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“Deu ordem o rei a Joabe, a Abisai e a Itai, dizendo: Tratai com brandura o jovem Absalão, por amor de mim. Todo o povo ouviu quando o rei dava ordem a todos os capitães acerca de Absalão” (v.5).
Revigorados pela força dos suprimentos, Davi e seu exército prepararam uma investida contra Absalão e seus homens. O rei sabia que não seria uma batalha fácil, pois seus homens teriam de combater contra seus próprios irmãos. Julgou, então, que sua presença na guerra seria um meio de fortalecê-los e animá-los. Mas o povo sabia que, ao avistarem Davi, este seria o alvo da mais terrível perseguição, o que tornaria o confronto ainda mais difícil. Davi, porém, tinha outro interesse em acompanhar o povo: garantir a vida de Absalão. Ainda que acatando com a vontade do povo, suas últimas palavras antes de partirem foram ditas a todos como uma ordem real e um apelo paterno: “Tratai com brandura o jovem Absalão, por amor de mim” (v.5).
Davi apelou ao coração do povo: “Se vocês me amam, se me consideram, então preservem a vida de meu filho”. “Todo o povo ouviu” (v.5) o comovente apelo do rei e pai que não via a hora daquele pesadelo acabar. Mesmo sendo um homem acostumado à guerra, nunca imaginou ter que dar voz de batalha contra seus próprios irmãos, nem tampouco contra seu próprio filho. Contudo, acima do amor de Davi por Absalão estava o amor do Senhor por Israel. Absalão havia se tornado obstinado em sua ambição de assumir o trono de Israel e, mesmo que não fosse a vontade de Deus que ele tivesse uma morte tão cruel, Absalão teve de colher o que ele mesmo buscou, e jamais poderia assumir o lugar que o Senhor havia destinado ao Seu escolhido. Disso dependia o futuro de Israel e da linhagem da qual descenderia o verdadeiro e divino Rei vindouro.
Há um inimigo ao nosso redor pronto a romper o nosso coração com seus dardos fatais. Aproveitando-se da fragilidade humana, suas tentações têm consumido a vida de muitos que, entrando no bosque encantado de seus enganos, ficam presos pela cabeça através de ideologias e filosofias demoníacas que, se não abandonadas de pronto, tornam-se em ciladas para a morte. Mas assim como os primeiros ferimentos não foram a causa da morte de Absalão, há esperança para os que estão assim gravemente feridos pelo pecado. Antes que Satanás envie mais dez executores, Cristo apela aos corações impenitentes a fim de livrá-los da destruição. Aquele que ficou completamente preso ao madeiro, clama aos filhos dos homens de toda a parte para que se arrependam de seus pecados e preparem-se para o reino de eterna paz que Ele já nos garantiu.
Regadas à lágrimas, as comoventes palavras de Davi puderam ser ouvidas por todos: “Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!” (v.33). O mundo, porém, não pôde ouvir o choro e o clamor do Pai Celestial quando Seu único Filho foi morto pelos nossos pecados. As trevas daquele dia, o terremoto que sacudiu as estruturas de Jerusalém, o véu do santuário rasgado de alto a baixo, a ferida no corpo do Salvador a verter sangue e água, foram pequenas demonstrações da insuperável dor no coração de Deus. Enquanto dez homens executaram o maligno propósito de matar Absalão, doze legiões de anjos estavam prontas a obedecer a uma só palavra de Cristo e tirar-Lhe da ignomínia da cruz, caso Ele pedisse (Leia Mt.26:53).
A palavra evangelho, amados, significa boas-novas, boas notícias. Como Davi almejou ouvir boas-novas! Como ele desejou ouvir boas notícias! Seu coração de pai não o permitiu entrar na cidade, mas, “assentado entre as duas portas da entrada” (v.24), aguardava com expectativa alguém que lhe declarasse o evangelho. Logo, teve que ouvir: o povo venceu, mas seu filho morreu. Hoje, o evangelho do reino, o evangelho da paz, o evangelho eterno se resume no seguinte fato: porque Cristo morreu, Seu povo venceu. Porque Ele venceu a morte eterna, de graça nos oferece a vida eterna. Nestes últimos dias, em que nos aproximamos com rapidez do Dia de nosso resgate, temos o privilégio e a oportunidade dada por Deus de sermos Seus portadores de boas-novas. Na primeira visitação de Cristo, Deus enviou o Seu anjo a anunciar aos temerosos pastores: “Não temais; eis que trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (Lc.2:10).
