Reavivados por Sua Palavra


2Crônicas 05 – Comentado por Rosana Barros
20 de janeiro de 2023, 0:45
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“Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v.7).

Terminada a edificação do templo, Salomão “pôs entre os tesouros da Casa de Deus”, “as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado” (v.1). Então, reunindo os principais do povo, fez “subir a arca da Aliança do Senhor, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo” (v.2). Seguindo as orientações dadas por Deus para o transporte da arca, da tenda da congregação e dos utensílios sagrados, “os levitas sacerdotes é que os fizeram subir” (v.5). Transporte que foi acompanhado de “tão numerosos” sacrifícios, que “não se podiam contar” (v.6).

Chegando ao templo, colocada a arca em seu lugar determinado, no lugar Santíssimo, saindo os sacerdotes e iniciada a ministração dos cantores e dos sacerdotes com suas trombetas, “quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram […] para louvarem o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a Casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem […] porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (v.13-14).

A inauguração e dedicação do templo foi precedida de ofertas voluntárias, obediência às instruções divinas, sacrifícios, engrandecimento e submissão aos mandamentos de Deus, representados pelas “duas tábuas que Moisés ali pusera” (v.10) dentro da arca, e louvor agradável a Deus. Foi nesse cenário de verdadeira adoração e genuína entrega, que o Senhor manifestou a Sua glória.

Quando Jesus veio à Terra, Ele fez tudo segundo a vontade do Pai. A Sua vida iluminava o mundo com a atmosfera de Seu caráter santo e justo. Tudo o que fazia, não o fazia por vontade própria, mas movido pelo amor do Pai em cumprimento de Sua sagrada Lei. Ele era o próprio tesouro da Casa de Deus, o Filho da obediência, o sacrifício perfeito, o cumprimento da Lei, o mais sublime louvor. Ele nos precedeu para que pudéssemos ter acesso à glória de Deus.

Como naqueles momentos solenes não havia grande ou pequeno, rico ou pobre, escravo ou livre, assim Cristo nos uniu para que “em uníssono, a um tempo” (v.13), como corpo de Cristo, louvemos ao Senhor, “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.13). Sendo que Jesus “não veio para ser servido, mas para servir” (Mc.10:45), e devemos imitar-Lhe o exemplo, precisamos nos despir de nossa natureza egoísta e combater nossos gostos não santificados, buscando na verdade presente para os nossos dias toda a sabedoria e conhecimento necessários para andarmos em fidelidade na presença de Deus.

O relógio deste mundo já está marcando os minutos finais, amados. Há um cenário profético em rápido andamento. Será que estamos como Jonas, fugindo da vontade de Deus, adormecidos dentro do barco do comodismo enquanto há uma terrível tempestade lá fora? Ou como Salomão e os levitas, estamos prontos e preparando o Israel espiritual de Deus para a manifestação do glorioso advento de Cristo?

Jesus está agora no “santuário, que se encontra no Céu” (Ap.14:17), no Santo dos Santos, como nosso Sumo Sacerdote, prestes a concluir a Sua obra. Logo Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Que Ele nos encontre apercebidos e como templos preparados para a glorificação. Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas5 #RPSP

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2Crônicas 04 – Comentado por Rosana Barros
19 de janeiro de 2023, 0:45
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“Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três para o sul, e três para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro” (v.4).

Quando estudamos sobre o santuário no livro de Êxodo, vimos a disposição de cada objeto e o significado deles. A Casa de Deus era uma tenda que era desmontada e remontada à cada peregrinação de Israel. Salomão recebeu o encargo e o privilégio de edificar um lugar fixo de adoração ao único e verdadeiro Deus.

No capítulo de hoje vários objetos são citados, como as pias, os candeeiros, as mesas e as bacias. Mas o primeiro objeto descrito chama a atenção pela sua dimensão e riqueza de detalhes. O mar de fundição, sem dúvida, foi um dos objetos do templo que mais se destacava. Lembram da pia de bronze no santuário, onde os sacerdotes se lavavam? Salomão fez um “mar” para isso. Em proporções gigantescas, aquele imenso lavatório era sustentado por doze bois, tudo feito “de bronze purificado” (v.16).

