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ESDRAS 5 – A estratégia literária de Deus na Bíblia visa chamar nossa atenção para ensinamentos gloriosos. Cada frase inspirada pelo Espírito Santo contém instruções relevantes, divinamente pensadas para orientar-nos e alimentar-nos espiritualmente.
George Rawlinson considera o livro de Esdras um enredo singelo, que, através “de um relato simples e direto, expõe um dos mais importantes acontecimentos da história judaica: o retorno do povo de Deus do cativeiro na Babilônia”.
Rawlinson acrescenta que “há pouco conteúdo didático expresso; o escritor narra os fatos da forma mais natural possível, deixando que a própria narrativa se encarregue de transmitir seus ensinamentos”.
Esdras é um livro bíblico singular, pois seus 280 versículos são assim divididos:
• 111 versículos são registros históricos.
• 109 versículos são narrativas.
• 44 versículos são cartas.
• 10 versículos são orações.
• 3 versículos contém proclamação pública.
• 3 versículos são fragmentos.
Esdras 5 apresenta a importância do dom de profecia no desenvolvimento da obra divina. Ageu e Zacarias exortaram e auxiliaram os trabalhadores no retorno à obra de Deus. Os adversários ressurgiram buscando meios de paralisá-los novamente. Contudo, sob a regência de Deus e a autoridade civil concedida por Ciro, desta vez a interferência dos opositores falhou.
Possivelmente, inimigos do Deus dos judeus falaram coisas que preocuparam ao oficial persa, Tatenai. Este, sendo bom político de mente aberta, buscou informações nas fontes certas visando tomar decisões corretas. Ele consultou fontes primárias, os judeus; e, fontes legais com seus superiores. Consequentemente, tomou uma decisão imparcial, pautando-se em fatos concretos e documentados, sem tomar partido – não baseada em falatórios: relatórios infundados.
Nem todos os governos são maus, ou corruptos! Influenciado pelas investigações de Tatenai, o rei Dario encontrou o decreto original assinado por Ciro. Consequentemente, além de pedir que Tatenai não interferisse na reconstrução do Templo, deveria, juntamente com Seter-Bozenai, financiarem a obra com dinheiro do tesouro real, e comprarem o necessário para o culto ao Deus dos judeus (Esdras 6:6-13).
O governo não existe para instituir religiões, essa não é sua atribuição; tampouco deve reprimir qualquer religião. O governo deve agir para que haja liberdade religiosa, e respeito entre as religiões. O Estado deve criar ambiente na sociedade em que pessoas de credos diferentes possam viver em harmonia!
Aproveite! A liberdade religiosa facilita o surgimento de reavivamentos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ESDRAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
ESDRAS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESDRAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/4
Esdras 4 parece ser um triste comentário sobre Jeremias 17: “Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor”.
Professando querer ajudar na construção do templo, os inimigos de Neemias estavam realmente empenhados em impedir seu bom trabalho. Os líderes de Deus podem ter percebido a duplicidade. Mas mesmo que não tivessem noção, eles se basearam no princípio de separar o trabalho de ensinar a verdade do trabalho daqueles que ensinam o erro.
Mas seus bons princípios não resultaram em aparentes bênçãos. Eles foram falsamente delatados ao monarca persa e seu trabalho parou por… anos!
A obra de Deus sofreu em seu campo de trabalho por causa de sua fidelidade? Então, por favor, saiba que teria sofrido uma perda muito maior se você tivesse transigido.
Esdras 4 é apenas o relato que mostra fidelidade para ser previdente: Surgiram profetas que ousaram começar a trabalhar, apesar do edito real para cessar. E mais tarde, Jesus agraciou aquele templo reconstruído com Sua presença. Ah, e mais um relato que nos chega: aqueles trabalhadores frustrados viverão eternamente. E isso provará que, apesar das aparências, nada se pode fazer contra a verdade, mas pela verdade. (2 Coríntios 13:8).
