Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 15 by Jobson Santos
6 de janeiro de 2022, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/15

Apocalipse 13 apresenta que a adoração à besta será imposta por meio de leis humanas, Apocalipse 14 nos convida a adorar a Deus alertando para as consequências da adoração à besta. Em Apocalipse 15, os alertas de Apocalipse 14 se tornam realidade. Os fiéis temem a Deus e lhe dão glória (Ap. 14:7; 15:2-4), e os sete anjos se preparam para levar aos adoradores da besta as taças do vinho da cólera de Deus (Ap. 14:9-10; 15:1, 7).

Apocalipse 15:8 aponta para o fim da intercessão de Cristo e, como consequência, o fim do tempo da graça. Jesus morreu e intercedeu por todos os seres humanos. A tríplice mensagem angélica clamou para que cada um se posicionasse ao lado do Criador. Mas, infelizmente muitos optaram por seguir a besta, adorar a criatura no lugar do Criador, e agora sofrerão as consequências de sua escolha.

Talvez seja difícil entender como um Deus de amor poderia agir assim. Esta é uma obra estranha para Deus (Isaías 28:21), mas necessária para a erradicação do pecado. Apocalipse 15 ainda está no futuro; hoje Jesus está intercedendo no santuário celestial, a graça ainda está disponível. Deus, hoje, está lhe propondo a vida e a morte, escolha a vida (Deuteronômio 30:19).

Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1428
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



APOCALIPSE 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de janeiro de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

497 palavras

1-18 Clímax dos cap. 12-14 e introdução às sete taças de flagelos. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Outro. Isto é, em relação ao sinal de Apocalipse 12:1 [Uma mulher vestida do sol]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 927.

Sinal. Do gr. semeion, “sinal”, “marca”, “símbolo”, de semaino, “dar um sinal”, “simbolizar”, “indicar” (ver com. de Ap 1:1). CBASD, vol. 7, p. 893 [com. sobre Ap 12:1].

2 Mar de vidro. … representa a aparência transparente e cristalina da superfície sobre a qual fica o trono. CBASD, vol. 7, p. 849 [com. sobre Ap 4:6].

Os vencedores. Estas são as pessoas que responderam e aceitaram a mensagem de advertência (Ap 14). Foram salvas da aflição do mundo e, então, se encontram seguras no reino de Deus. A vitória foi conquistada por meio do sangue do Cordeiro (Ap 12:11). Permaneceram leais a Deus mesmo quando a pena de morte foi pronunciada (ver com. de Ap 13:15). Por isso, estão seguras no mar de vidro. A batalha é terminada, e a vitória é completa. Venceram, triunfaram e, então, cantam o hino da vitória na presença de Deus. CBASD, vol. 7, p. 927.

3 Cântico de Moisés. Sem dúvida, esta é uma referência ao cântico do livramento realizado depois que Israel atravessou o Mar Vermelho (Êx 15:1-21). Esse cântico celebrou a libertação da opressão egípcia; e o novo cântico celebra o livramento da tirania de “Babilônia, a Grande”. CBASD, vol. 7, p. 927.

Do Cordeiro. O livramento dos santos é realizado por Cristo, o Cordeiro de Deus (ver com. de Ap 17:14). Portanto, é natural que Ele seja adorado e exaltado no cântico de libertação. CBASD, vol. 7, p. 927.

Senhor Deus, Todo-Poderoso. Do gr. pantokratõr, “governante de todos”. CBASD, vol. 7, p. 810 [com. sobre Ap 1:8]. CBASD, vol. 7, p. 810.

Justos … caminhos. No fim, há o reconhecimento de que as ações de Deus estão em plena harmonia com sua lei e seu caráter. Esta é a grande lição do conflito cósmico. Bíblia de Estudo Andrews.

4 Quem não temerá … ? Comparar com Jr 10:7. A mensagem do primeiro anjo é: “Temei a Deus e dai-lhe glória”9Ap 14:7). Os santos deram ouvido a esse apelo e, quando sua peregrinação termina, eles se unem nesta bela adoração de louvor à glória de Deus. Os adoradores da besta tinham clamado: “Quem é semelhante à besta?” (Ap 13:4). CBASD, vol. 7, p. 927, 928.

5 Tabernáculo do Testemunho. Ou, “tenda do testemunho”. … O tabernáculo do deserto era um tipo do “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2). CBASD, vol. 7, p. 928.

“Testemunho” faz alusão aos dez mandamentos entregues a Moisés e colocados no tabernáculo (Êx 31:18; 32:15). Bíblia de Estudo Andrews.

6 Saíram do santuário. As pragas são consequência da violação dos princípios que regem o universo. Bíblia de Estudo Andrews.

8 Ninguém. Sem dúvida, isto significa que o período de intercessão terminou. Ninguém pode entrar e ter acesso ao trono da misericórdia. O tempo de preparo acabou; é chegada a hora da ira de Deus sem misericórdia. CBASD, vol. 7, p. 928.

ninguém … cumprissem (ver Êx 40:34, 35; 1Rs 8:10, 11). Um templo vazio indica o fim da intercessão celestial, sinalizando o encerramento da graça para os seres humanos na Terra. Bíblia de Estudo Andrews.

 

Veja mais comentários no post “Apocalipse 15 – Comentários Adicionais” (1755 palavras)



Apocalipse 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de janeiro de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das Nações!” (v.3).