Calcula-se que o mar tivesse 4,4m de diâmetro e 2,2m de altura, com a capacidade de armazenar extraordinários 44 mil litros de água (CBASD, vol.2, p.830). Este suntuoso objeto fazia parte do pátio do templo, assim como a pia fazia parte do pátio do santuário. Tinha a função de lavar os sacerdotes, simbolizando a purificação dos pecados. Sabemos que os bois naquele período eram muito utilizados para transporte de cargas e para arar a terra. Os bois do mar de fundição foram divididos de forma que os quatro cantos da Terra fossem alcançados. Israel possuía doze tribos que eram representantes do Deus vivo. O reinado de Salomão foi uma oportunidade ímpar de destacar o papel do povo de Deus na Terra: representá-Lo.

A mensagem de salvação estava sobre seus ombros e deveria ser reconhecida em toda parte. Doze bois, doze tribos, quatro cantos da terra… estas não são ilustrações reflexivas, amados? O ponto culminante, o último sinal antes do segundo advento de Cristo será a pregação do evangelho a todo o mundo. “Então, virá o fim” (Mt.24:14). Em cada direção devemos levar a “carga” da esperança e “arar” a Terra, semeando a Palavra de Deus. A pia, ou o mar, representam o santo batismo, mas também a nossa necessidade diária de purificação. Todos são convidados a descer às águas para remissão de seus pecados, e para do Alto receber o Espírito Santo. Assim fazendo, o Espírito inicia a Sua obra de purificação, uma obra que Salomão sabiamente ilustrou da seguinte forma: “Mas a vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

O Senhor nos convida a levar a mensagem ao mundo; a proclamar o sacrifício de Cristo e Sua breve volta para que, assim como Ele morreu e ressuscitou, todos tenham a oportunidade de morrer para os seus pecados e renascer para o Reino dos Céus. O chamado de Deus não foi apenas para Israel: “Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (Is.34:1). Muito em breve o mundo inteiro saberá que há um Deus que tanto o amou que enviou o Seu único Filho para salvá-lo (Jo.3:16). Então, Ele mesmo chamará os Seus: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7).

Meus amados, estamos em tempos difíceis e solenes. A cada dia temos visto dor, miséria e destruição. O que estamos fazendo para amenizar o sofrimento alheio? Realmente compreendemos a esperança que nos foi dada? Este mundo está prestes a contemplar o maior acontecimento de todos os tempos: o retorno glorioso de Cristo Jesus. E o que estamos fazendo?

É hora, e já chegou, de cada pedacinho deste mundo ser alcançado pelo evangelho eterno. Fomos criados para a glória de Deus e não para nos destruirmos uns aos outros. A obra que temos em mãos é infinitamente mais grandiosa do que o mar de fundição. Como um só povo, ergamos a única Bandeira que salva! Aceitemos o Seu chamado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). E Ele promete estar conosco, todos os dias, até à Sua breve volta, quando seremos levados para adorá-Lo “em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” (Ap.15:2). Vigiemos e oremos!

Bom dia, missionários do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas4 #RPSP

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2Crônicas 03 – Comentado por Rosana Barros
18 de janeiro de 2023, 0:45
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“Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu” (v.1).

O local designado para a edificação do templo foi o cenário de dois importantes episódios na história de Israel:

1. “no monte Moriá”: Foi ali o lugar designado por Deus para Abraão oferecer seu filho Isaque em sacrifício (Gn.22:2);
2. “na eira de Ornã”: onde o Anjo do Senhor apareceu e onde Davi edificou um altar ao Senhor “e invocou o Senhor” (1Cr.21:26).

