Comentário devocional:
Quando meus filhos eram ainda muito novos eu gostava de ir para o quintal de nossa casa e explorar com eles a magnificência dos céus à noite com a ajuda de um pequeno telescópio. Como somos pequenos em comparação com o vasto universo!
Isso é o que Davi sentiu quando olhou para os céus. Mas Deus mostrou-lhe que o Seu objetivo para o homem é que ele fosse o supremo governante do mundo, responsável por toda a criação (Sl 8:6)! Quão magnífico era o plano de Deus para a humanidade!
O autor de Hebreus sugere, no entanto, que este salmo tem um segundo significado. O salmo também fala que Jesus seria feito “um pouco menor que os anjos” para que pudesse morrer em nosso lugar e nos salvar (vs. 7, 9; Sl 8:5). O segundo capítulo de Hebreus, fornece, então, um complemento à descrição gloriosa de Jesus no capítulo 1.
O primeiro capítulo fala sobre a grandeza da exaltação de Jesus. O capítulo 2 fala sobre as profundezas da encarnação de Jesus (vs. 9-18).
– Hebreus 1:1-14 reflete sobre o relacionamento de Jesus com Deus, mas Hebreus 2:5-18 foca no relacionamento de Jesus com os seres humanos.
– Lá, Ele é o Filho de Deus, “o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser” (Hb. 1:3 ARA); aqui, Ele é o Filho do Homem, feito menor que os anjos, totalmente humano, até mesmo passível de morte.
– Lá, Deus fala ao Filho (1:5); aqui, Jesus responde a Deus (2:12, 13).
– Lá, Deus proclama: “Tu és meu Filho” (1: 5); aqui, Jesus aceita os homens como Seus “irmãos” (v.12).
– Lá, Deus declara a soberania divina do Filho (1:8-12); aqui, o Filho afirma sua lealdade a Deus (v. 13a).
– Lá, Deus convida o Filho: “Senta-Te à Minha direita” (1:13); aqui, o Filho aceita o convite: “Aqui estou eu com os filhos que Deus me deu” (v.13b).
– Lá, Jesus é o divino Senhor, criador, sustentador e soberano (1:2, 3, 6, 8, 10, 13); aqui, Jesus é o sumo sacerdote humano, misericordioso e fiel (2:17).
Assim, a descrição de Jesus como sumo sacerdote fiel e misericordioso (vs. 17, 18) culmina a descrição do Filho como a manifestação suprema de Deus (1:1-4).
Sim, quando pecamos nós nos tornamos ainda menores em relação ao universo. Mas, ao enviar Seu Filho para morrer por nós, Deus mostrou o quanto somos importantes diante dos Seus olhos.
Oh Deus, “Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra!” (Sl 8:1, 9 NVI).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 2
Comentário em áudio
Que maravilha podermos estudar juntos este tão importante livro da Escritura! Seu maior objetivo? Mostrar que Jesus é o cumprimento de todo o Antigo Testamento e a maior necessidade de nossas vidas!
Filed under: Deus, Jesus | Tags: anjos, autoridade de Jesus, Jesus, superioridade de Jesus
Comentário devocional:
O livro de Hebreus me faz lembrar o tempo em que eu namorava a bela garota que viria a ser minha esposa. Por dois anos morávamos longe um do outro. As chamadas telefônicas, apesar de caras, eram muito preciosas para nós (Internet e e-mail ainda não estavam disponíveis). Assim, sempre que eu recebia a notícia de que Alma estava ao telefone, eu descia correndo as escadas desde o terceiro andar de onde eu morava para ter certeza de que não perderia a ligação telefônica.
Esse é, de fato, o ponto principal que Hebreus enfatiza: “… nestes últimos dias [Deus] falou-nos por meio do Filho” (Hb 1:2 NVI)! Quão maravilhoso deve ter sido para os israelitas fiéis ouvirem essa notícia. A última vez que Deus havia falado com eles tinha sido vários séculos antes através de Malaquias.
A mensagem de Deus é importante por duas razões: pelo Mensageiro e pela mensagem em si. Os versos 3-4 focam no Filho, o mensageiro. Há aqui sete afirmações sobre Ele. Algumas se referem a Suas realizações impressionantes (criação, sustentação do mundo, etc.), mas outras se referem ao fato surpreendente de que o Filho é UM com Deus. Essa unidade é essencial, pois só aquele que é Deus poderia explicar as coisas que estão no fundo do coração de Deus.