Eugene Prewitt
No momento no qual o texto foi escrito, Eugene é estudante de educação em saúde na Universidade de Weimar, na Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/4
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1303 palavras
Resumo do capítulo: Inimigos atrapalham o trabalho em Judá. O comandante Reum e o secretário Sinsai escrevem uma carta ao rei dizendo que Jerusalém é uma cidade rebelde. O rei Artaxerxes ordena a paralização da obra, que só recomeça no segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.
1. Os adversários. Em relação à identidade deles, ver o v. 2. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 369.
2 Buscaremos a vosso Deus. De certo modo, era verdade que eles buscavam a Deus, mas não do mesmo modo que os exilados que retornaram. Os samaritanos, habitantes da região anteriormente ocupada pelo reino de Israel, eram, principalmente, arameus da Síria e da Mesopotâmia. A religião deles era uma mistura de rituais pagãos e do culto a Yahweh (ver 2Rs 17:24-33). CBASD, vol. 3, p. 369.
Estes inimigos afirmavam que adoravam o mesmo Deus que Zorobabel e os demais judeus. Em certo sentido, isto era verdade; ele adoravam a Deus, mas também adoravam outros deuses (ver 2Rs 17:27-29, 32-34, 41). Aos olhos de Deus, isto não é adoração – é pecado e rebelião. A verdadeira adoração envolve adoração somente a Deus (Êx 20:3-5). Para estes estrangeiros, Deus era apenas mais um “ídolo” a ser adicionado às suas coleções. Sua verdadeira intenção era perturbar o projeto do templo. Os crentes, hoje, devem se precaver com relação aos que afirmam ser cristãos, mas suas ações revelam claramente que eles estão usando o cristianismo para servir aos seus próprios interesses (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
Desde os dias de Esar-Hadom. Além dessa informação, nenhuma outra se encontra disponível sobre a migração forçada do povo na região de Samaria por ordem de Esar-Hardom, que reinou sobre a Assíria de 681 a 699 a.C. No entanto, a profecia de Isaías 7:8, feita cerca de uma década antes da queda de Samaria, cujo resultado seria a ruína de Efraim dentro de 65 anos, de modo que ele “deixaria de ser povo”, pode se referir a esse estabelecimento do povo assírio naquela região. … Parece que uma nova revolta contra o poder assírio entre os remanescentes do antigo reino de Israel deve ter ocorrido naquele tempo. Como resultado, os assírios tiraram o povo do país e os substituíram por contingentes de estrangeiros, como Sargão II fizera antes da destruição de Samaria em 723-722 a.C. (2Rs 17:24). Outra transferência de pessoas que ocorreu mais tarde sob “Osnapar” (Assurbanípal) é mencionada (Ed 4:10). CBASD, vol. 3, p. 369.
3 Nada tendes conosco. Da triste experiência do exílio babilônico, os judeus aprenderam bem uma lição – resistir à tentação de se unir a idólatras em qualquer tipo de empreendimento. … Os judeus, portanto, estavam decididos a não cair no mesmo erro outra vez, um voto que, com poucas exceções, os judeus pós-exílicos cumpriram rigorosamente e, por isso, foram ao extremo oposto. O rompimento com os samaritanos, naquele tempo, foi definitivo. O resultado foi ódio, aversão mútua e desprezo que continuou por séculos (ver Lc 9:52-54; Jo 4:9). CBASD, vol. 3, p. 370.
4 Desanimaram o povo … inquietando-o no edificar. Já que a “inquietação” resultou na interrupção da obra, deve ter sido bem efetiva. O impedimento parece não ter se limitado às ameaças, mas, provavelmente, deve ter ocorrido de modo bem mais sério. Todos os exilados que retornaram viviam em assentamentos não fortificados, presumivelmente em tendas ou cassas provisórias. As ameaças contra eles e os ataques ocasionais às suas propriedades podem ter sido de tal natureza que os trabalhadores não residentes em Jerusalém julgaram necessário permanecer em casa para proteger suas famílias e propriedades. Quaisquer que tenham sido as ações dos inimigos dos judeus, registros posteriores deixam claro que eles foram muito bem-sucedidos e que a obra de construção do templo cessou por muitos anos. CBASD, vol. 3, p. 370.
