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“Entraram em aliança de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12).
Asa não só promoveu reformas religiosas, mas reformas espirituais que mudariam o curso da nação. À semelhança do Reino do Norte, Judá se envolveu com os deuses estrangeiros e levou para dentro de seu território as mesmas abominações que o Senhor havia condenado. O terceiro rei de Judá liderou o povo num verdadeiro movimento de reavivamento e reforma, que foi confirmado e abençoado pelo Senhor através da profecia de Azarias, um profeta que aparece apenas neste capítulo da Bíblia, mas cujas palavras fortaleceram o coração de Asa e, certamente, continuam sendo uma força a ser considerada na vida de todo cristão que se dispõe no serviço do Senhor.
A obediência de Asa gerou uma assembleia solene, reunindo “todo o Judá e Benjamim e também os de Efraim, Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos de Israel desertaram para ele, vendo que o Senhor, seu Deus, era com ele” (v.9). E após oferecerem grande “sacrifício ao Senhor” (v.11), foi feita uma aliança nacional “de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12). “Todo o Judá se alegrou por motivo deste juramento”, e o “Senhor lhes deu paz por toda a parte” (v.15). Foi um tempo de renovar “o altar do Senhor” (v.8) em cada coração.
A reforma promovida por Asa não excluiu os de sua própria casa. Até mesmo sua avó foi deposta “da dignidade de rainha-mãe”, por ter feito “uma abominável imagem” (v.16), que Asa cuidou de destruir e queimar. Mas houve um porém: os altos “não foram tirados de Israel” (v.17). Uma mancha foi ignorada e aquele cujo coração “foi perfeito todos os seus dias” (v.17), colheria no futuro as terríveis consequências de tal concessão.
Nunca houve tempo em que se falasse tanto em reavivamento e reforma como nos últimos anos. Homens e mulheres têm se dedicado à obra de renovar “o altar do Senhor” (v.8) e preparar um povo que esteja pronto para o segundo advento de Cristo. Contudo, sem incitar juízo infamatório ou julgamento prévio, precisamos ponderar acerca do que temos visto e ouvido. Há a urgente necessidade de mudança no meio do povo de Deus, mas não é a mera aparência de piedade que identifica a verdadeira adoração. “Mas, quando, na sua angústia, eles voltaram ao Senhor, Deus de Israel, e O buscaram, foi por eles achado” (v.4).
Toda reforma deve ser resultado de um reavivamento. Os dois andam juntos. Reavivamento sem reforma é presunção. Reforma sem reavivamento é legalismo. O prefixo “RE” significa “duas vezes”. Reavivamento, então, é viver novamente, é buscar de volta a vida eterna perdida no Éden. Reforma é buscar de volta a forma original, a imagem e semelhança do nosso Criador, que foi corrompida pelo pecado. Portanto, o movimento de reavivamento e reforma é o caminho de volta para o Paraíso, e deve ter início em nosso coração, transformando-nos segundo o caráter de Cristo.
A nossa busca, porém, precisa ser diária e constante, e não pode depender da fidelidade alheia. É importante ter pessoas ao nosso redor que nos animem e encorajem pelo caminho; referências que nos revelem o quanto vale a pena ser fiel a Deus. Entretanto, não podemos e não devemos depositar toda a nossa confiança em pessoas, para que as decepções não abalem a nossa fé. Percebam que um dos motivos da apostasia de Israel foi por estar “muito tempo sem o verdadeiro Deus, sem sacerdote que o ensinasse e sem lei” (v.3). O conhecimento do Senhor é o bem mais precioso que podemos ter e compartilhar. Não o ignoremos, nem tampouco o guardemos só para nós enquanto milhares desfalecem pelo caminho.
Diante de um cenário profético em rápido andamento, que a nossa vida seja governada pelo Espírito Santo, e ensinada, corrigida, repreendida e educada na justiça pela Palavra de Deus, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:15-16). Eu sei, meus irmãos queridos, que têm dias em que choramos por dentro dores que só o Senhor conhece. Principalmente quando dizemos sim ao chamado de Deus, entramos em tempestades sem saber quanto tempo irá durar e o que nos custará. Mas uma coisa é certa: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Assim como as palavras de Azarias vieram ao meu encontro hoje, o Senhor lhes diz: Meus filhos, sejam “fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa” (v.7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, escolhidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas15 #RPSP
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“[…] Senhor, Tu és o nosso Deus, não prevaleça contra Ti o homem” (v.11).