Os versos 5-14 tem foco na mensagem. O autor informa que “nestes últimos dias” Deus cumpriu suas promessas de estabelecer o seu reino por entronizar Jesus em sua “mão direita” (vs. 8, 13; cf 2Sm 7:13; Dn 2:28; Hb 10:12). Os versos 5-14 referem-se também à entronização de Jesus sobre os anjos. Os versos 5-7 declaram que Jesus é o Filho real, em cumprimento à aliança davídica (2Sm 7:14) e os anjos são servos que rendem adoração e obediência ao Filho. Os versos 8-12 mencionam que o Filho que criou o mundo, possui o trono e o cetro de Deus e é eterno. Finalmente, os versos 13-14 afirmam que o filho senta-se à “direita” de Deus e os anjos são “enviados” para servir aos Seus propósitos.
É profundamente comovente pensar que Deus utilizaria o próprio Filho para falar a nós e nos convidar a voltar para Ele. Se Ele não poupou nenhum esforço e custo para enviar-nos Sua mensagem, nada mais justo do que recebermos a Sua mensagem com gratidão e alegria.
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 1
Comentário em áudio
Filed under: Jesus, Julgamento de Jesus, sábado, sofrimento, submissão, vitória | Tags: cruz, Jesus, Julgamento de Jesus, Pilatos, sofrimento de Jesus
1 Açoitá-Lo. Esta foi a primeira seção de açoites. O objetivo da primeira seção de açoites era tentar despertar a compaixão da multidão sedenta de sangue. CBASD, vol. 5, p. 1181.
A flagelação normalmente fazia parte do processo de extrair uma confissão. Devia, segundo a lei romana, preceder a crucificação. Bíblia Shedd.
O açoite romano era cruel e, às vezes, fatal. O chicote tinha fragmentos de metal ou de ossos para lacerar a carne. Bíblia de Genebra.
2 coroa de espinhos. Para zombar de Sua afirmação de realeza. Andrews Study Bible.
Manto de púrpura. Representava realeza. Andrews Study Bible.
4 Não acho nEle crime algum. Com estas palavras, Pilatos revelou sua fraqueza. Se Jesus era inocente, Pilatos não deveria ter permitido que Ele fosse açoitado. Uma violação da consciência levou a outra, até que Pilatos renunciou a cada partícula de justiça. CBASD, vol. 5, p. 1181.
5. Eis o homem! O objetivo de Pilatos com esta exclamação era estimular a compaixão. Ali estava Jesus diante deles em vestes reais escarnecedoras, com uma coroa de espinhos, sangrando e pálido pelos então recentes sofrimentos, mas com uma postura real. Pilatos achava que as exigências dos líderes judeus seriam satisfeitas. Mas ele estava enganado. CBASD, vol. 5, p. 1181.
Um modo natural de Pilatos apresentar o acusado, mas providencialmente uma afirmação significativa. Jesus… sumariza tudo aquilo que a humanidade poderia e deveria ser. Bíblia de Genebra.
Quem [dos assistentes] poderia ter percebido que, Nesse Homem, Deus restaurava o propósito original da criação? Bíblia de Genebra.
6 Não acho nEle crime algum. Esta foi a terceira vez que Pilatos mencionou o fato. CBASD, vol. 5, p. 1181.
7 Temos uma lei, e, de conformidade com esta lei Ele deve morrer. Pilatos havia julgado repetidamente Jesus inocente da acusação civil (18:38; 19:4, 6), então mudaram para uma acusação religiosa. Pilatos estava obrigado pela lei romana a proteger a religião judaica de sacrilégio. Andrews Study Bible.
8 Ainda mais atemorizado. Pilatos estava politicamente vulnerável aqui, porque sua insensibilidade com a assuntos da religião judaica tinham lhe trazido problemas no passado. Andrews Study Bible.
Pilatos ficou [também] aterrorizado porque Filho de Deus (Divi Filius) era um título do imperador romano. Bíblia Shedd.
A carta da esposa de Pilatos informando sobre seu sonho (Mt 27:19) foi o primeiro motivo de temor. A insinuação de que Jesus era um ser sobrenatural encheu-o de mau pressentimento. CBASD, vol. 5, p. 1181.
9 Mas Jesus não lhe deu resposta. A submissão de Jesus à prisão e ao julgamento é a parte de Sua entrega de si mesmo como sacrifício. Bíblia de Genebra.