Fico tentando imaginar as sensações que João sentiu ao contemplar as visões de Apocalipse. As descrições são de elementos estonteantes e de seres cuja perfeição o ser humano não pode conceber. E o que dirá contemplar o próprio Criador em Seu majestoso trono? Certamente, João, assim como Daniel, foi considerado um homem “mui amado” (Dn.9:23)! Então, mais uma cena foi revelada ao discípulo amado, e mesmo que já tivesse contemplado por tantas vezes o sobrenatural, ele mesmo a descreveu como sendo um “sinal grande e admirável” (v.1). Ele viu “sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus” (v.1).

Quando Jesus estava no Getsêmani, em Sua agonia antes da morte iminente, Ele fez a seguinte oração: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice! Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mt.26:39). A mensagem do terceiro anjo diz que o ímpio “beberá do vinho da cólera de Deus […] do cálice da Sua ira” (Ap.14:10). Foi deste cálice que Cristo pediu para não beber, mas que, submisso à vontade do Pai, tomou até à última gota para nos resgatar. Eis o valor deste sacrifício: “Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre” (Sl.49:8). Cristo pagou o preço dos nossos pecados de uma vez por todas para que não tenhamos que experimentar do cálice que Ele bebeu. Deus não nos criou para a destruição, amados! Ele nos resgatou para a recriação! O castigo final foi preparado “para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). Contudo, também terá de destruir “os que destroem a terra” (Ap.11:18), aqueles que, desconsiderando as advertências do Senhor e amando o pecado, caminham para o mesmo destino de seu algoz.

Como Israel no deserto, o povo de Deus é cercado por águas, montanhas e inimigos, circunstâncias desfavoráveis, e custamos entender que servimos ao mesmo Deus que lhes abriu caminho seco no meio do mar (Êx.14:22) e que andou por sobre as águas (Mt.14:25). Naquela ilha prisão, a paisagem que João contemplava dia após dia era a do mar por todos os lados. Entretanto, Deus lhe concedeu ver um mar diferente, “um mar de vidro, mesclado de fogo” (v.2). Em sua condição, o mar representava uma limitação. Sua liberdade de ir e vir havia sido restringida pelas autoridades romanas. Mas o mar que está muito além de nosso olhar terreno não mais será um divisor de territórios, e sim o palco do maior coral que o Universo há de contemplar.

Quando estudamos o capítulo cinco de Apocalipse, vimos que os anjos e os vinte e quatro anciãos tinham nas mãos “taças cheias de incenso, que são as orações dos santos” (Ap.5:8), representando o tempo da graça de Deus sobre a humanidade. Quando, porém, os sete anjos saírem do santuário, detentor “do Testemunho” (v.5; Leia Êx.31:18), com as “sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus” (v.7), o santuário se encherá “de fumaça procedente da glória de Deus e do Seu poder” (v.8) e cessada será a obra de intercessão, findo o tempo da graça. Então, “continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). Deus fará justiça definitiva a Seu povo. Em sua incompreensão acerca desta mensagem, o salmista Asafe quase se perdeu por olhar na direção errada. A injustiça humana e a prosperidade dos ímpios o deixava perplexo, até que seus olhos se abriram para olhar para o lugar certo: “até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles” (Sl.73:17).

Ainda estamos vivendo em tempo de graça, meus irmãos. Mas eis que este tempo caminha para o seu fim, quando cada um terá de responder por seus próprios atos. Enquanto ainda temos acesso ao santuário de Deus que, pela fé, possamos ascender ao Santíssimo todos os dias ao encontro de Cristo. Entreguemos diante do altar a oferta diária de um coração contrito e sincero. Ofereçamos diante de Deus o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1) e clamemos para que o Espírito Santo continue realizando a Sua boa obra em nossa vida. Que lá no Céu, quando estivermos em pé no mar de vidro, possamos ver o olhar de João recordando ter visto os nossos rostos naquela visão e o olhar penetrante e amoroso de Jesus enquanto nos diz: “porque Eu vivo, vós também vivereis” (Jo.14:19). Vigiemos e oremos!

Bom dia, vencedores com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



APOCALIPSE 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de janeiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

APOCALIPSE 15 – Estude este capítulo em seu contexto. Nele, chegamos num ponto muito importante para o mundo. Ele é o “clímax dos cap. 12-14 e introdução às sete taças de flagelos” (Bíblia Andrews).

Finda-se a oportunidade de salvação. Antes que ela acabe, precisamos estar com a vida em dia com a vontade divina. Deus está para dar fim ao sofrimento dos fieis, punindo os instrumentos de Satanás, criados para destruir os cristãos.

A profecia de seis trombetas foram juízos parciais sobre a Terra, encharcados de misericórdia. Ultrapassando Sua graça, Deus levantou um povo, estudante da Bíblia (Apocalipse 10:1-11:14), para alertar o mundo sobre a chegada do juízo (Apocalipse 14:6-12).

A ação daqueles que se levantaram das cinza da decepção amarga e testemunham outra vez após 1844 “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (10:11) com ousadia, revelando “o evangelho eterno” determinadamente “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua e povo” (14:6) “obtém uma resposta positiva de muitos [15:4]” (Bíblia Andrews).

