Reavivados por Sua Palavra


COMENTÁRIO GÊNESIS 3 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de janeiro de 2022, 0:40
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GÊNESIS 3 – Esse texto nos conta sobre a maior tragédia humana. Este capítulo nos revela por que não estamos num jardim, onde originalmente Deus colocara a humanidade. Ele mostra como o maravilhoso plano de Deus para nós foi arruinado. Ele explica a origem da dor, do sofrimento, da humilhação, da morte; e também da esperança!

Analisando atentamente este texto em seu contexto, entendemos que Moisés intentava mostrar aos sofredores israelitas que a angústia deles na escravidão egípcia não se dava pela inexistência de Deus, mas pela existência do pecado. E, que a existência do pecado, não se deu pelo fato de que Deus não cuidou bem do que criou, mas pela negligência de nossos primeiros pais.

Desde que o homem e a mulher optaram por confiar em suas próprias conclusões, Deus Se mostrou amoroso por trás de cada acontecimento e de cada capítulo da história humana, almejando reverter a situação. Apesar da porta do mundo ter sido aberta para o pecado e todo seu pacote de desgraça resultando em terríveis calamidades e angústias, Deus está conduzindo à história mundial a um fim glorioso.

Em meio ao medo, vergonha e desespero humanos veio Deus com a solução que eliminaria a morte e todas consequências funestas do pecado. Quando o futuro parecia escuro e incerto, Deus apresentou a primeira e mais importante profecia de toda a Bíblia. Em Gênesis 3:15 Deus revela que O descendente da mulher (Jesus) pagaria altíssimo preço a fim de cobrir a culpa do pecador com a justiça divina, assim como Deus cobriu os dois transgressores com peles de animais (Gênesis 3:19).

Na pior desgraça humana, percebemos a maior graça divina. Os desobedientes que deveriam morrer no dia em que comessem do fruto proibido, não morreram – animais inocentes morreram no lugar deles. Contudo, os pecadores sentiram a morte na pele ao serem revestidos com peles de animais mortos. A morte de Jesus pagaria o resgate da humanidade.

Assim foi revelado o evangelho, as boas notícias de que o mal não existirá eternamente. Em breve a cabeça do autor do pecado será esmagada por Quem já foi ferido na cruz (Romanos 16:20).

Através de Jesus, o desespero se transforma em esperança, a incerteza quanto ao futuro se transforma em certeza de vitória! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de janeiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 2 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



GÊNESIS 2 by Jobson Santos
15 de janeiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/2

Gênesis 2 apresenta três princípios vitais, o Sábado, o casamento e a escolha. Vamos começar com o último desses três. A essência do que significa ser um ser humano é a capacidade de escolher. Deus não criou robôs mecanizados que O servem porque foram programados em algum computador celestial.

A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal foi colocada no jardim para permitir a expressão do livre arbítrio. Foi a intenção de Deus desde o início que, compreendendo Seu caráter e conhecendo Seu amor e cuidado, Seus filhos O servissem com alegria. Nossos primeiros pais não estavam predestinados a cair, mas tiveram a escolha de obedecer ou desobedecer. Nós recebemos a mesma oportunidade de escolha.

O Sábado nos chama de volta às nossas raízes a cada semana. Nos lembra de nosso amoroso Criador que nos fez para aproveitar a vida ao máximo. Assim como o sábado fundamenta nosso relacionamento com Deus, o casamento solidifica o relacionamento entre um homem e uma mulher. O Sábado e o casamento são instituições gêmeas do Jardim do Éden e o diabo tem atacado a ambos violentamente.

Guardar fielmente o sábado a cada semana constrói uma base sólida para nossa fé. Fortalece nosso relacionamento com Deus. Um lar amoroso e um casamento cristão sólido revelam o amor de Deus tanto para nossos familiares quanto para nosso círculo de influência. De que maneiras o Sábado ou o casamento tem enriquecido o seu relacionamento com Deus? Compartilhe sua resposta com outras pessoas no blog!

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GENESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de janeiro de 2022, 0:50
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1928 palavras

1 Exército. A palavra “exército”, tsaba, denota todas as coisas criadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 202.

2 Descansou. O verbo “descansou”, shabath, significa, literalmente, “cessar”um trabalho ou atividade (ver Gn 8:22; Jó 32:1; etc.). … Deus não descansou porque precisa disso (ver Is 40:28). O descanso de Deus não foi resultado nem de exaustão nem de fadiga, mas de uma cessação de Sua ocupação prévia CBASD, vol. 1, p. 202.

3 E abençoou Deus o dia sétimo. A bênção sobre o dia sétimo subentendia que, dessa forma, ele era declarado objeto especial do favor divino e um dia que traria bênçãos a Suas criaturas. CBASD, vol. 1, p. 203.

E o santificou. O ato de santificação consistiu numa declaração de que o dia foi santo, ou separado para propósitos santos. … O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois mil anos antes do nascimento do primeiro israelita (um descendente de Jacó, ou Israel). Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar: “O sábado foi feito por causa do homem”(Mc 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeus, mas para toda a humanidade. CBASD, vol. 1, p. 203.

