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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 3 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EFÉSIOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/3
“Recebi, pela graça, o privilégio de falar aos gentios sobre os tesouros infindáveis que estão disponíveis a eles em Cristo e de explicar a todos esse segredo que Deus, o Criador de todas as coisas, manteve oculto desde o princípio. O plano de Deus era mostrar a todos os governantes e autoridades nos domínios celestiais, por meio da igreja, as muitas formas da sabedoria divina. Esse era seu propósito eterno, que ele realizou por meio de Cristo Jesus, nosso Senhor” (Efésios 3:8-11, Nova Versão Transformadora).
Aqui Paulo explica o propósito do seu chamado – muito maior do que questões de circuncisão ou de comer ou não alimentos que poderiam ter sido oferecidos anteriormente a um ídolo.
João, o Revelador, fala acerca do “evangelho eterno” – as Boas Novas que existem de eternidade a eternidade, que é como Moisés descreveu a Deus (Salmo 90:2). Só Deus é eterno, mas Ele também sempre soube o que aconteceria… e o que Ele faria.
Portanto, este “propósito eterno” certamente deve abranger o conflito cósmico com toda a oposição do diabo e a morte e devastação que resultariam. A “sabedoria divina” enfrentaria a terrível emergência, e Seu método garantiria que a rebelião nunca mais se levantasse. Deus enfrentou a emergência através da revelação de Seu próprio grande caráter na vida e morte de Cristo, e do Seu perdão e justificação daqueles que por meio fé abraçam a Sua graça.
O Evangelho é o segredo de Deus revelado – e um convite para que todos façam parte dele!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1346
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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766 palavras
1-13 No v. 1, Paulo começa um novo relato de suas orações pelos efésios (ver 1:15-23), ao qual ele retorna em 3:14-21. Ele interrompe para falar de sua obra de pregar o “mistério” do evangelho (v. 2-13), há muito “oculto em Deus” (v. 9), mas agora um segredo desvendado. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Por essa razão. Por tudo o que Deus tem feito, explicado nos versículos anteriores. Bíblia de Estudo Vida.
prisioneiro. Segundo parece, Paulo estava em prisão domiciliar na época (v. At 28.16, 30). Bíblia de Estudo Vida.
3 O mistério vem descrito e analisado no v. 6. É simplesmente “Cristo em vós (gentios) a esperança da glória” (Cl 1.27). Bíblia Shedd.
O apóstolo de maravilha com o fato de o mistério de Deus incluir gentios e judeus em sua igreja (ver 2:11, 22). Ele se sente abençoado por ter aprendido sobre esse mistério por revelação (3:3) e ter sido chamado a compartilhá-lo (v. 7, 8). Hoje, depois de tanto tempo, o “mistério” pode ter perdido o seu frescor. Devemos cultivar a habilidade de sentir o deslumbre de Pulo pela obra divina de formar uma igreja com base em grupos étnicos, sociais e culturais diversos. Também devemos nos alegrar por fazer parte dela. Bíblia de Estudo Andrews.
5 como, agora, foi revelado. O silêncio do Antigo Testamento sobre o mistério de Paulo – a união de judeus e gentios na igreja (v. 6) – não foi absoluto, mas relativo. Foi previsto pelos profetas (“Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.” Is 19.25). Se a ideia tivesse sido completamente desconhecida no Antigo Testamento, Paulo não poderia ter dito, como disse em Rm 4, que a aliança abraâmica compreendia todos os que fossem da fé que teve Abraão, inclusive os gentios. Paulo disse a Agripa que a sua proclamação de luz para judeus e gentios, indistintamente, não ultrapassava o que havia prometido por Moisés e os profetas (At 26.22-23). Bíblia de Genebra.
6 que os gentios são co-herdeiros. Embora o Antigo Testamento ofereça vislumbres ocasionais de uma raça humana unificada, é somente à luz do sacrifício de Cristo que o plano de Deus se torna claro: em um único e grandioso ato, Deus removeu a inimizade entre ele mesmo e a humanidade, bem como eliminou as divisões que fracionavam a humanidade (2.14-18). Bíblia de Genebra.
10 agora. Em contraposição às “épocas passadas” (v.9). Bíblia de Estudo Vida.
mediante a igreja. O fato de Deus ter feito o aparentemente impossível – reconciliando e unindo num organismo (a igreja) judeus e gentios – faz da igreja um meio perfeito de demonstrar a sabedoria de Deus. Bíblia de Estudo Vida.