Para aqueles que não se sensibilizaram, mas deixaram cauterizar a consciência com seu apego aos pecados, e consequentemente desprezaram toda oportunidade de salvação, sentirão Deus fazer justiça.

A profecia das trombetas ainda não terminou. As sete taças revelam o conteúdo da sétima trombeta (11:15-19).

Antes das sete taças serem despejadas sobre o mundo (v. 1), temos:
1. Um vislumbre da vitória dos fieis sobre a besta, sua imagem e número é visto nas dez pragas no Egito, resultantes do juízo de Deus para causar a libertação do Seu antigo povo (Êxodo 15). E, da mesma forma que os israelitas atravessaram ao Mar Vermelho e cantaram diante de Moisés, os salvos atravessarão o mar de angústia e chegarão à margem do mar de vidro, perante o trono de Deus, onde alegremente entoarão o cântico do Cordeiro (vs. 2-4): O cântico exalta:
• …as obras de Deus, nenhuma referência se faz às obras humanas.
• …a Deus, o Todo-poderoso sobre os poderes terrestres.
• …a vitória absoluta de Deus sobre os injustos opressores.
2. O fim do processo salvífico. A retirada dos Seres envolvidos na salvação dos pecadores, significa que, ao esvaziar o santuário celestial termina o tempo de graça aos mortais (vs. 5-8).

Reavivemo-nos agora que seja tarde! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 15 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
6 de janeiro de 2022, 0:36
Filed under: Sem categoria

1755 palavras

Os cânticos de Moisés e do Cordeiro – O envio das sete pragas

“O capítulo 15 nos informa sobre a natureza geral das pragas, quem as derrama e de onde elas provêm. É dada a certeza de que nem todos sofrerão essas pragas.” – LES893, p. 123.

“Os acontecimentos de apocalipse 15 e 16 ocorrerão pouco antes da ceifa, que estudamos na semana passada. Estes capítulos descrevem a tribulação que ocorrerá entre o fim do tempo da graça (Apoc. 22:11) e a segunda vinda de nosso Senhor. O ‘fim do tempo da graça’ será a ocasião em que Cristo deixará de interceder no santuário celestial. …

“Ao estudar [Apoc. 15 e 16] … note as alusões que são feitas ao cuidado de Deus pelos justos. O Senhor revelou não somente que Seu povo fiel será amparado no sentido físico e espiritual durante esse tempo muito difícil, mas também que suas aflições os ajudarão a eliminar todo apego às coisas terrenas.” – LES893, p. 122 e 123.

15:1 Vi no céu ainda outro sinal, grande e admirável: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.

As dez pragas – o amor de Deus como indignação moral – “As dez pragas que caíram sobre o Egito e as sete últimas pragas que cairão sobre a última geração de seres humanos têm semelhanças e diferenças. Se bem que as pragas do Egito fossem juízos sobre os ‘deuses’ desse país (Êxo. 12:12), destinavam-se a levar os egípcios ao arrependimento. Em contraste com isso, as sete últimas pragas serão de natureza punitiva. Como o tempo da graça terminará antes que elas caiam, a misericórdia não estará mais mesclada com o castigo. (Ver O Grande Conflito, págs. 632 e 633.)” – LES893, p. 123.

“A ira de Deus é o amor de Deus transformado em indignação moral contra os que persistentemente calcam aos pés os que persistentemente calcam aos pés os princípios da ordem espiritual.” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 19, citado em LES893, p. 123.

Últimas – “Juízos, punições e ‘pragas’ ocorreram antes na história da raça humana. Essas pragas serão as últimas; não haverá outras. Mas os perdidos de todas as épocas terão ainda de enfrentar a punição final no fim dos 1.000 anos de Apocalipse 20.

“As pragas terão efeitos de longo alcance. Cairão sobre os pecadores ao redor do mundo e terminarão na gloriosa vinda de Cristo, a qual será fogo consumidor para os ímpios. (Ver II Tess. 2:8; II S. Ped. 3:7, 10 e 12.)” – LES893, p. 124.

A ira de Deus – “Note esses fatos acerca da ira de Deus:

“a) Cristo sofreu a ira de Deus. ‘A espada da justiça foi desembainhada, e a ira de Deus contra a iniqüidade recaiu sobre o substituto do homem, Jesus Cristo, o unigênito do Pai.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 5, pág. 1.103. (Grifo acrescentado.)

“b) Nossa escolha é importante. ‘A ira de Deus não cairá sobre uma alma que nEle procura refúgio. Deus mesmo declarou: ‘Vendo Eu o sangue, passarei por cima de vós.’ ‘ – Testemunhos Para Ministros, pág. 157.

“c) Rejeitar a Cristo é o maior pecado. ‘A morte de Cristo traz para aquele que rejeita Sua misericórdia a ira e os juízos de Deus, não misturados com clemência. Esta é a ira do Cordeiro. Mas a morte de Cristo é esperança e vida eterna para todos os que O aceitam e crêem nEle.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol 5, pág. 1.107.

“d) Os pecadores não precisam sofrer. A justiça requer que a transgressão da lei de Deus receba a devida punição, como se deu em nosso Substituto, o Cristo inocente. Mas a maravilhosa graça de Deus oferece perdão a homens e mulheres que não o merecem. Aceitando o sofrimento de Cristo, podem ficar livres das conseqüências finais de seu pecado (Rom. 8:1).” – LES89, p. 124.