Porque nele descansou. Deus não poderia ter razão mais elevada para ordenar o descanso no sétimo dia do que o fato de que, ao assim fazê-lo, o homem pudesse desfrutar a oportunidade de refletir sobre o amor e bondade de seu Criador, e tornar-se semelhante a Ele. … O sábado requer a abstenção do trabalho físico comum e a devoção da mente e do coração às coisas santas. … Os evangelhos atestam que ele foi usado dessa forma por cristo e pelos apóstolos (Lc 4:16; At 17:2; 18:4) e que deveria continuar a ser observado pelos cristãos após a conclusão do ministério terrestre de Cristo (Mt 24:20). O fato de que o sábado continuará a ser celebrado na nova Terra como dia de adoração (Is 66:23) é uma clara indicação de que Deus nunca planejou ter sua observância transferida para outro dia. … A rejeição do sábado é uma rejeição ao Criador e abre as portas para todo tipo de falsas teorias. CBASD, vol. 1, p. 203, 204.

4 Esta é a gênese. A palavra “gênese”,toledoth, é geralmente usada em referência à história familiar de uma pessoa, isto é, ao nascimento de seus filhos (ver Gn 5:1; 6:9; 11:10; etc.). … Um comentarista sugere que “gênese” se refere adequadamente à “história ou relato de sua produção”. CBASD, vol. 1, p. 204.

Nenhuma planta. Os v. 4-6 antecipam a criação do homem (v. 7), ao descrever brevemente a aparência da superfície, particularmente com respeito à vegetação, pouco antes do momento em que ele foi trazido à existência no sexto dia da semana da criação. Ali estava o paraíso perfeito, onde só faltava alguém “para lavrar o solo”. CBASD, vol. 1, p. 204.

Uma neblina. Podemos pensar em “neblina” como sinônimo de “orvalho”. O fato de as pessoas to tempo de Noé zombarem da ideia de que chuva vinda do céu pudesse trazer destruição à Terra, no dilúvio, e de Noé ser elogiado por crer em “acontecimentos que ainda não se viam” (Hb 11:7) indica que a chuva era desconhecida para os antediluvianos (ver PP, 96-97). CBASD, vol. 1, p. 205.

Do pó da terra. O fato de o homem ser composto por materiais derivados do solo, elementos da terra, é confirmado pela ciência. A decomposição do corpo humano após a morte dá testemunho disso. CBASD, vol. 1, p. 205.

O fôlego de vida. “Fôlego”, neshamah. Vindo da Fonte de toda a Vida, o princípio vital entrou no corpo inanimado de Adão. É dito que o meio pelo qual a centelha da vida foi transferida para seu corpo foi o “sopro”de Deus. … Ao ser comunicado ao homem, o “fôlego” é equivalente à sua vida; é a própria vida em si Is 2:22). CBASD, vol. 1, p. 205.

Alma vivente. Quando o divino “fôlego”(neshamah) de vida foi infundido na escultura inanimada do homem, este se tornou uma “alma”(nefesh) vivente. … Note que a nefesh é feita por Deus (Jr 38:16), pode morrer (Jz 16:30), ser morta (Nm 31:19), ser devorada (metaforicamente, Ez 22:25), ser resgatada (Sl 34:22) e ser refrigerada (Sl 19:7). Nada disso se aplica ao esírito, ruah, o que indica claramente a grande diferença entre os dois termos. É óbvio, diante disso, que a tradução “alma”para a palavra nefesh em Gn 2:7 não é apropriada, especialmente quando se tem em vista a expressão comumente usada “alma imortal”. Embora popular, esse conceito é alheio à Bíblia. A passagem pode corretamente ser traduzida da seguinte forma: “O homem se tornou um ser vivente”(NVI). Quando “alma”é considerada sinônimo de “ser”, alcança-se o significado bíblico de nefesh presente nesta passagem. CBASD, vol. 1, p. 206.

E plantou o Senhor Deus um jardim. A localização do Éden é desconhecida. O dilúvio alterou de tal forma as características físicas da terra, que se tornou impossível a identificação atual de locais existentes antes dessa catástrofe. CBASD, vol. 1, p. 206.

Árvore do conhecimento do bem e do mal. O artigo definido “o” antes da palavra “conhecimento” significa que a árvore não podia fornecer todo e qualquer tipo de conhecimento, ms apenas certo tipo: o triste conhecimento do “mal”, em contraste com o “bem”. CBASD, vol. 1, p. 207.

10 Um rio. Muitos eruditos têm feito grande esforço em tentar esclarecer os v. 10-14, mas, provavelmente, nunca seja encontrada uma explicação satisfatória , porque a superfície da Terra após o dilúvio tem pouca semelhança com o que era antes. Uma catástrofe de tal magnitude capaz de fazer surgir elevadas cadeias de montanhas e formar vastas áreas oceânicas dificilmente teria deixado intactos acidentes geográficos menores como rios. Portanto, não se pode ter esperanças de identificar locais antediluvianos pelos acidentes geográficos atuais da Terra, a menos que a inspiração o faça para nós (PP, 105-108). CBASD, vol. 1, p. 207.

11 Pisom. O nome do primeiro rio, Pisom, é desconhecido em qualquer fonte extrabíblica, e mesmo na própria Bíblia esse nome não é mencionado em nenhuma outra parte. As opiniões dos eruditos que identificam esse rio com o Indo ou o Ganges na Índia, com o Nilo no Egito, ou com rios da Anatólia, são infundadas. CBASD, vol. 1, p. 207.

13, 14. GiomTigreEufrates. Com respeito aos v. 13 e 14, ver o com. do v. 10. CBASD, vol. 1, p. 207.

