Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 19 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de janeiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

APOCALIPSE 19 – O tempo do fim está quase chegando ao fim. A vitória de Cristo será justa e completa. O mal está com os dias contados. O caos será eliminado e a pressão contra o povo de Deus deixará de existir.

“Os cinco primeiros versículos do capítulo 19 constituem o clímax apropriado da extensa seção que trata da queda de Roma e que se iniciou em 17:1. O júbilo celestial irrompe no marcado contraste com os solenes lamentos dos reis, mercadores e gente do mar cujos impérios econômicos afundaram-se com o colapso da capital imperial” (Robert H. Mounce).

Leia o contexto e depois retorne para este texto. Observe cada um destes pontos do capítulo:
1. Uma multidão no Céu canta para exaltar a salvação, a glória e o poder de Deus (vs. 1-3);
2. Os 24 anciãos no Céu e os quatro seres viventes se prostram e adoram a Deus com “Améns” e “Aleluias” (v. 4);
3. Uma voz celestial convida os salvos da Terra a unir-se em celebração com o Criador e Redentor com alegria e empolgação na maior de todas as festas, as bodas do Cordeiro (vs. 5-8);
4. Os participantes serão aqueles que tiveram atos de justiça porque se cobriram com o manto da justiça de Cristo ao acreditar nas Palavras de Deus e servi-Lo corretamente (vs. 8-10);
5. João e seus leitores são conduzidos à cena do segundo advento de Cristo em glória e vitória (vs. 11-16), assim como o primeiro cavaleiro na abertura do primeiro selo (6:1-2);
6. A derrota das hostes dos mal foi drasticamente revelada nos versículos 17-21 como um banquete das aves de rapina.

Observe esta história: Um adolescente foi desafiado por um professor a resumir o livro do Apocalipse em apenas uma frase. O adolescente rapidamente lhe respondeu:
– Isso é muito fácil!
Intrigado, apreensivo e curioso pela frase do menino, o professor indagou-lhe pela resposta. O qual, com tranquilidade e firmeza declarou:
– A frase é: Jesus vencerá!Certamente, a igreja, a noiva de Cristo, verá a derrota de todos os seus adversários que a afligiram com perseguição e opressão. E, então, os salvos experimentarão da vitória do Seu Salvador!

· Você crê nisso?
· Está se preparando para celebrar a vitória de Cristo?

Oremos juntos: “Senhor, consagra-nos” – Heber Toth Armí



APOCALIPSE 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de janeiro de 2022, 0:30
Filed under: Sem categoria

5065 palavras

Júbilo no Céu – A volta de Cristo

“…[Em Apoc. 19,] os livros de Daniel e Apocalipse, com seus numerosos aspectos proféticos, atingem o clímax. As esperanças do povo de Deus, que às vezes têm sido débeis, serão recompensadas. Por exemplo, a promessa de Daniel 2:44: ‘Nos dias destes reis, o Deus do Céu suscitará um reino que não será jamais destruído’, cumprir-se-á finalmente. O reino será dado ‘ao povo dos santos do Altíssimo; o Seu reino será reino eterno’ (Dan. 7:27). Quando Cristo vier estabelecer esse reino, ‘todo olho O verá… E todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele’ (Apoc. 1:7).

“Apocalipse 19 fala de júbilo e de lamentação. Anjos e santos, e mesmo uma voz procedente do trono, regozijam-se ao terminar o juízo que precede o Segundo Advento e ao serem postas em execução do tribunal celeste. Será destruída toda apostasia e todos os apóstatas dos últimos dias. Deus será vindicado ao executar Suas decisões finais, com base nas escolhas que as pessoas fizeram no tocante à lealdade e adoração. Ele realizou tudo que era possível para salvar toda pessoa que já viveu neste mundo. Enviou Seu Filho – o Cordeiro de Deus – que então voltará como REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.

Você é convidado para a ceia. As duas ceias de que fala Apocalipse 19 representam o destino final das duas classes de pessoas que vivem sobre a Terra. Todo ser humano tem nesta vida a escolha de cear com Cristo ou de ser rejeitado eternamente.” – LES893, p. 149.

“Em realidade, no Apocalipse se fala de duas ceias: uma é a grande ceia de Deus, que se refere ao castigo dos ímpios, e a outra é a ceia do Cordeiro, que se refere à recompensa dos fiéis.” – SRA/EP, p. 134.

