Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jr/50
De Gênesis a Apocalipse, Babilônia é um símbolo de rebelião contra Deus (Gn 10:10; 11:9; Ap 14:8; 17:5). No entanto, Deus é misericordioso e longânimo e insiste até mesmo com rebeldes endurecidos para que aceitem a cura que Ele oferece. Antes do julgamento sempre há um apelo ao arrependimento, um apelo para nos separarmos do pecado e da rebelião e para sermos fiéis e obedientes.
O primeiro apelo para sair de “Babilônia” foi dado a Abraão (Gn 12:1-4) e o apelo final é encontrado em Apocalipse 18:1-4.
Perguntas para reflexão:
Sou misericordioso e longânimo para com aqueles que cometem erros para com os outros ou para comigo?
Sou perseverante em convidar outros a abandonarem o pecado e a seguirem o caminho certo?
Misturo a adoração verdadeira com falsas crenças e ídolos de estimação que reluto em abandonar?
Este capítulo me convida a examinar o que se encontra nas profundezas do meu coração e a suplicar pela ajuda de Deus. Jeremias diz que “o coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” (Jeremias 17:9) Compreendendo isso sou levado a orar “cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável.” (Salmo 51:10). Felizmente Ele está inclinado e disposto a atender a nossa súplica. Aleluia!!
Val Smit
Dona de casa, Kadoma, Zimbábue
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=994
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
2105 palavras
Os capítulos 50 e 51 de Jeremias são uma profecia contra o Império Caldeu Babilônico. Os caldeus eram os descendentes de Quésede, filho de Naor (irmão de Abraão) e Milca (Gênesis 22:22). Eles viviam inicialmente em Ur dos Caldeus e mais tarde de mudaram para o sul, conquistaram a cidade de Babilônia e fizeram dela sua capital.Curiosamente, tanto os babilônios como os israelitas eram descendentes de Eber (Gênesis 10:25) e eram também chamados de “Ibri”, “hebreus” (Eber, terminando com i). O Deus da Bíblia é “o Deus dos hebreus” (Gn 14:13; Êxodo 3:18).
A palavra “caldeus” veio do grego chaldaioi. Eles falavam o aramaico que Daniel teve que aprender durante o cativeiro e que Esdras e Neemias falaram quando voltaram para casa na Palestina.
Na época de Abraão, havia poucos crentes no Deus dos hebreus. Algumas gerações mais tarde, no tempo de Jó, os caldeus saquearam os bens de Jó (Jó 1:17). Eles conquistaram a terra da Mesopotâmia, e fizeram da antiga cidade de Babilônia a sua capital. Eles adotaram a religião da Babilônia e adoraram ao deus “Marduque” (Jeremias 50:2, NVI).
Há uma história interessante sobre o nome da cidade de Babilônia. Quando os sumérios construíram torres e cidades, eles deram a uma cidade que tinha uma torre feita de tijolos o nome de Ka-dingirra que significa “porta de Deus”. Mais tarde, os acádios que conquistaram esta cidade a chamaram de Bab-ili, que também significa “porta de deus”. Após a confusão da linguagem, esta cidade foi chamada de Babel “porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra” (Gênesis 11:9, NVI).
O retorno de Israel do exílio babilônico (v. 4) foi profetizado para acontecer após o Império Babilônico cair, conquistado pelos medos e persas.
Na Bíblia Jeremias usa o nome “Babilônia” mais do que qualquer outra pessoa. Ele fala em nome do Senhor: “Preparei uma armadilha para você, ó Babilônia, e você foi apanhada antes de percebê-lo; você foi achada e capturada porque se opôs ao Senhor” (Jer. 50:24, NVI). “Babilônia foi conquistada” (v. 2 NVI). Isaías também profetizou a respeito: “Caiu! A Babilônia caiu!” (Isaías 21:9 NVI). As razões para a queda da antiga Babilônia foi a sua adoração de ídolos (v. 2) e o orgulho acerca do seu poder. A cidade cairia “porque ela desafiou o Senhor, o Santo de Israel” (v. 29 NVI). A profecia de sua queda é repetida no Novo Testamento: “Caiu! Caiu a grande Babilônia!” (Apocalipse 18:2, NVI). A grande Babilônia também caiu pelos mesmos motivos: falsa adoração e orgulho.
Querido Deus, afasta de mim qualquer resquício de orgulho e apego a falsos deuses. Que a minha confiança e a minha alegria estejam somente em Ti. Amém. Yoshitaka Kobayashi, Japão. Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/20/
Muitas das expressões dos cap. 50 e 51, que descrevem a desolação da Babilônia literal, aparecem novamente em Apocalipse 16 a 19, na delineação que João faz da queda da Babilônia mística (ver com. [CBASD] de Is 47:1). Um estudo cuidadoso destas expressões em seu contexto histórico pode se provar um auxílio para clarificar o sentido das mesmas expressões no contexto do livro de Apocalipse. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, p. 571.
1 Palavra que falou o SENHOR. … declaração da autoridade de Yahweh com respeito a Seu proceder em relação às nações. CBASD, vol. 4, p. 550.
contra a Babilônia. Profecias de juízo. Bíblia de Estudo Andrews.
Babilônia. A profecia de Jeremias contra Babilônia é o mais longo de seus discursos contra as nações estrangeiras relacionadas a Israel (Jr 50:1-51:58). Na época, a Babilônia era o poder dominante no Oriente Médio e o principal adversário do povo de Judá. … esta profecia pode ser datada no 4º ano de Zedequias (ver Jr 51:59, 60), em 594/593 a.C., de outono a outono. Alguns se maravilham de que Jeremias, cuja política foi estimular a cooperação com a Babilônia (Jr 27:12-18), numa época crucial como essa, fizesse uma declaração tão forte contra aquele país. A resposta parece estar no fato de que esta profecia não foi dada para benefício dos judeus em Jerusalém, a quem Jeremias dirigiu suas mensagens urgentes de cooperação com babilônia. Ela foi dirigida aos exilados (ver Jr 50:4-8, 17-20; 51:60-64). Se a mensagem alcançasse os babilônios, seria um aviso a eles que Yahweh ainda lhes traria juízo e destruição, por falharem em cooperar completamente com o plano celestial. Para os judeus exilados, isto era uma segurança de que Deus não havia esquecido de sua triste situação e que haveria uma restauração para eles no futuro. CBASD, vol. 4, p. 572.