10 Não sabe que eu tenho autoridade para libertá-Lo e para crucificá-Lo? Sua [de Pilatos] segunda pergunta mostra a responsabilidade de Pilatos na crucificação de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 Não és amigo de César. “Amigo de César” era um título reconhecido para os apoiadores políticos do imperador. Os judeus ameaçam Pilatos com a sugestão de que ele será considerado traidor de Roma se soltasse alguém que se diz rei. Bíblia de Genebra.
Pilatos, o procurador romano na Palestina, estava envolvido com problemas. Seus erros políticos e administrativos juntos com a impossibilidade de se defender perante o imperador motivaram sua capitulação diante da pressão dos judeus. Bíblia Shedd.
13 Pavimento (Gr lithostroton) – já foi identificado pelos arqueólogos confirmando assim a exatidão desse evangelho. Bíblia Shedd.
14. Paresceve pascal. Do gr. Paraskeuê tou pascha. Esta frase é equivalente ao heb. ‘ereb happesach, “véspera da Páscoa”, um termo comum na literatura rabínica que designa o 14 de nisã. A expressão indica a “véspera” do sábado, designação judaica para o dia da preparação. CBASD, vol. 5, p. 1183.
15. Não temos rei, se não César! Estas palavras foram inconsequentes, pois os judeus não estavam prontos para abandonar a esperança messiânica ou formalmente repudiar a Deus como seu rei. Esse subterfúgio refletia a ansiedade de se livrar de Jesus. No entanto, por esta declaração, eles se retiraram da relação de aliança com Deus e deixaram de ser Seu povo escolhido. CBASD, vol. 5, p. 1183.
Caifás argumentara [profeticamente] que um homem deveria ser sacrificado para salvar a nação; agora ele está desejando o sacrifício da nação para destruir um homem. Andrews Study Bible.
16 crucificado. Uma peculiar forma romana de execução. A vítima era desnudada e amarrada ou pregada a uma estaca de madeira e tinha que fazer força [com as pernas] para respirar. Com a exaustão, a morte vinha por asfixia. Era uma dor lenta, humilhante e dolorosa. Ver também Mt 27:35; Mc 15:24. Andrews Study Bible.
17 levando a Sua própria cruz. A cruz podia ter a forma de T, de X, de Y ou de I, além da forma tradicional. O condenado normalmente carregava uma das vigas até o local da execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ele próprio, carregando a Sua cruz, como Isaque que carregou a lenha do holocausto em Gn 22.6. Bíblia Shedd.
18 O crucificaram. Assim como no caso dos açoites, João refere-se a esse horror com uma só palavra em grego. Nenhum dos escritores dos evangelhos demora-se no relato dos sofrimentos físicos de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 o que estava escrito era. Os quatro Evangelhos registram a inscrição de Pilatos com pequenas diferenças, talvez porque a inscrição estava em três línguas. Bíblia de Genebra.
20 A placa estava escrita em aramaico, latim e grego. Aramaico. Um dos idiomas do povo judeu daqueles dias. Latim. O idioma oficial de Roma. Grego. O idioma comum de comunicação em todas as partes do império. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este título anunciava o motivo da condenação da vítima à morte. Bíblia Shedd.
23 túnica. Tipo de camisa que descia do pescoço até os joelhos, ou mesmo aos tornozelos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Tais túnicas não eram incomuns no mundo antigo. A questão importante não é o valor da túnica, porém a profunda humilhação de Jesus, de quem tudo foi tirado, quando ele se ofereceu a Si mesmo. É também o cumprimento do Sl 22.18. Bíblia de Genebra.
Sem costura. Por isso, valiosa demais para ser recortada a fim de repartir os pedaços. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23, 24 O cumprimento de Sl 22.18 nos mínimos pormenores mostra a grandeza do nosso Deus onisciente que revela eventos futuros. Bíblia Shedd.
25 A mãe de Jesus. Em seu sofrimento mental e na dor física, Jesus não Se esqueceu de Sua mãe. Ele a viu ali, ao pé da cruz. Conhecia bem a sua angústia e a confiou aos cuidados de João. CBASD, vol. 5, p. 1183.
Juntando Mc 15.40 com Mt 27.56 deduzimos que a irmã de Maria, mãe de Jesus, era Salomé, mãe de Tiago e João (esposa de Zebedeu). Neste caso, Jesus seria primo desses filhos de Zebedeu. Bíblia Shedd.
