Reavivados por Sua Palavra


1Crônicas 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de janeiro de 2023, 0:45
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“Todos estes estavam sob a direção respectivamente de seus pais, para o canto da Casa do Senhor, com címbalos, alaúdes e harpas, para o ministério da Casa de Deus […]” (v.6).

Da mesma forma com que foram organizados os ministérios levítico e sacerdotal, foi instituída a função dos cantores levitas no tocante ao louvor do templo. Os filhos de Asafe, Hemã e Jedutum foram separados por Davi e pelos “chefes do serviço” (v.1) para este mister. Com “harpas, alaúdes e címbalos” (v.1), os cantores enchiam o santuário com a melodia da verdadeira adoração.

Aqueles servidores não eram apenas músicos, mas, através da música, eram agraciados por Deus “para profetizarem” (v.1). Notem que Jedutum “profetizava com harpas, em ações de graças e louvores ao Senhor” (v.3); e Hemã era “o vidente do rei e cujo poder Deus exaltou segundo as Suas promessas” (v.5). Eram homens inteiramente consagrados a Deus e que exerciam “o seu ministério debaixo das ordens do rei” (v.2).

Além de serem fiéis a Deus e ao rei, também eram submissos a “seus pais” (v.6). Pais e filhos unidos numa só voz, para um único propósito. Em grupos de doze, eles se revezavam “para o canto da Casa do Senhor” (v.6), de forma que o templo era um lugar de constante louvor e adoração. A música, portanto, exercia um papel de fundamental importância no tabernáculo terrestre, uma cópia do que acontece no santuário celeste: “E os quatro seres viventes […] não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir” (Ap.4:8).

Como antigo regente da corte angélica, Satanás tem pleno conhecimento da importância da música na adoração e tem trabalhado com afinco a fim de desvirtuá-la. A música possui o poder de influenciar a mente humana como nada mais consegue. Utilizada da maneira correta, torna-se em instrumento de louvor e profecia, além de afugentar as hostes malignas. Usada da forma errada, mesmo que com aparência de piedade, exerce o mesmo engano do diabo no deserto da tentação, quando tentou fazer Jesus tropeçar usando a própria Escritura.

Uma coisa é certa, amados, e precisamos estar bem atentos a isso: o inimigo é mestre no quesito misturar a verdade com o engano. Por supervalorizar a discussão sobre a música, muitos têm perdido o foco do que realmente importa: sermos “verdadeiros adoradores […] porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Como os músicos de Israel exerciam “o seu ministério debaixo das ordens do rei” (v.2), respeitando a autoridade acima deles, Deus deixou à Sua igreja dos últimos dias orientações muito claras acerca da adoração através da música. Dentre elas, a seguinte: “Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros – dominado e melodioso” (Ellen G. White, Evangelismo, CPB, p.510).

O príncipe deste mundo está para dar ordens à sua orquestra maligna a fim de que todos adorem “a imagem da besta” (Ap.13:15). Semelhante ao que aconteceu no campo de Dura — em Daniel, capítulo três — eis que os principados e potestades estão a postos para tocar a música do engano. Como Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego), o Senhor conservará para Si um restante cuja vida manifesta a melodia do Céu: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).

Acerca do que acontece em nossos dias, infelizmente até mesmo dentre o professo povo de Deus, é descrito com clareza na seguinte revelação: “As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 2, CPB, p.36).

Que a nossa vida seja sempre um louvor “em ações de graças e louvores ao Senhor” (v.3) e que nossos gostos musicais sejam submetidos ao crivo do Espírito Santo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


1 Comentário so far
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Amém irmã Rosana Barros!
Como é importante o louvor em nossa adoração ao Senhor!

Comentário por Antonio dos Santos Neto




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