2 Bel. Do babilônico bêlu, “senhor”(relacionado ao heb. ba’al), um título aplicado ao principal Deus da Babilônia Marduque (O “Merodaque” deste versículo). Jeremias repetidamente representou os castigos infligidos sobre as nações vizinhas como juízos sobre seus falsos deuses. CBASD, vol. 4, p. 572, 573.
Tomada é a Babilônia. Profecia cumprida em 539 a.C. pelo medo-persas. Bíblia de Estudo Andrews.
3 Do Norte. Em 539 a.C., os persas e medos conquistaram o reino babilônico. A Média ficava ao norte de Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 573.
4 Naqueles dias. Tempo de restauração. Bíblia de Estudo Andrews.
andando e chorando. O propósito do cativeiro era conduzir Judá ao arrependimento. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Aliança eterna. Era propósito de Deus que a disciplina dos exilados os levasse ao arrependimento genuíno e que o remanescente de Israel, depois de seu retorno, cumprisse o destino que Deus tinha planejado para os descendentes de Abraão. CBASD, vol. 4, p. 573.
6 O meu povo. Termo da aliança (ver 30:3). Bíblia de Estudo Andrews.
ovelhas perdidas. O povo desencaminhado.Bíblia de Estudo Andrews.
Pastores. Referência tanto aos líderes religiosos como aos políticos, que levavam o povo de Israel a se desviar. Quando os líderes religiosos da nação perderam seu poder espiritual, logo os governantes se degradaram moralmente. CBASD, vol. 4, p. 573.
Do monte passaram ao outeiro. O profeta podia ter em mente o fato de que a adoração idólatra era praticada com frequência no alto dos montes. CBASD, vol. 4, p. 573.
7 Morada de Justiça. Deus é declarado ser não apenas o verdadeiro repouso do perdido Israel, mas também a fonte da justiça. CBASD, vol. 4, p. 573.
8 Fugi. Para a ilustração do povo de Deus escapando da Babilônia espiritual, ver com. [CBASD] de Ap 18:4. CBASD, vol. 4, p. 573.
9 Um conjunto de grandes nações. Uma aliança para atacar Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
Estas nações são enumeradas em Jeremias 51:27 e 28. CBASD, vol. 4, p. 573.
11 alegrais e exultais. Babilônia havia se aproveitado de Judá com alegria. Bíblia de Estudo Andrews.
minha herança. Judá continuava a ser o povo de Deus, mesmo depois de sofrer o juízo. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Última. Numa época quando a nação estava ascendendo ao auge do seu poder … , Jeremias, em ironia mordaz, chama-a profeticamente de “a última das nações”(ver a profecia de Balaão para Amaleque, em Nm 24:20). CBASD, vol. 4, p. 573.
Um deserto. Por meio de visão profética, Jeremias olha através dos séculos e contempla o resultado de uma sucessão de catástrofes que levaria Babilônia a se transformar em “um deserto, uma terra seca e uma solidão”. O solo de Babilônia era altamente fértil, a terra produzia colheitas abundantes, mas quando deixada sem água, rapidamente se tornava num vasto deserto. Desde tempos antigos, a prosperidade do sul e do centro da Mesopotâmia dependiam da existência de um governo forte que mantivesse a rede de canais de irrigação. Períodos de anarquia eram fases de desolação. Como o profeta predisse desastre político, ele também viu o país se tornando num deserto. A desolação predita ocorreu, mesmo não sendo imediatamente após a queda de Babilônia. Sob os persas, a terra de Babilônia continuou a ser altamente produtiva. … A Mesopotâmia continuou a florescer sob o governo muçulmano até 1258, quando os mongóis, sob ordem do neto de Gengis Kahn, varreram a Ásia Ocidental. Como parte da depredação, eles demoliram o sistema de irrigação. Desde aquela época, as planícies central e sul da Mesopotâmia têm estado, em grande parte, desertas. CBASD, vol. 4, p. 574.
13 Não será habitada. Enquanto o v. 12 parece se aplicar ao país como um todo, este versículo menciona a cidade, especificamente. Babilônia não foi destruída por Ciro. Seu declínio ocorreu em etapas lentas (ver com. [CBASD] de Is 13:19). CBASD, vol. 4, p. 574.
17 leões. Exércitos inimigos. A Assíria conquistou Israel, o reino do norte, em 822 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Assíria. Uma referência à destruição do reino do norte de Israel por meio do rei assírio Salmaneser V, em 723/722 a.C. (2Rs 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 574.
18 Como castiguei. Nínive, a capital da Assíria, foi destruída pelos babilônios e medos em 612 a.C. Menos de dez anos depois que os remanescentes do império desapareceram, os assírios, como nação, se perderam na história. … o reino de Babilônia logo perderia sua independência nas mãos dos persas (539 a.C.). … A cidade de Babilônia foi amplamente destruída, embora continuasse a existir por algum tempo depois disso (ver com. [CBASD] de Is 13:19). CBASD, vol. 4, p. 574.
19 Farei tornar Israel. Judá recebeu permissão para retornar em 537 a.C. A unificação do reino do norte nunca aconteceu (ver 23.6). Bíblia de Estudo Andrews.
Carmelo … Gileade. Áreas férteis de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
As áreas mencionadas neste versículo sugerem que Deus planejava restaurar as fronteiras originais de Israel. … Estas promessas eram condicionais à obediência (ver PR, 704). CBASD, vol. 4, p. 574.
20 E já não haverá. Ao perdão dos pecados prometido neste versículo seguiria o arrependimento sincero e um genuíno reavivamento espiritual. Os pecados que caracterizavam a Israel antes do exílio não deveriam ser repetidos. Israel falhou em cumprir o propósito divino. CBASD, vol. 4, p. 574.
Que eu deixar. Literalmente, “a quem Eu farei permanecer”. Este texto é uma garantia de perdão ao povo remanescente de Deus. Aos judeus que foram deixados no final do cativeiro foi dada a promessa de que, se eles se arrependessem, Deus não teria contra eles as más obras de sua história passada. CBASD, vol. 4, p. 574.
21 Duplamente rebelde. Os babilônios tiveram ampla oportunidade para conhecer e servir ao verdadeiro Deus por meio do testemunho dos judeus cativos em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 575.
Terra de castigo. Ou, “Pecode”(ARC). Literalmente, “visitação”, no sentido de castigo. CBASD, vol. 4, p. 575.