Com que convicção e alegria não devemos nós, como mensageiros do evangelho eterno, proclamar ao mundo: “Eis o [Noivo]! Saí ao [Seu] encontro!” (Mt.25:6). O Pai chorou naquele fatídico dia para que possamos sorrir no glorioso Dia de Seu Filho. Olhar para Jesus, para a cruz e para o sepulcro vazio é o que torna o evangelho uma notícia sempre viva e eficaz em nossa vida, e o que nos motiva a compartilhá-lo com outros. Estude as Escrituras! Estude o espírito de profecia! Ore fervorosa e insistentemente! Clame pelo Espírito Santo! Pois estamos às portas do evento glorioso que este mundo jamais viu, mas que todo olho verá (Ap.1:7).
Estamos vivendo dias decisivos e não podemos dar ouvidos às insinuações de Satanás, que planeja fazer o mesmo que fez no passado: criar conflitos de irmãos contra irmãos. “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1Tm.4:1). Sabemos que muitos se levantarão em nosso meio pregando um evangelho diferente, mas, como afirmou Paulo, “ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema”, seja maldito (Gl.1:8). Portanto, meus amados irmãos, cumpre-nos, mais do que nunca, atentarmos para o que está escrito: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Vigiemos e oremos!
Bom dia, portadores de boas-novas!
#2Samuel18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II SAMUEL 18 – A Bíblia deve ser nossa regra de fé e prática em tudo. Seus amplos princípios podem ser aplicados em todo lugar e época.
Podemos gostar ou não de política, economia e sociologia, mas Deus preocupou-se em prover-nos princípios gerais sobre tais assuntos visando orientar-nos.
Leia atentamente com oração II Samuel 18. Observe que, raramente a política mundana cria atmosfera agradável mesmo entre o povo de Deus. Geralmente envolve orgulho e vaidade, oposição e rebelião, egoísmo e partidarismo. Consequentemente, pode acarretar assassinatos e suicídios, inclusive no povo escolhido por Deus!
O capítulo inicia apresentando a tensão política entre Absalão e seu pai, Davi (II Samuel 18:1-5). A população sofreu terrivelmente com essa situação. Finalmente, Absalão foi morto e jogado numa cova (II Samuel 18:6-17). Contudo, o causador da rebelião ganhou um monumento e o lamento de seu pai, que chorou copiosamente pela fatídica desgraça do filho (II Samuel 18:18-33). Aitofel, o sábio conselheiro de Absalão, prevendo tal derrota humilhante, já havia suicidado (II Samuel 17:23). Tudo isso deixa evidente como a busca pelo poder promove um clima deprimente!
Observe que “a Bíblia não é um livro sobre política, mas fala bastante sobre o tema e contém muita ação política… Nela há mais de 4 mil referências a conceitos políticos, como rei, reino, reinar, governador, governo, governar, líder, administrador, nações, cidadãos, embaixadores, autoridade, soberano e soberania… Por isso, há quem argumente que o Antigo e o Novo Testamento são documentos políticos”, considera Marcos De Benedicto.
Todavia, considere o Filho de Davi, “o Soberano dos reis da Terra” (Apocalipse 1:5) quando viveu neste mundo:
“O governos sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo; clamavam de todos os lados os abusos – extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o Salvador não tentou nenhuma reforma civil. Não atacou nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem com a administração dos que se achavam no poder. Aquele que foi o nosso exemplo, conservou-Se afastado dos governos terrestres. Não porque fosse indiferente às misérias do homem, mas porque o remédio não residia em medidas meramente humanas e externas. Para ser eficiente, a cura deve atingir o próprio homem, individualmente, e regenerar o coração” (Ellen White, DTN, 509).
Portanto, reavivemo-nos biblicamente! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO 2 SAMUEL 17 – Primeiro leia a Bíblia
2 SAMUEL 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
2 SAMUEL 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2sm/17/
Não existe razão para que o plano de Absalão de derrotar Davi não tenha funcionado! Absalão tinha forte poder militar, Aitofel possuia uma mente brilhante e tinha ainda juventude e força do seu lado. Davi, apesar de sua glória anterior em batalha, estava envelhecendo, já havia travado muitas batalhas e talvez já estivesse cansado da guerra. Absalão era suave e carismático com muitos seguidores, mas também era fútil e vaidoso.
Quando Husai, um “agente secreto” de Davi, sugeriu que Israel seguiria Absalão, especialmente se ele fosse pessoalmente para a batalha (vs 11), seu ego foi manipulado para escolher o plano menos prudente. Como resultado, Davi venceu a batalha, Aitofel terminou sua vida frente à derrota, e o abismo entre Davi e seu filho Absalão se ampliou.
