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SALMO 114 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
“Estremece, ó terra, na presença do SENHOR, na presença do Deus de Jacó” (v. 7).
Você já teve de enfrentar algum grande desafio em sua vida? Algo que aos olhos humanos seria praticamente impossível de acontecer? A Bíblia está repleta de relatos de pessoas como eu e como você que já tiveram de enfrentar verdadeiros “gigantes”. Noé foi incumbido de gerenciar a construção de uma arca de tamanho descomunal. Abraão deixou a sua terra para ir habitar em um lugar o qual nunca havia ido. José saiu de uma prisão direto para o governo de uma das maiores potências mundiais da antiguidade. Davi enfrentou, literalmente, um gigante. E eu poderia ficar aqui citando mais e mais exemplos.
Mas sabem o que todas estas histórias têm em comum? A AÇÃO DIVINA. Todos estes personagens foram bem sucedidos não por esforços próprios, mas PELO PODER DE DEUS.
Israel saiu do Egito e foi guiado a marchar em direção ao mar. Quando perceberam que Faraó e seu exército vinham em seu encalço, viram-se encurralados. Mas estavam mesmo encurralados? Aos olhos humanos, sim. De um lado Faraó e seu furioso exército, do outro, o grande mar. Então, o SENHOR, O mesmo que havia feito todos aqueles prodígios para libertar Israel, olha para o Seu povo incrédulo com olhos de compaixão e diz ao Seu servo Moisés: “Por que clamas a Mim? Diz aos filhos de Israel que marchem” (Êxodo 14:15).
O SENHOR bem sabe do que necessitamos e se preciso for Ele faz o mar fugir e as águas do rio tornarem atrás (v. 3). Se for preciso, Ele faz da rocha brotar água para saciar a nossa sede. Ele jamais falhou e jamais falhará! O que Ele nos pede é que confiemos em Seu poder e façamos tudo conforme Ele mandar. Noé só foi salvo com sua família porque confiou na Palavra do SENHOR e fez o que Ele pediu. Abraão só tornou-se o pai de uma grande nação porque colocou o pé na estrada e partiu para onde Deus o mandou ir. José só tornou-se governador do Egito porque reconheceu que o seu dom era uma dádiva de Deus. Davi só venceu Golias porque foi à luta em nome do SENHOR dos Exércitos.
Assim como “Judá se tornou o Seu santuário” (v. 2), somos “santuário do Espírito Santo” (I Coríntios 6:19). E se Ele habita em nós, também nos capacita a fazer a nossa parte. A nossa parte é marchar. É primeiro colocar o pé na água. É fazer a vontade de Deus ainda que o mundo todo esteja contra nós. É ir aonde Deus mandar. É usar os dons do Espírito para o benefício de nossos semelhantes. É confiar que em cada luta de nossa vida não estamos sós, pois o SENHOR dos Exércitos luta por nós. É NELE CONFIAR! O “Deus de Jacó” (v. 7) também é o meu Deus e é o seu Deus. É um Deus pessoal que se importa com cada detalhe de nossa vida. Que é capaz de estremecer a terra, abrir o mar, e fazer o que for preciso para salvar a mim e a você. Portanto, amados:
MARCHEM E CONFIEM, Jesus é nosso capitão.
Bom dia, santuários do Espírito Santo!
Compartilhe conosco: A leitura de hoje é importante para sua vida porque…
*Leiam #Salmo114 #primeiroDeus
Rosana Garcia Barros
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📜“Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR e se compraz nos Seus mandamentos” (v. 1).
A linguagem do amor cristão pode ser resumida em apenas uma palavra: PIEDADE. A verdadeira piedade manifesta-se na vida de todo aquele que cumpre o grande primeiro mandamento: “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Deuteronômio 6:5; Mateus 22:37). A prática do amor vertical nos leva à prática do amor horizontal. Isto é, se amamos a Deus, consequentemente, amaremos o nosso semelhante.
Ser “benigno, misericordioso e justo” (v. 4) não é a manifestação do que nos é próprio, mas o resultado do que permitimos que o SENHOR realize em nós. A justiça de Cristo sobre nós é o que nos torna justos diante do Pai e move o nosso coração ao ponto de, como Paulo, declararmos: “… já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2:20).
A nossa experiência cristã deve ser vivida mediante uma firme confiança de que “o desejo dos perversos perecerá” (v. 10) e que o SENHOR fará com que a justiça de Cristo em nós permaneça para sempre (v. 9).