17 Da árvore do conhecimento do bem e do mal.É fútil especular sobre que tipo de fruto essa árvore produzia, uma vez que isso não foi revelado. A própria presença dessa árvore no jardim revelava que o homem era um agente moral livre. O serviço do homem não era forçado; ele podia obedecer ou desobedecer. A decisão era dele. CBASD, vol. 1, p. 208.

No dia em que dela comeres.O pronunciamento divino “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”, ou, literalmente, “morrendo, morrerás”, significa que no dia da transgressão a sentença seria pronunciada. O homem passaria do status de imortalidade condicional para o de mortalidade incondicional. … a separação da fonte da vida só podia trazer, inevitavelmente, a morte. Os mesmos princípios ainda são válidos. A punição e a morte são resultados certos da livre escolha, por parte do homem, de se colocar em rebelião contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 209.

18 Uma auxiliadora que lhe seja idônea. Isto é, apropriada a suas necessidades; para complementá-lo. CBASD, vol. 1, p. 209.

19 Todos os animais do campo. Moisés está registrando não o momento, mas simplesmente o fato da criação dos animais. CBASD, vol. 1, p. 209.

Trouxe-os ao homem. Adão devia estudar esses animais e se envolver na importante tarefa de lhes dar nomes apropriados, exercício este que requeria compreensão dos mesmos e de seus hábitos. Isso o qualificaria ou, talvez, demonstraria que ele estava qualificado para governá-los. Ao mesmo tempo, ele perceberia a via familiar que desfrutavam e, assim, sua própria falta de uma companhia. Reconhecendo também que Deus o havia criado infinitamente mais elevado que os animais, perceberia que não era possível escolher essa companhia entre eles. Para que a formação da mulher preenchesse totalmente o propósito do Criador, Adão precisava sentir sua própria incompletude e sua necessidade de companhia – em outras palavras, que não era bom que ele permanecesse só. CBASD, vol. 1, p. 209.

20 Não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea.O estudo que Adão fez da criação animal lhe proporcionou considerável conhecimento, mas não satisfez seu anseio pela companhia de outro ser que fosse igual a ele. Este fato indica a participação igual que a mulher devia desfrutar com o homem. CBASD, vol. 1, p. 209.

22 Transformou-a numa mulher.A costela de Adão constituiu o material básico do qual sua companheira foi “construída”. A mulher foi formada para ter uma unidade inseparável e um companheirismo por toda a vida com o homem, e o modo de sua criação devia lançar o alicerce para a ordenança moral do matrimônio. … O matrimônio é um tipo [símbolo] do companheirismo de amor e vida que existe entre o Senhor e Sua igreja (Ef 5:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 210.

E lha trouxe. O próprio Deus solenizou o primeiro casamento. Após criar a mulher, Ele a levou até Adão, que, àquela altura, já devia ter despertado de seu profundo sono. Como Adão era o “filho de Deus”(Lc 3:38), assim Eva podia ser, com propriedade, chamada de a filha de Deus; e como seu Pai, Deus a levou a Adão e a apresentou a ele. CBASD, vol. 1, p. 210.

23 Esta, afinal, é osso dos meus ossos.Adão, reconhecendo nela a companheira desejada, recebeu-a alegremente como noiva e expressou sua alegria numa exclamação poética. As palavras “esta, afinal” refletem sua agradável surpresa quando viu na mulher a realização do desejo de seu coração. O fato de ele ter repetido três vezes o pronome “esta”(no hebraico), aponta vividamente para aquela sobre quem, com feliz assombro, seus olhos então repousam com a intensa emoção do primeiro amor. … Elea devia amar daí em diante como a seu próprio corpo, pois, amando-a, estaria amando a si mesmo. O apóstolo Paulo enfatiza essa verdade (Ef 5:28). CBASD, vol. 1, p. 210.

Chamar-se-á varoa.O nome que Adão deu a sua recém-criada companheira refletia o modo como Deus a criara. A palavra heb. ’ishah, “mulher”, é formada pela palavra ’ish,“homem”, com a terminação feminina. A palavra inglesa “woman” (do anglo saxão wife-man) está relacionada à palavra “man”da mesma forma. O mesmo ocorre em várias línguas. CBASD, vol. 1, p. 210.

24 Deixa o homem pai e mãetornando-se os dois uma só carne. Estas palavras expressam a mais profunda unidade física e espiritual de um homem e de uma mulher, e exaltam a monogamia diante do mundo como a forma de casamento ordenada por Deus. Gênesis 2:24 não recomenda um abandono do dever filial e do respeito para com o pai e a mãe, mas se refere primariamente ao fato de que a esposa de um homem deve estar em primeiro lugar em suas afeições e de que seu primeiro dever é com ela. Seu amor a ela deve exceder, mas certamente não substituir, o apropriado amor aos pais. CBASD, vol. 1, p. 210.

Tornando-se uma só carne. A unidade entre marido e mulher é expressa em palavras inequívocas, pois existe entre ambos uma unidade de corpos, uma comunidade de interesses e uma reciprocidade de afeições. É significativo o fato de que Cristo usa exatamente esta passagem em Sua forte condenação ao divórcio (Mt 19:5). CBASD, vol. 1, p. 210,211.

25 Estavam nus. Adão e Eva não tinham necessidade nenhuma de roupas materiais, pois ao seu redor o Criador havia colocado um manto de luz, um manto simbólico de Seu próprio caráter justo, que era perfeitamente refletido neles. Quando a imagem moral do Criador novamente se refletir em Seus filhos e filhas terrenos, Ele voltará para reclamá-los como Seus (ver Ap 7:9; 19:8; PJ, 69, 310). Esse manto branco de inocência é a veste com a qual os salvos da Terra estarão trajados quando adentrarem os portões do paraíso. CBASD, vol. 1, p. 211.