O orgulho é um pecado que leva à destruição. O orgulho é o processo de elevar o próprio ego, desvalorizando os outros. Absalão queria domínio e controle, e isso é contrário à vontade de Deus que deseja que todas as pessoas sejam iguais e de um mesmo espírito (1 Cor 12).
Joy Fackenthall
Professora de Espanhol
Academia Adventista de Auburn, Washington USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2sa/17
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1195 palavras
1-3 O conselho de Aitofel a Absalão previa uma vitória barata e fácil que não deixaria a nação enfraquecida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1. Aitofel. Conselheiro de Davi (16.23; 1 Cr 27.33), passou para o lado de Absalão. Bate-Seba era a sua neta (11.3; 23.34) e ele não podia perdoar a Davi o crime de ter seduzido à mesma e de ter morto o seu marido, Urias. Bíblia Shedd.
Doze mil homens. Seria número suficiente para acabar com a última resistência de Davi; e, daí por diante, Absalão ficaria rei inconteste de Israel tanto por conquista como por direito civil, sendo herdeiro legal do trono. Bíblia Shedd.
2 Enquanto está cansado. A essa altura Davi mal tinha tido tempo de chegar ao Jordão, e, uma vez que seus seguidores ainda não estavam completamente organizados, ele teria sido presa fácil para as forças de Absalão. Se a proposta de Aitofel tivesse sido seguida, os homens que estavam com Davi teriam sido, sem dúvida, completamente derrotados, e Davi teria sido morto. Assim, Absalão teria se garantido no trono. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 738.
Fugirá. Aitofel estava correto em sua estimativa da situação. Um ataque repentino à noite os deixaria em confusão e os espalharia em todas as direções. Dessa forma, poderiam ser evitadas as baixas de uma batalha em que as tropas estivessem organizadas, e Davi poderia ser capturado e morto sem praticamente nenhuma perda de homens em qualquer dos dois lados. CBASD, vol. 2, p. 738.
3 Farei voltar a ti todo o povo. Aitofel desejava evitar uma prolongada guerra civil. CBASD, vol. 2, p. 738.
7-13 O plano sugerido por Husai ganhava tempo para Davi escapar para o outro lado do Jordão (vs. 16, 22). Bíblia de Genebra.
Os conselhos de Husai aproveitam, de modo sutil, a incerteza de Absalão, seu medo e seu egoísmo. Bíblia de Estudo Vida.
8 Bem conheces teu pai. Husai não se achava numa posição fácil. […] era necessário desviar a atenção dos fatos e fazer com que a situação parecesse totalmente diferente do que era. […] Portanto, ele chamou a atenção para Davi como o famoso guerreiro do passado, o tipo de homem que Israel amava e que outras nações temiam. […] O quadro que Husai pintou diante de Absalão criou na mente dele a imagem de um inimigo formidável: astuto e alerta, ousado e desafiador, sempre preparado para qualquer eventualidade. […] Seu discurso foi astuciosamente adaptado para engendrar medo no jactancioso, mas fraco filho de Davi. CBASD, vol. 2, p. 739.
10 cujo coração é como o de leões. Um símbolo de grande coragem. A fala de Husai é de excelente qualidade literária. Andrews Study Bible.
11 Eu, porém, aconselho. A sugestão era que eles tirassem o tempo necessário para reunir todo o Israel num grande e invencível exército e que Absalão assumisse seu comando pessoalmente. Esse era o tipo de argumento que agradava Absalão. Orgulhoso e vaidoso, o novo rei ficaria feliz em sair para a guerra à frente de suas tropas, marchando em pomposa majestade, sendo visto e admirado por todos e recebendo os aplausos de toda a nação. Nenhuma outra proposta conseguiria mexer tanto com a imaginação do rei. Além disso, talvez Husai tenha procurado criar uma brecha entre Absalão e Aitofel ao sugerir que Aitofel buscava os próprios interesses e glória particular ao desejar comandar as tropas (v. 1). Quão mais apropriado e eficiente seria que o próprio Absalão liderasse o exército vencedor! CBASD, vol. 2, p. 739, 740.
“O orgulho precede a destruição” (Pv 16:18) é um comentário apropriado das ambições de Absalão. Life Application Bible Study Kingsway..
Desde Dã até Berseba. Significa “toda a nação de Israel”. Andrews Study Bible. [Dã era a tribo mais ao norte e Berseba, a cidade mais ao sul].