A piedade, portanto, não tem a ver com sentimento, mas com decisão. Quando eu escolho seguir a Deus e amá-Lo, eu não O obedecerei como uma forma de barganha, mas porque nada me deixa mais feliz do que fazer a Sua vontade. O justo “se compraz nos Seus mandamentos” (v. 1) porque não os considera penosos. Ninguém melhor para nos explicar isso do que o discípulo do amor: “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e PRATICAMOS os Seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (I João 5:2-3).
O cristão piedoso vai além das expectativas humanas. Ele não apenas prega o que é certo com palavras, ele prega o que é correto com atitudes. Ele é um PRATICANTE dos mandamentos de Deus, não apenas um conhecedor. Ele não espera recompensas, confia na provisão divina. E sabem por que “na sua casa há prosperidade e riqueza” (v. 3)? Porque ele “distribui, dá aos pobres” (v. 9), ele faz o que é justo. Por isso que exatamente nestes dois versos faz menção à justiça eterna daquele que teme ao SENHOR e tem prazer em Seus mandamentos.
Todo aquele que é piedoso entende que Deus lhe dá na proporção em que possa compartilhar. Que a nossa vida, os dons e talentos por Deus conferidos, sejam usados para a Sua glória e beneficência de nosso próximo. O que é eterno não pode ser alojado no que é finito. O coração humano não foi feito para alojar o infinito amor de Deus, mas para fazê-lo jorrar. Tome hoje a firme decisão, em nome de Jesus, de ser uma fonte a jorrar a verdadeira piedade e serás “tido em memória eterna” (v. 6).
Bom dia, piedosos do SENHOR!
Desafio do dia: Leiam #Salmo112 e compartilhe conosco o que o SENHOR quer que você saiba, que você sinta e que você faça. #PrimeiroDeus
Rosana Garcia Barros
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“Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembleia” (v. 1).
As obras de Deus são as maiores provas de Seu amor e misericórdia pela raça caída. De uma forma especial e tremenda, o SENHOR tem agido em nosso favor mesmo antes da criação do mundo. Vocês conhecem a primeira obra de Deus em nosso favor?
Vamos reler juntos o que está escrito no verso 9: “Enviou ao Seu povo a redenção”. Eis a primeira obra magnífica de Deus em benefício da humanidade: A NOSSA REDENÇÃO! Assim diz a Palavra do SENHOR: “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis… que fostes resgatados… mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, ANTES DA FUNDAÇÃO DO MUNDO” (I Pedro 1: 18-20).
Compreendem, amados? Deus entregou o Seu Filho por amor a nós antes mesmo de criar este mundo! Precioso Cordeiro de Deus! “Santo e tremendo é o Seu nome” (v. 9)!
Ao contemplarmos esta incomparável obra, percebemos que o SENHOR “lembrar-Se-á sempre da Sua aliança” (v. 5). Quando nenhum ser humano existia, Ele já havia traçado a obra da salvação. A Trindade uniu-Se para nos criar mesmo sabendo o que iria acontecer. Antes de “Elohim” proferir a ordem “Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança” (Gênesis 1:26), Ele prontamente decidiu nos salvar.
DEUS Pai declarou: “Eu os amo!”
O FILHO prontificou-Se: “Eu os salvo!”
O ESPÍRITO SANTO concluiu: “Eu os ensino!”
E o que nos resta fazer diante de um Deus tão “benigno e misericordioso” (v. 4)? Como o salmista, declarar com a nossa vida:
Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR!
“Grandes são as obras do SENHOR” (v. 2), mas todas elas testificam da primeira grande obra, o amor de Deus personificado. Cristo deve ser, verdadeiramente, a nossa Água, o nosso Pão, o nosso Refúgio, o nosso Caminho. A maior obra já foi feita, Ele já pagou o preço. Basta aceitarmos que Ele realize “as obras de Suas mãos” (v. 7) em nossa vida.
“O temor do SENHOR”, meus irmãos, “é o princípio da sabedoria” (v. 10). Em temer a Deus só há felizes recompensas. As Suas obras, tanto externas como internas, passam a ser em nossa vida as boas obras que glorificam ao nosso “Pai que está nos Céus” (Mateus 5:16) e passamos a ter a real compreensão do que é ser a luz do mundo.