“Apocalipse 19 apresenta dois destinos possíveis para os habitantes da terra. Se o destino dos perdidos parece ser severo, devemos lembrar-nos de que eles o escolheram. A oposição a Deus não poderá prosseguir indefinidamente. O dilúvio do tempo de Noé nos diz isto. Em Seu amor Deus salva; em Seu amor Ele destrói. Visto que ‘Deus é amor’, todos ainda são convidados para a ceia das bodas do Cordeiro.” – LES893, p. 158 e 159.

19:1 Depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma imensa multidão, que dizia: Aleluia! A salvação e a glória e o poder pertencem ao nosso Deus;

Depois destas coisas – “O capítulo 19 começa com as palavras: ‘Depois destas coisas.’ Após a visão relatada nos dois capítulos anteriores, João ouviu cânticos de regozijo no Céu depois do julgamento da meretriz e dos que haviam participado nos seus enganos e aceito suas falsas doutrinas. A primeira parte do capítulo é o clímax do que o apóstolo acabara de ver. Ele também deve ter prorrompido em cânticos naquela solitária ilha de Patmos ao ouvir a gloriosa antífona de louvor celestial.” – LES893, p. 150.

Aleluia! (versos 1, 3, 4 e 6) – “Aleluia provém do hebraico halelu-Yah – uma combinação de duas palavras. A primeira significa ‘louvar’, e a segunda é uma forma abreviada de ‘Yaweh’. Este é o único lugar em que essa palavra aparece no Novo Testamento. O Universo inteiro se une em aclamar o direito de Deus à soberania universal.’ – SDABC, vol. 7, pág. 871. ‘Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás.’ – O Grande Conflito, pág. 679.” – LES893, p. 150.

19:2 porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.

Verdadeiros e justo são os Seus juízos – “Por ocasião da Segunda Vinda, os verdadeiros e justos juízos de Deus serão vistos claramente por todo o Universo. E serão vistos mais claramente ainda depois do exame dos registros dos ímpios durante o Milênio e após o testemunho pessoal que Satanás dará da justiça de Deus, fora da Nova Jerusalém, no fim do Milênio. (Ver O Grande Conflito, pág. 677.) Por toda a eternidade serão cantadas antífonas de louvor a Deus. Todos estarão plenamente convictos de que Deus é tudo que Sua Palavra declara que Ele é.” – LES893, p. 151.

“Querendo ou não, fazemos parte do reino de Deus. Alguns estão em estado de rebelião, outros são cooperadores. Nosso envolvimento pessoal e coletivo nas tarefas do reino fica registrado nas crônicas do santuário celestial. Como o árbitro moral do Universo, Deus tem o direito de nos avaliar e julgar, baseado nos registros. É claro que Ele não necessita dos registros, mas os seres de Seu reino cósmico deles necessitam para poder louvar a Deus pelos Seus justos juízos (Apoc. 19:1-5).” – LES963, lição 4, p. 4A.

Fim do julgamento – “O figurado clamor dos mártires era o seguinte: ‘Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a Terra?’ Apoc. 6:10. O seu julgamento ocorreu então no Céu. Enquanto ainda se achavam na sepultura, ‘a cada um deles foi dada uma vestidura branca’ (verso 11). Só podem ser dadas vestiduras brancas a pessoas falecidas no sentido de serem declaradas justas em virtude de sua relação com Cristo por ocasião da morte. A concessão das vestiduras aos mártires muitos anos depois de sua morte representa o julgamento dos mortos que precede o Segundo Advento.

“A segunda parte da oração dos mártires só será atendida quando Deus vingar a morte deles. Ao julgar e punir ‘Babilônia’ (Apocalipse 17 e 18), o Senhor vingará a morte dos mártires. Por esta razão, o júbilo relatado em Apocalipse 19:2 menciona o completo cumprimento da oração dos mártires. ‘Pois julgou a grande meretriz… , e das mãos dela vingou o sangue dos Seus servos.’

“Apocalipse 19 foi escrito do ponto de vista da conclusão do juízo que precede o Segundo Advento. Olhando para trás, santos e anjos louvam ao Senhor pelas decisões do tribunal celestial e por executar essas decisões punindo a Babilônia espiritual.” – LES893, p. 152.

19:3 E outra vez disseram: Aleluia. E a fumaça dela sobe pelos séculos dos séculos.

Fumaça…pelos séculos dos séculos – “A expressão de que ‘a sua fumaça sobre pelos séculos dos séculos’ (Apoc. 19:3) é extraída da profecia de Isaías sobre a destruição de Edom (Isa. 34:10). Indica o total extermínio dos ímpios. Isto é confirmado pelo fato de que os elementos que compõem a ‘cidade’ da Grande Babilônia são punidos e destruídos aqui na Terra, a mesma Terra que Deus irá recriar (II S. Ped. 3:12 e 13). Ver também Apoc. 20:14 e 15; Prov. 11:31; S. Judas 7; Apoc. 21:1 e 5.) –LES893, p. 151.