26 Eis aí o teu filho. A relação entre João e Jesus era mais íntima do que entre Jesus e os outros discípulos, e João poderia, portanto, exercer as funções de um filho mais fielmente do que os demais. O fato de Jesus confiar Sua mãe ao cuidado de um discípulo é tido como evidência de que José já não vivia, e alguns consideram como indicação de que Maria não teve outros filhos, pelo menos em condição social ou econômica para cuidar dela. CBASD, vol. 5, p. 1184.
28 Tenho sede. Jesus era verdadeiro homem. Contraria a teoria gnóstica que afirmava que o Cristo divino veio sobre Jesus e O deixou quando morreu. … AquEle que sofreu a sede na cruz ofereceu Sua vida para saciar a sede espiritual do mundo (7.37-39). Bíblia Shedd.
29 vinagre. Tipo de vinho barato – semelhante a vinagre -, a bebida do povo comum. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 Está consumado! Jesus havia completado o trabalho que o Pai Lhe confiara (Jo 4:34). CBASD, vol. 5, p. 1184.
Por certo, o clamor em voz alta registrado em Mt 27.50 e em Mc 15.37. Jesus morreu como um vencedor que completara o que viera fazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 não ficassem os corpos na cruz. Isto cerimonialmente contaminaria a terra (Dt 21.23). Este é um forte exemplo que revela a insensibilidade depravada deles, que reuniam forças para cometer um assassinato e, ao mesmo tempo, estavam cheios de cuidados meticulosos com relação ao cumprimento da lei cerimonial. Bíblia de Genebra.
Que lhes quebrassem as pernas. Respirar era tão difícil a um crucificado, que se as pernas não ajudassem a manter o tronco suspenso, a morte ocorreria rapidamente. Bíblia de Genebra.
33 Já estava morto. Foi incomum a morte vir logo depois da crucifixão. Algumas vítimas permaneciam vivas por vários dias.CBASD, vol. 5, p. 1184.
34 Lhe abriu o lado com uma lança. Provavelmente para ter total certeza da morte de Jesus, mas talvez simplesmente como ato de brutalidade (cf. v 37; Is 53.5; Zc 12.10; cf Sl 22.16). Bíblia de Estudo NVI Vida
Este ato prova que Jesus não estava em coma, mas estava morto. … Tanto a preservação de Seus ossos intactos (v. 33) como o ferimento do Seu lado cumprem as Escrituras do Antigo Testamento (vs 36-37; Sl 34.20; Zc 12.10). Bíblia de Genebra.
Sangue e água. Resultado de a lança penetrar no pericárdio (saco que envolve o coração) e no próprio coração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 Aquele que viu isso… sabe que diz a verdade. João, o autor do Evangelho, sabia porque ele estava lá (13:23; 18:15-16; 19:26; 21:20-24). Andrews Study Bible.
38 José de Arimateia. Os quatro evangelhos descrevem o papel de José no enterro de Jesus. Apenas João menciona que, secretamente, ele era um discípulo. CBASD, vol. 5, p. 1185.
39 Nicodemos. Somente João conta que ele acompanhou José de Arimatéia no sepultamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Cem libras (i.e, mais de 32 kg de especiarias aromáticas). Nicodemos evidentemente era rico (cf 3.1-21; 7.50s). Bíblia Shedd.
Quantidade muito grande, como a que era usada nos sepultamentos da realeza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
40 faixas de linho. Faixas estreitas, semelhantes a ataduras. Havia, também, uma mortalha, um grande lençol. Bíblia de Estudo NVI Vida.
41 Um jardim. Só João nos informa do local do sepulcro e sua proximidade do Calvário. O pecado original e a morte originaram-se no jardim do Éden. A redenção e a vida eterna também tiveram início num jardim. Bíblia Shedd.
42 Preparação. Era necessária pressa, pois o sol estava para se por, e então começaria o sábado, no qual nenhum serviço poderia ser feito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Filed under: crescimento espiritual, Jesus, parábolas, religião viva | Tags: amor, amor de Deus, frutos, Jesus, religião viva, videira
Comentário devocional:
Não é bom não produzir frutos. Quem quer ser infrutífero? No entanto, aqui Jesus diz que alguns serão encontrados infrutíferos. Então, o Pai, como jardineiro, irá cortar fora estes ramos da videira.