4,5 O desencorajamento e o medo são dois dos maiores obstáculos para completar a obra de Deus.Muitas vezes eles aparecem aonde e quando você menos espera. O desencorajamento devora a sua motivação e o medo nos paralisa de modo que não conseguimos agir. Lembre-se que o povo de Deus em todas as épocas tem enfrentado estes problemas e Deus os tem ajudado a superá-los. Ao estar junto com outros crentes você pode superar o medo e o desencorajamento e completar a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
6-23 reinado de Assuero … acusação … Artaxerxes. Este material é uma seção separada que descreve a oposição à construção dos muros após Dario e durante os reinados de Xerxes (486-465 a.C.) e de Artaxerxes I (465-424 a.C.). A narrativa justifica chamar os povos circunvizinhos no v.1 de “adversários”. Mostra também que a oposição não foi um problema passageiro, mas uma antevisão de uma prolongada oposição ao povo de Deus na reconstrução da “casa” de Deus, o templo, e também da cidade e da nação (Bíblia de Genebra).
7 Os três homens aqui nomeados eram provavelmente líderes samaritanos. CBASD, vol. 3, p. 371.
Na língua siríaca. Literalmente, “em aramaico”. CBASD, vol. 3, p. 371.
10 Osnapar. Uma corruptela do nome Assurbanípal, rei da Assíria, 669-627 a.C. … as guerras sangrentas de Assurbanípal contra Babilônia (652-648 a.C.) e Elão (data incerta) são bem confirmadas nos registros assírios. Como resultado dessas guerras, o povo das cidades mencionadas foi, aparentemente, deportando para Samaria. CBASD, vol. 3, p. 371.
Aquém do Eufrates. O nome indica a localização geográfica compreendendo as terras situadas a oeste do Eufrates, até o mar Mediterrâneo, abrangendo também toda a região de Israel e de Judá. Quem se reportasse à mesma região falando da Pérsia, diria “além do Eufrates”. CBASD, vol. 3, p. 372.
12 Rebelde e malvada cidade. A base desta acusação estava nas muitas revoltas e motins dos judeus contra os governantes babilônios (2Rs 24, 25). CBASD, vol. 3, p. 371.
16 Não terá a posse. O perigo de uma possível rebelião era tão exagerado que a acusação parecia quase ridícula. Os samaritanos alegavam que a revolta dos judeus resultaria na perda total da satrapia pelos persas “aquém do Eufrates” (ver com. do v. 10) que compreendia todas as terras entre Babilônia e o Egito, e das quais a Judeia era uma das menores. CBASD, vol. 3, p. 373.
17 Então respondeu o rei. O fato de o rei ter se correspondido diretamente com os oficiais da província, passando por alto o sátrapa, aponta para uma situação política incomum. Em circunstâncias normais, o rei jamais teria escrito diretamente para um escalão inferior de oficiais em uma província distante. CBASD, vol. 3, p. 373.
Paz! A palavra aramaica shelam, cujo significado é “paz”, é o cumprimento universal usado na maior parte do Oriente Médio até os dias de hoje, embora seja pronunciada como salam, shalam, oude outro modo, conforme a região. CBASD, vol. 3, p. 373.
21 Dai ordem. A comissão é, de fato, estranha. O imperador escreve para uma província distante e ordena que seus oficiais promulguem um decreto. por que o rei não agiu em seu próprio nome e efetuou sua vontade por meio de agentes responsabilizados por ele mesmo e que costumeiramente agiam em seu favor? Parece que esta carta real se encaixa somente num tempo em que a autoridade do rei na satrapia “Aquém do Rio” era bastante frágil e dependia dos oficiais que podiam escolher ser leais a ele. Deve-se notar, além disso, que a concessão real aos samaritanos era limitada em abrangência e tempo. A carta os autorizava a interromper a reconstrução de Jerusalém, mas não lhes dava permissão para destruir o que já tinha sido construído. O rei também se reservava ao direito de revogar sua decisão por outra, mais tarde. CBASD, vol. 3, p. 373, 374.