Asa foi o primeiro rei de Judá a promover grande reforma no meio do povo. Ao dar fim a todo objeto e local de culto pagão, e eliminar toda a idolatria que trazia opróbrio a Judá, “houve paz no seu reinado” (v.5). Tempo em que aproveitou para fortalecer as cidades de seu povo e organizar o seu exército. Mas, então, a fé de Asa e de todo o Judá foi provada. Com um exército “de um milhão de homens e trezentos carros” (v.9), o rei etíope desafiou o exército de Deus.
Até então, não tinha visto na Bíblia o registro de um exército tão numeroso como o dos etíopes. Vocês fazem ideia do que seja um exército de um milhão de homens? Se no capítulo de ontem quatrocentos mil contra oitocentos mil já era desafiador, o desafio do capítulo de hoje de trezentos e oitenta mil contra um milhão seria amedrontador. Seria, não fosse a oração do rei Asa, que, semelhante a seu pai, confiou no Senhor. E, de um milhão, “caíram os etíopes sem restar nem um sequer” (v.13), pois “o Senhor feriu os etíopes” (v.12).
Na vida de quem faz o que é bom e reto perante Deus (v.2), Ele honra com vitórias humanamente impossíveis. Asa fez o que outros líderes não tiveram coragem de fazer. Temente a Deus, decidiu fazer o que era correto independentemente de opiniões contrárias. Ele aboliu de Judá tudo o que não agrada a Deus, tudo o que pudesse ser considerado abominação ao Senhor e deu voz de ordem ao povo para “que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais, e que observasse a lei e o mandamento” (v.4). Resultado: “Houve paz no seu reinado” (v.5), “porquanto o Senhor lhe dera repouso” (v.6). “Edificaram e prosperaram” (v.8).
Amados, precisamos buscar fazer como “Asa fez” (v.2). Abolir de nossa vida tudo o que possa ter se tornado um ídolo. Muitas vezes trocamos o “assim diz o Senhor” por tão pouca coisa, então vem o inimigo com um milhão de dificuldades e ainda queremos colocar a culpa em Deus; quando o desejo do Senhor é o de “ferir” tudo o que ameace a nossa paz. Cristo nos advertiu que neste mundo passaríamos por muitas aflições, mas, assim como o Senhor deu a vitória a Judá, Ele também venceu o mundo por nós (Jo.16:33). O que Ele nos pede hoje é que confiemos é descansemos nEle. Que acreditemos que Ele fará de nossas aflições degraus para alcançarmos a plenitude da fé.
Como Asa, decida, agora, fazer a vontade do Senhor. E mesmo em tempos de paz, como o rei de Judá, faça suprimentos para tempos de guerra, pois no grande conflito em que estamos envolvidos, há um inimigo desleal que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Tema a Deus e observe os Seus mandamentos, “porque isto é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Fazendo a vontade de Deus, experimentamos a verdadeira paz. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, vencedores em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas14 #RPSP
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“[…] não pelejeis contra o Senhor, Deus de vossos pais, porque não sereis bem-sucedidos” (v.12).
O relato do reinado de Abias no primeiro livro de Reis 15:1-8 não é favorável como o de hoje. Lá em Reis, a Bíblia diz que ele “andou em todos os pecados que seu pai havia cometido” (1Rs15:3). Já o relato de hoje, revela um episódio de muita fé por parte de Abias. Lá estava ele e seu exército de quatrocentos mil homens. Jeroboão, por sua vez, levou o dobro de “guerreiros valentes” (v.3). Era uma enorme desvantagem. Aparentemente, uma derrota certa para o exército de Judá. E seria, de fato, uma terrível derrota, não fosse a decisão de Abias naquele momento. Ele decidiu, firmemente, confiar em Deus. Confiou na fidelidade da aliança do Senhor. A “aliança de sal” significava permanência, segurança no fiel e imutável caráter de Deus.