Esta parábola pode trazer um sentimento de preocupação. Afinal, como é que vamos realmente saber se somos frutíferos ou não? Dentro do Reino de Deus, muitas vezes nosso fruto não se mostra imediatamente. Muitas vezes, como diz a Bíblia: um planta, outro rega, e ainda um outro colhe! Ou um estabelece uma base enquanto outro edifica sobre ele (1Co 3:5-10). Aqui Jesus usa a analogia de uma videira e um ramo. Trabalhe um pouco em jardinagem e a preocupação começará a se dissipar.
No meu quintal, há árvores e arbustos. Meus dois favoritos são a macieira e um arbusto especial. O arbusto me traz grande alegria, porque, naturalmente, atrai muitos tipos de borboletas. Mas ele exige um trabalho cuidadoso de poda. A macieira também requer muito cuidado. Ao longo dos anos, ao cuidar dessas duas obras de Deus, tenho notado que os ramos que não produzem frutos são os que não se desenvolveram da maneira certa. O que quero dizer? Eles não cresceram para cima, para o sol, então não produzem frutos.
Nenhuma planta produz frutos a menos que olhe para o sol. Nenhuma pessoa dá frutos a menos que olhe para o Filho de Deus. “Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim” (Jo 15:4 NVI). Você está mantendo seus olhos em Jesus?
Jesus disse: “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor. Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço. Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (vv 9-11 NVI).
Christopher Bullock, M.Div.
Pastor, em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da America
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: João 15
Comentário em áudio
Filed under: caráter de Deus, Deus, Espírito Santo, Jesus | Tags: caminho, Consolador, Espírito Santo, obediência, verdade, vida
O discurso de João 14 foi feito no cenáculo, antes da saída para o monte das Oliveiras e para o Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1149.
1 Não se turbe o vosso coração. Ou, “parai de deixar que o vosso coração se turbe”. Os discípulos estavam perturbados porque Jesus tinha anunciado que os deixaria (Jo 13:33). Ele então passa a dizer-lhes que Sua ausência seria apenas temporária e que Sua partida seria para benefício deles. CBASD, vol. 5, p. 1149.
Esta passagem de supremo conforto é oferecida por Jesus numa hora enegrecida pela sombra da traição de Judas e pela negação de Pedro, apenas algumas horas antes da agonia do Getsêmani e da morte na cruz (13.21). Contudo, a afirmação transmite um sentido de sublime paz e visa ministrar aos temores dos discípulos, ao invés das próprias necessidades de Jesus. Bíblia de Genebra.
2 Na casa de Meu Pai. Uma bela representação do Céu. … Jesus estava voltando para o lar; e, por fim, os discípulos poderiam se juntar a Ele ali. CBASD, vol. 5, p. 1150.
voltarei. O grego expressa esta promessa no tempo presente. Este chamado presente futurístico dá ênfase à certeza do evento. O fato é considerado como se já estivesse ocorrendo. CBASD, vol. 5, p. 1150.
3 onde Eu estou. Os discípulos foram dirigidos ao tempo do segundo advento como sendo o momento em que se reuniriam novamente com o Senhor. Não há alusão aqui à doutrina popular de que os crentes vão para junto do Senhor no momento da morte, noção sem apoio nas Escrituras. Paulo também dirigiu a atenção dos crentes para o tempo do segundo advento como sendo o momento do grande reencontro (1Ts 4:16, 17). … Quando Sua imagem for perfeitamente representada em Seu povo, então Ele virá (PJ, 69). CBASD, vol. 5, p. 1151.
4 E vós sabeis o caminho para onde Eu vou (ARA). ARC: “E conheceis o caminho”. …o texto da ARC deve ser preferido. Jesus havia deixado claro o caminho para a casa do Pai, mas a lentidão dos discípulos em compreender os impedia de apreender o significado de Suas palavras. CBASD, vol. 5, p. 1151.
5 não sabemos para onde vais. Deviam saber, pois isso lhes havia sido dito claramente (ver com. do v. 4). Era difícil para eles se desvencilharem do conceito judaico do reino messiânico. CBASD, vol. 5, p. 1151.
6 Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Jesus é o caminho para Deus, a revelação do que Deus é (v. 9), e a fonte da vida (1:4-5; 10:10; 20:31). Andrews Study Bible.
ninguém vem ao Pai senão por Mim. Esta é uma forte afirmação de que só Cristo é o caminho da salvação. Imaginar e proclamar que há outros caminhos é enganar o povo e esquecer a necessidade de sua vinda e redenção (At 4.12; Rm 10.14-15; 1Jo 5.12). Bíblia de Genebra.