Desde o momento em que a voz de Deus foi ali ouvida por Abraão, o primeiro patriarca de Israel, eu creio que o Senhor selou o pavimento daquele lugar com a presença de anjos aguardando com expectativa o erguimento do sagrado edifício. A fé de Abraão e obediência de Isaque sacramentaram a perfeita união de fé e obras que se tornaria a essência do templo. A oferta de Davi mediante genuíno arrependimento e confissão diante de Deus prefigurou o propósito do templo: ser uma “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7).

Não seria um templo religioso exclusivo para Israel, mas um convite do Criador para que todos O invocassem. Do alto lugar, a manifestação da glória do Senhor iluminava toda a Terra. E tendo o ouro como principal matéria-prima, a Casa de Deus reluzia em seu esplendor como a joia de Israel. Não era, porém, o ouro, as pedras preciosas ou a grande quantidade de madeira que deveriam atrair os adoradores, e sim o poder da Palavra que liberta.

Fosse aquele lugar o centro de ensino das Escrituras, sob a liderança de homens tementes a Deus, e o Senhor o teria conservado como fonte a jorrar para a vida eterna. Mas a glória que era devida somente ao Senhor foi transmitida para o adornado lugar, pecado que encontraria sua consequência com a destruição do templo por Nabucodonosor.

Como santuários do Espírito Santo, a pergunta é: Para quem a honra e a glória? Em uma geração de redes sociais, selfies e demasiada exposição pessoal, corremos o sério risco de confundir testemunho com orgulho próprio. Nesta trama que envolve vida ou morte eterna, precisamos, pela graça de Deus, tomar decisões acertadas e firmes. A “timeline” de minha vida diminui o meu eu e exalta a pessoa de Jesus Cristo? Ou o brilho opaco de minha própria imagem impede que a luz divina a mim disponível glorifique o Senhor? Uma coisa é certa, meus irmãos: “Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá” (1Co.3:17).

Muito cuidado, amados! Ninguém está livre de tamanho pecado! Quando o povo de Deus estiver de mãos dadas, fechado o círculo da verdadeira piedade; quando cada um em sua esfera de atuação, dada pelo Espírito Santo, entender que o seu papel na missão deve fundir-se com o de todos os que amam a vinda do Senhor; então, o mundo reconhecerá que há na Terra um povo peculiar, que não negocia princípios, e que caminha numa mesma direção, “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15).

“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16). Busquemos do Senhor a sabedoria do Espírito Santo, a fim de que se cumpra em nós a profecia para este tempo, apressando a volta de Jesus: “Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Deus vivo!

Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2Crônicas 02 – Comentado por Rosana Barros
17 de janeiro de 2023, 0:45
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“Disse mais Hirão: Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, que fez os céus e a terra; que deu ao rei Davi um filho sábio, dotado de discrição e entendimento, que edifique casa ao Senhor e para o seu próprio reino” (v.12).

Como Davi lhe havia orientado, dotado da sabedoria e conhecimento concedidos por Deus, Salomão resolveu “edificar a casa ao nome do Senhor, como também casa ao seu reino” (v.1). Enviando carta a Hirão, rei de Tiro, a fim de arrecadar a madeira necessária para a construção e um artífice habilidoso para liderar a obra, Salomão se mostrou amistoso confirmando a relação pacífica com Hirão, já estabelecida no reinado de Davi.

As palavras do rei estrangeiro revelam seu conhecimento acerca do Deus de Israel. Certamente, a aliança estabelecida com Davi não se limitou apenas a um acordo político, mas resultou em uma troca de conhecimento. Assim como Salomão sabia da habilidade daquele povo em corte de madeira e construção, Hirão sabia que foi o “Deus de Israel, que fez os céus e a terra” (v.12). Certamente, Hirão viu e ouviu, através de Davi, o suficiente para lhe dar esta certeza.

A “grande e maravilhosa” (v.9) Casa do Senhor seria erguida para não encontrar rival. Estabelecida para ser a mais grandiosa construção de todos os tempos, foi separado para este propósito um tesouro de incalculável valor. Às mãos dos estrangeiros residentes em Israel coube o serviço de construção. Como em tempos remotos os estrangeiros construíram o templo de Salomão, o evangelho do reino pregado aos gentios os tornou coedificadores da igreja cristã, dando continuidade à obra dos apóstolos.