15:2 E vi como que um mar de vidro misturado com fogo; e os que tinham vencido a besta e a sua imagem e o número do seu nome estavam em pé junto ao mar de vidro, e tinham harpas de Deus.

O objetivo da visão – “O objetivo de visão de Apocalipse 15:2-4 não foi dada para demonstrar que os salvos estarão no Céu durante o derramamento das pragas na Terra. Justos vivos, na Terra, quando Jesus vier em glória ‘são esses os que vêm da grande tribulação’ (Apoc. 7:14). A visão de Apocalipse 15:2-4 descreve as pessoas sobre as quais as pragas não cairão, pois enquanto estiveram na Terra obtiveram a vitória sobre a besta, a sua imagem e sua marca (verso 2). Esses vitoriosos são apresentados em brilhante contraste com os ímpios, que irão sofrer as pragas.” – LES96, lição 11, p. 3.

Os vencedores em pé, junto ao mar de vidro – “Ao passo que João recebia a revelação das últimas grandes lutas da Igreja com as potências do mundo, foi-lhe dado também contemplar a vitória final e o libertamento dos fiéis … . Olhando através do fumo e ruído da batalha, notou sobre o monte Sião, unido ao Cordeiro, um grupo que, em vez do sinal da besta, ‘em suas testas tinham escrito o nome … de Seu Pai’.” – Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 351, citado em LES783, p. 124.

Pragas – manifestação do caráter – “As pragas agem como o corante sobre a madeira. Quando o artesão aplica o corante, este realça os veios da madeira e salienta as qualidades naturais que não eram tão evidentes antes disso.” – LES893, p. 125

“Sob as sete últimas pragas é claramente manifestado o caráter das pessoas dos dois lados. Os rebeldes contra Deus ficam aferrados em sua rebelião, recusando arrepender-se, continuando a blasfemar, e ansiosos, se possível, de tirar a vida dos seguidores de Deus. O povo do Senhor permanece fiel em sua obediência, preferindo, se necessário, depor a vida a desonrar a Deus.” – C. M. Maxwell, God Cares, vol. 2, p. 443, citado em LES893, p. 125.

15:3 E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, ó Senhor Deus Todo-Poderoso; justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos.

O cântico de Moisés – “…é uma referência ao cântico de livramento que Israel entoou depois de haver atravessado o Mar Vermelho e estar livre da opressão egípcia. (Ver Êxodo 15:1-21.) Em pé no mar de vidro, os remidos entoarão o cântico do livramento da tirania de ‘Babilônia’.” – LES893, p. 125.

O cântico do Cordeiro – “…é o hino de louvor que os remidos cantam a Cristo pelo livramento do pecado efetuado por Ele. Eles exaltam tanto o Filho como o Pai.” – LES893, p. 125.

Justos e verdadeiros são os Teus caminhos –“No dia do juízo final, toda alma perdida compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e sua real significação será vista por todo espírito que foi cegado pela transgressão. Ante a visão do Calvário com sua misteriosa Vítima, achar-se-ão condenados os pecadores. Toda falsa desculpa será banida. A apostasia humana aparecerá em seu odioso caráter. Os homens verão p que foi sua escolha. Toda questão de verdade e de erro, na longa controvérsia, terá então sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus, nenhum motivo de desafeto. Quando os pensamento de todos os corações forem revelados, tanto os leais como os rebeldes se unirão em declarar: ‘Justo e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. …’ “ – O Desejado de Todas as Nações, p. 48.

15:4 Quem não te temerá, Senhor, e não glorificará o teu nome? Pois só tu és santo; por isso todas as nações virão e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.

15:5 Depois disto olhei, e abriu-se o santuário do tabernáculo do testemunho no céu;

15:6 e saíram do santuário os sete anjos que tinham as sete pragas, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos, à altura do peito com cintos de ouro.

15:7 Um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira do Deus que vive pelos séculos dos séculos.

15:8 E o santuário se encheu de fumaça pela glória de Deus e pelo seu poder; e ninguém podia entrar no santuário, enquanto não se consumassem as sete pragas dos sete anjos.

“Ninguém podia entrar no santuário”: o fim da mediação (tempo da graça) – “A Santa Bíblia diz que ‘aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo’ (Hebreus 9:27). Apocalipse 15:7, 8 diz que quando os sete anjos receberam as ‘sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus’, o santuário onde Jesus intercede durante o juízo ‘se encheu de fumaça, procedente da glória de Deus e do Seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos’, o que nos sugere que então haverá passado o tempo da graça e preparação; já não haverá acesso ao trono da graça.” – SRA/EP, p. 113.

“Vi então que Jesus não abandonaria o lugar santíssimo sem que cada caso fosse decidido, ou para a salvação ou para a destruição; e que a ira de Deus não poderia manifestar-se sem que Jesus concluísse Sua obra no lugar santíssimo, depusesse Seus atavios sacerdotais, e Se vestisse com vestes de vingança. Então Jesus sairá de entre o Pai e os homens, e Deus não mais silenciará, mas derramará Sua ira sobre aqueles que rejeitaram Sua verdade… .