8 Filipe … mostra-nos o Pai. Talvez Filipe esperasse uma revelação da glória divina como a que foi dada a Moisés (Êx 33:18-23). CBASD, vol. 5, p. 1151.
9 Quem vê a Mim, vê o Pai. Cristo revelou o caráter de Deus ao universo (ver com. de Jo 1:18). CBASD, vol. 5, p. 1151.
12 e outra maiores fará. Isto é, maiores em quantidade, não em qualidade. A atividade de Cristo esteve limitada a uma área relativamente pequena (do mundo). Após Sua ascensão, o evangelho se espalharia por todo o globo. CBASD, vol. 5, p. 1152.
13 tudo quanto pedirdes em Meu nome. Enquanto cooperassem com o Céu na proclamação do evangelho, os discípulos podiam ter a certeza de que os ilimitados recursos da Onipotência estariam à sua disposição. CBASD, vol. 5, p. 1152.
Isso não garante que Deus fará tudo o que pedirmos só pelo fato de adicionarmos à nossa oração as palavras “em nome de Cristo”. Orar em nome de Cristo é identificar-se com os propósitos de Cristo na proporção em que nossa vontade tiver se tornado identificada com a vontade de Deus (1Jo 5.14). Aqueles que não obtêm aquilo que pedem especificamente, frequentemente são surpreendidos por uma resposta diferente – porém melhor. O “não” é, ás vezes, a melhor resposta. Bíblia de Genebra.
15 Se Me amais. A obediência que procede da compulsão ou do medo não é a forma ideal. Pode haver ocasiões em que o motivo impelente do amor se encontre ausente ou seja frágil. Nessas circunstâncias, é preciso obedecer somente por princípio. Enquanto isso, o amor deve ser cultivado. A falta do requisito do amor nunca deve servir de desculpa para a desobediência. CBASD, vol. 5, p. 1152.
guardareis. A prova de amor a Cristo não é uma profissão oral, mas uma obediência viva. Bíblia de Genebra.
As orações recebem poder da obediência. Andrews Study Bible.
16 outro Consolador. A palavra grega traduzida por “Consolador” ou “Auxiliador” [parakletos] era usada em linguagem jurídica para o advogado de defesa (1Jo 2.1) e, de modo mais geral, por alguém de quem se pedia ajuda. Jesus foi um tal ajudador para os discípulos; e depois de Sua ascensão, o Espírito Santo tomaria para si esta tarefa. Bíblia de Genebra.
17 Espírito da verdade. A ênfase parece estar no fato de que o Espírito define, comunica e defende a verdade. CBASD, vol. 5, p. 1153.
Não O vê. O mundo não possui percepção espiritual. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus” (1Co 2:14). CBASD, vol. 5, p. 1153.
18 Não vos deixarei órfãos. …a ideia é que Jesus não deixaria os discípulos despojados de Seu Mestre. Ele voltaria para eles. A referência aqui não é à segunda vinda (v. 1-3), mas à presença de Cristo com os discípulos por meio do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1154.
19 vós, porém, Me vereis. Depois da crucifixão e do sepultamento, o mundo não mais veria a Cristo, mas os discípulos O veriam em Seu corpo ressuscitado. As palavras, sem dúvida, também possuem um significado espiritual. CBASD, vol. 5, p. 1154.
Vivereis. Tanto no sentido espiritual quanto no literal (Jo 6:57). CBASD, vol. 5, p. 1154.
20 Naquele dia. Isto é, no dia em que o “Consolador” viesse para estar com eles (ver v. 16). Havia muitas coisas no âmbito espiritual que os discípulos ainda não entendiam e que lhes seriam esclarecidas mais tarde. CBASD, vol. 5, p. 1154.
21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. Esta declaração é a recíproca do v. 15. O amor se manifesta na obediência, e a obediência evidencia o amor (cf 1Jo 2:3-6).
Aqui temos uma bela descrição joanina do crente salvo. Bíblia Shedd
23 Não só o Espírito habita no crente (17), mas o Deus triúno mora nele. … Deus morando no crente, ou na igreja, torna ambos templos santificados (1 Co 3.16; 6.19). Bíblia Shedd.
23-24 O Pai Se revela ao obediente. Andrews Study Bible.
26 e vos fará lembrar de tudo. Estas promessas feitas aos apóstolos foram cumpridas na pregação apostólica e na composição final das Escrituras do Novo Testamento. Elas continuam a ser cumpridas à medida que o povo de Deus aprende das Escrituras inspiradas. Bíblia de Genebra.