12 Atacaremos … cairemos. Com a primeira pessoa do plural, Husai toma o cuidado de se vincular com a revolta. Bíblia de Estudo Vida.
14 O argumento de Husai é mais de efeito psicológico que prático. Mas Deus ouviu a oração de Davi (15.31) e confundiu o bom conselho (o conselho eficiente) de Aitofel. Bíblia Shedd.
16 Husai aconselha Davi a atravessar o rio Jordão, pois sabe que Absalão pode mudar de ideia e começar imediatamente a perseguição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 En-Rogel [Fonte de Rogel]. Fonte no vale do Cedrom, imediatamente do lado de fora dos muros de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma serva. Nenhuma suspeita seria despertada por uma serva indo até a fonte buscar água. Bíblia de Estudo Vida.
22 Quando amanheceu. Davi e seus homens estavam cansados da fuga repentina e tinham tido pouca oportunidade de repouso. Naquela mesma noite estavam novamente a caminho, atravessando o Jordão e colocando uma barreira de água entre si e o exército de Absalão. […] Quando as circunstâncias pareciam mais sombrias, Davi colocou sua confiança em Deus, sabendo que o Senhor, que até então o havia sustentado, não o abandonaria. O Salmo 3 descreve suas reações ante essa penosa situação. CBASD, vol. 2, p. 741.
23 Foi para casa. Gilo (2Sm 15:12), … ficava perto de Hebrom. Ele considerou a rejeição de seu conselho como uma afronta pessoal, pois pediu para comandar as tropas que perseguiriam Davi (v. 1), enquanto que Husai aconselhou que as tropas fossem comandadas pessoalmente por Absalão (v. 11). Com o orgulho profundamente ferido, Aitofel abandonou a causa que havia apoiado. CBASD, vol. 2, p. 741.
Aitofel estava convicto de que a rebelião fracassaria e de que ele mesmo seria condenado por traição como um dos conspiradores. Bíblia de Estudo NVI Vida.
se enforcou. É provável que o suicídio de Aitofel tenha sido impulsionado não só por seu recente conselho ter sido desconsiderado, mas também porque ele compreendeu que as chances de êxito de Absalão tinham se tornado bastante remotas. Além disso, não havia possibilidade de reconciliação entre Davi e Aitofel. Bíblia de Genebra.
24 Maanaim. Cidade a leste do Jordão. Bíblia de Estudo Andrews.
Ironicamente, o mesmo lugar onde Isbosete tinha buscado refúgio depois da morte de Saul (2.8). Bíblia de Estudo Vida.
Passado o Jordão. Logo que Absalão reuniu as forças de Israel, cruzou o Jordão com um grande exército em perseguição a Davi. O conselho de Husai, contudo, havia conseguido seu objetivo, pois deu tempo para Davi escapar e se estabelecer nesse novo quartel-general. Nessas regiões desérticas e acidentadas da Transjordânia, o tamanho do exército de Absalão era mais um problema do que uma ajuda, pois os soldados eram indisciplinados e mal treinados. Em sua pressa e inexperiência, contudo, Absalão continuou avançando, ansioso por travar com Davi a a batalha que, segundo ele, lhe daria o reino. CBASD, vol. 2, p. 742.
25 Amasa. Sobrinho de Davi e primo, tanto de Absalão quanto de Joabe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Provavelmente neto do rei Naás (1 Sm 11:1-2). Bíblia Shedd.
Absalão nomeou Amasa para substituir Joabe como comandante do exército, e Davi, posteriormente, faria a mesma coisa (19.13). Entretanto, a duração do cargo de Amasa seria breve, pois Joabe nunca era tardio em lidar com um concorrente (20.9-10), Bíblia de Genebra).
27 Os membros da família real de Saul e de Amom levaram presentes para expressar seu apoio ao reinado de Davi. Bíblia de Estudo Andrews.
Barzilai. Rico benfeitor de Davi durante a fuga deste para Manaaim (v. 19.32; 1Rs 2.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Rabá. Capital de Amom, localizada a leste de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.
29 Os salmos 4, 61 e 62 são atribuídos a essa época da vida de Davi. Bíblia Shedd.
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“[…] Este povo no deserto está faminto, cansado e sedento” (v.29).
Aitofel era um dos homens de confiança de Davi. Seus conselhos eram recebidos “como resposta de Deus a uma consulta” (2Sm.16:23). Ameaçado o trono de Davi, logo Aitofel se aliou a Absalão, e da mesma forma era considerado por este. Mas por algum motivo o seu último conselho não recebeu a mesma confiança de antes, e o crédito foi dado às palavras de Husai.
