Reavivados por Sua Palavra


Convite à leitura de Oséias by Jeferson Quimelli
27 de agosto de 2014, 5:50
Filed under: Amor de Deus, Bíblia, cuidado de Deus, Estudo devocional da Bíblia, guia divina

Que tal lermos juntos o livro de Oséias?

Para assistir ao resumo do livro, clique aqui

 



A “Porção Santa” by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2014, 21:33
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Diagrama mostrando a “Porção Santa”: as porções do príncipe, dos levitas, dos sacerdotes, da cidade e, ao centro, do templo.

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 806. Casa Publicadora Brasileira.



Sexta-feira começaremos a ler Daniel! by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2014, 17:26
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Na sexta-feira, 15 de agosto, começaremos a ler o livro de Daniel. Um livro com luz para os últimos dias.

Tome um minuto agora para compartilhar este email para ao menos um amigo e convide-o a participar da leitura.



1000 seguidores! by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2014, 21:39
Filed under: alegria, Estudo devocional da Bíblia, gratidão | Tags: , ,

Estamos em festa, porque ultrapassamos 1000 seguidores!
É uma bênção ter vocês como nossos companheiros nesta jornada abençoada!
Vocês são a nossa maior motivação. É uma honra trabalhar para o povo de Deus, que ama a Sua Palavra!
A Deus, que nos dá inspiração e força para o trabalho, toda honra e glória!

Equipe Reavivados



Ezequiel 33 by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2014, 0:00
Filed under: Estudo devocional da Bíblia, profecias | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Muitas vezes as palavras dos profetas são difíceis de conciliar com a crença em um Deus amoroso. Principalmente quando estas mensagens parecem focadas na destruição humana. O Senhor usa neste capítulo a imagem do profeta como vigia. Um vigia soa o alarme quando um inimigo se aproxima e, então, a pessoa que ouve pode optar por fugir ou ficar. O ouvinte, e somente ele, é responsável pelo resultado. Por outro lado, se o vigia não soar o alarme e ficar indiferente ao que está acontecendo, então ele será responsabilizado pelo desastre.

Ezequiel é o vigia. Por mais alarmante que a mensagem possa ser, o objetivo é a salvação, não destruição. Deve haver um alerta da possível ocorrência de coisas ruins para que elas não aconteçam. As advertências e as promessas de Deus são igualmente condicionais.

Não pode haver meio termo ou indecisão diante da mensagem do profeta. O momento exige uma resposta decisiva. Não importa o quão ímpio possamos ser, arrepender-se no momento crítico é o que conta. Por outro lado, não importa o quão justo sejamos, afastar-se do bem no momento crítico traz perda.

Lembro-me dos trabalhadores da parábola de Jesus que trabalharam um número diferente de horas do dia, mas receberam todos o mesmo salário ao final. No entanto, cada um respondeu positivamente quando chamado (Mt 20:1-6). Aqueles que dizem sim para Deus na hora crítica em que ouvem o convite da graça, recebem a aprovação do Senhor.

Agora é o momento de nos decidirmos. Ao ouvirmos o convite do Espírito Santo, não percamos tempo, coloquemos a nossa vida em plena harmonia com a vontade de Deus.

Ross Cole

Avondale College, Australia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/33/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 33

Comentário em áudio 

 

Comentários selecionados:

O cap 33 de Ezequiel é um dos maiores reveladores da história de Judá. No exílio, eles tomam conhecimento da destruição de sua capital, Jerusalém (que eles achavam que nunca cairia) e pela primeira vez reconhecem que são responsáveis pelos juízos que sofrem. Aqui também descobrimos porque os remanescentes em Judá não conseguiram ocupar e manter a terra (v. 24, 25). E a maior revelação: o maior desejo de Deus para nós é que vivamos! 

O ministério de Ezequiel agora toma uma nova direção. Após o juízo divino, vem a graça de Deus e a promessa de restauração na era messiânica. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este capítulo assinala o começo da segunda parte do livro de Ezequiel. A primeira parte do livro diz respeito, primariamente, a Jerusalém, no passado e no presente; a segunda parte enfoca a futura Cidade de Deus. Essa parte do livro começa repetindo dois temas importantes: primeiro, uma reiteração do chamado de Ezequiel como atalaia (vs. 1-9; cf 3.16-21); e, segundo, a doutrina da responsabilidade moral individual (vs. 10-20; cap. 18). Os exilados ouvem as notícias de Jerusalém no v. 21; o resto das declarações de Ezequiel acerca de Jerusalém não prevê juízo e destruição, mas, sim, restauração. Bíblia de Genebra.