24 Cessou, pois, a obra. Pode-se inferir que pouco progresso havia sido feito no momento em que a obra cessou, pelo fato de que fora necessário colocar uma nova pedra fundamental no segundo ano de Dario, ocasião em que o trabalho de reconstrução foi retomado (Ag 2:18). CBASD, vol. 3, p. 374.
Dario. Esta é a forma grega do nome que, em hebraico, é escrito Dareyawesh. A forma no antigo persa é Darayavaush, enquanto que o nome nos textos babilônicos é Darijâwush. … Não há dúvida que se trata de Dario I, que reinou de 522 a 486 a.C. CBASD, vol. 3, p. 374.
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“Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar” (v.4).
Terminada a alegre solenidade e firmados os alicerces da Casa do Senhor, o povo se animou a apressar a obra. Com toda dedicação e esforço, empunhavam os seus objetos de construção ao mesmo tempo em que seus corações batiam no mesmo ritmo e interesse. Não só o templo, mas Jerusalém estava recebendo todos os reparos necessários. Visto ter sido um movimento poderoso, isso chamou a atenção dos “adversários de Judá e Benjamim” (v.1); que, estrategicamente, tentaram persuadir o povo.
A oferta dos inimigos parecia ser amistosa e vantajosa. Revestidas suas palavras de uma falsa piedade, aqueles homens malignos tentaram enganar os chefes de Judá com um discurso religioso. Eles não esperavam que Zorobabel e seus companheiros notassem a sua malícia, pelo que obtiveram dura e firme resposta: “Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia” (v.3).
Revestidos do poder de Deus e assegurados pelo decreto do rei persa, os homens de Judá perseveraram na construção do templo. Iniciaram, contudo, um tempo sobremodo difícil. No lugar de alegria e confiança, houve desânimo e inquietação. Durante “todos os dias” (v.5) da obra, deparavam-se com homens contratados para frustrar-lhes o desígnio. Não bastasse tudo isso, ainda seriam caluniados, ameaçados e, por fim, forçados “a parar com a obra” (v.23).
Mesmo no meio do professo povo de Deus, há uma turba de adversários disfarçados sob a roupagem de uma falsa piedade. Ao ver o progresso dos verdadeiros adoradores na obra de preparar um povo santo ao Senhor, levantam-se aparentando o mesmo espírito. Mas ao proferirem palavras que não condizem com a prática, logo são reconhecidos como uma luz inútil, como está escrito: “caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt.6:23).
A obra que o Senhor nos confiou não consiste em indicar quem seja luz ou trevas, trigo ou joio, mas em sermos pacientes na tribulação, perseverantes na oração, cuidando das necessidades uns dos outros e abençoando aqueles que nos perseguem (Rm.12:12-14). Assim era o espírito de Cristo. Se buscamos seguir-Lhe os passos, olhar para Ele, para a Sua vida de serviço abnegado, é o meio mais eficaz para nos blindar contra o mal e para que possamos identificar e nos afastar das más associações.
Aproxima-se a hora em que nos obrigarão a parar o trabalho. Há um inimigo irado, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E quando a sua estratégia de conquistar os filhos do Reino com palavras de engano não dá certo, ele usa meios de coerção para abatê-los. Mas sabendo que “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12), avancemos seguros olhando para “o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14). Portanto, amado(a), “sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm.4:5). Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, perseverantes do Senhor!
Dez Dias de Oração (2° dia) – Oremos por uma fé firme, que testemunhe a favor da verdade; pelo poder do Espírito Santo na Igreja; por nossos cinco amigos de oração.