23 Martelo. O poder que outrora destruiu outras nações é então quebrado (ver Is 14:4-6). CBASD, vol. 4, p. 575.
24 E não o soubestes. Babilônia foi pega de surpresa pelos persas (ver com. [CBASD] de Dn 5:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 575.
25-27 Deus sai para a guerra contra babilônia. Seguem-se destruição e saque. Bíblia de Estudo Andrews.
27 Touros. Provavelmente, uma referência aos guerreiros ou príncipes de Babilônia (ver Sl 22:12; 68:30; Is 37:7). CBASD, vol. 4, p. 575.
28 Voz. Aqueles judeus que foram testemunhas oculares da invasão e queda de Babilônia dariam um impressionante testemunho em Jerusalém da magnitude do castigo da nação que tinha destruído o templo. CBASD, vol. 4, p. 575.
28 anunciarem em Sião. Jerusalém recebe [no futuro, mais de 70 anos depois] a notícia de Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
29-32 Os preparativos para a guerra continuam. Bíblia de Estudo Andrews.
34 Redentor. Do heb. go’el. Esta palavra ocorre mais de 40 vezes no AT. Embora Jeremias a utilize somente aqui. Ela é traduzida de forma variada como “redentor”, “resgatador”, “vingador”. Este termo é aplicado a parentes próximos cujo dever era vingar um assassinato (ver Nm 35:19) e comprar de volta a terra vendida por uma pessoa pobre (ver Lv 25:23-25; cf. Rt 3:9; ver com. [CBASD] de Rt 2:20). CBASD, vol. 4, p. 575.
o seu Redentor é forte. O próprio Deus libertaria Seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.
35-37 A espada virá. Ver 46:10. A batalha é anunciada. Bíblia de Estudo Andrews.
35 Sábios. Babilônia era famosa por seus sábios, de quem os reis dependiam para orientação (ver Dn 2:2, 12; Dn 5:15). CBASD, vol. 4, p. 575.
36 Gabarolas. Do heb. badim, “faladores vazios”. Provavelmente a referência seja aos assim chamados sábios de Babilônia (ver Is 44:25). CBASD, vol. 4, p. 575.
37 Misto de gente. Possivelmente uma referência às tropas estrangeiras no exército babilônico.CBASD, vol. 4, p. 575.
Tesouros. Os babilônios tinham roubado os tesouros de Judá (ver Jr 52:17-23; Dn 1:2). CBASD, vol. 4, p. 575.
38 Águas. A prosperidade de Babilônia dependia de seus dois grandes rios, Tigre e Eufrates.
41 Confins da terra. Ver Jr 51:27, 28. Quando os medos e os persas derrubaram Babilônia, em 539 a.C., seu império ao norte e leste se estendia para além dos limites de qualquer poder anterior na região do Oriente Médio. O império persa, como finalmente constituído, abrangeu da fronteira da Índia no leste, até a Trácia e o Egito no oeste, o sul da Arábia e o norte do moderno Turquistão e o Cáucaso. Este foi o maior império que a região tinha conhecido até então. CBASD, vol. 4, p. 576.
42, 43 O relato da invasão causa temor em Babilônia; até o rei fica desalentado. Bíblia de Estudo Andrews.
43 Desfaleceram as suas mãos. Ver Daniel 5:6, em que é descrita a conduta de Belsazar na época de Babilônia. Nabonido, com quem Belsazar compartilhava o governo, pareceu também não ter apresentado forte resistência aos invasores. O historiador babilônio Beroso afirma que Nabonido avançou contra os persas, mas foi derrotado em batalha, da qual fugiu e, mais tarde, se entregou sem tentar se defender (ver Josefo, Contra Ápion, i.20). CBASD, vol. 4, p. 576.
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 50 – A Bíblia cita Babilônia cerca 370 vezes. Aproximadamente, 200 citações estão em Jeremias. No capítulo em questão temos quase 20 citações, beirando 10% de todo o livro.
Deus incluiu Babilônia várias vezes em Suas profecias! Babilônia serviu como Seu propósito para executar juízo sobre nações perversas; todavia, agora Deus avaliará suas ações, sendo ela também julgada.
Medite nestes pontos:
1. A soberania não está com Impérios e potências mundiais, não há nenhum poder que sufoque o poder de Deus (vs. 1-2).
2. De onde ninguém imagina Deus suscita instrumentos para executar Seus propósitos, e ninguém segura; Seu maior objetivo é restaurar Seu povo (vs. 3-5).
3. A disciplina corretiva é divina, e, caso não se aprende a confiar em Deus, deve seguir Suas orientações para salvar-se do caos previsto nas profecias (vs. 6-9).
4. Deus explica as razões de Suas ações; Ele não tolera explorações (vs. 10-15).
5. Deus profetiza detalhes do sofrimento dos julgados, e elucida reiteradamente Suas motivações (vs. 16-18).
6. Israel é a preciosa nação que recebe a principal atenção benfazeja de Deus, pois dela viria o Messias (vs. 16-20).
7. O martelo usado por Deus será julgado por Ele, pois maldito aquele que faz a obra de Deus conforme quer. O remanescente judeu que sobrou do martelo de Deus degustará da misericórdia celestial, mas Babilônia, o martelo indisciplinado, será sentenciado (vs. 21-30).
8. Orgulho, adoração adulterada, injustiças e arrogâncias foram motivações babilônicas que resultaram em ações ilegais (delitos) perante o Juiz do Universo (vs. 31-39);
9. Tudo o que um indivíduo, povo, nação ou império planta, certamente terá sua colheita (vs. 41-43).
10. Deus é soberano e está no controle do Universo, Suas obras surpreendem ao mundo inteiro, pois Ele quer atrair a todos com objetivo de salvar o maior número possível de perdidos no pecado (vs. 44-46).
Sintetizei estes dez pontos, mas o texto bíblico fala de muitas outras formas ao nosso coração. As orientações de Deus são valiosíssimas em cada versículo, se estudado com oração!
Para encerrar este comentário, quero extrair mais uma verdade desta mensagem:
• Mais importante que ser usado por Deus é ser aprovado por Ele. Melhor mesmo é ser USADO e APROVADO por Ele.
Babilônia não aprendeu essa lição. E nós, aprendemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 49 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 49 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
Filed under: Sem categoria
1905 palavras
O livro de Jeremias contém muitas profecias. Este capítulo é dirigido a cinco povos que tinham relações com o povo de Judá.