10 principados e potestades. Em 6:10-20, estes elementos representam o mal. Portanto, o papel da igreja, formada por judeus e gentios, parece ser anunciar o plano divino mais amplo de fazer convergir todas as coisas em Cristo (1:10), levando à queda desses poderes (ver 6:12). Bíblia de Estudo Andrews.
14-21 Paulo agora faz uma oração que brota da consciência de tudo o que Deus está realizando nos crentes. As dádivas principais de Deus são “poder”(v. 16, 18, 20) e “amor” (v. 17-19). Bíblia de Estudo Vida.
Paulo volta a relatar suas orações por seus leitores (1:15-23). Parece que os cristãos se sentiam tentados a desanimar por causa da prisão do apóstolo (3:1, 13). Nesta passagem, Paulo vislumbra uma experiência bem diferente para eles (e para nós): ser imersos no poder e no amor do Pai, do Senhor Jesus Cristo e do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.
16 Fortalecidos. Como o corpo humano tem força pela alimentação física, o homem interior é somente revigorado pelo Espírito de Cristo (17) que habita nele (cf Jo 15.5; 1 Co 12.8-28). Bíblia Shedd.
homem interior. Essa expressão integra o mais elaborado vocabulário de Paulo sobre a obra do Espírito Santo dentro dos indivíduos (2Co 5.17). … O cristianismo não é uma confissão coletiva à exclusão da experiência individual nem uma piedade particular sem visão corporativa. Bíblia de Genebra.
14 por essa razão. Retoma o pensamento do v.1. Bíblia de Estudo Vida.
ajoelho-me. Expressa profunda emoção e reverência, pois as pessoas dos dias de Paulo em geral oravam em pé. Bíblia de Estudo Vida.
15 família. A palavra grega [patria, cf. Bíblia Shedd] assim traduzida é semelhante à palavra que significa “pai” [gr. pater, idem] …, de modo que se pode dizer que a “família” extrai seu nome (e existência) do “pai”. Deus é nosso Pai, e podemos dirigir com confiança as nossas orações a ele. Bíblia de Estudo Vida.
18 a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade. Essas medidas de espaço lembram a metáfora do templo em 2.21. … A linguagem espacial exalta o amor de Cristo para com o seu povo – um amor que é inclusivo, inesgotável e auto-sacrificial. Bíblia de Genebra.
20, 21 Ele conclui com uma doxologia inspiradora, uma oração de louvor a Deus (v. 20, 21). Bíblia de Estudo Andrews.
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“E, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor” (v.17).
O maior tesouro que temos nesta terra chama-se Palavra de Deus. Em Sua infinita bondade e misericórdia, Deus nos deixou a Sua Palavra como o GPS em nossa jornada para o lar celestial. Ao fazer aliança com Abraão e sua descendência, o Senhor tinha propósitos bem maiores e melhores do que simplesmente estabelecer uma nação. Israel foi escolhida como mensageira de Deus às demais nações. Sua missão consistia em viver em conformidade com o maior dos dons: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt.6:5). Mas, no decorrer do percurso de Israel, o favor de Deus para com alguns estrangeiros, demonstrou o Seu real desejo: salvar a todos. Raabe, a prostituta de Jericó (Js.6:25), Rute, a moabita (Rt.1:4), Naamã, o sírio (2Rs.5), e o povo de Nínive (Jn.3:5), são exemplos inquestionáveis da atenção do Senhor para com todos os pecadores.
O Senhor também declarou: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha Casa de Oração […] porque a Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:6-7). Essa é uma bênção e uma promessa que alcança a cada um de nós. A diferença é que, hoje, podemos compreender o “mistério de Cristo” (v.4), que àquelas gerações “não foi dado a conhecer” (v.5). Mesmo cientes de que Deus lhes daria livramento através do Messias, eles morreram sem ver cumprida a promessa.