Se tão-somente considerarmos a magnífica obra da redenção, certamente revelaremos prudência (v. 10) “na companhia dos justos e na assembleia” e seremos testemunhas do Salvador “até aos confins da Terra” (Atos 1:8).
Bom dia, salvos em Jesus!
Desafio do dia: Tendo como base o projeto #PrimeiroDeus, compartilhe conosco nos comentários o que Deus quer:
• que você saiba;
• que você sinta;
• que você faça.
*Leiam #Salmo111
Rosana Garcia Barros
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“Apresentar-se-á voluntariamente o Teu povo, no dia do Teu poder; com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora, serão os Teus jovens” (v. 3).
Oh, gloriosa redenção! O Dia em que veremos o nosso Salvador em glória não pode assemelhar-se a nenhum outro dia já vivido nesta Terra. A expectativa que faz o nosso coração desfalecer (Vide Jó 19:27) está prestes a tornar-se realidade. Os Céus trabalham para isso enquanto o SENHOR arregimenta o Seu exército de santos. Tudo está pronto, as taças estão prestes a ser derramadas, para que então seja dito: “Feito está!” (Apocalipse 16:17).
Oh, gloriosa redenção! A redenção que foi rejeitada pelos líderes judeus. Tão diligentes na letra da Lei, mas tão ignorantes acerca de sua essência! Ansiaram pelo filho de Davi e deram as costas ao Filho de Deus. Diante deles estava Aquele sobre o qual o próprio Davi escreveu:
“Disse o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à Minha direita, até que Eu ponha os Teus inimigos debaixo dos Teus pés” (v. 1, Vide Mateus 22:44).
Em cada geração que já pisou nesta Terra, Deus teve um povo para chamar de Seu, e assim o será até o fim. Quando chamou Abrão para ser o pai de numerosa nação, de várias formas o abençoou. E uma delas foi através da aparição de um rei desconhecido na genealogia bíblica, chamado Melquisedeque (v. 4). E, neste episódio, ele surge como sendo um “sacerdote do Deus Altíssimo” (Vide Gênesis 14:18-20). Já em Hebreus, encontramos a seguinte descrição acerca deste rei: “…rei de justiça… rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente” (Hebreus 7:2-3). É como se o próprio Cristo tivesse aparecido a Abrão para abençoá-lo pessoalmente. E Ele, além de ter-Se assentado à destra de Deus Pai como nosso Juiz, também cumpre o Seu papel de Sumo Sacerdote, intercedendo por nós. Porém, amados, assim como se cumpriu perfeitamente a Sua primeira vinda, é chegado o tempo de Ele cumprir a Sua segunda vinda. Estamos no tempo do fim.
A obra no santuário celestial está prestes a completar-se. Cristo tem intercedido junto ao Pai por todos os crentes e como tem sido difícil para Ele o veredicto de alguns! A luta de Jesus tem sido para que os Seus filhos não O louvem apenas com os lábios. Porque, para estes, quando Ele voltar “no dia da Sua ira” (v. 5), com o coração partido terá que dizer: “Nunca vos conheci!” (Mateus 7:23). Precisamos buscar ao SENHOR e louvá-Lo com todo o nosso coração! Se afirmamos louvá-Lo com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentimos por alguém, para Ele este louvor é maldito e não tem valor algum. Com urgência, devemos aprender a lição do Mestre: “…se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus” (Mateus 18:3). Deve ser nossa oração constante: “Dá-me, ó Deus, um coração puro; rápido para amar, rápido para perdoar!” Então, assim como um dia Cristo disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos” (Mateus 19:14), nos dirá nAquele grande Dia: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mateus 25:34). Não será diferente. Como as crianças tiveram total acesso a Cristo, como infantes, nos apresentaremos voluntariamente no Dia do Seu poder, “com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora” (v. 3).
Oh, gloriosa redenção! Naquele Dia, se encontrarão a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijarão (Salmo 85:10) em favor de todos aqueles que temem o SENHOR. Todavia, a preciosa graça tão copiosamente derramada dará lugar ao juízo para todo aquele que não se arrependeu de seus maus caminhos (v. 5-6). “Por ocasião da vinda de Cristo, os ímpios serão eliminados da face de toda a Terra: consumidos pelo sopro de Sua boca e destruídos pelo resplendor de Sua glória” (Revista Eventos Finais, 10 dias de oração, p. 32). Não ignoremos as profecias, meus irmãos! Pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Provérbios 29:18). Chegou a hora de erguermos o alto clamor proclamando ao mundo o último chamado de Deus! Você nasceu nesta época com esta finalidade, como a “Voz do que clama no deserto” (Isaías 40:3; Mateus 3:3)! Assim como João Batista foi escolhido para anunciar a primeira vinda de Cristo, fomos eleitos para anunciar a Sua segunda vinda. Onde estão vocês, homens, mulheres e crianças de coragem? AGORA é o momento de vestirmos toda a armadura de Deus (Vide Efésios 6:10) e, como Isaías, tomarmos a firme decisão: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6:8).