A primeira seção é a profecia contra a capital dos amonitas, que eram os descendentes de Ben-Ami, filho da filha mais nova de Ló. Eles viviam no lado oriental do rio Jordão. Os amonitas tinham seu próprio deus, Moloque, que significa “Rei Divino.” No tempo dos juízes os amonitas eram hostis contra os israelitas (Juízes 3:13). Eles ridicularizavam Israel, dizendo que Israel perdera o domínio da terra que havia sido concedida à tribo de Gade e agora o deus Moloque morava lá (v. 1). Eles trouxeram contra si o desagrado de Deus porque mostraram-se infiéis (v. 4) ao verdadeiro Deus.
A segunda parte deste capítulo é a profecia contra Edom. Os edomitas eram os descendentes de Esaú. Quando os israelitas estavam no Egito, a cidade de Temã, em Edom, era famosa por sua sabedoria. Deus, através do Seu Espírito atuou nas pessoas em Temã enquanto os israelitas estavam adorando ídolos no Egito (Josué 24:14). Infelizmente, Edom acabara se tornando como Sodoma e Gomorra (v. 18) porque os edomitas se deixaram enganar por seu orgulho e coragem (v. 16).
A terceira seção é a profecia contra Damasco, a qual era uma antiga cidade aramaica na beira do deserto que prosperara por causa de seu oásis fértil. Esta cidade teve verdadeiros adoradores de Deus, como Naamã e Hazael, no passado. No entanto, como eles haviam abandonado ao verdadeiro Deus, esta “cidade da alegria” (v. 25 NVI) de Deus seria abandonada.
A quarta seção é a profecia contra Quedar e Hazor. Quedar era filho de Ismael (Gên 25:14). A tribo de Quedar era famosa por suas ovelhas (v. 29) e seus arqueiros hábeis (Isaías 21:17). No tempo dos juízes Israel não foi capaz de conquistar a forte cidade canaanita de Hazor [provavelmente também ismaelita]. Mais tarde, Nabucodonosor, rei da Babilônia, conquistou ambas as cidades.
A quinta profecia é contra o Elão, terra a leste da Babilônia. Esta profecia foi cumprida quando o Elão tomou o lado dos babilônios, que mais tarde foram derrotados pelos assírios. Se os elamitas tivessem se arrependido, Deus os teria restaurado e os abençoado com prosperidade.
Todas as profecias mencionadas acima eram condicionais. Naquela época, Deus queria que as pessoas – individualmente e como um povo – se arrependessem e retornassem para Deus. Deus tem o mesmo desejo para nós hoje. Yoshitaka Kobayashi, Japão. Em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/19/
1 Filhos de Amom. Como os moabitas, esta nação era descendente de Ló (ver Gn 19:38), o sobrinho de Abraão, e assim, era aparentada a Israel. Quando os israelitas entraram em Canaã, o amonitas ocupavam os planaltos da Transjordânia, a leste da parte norte do reino amorreu de Seom. A tribo [israelita] de Gade se avizinhou aos amonitas quando ocupou os territórios ao norte de Seom. Os amonitas pareciam ter tido uma disposição particularmente hostil para com Israel. Davi (1Cr 19; 20:1-3), Josafá (2Cr 20:1-5) e Jotão (2Cr 27:5, 6) guerrearam contra Amom. Os amonitas realizavam uma política desonesta na época de Jeremias. embora a princípio aliados de babilônia contra Judá (ver 2Rs 24:2), mais tarde, eles tentaram recrutar Judá na aliança contra Babilônia (ver com. [CBASD] de 27:3). Quando ocorreu a destruição de Jerusalém, eles manifestaram grande satisfação (ver Ez 25:1-7). Mais tarde, eles tramaram o assassinato de Gedalias (ver Jr 40:15). CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, p. 565.
Milcom. … é razoável compreender aqui o nome da divindade nacional dos amonitas. CBASD, vol. 4, p. 565.
Milcom irá em cativeiro. Comprovação de que o deus nacional não tinha poder. Bíblia de Estudo Andrews.
Gade. Quando o povo [da tribo israelita] de Gade foi exilado por Tilgate-Pileser III, da Assíria (ver 1Cr 5:26), na última metade do 8º. século a.C., os amonitas evidentemente tomaram posse de sua terra. CBASD, vol. 4, p. 565.
2 Rabá. A capital amonita, Rabá-Amom, hoje Amã, capital da Jordânia. O local está 36,8 km a leste do rio Jordão, em linha reta. CBASD, vol. 4, p. 565.
3 Hesbom. Ver com. de Jr 48:2. A cidade moabita é convocada a lamentar o que já havia ocorrido a Ai, talvez porque isto pressagiasse a condenação dela também. CBASD, vol. 4, p. 565.
Ai. Esta é a única referência a Ai na Transhordânia. Possivelmente a cidade ficava próxima a Hesbom. CBASD, vol. 4, p. 565.
Muros. Do heb. gederoth, uma palavra também usada como “currais” (ver Nm 32:16, 36; 1Sm 24:3; Sf 2:6), que eram recintos cercados em campos abertos. Neste versículo, o pensamento de Jeremias é que o povo de Amom abandonaria suas cidades conquistadas e buscaria refúgio em campo aberto nesses currais. CBASD, vol. 4, p. 565.
4 Vales. Os riachos da Transjordânia fluem através de profundos vales … que geralmente permanecem verdes, enquanto a região em volta está seca. Rabá é chamada “a cidade das águas”(ver 2Sm 12:27). CBASD, vol. 4, p. 565.
confias nos teus tesouros. Orgulho e autossuficiência são razões para o juízo (ver 48:7). Bíblia de Estudo Andrews.
7 Edom. A terra dos edomitas, conhecida como “monte Seir”(ver Gn 36:8), ficava ao sul de Moabe, estendendo-se até o ribeiro de Zerede, ao sul, em direção ao golfo de Áqaba. Ela incluía a região dos dois lados de Arabá, a grande falha geológica que dá continuação à fenda do vale do Jordão, ao sul do mar Morto. A região a leste do Arabá é caracterizda por formações de calcário colorido. embora esteja semideserta e esparsamente povoada atualmente, há ampla evidência arqueológica de que Edom sustentava uma população numerosa nos tempos bíblicos. Ela era importante por duas razões: primeiro, continha valiosos depósitos de cobre e ferro (cf. Dt 8:9) que seus governantes exploravam; e, em segundo lugar, controlava a rota comercial desde o deserto até a Palestina ocidental e o Mediterrâneo, bem como a grade Estrada Real, no sentido norte, para a Síria.