Deus não mais manifestaria o Seu poder em uma nação apenas, mas, por meio de Cristo Jesus, estabeleceu a Sua igreja mundial, para que, por meio dela, “a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida” (v.10). Ele passou a contar com pessoas de todas as nações, tribos, povos e línguas que fazem parte “do mesmo corpo” (v.6) de Cristo. Pessoas em cujo coração Cristo habita por meio do Espírito Santo, estando “arraigados e alicerçados em amor” (v.17). Que conhecem “o amor de Cristo, que excede todo entendimento” (v.19), porque nutrem diariamente uma amizade genuína com Ele. Sobre estes recai “toda a plenitude de Deus” (v.19) para que, como “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), glorifiquem a Ele mediante “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6).
“Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai” (v.14). Por esta causa, sou imensamente grata pelo “eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nEle” (v.11-12). Fomos constituídos ministros de Cristo, “conforme o dom da graça de Deus […] segundo a força operante do Seu poder” (v.7). A nós, os menores “de todos os santos, [nos] foi dada esta graça de pregar” a todas as nações “o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (v.8). Fazemos parte de uma igreja profética e guiada por Deus. Que privilégio! Fomos chamados para realizar uma obra que os anjos desejariam desempenhar! Que sublime convocação!
Há um exército de fiéis cuja pátria não é aqui. Que experimenta e compartilha o amor de Deus com todos, compreendendo que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra Satanás e tudo o que é mau (Ef.6:12). Uma igreja que corresponde ao amor que a salvou e que trabalha não para agredir, mas para revelar ao mundo a única verdade que liberta (Jo.8:32). Será este remanescente que o Senhor virá buscar; que, independentemente das ameaças humanas e das trevas morais, escolheram não se contaminar com as iguarias do príncipe deste mundo (Dn.1:8). Um povo que confia que, Aquele “que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o Seu poder que opera em nós” (v.20), há de cumprir a Sua derradeira promessa.
“Conforme escrevi a pouco, resumidamente” (v.3), encerro com as palavras desta canção, que também resume o que Deus espera de nós como Seus representantes:
“Eu quero uma igreja que sare ao ferido, que rompa as correntes, liberte ao cativo, que aclare a mente que está confundida, e que fale a verdade. Eu quero uma igreja que com seu olhar mostre a esperança à alma angustiada. Eu quero uma igreja que sare as feridas desta humanidade. Eu quero um rebanho onde Minhas ovelhas se sintam seguras e cheias de paz, onde a Palavra seja o alimento, ali quero morar” (“A Igreja”, intérprete: Luiz Cláudio).
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, igreja do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Efésios3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EFÉSIOS 3 – O apóstolo Paulo revela mistérios espirituais. Se você almeja conhecê-los, leia Efésios 3 inteiro; depois, reflita nas seguintes observações:
• Por mais inteligente que sejas, não dá para saber o que acontece no Céu, muito menos na mente de Deus; contudo, aqueles que reconhecem suas limitações encontram acessibilidade a estes mistérios na revelação de Deus (vs. 1-3). A Bíblia contém o segredo/mistério de Deus revelado.
• O mais simples e humilde cristão terá compreensão de mistérios que aqueles que ignoram Deus e a Bíblia jamais obterão, ainda que tenha títulos acadêmicos renomados (vs. 4-6). Este mistério é: pessoas do mundo inteiro podem participar ativamente do plano de salvação desenvolvido por Deus.
• Por mais cultas que sejam as pessoas, o evangelho só pode ser conhecido mediante instrumentos (profetas/apóstolos) usados por Deus para transmiti-lo; do contrário, teria permanecido oculto a nós (vs. 7-12). Agora o evangelho descortinado por estas instrumentalidades deve ser anunciado/proclamado pela Igreja Cristã espalhada pelo mundo.
• Por mais espiritual que seja o cristão, revelar/proclamar os mistérios de Deus nunca será tarefa fácil; contudo, com Deus jamais será impossível. Nenhuma tribulação deve desfalecer o cristão; mas através da oração e intercessão o fortalecerão (vs. 13-14).
• Aqueles que aceitam o mistério de Deus devem passar da imaturidade à maturidade. Cristãos verdadeiros se recusam viver a fé superficialmente (vs. 14-21). Como Paulo, cristãos maduros anseiam o amadurecimento de outros na pura essência do Evangelho: Cheios da plenitude de Deus!