Necessitamos, hoje, de filhos como Salomão, que foi reconhecido como “um filho sábio, dotado de discrição e entendimento” (v.12), e líderes como Hirão-Abi, “homem sábio de grande entendimento” (v.13). Notem que o rei de Tiro não glorificou o nome de Davi nem o de Salomão, e sim o nome do Senhor. A nossa vida não deve se destacar pelo que temos ou pelo que fazemos, mas deve apontar para Deus, o Arquiteto e Edificador da nossa vida.

Como santuários de Deus, há uma “grande e maravilhosa” (v.9) obra acontecendo em nós. Contemplando o Senhor através de Sua Palavra, “somos transformados de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). As nossas escolhas definem de que tipo de material estamos sendo edificados. Ninguém pode dizer que pertence ao Senhor enquanto as vontades pessoais dominam a mente e o coração.

Aquele “que os céus e até os céus dos céus O não podem conter” (v.6), Se oferece para fazer morada em você e em mim. Deus requer de nós um reavivamento e reforma que redundará na conclusão da boa obra que Ele começou (Fp.1:6), e para isso, nos deixou à disposição os melhores materiais: Bíblia, oração e missão. Que nas mãos do perfeito Artífice sejamos casa do Senhor para a Sua glória! Vigiemos e oremos!

Bom dia, santuários do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2Crônicas 01 – Comentado por Rosana Barros
16 de janeiro de 2023, 0:45
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“Dá-me, pois, agora, sabedoria e conhecimento, para que eu saiba conduzi-la à terra deste povo; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (v.10).

Dos filhos de Davi, Salomão seria o menos indicado para assumir a coroa real. Filho do rei com Bate-Seba, sua eleição divina provou a verdade de que “o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho” (Ez.18:20). Através de Salomão, Israel se tornaria uma nação notável e ele, um rei de insuperável fama, porque “o Senhor, seu Deus, era com ele e o engrandeceu sobremaneira” (v.1).

Seu primeiro feito foi reunir todo o povo e levá-lo “ao alto […] porque ali estava a tenda da congregação de Deus” (v.3), e ali, ele “e a congregação consultaram o Senhor” (v.5). E “Salomão ofereceu ali sacrifícios perante o Senhor” (v.6). Um líder que conduz o seu povo ao alto da verdadeira adoração recebe de Deus o direito de pedir o necessário para o desenvolvimento da mais elevada educação. Salomão recebeu a oportunidade singular de garantir um reino rico e próspero, mas escolheu um caminho mais excelente.

Ao reconhecer a sua necessidade e dependência de Deus, o novo rei foi prontamente ouvido e atendido: “sabedoria e conhecimento são dados a ti”, disse o Senhor ao Seu humilde filho, e mais lhe acrescentou: “e te darei riquezas, bens e honras, quais não teve nenhum rei antes de ti, e depois de ti não haverá teu igual” (v.12). Quando nossos pedidos são movidos por intenções altruístas, o Senhor os atende e ainda acrescenta bênçãos incomparáveis. Salomão não pediu sabedoria e conhecimento para a realização de motivos egoístas, mas para governar Israel com justiça.

Precisamos de líderes que nos inspirem a olhar e seguir para o alto. Mas também precisamos discernir por nós mesmos se estamos na direção correta. Até o líder espiritual mais sábio pode nos decepcionar. Mas Aquele que sonda os corações jamais nos decepciona. E para os que O buscam de todo o coração, O encontram a dizer: “Pede-Me o que queres que Eu te dê” (v.7). Jesus também nos diz: “Não fostes vós que escolhestes a Mim; pelo contrário, Eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em Meu nome, Ele vo-lo conceda” (Jo.15:16).

Seguir os passos de Jesus, eis o caminho do alto e sublime lugar e da verdadeira sabedoria. Vigiemos e oremos!