Ainda que aparentemente em situação vantajosa, Absalão desconsiderou o fato de que o povo amava a Davi, e este havia deixado em Jerusalém muitos aliados. O fato de ter profanado o leito de Davi deitando-se com suas concubinas à vista do povo e este pecado ter partido de um conselho de Aitofel, fez cair sobre ambos as consequências que eles mesmos provocaram. Como está escrito: “Faz-se conhecido o Senhor, pelo juízo que executa; enlaçado está o ímpio nas obras de suas próprias mãos” (Sl.9:16).
Apesar da mensagem recebida a tempo de escapar com “o povo que com ele estava” (v.29), Davi e o povo estavam física e emocionalmente esgotados. Ainda assim, Davi estava ciente de que era só uma questão de tempo para Absalão avançar contra ele. Precisavam renovar as suas forças e os suprimentos recebidos tiveram a sua origem de mãos movidas pelo Céu para este fim.
Diante da realidade de um mundo corrompido pelo pecado, Jesus nos deixou a seguinte advertência: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão” (Mt.10:21). Mas neste grande conflito onde cada família é alvo da ira de Satanás, há uma segura promessa para o fiel e cansado povo de Deus: “ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:6).
Ainda que estejamos em um deserto sobremodo fatigante, o Senhor prometeu nos dar o suprimento necessário para perseverarmos até à vitória final. Assim como aquele pequeno povo mesmo em situação desfavorável se uniu a Davi, aquele que unido a Cristo, “perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Você tem orado por seus filhos? Separe um horário diário para este momento de oração especial. Lembre-se de que naquele Grande Dia, nossos filhos serão a única coisa de que o Senhor nos pedirá contas. Vigiemos e oremos!
Bom dia, perseverantes de Deus!
#2Samuel17 #RPSP
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II SAMUEL 17 – Polarização política não é algo novo. Começou no Céu, com Lúcifer seduzindo um terço dos anjos a se posicionarem contra Deus. As forças malignas conquistam aliados inclusive dos santos anjos celestiais.
Uma polarização caracterizou a política de Israel na época de um dos seus melhores reis. Aliás, a tensão política reinava entre pai e filho, Davi e Absalão – no seio da família real.
Obviamente, “na perspectiva bíblica, não há razão para grande otimismo com a política. Afinal, assim como todo ser humano, os políticos estão contaminados pelo DNA do amor ao poder e dos interesses próprios; todos pecaram e estão destituídos da glória divina. Não há nem mesmo um que seja perfeito em todos os seus caminhos”, afirma veementemente Marcos De Benedicto.
Nem mesmo Davi fez tudo certo, mesmo considerado o homem segundo o coração de Deus; aliás, ele submergiu nas vergonhosas consequências de suas práticas perversas. Analisando a história do rei Davi, dos reis de Israel e dos políticos da história mundial, devemos considerar algo mais que um líder humano para resolver nossa situação.
A esperança de um governo melhor aqui no mundo pode levar-nos à decisões equivocadas; nisso reside as polarizações políticas.
Apesar da fama, da influência e dos fortes aliados a Absalão, filho do rei Davi, que orquestrava a usurpação do trono do pai, Husai permaneceu leal a Davi. Em sua rebelião, Absalão já havia organizado suas tropas e declarara rei de Israel (II Samuel 15:9-10). Davi fugiu, mas Husai ficou como agente secreto fingindo estar com Absalão.
Husai e Davi orquestraram um plano com os filhos dos sacerdotes Zadoque e Abiatar, para enviar mensagens a Davi sobre as estratégias de Absalão e Aitofel (II Samuel 15:3-36). II Samuel 17 apresenta Husai seguindo à risca o acordo com Davi.
“Na narrativa desses acontecimentos, o escritor de II Samuel deixa bem claro que Husai era usado pelo Senhor, para assegurar a restauração de Davi ao trono e garantir a destruição de Absalão (II Samuel 17:14). Os planos de Deus para a dinastia de Davi, que finalmente culminariam com o advento do Messias, não podiam ser atrapalhados”, comentou Paul Gardner.
Nossa confiança política deve ir além dos políticos: Deve ser depositada no Soberano do Universo. Ele é absolutamente confiável! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO 2 SAMUEL 16 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2sm/16/
Neste capítulo, nos é relatada a chegada de Absalão a Jerusalém com Aitofel. As ações, palavras e atos de Aitofel pareciam pastorais e ele foi capaz de convencer aqueles que estavam em torno dele de seu profissionalismo pastoral (v. 23).