1-20 Estes versículos ensinam que o pastor deve anunciar a plenitude da palavra de Deus, isto é, todos os julgamentos e advertências que Deus pronuncia (1-6) e todos os convites à conversão que Deus faz, bem como as promessas de consolação e de restauração que Deus o autoriza pronunciar (16). “Cada palavra que procede da boca de Deus”, Mt 4.4, deve ser o conteúdo de pregação do pastor. Bíblia Shedd.

10 nossas ofensas e pecados. Essa foi a primeira ocasião em que os exilados expressaram consciência do pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

desfalecemos neles. O estado de espírito dos ouvintes de Ezequiel havia mudado. Antes, o profeta encontrara descrença e escárnio (Ez 12:22). O povo tentou desculpar sua transgressão afirmando que estava sendo punido, não por seus próprios pecados, mas pelos de seus pais (18:12). Diante do fato da destruição de Jerusalém, eles já não podiam contradizer as palavras do profeta. Em desespero, o que estavam dizendo, na verdade, era: “Se tudo isso é punição por nossos pecados, que esperança há para nós?”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 757.

Finalmente, aos sobreviventes na Babilônia está ocorrendo a ideia de não confiar na segurança física de Jerusalém, mas sim procurar a resposta na sua própria péssima situação espiritual. Os primeiros momentos de arrependimento são dolorosos, até que se saiba que há uma resposta final e completa para o pecador: “Deus prova o Seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8-11). Bíblia Shedd.

11 não tenho prazer na morte do perverso. Ezequiel anima seus concidadãos com a certeza de que Deus não tem prazer na morte deles. O que Ele deseja é que se arrependam e vivam (2Pe 3:9). CBASD, vol. 4, p. 757.

Os restantes dos israelitas na Babilônia já ouviram os pronunciamentos de Ezequiel sobre o castigo divino que estava caindo em cheio sobre as nações pagãs, e sobre Judá, porque aderira ao paganismo. Ezequiel, porém, mostrava-lhes que o “caminho sobremodo excelente” da vontade de Deus é a restauração do pecador. Bíblia Shedd.

21 caiu a cidade.O primeiro fugitivo de Jerusalém anuncia a queda da cidade. Andrews Study Bible.

Cinco meses depois de o templo ter sido incendiado. […] Com essa declaração, todas as profecias anteriores de Ezequiel foram cumpridas e vindicadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É o ponto histórico entre o velho Israel de Canaã e o novo Israel remanescente que estava se formando no cativeiro. Bíblia Shedd.

24 os moradores destes lugares desertos. Os pobres dentre o povo foram deixados na terra como vinheiros e lavradores, e a eles se uniram judeus que fugiram de países vizinhos (ver 2Rs 25:12, 22; Jr 52:16). Esta mensagem tem o objetivo de combater um ditado que era corrente entre esse grupo. CBASD, vol. 4, p. 757.

Abraão era um só; no entanto, possuiu a terra. Estas palavras expressam as arrogantes declarações dos que haviam sido deixados na terra pelos babilônios. O que eles declaravam era que, se Abraão, sendo um só, recebeu a posse da terra, eles, sendo muitos, certamente poderiam reivindica-la e tomar posse das propriedades dos que foram exilados. Em resposta, o profeta afirma que o fato de alguém ser descendente de Abraão não representava nenhuma vantagem, porque Deus estava interessado em qualificações de caráter; e o fato de eles serem muitos não tinha qualquer relevância para a questão.

Muitos confiam em sua ligação com uma organização religiosa, em vez de buscar a santidade de coração, que é unicamente o que capacita a permanecer em pé no último dia. Depositam confiança em números e popularidade. Em última análise, a verdadeira religião é um assunto pessoal, e cada um precisa buscar a própria salvação com temor e tremor. A ligação com a igreja organizada é o resultado natural e esperado de uma genuína experiência pessoal, mas isso, em si mesmo, não constitui o fundamento da esperança de ninguém. CBASD, vol. 4, p. 758.

Há uma grande diferença entre a fé obediente e humilde de Abraão, e a presunção pecaminosa da escória de Israel, abandonada a viver como os animais na terra desolada. Bíblia Shedd.

25. vossos ídolos e derramais sangue. As pessoas deixadas na terra não mostravam qualquer disposição para se afastar dos pecados dos pais. O povo vivia em aberta rebelião contra as ordens expressas de Deus (ver Jr 42-43). CBASD, vol. 4, p. 758.