Enquanto Abias confiava no Senhor, Jeroboão confiava em “bezerros de ouro” (v.8). Abias tinha a certeza de que Deus estava com Judá. Então, eles clamaram a Deus, os sacerdotes tocaram suas trombetas, os homens gritaram e Deus feriu Jeroboão e o suposto “imbatível” exército de Israel. Diante das batalhas da vida, a quem você tem pedido auxílio? Jeroboão e Israel confiaram em imagens de fundição e uniram-se a “gente vadia, homens malignos” (v.7). Abias e Judá confiaram no Senhor e uniram-se aos eleitos do Senhor. Qual foi o resultado de confiar em imagens de escultura e em homens ímpios? “feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel” (v.15); “Os filhos de Israel fugiram de diante de Judá” (v.16); “foram humilhados os filhos de Israel” (v.18); “feriu o Senhor a Jeroboão, que morreu” (v.20).
E o que aconteceu com Abias e com Judá?
Deus entregou os inimigos “nas suas mãos” (v.16); “prevaleceram os filhos de Judá, porque confiaram no Senhor, Deus de seus pais” (v.18); “Abias, porém, se fortificou” (v.21). Amados, não há sucesso em pelejar contra Deus. Quando alguém intenta ferir um de Seus pequeninos, é como se estivesse ferindo a Ele mesmo. Diante daquele que perseguia o Seu povo, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At.9:4). Jesus está em cada um de Seus filhos, habitando em cada coração que a Ele se entrega. Nenhum deles que clame e grite ao Senhor por livramento é rejeitado. Nenhum!
O resultado de nossas batalhas depende da escolha de nosso general. Depositaremos a nossa confiança em ídolos modernos e marcharemos com um exército de homens corruptos (Leia 2Tm.3:1-5)? Ou confiaremos em Deus e em Sua Palavra, como Seu remanescente fiel (Leia Ap.12:17)? Seguir o caminho da multidão nunca foi sinônimo de vitória. Lembrem-se que apesar de divididos, Judá e Israel ainda faziam parte do mesmo povo. Tomemos muito cuidado, meus irmãos, com o que nos advertiu Paulo: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com as doutrinas que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm.16:17).
Jeroboão foi o organizador da rebelião e isso gerou guerras e separação entre o povo de Deus. Não sejamos, pois, “homens malignos” (v.7), mas “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Confiemos nossas lutas Àquele a quem pertence a justiça e a vingança: o Senhor dos Exércitos! Porque enquanto clamamos, Ele luta por nós. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas13 #RPSP
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“Tendo-se ele humilhado, apartou-se dele a ira do Senhor para que não O destruísse de todo; porque em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).
Com o reino confirmado e fortalecido, Roboão assumiu um governo de postura presunçosa, deixando “a lei do Senhor, e, com ele, todo o Israel” (v.1). Seus primeiros anos de liderança e sucessos de aquisição, através de suas cidades-fortaleza, encheram o seu coração de orgulho e o fizeram esquecer de que sua função havia sido dada por Deus. Não bastasse a sua rebelião, seu poder de influência gerou uma apostasia nacional.
A nação que foi retirada pelo poder de Deus da servidão do Egito, pelo Egito seria disciplinada “(porque tinham transgredido contra o Senhor)” (v.2). Aquela geração não havia provado os anos de escravidão nem tampouco as dificuldades do deserto. Desdenharam das advertências do Senhor por intermédio de Seus profetas. Ignoraram o Seu justo governo. Seus líderes assumiram as rédeas de uma nação sem freios. E mediante tamanho descaso para com Aquele que tanto os amava, só puderam confessar: “O Senhor é justo” (v.6).
“Vendo, pois, o Senhor que se humilharam” (v.7), colocou sobre a Sua ira o glorioso peso de Sua misericórdia. No entanto, não os deixou em situação tranquila. Permitiu que o Egito os dominasse, “para que conheçam”, disse Deus, “a diferença entre a Minha servidão e a servidão dos reinos da Terra” (v.8). Passando pela semelhante experiência de seus antepassados, o fogo da aflição provaria os que de fato eram servos do Senhor. Nesse ínterim, o rei do Egito “tomou tudo” (v.9) o que havia de mais valioso em Jerusalém, mas, mesmo diante de um cenário nada promissor, houve uma significativa mudança na vida de Roboão e “em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).
Em toda a Bíblia há um forte apelo pessoal. A salvação é individual e você e eu precisamos desenvolver um relacionamento íntimo e singular com Deus. Ele tem formas diferentes e criativas de alcançar corações, e cada vida é de particular importância para o Céu. Há, porém, outra peculiaridade que encontramos em ambos os Testamentos: a responsabilidade da liderança. Noé, Moisés, Jacó, Davi, dentre outros, foram exemplos de líderes escolhidos por Deus para ir adiante de Seu povo. E a queda deles significava grande prejuízo para o todo.