Bom dia, seguidores de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#2Crônicas1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1Crônicas 29 – Comentado por Rosana Barros
15 de janeiro de 2023, 0:45
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“Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de Ti, e das Tuas mãos to damos” (v.14).

Último capítulo, últimas palavras e últimos dias do rei Davi. E que capítulo poderoso! Cada palavra revela a essência do homem segundo o coração de Deus, que “morreu em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória” (v.28). Além de amar ao Senhor com todo o seu coração, Davi ofertou tudo o que tinha para a Casa do Deus que tanto amava. Diante de todos, deu testemunho de sua entrega e devoção a Deus, desafiando-os a fazer o mesmo: “Quem, pois, está disposto, hoje, a trazer ofertas liberalmente ao Senhor?” (v.5). E o “povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao Senhor” (v.9).

Além de rei e herói de guerra, Davi foi um talentoso compositor. Seus Salmos emanam palavras de sabedoria, amor e intimidade com Deus. Enquanto tangia sua harpa, Deus tangia as “cordas” de seu coração. Mas essa sinfonia celeste não ficava apenas em seu dom musical ou em suas palavras. O seu testemunho e desprendimento em oferecer ao Senhor o que tinha de melhor foi o que levou todo o povo a fazer o mesmo. E, na sequência, Davi orou, louvando a Deus e engrandecendo um princípio de inestimável valor: Tudo pertence a Deus.

Quando ofertamos algo ao Senhor não estamos Lhe dando nada, nem tampouco nossas boas ações são dignas de aplausos. “Porque Teu é tudo quanto há nos céus e na terra” (v.11). Somos administradores da criação de Deus. Ele criou todas as coisas para o nosso deleite, mas também nos delegou a responsabilidade de cuidá-las e de preservá-las. Deus Se agrada de todo aquele que com “coração íntegro” (v.19) reconhece que tudo o que Lhe devolve vem dEle e dEle é. Então, a devolução do que a Ele pertence se torna não uma obrigação, e sim um privilégio.

Meus irmãos, Salomão não sentou em seu trono, mas “no trono do Senhor” (v.23). Ele não foi engrandecido pelo que deu ou pelo que tinha, mas “o Senhor o engrandeceu” (v.25). As obras de nossas mãos são falíveis e insuficientes. O nosso coração é corrupto e inconstante. Contudo, Deus, voluntariamente, escolheu nos amar! Ele não está pedindo a sua casa, o seu carro e nem o dinheiro de sua conta bancária. Não se trata de uma barganha, e sim de uma entrega voluntária e sincera.

Davi não prosperou porque possuía palácios, mas em reconhecer que “o palácio não é para homens, mas para o Senhor Deus” (v.1). Salomão não prosperou pelo que Davi lhe deixou por herança, mas pelo que Deus o tornou. A prosperidade material, porém, nem sempre corresponde a uma vida espiritualmente próspera. Davi ofertou seus bens ao Senhor com alegria porque, antes, ofertou o seu coração a Ele. Se assim o fazemos a cada dia, então, Deus nos dá “coração íntegro para guardar os [Seus] mandamentos, os [Seus] testemunhos e os [Seus] estatutos” (v.19).

Que a nossa vida seja uma oferta voluntária a Deus todos os dias. A pergunta é: “Quem, pois, está disposto, hoje […] ?” (v.5). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, ofertas voluntárias ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas29 #RPSP

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1Crônicas 28 – Comentado por Rosana Barros
14 de janeiro de 2023, 0:45
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“E, de todos os meus filhos, porque muitos filhos me deu o Senhor, escolheu Ele a Salomão para se assentar no trono do reino do Senhor, sobre Israel” (v.5).

A sucessão do trono de Davi foi dada pelo Senhor a Salomão e seu reinado seria marcado pela construção magnificente do Tabernáculo. O grande desejo de Davi se cumpriria em seu filho e ele precisava aconselhá-lo e também admoestá-lo à obediência e à sinceridade diante do Senhor.