29 desolação e espanto. As poucas pessoas que moravam nos campos, depois da destruição de Jerusalém, que aliás conservavam a mesma soberba infernal (24) que determinara a queda da cidade, foram logo forçadas a fugir para o Egito deixando o território como presa para os habitantes das nações ao redor, pois a terra nada mais sustentava, a não ser apenas as alimárias do campo (Jr 44.22). Bíblia Shedd.

30 falam de ti. Ezequiel havia sido ignorado e até mesmo ridicularizado; mas, agora, que os eventos tinham confirmado a veracidade de suas palavras, ele se tornou popular diante do povo. Não obstante, continuavam a não lhe dar ouvidos, continuavam surdos quanto a arrepender-se e a obedecer (v. 11). Bíblia de Genebra.

As pessoas não estavam se opondo a Ezequiel; estavam gostando de sua oratória. O profeta, provavelmente, nunca tivera tantos ouvintes, e que eles fossem aparentemente, tão promissores. Ele é advertido quanto ao fato de essas pessoas serem meros ouvintes da palavra, e não praticantes (ver Mt 7:21-27; Tg 1:22-25). CBASD, vol. 4, p. 758.

31 Ele vem a ti… se assentam diante de ti … e ouvem as tuas palavras. Estando afastados de Jerusalém e do templo, as atividades religiosas dos israelitas se concentraram em torno do profeta Ezequiel. Agora começa a segunda etapa da vocação do mesmo: a exortação aos remanescentes. Infelizmente, a mesma irreverência para com a palavra de Deus, que fazia nos cultos, em Israel, uma oportunidade para se desfilar indecentemente, com bens injustamente extorquidos dos pobres, enquanto se celebrava uma liturgia tecnicamente correta (Am 5.21-27; 8.4-10), também tornava as consultas ao profeta em simples motivo de riso (32) … Só depois de estarem cientes da destruição de Jerusalém é que os israelitas reconheceram que as “extravagâncias” de Ezequiel, longe de serem um espetáculo de zombaria, ao contrário, eram a voz de Deus chamando os sobreviventes da trágica derrota nacional a escutar o verdadeiro profeta (33). Bíblia Shedd.

32 canções de amor. Agora, os exilados tinham começado a considerar Ezequiel como uma fonte de entretenimento. Ouvi-lo falar parecia-lhes ser uma maneira de passar uma tarde ou uma noite de inatividade (cf. 20.49). Bíblia de Genebra.



Ezequiel 23 – comentários selecionados by Jeferson Quimelli
20 de julho de 2014, 0:12
Filed under: Bíblia, Estudo devocional da Bíblia | Tags: , ,

Comentários selecionados:

O cap. 23 apresenta uma extensa alegoria cujo propósito é mostrar a pecaminosidade de Judá. A alegoria é semelhante à do cap. 16, embora haja algumas diferenças. O tema principal desta principal alegoria são as alianças políticas com nações estrangeiras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 723.

Este capítulo é uma das mais violentas acusações que já foi lançada contra uma nação. Qualquer busca de alianças internacionais com a Assíria, ou Egito, ou Babilônia (vv 3, 5 e 15), nas quais os israelitas receberiam vantagens carnais em troca da aceitação da idolatria dessas nações, era adultério contra a fidelidade de Deus. … A linguagem aqui é a mais brutal na Bíblia inteira: é necessário compreender que uma vida humana sem fé em Deus, sem fidelidade à Sua Palavra, é mais horrenda perante Deus do que as mais terríveis brutalidades perante a sociedade humana. Bíblia Shedd.

2. Uma só mãe. As duas cidades, Samaria e Jerusalém, tinham a mesma mãe, o povo hebreu. Possuíam ancestrais comuns. CBASD, vol. 4, p. 723.

4 Oolá. Heb haolah, significa “tenda dela”. A tenda é o tabernáculo erguido nos altos para adorar os ídolos e praticar adultério, que fazia parte deste culto; que é “dela” própria, significando que, desde a separação das dez tribos, Israel deliberadamente escolhera sua própria religião (1Rs 12.25-33) que, aliás, logo se entregou ao paganismo de Tiro. Bíblia Shedd.