Rosana Garcia Barros
#Esdras4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ESDRAS 4 – Recomeçar algo para Deus é um chamado para enfrentar desafios internos e externos. Embora Deus opere em favor de Seu povo, Satanás não dá tréguas em seu intento de atrapalhar a missão divina.
Internamente, ao invés de incentivar a reconstrução do templo, idosos nostálgicos saudosistas “lamentavam a inferioridade da construção a ser erigida. As murmurações e queixas, e a desfavorável comparação feita, tiveram influência deprimente sobre o espírito de muitos, e debilitaram as mãos dos construtores. Os trabalhadores levantaram a pergunta se deviam prosseguir com a ereção de um edifício que já no início era tão francamente criticado e se tornava causa de lamentação… Se os que tinham deixado de rejubilar-se no lançamento dos fundamentos do templo, tivessem previsto os resultados de sua falta de fé nesse dia [Esdras 3:12], teriam empalidecido. Pouco haviam eles imaginado o peso de suas palavras de desaprovação e desapontamento; pouco sabiam do muito que seu manifesto descontentamento haveria de retardar a terminação da Casa do Senhor”, atesta Ellen White.
• Pessoas que vivem do “antigamente era melhor”, sem vibrar com recomeços positivos, são estorvos para as novas gerações, e obstáculos no avanço da obra de Deus.
• Na igreja, os velhos rabugentos deveriam converter-se, para auxiliar a juventude disposta a fazer avançar a obra de Deus numa sociedade opositora.
Além de interferir internamente no povo de Deus, Satanás usa gente de fora para atrapalhar a obra divina. Esdras 4 apresenta inimigos dos judeus que se opuseram abertamente à reconstrução do Templo.
As provocações e insurgências orquestradas pelos povos vizinhos fizeram com que os construtores do Templo interrompessem a obra. Caso as novas gerações tivessem forte apoio dos veteranos, os trabalhadores teriam suporte emocional para lidar com a interferência e agressividade dos moradores da região.
Desta forma, os judeus sofreram longamente durante os governos de Ciro (Esdras 4:1-5), Dario (Esdras 4:24), Xerxes (Esdras 4:6) e Artaxerxes (Esdras 4:7-23).
• Obviamente, por mais motivadas que sejam as novas gerações, elas precisam do apoio dos veteranos, não das suas críticas.
• Para não haver atraso na missão divina, a experiência dos idosos não deve atrapalhar a obra de Deus, mas promovê-la – ainda que as novas gerações não estejam executando algo igual foi realizado no passado!
Reavivemo-nos unindo idosos e jovens nos planos divinos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ESDRAS 3 – Primeiro leia a Bíblia
ESDRAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESDRAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/3
Lembro-me de quando éramos crianças, cantando canções no programa do décimo terceiro sábado, às vezes com fantasias, fantoches, coroas ou figuras de madeira em nossas mãos. Naqueles momentos, desconhecidos para nós na época, a fundação para o nosso “altar de adoração” foi estabelecido. A igreja sentia-se acalentada e entusiasmada com as risadas de pais e professores atentos que prepararam os “materiais” para nosso alicerce espiritual, ensinando e praticando nossas falas durante o trimestre. Agora seus esforços estão sendo recompensados.
Mas ao deixarmos as classes infantis e começarmos a nos tornarmos adultos, honramos o alicerce estabelecido por nossos mentores fazendo boas escolhas? Esse altar de adoração ainda permanece lá? Continuamos a construir o templo com os materiais certos?
À medida que as crianças se tornam adolescentes, a frequência à Escola Sabatina diminui para talvez menos da metade dos que participavam na Escola Sabatina para iniciantes. É quando os adultos devem iniciar o processo de “reconstrução”. Não desista quando as crianças se tornarem adolescentes! Tenho boas lembranças de minha Escola Sabatina quando adolescente. Os professores eram animados, faziam perguntas envolventes e se desdobravam para ganhar esses jovens para Cristo.
São seus esforços atenciosos que podem reconstruir esse “templo” – os adolescentes podem ser salvos por seu perseverante interesse, e então o grito de alegria do Céu será mais alto do que nunca!