A chama do Espírito foi acesa, amados. “Não apagueis o Espírito” (I Tessalonicenses 5:19).
Bom dia, santos dos últimos dias!
Desafio do dia: Oremos para que a volta de Cristo seja a maior esperança em nosso coração, TODOS OS DIAS! Se ainda não tem, adquira já a nova jornada espiritual “Primeiro Deus”, e permaneçamos sendo reavivados pela Palavra do SENHOR.
*Leiam #Salmo110
Rosana Garcia Barros
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“…eu, porém, oro” (v. 4).
De todo este Salmo, esta é a expressão mais impactante e mais poderosa: “eu, porém, oro”. Davi faz menção de seus inimigos e da grande angústia que sofreu por causa de suas investidas malignas. Entretanto, em nenhum momento, ele fala em fazer justiça com as próprias mãos. Muito pelo contrário, o salmista descreve os juízos que recairão DA PARTE DE DEUS sobre todo aquele que “amou a maldição… e não quis a bênção” (v. 17).
“Ó Deus do meu louvor, não Te cales!” (v. 1), não foi um protesto contra o silêncio de Deus, e sim um clamor de um filho cujo coração confiava apenas na ação divina (v. 21).
Os Salmos são repletos de profecias, lembram? O verso oito não se refere apenas aos adversários de Davi, mas se cumpriu na vida de Judas, que trocou a bênção pela maldição: “Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo”. Essas palavras são repetidas em Atos 1:20, quando os discípulos se unem com o propósito de eleger o décimo segundo discípulo para ocupar o lugar do traidor. Também no verso vinte e cinco encontramos outra profecia, esta cumprida na vida de nosso Salvador: “Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me veem, meneiam a cabeça”. Enquanto Cristo padecia na cruz do Calvário, “os que iam passando blasfemavam dEle, meneando a cabeça” (Mateus 27:39).
Diante disso tudo, percebemos que neste mundo sempre existiram e sempre existirão apenas DUAS CLASSES. Os que escolhem o caminho da bênção e os que escolhem o caminho da maldição. Os perseguidores e os perseguidos. O joio e o trigo (Vide Mateus 13:30). Não há e nunca haverá uma terceira opção. Então, só temos duas alternativas, duas escolhas a fazer: ou seguimos a Deus e a Sua Palavra, ou seguimos o que a multidão diz ser a vontade de Deus. Atentem bem para isso, amados, mas atentem de verdade: CUIDADO COM AS MULTIDÕES! Lembrem de Noé, de Elias, de João Batista, dos três amigos de Daniel, dos próprios discípulos, em que todos eles andaram na contramão de sua época e foram vitoriosos pela ação de Deus.
Se, HOJE, assumirmos a postura de Davi tendo uma vida de oração e confiando na justiça divina, como ele, muitas graças daremos ao SENHOR com os nossos lábios e a nossa vida será um louvor a Deus “no meio da multidão” (v. 30). Fazemos parte da geração dos últimos dias deste mundo, e o que estamos fazendo com a oportunidade que o SENHOR colocou em nossas mãos? Estamos no nono dia de nosso propósito de reavivamento. Estamos, de fato, aproveitando este tempo sobremodo oportuno? Podemos afirmar, como o salmista: “eu, porém, oro”? Uma vida de oração não consegue ficar presa a quatro paredes. Ela é um louvor a Deus em meio às multidões! Uma vida de oração não é uma vida estagnada e presa ao conceito de ser feliz neste mundo. Uma vida de oração é um alto clamor para o mundo e compreende que felicidade de verdade só no Céu.
Você está sendo perseguido e lhe devolvem o bem com o mal (v. 5)? Alegra-te, servo do Deus vivo (v. 28)! Pois Cristo te diz hoje: “Bem-aventurados, sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguindo, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:11-12).
Meus queridos irmãos, a nossa redenção de aproxima, e, com ela, um tempo de angústia “qual nunca houve… mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo” (Daniel 12:1).