Oolibá. Heb aholibah, significa “minha tenda está nela”. É Jerusalém, a cidade onde o tabernáculo de Deus, seguindo as instruções dadas para a tenda no deserto, foi erguido em forma de um templo permanente, o lugar aonde os israelitas fluíram para dirigir suas súplicas à presença divina (1Rs 8.22-53). Há uma grande diferença entre a religião inventada pelo homem e a revelada pela presença do Senhor. Mas ai de quem, tendo aprendido a verdadeira religião, torna-se infiel (Hb 10.28-29); ficará como Oolibá, tida como pior que Oolá (16.52). Bíblia Shedd.

foram minhas. Ambas professavam lealdade ao verdadeiro Deus. CBASD, vol. 4, p. 723.

5 prostituição. Aqui representa as alianças políticas com potências pagãs. … A linguagem explícita no capítulo ressalta a repulsa que Deus e Ezequiel sentiam por Israel por causa de ele fazer o jogo mundano da política internacional em vez de confiar no Senhor para obter segurança. V 2Rs 15.19. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 por isso, a entreguei. Ver 2Rs 17:5, 6. A historia de Samaria é brevemente recapitulada, porque a nação não mais existia, e é usada como base de comparação para a descrição mais detalhada da loucura de Judá. CBASD, vol. 4, p. 723.

10 eles lhe arrancaram a roupa, deixando-a nua. Referência à queda de Samaria diante dos assírios em 722-721 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 enojada, os deixou. Judá se enfadou da aliança com Babilônia e foi buscar a ajuda do Egito. Os v. 17 a 19 descrevem essa política vacilante. CBASD, vol. 4, p. 723.

18 a Minha alma se alienou. O Senhor Se cansou de Judá e Se afastou dela com repugnância. CBASD, vol. 4, p. 723.

25 o nariz e as orelhas. Os egípcios e os assírios puniam as mulheres adúlteras desta maneira bárbara. Bíblia Shedd.

28 deixaste. A referência imediata é a rebelião do rei Zedequias contra os caldeus que, segundo v 29 e 2Cr 36.10-21, não hesitaram em lhe aplicar uma punição à altura da traição. Bíblia Shedd.

32 o copo da tua irmã. Beber o copo é uma expressão bíblica que quer dizer “participar plenamente da sorte”. Aqui significa sofrer o mesmo fim trágico que coube a Samaria (2Rs 17.3-6). Bíblia Shedd.

34. e lhe roerás os cacos. Uma figura enfática que expressa o desespero dos judeus no dia do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 724.

36. Disse-me ainda. Ver Ez 20:4; 22:2. Aqui se inicia uma nova seção. O profeta resume os pecados de Oolá e Oolibá, mas de um ponto de vista diferente dos v. 1 a 22. Ele menciona três elementos característicos: o culto a Moloque (v. 37), a profanação do templo (v. 38) e a transgressão do sábado (v. 38) CBASD, vol. 4, p. 724.

39. no mesmo dia. Os judeus eram tão audaciosos na idolatria que, no mesmo dia em que queimavam os filhos a Moloque, no vale de Hinom, hipocritamente se apresentavam como adoradores do templo de Yahweh (ver Jr 79, 10). CBASD, vol. 4, p. 724.

41 num suntuoso leito. Ou, “num suntuoso divã”, usado para o indivíduo se reclinar numa festa. CBASD, vol. 4, p. 724.

42 bêbados. O profeta parece enfatizar a degradação progressiva da cidade prostituída: homens de classe baixa e bêbados do deserto são abraçados por ela. CBASD, vol. 4, p. 724.

45. culpa de sangue. Pecado passível de morte (Lv 20.10-17).

48. Todas as mulheres. As nações ao derredor, que haveriam de aprender uma lição de retidão, ao contemplar a punição sofrida pelos judeus. Já que os descendentes de Abraão se recusavam a ser uma bênção para as nações (Gn 112.2-3) por meio da pregação da Palavra de Deus e da sua vida exemplar, então sua punição era exemplo que redundava em bênçãos. Bíblia Shedd.



Convite a ler Ezequiel by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2014, 17:41
Filed under: Bíblia, Estudo devocional da Bíblia

Mal terminaram os escritos de Jeremias e já estamos com saudades do amor do profeta por Deus, por Jerusalém, pelo rei (o “ungido de Deus”, Lam 4.20), pelo seu povo. Mas o livro de Ezequiel está à nossa frente e tem muitas e maravilhosas lições para nosso proveito.