O povo de Edom estava mais intimamente relacionado aos israelitas que os moabitas ou os amonitas; eles eram descendentes de Esaú, “que é Edom”(Gn 36:1). Por esta razão, Israel foi ordenado a mostrar consideração especial por eles (ver Dt 23:7). Apesar das relações entre as duas nações aparentemente, a princípio, terem sido razoavelmente amigáveis, (ver Dt 2:4-6, 29), mais tarde, elas se deterioram em amarga animosidade. os edomitas tiveram deleite especial em Jerusalém ter sido destruída pelos babilônios.
A profecia de Jeremias contra Edom é muito semelhante à profecia de Obadias. Várias passagens são tão surpreendentemente similares … que parece que um escritor citou o outro. CBASD, vol. 4, p. 565, 566.
já não há sabedoria. Os edomitas eram famosos por sua sabedoria (ver Jó 2:11). Bíblia de Estudo Andrews.
Temã. Um dos distritos tribais de Edom. CBASD, vol. 4, p. 566.
8 Retirai-vos para as cavernas. Isto é, “habitai nas profundezas”, em lugares de refúgio inacessíveis e escondidos. As formações rochosas características da região proporcionavam cavernas e reentrâncias que serviam de esconderijo. CBASD, vol. 4, p. 566.
Dedã. Uma tribo descendente de Abraão e Quetura (ver Gn 25:3). CBASD, vol. 4, p. 566.
9, 10 despi a Esaú. Os ceifeiros e os ladrões deixavam algumas uvas, mas o juízo divino destruiria Edom por completo. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Deixariam alguns. .O pensamento é que … ladrões roubavam até que conseguissem o suficiente, contudo, os juízos vindouros seriam completos, não deixando ninguém escapar. CBASD, vol. 4, p. 566.
11 Órfãos. Em meio à ilustração de completa destruição, o profeta exorta os que sobreviverem aos terrores da guerra a colocarem sua confiança em Yahweh. Os juízos divinos não estão desprovidos do propósito positivo de trazer as pessoas de volta a Ele. CBASD, vol. 4, p. 566.
12 Beber o cálice. O cálice da fúria de Deus, o juízo sobre Edom. Bíblia de Estudo Andrews.
Ver Jr 25:15; cf. 13:12-14; Ap 14:10. CBASD, vol. 4, p. 566.
13 Por Mim mesmo jurei. Garantia de verdade. Bíblia de Estudo Andrews.
Ver Hb 6:13. CBASD, vol. 4, p. 566.
Bozra. Normalmente, identificada com Butseirah, 38 km ao sul, pelo leste do Mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 566.
16 Rochas. Do heb. sela’. Aqui, a referência de Jeremias é, possivelmente, ao sítio de Selá (mais tarde conhecido como Petra, “rocha”), 81,6 km ao sul do Mar Morto. Esta era uma fortaleza montanhosa praticamente impenetrável num anfiteatro natural. Era acessível somente através de um estreito desfiladeiro, o Sîq, que serpenteia por dois quilômetros entre paredes íngremes de 30,5 a 48,8 m de altura. CBASD, vol. 4, p. 566.
19 floresta. As matas às margens do Jordão, onde leões se escondiam. Bíblia de Estudo Andrews.
20 Serão arrastados. A referência é, então, ao completo cativeiro que sobreviria ao povo de Edom. CBASD, vol. 4, p. 567.
21 Mar Vermelho. O hebraico aqui é dramático… A fronteira sul de Edom, em sua maior prosperidade, estendia-se ao golfo de Áqaba, a extremidade nordeste do Mar Vermelho (ver 1Rs 9:26). O clamor de angústia alcança a mais distante extensão do país devastado. CBASD, vol. 4, p. 567.
22 águia. Ver 48:40. estenderá as suas asas. Após Deus usar Nabucodonosor, tribos áreas ocupariam a área. Bíblia de Estudo Andrews.
23 Damasco.Principal cidade da Síria, condenada por crueldade em Am 1:3. Bíblia de Estudo Andrews.
Um dos mais antigos, dentre os importantes locais continuamente habitados no Oriente Médio (ver Gn 14:15). A cidade estava situada no amplo planalto a leste da cadeia montanhosa do Antilíbano, no oásis formado pelos rios Abana e Farfar. Ela foi conquistada por Davi (ver 2Sm 8:5, 6) e novamente por Jeroboão II (ver 2Rs 14:28). No entanto, durante a maior parte do período do reino dividido, Damasco foi capital de um dos principais estados arameus. ela, finalmente, perdeu a independência para Tiglate-Pileser III, da Assíria, em 733/732 a.C. Por um período considerável depois disso, ela parece ter sido relativamente insignificante, politicamente. À parte da declaração de Jeremias (49:23-27), não há outra referência bíblica a Damasco durante o período do exílio, exceto algumas referências ocasionais (Ez 27:18; 47:16-18; 48:1). Damasco ainda permanece como um centro comercial altamente importante. Ela estava situada na junção de duas rotas comerciais principais, (1) o Caminho do Mar … e (2) a Estrada Real. … Essas estradas se encontravam em Damasco e dali seguiam através do deserto em direção à Mesopotâmia. Assim, os arameus se tornaram a grande nação comercial do Oriente Médio em terra, e os fenícios, os comerciantes marítimos. CBASD, vol. 4, p. 567.
Hamate. Cidade localizada ao longo do rio Orontes, 189 km ao norte pelo leste de Damasco, a atual Hama. CBASD, vol. 4, p. 567.
24-26 Com a aproximação do juízo, o pânico se apoderou de Damasco, cidade outrora orgulhosa. Bíblia de Estudo Andrews.
27 Ben-Hadade. Literalmente, filho de Hadade, o principal deus sírio. Nome de vários reis (ver 1Rs 15:18). Bíblia de Estudo Andrews.
28 Quedar. Este povo era descendente de Ismael (Gn 25:13) e, assim,,, relacionados com Israel. … levavam uma existência nômade e pastoral (Jr 49:29). CBASD, vol. 4, p. 568.
Hazor. … pode haver uma referência geral aqui aos árabes que viviam em aldeias, quando contrastados com seus vizinhos nômades, que são indicados pelo nome Quedar.
29 tendas … camelos. O estilo de vida nômade e seus bens proporcionariam espólios aos inimigos (ver v. 32). Bíblia de Estudo Andrews.