Assumir um cargo de liderança, e, principalmente de liderança espiritual, requer, no mínimo, três requisitos: ser completamente submisso a Deus, saber ouvir e saber calar. Mais do que confirmar e fortalecer a liderança, é preciso manter sempre em mente a origem da eleição. Boa oratória e carisma não são provas de uma liderança de sucesso. Noé foi escolhido porque andava com Deus, liderando a sua casa para dentro da arca. Moisés foi chamado quando não tinha capacidade alguma para guiar o povo. Jacó foi nomeado príncipe de Deus após uma noite de luta e humilhação. Davi foi chamado o homem segundo o coração de Deus após se humilhar e confessar os seus pecados.
Em tempos de crise iminente, o Senhor olha para a Terra e segura os quatro ventos porque ainda consegue ver boas coisas. Não necessitamos de críticos de plantão que, acima de expor os pecados dos líderes, promovem vexame ao nome de Deus. Necessitamos de líderes espirituais cujo caráter reflita o flavo ouro da presença do Espírito Santo, cuja influência conduza a igreja de Deus a ser o que foi chamada para ser: “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), a fim de que sejamos considerados por Deus como as “boas coisas” (v.12) do tempo do fim. Sigamos, pois, o conselho de nosso supremo Líder: “Vigiai e orai” (Mt.26:41).
Bom dia da preparação, igreja de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas12 #RPSP
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“[…] porque três anos andaram no caminho de Davi e Salomão” (v.17).
Israel foi dividido e as consequências dessa separação ainda causariam muito sofrimento ao povo de Deus. O fato de o Senhor afirmar que Ele mesmo fez isso (v.4), não quer dizer que era de Sua vontade a divisão da nação eleita, mas que nossas más escolhas, aliadas à motivações egoístas, geram efeitos destrutivos. Apesar de saber, por exemplo, que Adão e Eva pecariam, Deus prosseguiu com o Seu plano de criação porque, antes, já havia estabelecido o plano da salvação. O que nos diz que não era propósito de Deus que houvesse Israel do Norte e Israel do Sul, e sim que Ele permite que os nossos erros sigam seu curso, a fim de nos dar provas incontestáveis de que obedecer à Palavra do Senhor é o melhor caminho a ser seguido, sempre.
Jeroboão logo cuidou de esquecer-se do Senhor e tratou de conduzir o povo para o mesmo abismo. Alguns de Israel, porém, continuaram sendo fiéis a Deus, “os que de coração resolveram buscar o Senhor, Deus de Israel” (v.16), e, fizeram isso por três anos. Permanecer em Deus requer de nossa parte uma entrega diária e total dependência. De que adianta servir a Deus por três anos, ou dez, ou vinte, e terminar os dias sem Ele? Nosso relacionamento com Deus e o conhecimento que o mesmo nos proporciona, à medida em que estreitamos essa relação, é um precioso tesouro, melhor do que qualquer coisa que este mundo possa nos oferecer. Quando descobrimos isso, o nosso coração pode exclamar como o salmista: “Pois um dia nos Teus átrios vale mais que mil” (Sl.84:10).
Não existe uma conta no Céu onde Deus vai registrando as nossas boas ações e se elas sobressaírem as más, então receberemos um ticket de entrada ao Paraíso. Não, meus irmãos! Ou perseveramos com Deus e confiamos em Sua graça, ou cairemos na terrível armadilha de confiar em nós mesmos. Não podemos baixar a guarda das entradas da alma. Há um inimigo cruel e astuto, sempre ativo em sua obra de destruição. Olhemos para Jesus! Não desviemos os olhos, nem por um instante sequer, do Autor de nossa salvação. Mas se o mar de dificuldades nos fizer olhar em outra direção, como Pedro clamemos: “Salva-me, Senhor!” (Mt.14:30). E Jesus nos estenderá a Sua mão de misericórdia e nos erguerá para junto dEle.