“O Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento” (v.9). Ou seja, o que definiria se ele teria um “coração íntegro e alma voluntária” não seria o que os olhos humanos contemplariam, mas o que Deus conhecia. Porque a embalagem muitas vezes não revela o conteúdo. Davi exortou Salomão a buscar ao Senhor de todo o coração, pois já tinha provado na pele os resultados de pecados acariciados.

Salomão se assentaria “no trono do reino do Senhor”. Davi deixa claro a seu filho que ele seria um embaixador de Deus e de Seu reino. O reino era do Senhor, e em reconhecer isso, Salomão seria fortalecido e faria a obra que lhe foi designada (v.10). Praticamente todo o material para a construção do templo lhe foi entregue. Ele tinha a bênção do Senhor, o reino erigido por seu pai, um exército de pessoas de confiança a seu favor, tesouros que não se podiam contar e “voluntários com sabedoria de toda espécie para cada serviço” (v.21). Isto é, ele tinha toda a matéria prima e todo material humano necessário para a realização da obra.

As palavras de motivação de Davi no verso vinte foram uma verdadeira injeção de ânimo para Salomão. Sua obra não seria fácil e nem tampouco livre de problemas, mas ele teria consigo a companhia fiel que não o deixaria e nem o desampararia: o Senhor Deus. Eis o que superou infinitamente os recursos materiais e humanos que possuía.

As dificuldades da vida não são para endurecer o nosso coração, mas para quebrantá-lo e refazê-lo. Assim como Deus estabeleceria o reino de Salomão para sempre, Ele deseja que com Ele estejamos para sempre em Seu Reino. Mas, para isso, existe um “se”. “Se perseverar ele em cumprir os Meus mandamentos e os Meus juízos” (v.7). Deus deseja reinar no trono de nosso coração. E para que isso aconteça precisamos buscar ao Senhor (v.9). “Buscar-me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13). O Senhor conhece você. Ele sabe quem você é. Ele vai muito além do que os outros podem ver. Podemos enganar a muitos e até a nós mesmos, mas a Deus ninguém engana. Salomão deveria ser honesto e sincero em seu caminho, e nós também devemos proceder da mesma forma. A força e a coragem, Deus só concede a quem reconhece que dEle depende completamente.

Podemos ter todo o material necessário para a obra do Senhor, mas se não fizermos conforme o “mandado do Senhor” (v.19), se O deixarmos de lado para fazer a nossa própria vontade, corremos o risco de Sua rejeição eterna (v.9).

Portanto, amados, que sirvamos ao Senhor “de coração íntegro e alma voluntária”, permitindo que Ele se assente no trono de nosso coração, reinando soberano em nossa vida. Cada um de nós temos uma obra a realizar no serviço do Senhor. Ele nos escolheu para edificar a Sua igreja, o corpo de Cristo. “Sê forte”, pois, “e faze a obra” (v.10); “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.3:2). Temos um evangelho eterno para pregar e um mundo para rejeitar. Não permita que as distrações desta terra de pecado lhe tire o foco de apressar a vinda de nosso Redentor!

“Sê forte e corajoso e faze a obra”, “enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (Jo.9:4); “não temas, nem te desanimes, porque o Senhor Deus, meu Deus, há de ser contigo”, “porque é Deus quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp.2:13); Ele “não te deixará, nem te desamparará, até que acabes todas as obras”, como Jesus mesmo prometeu: “E eis que estarei convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, vosso trabalho não é vão” (1Co.15:58). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, servos do Senhor que logo vem!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas28 #RPSP

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1Crônicas 27 – Comentado por Rosana Barros
13 de janeiro de 2023, 0:45
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“Joabe, filho de Zeruia, tinha começado a contar o povo, porém não acabou, porquanto viera por isso grande ira sobre Israel; pelo que o número não se registrou na história do rei Davi” (v.24).