Melissa Joyeeta Das
Melissa estuda para ser missionária no Bangladesh English Wellness Center
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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696 palavras
Resumo do capítulo: No sétimo mês eles celebram a festa das cabanas e começam a oferecer holocaustos ao Senhor. Quando os construtores lançaram os alicerces do templo, os sacerdotes e levitas cantaram louvores ao Senhor.
Nota-se neste terceiro capítulo que os israelitas aprenderam que a pedra fundamental de uma nação é a verdadeira religião, e assim, cuidaram primeiro de ter um altar que simboliza o (sacrifício e a oração) antes de falarem de Carta Magna, comércio, indústria, direitos civis, eleições, etc. Nada fica de pé a não ser aquilo que esteja firme no Senhor (Sl 127.1-2) (Bíblia Shedd).
2 Jesua … Zorobabel. O sacerdote tem precedência sobre o líder civil, tendo em vista a natureza da ocasião (Bíblia de Estudo NVI Vida).
holocaustos. Os holocaustos eram a oferta básica (Lv 1), mas também havia outras ofertas (Lv 5). Os holocaustos eram a base contínua sobre a qual um povo pecaminoso podia viver na presença de um Deus santo (êx 29.42). Isso prenunciava o futuro sacrifício de Cristo como o sacrifício final que leva os pecadores à presença de Deus (Hb 10.19-20) (Bíblia de Genebra).
como está escrito. Sob a liderança de homens como Daniel e Ezequiel, os exilados decidiram, desde o início, começar a Adorar a Deus de acordo com a Sua vontade expressa e não cais outra vez nos pecados da indiferença e da idolatria devido aos quais sofreram tanto (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 365).
3 sob suas bases. Ou, “em seu lugar”, significando que o altar foi erguido no lugar exato onde o antigo altar de holocaustos havia sido construído no templo de Salomão (CBASD, vol. 3, p. 365).
estavam sob o terror. Embora o povo houvesse retornado havia pouco tempo de Babilônia, já estavam conscientes da hostilidade dos povos vizinhos, descontentes pelo retorno dos judeus à sua terra. Os vizinhos devem ter ocupado algumas partes da Judeia durante o exílio e então lhes era ordenado que devolvessem as propriedades aos seus antigos donos. … Essa hostilidade deve ter sido expressa através de ameaças (CBASD, vol. 3, p. 365).
5 lua nova. O primeiro dia de cada mês (lunar) era uma festa religiosa (Nm 28-11-15; Cl 2.16) (Bíblia Shedd).
8 Porque o templo do Senhor foi reconstruído antes mesmo que os muros da cidade? O templo era utilizado para fins espirituais; o muro para fins militares e políticos. Deus tinha sido sempre o protetor da nação e os judeus sabiam que uma grande muralha de pedras não os protegeria se Deus não estivesse com eles. Eles sabiam que colocar sua vida espiritual em dia era mais importante que garantir a defesa nacional (Life Application Study Bible).
12 porém muitos … já idosos … choraram. Cinquenta anos após sua destruição, o templo estava sendo reconstruído (536 a.C.). Alguns dos mais idosos se lembraram do templo de Salomão e choraram porque o novo templo não era tão glorioso quanto o primeiro. Mas as belezas do edifício não eram, nem de perto, tão importantes quanto a atitude dos construtores e adoradores. Deus se importa mais com o que somos do que com o que nós fazemos. Nosso mundo está sempre mudando e grandes realizações desmoronam e desaparecem. Busque servir a Deus de todo o coração. Então você não precisará comparar o seu trabalho com o de ninguém (Life Application Study Bible).
Era um “dia dos humildes começos” (Zc 4:10), e o novo edifício, em comparação com o antigo, parecia ser “nada” (Ag 2:3). Salomão havia empregado os melhores artesãos de seu próprio país que alcançava a fronteira do Egito ao Eufrates, e também os construtores mais hábeis das terras vizinhas, como os de Tiro. Zorobabel dependia de seus próprios súditos, os poucos cidadãos da pequena província da Judeia (CBASD, vol. 3, p. 368).