31 Levantai-vos. Dito pelo Senhor aos invasores babilônios. CBASD, vol. 4, p. 568.
em paz. Os povos da Arábia são representados como vivendo uma vida nômade livre e sem as costumeiras fortificações comuns a outros povos. CBASD, vol. 4, p. 568.
33 Chacais. Do heb. tannim, “uivantes”. Estes animais são frequentemente mencionados nas Escrituras, relacinados a cidades desoladas (ver Is 13:22; Jr 9:11; 10:22; 51:37). A tradução “dragões”(KJV) pode ter surgido de uma confusão entre tannim e tannin, “uma serpente”(Êx 7:9, 12), ou “dragão”(Is 27:1; 51:9, etc; etc.). CBASD, vol. 4, p. 568.
34 Elão. Este foi o povo que ocupou os planaltos a leste de Babilônia, uma área hoje na porção ocidental do atual Irã. Elão perdeu sua independência para os assírios sob Assurbanípal (669-627 a.C.) e, consequentemente, foi tragado pelo renovado império babilônico na época de Nabucodonosor. CBASD, vol. 4, p. 568.
35 O arco. Os elamitas eram famosos por causa de seus arqueiros (ver Is 22:6). CBASD, vol. 4, p. 569.
38 Porei o Meu trono. Uma ilustração indicando que Deus supervisionaria os negócios de Elão (ver Sl. 103:19; Jr 43:10). CBASD, vol. 4, p. 569.
39 Mudarei a sorte. ver com. de Jr 48:47. CBASD, vol. 4, p. 568.
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 49 – Como Jeremias, devemos ser missionário perto e longe de nós! Aprofundemos neste capítulo!
Matthew Henry observa que “o cálice do furor ainda está ao redor, e todas as nações devem beber dele, conforme as instruções dadas a Jeremias, cap. 25.15”. Após afirmar isto, ele diz que este capítulo coloca o cálice nas mãos:
I. Dos amonitas (vs. 1-6);
II. Dos edomitas (vs. 7-22);
III. Dos siros (vs. 23-27);
IV. Dos habitantes de Quedar, e dos reinos de Hazor (vs. 28-33);
V. Dos elamitas (vs. 34-39).
Em Jeremias 49 temos mais seis nações que recebem profecias divinas. Ao profetizar contra as dez nações, Jeremias atinge cerca de 1,9 milhão de quilômetros quadrados com a mensagem divina.
“As mensagens de Jeremias às dez nações foram feitas com a mesma seriedade com que preparou as mensagens pregadas pessoalmente em Jerusalém. O profeta pronunciou com grande poder e habilidade poética. Ele nunca usou termos vulgares e chavões. Ele fez uso da linguagem com imenso respeito. As palavras eram santas, preciosos presentes tratados com extrema reverência e cuidado”. Estas mensagens “não são trabalhos de segunda categoria, realizados de forma rápida e descuidadas porque eram destinadas a povos estrangeiros”, analisa Eugene Peterson.
• A revelação deixa claro que Deus não tolera orgulho, arrogância e indiferença, mas também que executa Seu juízo tentando salvar os perdidos em todo tipo de pecado.
“A maior parte do texto refere-se sempre ao julgamento. A antecipação da salvação é expressa, em cada exemplo, em uma única linha [ver Jeremias 46:26; 48:47; 49:6; 49:39]. Porém, essas linhas evitam que as mensagens sejam compreendidas como a mera ira vingadora de um julgamento. As afirmações de esperança não estão explícitas em todas as mensagens, aliás, não foram expressas nem mesmo nas mensagens a Israel. O simples fato de estarem ali, porém, demonstra que o julgamento está a serviço da salvação que será de Israel bem como de todas as outras nações. Não existe uma mensagem para o povo de Israel e outra para os estrangeiros. A mensagem bíblica é a mesma para judeus e gentios” (Peterson).
• A mensagem de Jeremias é para mim e para você.
• Não devemos arrogantemente desprezar a mensagem destes últimos capítulos porque foram originalmente direcionadas a amonitas, edomitas, siros, elamitas, etc.
Reavivemo-nos! Compartamo-las! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 48 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 48 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
1913 palavras
Antes do tempo de Moisés, os moabitas adoravam o ídolo Quemos. Por causa disso Deus permitiu que os amorreus viessem e tomassem parte de suas terras (Núm 21:26). Mais tarde, no tempo de Moisés, Balaque, rei de Moabe, pediu a Balaão que amaldiçoasse Israel. Isto aconteceu quando os moabitas adoravam Baal-Peor e levaram os homens de Israel a fazer o mesmo (Núm 25:1-3).
Nos dias em que Jorão, o filho de Acabe, era o rei de Israel, Mesa, rei de Moabe se voltou contra Israel. Seu deus era Camos, e ele mesmo ofereceu seu filho a este deus em holocausto (2 Rs 3:27). Na guerra que se seguiu, Mesa, recusou-se a render-se a Israel. Então, Israel continuou a lutar contra os moabitas, e estes estavam em vias de serem exterminados. Foi quando Deus interveio, interrompendo a luta e permitindo que o remanescente dos moabitas retornasse para casa.
Aparentemente, não havia ainda chegado o momento para Deus exterminar os moabitas, mesmo sendo eles adoradores de ídolos, pois o Senhor queria que eles se arrependessem e voltassem para Ele.
No entanto, algumas cidades moabitas deveriam ser destruídas porque: (1) eles ainda adoravam o deus Camos (Jer 48:13); (2) Gabavam-se contra o Deus de Israel e escarneciam de Judá (v. 27, 29, 42); (3) diziam que o reino de Judá não era diferente de todas as outras nações, porque Judá havia sido destruída pelos babilônios (Ez 25:8), e (4) eles amaldiçoavam o povo de Judá e violavam suas fronteiras de Judá ( Sof 2:8). Yoshitaka Kobayashi, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/18/.
Os moabitas eram descendentes de Ló através de uma relação incestuosa com uma de suas filhas (Gn 19:30-37). Eles levaram os israelitas à idolatria (Nm 25:1-3) e se uniram a bandos de invasores que Nabucodonosor enviou para Judá em 602 a.C. Eles foram mais tarde conquistados por Babilônia e desapareceram como nação. Life Application Study Bible Kingsway.