Gênesis 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de janeiro de 2022, 0:45
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 “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (v.3).

Já na criação, o Senhor estabeleceu os dias da semana. Toda a natureza e todo ser vivente foi programado numa sequência de sete, e o sétimo dia foi estabelecido como uma espécie de selo de identificação. É o memorial da criação, a inconfundível assinatura do Criador, a conclusão da obra de Suas mãos. O ciclo de sete dias corresponde perfeitamente às necessidades do que foi criado. O número que representa “perfeição, plenitude”, foi estabelecido no último dia da semana da criação para o benefício da humanidade (Mc.2:27). E como o mais exímio Professor, Deus ensinou a nossos primeiros pais, pelo exemplo, como eles deveriam observar este dia, pois, no sábado, Deus “descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito” (v.2). O Senhor criou um templo no tempo para que o homem fosse especialmente abençoado e santificado pela bênção e santificação que Ele mesmo determinou para este dia (v.3).

Quando, no Sinai, o Senhor disse a Seu povo Israel: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8), Ele estava dizendo: “Lembrem do que Eu estabeleci na criação e sejam um testemunho para o mundo inteiro de que Eu sou o Criador”. O nosso relógio biológico funciona numa sequência de sete. Ou seja, fomos criados para funcionar assim, como o significado do próprio número já diz: para vivermos de forma plena. A transgressão dessa lei biológica ocasiona três consequências inevitáveis: ao contrário de descanso há fadiga, no lugar de bênção há maldição e o que fora criado para ser santo é tido como profano, comum. O sábado não é somente uma cláusula do Decálogo, uma exigência divina, mas a prova do amor e do respeito do Criador por Sua criatura, a celebração pelos feitos do Senhor durante a semana, o ápice da verdadeira adoração.

Este capítulo também apresenta um relato mais detalhado da criação do homem e da mulher, ambos feitos à imagem e à semelhança de Deus (Gn.1:26-27). A primeira família humana e o sábado foram estabelecidos antes da entrada do pecado no mundo. Não é sem razão que Satanás tem destruído as famílias e desviado o homem do verdadeiro dia de guarda. O primeiro casamento foi celebrado pelo próprio Criador, entre um homem e uma mulher, um macho e uma fêmea (Leiam o que o apóstolo Paulo escreveu sobre isto em Romanos 1:26-27).

Quando o mundo declara que não houve uma semana da criação com sete dias literais, mas uma evolução durante milhares e milhares de anos, exclui o casamento hétero e monogâmico, o sábado, a entrada do pecado no mundo e a nossa necessidade de um Salvador. Percebem o terrível engano? Deus nos criou para sermos felizes e desfrutarmos de Sua criação. Mesmo com o pecado, Ele nos dá o privilégio de vivermos no sábado as bênçãos do Éden. Jesus observou este dia (Lc.4:16 e 31). As mulheres que O seguiam, inclusive Maria, “no sábado, descansaram, segundo o mandamento” (Lc.23:56). O apóstolo Paulo e seus companheiros de ministério guardavam o sábado (At.16:13). Até em Sua morte, Jesus observou as horas sabáticas, descansando em Seu túmulo e tornando este dia, também, um memorial da redenção.

Está se aproximando o tempo em que a nossa fidelidade ao Senhor será provada com grande intensidade. Deus programou o mundo e o homem para as bênçãos sabáticas. Satanás os reprogramou para dar as costas ao Criador e já tem caminhado para estabelecer, de forma universal, a sua contrafação. Enquanto Deus estabeleceu o casamento entre um homem e uma mulher, Satanás tem espalhado pelo mundo a ideia de que o que importa é ser “feliz”, una-se a quem ou o que quiser e com quantos achar que precisa, este é o slogan do Maligno. Enquanto o selo de Deus é o sábado (Ez.20:12 e 20), a marca do reino das trevas será estabelecida sobre o primeiro dia da semana. Deixar de fazer uma prova na faculdade ou ter que abandonar um emprego por causa do sábado são situações que o Senhor considera como fidelidade no pouco. Mas se não estivermos dispostos a confiar na provisão de Deus agora, quando ainda pouco nos é exigido, quando formos fortemente oprimidos e a nossa própria vida e de nossa família estiver em jogo, o fogo da mais terrível aflição provará quem de fato é ouro e quem é escória.

Um dia, o Eterno irá recriar este planeta (Ap.21:1), então, “de um sábado a outro, virá toda carne” (Is.66:23) adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Podemos aqui viver, a cada sábado, um vislumbre da eternidade. Todas as coisas criadas, amados, apesar da degradação que o pecado tem causado, declara que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Em cada dia da semana, permita que esse amor penetre em seu coração e o recrie para a glória de Deus. E que cada sábado seja uma celebração em adoração ao Deus que cuida de você e que tem um novo Éden para lhe oferecer. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, criados para a verdadeira adoração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO GÊNESIS 2– PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de janeiro de 2022, 0:40
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GÊNESIS 2 – O livro de Gênesis revela quem somos em um mundo com muitas vozes tentando nos diminuir, humilhar e nos tirar a dignidade concedida por Deus. Os versículos 7 e 22 deste capítulo nos informam que fomos criados por Deus, modelados por Suas próprias mãos.