28 o Pai é maior do que Eu. Enquanto Jesus é igual ao Pai por natureza … em Sua humanidade Ele se relaciona com o Pai de nosso ponto de vista. Andrews Study Bible.
O Filho voluntariamente encobriu a Sua glória para seguir o caminho de Sua humilde obediência (Fp 2.6-11). Bíblia de Genebra.
30 nada tem. Os direitos do diabo se baseiam na rebelião de suas vítimas contra Deus. Cristo era puro de todo pecado. Bíblia Shedd.
Cristo é o único membro da raça humana de quem se pode dizer isto. Bíblia de Genebra.
31 vamo-nos. “Discursos pelo Caminho” (caps 15, 16) foram pronunciados a caminho do Getsêmani. Bíblia Shedd.
Filed under: Evangelho, Israel, Jesus, sofrimento | Tags: choro de Jesus, Jesus, Jesus chorou, Lázaro
“Jesus chorou.” João 11:35.
Jesus foi tocado pela tristeza humana e chorou ante a dor. “Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos” (Hb 2:17, ARC). Por identificar-se com a humanidade, “pode socorrer aos que são tentados”(Hb 2:18, ARC). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1127.
“Onde o pusestes?” perguntou. “Disseram-Lhe: Senhor, vem e vê”. João 11:34. Juntos, dirigiram-se para o sepulcro.
Foi uma cena dolorosa. Lázaro fora muito amado, e as irmãs por ele choravam, despedaçado o coração, ao passo que os que haviam sido amigos
seus, misturavam as lágrimas com as das desoladas irmãs. Em face dessa aflição humana e de que os amigos consternados pranteavam o morto, enquanto o Salvador do mundo ali Se achava — “Jesus chorou”. João 11:35.
Se bem que fosse o Filho de Deus, revestira-Se, no entanto, da natureza humana e comoveu-Se com a humana dor. Seu terno, compassivo coração está sempre pronto a compadecer-se perante o sofrimento. Chora com os que choram, e alegra-Se com os que se alegram.
Não foi, porém, simplesmente pela simpatia humana para com Maria e Marta, que Jesus chorou. Havia em Suas lágrimas uma dor tão acima da simples mágoa humana, como o Céu se acha acima da Terra. Cristo não chorou por Lázaro; pois estava para o chamar do sepulcro. Chorou porque muitos dos que ora pranteavam a Lázaro haviam de em breve tramar a morte dAquele que era a ressurreição e a vida. Quão incapazes se achavam, no entanto, os incrédulos judeus de interpretar devidamente Suas lágrimas! Alguns, que não conseguiam enxergar senão as circunstâncias exteriores da cena que perante Ele estava, como causa de Sua tristeza, disseram baixinho: “Vede como o amava!” Outros, procurando lançar a semente da incredulidade no coração dos presentes, disseram, irônicos: “Não podia Ele, que abriu os olhos ao cego, fazer também com que este não morresse?” João 11:36, 37. Se estava no poder de Cristo salvar a Lázaro, por que, então, o deixou morrer?
Com profética visão, percebeu Cristo a inimizade dos fariseus e dos saduceus. Sabia que Lhe estavam premeditando a morte. Não ignorava que alguns dos que tão cheios de aparente simpatia se mostravam, em breve fechariam contra si mesmos a porta da esperança e os portais da cidade de Deus. Em Sua humilhação e crucifixão estava para verificar-se uma cena que daria em resultado a destruição de Jerusalém, e então ninguém lamentaria os mortos. O juízo que estava para cair sobre Jerusalém foi perante Ele claramente delineado. Contemplou Jerusalém cercada pelas legiões romanas. Viu que muitos dos que agora choravam por Lázaro morreriam no cerco da cidade, e não haveria esperança em sua morte.
Não foi somente pela cena que se desenrolava a Seus olhos, que Cristo chorou. Pesava sobre Ele a dor dos séculos. Viu os terríveis efeitos da transgressão da lei divina. Viu que, na história do mundo, a começar com a morte de Abel, fora incessante o conflito entre o bem e o mal. Lançando o olhar através dos séculos por vir, viu o sofrimento e a dor, as lágrimas e a morte que caberiam em sorte aos homens. Seu coração pungiu-se pelas penas da família humana de todos os tempos e em todas as terras. Pesavam-Lhe fortemente sobre a alma as misérias da pecadora raça, e rompeu-se-Lhe a fonte das lágrimas no anelo de lhes aliviar todas as aflições.