Nenhuma cidade fortificada pode superar em força e resistência ao mais débil pecador que, reconhecendo sua fragilidade, estende a sua mão para o alto em busca de auxílio. Somente através da comunhão diária e da santificação, poderemos receber do Espírito Santo o vigor espiritual para vivermos toda a nossa vida buscando ao Senhor de todo o coração. Então, como Semaías, seremos chamados de homens e mulheres de Deus (v.2); e procederemos prudentemente (v.23) não apenas uma vez, não seremos fiéis ao Senhor apenas por três anos, mas permaneceremos crescendo pela graça de um Deus que não Se cansa de nos ensinar, como está escrito: “Ensina ao justo, e ele crescerá em prudência” (Pv.9:9). Vigiemos e oremos!
Bom dia, prudentes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas11 #RPSP
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“Porém ele desprezou o conselho que os anciãos lhe tinham dado e tomou conselho com os jovens que haviam crescido com ele e o serviam” (v.8).
Pervertido o coração por suas mulheres pagãs, Salomão passou por momentos de grande apostasia. Idolatria e descaso para com os estatutos e juízos de Deus resultaram em corrupção nacional e em um sucessor insensato. De um reino próspero e admirável, para uma nação machucada e dividida. Roboão assumiu o trono com aspirações egoístas e imaturas. E, desprezando o conselho prudente dos anciãos, acatou ao estúpido conselho dos “jovens que haviam crescido com ele” (v.10).
A fim de construir um reino sem precedentes, Salomão afligiu o povo com “pesado jugo” (v.4). Apesar de ter convocado os estrangeiros para as construções, certamente os filhos de Israel foram submetidos a pesados encargos tributários. Com a morte de Salomão, o povo viu a possibilidade de aliviar a servidão e os tributos. Após três dias de expectativa, suas esperanças foram frustradas mediante um discurso arbitrário e opressor. Em tom de ameaça, Roboão confirmou a profecia do Senhor, dita “por intermédio de Aías” (v.15).
Nem por força e nem por violência Roboão conseguiria reassumir a sua autoridade sobre as dez tribos que rejeitaram o seu governo. “Dura resposta lhes deu o rei” (v.13), e eles não suportariam outros longos anos debaixo de uma opressão ainda maior. Então, “Jeroboão, filho de Nebate” (v.15) assumiu o governo, conforme a presciência divina. Roboão governaria apenas sobre as tribos de Judá, Benjamim, além da tribo de Levi, por amor de Davi.
Em ambos os relatos dos livros de Reis e de Crônicas, em momento algum percebemos que Roboão tenha buscado a orientação de Deus. O Senhor foi deixado de lado, mas, ainda assim, tentou orientar o novo rei mediante o conselho dos anciãos. Oportunidade que foi completamente ignorada. Meus amados, o Senhor nos deixou tudo o que precisamos saber, escrito em Sua Palavra. Dar créditos a conselhos humanos sem prová-los segundo as Escrituras é, no mínimo, insensato. Pois “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv.14:12).
Temos em mãos a santa Palavra de Deus. Seus conselhos estão à disposição de todos os que, com humildade, clamam pela orientação do Espírito Santo. Não façamos como Roboão, mas como os bereanos: “Ora, estes de Bereia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a Palavra com toda avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram de fato, assim” (At.17:11). Portanto, o melhor conselho é aquele que tem a infalível autenticação do “assim diz o Senhor”. Como os bereanos, perseveremos em examinar a Bíblia todos os dias, e Deus nos concederá sabedoria para tomarmos as decisões mais acertadas. Vigiemos e oremos!
Bom dia, bereanos atuais!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas10 #RPSP
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“Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria” (v.22).
Além dos reis que foram ter com Salomão em Jerusalém “para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração” (v.23), a Bíblia faz uma menção especial a uma rainha. Ouvindo sobre a fama do rei de Israel, a rainha de Sabá preparou a sua comitiva e foi conferir “com os próprios olhos” (v.6) o que os seus ouvidos não conseguiam mensurar. E desde a sua chegada até à hora de sua despedida, a generosa rainha retornou à sua terra original com lembranças de uma experiência que jamais esqueceria.
Fortemente impactada por tudo o que viu e ouviu, ela “ficou como fora de si” (v.4). Tudo o que havia ouvido a respeito de Salomão não representava “a metade da grandeza” (v.6) da sabedoria que Deus o havia concedido. O templo, o palácio, a organização do reino, até mesmo a comida e as roupas dos servos, revelavam o Deus que Israel servia. E mediante esse quadro de insuperável esplendor, a rainha declarou: “Bendito seja o Senhor, teu Deus, que Se agradou de ti para te colocar no Seu trono como rei para o Senhor, teu Deus; porque o teu Deus ama a Israel para o estabelecer para sempre; por isso, te constituiu rei sobre ele, para executares juízo e justiça” (v.8).