Os versículos 14-21 são considerados por Peter T. O’Brien “a intercessão de Paulo por poder, amor e maturidade espiritual”. Dividindo-a em duas partes:
1. Oração pedindo poder, amor e maturidade (vs. 14-19);
2. Doxologia a Deus que pode fazer mais do que pedimos ou imaginamos (vs. 20-21).
William Hendriksen observa: “O apóstolo ora para que os leitores possam concentrar-se tão intensamente e de maneira tão exaustiva na intensidade e glória do amor de Cristo, que cheguem à compreensão de que este amor sempre excede o conhecimento”.
Devemos aprofundar-nos na revelação divina! Crentes devem deixar assuntos periféricos, focar no amor que excede todo entendimento, e proclamá-lo a tantos carentes espalhados pelo mundo!
Procure encher-se da plenitude de Deus, e assim trilhar o caminho do pleno reavivamento espiritual! Ajude outras pessoas a obterem a experiência da plenitude de Deus! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EFÉSIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ef/2
“Mas Deus …” (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio dos que o liam ou ouviam. Compartilham o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e tiveram suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).
“Mas Deus…” interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo – a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo – a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo – a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) o qual nos habilita a viver em solidariedade com Jesus e praticar “boas obras” (v. 10).
Enquanto os versos 1-10 ensinam que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros como parte da igreja de Jesus. Através da graça de Deus você tem o privilégio de viver este dia em solidariedade com Jesus e seus companheiros de fé.
John McVay
Professor Associado de Religião
Universidade de Walla Walla, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1345
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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EFÉSIOS 2 – A igreja é uma instituição divina, mas não é perfeita. Seu dono (e líder) é perfeito, mas seus membros são imperfeitos. A igreja é o lugar de doentes espirituais, assim como os hospitais. A igreja não é o lar dos doentes, mas o lugar onde eles precisam passar.
A igreja é o lugar onde levamos nossas mazelas, angústias e frustrações com a vida, com a família, com a economia, com a política, com a medicina, enfim, frustrações com nossas lutas visando nos salvar, mas sem conseguir. Também é onde refrigeramos nossa alma aflita de tanto perambular pelos desertos áridos da vida.
A igreja é a antessala do Céu, em que nos preparamos física, mental, emocional e espiritualmente para entrar na própria morada de Deus. Desta forma, em seu ambiente, o cansado encontra esperança, o desesperado recebe salvação e o destruído experimenta a restauração.
Pena que muitos valorizam mais o trabalho que a igreja, se preparam mais para o sucesso mundano do que para o sucesso espiritual, fazem mais cursos para ampliar suas habilidades profissionais do que para desenvolver seus dons espirituais.
Após esta reflexão, observe os pontos do capítulo em questão. Em Cristo…
• …Deus nos ressuscitou da morte causada pelo pecado; a ressurreição do Filho de Deus garante a ressurreição do filho da desobediência/ira que crê no evangelho (vs. 1-2);
• …somos elevados de nossas mazelas e podridão de vida e baixeza moral para junto de Cristo; assim, de filhos rebeldes, desgraçados no pecado, somos restaurados pela rica misericórdia e amor de Deus (vs. 3-7);
• …não somos preguiçosos, inativos. Deus opera, e nós reagimos. Diferentemente de outrora, agora praticamos boas obras devido à operação da graça alcançada mediante a fé, nunca mediante as obras meritórias e humanas (vs. 8-10);
• …o corpo de crentes forma a igreja verdadeira na Terra, a qual é composta de pessoas de todas as nações. Pois todos foram contemplados no sacrifício de Cristo e nEle o crente é reconciliado com Deus, unindo-se sobrenaturalmente a outros crentes através do Espírito Santo (vs. 11-18);
• …mediante Sua Palavra, Deus reconstrói o ser humano, elevando-o a um padrão muito além de qualquer padrão mundano: Torna-se habitação da Trindade, família de Deus e cidadão do Céu (vs. 19-22).
Temos importantíssimas razões para avivar-nos! Compartilhe-as! – Heber Toth Armí.
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“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (v.8).