As lágrimas dos membros mais idosos da comunidade não eram lágrimas de alegria, mas de desapontamento por causa do contraste entre este pequeno começo (cf Zc 4.10) e o esplendor do templo de Salomão. Desapontamentos similares seriam, posteriormente, repreendidos (Ag 2.1-5), mas pelo momento a alegria do Senhor era a força de muitos (Bíblia de Genebra).
“Nós vimos”, diziam os anciãos, “e os velhos tempos eram melhores do que estes.” “Nós veremos,” diziam os moços, “e faremos os dias futuros melhores que todos os que já existiram desde o princípio do mundo!” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F.B.Meyer).
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“Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao Senhor, com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, louvando ao Senhor por se terem lançado os alicerces da Sua casa” (v.11).
Assim que estabelecido em Jerusalém e nas cidades de Judá, aproximando-se o tempo da “Festa dos Tabernáculos” (v.4), “ajuntou-se o povo como um só homem, em Jerusalém” (v.1). Alguns de seus principais se levantaram para edificar o altar do Senhor, firmando-o “sobre as suas bases” (v.3). Celebrando a festa, “como está escrito, ofereceram holocaustos diários” (v.4) ao Senhor, bem como os sacrifícios prescritos para “todas as festas fixas do Senhor” (v.5).
Antes de colocarem “os fundamentos do templo do Senhor” (v.6), houve um período de resgate da verdadeira adoração. Houve um preparo pessoal e coletivo. Mesmo que estivessem “os filhos de Israel já nas cidades” (v.1), as festas anuais promoviam o ajuntamento de todos num mesmo lugar e num só propósito. Isso contribuiria na obra de construção do templo, mantendo-os unidos e fortalecidos.
Finalmente, chegado era o tempo de iniciar “a obra da Casa do Senhor” (v.8). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor” (v.10). Não havia sequer uma nota dissonante ali. Harmoniosamente e com muita alegria, eles cantavam, “rendendo graças ao Senhor”: “Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v.11).
Neste cenário de louvor e adoração, onde “o povo jubilou com altas vozes” (v.11), também havia vozes de choro. Aqueles que tinham conhecido a glória do primeiro templo, “choraram em alta voz” (v.12), ao contemplar uma estrutura ainda informe. E entre gritos de alegria e vozes de choro, “de mui longe” (v.13) a voz do povo podia ser ouvida.
Deus tem filhos Seus espalhados por todo o mundo. E as festas que apontavam para o plano da redenção, ainda que não mais celebradas, devem nos remeter ao Seu profundo desejo de nos unir num só propósito. Foi quando os discípulos compreenderam este princípio que, reunindo-se com seus irmãos, “perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Podemos estar, hoje, “mui separados, longe uns dos outros” (Ne.4:19), mas quando “nós oramos ao nosso Deus” (Ne.4:9), o Espírito Santo nos une, coração a coração, e derrama sobre nós o poder que nos torna “como um só homem” (v.1) na obra de testemunhar do evangelho de Cristo.
Antes da ação vem a oração. Antes da reforma vem o reavivamento. Quando o povo de Deus estiver assim unido, as discussões serão cessadas, as disputas dissolvidas, as contendas desfeitas, as mágoas esquecidas, o amor amadurecido, e “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Oremos, igreja do Deus vivo! Que esses dez dias sejam suficientes para edificar o altar do Senhor em nosso coração sobre o sólido fundamento das Escrituras. Vigiemos e oremos!
Bom dia, unidos pelo Espírito Santo!
* Dez dias de oração (1° dia) – Oremos: por mais interesse no estudo da Bíblia; pelo Espírito Santo em minha vida e em meu lar; por meus cinco amigos de oração; pelo reavivamento e reforma da igreja.
Rosana Garcia Barros
#Esdras3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100