Somado aos presentes dados pela monarca de Sabá, estavam tesouros incontáveis que engrandeciam ainda mais o próspero reino. Poderoso e excêntrico, Salomão reinou sobre Israel sentado em um trono inigualável. Pois “Nunca se fizera obra semelhante em nenhum dos reinos” (v.19). Cercado de riqueza incalculável e dotado da “sabedoria que Deus lhe pusera no coração” (v.23), ele governou o povo em uma época memorável, cujos marcos tornaram Israel uma nação mundialmente conhecida.
O chamado de Deus para Seus servos é relativo conforme a necessidade da humanidade. Noé foi chamado em seu tempo para construir uma arca e anunciar o grande dilúvio. Abraão foi chamado para sair de sua terra e ir para a terra que o Senhor lhe mostraria. José foi escolhido para governar o Egito em um período de fome mundial. Moisés recebeu a missão de libertar Israel do cativeiro egípcio e guiá-lo à terra prometida.
Da mesma forma, Deus tem uma missão especial para o Seu último povo. Uma verdade presente que deve ser apresentada no mesmo tom, urgência e abrangência da primeira voz angélica: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:6-7).
Assim como todos “os reis do mundo procuravam ir ter com” Salomão (v.23), “nos últimos dias, acontecerá que […] afluirão todos os povos […] e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas” (Is.2:2-3). “Virão muitos povos e poderosas nações buscar em Jerusalém ao Senhor dos Exércitos e suplicar o favor do Senhor” (Zc.8:22). Como Israel espiritual de Deus, que façamos parte daqueles que ouvirão: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zc.8:23).
Tão perto como estamos do dia em que “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11), que aceitemos a missão a nós confiada de preparar um povo para o segundo advento de Cristo: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3). Breve Jesus voltará! Seja essa esperança conhecida em nossa vida. Vigiemos e oremos!
Bom dia, arautos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas9 #RPSP
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“Não se desviaram do que ordenara o rei aos sacerdotes e levitas, em coisa nenhuma, nem acerca dos tesouros” (v.15).
Quando estudamos os livros de Samuel e de Reis, sobre a vida de Davi e a de Salomão, ambas são relatadas como um livro aberto, tanto as boas quanto as más ações estão ali expostas. Vimos sobre o adultério de Davi com Bate-Seba, de sua negligência como pai e do assassinato de Urias. Vimos também sobre as mil mulheres de Salomão e sobre o seu envolvimento com a idolatria e costumes pagãos delas. Mas no relato de Crônicas estas iniquidades não vêm à tona. Se apenas houvesse o livro de Crônicas contando sobre os atos de Davi e de Salomão, esses pecados seriam ocultos às demais gerações. Teríamos em mente uma imagem bem diferente desses dois reis.
Porque, então, Deus permitiu que as transgressões desses monarcas ficassem registradas nas Páginas Sagradas? Para que o final do versículo quatorze pudesse fazer sentido para nós, hoje: “porque tal era a ordem de Davi, o homem de Deus”. Mas como assim? Imaginem que Deus ocultasse da Bíblia todos os pecados dos personagens bíblicos. Digamos que todo o sofrimento que homens e mulheres de Deus passaram também não estivesse registrado nas Escrituras. Sabem o que aconteceria? Seríamos cristãos frustrados em busca de uma vida sem problemas na “terra da ilusão”.
As atividades que se seguiram, após o término do templo, não nos revelam os detalhes obscuros que quase levaram Salomão à eterna perdição. O que nos deixa a certeza de uma coisa: o que o Senhor perdoa uma vez, perdoado está para sempre. Tanto Davi quanto Salomão foram perdoados pelo Senhor que apaga as transgressões (Sl.51:1) e escolhe as esquecer (Mq.7:18). Como um adúltero e homicida pode ter sido chamado de “o homem de Deus”? Simples. Ele FOI um adúltero e homicida. Após o seu arrependimento e confissão, envolvido pelo perdão divino, ele passou a ser “o homem de Deus”. E isso pode ser muito real na minha e na sua vida. Pois o que Deus apagou e esqueceu, ninguém tem o direito de trazer à tona.