Só venceremos se fizermos do SENHOR a nossa defesa. Lembrem-se de que enquanto meneavam a cabeça para o nosso Salvador, Ele orava, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). Eis a decisão que o SENHOR espera de Seu remanescente: “eu, porém, oro”!
Bom dia, homens e mulheres de oração!
Desafio do dia: Que esta seja a nossa oração de hoje e de cada dia de nossa vida até que venha o fim: “SENHOR, ajuda-me a ser uma fiel testemunha Tua e de Teu amor. E que, com minhas atitudes neste grande conflito, eu não me coloque fora de Tua santa proteção”.
http://www.adventistas.org/10dias
*Leiam #Salmo109
Rosana Garcia Barros
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“Porque acima dos céus se eleva a Tua misericórdia, e a Tua fidelidade para além das nuvens” (v. 4).
O SENHOR tem um modo peculiar para agir em cada situação. Quando enfrentamos dificuldades, costumamos pensar em como resolvê-las. Ainda que oremos e entreguemos nossos problemas nas mãos de Deus, temos a triste mania de ficar cogitando meios para tentar resolver o que não está ao nosso alcance fazer. É claro que existem coisas que Deus nos capacita a realizar. Por exemplo: Se por um acaso magoamos alguém, devemos procurar resolver a questão com um pedido de perdão. Mas se o pedido não for aceito, daí para frente o nosso papel é orar e confiar na provisão divina. Se fazemos o bem, mas só recebemos o mal como retorno, o nosso dever é continuar fazendo o bem e confiar na justiça do SENHOR (Vide Romanos 12:17-21). Se levamos o evangelho a um amigo e ele não o aceita, cabe a nós continuar amando-o e por ele intercedendo, porque a tarefa de convencer não cabe a nós, mas ao Espírito Santo.
Davi inicia o Salmo de hoje com uma expressão de inteira confiança: “Firme está o meu coração, ó Deus!” (v. 1). A confiança plena, a fé inabalável e a firmeza de propósitos só podem ser desenvolvidas mediante uma vida de íntima comunhão diária com o SENHOR. Precisamos estabelecer um limite entre o que Ele nos pede para fazer e o que só Ele é capaz de realizar.
Quando Jesus realizou o Seu primeiro milagre nos deixou uma grande lição que, diante de uma leitura descuidada da Bíblia, nos priva de entendê-la. Havia acabado o vinho (leia-se vinho como sendo o mais puro suco da vide), então Maria, Sua mãe, vai até Ele e expõe a situação constrangedora. Depois, se dirige aos servos e diz: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (João 2:5). Eis a fórmula do sucesso de toda boa obra: Fazer tudo o que Deus nos pede para fazer! Conhecemos a história. Os servos enchem as talhas com água e Jesus transforma a água em vinho.
Amados, cabe a nós encher as talhas e não transformar a água em vinho. Cabe a nós render graças ao SENHOR “entre os povos” (v. 3), não convencê-los de que também devem fazer o mesmo. Cabe a nós exaltar o nome do SENHOR e proclamar a Sua libertação (v. 5), mas a salvação e a resposta vêm do SENHOR (v. 6). É dEle o poder de decidir o que vai dividir, o que vai medir (v. 7); e decidir o papel de cada um de nós na Sua obra de salvação (v. 9).
“Quem me conduzirá…? Quem me guiará…?” (v. 10) Que a nossa resposta seja: “Em Deus faremos proezas, porque ELE MESMO calca aos pés os nossos adversários” (v. 13). Que a nossa confiança esteja sempre firme e depositada em Deus, sabendo que “vão é o socorro do homem” (v. 12).
Bom dia, corações firmes no SENHOR!
Desafio do dia: Oremos para que a nossa fé seja mais consistente e vibrante para suportar as dificuldades dos últimos tempos.
adventistas.org/10dias
*Leiam #Salmo108
Rosana Garcia Barros
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“Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e Ele os livrou das suas tribulações” (v. 6, 19 e 28)
Por mais que saibamos que neste mundo teremos aflições, nunca estamos suficientemente preparados para enfrentá-las. Elas nos causam uma sensação de impotência, tristeza e desânimo. Todos nós passamos por momentos angustiosos e, muitas vezes, difíceis de entender. Alguns acontecem não por nossa própria vontade. Outros são resultado de nossa própria insensatez. Porém, apesar de nos serem agentes negativos, há uma promessa divina que faz com que possamos enxergar uma luz no fim do túnel: “Muitas são as aflições do justo, mas O SENHOR DE TODAS O LIVRA” (Salmo 34:19).