O papel da graça é apresentado em seu mais intrínseco significado: Jesus nos deu vida quando estávamos mortos em nossos pecados (v.1). Talvez a visão do profeta Ezequiel em um vale de ossos secos nos ajude a entender melhor o trabalho divino no homem. Ezequiel viu um vale com um grande número de ossos ressecados e lhe foi ordenado profetizar a eles. Foi enquanto profetizava que os ossos começaram a bater uns nos outros “e se ajuntavam, cada osso ao seu osso” (Ez.37:7); cresceram os tendões, as carnes e a pele os revestiu. Ezequiel continuou profetizando até que “o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso” (Ez.37:10; também leia Jó 27:3). Essa visão representava o que Deus faria à nação de Israel, tirando-a de uma situação sem esperança para a promessa de uma vida em abundância: “Porei em vós o Meu Espírito, e vivereis” (Ez.37:14).
Paulo buscou reforçar a mesma ideia da visão. Segundo a Escritura, a morte é um estado de inconsciência (Ec.9:5, 10; Jo.11:11). Jó declarou: “Mas, se eu aguardo já a sepultura por minha cama; se nas trevas estendo a minha cama […] juntamente no pó teremos descanso” (Jó 17:13 e 16). Portanto, a morte é comparada ao sono. Fora de Cristo vivemos em um estado de inconsciência, como mortos ou adormecidos espiritualmente. O termo “filhos da desobediência” (v.2) deixa claro que temos um papel a desempenhar para não incorrermos em fazer parte deste grupo, mas este papel só faz sentido e só tem eficácia se for o resultado da salvação, “as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (v.10). É quando o Espírito age no homem que a obediência se torna um resultado inevitável: “Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:27).
Primeiro o Senhor nos salva e liberta por Sua graça, e só então nos apresenta o corpo de leis que, se obedecido, nos preserva em Sua justiça. Se você já experimentou a conversão através de um encontro pessoal com Cristo sabe bem do que estou falando e do que se trata este capítulo. Jesus me encontrou num momento crucial da minha vida. Quando eu andava “segundo as inclinações […] da carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (v.3), Ele me encontrou e me amou. Eu fui ressuscitada com Cristo, pois estava morta em meus “delitos e pecados” (v.1). Eu não pedi para ser encontrada. Na verdade, não fazia ideia de que estava perdida. “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que [me] amou […]” me “deu vida juntamente com Cristo” — pela graça eu fui salva! (v.5).
Hoje eu posso afirmar que, como resultado da graça e da obra do Espírito Santo, o meu “prazer está na lei do Senhor” (Sl.1:2). Quando permitimos que o Espírito Santo atue em nossa vida, a nossa alegria está em fazer a vontade de Deus. É por isso que o verdadeiro adorador não se gloria no que faz, mas se regozija pelo que Deus realiza nele. Ao olharmos para a cruz precisamos enxergar Aquele que não veio abolir os mandamentos de Seu Pai, mas abolir “a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (v.15), as leis cerimoniais que nada mais eram do que as leis que regiam o serviço do santuário terrestre. Mas as dez palavras divinas, que Deus escreveu com o próprio dedo (Êx.31:18) são eternas e servem como espelho para todos os que verdadeiramente desejam viver vida piedosa em Deus.
Amados, “sois da família de Deus” (v.19), “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (v.20). Antigo e Novo Testamentos, fundamento dos profetas e dos apóstolos, compõem a nossa única regra de fé e prática. A vida de Jesus deveria ser o bastante para entendermos esse assunto de uma vez por todas. Sua vida de altruísmo, abnegação e obediência foi a trombeta de Deus naquele tempo e permanece ainda hoje, quando vivemos na iminência de Sua gloriosa volta. Como o sábio que constrói a sua casa sobre a Rocha, todo aquele “que ouve” as palavras de Jesus “e as pratica” (Mt.7:24) jamais será abalado. Permanecem “como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl.125:1).
Diz a palavra inspirada: “Aqueles que têm genuíno amor a Deus manifestarão um intenso desejo de conhecer Sua vontade e executá-la. […] Não é somente privilégio, mas dever de todo cristão manter íntima união com Cristo e ter uma rica experiência nas coisas de Deus. Então sua vida será frutífera em boas obras. Disse Cristo: ‘Nisto é glorificado o Meu Pai: que vocês deem muito fruto’“ (Jo.15:8; Ellen G. White, Santificação, CPB, p.81 e 84). Que nossa vida possa crescer como “santuário dedicado ao Senhor” (v.21), “sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” (v.22). Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, edificados sobre a Rocha!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Efésios2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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622 palavras
1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.
Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.
8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.
12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.
14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.
Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.
15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.
Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.
22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.