Na tentativa de conhecer o “número” de seu poder, Davi ordenou que fosse feito um censo sem a aprovação de Deus. Em um lapso de orgulho, ignorou que “o Senhor tinha dito que multiplicaria a Israel como as estrelas do céu” (v.23). A multidão em que o povo havia se tornado não era obra humana, mas divina. Superado este episódio, buscou o rei em seus últimos anos deixar toda a nação em ordem, de forma que todas as famílias tivessem algum tipo de participação no bom andamento e avanço do reino.

Além de organizar as funções e turnos dos oficiais do tabernáculo, Davi também contava com doze companhias de vinte e quatro mil soldados cada, cada uma escalada para servir durante um mês. As doze tribos de Israel também possuíam seus chefes, além dos “administradores da fazenda do rei Davi” (v.31) e dos conselheiros do rei. Um reino assim organizado tinha tudo para galgar as maiores alturas da Terra e cumprir o propósito de iluminar o mundo.

Só a organização, contudo, não é suficiente para tornar um povo ilustre. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (1Co.14:40). A palavra “decência” significa “dignidade; modo de agir de quem segue as regras morais e éticas”. Ou seja, além da ordem, deve haver obediência às leis estabelecidas à comunidade. As leis de Deus deveriam ser cabalmente obedecidas, principalmente pelos líderes em todas as esferas, incluindo os “chefes das famílias” (v.1).

Deus não chamou o Seu povo nos últimos dias para ser apenas uma igreja organizada, mas que declare ao mundo por preceito e por exemplo a validade dos Seus mandamentos: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Como “Jônatas, tio de Davi” (v.32), precisamos de Jônatas atuais, homens sábios e conhecedores da Lei; conselheiros que revelem através de uma vida sensata o verdadeiro conhecimento de Deus: “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).

Só assim, a organização fará sentido e faremos parte da última geração de Deus, que muito em breve exclamará: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas27 #RPSP

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1Crônicas 26 – Comentado por Rosana Barros
12 de janeiro de 2023, 0:45
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“Todos estes foram dos filhos de Obede-Edom; eles e seus filhos, e seus irmãos, homens valentes e de força para o ministério; ao todo sessenta e dois, de Obede-Edom” (v.8).

Em sua tentativa de trazer a arca da aliança de volta a Jerusalém, Davi não cumpriu com os estatutos estabelecidos por Deus para o transporte das coisas sagradas. Sendo assim, Uzá pagou com a própria vida e, desgostoso, Davi guardou a arca na casa de Obede-Edom até segunda ordem. Este recebeu grande bênção mantendo a arca depositada em sua casa, de onde foi devidamente transportada para Jerusalém, três meses depois (2Sm.6:11).

Obede-Edom reaparece neste capítulo como um dos chefes dos porteiros do templo. Novamente é destacado, e seus filhos e irmãos conhecidos como “homens valentes” (v.6), “homens capazes e robustos para o serviço” (v.8). Aos chefes destacados para este ofício “foi entregue a guarda, para servirem, como seus irmãos, na Casa do Senhor” (v.12), sendo divididos por “sortes para designar os deveres tanto dos pequenos como dos grandes, segundo as suas famílias” (v.13).

Ainda foram designados os guardas “a cargo dos tesouros da Casa do Senhor” (v.22) e os oficiais e juízes, “que superintendiam Israel […] em todo serviço do Senhor e interesses do rei” (v.30). Todos estes tinham por encargo a proteção de algo, quer das entradas do templo, quer dos tesouros, quer dos negócios de Deus ou do rei. Os sentinelas, divididos por turnos, tinham a importante missão de manter o tabernáculo seguro. Serviam como uma espécie de soldados especiais de Deus.

Em profecia dada a Isaías, ocorre um diálogo entre os habitantes de Seir e um guarda: “Guarda, a que hora estamos da noite? Guarda, a que horas? Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (Is.21:11-12). Habacuque assumiu a sua missão profética usando a figura de linguagem de um vigia: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei” (Hc.2:1). Em ambos os textos fica claro de que os guardas da Casa do Senhor também eram seus atalaias.