Cristo mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (João 16:31). “Os remidos do SENHOR” (v. 2) não estão livres de passar por tribulações. Lembremos que ainda somos pecadores e que este mundo não é o Céu. Estamos sujeitos a passar “pelo vale da sombra da morte” (Salmo 23:4), mas precisamos confiar de que o SENHOR Deus está conosco e que usará a Sua vara e o Seu cajado para nos consolar.
Quantas vezes causamos o nosso próprio infortúnio por andarmos “errantes pelo deserto” (v. 4). O deserto não surge em nossa vida para nos fazer cair, e sim para nos tornar ainda mais fortes. Lembrem do exemplo de Cristo (Vide Mateus 4). O que vai tornar o nosso deserto em bênção ou maldição são as nossas escolhas. Somos livres para escolher andar “por ermos caminhos” (v. 4), ou ser conduzidos por Deus “pelo caminho direito” (v. 7). Somos livres para escolher nos rebelar “contra a palavra de Deus” (v. 11), ou por ela sermos sarados e libertos do poder da morte (v. 20). Somos livres para escolher entre a estultícia (v. 17) e a sabedoria (v. 43).
A segunda voz angélica nos faz uma séria e urgente advertência: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber A TODAS AS NAÇÕES do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8). Babilônia representa tudo aquilo que é contrário a Deus e à Sua Palavra. E o SENHOR, por intermédio do Seu profeta, nos faz o seguinte chamado: “Fugi do meio da Babilônia, e CADA UM SALVE A SUA VIDA; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (Jeremias 51:6). E o mesmo apelo divino nos é dado em Apocalipse 18:4, onde assim diz o SENHOR: “Retirai-vos dela [Babilônia], povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”.
Amados, Deus não permite que passemos por provas maiores do que possamos suportar (Vide I Coríntios 10:13). Jesus tornou-se um de nós e como homem venceu as tentações e saiu vitorioso das tribulações para nos deixar exemplo de que, se seguirmos os Seus passos (Vide I Pedro 2:21), como Ele e com Ele, sairemos “vencendo para vencer” (Apocalipse 6:2). Portanto, estais passando por aflições ainda que estejas em plena comunhão com Deus? Então, renda “graças ao SENHOR por Sua bondade e por Suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (v. 8, 15, 21, 31) e “tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tiago 1:2-3). E qual é a perseverança dos santos? “Aqui está a PERSEVERANÇA dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). E o que acontecerá com todo aquele que perseverar até o fim? “SERÁ SALVO” (Mateus 24:13).
“Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do SENHOR” (v. 43).
Bom dia, sábios do SENHOR!
Desafio do dia: Oremos para que o sábado, como sinal de Deus, seja mais do que uma teoria em nossa vida: que seja algo prático. http://www.adventistas.org/10dias
*Leiam #Salmo107
Rosana Garcia Barros
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“Não exterminaram os povos como o SENHOR lhes ordenara” (v. 34).
Após um Salmo relatando os grandes feitos do SENHOR sobre o Seu povo, o Salmo 106 relata a rebelião como fruto da ingratidão de Israel. Os filhos de Israel “foram rebeldes” (v. 7) e o SENHOR “tê-los-ia exterminado… se Moisés, seu escolhido, não se houvesse interposto, impedindo que Sua cólera os destruísse” (v. 23).
“Trocaram a glória de Deus” (v. 20) por um bezerro de ouro. “Esqueceram-se de Deus, seu Salvador” (v. 21), “desprezaram” Canaã, “não deram crédito” à Palavra de Deus (v. 24), murmuraram, não obedeceram à voz de Deus (v. 25), “foram rebeldes ao Espírito de Deus” (v. 33) e “não exterminaram os povos” de Canaã (v. 34). Deram, literalmente, as costas para Deus.
Resultado? Pura apostasia! Ao misturar-se com os pagãos, começaram a agir como eles (v. 35), a adorar os seus ídolos (v. 36), a oferecer os próprios filhos como sacrifício aos demônios (v. 37), a se prostituir com as práticas pagãs (v. 39) “e, por sua iniquidade, foram abatidos” (v. 43). Apesar da ação da infinita graça de Deus, por muitas vezes, os ter libertado, eles continuavam a provocá-Lo.