Ezequiel foi contemporâneo de Jeremias, porém seu ministério começou bem depois. Jeremias começou seu ministério ao tempo do reinado de Josias. Ezequiel testemunhou o primeiro ataque babilônico a Jerusalém no reinado de Jeoaquim, filho de Josias (2Rs 24.1). No segundo ataque, em 597 aC, quando reinava Joaquim, Ezequiel foi deportado, junto com outros jovens intelectuais judeus, para a Babilônia (2Rs 24.14) onde foi chamado por Deus a ser profeta, cinco anos depois. Profetizou por, pelo menos, 22 anos (Ez 1.2; 29.17). No seu chamado (cap. 1), Ezequiel foi levado em visão ao Céu, onde viu a Deus em Seu trono, em imagens semelhantes à apresentadas em Apoc. 4.

Assim, como Isaías, Jeremias e Sofonias, Ezequiel apresenta a estrutura: condenação de Jerusalém (cap. 3 a 24) – condenação dos povos vizinhos (cap. 25 a 32) – consolação de Jerusalém (cap. 33 a 48). Neste último bloco, escrito depois da terceira, trágica e arrasadora invasão babilônica, em 586 aC, o profeta traz mensagens de consolo e restauração para Israel.

Sabemos que Ezequiel era casado (24.15-18), morava em casa própria (3.24; 8.1) e levava uma vida relativamente livre, junto com seus companheiros de exílio. Quando o Senhor lhe informou que Jerusalém estava sendo sitiada e seria tomada (24.1-14), recebeu também a informação de que sua amada esposa, o “prazer dos seus olhos” (24.16) também lhe seria tirada. O profeta não deveria lamentar em público a perda da esposa, assim como os judeus não deveriam ficar enlutados ostensivamente por Jerusalém e o templo, o deleite dos olhos de Israel. A vida de um profeta, definitivamente, não é fácil!

O tema principal do livro de Ezequiel é a soberania de Deus.

Que o Senhor seja soberano em nossas vidas, também. Para sempre.

Fontes: Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, comentários das Bíblias Shedd e NVI Vida.

 

Assista a introdução a Ezequiel

 

 



Introdução ao livro de Lamentações by Jeferson Quimelli
22 de junho de 2014, 17:41
Filed under: Bíblia, consequências, Estudo devocional da Bíblia, Israel, Jeremias, profecias

Amigos, amanhã, segunda-feira, começaremos a ler Lamentações.

A guisa de introdução ao livro, postamos aqui os comentários de duas Bíblias de Estudo:

“O livro de Lamentações tem um tema principal: o sofrimento que sobreveio a Jerusalém quando Nabucodonosor capturou a cidade, em 586 a.C. Tanto o rei Zedequias como seus filhos, seus homens de confiança, o sumo sacerdote, e os líderes da cidade foram levados para o cativeiro. Depois os filhos do rei foram mortos, a cidade foi queimada juntamente com o templo; todos os objetos de valor foram levados embora, a muralha da cidade foi destruída, milhares de cativos foram levados, de maneira que a única coisa que restava na cidade e na terra ao redor era uma diminuta população dos mais pobres ignorantes.

“Numa série de elegias, o autor expressa sua inconsolável tristeza por causa da agonia e tristeza da cidade. O primeiro lamento descreve e explica as aflições, em termos gerais. O segundo descreve o desastre com maiores detalhes. Salienta que a destruição da cidade foi um julgamento de Deus contra o pecado. Alguns fatores profundos desse julgamento são elucidados na terceira lamentação. A quarta lamentação sublinha algumas lições que Jerusalém aprendera do julgamento. O quinto e último lamento (mais exatamente, é uma oração) descreve como os sofrimentos de Jerusalém levaram-na a lançar-se nos braços da misericórdia divina, e a esperar que o Senhor seja novamente gracioso para com Israel, agora purificada no cadinho da aflição. Visto que o livro de Lamentações trata do sofrimento como julgamento contra o pecado, o crente afligido pode encontrar na linguagem do livro a sua própria confissão, auto humilhação e invocação.

“O livro de Lamentações consiste em cinco poesias que seguem o padrão dos hinos fúnebres hebraicos. Cada versículo começa com uma letra do alfabeto hebraico, cada uma na sua ordem certa.

“Desde os tempos mais antigos, os judeus, e posteriormente, os cristãos, tem atribuído o livro de Lamentações à pena de Jeremias. Comentários da Bíblia Shedd.