19:4 Então os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus que está assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!

19:5 E saiu do trono uma voz, dizendo: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.

19:6 Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso.

               

19:7 Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou,

Louvor – “Os versos 1 a 7 constituem um arranjo coral composto de duas antífonas e dois responsos: 1)Nos versos 1 a 3, uma grande voz no Céu introduz o tema do cântico, atribuindo honra e justiça a Deus por haver punido Babilônia. 2) No verso 4, os ‘seres viventes’ e os ‘anciãos’ respondem de modo afirmativo. 3) No verso 5 uma voz procedente do trono convida todos os súditos leais, por todo o Universo, a reconhecerem em conjunto a verdade do tema. 4) Nos versos 6 e 7, o Universo inteiro se une em aclamar o direito de Deus à soberania universal. Este hino de louvor está em acentuado contraste com o canto fúnebre no capítulo 18, versos 10-19.” – SDABC, vol. 7, p. 871, citado em LES893, p. 151.

“Nem todos os eruditos concordam com isso. Alguns acham que a unidade que expressa agradecimentos pela destruição da Grande Babilônia está contida nos versos 1 a 5; outros restringem-na aos versos 1 a 4. Os versos 5 a 10 ou 6 a 10 se relacionam com “A Ceia das Bodas do Cordeiro”.

Louvor pela redenção. A ênfase não está nos remidos louvando a Deus por punir pessoas iníquas, como se o sofrimento dos ímpios lhes desse prazer. O Criador não tem prazer na morte dos ímpios (Ezeq. 33:11; 18:30-32), nem as hostes angélicas e os remidos. A passagem não chama nossa atenção para indivíduos, mas para todo o sistema do mal e da apostasia que ‘corrompia a Terra’. Além disso, a passagem relembra o apelo de milhões de mártires que foram cruelmente destruídos, embora não fossem culpados de nenhum crime. (Ver Apoc. 6:10.)

“A idéia central desses ‘Aleluias’ é que por fim foi executada a justiça divina e os culpados receberam o que mereciam. Foram enaltecidos os princípios da justiça, e demonstrado o fato fundamental expresso em Isaías 3:10 e 11.” – LES893, p. 151.

“Os primeiros oito versículos do cap. 19 de Apocalipse transcrevem um gozo sublime e uma alegria espetacular com aleluias e louvores ao Cordeiro, que venceu e recuperou todos os poderes usurpados pelo inimigo; acabou com as artimanhas e instrumentos de Satanás e, havendo reivindicado a Deus perante o Universo, vem ao encontro de Sua igreja, com quem haverá de unir-Se para sempre. Então nos levará à casa do Pai, onde terá lugar a grande ceia das bodas do Cordeiro. Sem dúvida será a maior e mais emocionante festa havida no Universo. Pensando neste dia Jesus declarou: ‘E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, no reino de Meu Pai’ (São Mateus 26:29).” – SRA/EP, p. 137.

Bodas do Cordeiro: juízo – “As bodas do Cordeiro são o juízo que precede o Segundo Advento. Apocalipse 19:7 e 8 possibilita a determinação do tempo e da natureza das ‘Bodas do Cordeiro’.” – LES893, p. 152.

Bodas do Cordeiro – “Roy Allan Anderson, em seu livro ‘O Apocalipse Revelado’, nos diz que nos ajudará muito na compreensão desta figura profética o termos alguma noção de como eram as bodas ou casamentos orientais. Normalmente havia cinco momentos importantes: 1) O compromisso matrimonial, que tinha muito mais seriedade do que tem hoje no Ocidente; 2) o pagamento do dote matrimonial; 3) o período de preparação pessoal da noiva para as bodas, durante o qual o noivo preparava o lar; 4) a cerimônia das bodas, que não se realizava na igreja, como o fazemos hoje. Consistia em uma cerimônia simples, quando o noivo dava seu reconhecimento público do pedido de casamento, punha sua capa nos ombros da noiva, enquanto o cortejo se encaminhava para o lugar da festa; 5) a festa, normalmente na casa do pai do noivo.” – SRA/EP, p. 135.

“Em Cristo fomos escolhidos desde a eternidade. Durante os tempos do Velho Testamento as bodas foram anunciadas. Mas foi quando Jesus Se encarnou que se concretizou o compromisso da parte do Senhor.” – SRA/EP, p. 135.