Precisamos ter muito cuidado e estar sempre atentos quanto ao nosso círculo de relacionamentos. O amor ao próximo deve ser difundido a todos os nossos semelhantes, mas o limite que divide a verdadeira amizade da enganosa, é o que Deus estabeleceu como sadio e edificante. Quando lemos os evangelhos, percebemos que Jesus era amigo de todos. Ele gostava de estar entre pessoas e cuidando de pessoas. Mas também tinha os Seus doze discípulos e, entre estes, três amigos íntimos em particular que o acompanharam nos momentos mais difíceis de Sua missão na Terra.
Está escrito: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (I Coríntios 15:33). Israel embreagou-se com as práticas abomináveis dos cananeus e prostituíram-se com seus ídolos, justamente por terem se negado a ouvir a voz de Deus, dando ouvidos às más conversações daqueles ímpios. Ainda assim, cada vez que o povo clamava, Deus Se comparecia deles, “segundo a multidão de Suas misericórdias” (v. 45).
Está chegando o tempo, amados, e já chegou, em que a sacudidura revelará “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Malaquias 3:18). O nosso desafio como cristãos é o de estar no mundo, porém, não ser do mundo. A santificação não requer que nos afastemos das pessoas, mas que não nos aproximemos das práticas mundanas que põem em risco a nossa salvação.
Deus nos convida a viver uma fé prática e sólida e que nos alegremos como povo (v. 5), conquistando pessoas para Cristo e não sendo conquistados pelo mundo. Se tão-somente perseverarmos em guardar a retidão e praticar “a justiça em todo tempo” (v. 3), o SENHOR nos fará mais do que felizes!
E assim encerramos o Livro IV de Salmos.
“Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, de eternidade a eternidade; e todo o povo diga: Amém! Aleluia!” (v. 48).
Bom dia, povo do SENHOR!
Desafio do dia: Oremos pelo derramamento especial do Espírito Santo em nossa vida, para que sejamos instrumentos poderosos nas mãos de Deus.
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*Leiam #Salmo106
Rosana Garcia Barros
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“Ele estendeu uma nuvem que lhes servisse de toldo e um fogo para os alumiar de noite” (v. 39).
Quando eu era criança, todas as manhãs, o meu dejejum era café com leite e pão com manteiga. Essa era a minha alimentação matinal nada nutritiva. Então, meu pai conheceu a mensagem de saúde e começou a fazer umas mudanças em casa. Certa manhã, ao chegar na cozinha e pegar a minha caneca para beber, descobri que não era café com leite, e sim cevada com leite de soja. Nossa! Eu nunca tinha provado algo tão ruim! Lembro de que fiquei muito chateada e com saudades do meu cafezinho de todos os dias. Mas com o tempo, acostumei com o gosto da cevada e deixei de reclamar. E, com a mudança alimentar, o meu paladar foi acostumando-se a ingestão de alimentos saudáveis.
O lindo resumo da história de Israel nos mostra situações em que mudanças também foram necessárias:
Abraão saiu de sua terra rumo a Canaã. José foi retirado de sua casa e mandado ao Egito; da casa de Potifar à prisão e da prisão ao governo do Egito. Moisés passou de escravo a príncipe do Egito; de príncipe a pastor de ovelhas; de pastor de ovelhas a enviado de Deus para libertar o povo da opressão egípcia. O povo de Israel saiu do Egito ao deserto e do deserto à Canaã. Foram muitas mudanças, mas todas, assim como trocar café por cevada, para o benefício do povo de Deus.
Deus nunca nos pede algo para o nosso prejuízo. Ele sempre visa o nosso bem-estar eterno. Por amor a nós, Ele mesmo ordena: “Não toqueis nos Meus ungidos” (v. 15). Ele só faz “sair o Seu povo” (v. 37) de onde não haja a possibilidade de crescimento. “Ele é o SENHOR, nosso Deus” (v. 7) e precisamos confiar que todas as mudanças que Ele deseja realizar em nossa vida é para que possa nos conduzir com alegria “e, com jubiloso canto, os Seus escolhidos” (v. 43).
