempre. Amém.
Stephanie Sheehan
Estados Unidos
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/64/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Salmo 64