Hoje, precisamos montar guarda à porta do nosso coração, não permitindo que ele seja contaminado pelas impurezas deste mundo. Como um anjo do Senhor deu as boas-novas aos pastores de Belém durante a vigília da noite, anjos estão sendo enviados para encher de expectativa o coração dos apercebidos que, na hora mais escura da noite, despertarão para serem recebidos nas bodas do Cordeiro pelo Guarda de Israel. Despertai, povo do Senhor! “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). Portanto, vigiemos e oremos!

Bom dia, vigilantes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas26 #RPSP

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1Crônicas 25 – Comentado por Rosana Barros
11 de janeiro de 2023, 0:45
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“Todos estes estavam sob a direção respectivamente de seus pais, para o canto da Casa do Senhor, com címbalos, alaúdes e harpas, para o ministério da Casa de Deus […]” (v.6).

Da mesma forma com que foram organizados os ministérios levítico e sacerdotal, foi instituída a função dos cantores levitas no tocante ao louvor do templo. Os filhos de Asafe, Hemã e Jedutum foram separados por Davi e pelos “chefes do serviço” (v.1) para este mister. Com “harpas, alaúdes e címbalos” (v.1), os cantores enchiam o santuário com a melodia da verdadeira adoração.

Aqueles servidores não eram apenas músicos, mas, através da música, eram agraciados por Deus “para profetizarem” (v.1). Notem que Jedutum “profetizava com harpas, em ações de graças e louvores ao Senhor” (v.3); e Hemã era “o vidente do rei e cujo poder Deus exaltou segundo as Suas promessas” (v.5). Eram homens inteiramente consagrados a Deus e que exerciam “o seu ministério debaixo das ordens do rei” (v.2).

Além de serem fiéis a Deus e ao rei, também eram submissos a “seus pais” (v.6). Pais e filhos unidos numa só voz, para um único propósito. Em grupos de doze, eles se revezavam “para o canto da Casa do Senhor” (v.6), de forma que o templo era um lugar de constante louvor e adoração. A música, portanto, exercia um papel de fundamental importância no tabernáculo terrestre, uma cópia do que acontece no santuário celeste: “E os quatro seres viventes […] não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir” (Ap.4:8).

Como antigo regente da corte angélica, Satanás tem pleno conhecimento da importância da música na adoração e tem trabalhado com afinco a fim de desvirtuá-la. A música possui o poder de influenciar a mente humana como nada mais consegue. Utilizada da maneira correta, torna-se em instrumento de louvor e profecia, além de afugentar as hostes malignas. Usada da forma errada, mesmo que com aparência de piedade, exerce o mesmo engano do diabo no deserto da tentação, quando tentou fazer Jesus tropeçar usando a própria Escritura.

Uma coisa é certa, amados, e precisamos estar bem atentos a isso: o inimigo é mestre no quesito misturar a verdade com o engano. Por supervalorizar a discussão sobre a música, muitos têm perdido o foco do que realmente importa: sermos “verdadeiros adoradores […] porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Como os músicos de Israel exerciam “o seu ministério debaixo das ordens do rei” (v.2), respeitando a autoridade acima deles, Deus deixou à Sua igreja dos últimos dias orientações muito claras acerca da adoração através da música. Dentre elas, a seguinte: “Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros – dominado e melodioso” (Ellen G. White, Evangelismo, CPB, p.510).

O príncipe deste mundo está para dar ordens à sua orquestra maligna a fim de que todos adorem “a imagem da besta” (Ap.13:15). Semelhante ao que aconteceu no campo de Dura — em Daniel, capítulo três — eis que os principados e potestades estão a postos para tocar a música do engano. Como Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego), o Senhor conservará para Si um restante cuja vida manifesta a melodia do Céu: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).

Acerca do que acontece em nossos dias, infelizmente até mesmo dentre o professo povo de Deus, é descrito com clareza na seguinte revelação: “As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 2, CPB, p.36).

Que a nossa vida seja sempre um louvor “em ações de graças e louvores ao Senhor” (v.3) e que nossos gostos musicais sejam submetidos ao crivo do Espírito Santo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas25 #RPSP

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