Absalão pediu conselho a Aitofel sobre quais deveriam ser seus próximos passos em Jerusalém e Aitofel deu-lhe um conselho muito ímpio. Absalão deveria montar uma tenda no terraço do palácio de seu pai e ter “relações com as concubinas” de seu pai, à vista de todo o Israel (v. 21 NVI). Este conselho pornográfico, vindo de quem era considerado pelo seu líder, Absalão, como um pastor, nunca poderia ter vindo do Senhor. O Senhor não se associa com perversão ou com pessoas pervertidas.
Senhor, nós, também, estamos vivendo em uma sociedade doente, com as mesmas perversões do tempo de Davi sendo aceitas como comportamento normal. Ajude-nos a fugir da tentação como José, a aceitar as dificuldades e as maldições que as pessoas nos atiram com a mesma atitude de Davi. Em nome de Jesus oramos. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coréia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2sa/16
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1750 palavras
1 Ziba, servo de Mefibosete. Homem perspicaz e infiel (19.25-30), previu que Davi voltaria vitorioso, e tratou de assegurar o seu próprio futuro. Às custas de seu amo, levou os víveres de que Davi tanto necessitaria em sua fuga. Bíblia Shedd.
3 O reino de meu pai. A história contada por Ziba é possível, mas tão improvável que é difícil ver como Davi pôde dar crédito a ela. Mefibosete era deficiente e tinha pouco a ganhar com a revolta de Absalão. Mesmo que essa revolta tivesse êxito, não teria devolvido o trono à descendência de Saul, pois Absalão desejava o trono para si. Ziba provavelmente inventou a história para conseguir que Davi lhe fizesse certas concessões. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 733.
4 tudo que pertence. Porque a revolta estava tão generalizada e as lealdades tão incertas, Davi imediatamente tirou as piores conclusões possíveis. Bíblia de Estudo NVI, Vida.
Davi precipita-se no seu julgamento e comete injustiça. Meses depois, descobriria a mentira de Ziba (9.24-30). Bíblia Shedd.
A história de Ziba aparentemente foi uma calúnia contra seu senhor, mas Davi acreditou nela e deu a Ziba a recompensa que ele buscava. Foi totalmente injusto da parte do rei dar a propriedade de Mefibosete sem ouvir sua versão dos fatos. Mas, na tensão e preocupação da fuga, Davi pensou apenas na ajuda que Ziba estava oferecendo. CBASD, vol. 2, p. 733.
Ele [Davi] está tomando uma decisão precipitada que terá mais tarde que revogar [19.24-30]. Andrews Study Bible.
5 Baurim. Uma aldeia na estrada de Jerusalém para o Jordão (ver com. de 2Sm 3:16), hoje Râs ets-Tsmim, diretamente a leste do monte Scopus. CBASD, vol. 2, p. 733.
do clã da família de Saul. O clã de Matri (v. 1Sm 10.21). Bíblia de Estudo NVI, Vida.
Simei. Era um benjamita. Muitos membros dessa tribo, embora mantidos sob controle quando o poder de Davi era forte, sempre estiveram prontos a se voltar contra ele quando surgia uma oportunidade. Simei não dera anteriormente nenhuma indicação de que fosse desleal a Davi. Contudo, assim que sobreveio a adversidade, mostrou suas verdadeiras cores. Embora antes honrasse a Davi, naquele momento o insultava e maldizia. Essa atitude foi inspirada em Satanás, que se deleita em trazer miséria sobre quem já está passando por infortúnios. CBASD, vol. 2, p. 733.
7,8 Homem de sangue. Simei refere-se à matança dos sete descendentes de Saul, mortos por gibeonitas (21.1-9). Bíblia Shedd.
7 Fora daqui. Simei estava se deleitando com a miséria de Davi e, em seu ódio, amaldiçoava o rei e lhe dizia que saísse do país. CBASD, vol. 2, p. 733.
Homem de sangue. Quando Davi desejou construir o templo, o Senhor lhe disse que não lhe seria permitido fazê-lo porque “derramaste sangue em abundância e fizeste grandes guerras” (1Cr 22:8). É verdade que Davi tinha se empenhado em guerras, mas eram guerras contra os inimigos de Deus e tinham o objetivo de estabelecer Israel como uma nação forte no antigo Oriente. As guerras de Davi de maneira alguma provavam que ele fosse pessoalmente cruel ou um “homem de sangue”. Estas palavras , da maneira usada por Simei, eram uma calúnia (PP, 736). CBASD, vol. 2, p. 733, 734.
