Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 45 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 45 – A graça permeia as páginas do primeiro livro da Bíblia. Sem ela, só haveria desgraça neste planeta corrompido e maculado pelo pecado.

• Antes de considerar as lições deste capítulo, considere as preciosas palavras do apóstolo Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4:7-8).

• O sábio foi bem claro quando, inspirado pelo Espírito Santo, declarou: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13).

• Jesus foi enfático: “Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês” (Mateus 6:14-15).

José havia perdoado seus irmãos antes mesmo da chegada deles. O que ele não sabia, é se a forma deles agir havia mudado. Mas, neste capítulo, tudo foi esclarecido. Aqui “a história de José chega ao clímax. O eloquente discurso de Judá tocou o seu coração e os sentimentos represados não podiam mais ser contidos, pois ele tinha alcançado o limite do seu autocontrole. José destampa sua alma e abre as comportas do seu coração quando, em meio a abundantes lágrimas, dá-se a conhecer a seus irmãos. O medo da revelação é transformado em evidências de perdão e graça, e o temor da vingança se converte em presentes generosos. A ação maldosa dos irmãos de José, governadas por ciúmes e ódio, é transformada pela providência divina em livramento da morte para eles e o mundo, e aquela providência carrancuda escondia a face sorridente de Deus”, analisa Hernandes Dias Lopes.

Após lidar com José, seus irmãos deveriam contar a verdade ao pai deles. Quão difícil deve ter sido o retorno glamoroso deles para casa após um vulcão por serem confrontados com vergonhosas lembranças secretas. Encarar a verdade pode não ser nada confortável, mas certamente será libertador. “Portanto, confessem os pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16).

O perdão é fruto da graça divina e faz grande diferença quando utilizado em meio às desgraças da existência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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