1, 2 Moabe … pensaram mal contra ela. O autor da destruição de Moabe é o Senhor dos Exércitos e o Deus de Israel. Os instrumentos são os despojadores que virão com espada e irão persegui-la. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
2 Tramaram. Do hrb. chasav. Há um trocadilho neste versículo, pois o hebraico para Hesbom está grafado como Chesvon. Esse recurso literário é uma boa ilustração do forte tom poético da profecia. O v. 2 parece indicar que, no tempo de Jeremias, Hesbom foi o centro de uma conspiração contra os moabitas. CBASD, vol. 4, p. 559.
desarraiguemo-la, para que não seja mais povo. O profeta, em nome de Deus, comanda-os para que comecem essa obra. As cidades serão levadas à ruína, serão despojadas e desarraigadas. Serão desoladas sem ter lugar onde se possa habitar nelas. O país também será assolado, o vale perecerá, e a campina será destruída. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
3 grande destruição. As plantações e os rebanhos, que costumavam cobrir as campinas e alegrar os vales, serão todos destruídos, comidos pisados ou levados. Serão assolados. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
4 destruída. Como vaso de barro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Fugi, salvai a vossa vida. Mude-se para a própria segurança, embora escape nu, como a tamargueira, ou o espinheiro, no deserto. Abrigue-se, mesmo que seja em um deserto fértil. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
7 por causa da tua confiança nas tuas obras … tesouros: Deus julgará Moabe por se sentir seguro e por ter confiado em sua riqueza e força, em suas obras e seus tesouros. Confiaram na abundância de suas riquezas e se fortaleceram em suas iniquidades. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Camos/Quemos. Era o objeto de adoração nacional de Moabe (Nm 21:29; 1 Rs 11.7). Na qualidade de deus desta, era impotente para impedir seu próprio cativeiro e o cativeiro de seus adoradores. Bíblia Shedd.
O texto hebraico aqui subentende a grafia alternativa Quemis, assim como em Carquemis (v. nota em 46.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Vale. Como em Js 13.11, 27; provavelmente a larga depressão em que se transforma o vale do Jordão ao aproximar-se do mar Morto. Campina. O planalto com cerca de 800 metros acima do mar Mediterrâneo, onde se sediava a maioria das cidades moabitas. Bíblia Shedd.
vale … campina. As principais características geográficas de Moabe, representando toda a terra. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Colocar sal em uma cidade era um ato simbólico para mostrar que ela fora totalmente destruída (ver Jz 9:45). Sal nos campos os tornaria impróprios para colheitas. Life Application Study Bible Kingsway.
10 Maldito. O anúncio de uma maldição sobre aqueles a quem Deus escolheu como Seus vingadores, que poderiam se abster de executar Seus juízos, é uma forma poética de enfatizar a inevitabilidade dos eventos preditos. CBASD, vol. 4, p. 560.
A esta obra aplica-se a regra geral dada a todos aqueles que são empregados em qualquer serviço para Deus. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
11, 12 Moabe, região vinícola (cf. vv. 32-33), era famosa por seu vinho. Bíblia de Jerusalém.
Ao fazer vinho, as uvas eram esmagadas. Após 40 dias, o vinho era derramado com cuidado para se extrair a borra que ficava no fundo do jarro. Se isso não fosse feito, o vinho seria inferior.O profeta estava dizendo que por causa da complacência de Moabe e a recusa de fazer o trabalho de Deus, Moabe seria totalmente destruído. Life Application Study Bible Kingsway.
O vinho deixado para envelhecer representa a complacência dos moabitas. Bíblia de Genebra.
trasfegarão (ARA; NVI: “decantarão”). Um processo efetuado lenta e cuidadosamente para se proteger as jarras de barro e remover-se o vinho claro que deixava o sedimento no vaso original. No caso de Moabe, nenhum cuidado semelhante seria tomado, mas Moabe seria tratada violentamente. Bíblia Shedd.
a decantarão. Suavemente, para deixar no fundo o sedimento indesejado. Mas … “despedaçarão” Moabe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moabe esteve descansado desde a sua mocidade: Por muito tempo, não foram incomodados. Moabe esteve descansado desde a sua mocidade. Ele não foi desalojado nem foi a cativeiro, mas é uma nação ímpia e idólatra, e um dos confederados contra os escondidos de Deus. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
repousado nas fezes do seu vinho. A expressão se refere à borra do vinho. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Trasfegadores. Do heb. tso’im, “inclinadores”, isto é, aqueles que inclinam utensílios, a fim de derramar seu conteúdo. CBASD, vol. 4, p. 560.
13 E Moabe terá vergonha de Quemos. Após Israel ter se dividido nos reinos do norte e do sul, o reino do norte estabeleceu ídolos em forma de bezerro em Betel e Dã para evitar que o povo fosse a Jerusalém, capital do reino do sul, para adorar. Life Application Study Bible Kingsway.
Quemos não pode ajudar Moabe mais do que os bezerros de ouro conseguiram ajudar Israel (ver 1Rs 12:26-29). Bíblia de Estudo Andrews.
Nem terão motivos de se vangloriar de seus deuses. Eles terão vergonha de Quemos assim como Israel teve vergonha de Betel, do bezerro de ouro que tinham em Betel, pois não foi capaz de salvá-los dos assírios. Nem Quemos será capaz de salvar os moabitas dos caldeus. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
15 jovens escolhidos desceram à matança. A mocidade do reino foi à batalha com a promessa de que retornariam vitoriosos, mas Deus lhes disse que descerão para o matadouro. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Pouco depois da queda de Jerusalém, Nabucodonosor invadiu a Moabe, talvez na expedição punitiva causada pela rebelião de Ismael (39.14n), e a nação nunca voltou a existir; só existiam indivíduos conhecidos como moabitas (Ed 4:1; Ne 13.1, 23). Bíblia Shedd.
15 Rei. O verdadeiro Rei é o Senhor, e não Camos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Cajado formoso. É figura de força e autoridade. Bíblia Shedd.