Simei talvez se refira ás execuções relatadas em 21.1-14, mas é incerta a data daquele acontecimento. … [A] seção final [2Sm 21 – 24] forma um apêndice a 1 e 2 Samuel, com material suplementar (sem preocupação com cronologia) que diz respeito ao reinado de Davi. Bíblia de Estudo NVI, Vida.
Homem de Belial. Simei era um homem de mau temperamento e, nesses insultos a Davi, estava simplesmente revelando seus próprios traços malignos … A palavra é personificada em 2 Coríntios 6:15. CBASD, vol. 2, p. 734.
8. Usurpaste. Esta palavra explica a verdadeira razão para o ódio e a agressividade de Simei. Ele estava ressentido porque a coroa de Israel fora tirada da casa de Saul e dada à casa de Davi. Porém, foi o Senhor, não Davi, que rejeitou Saul. Dessa forma, as acusações de Simei foram, na verdade, lançadas contra Deus. CBASD, vol. 2, p. 734.
9 cão morto. Expressão de desprezo total, Bíblia de Estudo NVI, Vida.
Cães eram considerados impuros. Cães mortos, mais ainda. Andrews Study Bible.
10 Ora, deixai-o amaldiçoar.Davi se lembrou as palavras de repreensão de Natã e encarou a situação presente como uma consequência de seu pecado. Bíblia de Estudo Andrews.
Davi acreditava que todos os seus sofrimentos vinham da mão de Deus, e que mesmo os insultos lançados por Simei eram permitidos pelo Senhor. Ele não fez nenhuma tentativa para se defender da acusação de Simei, mas se preocupou apenas com o fato de ter cometido faltas. CBASD, vol. 2, p. 734.
Davi deixa em aberto a possibilidade de Deus ter achado por bem terminar o seu reinado – ainda que não foi decretado o veredito (v. 15, 16). Quanto às ações posteriores de Davi no tocante a Simei, v. 19.18-23; 1Rs 2.8,9. Bíblia de Estudo NVI, Vida.
11 Procura tirar-me a vida. Davi acusou Absalão abertamente de buscar não apenas o trono, mas também a vida do rei. CBASD, vol. 2, p. 734.
Quanto mais ainda. Poucos homens teriam tido a generosidade de demonstrar uma atitude como a que Davi exibiu nessa hora probante. Teria sido muito mais fácil dizer a Simei que já havia ido longe demais e lhe ordenar que parasse com aquilo. Entretanto, no que diz respeito a Davi, ele estava disposto a aceitar o que cria que Deus havia decretado. … Ele pecara gravemente e, por seu pecado, dera a oportunidade de se escusar das próprias faltas. Contudo, após seu arrependimento e profunda contrição, não fez nenhum esforço para se desculpar ou para justificar seu procedimento. Quando repreendido pelo Senhor, aceitou humildemente a censura. … Mostrou-se humilde, generoso para com outros e submisso à vontade de Deus. CBASD, vol. 2, p. 734, 735.
12 Olhará para a minha aflição. Davi sabia que o Senhor era um Deus de grande piedade e misericórdia. Embora estivesse sofrendo esse abuso por parte de um de seus súditos, extraía conforto da ideia de que Deus via e compreendia tudo. CBASD, vol. 2, p. 735.
O exílio, para Davi, foi uma bênção. Escreveu os salmos 3, 4, 41, 55, 61, 62, 63, um tesouro espiritual e literário. Ainda aprendeu a: 1) Humilhar-se … (Sl. 41.4) … ; 2) Confiar no Senhor somente … (Sl 62.1-2); 3) Não se irar inutilmente … (Sl 4.4) …; 4) Louvar a Deus no sofrimento … (Sl 41:13) …; 5) Amar a casa do Senhor (Sl 27.4-6); 6) Deixar a vingança com o Senhor … (Sl 62.12). Bíblia Shedd.
15 Vieram a Jerusalém. O fato de Davi ter fugido de Jerusalém deu a Absalão livre acesso à cidade. As coisas pareciam prosseguir melhor do que ele esperava. Seu primeiro plano provavelmente fosse o de estabelecer seu quartel-general em Hebrom até que a situação se aclarasse. No entanto, quando Davi fugiu de Jerusalém, não houve nada que impedisse a ocupação imediata da cidade. CBASD, vol. 2, p. 735.