O Desejado de Todas as Nações, p. 462 – 464.
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22 Festa da Dedicação. Esta festa foi instituída por Judas Macabeu para comemorar a purificação do templo e a restauração de seus serviços após a profanação por Antíoco Epifânio [rei da Síria, cf Andrews Study Bible]. … Na literatura rabínica a festa é chamada Hanukkah, que significa “dedicação”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1118.
Esta festa é agora chamada Hannukah, é celebrada em dezembro. Comemora a restauração do templo nos tempos de Judas Macabeu e a revolta judaica contra Antíoco Epifânio (164 a.C.). Bíblia de Genebra.
Esse foi o último grande livramento que os judeus haviam experimentado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 jamais perecerão. A negativa é forte no grego. Em seu significado mais pleno, “perecerão” aqui faz referência à morte final e irrevogável, isto é, à segunda morte (Ap. 20:14; cf Mt 20:28; Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1119.
30 somos um. A palavra traduzida por “um” é neutra, mostrando que a unidade de pessoas não é o ponto em discussão. Jesus afirmou Sua unidade com o Pai em vontade, propósito e objetivos. O Pai estava diretamente envolvido nas palavras e nos atos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1120.
Não são Pessoas idênticas, mas uma em essência… O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem igualmente a plenitude da natureza divina. Esta unidade essencial subjaz à sua unidade no propósito redentor. Bíblia de Genebra.
32 boas obras. Embora a referência aqui inclua os milagres de Jesus, os termos no grego subentendem as obras em geral que têm acima de tudo um caráter bom e nobre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 sois deuses. A citação é de Salmo 82:6, que acusa os juízes injustos, chamados de “deuses”. CBASD, vol. 5, p. 1120.
No Antigo Testamento, os juízes humanos … podiam ser chamados “deuses”, porque eram considerados como agindo em lugar de Deus, ao fazerem justiça. A palavra hebraica ‘elohim é usada não só para referir ao único Deus verdadeiro, mas também para denotar deuses falsos, anjos e, muito raramente, homens exercendo junções divinas. O argumento de Jesus pode ser entendido como segue: “Ao invés de ofender-se porque esta palavra é aplicada a Mim, devíeis examinar as minhas credenciais que provam que meu Pai me enviou a este mundo”. Bíblia de Genebra.
Se Deus, o Autor da Bíblia, chama homens de “deuses” … quanto mais teria o Filho direito a este título. Bíblia Shedd.
Ver Êx 22.28 e nota textual NVI [“Não insultem os juízes”]; Dt 1.17; 16.18; 2Cr 19.6. Bíblia de Estudo NVI Vida.
39 Ele se livrou. João não nos dá detalhes, mas torna claro que nada poderia acontecer a Jesus até que Deus determinasse a hora (7.44; 8.59). Bíblia de Genebra.
A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.
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Comentário Devocional:
O Evangelho de João é o meu livro favorito da Bíblia. Fico impressionado pela forma como o discípulo amado apresenta Jesus em Sua simplicidade autêntica e, ainda assim, em plena divindade. De muitas maneiras, de forma análoga às palavras iniciais de Gênesis, o Evangelho de João apresenta Deus falando, mas desta vez trazendo a salvação à existência. A Palavra de Deus toma a forma humana e entra na história, na pessoa de Jesus Cristo.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.” (versos 1, 2 ARA). Que maravilhoso refrão! Escrito no final do primeiro século, cerca de 30 anos após a escrita do Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), o livro de João tem como alvo vários grandes perigos que ameaçavam a Igreja neste tempo – a negação da divindade de Jesus é um deles.
Jesus vem trazer luz, cura e salvação para quem está disposto a aceitar Suas generosas dádivas. Ele vem como alguém que deseja nada menos que o melhor para a raça humana. Deus deseja que os homens se tornem o melhor que Ele possibilitou que eles sejam e façam o seu melhor com o que Ele lhes deu.
Em vários momentos, as histórias deste capítulo apontam para a realidade de Jesus – enquanto ainda Deus – optando por fazer parte da família humana para nosso benefício e nossa salvação. Podemos ser como João Batista e compartilhá-lo com todos que quiserem ouvir. Podemos buscá-Lo como fizeram os primeiros discípulos e proclamá-Lo como o Messias.
Recebamos novamente Jesus em nossos corações hoje e ao fazê-lo desfrutemos do poder de sermos Seus filhos e filhas para a eternidade.
Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/1/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: João 1
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