19 Que sucedeu? Os moabitas que se encontravam nos cantos remotos do país perguntarão a todos os que escaparam: “Que sucedeu?” Quando lhes responderem que tudo se foi, uivarão e prantearão em aflição de espírito. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
20 Moabe está envergonhado: Não serão mais como pássaros que cantam, mas pássaros de lamento, como a pomba.O reino está privado de dignidade e autoridade. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Arnom. O rio mais importante de Moabe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 O Senhor fala aos invasores babilônicos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
contra o SENHOR se engrandeceu. … se conduziu de maneira escarnecedora em relação a Israel e seus problemas recentes; portanto, Moabe deve sofrer com os mesmos problemas e ser objeto de escárnio, pois Israel foi seu objeto de escárnio. No entanto, os moabitas proclamaram sua alegria com empenho, triunfando sobre quaisquer israelitas que encontrassem em aflição, rindo deles. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Israel … objeto de escárnio. Moabe havia se alegrado com a desventura de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
28 habitai no rochedo (ARC). Eles deixarão as cidades e habitarão nos rochedos, como as pombas do vale (Ez 7.16). Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Boca do abismo (ARA). Quer dizer apenas “nos declives dos penhascos”. Bíblia Shedd.
29 Moabe foi condenado por seu orgulho. Deus não pode tolerar o orgulho porque orgulho é tomar crédito pessoal pelo que Deus fez ou olhar outros com superioridade. Deus não condena nossa satisfação por aquilo que fazemos (Ec 3:22), mas ele condena a superestimação de nossa própria importância. Romanos 12:3 nos ensina a termos uma estima honesta a respeito de nós mesmos. Life Application Study Bible Kingsway.
O orgulho é a forma mais severa de resistência diante de Deus, uma vez que consiste na adoração do eu. Bíblia Shedd.
30 O que foi dito dos pecadores em geral – que aqueles que fugirem do medo cairão na cova e os que subirem da cova cairão em uma armadilha – é aqui especificamente profetizado acerca dos pecadores de Moabe. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
31, 36 Por isso, gemerei por Moabe… como flautas (ARC). Trata-se de uma lamentável destruição que transformará alegria em pesar. O próprio profeta lamenta. Seu coração lamentará por eles; ele chorará a vide de Sibma, e seu coração coará como flautas por Moabe. A ruína dos pecadores não é um prazer para Deus, por isso deve ser uma dor para nós. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
prantearei. Como o pombo que geme (v. Is 38.14; 59.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 Quir-Heres. Onde o rei Mesa sacrificou o próprio filho, no sul de Moabe (ver 2Rs 3:25-27). Bíblia de Estudo Andrews.
36 V. 16.1. flauta.Tocada pelos pranteadores nos enterros (v. Mt 9.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Eram usadas nos funerais, pelo que é um símbolo de lamentação. Bíblia Shedd.
37 Todas essas coisas [citadas no versículo] são símbolos de lamentação. Vd 16.6n. Bíblia Shedd.
eirados de Moabe. Era costume oferecer incenso sobre os eirados como um ato de adoração (2Rs 23.12). Bíblia de Genebra.
40 águia. A ave de rapina mais feroz; compreendida, neste texto, como uma referência a Nabucodonosor (ver Ez 17:3-5). Bíblia de Estudo Andrews.
41 ocupadas as fortalezas. Pelas fortalezas de Moabe terem sido ocupadas de surpresa, toda a sua força de nada lhes serviu. É exigido mais que coragem comum para não temer o medo súbito. Bíblia de Estudo Matthew Henry.O juízo divino, uma vez determinado, é inevitável (v. Am 5.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 quem fugir … cairá … será apanhado.
45, 46 Derivados de Nm 21.28-29; mas Jeremias redireciona a profecia de Balaão contra os amorreus, aplicando-a a Moabe. Bíblia de Genebra.
46 Pereceu o povo de Quemos. O ídolo não poderia proteger seus adoradores. Bíblia de Estudo Andrews.
47 farei voltar (ARC). O capítulo é concluído com uma curta premissa do retorno dos moabitas nos últimos dias. Dessa forma cuidadosa, Deus trata os moabitas. Mesmo com eles Ele não pelejará para sempre, nem estará sempre irado com eles. Esta profecia acerca de Moabe é longa, mas aqui se encerra confortavelmente. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Mudarei a sorte (ARA). Esperança para o futuro. Bíblia de Estudo Andrews.
Os sinais de sua restauração são evidentes. Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 48 – O livro de Jeremias é o segundo maior livro do Antigo Testamento. Suas profecias, acompanhadas de sua autobiografia, tornam o livro muito interessante. Por várias razões Jeremias é bem conhecido entre aqueles que apreciam a Bíblia. Contudo, suas mensagens são pouco conhecidas, talvez por não serem tão valorizadas como deveriam. Vamos estudar sua profecia contra Moabe?
C. Paul Gray observa que “entre os oráculos encontrados nos capítulo 46-49, essa profecia é singular em relação a sua extensão, seu grande número de lugares e suas semelhanças com outras passagens das Escrituras”. Abaixo segue a divisão que Gray faz do capítulo em questão:
1. As consequências da confiança inapropriada (vs. 1-10);
2. A desgraça da vida indisciplinada (vs. 11-17);
3. O desastre chega (vs. 18-28);
4. Um lamento pela orgulhosa nação de Moabe que caiu (29-39);
5. Não há escape de juízo (vs. 40-47).
Orgulho, arrogância, prepotência e soberba levam indivíduos e nações a um fim indesejado. Uma existência desregrada, indiferente aos princípios divinos e sem parâmetros bíblicos enfrentará situações em que a desgraça será sua melhor definição de vida.
Apesar Moabe ter Quemos como seu deus, ainda que os pecados de Moabe eram extravagantes, Deus começa com uma mensagem de juízo e destruição (vs. 1-2); mas, termina com uma mensagem de restauração e esperança (v. 47).A profecia declara que Moabe iria para o cativeiro. Contudo, depois da disciplina, o próprio Deus promete: “Chegará o dia em que vou restaurar a sorte de Moabe”. A misericórdia divina tem a última palavra, não o juízo!
Outras aplicações espirituais:
• Através da profecia a Moabe, observa-se que Deus ama, trata com um amor firme e disciplinador aos povos que adoram outros deuses, além de oferecer um futuro promissor a todas as nações e quer a restauração de todos os povos.
• Com Moabe, aprendemos que a vida desgraçada resulta de uma rejeição à graça de um Deus que deseja o melhor para os habitantes deste mundo imoral e decadente.
• A mensagem do servo de Deus pode parecer dura e pesada contra seus destinatários; todavia, ele termina com esperança, oferece consolo e promete a ação graciosa de Deus.
• O evangelho é destinado a todas as pessoas, Deus age para restaurar o caído e destruído pelo pecado.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO JEREMIAS 47 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 47 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JEREMIAS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)