Bodas do Cordeiro no futuro – “A relação de Cristo com Seu povo é representada na Bíblia pela união matrimonial (ver Isa. 54:5; Jer. 3:14; II Cor. 11:2). Por que, então, o livro do Apocalipse apresenta o casamento do Cordeiro como estando no futuro (Cap. 19:7)? É evidente que um símbolo pode ser adaptado a circunstâncias diferentes, e deve ser interpretado em harmonia com o seu contexto especial.

“Provavelmente a razão para esse novo casamento entre Cristo e Seu povo é a de que em Apocalipse 19 a ênfase está na condição restaurada e na nova relação na eternidade sem pecado prestes a começar.

“O fato de que a Nova Jerusalém é retratada como a noiva ou esposa do Cordeiro (Apoc. 21:9 e 10) denota que o Seu ‘casamento’ realizar-se-á no Céu, na conclusão do juízo que precede o Advento, pois será então que Cristo receberá Seu reino e domínio eterno (Dan. 7:14), simbolizados pela Nova Jerusalém. Naturalmente, também receberá os santos de ’todos os povos, nações e línguas’, que nesse juízo foram considerados dignos de fazer parte do Seu reino eterno (Dan. 12:1; Mal. 3:16-18). Ver O Grande Conflito, págs. 426 e 427.” – LES893, p. 153.

Noiva – “Declara-se que a noiva é a cidade santa, A Nova Jerusalém, porque essa cidade constitui o lar dos remidos. A idéia de uma ‘cidade’ ou ‘igreja’ só pode ser significativa se levarmos em consideração as pessoas de que ela se compõe. A ‘esposa’ do Cordeiro (Apoc. 19:7) são os ‘santos’ que recebem o ‘linho finíssimo’ (verso 8.)

“Nas Escrituras, o símbolo da noiva ou esposa é usado em mais de um sentido. Comumente, esse símbolo representa a Igreja de Deus. Em Apocalipse 21, a cidade é apresentada como sendo a noiva para possibilitar a figura de um casamento em que os convidados são o povo de Deus. Noutra parte é declarado que os santos constituem a esposa do Cordeiro (Apoc. 19:7 e 8; comparar com Isa. 52:1).

O casamento que precede o Segundo Advento – “A proclamação: ‘Aí vem o Esposo!’, feita no verão de 1844, levou milhares a esperar o imediato advento do Senhor. No tempo indicado o Esposo veio, não para a Terra, como o povo esperava, mas ao Ancião de dias, no Céu, às bodas, à recepção de Seu reino. ‘As que estavam preparadas entraram com Ele para as bodas e fechou-se a porta.’ Elas não deveriam estar presentes, em pessoa, nas bodas; pois que elas ocorrem no Céu, ao passo que elas estão na Terra. Os seguidores de Cristo devem esperar ‘o seu Senhor, quando Houver de voltar das bodas’. S. Lucas 12:36. Mas devem compreender o trabalho de Cristo e segui-Lo, pela fé, ao ir Ele perante Deus. É neste sentido que se diz irem elas às bodas.” – O Grande Conflito, p. 427.

O duplo significado de “Casamento” – “A palavra grega usada em S. Mateus 25:10 (gamos) pode significar ‘cerimônia de casamento’ ou ‘festa de casamento’. Em 1844, as pessoas representadas pelas cinco virgens prudentes entraram com Cristo, pela fé, na cerimônia de casamento – o juízo que precede o Segundo Advento. A mesma parábola se aplica à Segunda Vinda de Jesus, quando os que estiverem preparados (as cinco virgens prudentes) serão levados ao lar do Noivo para a ceia das bodas do Cordeiro.” –

19:8 e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos.

Linho fino: preparação da noiva – “A preparação levou certo período de tempo – o mesmo período das ‘bodas do Cordeiro’. O tempo do verbo grego pode referir-se ao processo de preparação como um todo, ou ao resultado final desse processo. A dádiva do ‘linho finíssimo’ ocorre como resultado do processo de preparação. Pureza de caráter no fim do processo de preparação é o significado da passagem. ‘Os atos de justiça dos santos’ constituem o resultado de sua aceitação da dádiva da justiça de Cristo. (ver I S. João 2:29; 3:7; Rom. 8:28 e 29.)” – LES893, p. 152.

“…embora a justificação inclua o perdão, é mais que isso. Por exemplo, suponhamos que roubo um automóvel, devolvo-o, peço perdão e o dono me perdoa. Mas na mente dele e na minha fica a lembrança. Justificação é mais que perdão. Se eu aceito a Cristo e aceito o valor de Seus méritos em meu lugar, Deus me dá a justiça de Cristo e me considera como se eu acabasse de nascer. Sou considerado justo perante Deus pela aceitação dos méritos de Cristo. Por isso é que João viu que à esposa de Cristo ser-lhe-á concedido ‘vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro’.” – SRA/EP, p. 137.