Se Deus te chama para o que você julga ser demasiadamente difícil, alegre-se o seu coração (v. 3), pois você está recebendo um chamado do SENHOR do Universo! Ele lhe será por nuvem lhe concedendo alívio no fogo da provação. Ele lhe será por fogo, aquecendo o seu coração com a chama do Espírito Santo. Basta fazer o que fizeram Moisés e Arão, que “não foram rebeldes à Sua palavra” (v. 28). Temos em mãos as preciosas verdades da “santa Palavra” (v. 42) de Deus e precisamos levá-las a sério. Satanás sabe que somos controlados por nossos sentidos e vai sempre colocar diante de nós o “alimento” que nos é agradável ao paladar, fazendo com que seja muito mais atrativo do que o assim diz o SENHOR. Porém, todo aquele que, de coração, guarda os preceitos e as leis do SENHOR (v. 45), percebe que “são mais doces do que o mel e o destilar dos favos” (Salmo 19:10).
No final, amados, o que definirá o nosso destino eterno serão as nossas próprias escolhas. Permanecer com nossos gostos e preferências, ou aceitar os planos do SENHOR? Buscar “perpetuamente a Sua presença” (v. 4), ou acomodar-se ao “café com leite”? Cabe a você e a mim decidir.
Bom dia, ungidos do SENHOR!
Desafio do dia: HOJE, oremos para que estejamos firmes e não abondonemos os caminhos e os princípios divinos, mesmo diante de duras provas.
*Leiam #Salmo105
Rosana Garcia Barros
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“Que variedade, SENHOR, nas Tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das Tuas riquezas” (v. 24).
“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1:1), é o primeiro versículo das Escrituras. Ele é o Doador da vida. “Elohim” é o Criador de todas as coisas. Ele inicia a Sua Palavra como o Criador e a encerra como Criador: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21:5).
Ao longo da história, a humanidade tem justificado as suas teorias sobre a origem da vida cavando em terra que já tem Dono. Em cada descoberta a ciência atribui uma porção de milhares de anos a fim de reforçar sua teoria evolucionista. Sendo que NUNCA o homem pôde ver uma espécie de ser vivo se transformar em outra. NUNCA pudemos testemunhar uma explosão que tenha originado vida. Muito pelo contrário, um macaco sempre foi e sempre será um macaco, e explosões só trazem destruição e morte.
Ultimamente, a opinião de um líder religioso mundialmente conhecido causou uma divisão no meio cristão. Ele se levantou a favor da evolução como se fosse uma intervenção divina e se referiu à criação do Gênesis como apenas uma linguagem poética, e não literal. Anular o fato de que “no princípio, criou Deus os céus e a terra” é querer anular toda a Bíblia. É duvidar do poder de Deus e da palavra que sai de Sua boca. Lembrem do que diz no final da primeira mensagem angélica para os últimos dias: “…e adorai Aquele que fez os céus, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).
A quem decidimos acreditar e seguir? A Deus e Sua Palavra, ou a homens falíveis que assediam o mundo com tradições que não têm harmonia alguma com as Escrituras? Cuidado, amados! Deixar de crer na Bíblia como única regra de fé e prática é dar um pulo para dentro do abismo, é dar ouvidos ao pior dos enganos satânicos.
A sabedoria do SENHOR é tão vasta, que mesmo com a degradação já causada pelo pecado, ainda hoje nos deslumbramos com a natureza e seus encantadores detalhes. E da mesma forma que Deus criou todas as coisas no princípio, Ele renovará a Terra (v. 30) e o mesmo Espírito que no início “pairava por sobre as águas” (Gênesis 1:2), trará nova vida aos salvos. O Deus que no início disse: “Haja luz” (Gênesis 1:3), e que é “coberto de luz como de um manto” (v. 2), recriará este planeta sem que haja necessidade de luz artificial nem de luz solar, “porque o SENHOR Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (Apocalipse 22:5).
Meus amados, precisamos tomar uma decisão e deve ser HOJE (Vide Hebreus 3:15), AGORA (Vide II Coríntios 6:2)! Percebam a ligação e a perfeita harmonia entre o primeiro e o último livro da Bíblia. Há uma coerência inquestionável e uma confirmação tremenda com as palavras de Jesus: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o PRINCÍPIO e o FIM” (Apocalipse 22:13). Você seguirá as fábulas humanas ou, como o salmista, adorará o Criador? Oxalá que seja a segunda opção!
Bom dia, frutos da criação de Deus!
Desafio do dia: HOJE, oremos para que, apesar da angústia e dos enganos satânicos, estejamos sempre alicerçados na Palavra de Deus.
*Leiam #Salmo104
Rosana Garcia Barros