16 Husai … amigo de Davi. Husai era sabidamente um grande amigo de Davi, e seu aparecimento na corte foi totalmente inesperado. … O fato de Husai abandonar a Davi parecia bom demais para ser verdade. Absalão ficou ao mesmo tempo surpreso e lisonjeado e, sem dúvida, se sentiu mais seguro do que nunca do sucesso de sua causa. CBASD, vol. 2, p. 735.
18 a ele pertencerei. Husai sabiamente omite o nome do rei a quem ele , o Senhor e o povo apoiavam. Suas palavras ambíguas poderiam ser compreendidas como aplicáveis a Davi ou a Absalão. Bíblia de Estudo Andrews.
Quando Husai fala com Absalão (em seu coração e mente), refere-se ao rei Davi e não a Absalão. Bíblia Shedd.
As palavras de Husai implicam que ele era leal a algo mais elevado do que a um simples indivíduo; sua lealdade era, em primeiro lugar, a Deus, e, em segundo lugar, ao povo de Israel. […] Absalão, que estava tão seguro de ser o escolhido, não notou o duplo sentido das palavras de Husai. CBASD, vol. 2, p. 735.
19 Diante de teu pai. Husai não desejava ser considerado volúvel ou desleal. Ele tinha sido um amigo íntimo de Davi, mas agora fez parecer que, ao servir a Absalão, o filho de Davi, ainda estava prestando serviços à casa de Davi. Novamente as palavras agradaram a Absalão, e ele aceitou Husai sem mais questionamentos ou suspeitas. CBASD, vol. 2, p. 735.
21 Com as concubinas de teu pai.O harém do rei era seu domínio mais particular. Bíblia de Estudo Andrews.
Ver com. de 1Rs 2:17. Aitofel estava ciente do fato de que o sucesso da rebelião de Absalão não estava de maneira alguma assegurado. … Se a situação se voltasse contra Absalão e Davi conseguisse retomar seu reino, o rei talvez estivesse disposto a perdoar o filho, mas não haveria espírito conciliatório para com os principais partidários de Absalão. Nesse caso, Aitofel seria considerado o mais culpado e, assim, o merecedor da punição mais severa. E o astuto conselheiro estava determinado a evitar tal situação a todo custo. Sua primeira preocupação, portanto, era colocar Absalão numa posição que tornasse absoluto e irreconciliável o rompimento entre ele e seu pai. O conselho de Aitofel foi dado com astúcia satânica. CBASD, vol. 2, p. 735, 736.
Animar-se-ão. Aitofel argumentou que, se Absalão tomasse as concubinas de Davi, assim provaria ao povo que ele não retrocederia em sua rebelião e os homens que estavam com ele se entregariam completamente à sua causa. CBASD, vol. 2, p. 735.
22 eirado [topo da casa]. O exato lugar de onde Davi avistou Bate-Seba e concebeu seu ato de adultério. Andrews Study Bible.
coabitou com as concubinas. O que Davi fez em oculto, Absalão fê-lo em público. De acordo com as leis da época, somente aos reis cabia o direito de possuir as mulheres de seu antecessor deposto, ou morto. … Pela lei mosaica, Absalão merecia a morte (Lv 20.11),e é o que aconteceu logo depois (18.14,15). Aitofel visou, com este ato, cortar qualquer possibilidade de reconciliação entre Absalão e Davi. Bíblia Shedd.
Cumprimento da profecia de Natã (12.11,12). Bíblia de Estudo NVI, Vida.
O fato de um profeta de Deus fazer a predição não implica que Deus foi o responsável por esse terrível crime. As predições de Deus não são necessariamente Seus decretos. Por causa do pecado de Davi, Deus não exerceu Seu poder para evitar as más consequências. Na linguagem figurada da Bíblia, contudo, Deus é muitas vezes descrito como o autor daquilo que Ele não impede que ocorra (ver 2Sm 12:11, 12; PP, 739). Assim como Davi maculara a esposa de outro foi permitido que outro o fizesse. Pode ser que Aitofel, como avô de Bete-Seba, tivesse em mente um desejo de forçar o rei banido a beber da mesma taça de amargura que ele fizera outros beberam. CBASD, vol. 2, p. 736.
23 Tanto para Davi. Aitofel havia sido o conselheiro de Davi antes de tornar-se conselheiro de Absalão (2Sm 15:12). Havia desfrutado de alta estima por sua sabedoria. Entretanto, ao deixar de lado a consciência, começou a recorrer a qualquer recurso para alcançar seus fins. CBASD, vol. 2, p. 736.