Entendem agora a necessidade de Israel em sempre acrescentar em seus louvores que o Senhor é bom e que a Sua misericórdia dura para sempre? Somos todos pecadores, amados! E é justamente essa realidade que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). Louvado seja o Senhor por Sua Palavra, que em Sua completude nos ajuda a compreender que não existe pecado tão grande que Deus não possa perdoar; que não há quem vá tão longe que o Senhor não possa resgatar; que apesar de nossas quedas e fraquezas, as mãos do Pai de amor estão sempre estendidas para nos levantar; que apesar da sujeira do pecado enegrecer a nossa existência, Deus promete lavar e purificar todo aquele que aceita o Seu convite: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18).
Por mais que hoje você seja um adúltero, um homicida, um mentiroso, um idólatra, ou esteja em qualquer outro pecado, se você orar, e se humilhar, e buscar a face do Senhor Deus, e se converter dos seus maus caminhos, Ele te ouvirá, te perdoará e te dará uma nova vida. Não importa se o início de tua jornada foi ruim, ou se no meio dela você perdeu a direção; se você entregar agora a tua vida nas mãos de Deus, Ele cuidará do teu presente e te guiará a um futuro eterno e feliz. Portanto, o convite do Senhor a nós pecadores é que continuemos sendo reavivados por Sua Palavra, e Ele nos chamará “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9).
“Seja sobre nós, Senhor, a Tua misericórdia, como de Ti esperamos” (Sl.34:22). Ajuda-nos a não nos desviarmos, “em coisa nenhuma” (v.15), da Tua verdade! Faz-nos homens e mulheres segundo o Teu amoroso coração! Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de Deus!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas8 #RPSP
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“Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (v.14).
Ao concluir sua prece, Salomão e todo o Israel testemunhou a manifestação divina. No Pentecostes, os discípulos de Cristo “estavam todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1). “Todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Então, veio do céu um som que encheu toda a casa em que estavam, e sobre cada um pousaram línguas como de fogo (At.2:2-3). Quando Salomão terminou de orar com todo o povo, desceu fogo do céu “e a glória do Senhor encheu a casa” (v.1). Estes dois episódios separados pelo tempo, mas unidos pelo mesmo poder, nos mostra que a ação de Deus é sempre para o bem eterno dos que O amam, “porque é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.3).
Foram dias de festa diante da presença de Deus. O rei, todo o povo e os sacerdotes, todos eles em “seus devidos lugares” (v.6) prestando culto a Deus. E tudo o que Salomão realizou tanto na Casa do Senhor como em sua casa, “prosperamente o efetuou” (v.11). A partir daí, somos privilegiados em ter em mãos uma das respostas mais lindas e repletas de amor de nosso Criador. Uma das provas inequívocas de Sua eterna misericórdia e de que os Seus mandamentos também são eternos.
O Senhor dirigiu-Se a Salomão, dizendo: “Ouvi a tua oração” (v.12). Estudamos ontem a condição para que o Senhor possa nos ouvir. Isto quer dizer que a oração de Salomão não foi apenas com os lábios, mas com o coração em fidelidade para com os mandamentos de Deus. Deus tem prazer na oração do justo. Quando o homem reconhece a sua natureza incapaz de fazer o bem, que depende da mão divina a moldar-lhe o caráter, a oração se torna uma ferramenta indispensável.
O famoso versículo 14 começa deixando algo muito claro: “Se”. Deus usa uma conjunção subordinativa condicional. Ou seja, para que a oração possa produzir seus efeitos, deve ser cumprida uma condição. Mas o resultado não apareceria se o povo apenas se humilhasse, nem se apenas orasse. Somente quando todas as ações são somadas é que redunda no resultado final da equação do verdadeiro adorador: SE HUMILHAR + ORAR + BUSCAR + SE CONVERTER = OUVIDOS ATENTOS DE DEUS, PERDÃO DOS PECADOS E CURA.
Contudo, ainda há a equação da desgraça. E ela inicia com a conjunção “porém”. Isto é, “por outro lado”, “todavia”, “no entanto”, indicando o oposto do que acabamos de ver. Eis a equação do tolo: SE DESVIAR + DEIXAR OS MANDAMENTOS DE DEUS + SERVIR E ADORAR OUTROS DEUSES = DESERÇÃO, AUSÊNCIA DA PRESENÇA DE DEUS E MALDIÇÃO. Que contraste, não é mesmo, amados?