Moisés se aproximou dos escravos israelitas no Egito e apresentou seu novo livro: Gênesis. Talvez Gênesis seja ainda mais necessário a nós nestes últimos dias do que o foi para seu primeiro público alvo. Gênesis revela nossa nobre origem quando estamos submergido numa sociedade que debate ideias degradantes procurando obstruir os princípios divinos que nos dão valor e sentindo à vida.

Gênesis 2 mostra que Deus pensou em tudo visando proporcionar o maior bem e felicidade às pessoas O representariam no mundo recém criado. Inspirado por Deus, Moisés nos mostra com maestria que os seres humanos são frutos do plano de um Deus de amor, idealizado e originado em Seu coração, criados por Suas próprias mãos; ou seja, não somos resultados de um caos, uma explosão evolutiva ou um desenvolvimento melhorado de uma criatura inferior.

Gênesis 2 revela que originalmente os humanos foram colocados num jardim perfeito plantado por Deus. Os filhos de Abraão não foram criados para serem escravos, nem para serem humilhados nos fornos de tijolos, amassando barro na escravidão, tratados pior do que tratam animais. Com Gênesis, Deus almeja apresentar o valor da humanidade.

O número 7 é especial para Deus. Gênesis 1:1 possui 7 palavras no hebraico. Gênesis 2:2 contém 2×7 palavras, ou seja, 14 palavras. O capítulo 2 encerra um ciclo de 7 parágrafos do relato de nossa origem falando do sétimo dia da criação.

No sexto dia, Deus havia criado os animais terrestres, o homem e a mulher. Havia plantado um jardim para o casal, ministrara o primeiro casamento e presenteado Seu jardim aos noivos recém-casados. O sétimo dia da criação de Deus era o primeiro dia inteiro do primeiro casal da história. A lua-de-mel foi uma viagem espetacular com Deus apresentando Sua criação!

Esse dia especial foi o sábado: O dia em que Deus parou de criar para dedicar a Seus filhos. Deus ainda anseia por esse relacionamento especial para o qual fomos criados. Devemos ansiar por esse relacionamento também.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de janeiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 1 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 1 by Jobson Santos
14 de janeiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/1

Gênesis 1 dá o tom para toda a Bíblia. Estabelece o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. No primeiro capítulo da Bíblia, Deus é revelado como Criador trinta e uma vezes. Há três expressões significativas a serem observadas em Gênesis 1. Elas são “Deus disse”, “Deus criou” e “Deus viu que era bom”. Essas expressões estão cheias de significado para nossas vidas hoje.

Quando Deus fala, Ele cria. O que Deus diz é feito da maneira como Ele ordenou, mesmo que nunca tenha sido assim antes, porque quando Deus diz, torna-se assim. A palavra de Deus é realidade e o resultado de aceitar o que Deus diz é “bom”. A Palavra de Deus é uma Palavra viva e criativa. Quando cremos no que Deus disse por causa de nossa confiança naquele que o disse, a Palavra viva e criativa transforma nossas vidas. Todo o poder criativo que trouxe os mundos à existência está na Palavra de Deus. De que maneiras a Bíblia falou ao seu coração? Convido você a compartilhar com outros, nos comentários deste blog, algo que você aprendeu com a Palavra de Deus e que lhe fez muito bem.

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de janeiro de 2022, 0:50
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2124 palavras

1 No princípio. Estas palavras lembram o fato de que tudo que é humano tem um princípio. Somente Aquele que está entronizado como Senhor soberano do tempo não tem princípio nem fim. … Nada se sabe sobre o método da criação além da concisa declaração de Moisés: “Disse Deus”e “assim se fez”, que é a misteriosa e majestosa nota dominante no hino da criação. Estabelecer como a base de raciocínio que Deus deve ter feito desta ou daquela forma ao criar o mundo, pois do contrário as leis da natureza teriam sido violadas, é escurecer os desígnios de Deus com palavras sem conhecimento. Além disso, essa atitude abre espaço para o ceticismo que sempre insiste no fato do registro mosaico não ter credibilidade porque supostamente viola as leis da natureza Por que colocar a sabedoria humana acima do que está escrito? … Quando o vasto campo da especulação propicia vaguear por áreas desconhecidas de tempo e espaço, o melhor a fazer é enfrentar a situação com a simples resposta; “Está escrito”. Sempre há segurança dentro dos limites protetores das aspas de uma citação da Escritura. CBASD – Comentário BíblicoAdventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 187, 188.

Criou Deus. O verbo “criar” vem do hebraico ‘bara, que na forma aqui usada descreve uma atividade de Deus, nunca do ser humano. … As primeiríssimas palavras da Bíblia apontam para o fato de que a criação traz a marca da atividade do próprio Deus. CBASD, vol. 1, p. 188.

2 Sem forma e vazia. Mais precisamente, “desolada e vazia”, tohu wabohu.CBASD, vol. 1, p. 189.

Havia trevas sobre a face do abismo. A palavra “abismo” [tehom], proveniente de uma raiz que significa “rugir”e “bramir”, é frequentemente aplicada às águas que rugem, às ondas que bramam, ou à inundação, e, portanto, às profundezas do mar (Sl 42:7; Êx 15:5; Dt 8”7; Jó 28:14; 38:16). … O relato bíblico mostra que originalmente não havia luz na terra e que a matéria na superfície estava em estado fluido, porque nesse verso a frase “a face do abismo”está em paralelo com “as águas”, ou “a face das águas”. CBASD, vol. 1, p. 189.