 

“O autor de Lamentações compreende com clareza que os babilônios eram meros agentes do castigo divino, e o próprio Deus destruíra Sua cidade e Seu templo (1.12-15; 2.1-8, 17, 22; 4:11). Não foi, no entanto, arbitrária a atuação de Deus; o pecado desavergonhado que desafiava a Deus e a rebeldia que violava a aliança foram as causas principais do infortúnio do povo (1.5, 8, 9; 4.13; 5.7, 16). Embora fosse de esperar o choro (1.16; 2.11, 18; 3.48-51) e fosse natural o clamor por punição contra o inimigo (1.22; 3.59-66), o modo certo de reagir ao juízo é o arrependimento sincero, de todo o coração (3.40-42). O livro que começa com uma lamentação (1.1,2) termina acertadamente com arrependimento (5.21,22).

“No meio do livro, a teologia de Lamentações chega ao ápice ao focalizar a bondade de Deus. Ele é o Senhor da Esperança (3.21,24,25), do amor (3.22), da fidelidade (3.23), da salvação (3.26). A despeito de toda prova em contrário, “as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a Tua fidelidade” (3.22,23). Comentários da Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

Assista a Introdução a Lamentações



Jer 31:15 O clamor de Raquel em Ramá by Jeferson Quimelli
1 de junho de 2014, 8:18
Filed under: Bíblia, Estudo devocional da Bíblia, Sem categoria | Tags: , ,

"Embora houvesse vários lugares com este nome, quase não há dúvidas de que a Ramá mencionada por Jeremias neste versículo ficava próxima à sepultura de Raquel, que por sua vez, estava no ‘no território de Benjamim, em Zelza’ (1Sm 10:2). Ramá (possivelmente, a moderna Ramallah) ficava na estrada por onde os judeus exilados foram levados no caminho de Jerusalém para Babilônia, e parece ter sido um ponto de encontro dos cativos, antes da árdua jornada rumo ao cativeiro. O massacre de alguns israelitas pelos babilônios e o cativeiro de outros ocorreram próximo à sepultura de Raquel e revelam a pertinîencia desta ilustração. Raquel é representada como testemunhando a angústia experimentada por seus descendentes e chorando amargamente por seus filhos. Mateus, inspirado pelo Espírito Santo, aplicou esta passagem ao massacre de Herodes às crianças de Belém." Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 506.



Jeremias 3 by Jeferson Quimelli
4 de maio de 2014, 14:43
Filed under: Bíblia, Estudo devocional da Bíblia

Análise do texto:

Há três tipos de pessoas:
1) Aquelas que não aprendem nunca, nem com seus erros, nem com erros dos outros;
2) Aquelas que aprendem com os próprios erros; e,
3) Aquelas que aprendem com o erro dos outros.

As do primeiro grupo são identificadas de ignorantes; do segundo, inteligentes; e, as do último, sábias. A melhor forma de aprender é não cometer os erros que causaram desgraças aos outros.

Não sei de qual grupo você é; sei que no capítulo em apreço somos informados que, embora Deus tenha levado o reino do Norte (Israel) ao cativeiro, o reino do Sul, (Judá) não aprendeu a lição. Então, poderia sobrevir aos judeus a mesma situação de Israel: cativeiro. O fato de Deus nos revelar isso, deixa claro o quanto Ele quer que sejamos sábios.

Assim como a solução para o povo do passado, que deixava o caminho certo pelo desvio da perversidade moral e espiritual, era o arrependimento, Deus espera o mesmo de nós, antes que venha os dias nos quais não haverá contentamento. Judá, sem se impressionar com as desgraças que sobrevieram a Israel, foi por um caminho de apostasia pior, participando da idólatra religião cananeia, divorciando-se de Deus.

Porém, o Deus que não quer o mal de ninguém, age para impedir a ameaça eminente. Ele declara que se houver arrependimento sincero (vs. 10-14) o povo seria recompensado com bênçãos permanentes (vs. 12-25). Para evitar a destruição e convidar o povo à salvação, Deus promete dar pastores segundo o Seu coração, os quais apascentarão o povo com amor, conhecimento e sabedoria (v. 15). Assim Deus revela o quanto deseja o que há de melhor aos que Lhe pertencem, mas os pecados do povo o separam das bênçãos. O povo chora, mais uma vez Deus insiste para que volte. Então, arrependido, o povo confessa sua ilusão e, que somente em Deus há salvação. Porque percebe o alto preço pago por sua apostasia e agora está cheio de vergonha e ignomínia.

Duas lições:
1. Aquele que rejeita pastores enviados por Deus, rejeita ao próprio Deus.
2. Aquele que aceita a mensagem dos pastores de Deus, será abençoado pelo Deus que envia pastores a Seu povo.

Há dois caminhos, apenas uma decisão! Escolha com sabedoria! – Pr. Heber Toth Armí.