“Vi que os quatro anjos segurariam os quatro ventos até que a obra de Jesus estivesse terminada no santuário, e então viriam as sete últimas pragas.” – Primeiros Escritos, p. 36, citado em LES893, p. 126

“Deixando Ele o santuário, as trevas cobrem os habitantes da Terra. Naquele tempo terrível os justos devem viver à vista de um Deus santo, sem intercessor.” – O Grande Conflito, p. 620.

O tempo da graça terminará de maneira repentina e inesperada – “Foi mostrado a João que antes do derramamento das pragas o templo celestial ficará tão cheio da glória de Deus que ninguém poderá penetrar ali (Apoc. 15:8). Isto significa que Cristo, nosso Mediador, terminará o Seu ministério antes que caiam as sete últimas pragas.

“Se Deus revelasse a data do fim do tempo da graça, milhões de pessoas só O serviriam por ficarem com medo. Serviriam ao próprio eu e ao mundo até o último momento, quando se veriam forçados a emendar-se para poupar a vida.” – LES893, p. 128.

“Quando findar o tempo da graça, isto dar-se-á repentina e inesperadamente – numa ocasião em que menos se espera. Mas podemos ter hoje um registro limpo no Céu e saber que Deus nos aceita; e, finalmente, se formos fiéis, seremos levados para o reino celestial.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 989, citado em LES893, p. 128.

 

Abreviaturas utilizadas

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.



APOCALIPSE 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de janeiro de 2022, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO APOCALIPSE 14 – Primeiro leia a Bíblia

APOCALIPSE 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

APOCALISE 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

APOCALIPSE 14 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



APOCALIPSE 14 by Jobson Santos
5 de janeiro de 2022, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/14

Apocalipse 14 apresenta três anjos cujas mensagens traçam uma linha entre os seguidores da besta e os seguidores do Cordeiro. Eles são o apelo final de Deus ao planeta Terra antes que Jesus venha, com a foice na mão, colher os habitantes da terra.

Se em Apocalipse 13 os adoradores da besta recebem a marca da besta, em Apocalipse 14 os adoradores de Deus recebem o Seu selo. Tanto o selo como a marca indicam propriedade, sendo assim sinais de lealdade. Os que recebem o selo de Deus são os que guardam os mandamentos (Ap. 14:12), portanto obedecem a Deus, adoram ao Criador. Já os que recebem a marca da besta, devotam sua obediência a ela, adoram a criatura.

É importante observar que o apelo à adoração a Deus é dado no contexto da chegada da hora do juízo (Ap. 14:7), portanto é uma questão de vida ou morte. Além disso, a linguagem utilizada é a de Êxodo 20:11, “Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas”. É revelada assim a importância de adorar ao Criador no Sábado, o dia em que o Criador escolheu e santificou após a criação.

Como você tem adorado ao Criador? De acordo com o seu gosto ou conforme a vontade de Deus?

Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1427
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



APOCALIPSE 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de janeiro de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

1429 palavras

1 Cento e quarenta e quatro mil. A repetição de doze vezes o número doze mil (Ap 7:5-8) pode sugerir que o principal objetivo desta passagem não é revelar o número preciso dos selados, mas, sim, mostrar sua distribuição entre as tribos do Israel espiritual. Os 144 mil são apresentados aqui como aqueles que conseguem “suster-se” em meio aos terríveis acontecimentos que precedem a segunda vinda (ver com. de Ap 6:17). Eles têm o “selo do Deus vivo” (Ap 7:2) e são protegidos num período de destruição universal, como aqueles que possuíam a marca na visão de Ezequiel (Ez 9:6). … O conselho a seguir pode ser oportuno: “Não é vontade dEle [de Deus] que entrem em conflito sobre questões que não os ajudarão espiritualmente, como quem compõe o grupo dos 144 mil. Sem dúvida de dúvida, os eleitos de Deus terão essa informação dentro de pouco tempo” (Ellen G. White, Material Suplementar sobre Ap 14:1-4; cf. PR, 189). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 867.

3 Ninguém pôde aprender. A experiência é de natureza tão pessoal que somente aqueles que passam por ela são capazes de apreciar seu significado. Para eles, o cântico é uma síntese abrangente das experiências que vivenciaram nas etapas finais do grande conflito. CBASD, vol. 7, p. 913.

4 Macularam. A referência, neste caso, é figurada e trata da mácula trazida por relações ilícitas. … a união de elementos religiosos, simbolizados por “mulheres”, exercerá forte pressão sobre os santos, a fim de que renunciem a lealdade a Deus e a Seus mandamentos, para se unir à besta (ver com. de Ap 16:14; 17:2, 6). Qualquer concessão implicaria uma mácula. CBASD, vol. 7, p. 913, 914.

Mulheres. A figura da mulher é usada com frequência nas Escrituras para representar a igreja. Uma mulher pura simboliza a mulher verdadeira, e uma mulher imoral, a igreja apóstata (ver com. de Ap. 12:1). A igreja de Roma e as várias igrejas apóstatas que segurem seus passos são simbolizadas por uma mulher impura e suas filhas (ver com. de Ap. 17:1-5). Sem dúvida, é a essas igrejas que o profeta se refere aqui. CBASD, vol. 7, p. 914.