O Espírito de Deus pairava. “Espírito”, ruah. Em harmonia com o uso bíblico, o Espírito de Deus é o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade. Desse ponto em diante, ao longo de toda a Escritura, o Espírito de Deus tem o papel de agente divino em todos os atos criadores, quer na Terra, na natureza, na igreja, na nova vida ou no novo homem. … A obra do Espirito de Deus deve ter alguma ligação com a atividade que estava para se iniciar: criar ordem a partir o caos. O Espírito de Deus já estava presente, pronto para agir logo que a ordem fosse dada. Essa é precisamente a obra que o Espírito Santo tem feito. Esse agente divino sempre esteve presente para auxiliar na obra de criação e de redenção, para reprovar e fortalecer almas desobedientes, para confortar os tristes e para apresentar as orações do crente de forma aceitável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 189.

3 Disse Deus. O relato de cada um dos seis dias da criação se inicia com essa declaração. … Alguns tem se ofendido com a frase “disse Deus”, por achar que ela torna Deus demasiado semelhante a um ser humano. Mas como o escritor inspirado poderia ter transmitido a mentes finitas o ato da criação realizado pelo Deus infinito, a não ser usando termos que o ser mortal pudesse compreender? CBASD, vol. 1, p. 190.

Haja luz. Sem luz não poderia haver vida, e quando o Criador começou a obra de produzir ordem a partir do caos e introduzir várias formas de vida vegetal e animal na Terra, era essencial que houvesse luz. A luz é uma forma visível de energia , que por sua ação sobre as plantas, transforma elementos e compostos inorgânicos em alimento para o ser humano e para os animais. … A luz é um símbolo da presença divina. Como a luz física é essencial à vida física, a luz divina é necessária para que os seres racionais tenham vida espiritual e moral. “Deus é luz” (1Jo 1:5); e, àqueles em cujo coração está em processo a obra que os recria à semelhança divina. Ele vem novamente hoje, ordenando que fujam das sombras do pecado, da incerteza e do desânimo, ao dizer: “Haja luz”. CBASD, vol. 1, p. 190.

4 E viu Deus. Esta expressão, repetida seis vezes (v. 10, 12, 18, 21, 25, 31), transmite em linguagem humana uma atividade de Deus – a avaliação de cada ato particular da criação como alg que cumpre totalmente o plano e a vontade do Criador. Como o ser humano que contempla e examina o produto de seus esforços e declara que cumpre seus planos e propósitos, Deus também declara, após cada ato criador, que o produto de Sua atuação está perfeitamente de acordo com Seu plano.CBASD, vol. 1, p. 190.

5. Houve tarde a manhã, o primeiro dia. Muitos eruditos têm interpretado essa expressão como um longo e indefinido período de tempo, crendo que algumas das atividades dos dias seguintes, como a criação das plantas e dos animais, não poderiam ter sido realizadas dentro de um dia literal. Ele pensam ter uma justificativa para essa interpretação nas palavras de Pedro: “para o Senhor, um dia é como mil anos”(2Pe 3:8). Que esse texto não pode ser usado para se averiguar a extensão dos dias da criação fica óbvio quando se lê o restante do verso: “e mil anos, como um dia”. O contexto das palavras de Pedro deixa claro que ele enfatiza a independência de Deus em relação ao tempo. O Criador pode fazer em um dia a obra de mil anos, e um período de mil anos, que é um longo tempo para os que esperam que os juízos de Deus se cumpram, pode ser considerado por Ele como apenas um dia. O Salmo 90:4 transmite a mesma ideia. A declaração literal: “Foi tarde [com as horas sucessivas da noite] e foi manhã [com as horas sucessivas do dia], dia um”, é claramente a descrição de um dia astronômico, isto é, um dia com a duração de 24 horas. … os hebreus, que nunca tiveram dúvidas quanto ao significado dessa expressão, começavam o dia com o pôr do sol e o terminavam com o pôr do sol do dia seguinte (Lev 23:32; Dt 16:6). Além disso, a linguagem do quarto mandamento não deixa dúvidas quanto ao fato de a tarde e a manhã do relato do relato da criação serem as etapas que compõem um dia na terra. O mandamento, reportando-se em palavras inequívocas à semana da criação, declara: “Porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou”(Êx 20:11). A tenacidade com que muitos comentaristas se apegam à ideia de que os dias da criação foram longos períodos de tempo, e mesmo milhares de anos, em grande parte encontra explicação no fato de que eles tentam fazer com que o relato da criação se harmonize com a teoria da evolução. Geólogos e biólogos têm ensinado as pessoas a crerem que a história primitiva da Terra abrange milhões de anos, nos quais as formações geológicas foram vagarosamente tomando forma e as espécies vivas, evoluindo. Ao longo de suas páginas, a Bíblia contradiz a teoria da evolução. A crença numa criação divina e instantânea como resultado de palavras pronunciadas por Deus se encontra em completa oposição à teoria defendida pela maioria dos cientistas modernos, de que o mundo, com tudo o que há nele, veio à existência por meio de um vagaroso processo de evolução que durou eras incalculáveis. Outra razão pela qual muitos comentaristas declaram que o dias da criação foram longos per[iodos de tempo é a rejeição do sábado. … As Escrituras falam claramente de sete dias de criação (Êx 20:11), e não de períodos de duração indefinida. Portanto, somos compelidos a declarar enfaticamente que o primeiro dia da criação, indicado pela expressão hebraica “foi tarde, foi manhã, dia um”, consistiu de um dia de 24 horas. CBASD, vol. 1, p. 190- 192.