Vocês já perceberam que não é preciso muita coisa para que percamos o Senhor de vista? O começo é bem sutil: desviar-se. E não precisa ser por intermédio de grandes coisas, mas pequenas concessões que fecham os olhos da fé e abrem os ouvidos da impiedade. Os mandamentos de Deus são ignorados e desprezados, e a voz do Espírito Santo vai ficando cada vez mais distante. A chegada da maldição, portanto, é o resultado do nosso próprio procedimento. Não podemos, contudo, generalizar chamando de maldição todas as circunstâncias ruins. “Neste mundo passais por aflições” disse Jesus (Jo.16:33). Mas os filhos do Reino as enfrentam “alegres e de coração contente por causa do bem que o Senhor” (v.10) lhes fez e fará.
A verdadeira oração precisa vir acompanhada de ação. Precisamos permitir que o Espírito Santo conjugue em nossa vida o Verbo de Deus (Jo.1:1), que Se fez servo, orou, a Si mesmo Se humilhou, nos deixando o perfeito exemplo de uma vida de oração e comunhão. Jesus em nós é a chave-mestra para abrir as janelas dos céus em nosso favor. Aceitemos as condições da aliança do Senhor e Ele nos assegura a Sua fidelidade e eterna herança. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, povo da aliança do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas7 #RPSP
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“Ouve, pois, a súplica do Teu servo e do Teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da Tua habitação, dos céus; ouve e perdoa” (v.21).
Contemplando a magnitude do templo e a aceitação divina pela manifestação da glória do Senhor, Salomão dirigiu-se a Israel com palavras que declaram a fidelidade de um Deus que cumpre as Suas promessas. De forma reverente e humilde, o sábio rei se colocou na posição de servo, proferindo uma oração de teor altruísta, de um líder preocupado com o bem-estar de seu povo.
Salomão sabia, porém, que as promessas de Deus são condicionais à resposta humana: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como Tu, nos céus e na terra, como Tu que guardas a aliança e a misericórdia a Teus servos que de todo o coração andam diante de Ti” (v.14). Há uma entrega a ser feita; uma experiência pessoal a ser vivida e compartilhada em forma de evidência de que é possível, pelo poder do Espírito Santo, andar em sinceridade na presença de Deus.
O Senhor aguarda com ardente expectativa que se repita a experiência de Enoque, de Noé, de Jó, dentre outros que viveram uma intensa e genuína intimidade com Ele. Homens e mulheres que O busquem “de todo o coração” (v.14) e que vivam para compartilhar as bênçãos da verdadeira piedade. O Deus “que falou pessoalmente a Davi” (v.4) é O mesmo que deseja falar comigo e com você hoje. O templo era um símbolo de comunhão pessoal e coletiva, de que o Senhor Se importava com cada indivíduo, mas também com a unidade do todo.
À semelhança da oração e súplica de Salomão, nossas orações devem ser carregadas das intenções mais nobres e santas. Nossa vida deve ser uma casa ornada para a habitação do Eterno. Nosso coração deve ser lugar acessível ao Espírito Santo. O Senhor deseja nos ouvir, atender e perdoar, mas, antes, precisamos reconhecer a nossa necessidade dEle e nos submeter à Sua vontade.
Todos os dias estamos sujeitos ao pecado, “pois não há homem que não peque” (v.36). Esta condição, entretanto, não tem o poder de nos destruir se aceitarmos que o nosso Criador com Seu braço poderoso e mão estendida nos refaça a cada dia. O Deus que é “conhecedor do coração dos filhos dos homens” (v.30) aguarda com paciência a decisão da última geração e o despertar de um povo que com “toda oração e súplica” (v.29) declare ao mundo quem de fato Ele é.
É hora de volver os nossos olhos para a “eterna habitação” (v.2), para o Senhor que habita “em nuvem espessa” (v.1) e andar nesta Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, que “aspiram a uma pátria superior, isto é celestial” (Hb.11:14 e 16). Acredite: após o “bom combate” (2Tm.4:7), há um lugar de repouso à nossa espera. Entrega o teu coração ao Senhor, permita que Ele te ensine o bom caminho em que você deve andar e que o Seu amor te transforme, “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co.3:18), e tuas orações serão ouvidas e atendidas “como prometera o Senhor” (v.10). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas6 #RPSP
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