Castos. Uma vez que toda a passagem é metafórica, a castidade literal, masculina ou feminina, não é o assunto em questão. Caso fosse, este versículo estaria em contradição a outros que defendem o casamento e a relação conjugal (ver com. de 1Co 7:1-5). Os santos são chamados de castos, por não terem se relacionado com a Babilônia (ver com. de Ap 18:4). Eles recusaram qualquer ligação com a Babilônia e suas filhas quando estas se tornaram agentes de Satanás em seu esforço final para erradicar os santos (ver com. de Ap 13:15). Eles não foram maculados por se associarem a esta união de elementos religiosos agrupados por Satanás, embora talvez houvessem pertencido, no passado, a um dos vários grupos então amalgamados. CBASD, vol. 7, p. 914.

5 Mentira. O evangelho de Jesus Cristo transforma o pecador errante em alguém sem falsidade, engano e pecado. CBASD, vol. 7, p. 915.

7 Temei. Do gr. phobeõ, “temer”, “reverenciar”. Phobeõ é usado aqui não no sentido de ter medo de Deus, mas de se achegar a Ele com reverência e respeito. Comunica a ideia de lealdade absoluta ao Senhor, de rendição total a Sua vontade (ver com. de Dt 4:10). CBASD, vol. 7, p. 915.

Juízo. Os adventistas do sétimo dia entendem que este juízo começou em 1844 e é representado, em tipo, pela purificação do santuário terrestre (ver com. de Dn 8:14). A referência não é ao juízo executivo por ocasião da volta de Cristo, quando todos receberão a recompensa. Isso fica claro porque as três mensagens angélicas (Ap 14:6-12) precedem a segunda vinda de Cristo (v. 14). Além disso, a mensagem ligada ao juízo é acompanhada de um apelo e uma advertência, os quais revelam que o dia final ainda não chegou. Os seres humanos ainda podem se voltar para Deus e escapar da ira vindoura. CBASD, vol. 7, p. 916.

Adorai. A adoração a Deus contrasta com a adoração à besta (Ap 13:8, 12) e a sua imagem (v. 15). CBASD, vol. 7, p. 916.

Fez o céu, e a terra. O Criador do universo é o único digno de adoração. Nenhum ser humano ou anjo é digno de receber culto. Trata-se de uma prerrogativa exclusivamente divina. … O apelo para adorar a Deus como criador vem numa hora crucial, uma vez que a pregação da primeira mensagem angélica foi seguida pela rápida disseminação da teoria da evolução. Além disso, o chamado para adorar a Deus como criador de todas as coisas implica que se dê devida atenção ao memorial da criação divina: o sábado (ver com. de Êx 20:8-11). Se o sábado tivesse sido guardado como Deus planejou, teria servido de salvaguarda contra a infidelidade e a ideia da evolução (ver At 14:15; PP, 336). CBASD, vol. 7, p. 916.

8 Seguiu-se. Do gr. akoloutheõ, “acompanhar”, “seguir”. … O segundo anjo segue o primeiro cronologicamente, mas também é verdade que o primeiro anjo continua seu ministério quando o segundo anjo se une a ele. CBASD, vol. 7, p. 916.

Caiu, caiu. A profecia da queda de Babilônia tem seu cumprimento final no afastamento, por parte do protestantismo como um todo, da pureza e simplicidade do evangelho … . Essa mensagem foi pregada primeiro pelo movimento adventista conhecido como milerismo, no verão de 1844, sendo aplicada às igrejas que rejeitaram a mensagem do primeiro anjo a respeito do juízo … . A mensagem terá cada vez mais relevância à medida que o fim se aproxima e chegará ao cumprimento completo com a união dos vários elementos religiosos sob a liderança de Satanás … A mensagem de Apocalipse 18:2 a 4 anuncia a queda completa de Babilônia e chama todo o povo de Deus disperso em meios aos vários grupos religiosos que formam Babilônia a se separar dela. CBASD, vol. 7, p. 917.

Beber. A expressão … sugere coerção. Elementos religiosos pressionarão o estado secular a fazer cumprir os decretos de Babilônia. CBASD, vol. 7, p. 919.

Vinho da fúria. … não é fúria nem furor que Babilônia oferece ao dar vinho às nações. Ela argumenta que o tomar seu vinho levará paz às nações (ver com. de Ap 13:12). Todavia, isso acaba acarretando a ira de Deus sobre os seres humanos. CBASD, vol. 7, p. 919.

Prostituição. Imagem da conexão ilícita entre a igreja e o mundo, ou entre a igreja e o estado secular. A igreja deve se casar com seu Senhor; mas, quando ela procura apoio do estado, deixa seu cônjuge legítimo. Por meio de seu novo relacionamento, comete prostituição espiritual (comparar com Ez 16:15; Tg 4:4). CBASD, vol. 7, p. 919.

10 Fogo e enxofre. Ao que tudo indica, a figura é extraída de Isaías 34:9, 10 (ver com. ali). Fogo e enxofre são mencionados na destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19:24). CBASD, vol. 7, p. 920.

11 Pelos séculos dos séculos. Do gr. eis aiõnas aiõnon, literalmente, “até idades das idades”. … A expressão composta indica que o tormento durará certo período. Não será infindável, como esclarecem outras passagens bíblicas que revelam que o destino final dos ímpios será a aniquilação (ver Mt 10:28; Ap 20:14). CBASD, vol. 7, p. 920.

Descanso. Do gr. anapausis, “interrupção”, “refrigério”. O sentido é que, ao longo de toda a duração do castigo que continuará até a morte, não há relaxamento. CBASD, vol. 7, p. 923.