6 Firmamento. As “águas sobre o firmamento”(v. 7) geralmente são consideradas pelos comentaristas como sendo vapor d’água. As condições da Terra originalmente perfeita eram diferentes das de hoje. CBASD, vol. 1, p. 192.

12 A terra, pois, produziu. A vegetação do terceiro dia brotou do solo. Isso não significa que o poder para produzir plantas vivas estava no solo. A ideia de geração espontânea é tão alheia às Escrituras como o é à ciência. CBASD, vol. 1, p. 192.

14 Haja luzeiros. A palavra “luzeiros”, me’oroth, não é a mesma que “luz”, ‘or, dos v. 3 e 4. Significa fontes de luz, portadores de luz, luminares. A expressão que os descreve como estando localizados no firmamento, ou na expansão dos céus, é usada porque é lá que os habitantes da Terra os veem. CBASD, vol. 1, p. 193.

Parasinais. Alguns têm pensado, equivocadamente, que os corpos celestes têm também o propósito de determinar o destino individual das pessoas. Astrólogos têm recorrido ao v. 14 para justificar sua prática. Contudo, a Bíblia condena tão vigorosamente [ver Jr 10:2; Is 47:13, 14] qualquer forma de adivinhação e leitura da sorte, que deve ser enfaticamente rechaçada a ideia de que Deus designou o sol a lua e as estrelas para servirem de guia aos astrólogos na predição do destino e dos negócios humanos. CBASD, vol. 1, p. 193.

15 Paraluzeiros. Não para introduzirem a luz pela primeira vez neste mundo, pois Deus ordenou a existência da luz no primeiro dia, mas a fim de servirem como instrumentos permanentes para a distribuição da luz neste planeta. CBASD, vol. 1, p. 194.

16 E fez também as estrelas. A palavra “fez” foi acrescentada. … As “estrelas”, embora já criadas anteriormente, são aqui mencionadas de passagem por Moisés, uma vez que ele está discutindo os luminares dos céus. CBASD, vol. 1, p. 194.

20 Seres viventes. O original desta frase, nefesh hayyah, faz uma clara distinção entre os animais e a vegetação criada dois dias antes. CBASD, vol. 1, p. 194.

25 Segundo a sua espécie. Estas palavras inspiradas contradizem a teoria da evolução, a qual declara que as formas mais elevadas de vida se desenvolveram das inferiores, e sugere ainda ser possível produzir matéria viva a partir da terra inanimada. Ao passo que estudos científicos confirmam a declaração bíblica de que todos os organismos vivos são feitos da terra, pois não contém nenhum elemento além dos que a terra possui, os cientistas nunca conseguiram produzir, a partir da matéria inanimada, uma única célula capaz de viver e reproduzir sua espécie. CBASD, vol. 1, p. 196.

26 Façamos o homem. A terceira pessoa do plural era quase unanimemente considerada pelos teólogos da igreja primitiva como um indicador das três pessoas da Divindade. … A palavra “homem”, no hebraico, é ‘adam, o próprio vocábulo que Deus empregou ao dar nome ao pai da raça humana (Gn 5:2). CBASD, vol. 1, p. 197.

À nossa imagem. “O homem deveria ter a imagem de Deus, tanto na aparência exterior como no caráter”(PP, 45). Essa imagem era especialmente evidente em termos de sua natureza espiritual. Ele se tornou uma “alma vivente”, ou seja, um ser vivo dotado de livre-arbítrio, uma personalidade autoconsciente. Essa natureza refletia a santidade divina do Criador até que o pecado empalideceu tal semelhança. É somente através de Cristo, o resplendor da glória de Deus e a “expressão exata do Seu ser”(Hb 1:3), que natureza humana é novamente transformada à imagem de Deus (Cl 3:10; Ef 4:24). CBASD, vol. 1, p. 197.

Homem e mulher. Um novo elemento é introduzido na informação dada sobre a criação do homem ao se mencionar a diferença de sexos. As duas palavras, “homem”e “mulher”, são traduções de adjetivos hebraicos que indicam os dois sexos. CBASD, vol. 1, p. 198.

28 E lhes disse. Este verso contém a primeira revelação de Deus ao homem. CBASD, vol. 1, p. 198.

29 Todas as ervas. Não era a vontade de Deus que o homem matasse animais para alimento, ou que os animais devessem ser predadores uns dos outros. Consequentemente, a destruição violenta e muitas vezes dolorosa da vida por parte do ser humano e dos animais é resultado da entrada do pecado no mundo. Foi somente após o dilúvio que Deus deu ao homem permissão par comer a carne de animais (ver Gn 9:3). … O fato de nenhum animal de qualquer tipo comer carne, no princípio, pode ser inferido dos anúncios proféticos de Isaías 11:6-9 e 65:25 sobre as condições da nova terra, onde a cessação do pecado e a completa transformação do mundo no reino de Deus serão acompanhadas pelo fim da matança de qualquer das criaturas de Deus.CBASD, vol. 1, p. 199.