12 Perseverança. Do gr. hupomone (ver com de Rm 5:3). A tradução mais adequada aqui seria “resistência constante”. O contexto chama a atenção para a terrível luta coma  besta e sua imagem.  … Em meio a tudo isso, o remanescente fiel resiste constantemente e mantém sua integridade. Sua firmeza será aprovada pelo Céu. CBASD, vol. 7, p. 923.

Guardam os mandamentos de Deus. Esta declaração é significativa no contexto. Cativado pelas ilusões de Satanás, o mundo se prostrará diante da besta e de sua imagem, e obedecerá a seus decretos (ver com. de Ap. 13:8). Por sua vez, os santos se recusarão a cumprir as ordens. Eles guardam os mandamentos de Deus. O maior ponto de controvérsia girará em torno do quarto mandamento. … Nessa hora de crise, aqueles que se apegaram à Bíblia se recusarão a deixar a observância do sábado verdadeiro. CBASD, vol. 7, p. 923.

20 Freios dos cavalos. Uma metáfora que expressa o grande e completo extermínio das hostes do mal [Até à altura dos freios dos cavalos/ até o peitoral dos cavalos]. CBASD, vol. 7, p. 925.

Seiscentos estádios. Cerca de 300 km. É o tamanho aproximado da Palestina, de norte a sul. Bíblia de Estudo Andrews.

Não parece haver uma explicação para este número (1.600). Jerônimo achava que podia ser uma alusão ao tamanho da Palestina. No entanto, a hipótese não passa de especulação e pouco acrescentaria ao entendimento da passagem. A ideia principal é que os inimigos da igreja de Deus serão, afinal, derrotados por completo. Logo, a igreja pode esperar com expectativa o livramento pleno de todos os seus inimigos e o alegre triunfo do reino de Deus. CBASD, vol. 7, p. 925.

Veja mais comentários sobre Apocalipse 14 em Apocalipse 14 – Comentários Adicionais

 

 



Apocalipse 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de janeiro de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (v.12).

O livro de Apocalipse está repleto de citações do Antigo Testamento. Textos dos livros históricos, dos Salmos e dos profetas compõem este livro como um grande quebra-cabeças, cujas peças revelam o seu perfeito encaixe àqueles que servem a Deus (Ap.1:1). Só neste capítulo, existem referências dos livros dos profetas Ezequiel (Ez.9:4), Sofonias (Sf.3:13), Isaías (Is.21:9; 51:17; 34:10; 63:3), Daniel (Dn.7:13) e Joel (Jl.3:13), além da referência ao livro de Gênesis (Gn.19:24). Certamente, este é um recado seguro de que “toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16) e que, de Gênesis a Apocalipse, é a grande carta de Deus para a humanidade. Com base nisso, compreenderemos melhor o sentido da expressão “evangelho eterno” (v.6) contida na mensagem do primeiro anjo.

Na sequência da visão das duas bestas, João viu a vitória do Cordeiro e dos 144 mil, todos os que serão achados imaculados, que não se contaminaram “com mulheres” (v.4), ou seja, que não se uniram aos falsos adoradores. Mesmo que Satanás aja por meio das suas instrumentalidades humanas, seguramente haverá livramento para o derradeiro remanescente de Deus e cumprir-se-á a profecia do salmista: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios. Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada” (Sl.91:7-9). Nem toda a cólera do inimigo será capaz de destruir aqueles “que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (v.4). Aquele que faz de Deus a sua morada, “o Maligno não lhe toca” (1Jo.5:18).

Resta, portanto, um povo que, semelhante aos patriarcas, são mordomos de uma verdade presente para o tempo do fim: as três mensagens angélicas. A mensagem do primeiro anjo possui três características intrínsecas: urgência, abrangência e autoridade. O fato de ser “um evangelho eterno” (v.6), como vimos, nos diz que se trata do mesmo evangelho de graça transmitido a Adão, Noé, Abraão, Jacó, Davi e a toda a raça humana através do plano da salvação em Cristo, antes mesmo da fundação do mundo (Ap.13:8), para fins eternos após a recriação da Terra (Ap.21:1). Analisemos a primeira voz:

1. “Temei a Deus”: Tanto Jó quanto Salomão chegaram à seguinte conclusão: Temer a Deus = sabedoria (Jó 28:28; Pv.9:10). Tem a ver com o aspecto mental do ser humano, com dedicar a Deus um “culto racional” (Rm.12:1);
2. “dai-Lhe glória”: Jesus disse que nós somos “a luz do mundo” (Mt.5:14). Mas com que propósito? Ele mesmo declarou: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16). Fé e obras andam juntas na vida do cristão que entende que nada do que faça ou deixe de fazer é resultado dele mesmo, mas é obra do Espírito Santo, a fim de que sua vida seja tão somente um farol que aponta para a glória de Deus. A expressão “pois é chegada a hora do Seu juízo” (v.7) também nos lembra de que seremos julgados segundo as nossas obras e que as nossas escolhas de agora definirão o nosso destino eterno (Ap.22:11-12). Trata-se, portanto, do aspecto físico, do que as obras de nossas mãos revelam ao mundo (1Co.10:31);
3; “adorai”: É o aspecto espiritual através da junção dos três aspectos. Como seres holísticos, não podemos separar o espiritual do intelecto e nem do nosso corpo, que, por sinal, “é santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19). Faz parte da adoração o tudo de nós em resposta ao tudo de Deus. E a referência a Deus como Criador aponta para o relato de Gênesis e para o mandamento esquecido (Êx.20:8-11).

O recado do segundo anjo, podemos dizer de uma forma popular, foi curto e grosso: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (v.8). A queda da Babilônia espiritual é previamente decretada pela justiça divina e é inevitável. Assim como o antigo império ostentava um orgulho indestrutível e foi destruído num só dia, o falso sistema de adoração dos últimos dias, “mãe das meretrizes e das abominações da terra” (Ap.17:5), ostentará uma posição inabalável. Mas quão terrível será a sua queda! O convite do Senhor aos Seus filhos que ainda se encontram enredados pelas apostasias da Babilônia espiritual é urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).

A mensagem do terceiro anjo é, sem dúvida, a mais relevante para os nossos dias. É um recado de juízo sobre “os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome” (v.11). Apesar de estar escrito como uma sentença, não deixa de ser também uma advertência a fim de que os fiéis servos de Deus saiam das fileiras do inimigo e avancem com perseverança no caminho estreito. E “aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (v.12). Vimos que o papado, aliado aos Estados Unidos, estabelecerá uma marca sobre os seus seguidores. Vimos também que tal marca tem a ver com uma falsa adoração. Leis serão estabelecidas a fim de instituir o domingo como o dia de guarda (sob o manto de causas legítimas) e todos os que se recusarem a aderi-las, serão perseguidos e considerados inimigos do bem comum. A guarda dos mandamentos, incluindo o sábado do sétimo dia, o mandamento de Deus em forma de selo (Ez.20:12 e 20), caracterizará os santos dos últimos dias como uma marca distintiva da verdadeira adoração.

Meus irmãos, estamos às vésperas da última ceifa. Dentro em breve, será decretada a ordem: “Toma a Tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu” (v.15). Teríamos muito mais a falar a respeito das três mensagens e como elas apontam para o breve cumprimento da derradeira promessa. Cumpre-nos, portanto, investigarmos por nós mesmos, com humildade e espírito de oração, estas verdades tão cruciais para o nosso tempo. Do “santuário, que se encontra no Céu” (v.17), Jesus virá com todos os Seus anjos para buscar aqueles que têm “na fronte o Seu nome e o nome de Seu Pai” (v.1). Que, pela graça e misericórdia de Deus, façamos parte daquele inumerável coral que entoará um cântico novo! E ainda que venhamos a descansar antes do cumprimento da promessa, “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor” (v.13). Confiemos, amados, pois Quem fez a promessa é fiel: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos perseverantes!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



APOCALIPSE 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de janeiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

APOCALIPSE 14 – Política, social, econômica e religiosamente as nações viverão um furacão. A perversidade, a imoralidade e a corrupção irão virar a sociedade de pernas para o ar. A baderna e a confusão estão apenas começando, o alvo de Satanás é avançar.

Apesar disso, Deus está no controle da história da humanidade que está vivendo num terrível conflito. Ele a conduzirá a um fim glorioso. E, todo aquele que estiver ao Seu lado sairá vitorioso.

A adoração é crucial na questão religiosa. Ela está presente em todas as culturas, porém, maioritariamente falsa. Para não errar neste ponto crucial, é importante reavivar nosso aspecto espiritual baseando-se na Palavra de Deus.

Segundo Grant R. Osborne, o capítulo em pauta possui três tópicos:
1. Canção dos 144.000 (vs. 1-5);
2. Mensagem dos três anjos (vs. 6-13);
3. Ceifando a terra (vs. 14-20).

Os versículos iniciais proveem segurança e recompensa aos fieis, os versículos do meio apresentam a mensagem que deve ser entregue ao mundo no tempo do fim, e, os versículos finais apresentam a ação de Deus em favor de suas fieis testemunhas: O advento de Cristo.

Que mensagem deve ser proclamada com toda força no tempo do fim? Mensagem do…
• …primeiro anjo: O evangelho eterno (boas-novas de salvação) pregado no Antigo quanto no Novo Testamento, o qual deve alcançar todas as culturas e raças, cujo conteúdo é um convite a reverenciar ao verdadeiro Deus Criador – o motivo é que desde 1844 Jesus deu início ao juízo investigativo.
• …segundo anjo: A grande Babilônia espiritual caiu, fisicamente e moralmente; desde 1798 seu poder definhou. Refere-se ao poder religioso que se opôs aos verdadeiros cristãos e trouxe confusão religiosa ao prostituir-se doutrinariamente embriagando-se com doutrinas demoníacas.
• …terceiro anjo: É um apelo para cada indivíduo não ceder à pressão do dragão (Satanás) que usará poder político (Estados Unidos) e religioso (Catolicismo romano) para forçar todos a saírem da adoração teocêntrica para antropocêntrica. O apelo inclui ameaça para intentar despertar pelo menos alguns indiferentes.

Os fieis perseverantes nos mandamentos de Deus e dependentes de Cristo serão recolhidos no Céu.

Certa vez, uma senhora disse que os mandamentos de Deus foram substituídos pelos mandamentos de Jesus. Quando mostrei esse texto, ela disse não querer nada com Apocalipse. Pensei: “Infelizmente será enganada!”

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.