31 E eis que era muito bom. A aplicação do termo “bom”a tudo o que Deus havia feito e a repetição da palavra acompanhada pela expressão enfática “muito”, no final da criação, sendo o ser humano sua coroa e glória, indica que nada imperfeito havia saído das mãos de Deus. Esta expressão de admiração exclui inteiramente a possibilidade de qualquer imperfeição na criação ter sido responsável pela fraqueza demonstrada por Adão e Eva diante da tentação. CBASD, vol. 1, p. 199.



Gênesis 01 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de janeiro de 2022, 0:45
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“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (v.1).

Existem diversas fábulas e teorias sobre a criação deste mundo e a origem do ser humano. Livros e mais livros, pesquisas e mais pesquisas, teses e mais teses para provar que o mundo teve origem por qualquer meio, menos pelas mãos de um Criador. Tornou-se uma verdadeira batalha pela razão, enquanto toda a natureza revela, desde a microscópica criatura até a maior delas, que há um Ser inteligente por trás de tudo isso e, segundo o apóstolo Paulo, são indesculpáveis aqueles que não reconhecem tais evidências (Rm.1:20).

Deus nos deixou registrado, por meio de seu servo Moisés, que em seis dias Ele criou o mundo e tudo o que nele há, inclusive o ser humano. “No princípio criou Deus” (v.1), ou seja, no início Ele fez, Ele projetou, Ele estabeleceu. A terra era “sem forma e vazia” (v.2), então, nos 3 primeiros dias, Deus deu forma e nos 3 dias seguintes, Deus preencheu o que estava vazio. Observem a ordem lógica da criação:

  1. No primeiro dia, Deus disse: “Haja luz” (v.3). Ora, mas se o sol só foi criado no quarto dia, que luz era esta? A luz que emana do próprio Deus, da Sua glória, pois Ele é o Sol da justiça, Ele é a lâmpada (Ap.21:23);
  2. No segundo dia, Deus criou a atmosfera, o ar, elemento indispensável à vida, fazendo separação entre céus e águas, e entre águas e águas (v.6- 8);
  3. No terceiro dia, Deus fez a porção seca e chamou terra, fazendo com que produzisse todo tipo de vegetação, ervas e árvores frutíferas (v.9-13). A Terra foi coberta por sublime e incomparável beleza e provida do melhor alimento; Deus, em Sua sabedoria, criou todas as coisas numa ordem lógica de sobrevivência das espécies. Todo ser vivente precisa de luz, ar, água e alimento para sobreviver;
  4. No quarto dia, Deus criou o sol, a lua e as estrelas (v.14-18). Se a luz de Deus brilhava por sobre a Terra, porque então a necessidade de luzeiros no Céu? Porque Deus sabia que os nossos primeiros pais pecariam, consequentemente, a luz da Sua glória teria que se retirar daqui, pois Deus não tem parte com o pecado. (Entenderemos isto melhor quando estudarmos o capítulo três);
  5. No quinto dia, Deus criou todos os animais marinhos e que povoam as águas e encheu o céu de toda espécie de aves (v.20-23); as primeiras criaturas a povoar a perfeita habitação;
  6. No sexto dia, disse Deus: “Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie” (v.24). Percebem? Da mesma terra que Ele criou no terceiro dia, Ele fez sair todo animal que o próprio nome já nos diz a origem: terrestre. E, ainda no sexto dia, Deus fez a obra prima de Sua criação: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança […] criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (v.26 e 27).

Há algo muito curioso no relato da criação do homem: Deus disse: “Façamos”. No original, a Palavra usada para descrever Deus, o Criador, é a palavra “Elohim”, e a terminação “him” é usada para definir algo no plural. Ou seja, “Elohim” confirma a atuação de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo na obra da criação do mundo. No versículo dois vemos que “o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. E o apóstolo João, referindo-se a Jesus, escreveu: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus […] Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez” (Jo.1:1 e 3). A expressão “No princípio”, no texto massorético também pode ser lida como “Em um princípio”, ou “Em um primogênito”. Quem é, pois, “o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14)? Quem é “o Primogênito de toda a criação” (Cl.1:15)? É Jesus Cristo. Portanto, poderíamos ler o início de tudo da seguinte forma: “No princípio [em Cristo], criou Deus os céus e a terra”.

Em cada dia da criação, Deus encerrou dizendo: “E viu Deus que era bom”. Mas, ao contemplar a Sua obra completa, após a criação do homem e da mulher, Deus viu que tudo “era muito bom” (v.31). Ao encerrar cada dia da criação, a Bíblia deixa bem claro que se tratam de seis dias literais. “Houve tarde e manhã o primeiro dia […] o segundo […] o terceiro” e assim por diante. A expressão “tarde” é a parte escura do dia, depois que o sol se põe; e a expressão “manhã”, a parte clara do dia. Portanto, em apenas seis dias literais, Deus revelou o Seu poder criador sobre a Terra. E no sétimo dia, Deus deixou registrada a Sua assinatura, um lembrete semanal sobre o qual estudaremos amanhã.

Meus amados, não fomos criados pelo acaso, mas pelo amor criativo de Deus. Nossa origem não procede do jardim zoológico, mas do jardim do Éden. Fomos feitos com a inconfundível assinatura da imagem e semelhança do nosso Criador. O pecado manchou esta imagem, mas há uma obra incansável de restauração sendo realizada. Você sente que sua vida está “sem forma e vazia”? Permita que o Espírito Santo continue aperfeiçoando a boa obra que Ele começou, e Ele “há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6). Vigiemos e oremos!

Bom dia, obra-prima do Criador!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100