Linho fino e puro: obras justas dos santos – “Os atos de justiça dos santos… são considerados por nosso autor como a manifestação da vida interior e como praticamente idênticos ao caráter – o caráter que a pessoa leva consigo ao deixar esta vida.” – R. H. Charles, The Revelation of St. John, p. 128, citado em LES893, p. 152.

“O linho puro representa as boas ações do dedicado povo de Deus. Isto significa que é o caráter que constitui a vestimenta que adorna a Noiva de Cristo.” – William Barclay, The Revelation of John (Filadélfia:Westminster Press, 1960), vol. 2, p. 224, citado em LES893, p. 152 e 153.

“Em todo o Apocalipse os redimidos são descritos como vestidos de branco. Os vinte e quatro anciãos estão ‘vestidos de branco’ (4:4). Os que fazem parte da multidão que se achava ante o trono de Deus estavam ‘vestidos de vestiduras brancas’ (7:9). E nas bodas do Cordeiro, à igreja ‘lhe foi dado o vestir-se de finíssimo linho, resplandecente e branco’ (19:8, Versão Figueiredo).” – SRA/EP, p. 135.

“Conquanto a veste nupcial seja uma dádiva divina, isto não é algo arbitrário e formal, mas dinâmico. Os santos que são convidados para a festa do Cordeiro são os que manifestaram firme persistência, guardaram os mandamentos de Deus e perseveraram em sua fé em Jesus (Apoc. 14:12).” – G. E. Ladd, A Commentary of the Revelation of John (Grand Rapids, Mich.: Wm. B. Eerdmans, 1972), p. 249, citado em LES893, p. 153.

O povo de Deus constitui a glória da Nova Jerusalém. O simbolismo em Apoc. 19:7 e 8 parece ter sido extraído de Isaías 52:1, onde Deus exorta os cativos judeus em Babilônia a deixarem a terra do exílio e retornarem à Palestina. Neste caso, a figura das ‘roupagens formosas’ designa as pessoas justas que se tornaram humildes e penitentes pela disciplina do cativeiro e que se haviam unido a Deus por meio de arrependimento e confissão de seus pecados.”

“Semelhantemente, os justos de todas as épocas que confiam em Deus constituem a glória e o regozijo da Nova Jerusalém. ‘o belo traje desta cidade, por assim dizer, consiste nas hostes dos remidos e seres imortais que andam em suas áureas ruas.’ – Uriah Smith, As Profecias do Apocalipse, p. 347, citado em LES893, p. 154.

19:9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus.

Bem-aventurados os chamados – “Primeiro Cristo provê a veste nupcial para todos; e então ela precisa ser usada por toda pessoa convidada. (Ver Isa. 61:10; Zac. 3:3 e 4; Apoc. 3:5 e 18.)

“’Pelas bodas é representada a união da humanidade com a divindade; a veste nupcial simboliza o caráter que precisa possuir todo aquele que há de ser considerado hóspede digno para as bodas.’ – Parábolas de Jesus, p. 307 (Ver também p. 310.)

“Essa parábola não somente realça o fato de que é necessário possuir verdadeiro caráter cristão, mas salienta também que haverá um exame ou investigação de cada convidado, antes da festa de casamento. A aceitação ou a rejeição será efetuada com base na qualidade do caráter possuído por toda pessoa. Então virá o ‘regozijo daquele dia em que [Jesus] levará Sua esposa para o lar do Pai, e os remidos juntamente com o Redentor se assentarão para a ceia das bodas do Cordeiro’ (O Desejado de Todas as Nações, ed. Popular, pág. 135). …

“Sendo que haverá uma ressurreição dos justos (S. João 5:29) por ocasião da volta de Jesus, e os justos vivos serão ‘arrebatados juntamente com eles, …para o encontro do Senhor’ (I Tess. 4:16 e 17), os convidados para a ceia das bodas do Cordeiro virão de todas as épocas, desde o tempo de Adão e Eva.” – LES893, p. 155.

 

19:10 Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.

Sou conservo teu – “A palavra conservo denota que os seres humanos têm o privilégio de ser cooperadores e companheiros, na terra, de santos anjos. (ver Zac. 3:7; comparar com Heb. 1:14.)

“O Espírito de Profecia – O anjo declarou: ‘Sou conservo teu e dos teus irmãos que têm o testemunho de Jesus.’ Apoc. 19:10. A passagem paralela, Apocalipse 22:9, relata estas palavras do anjo: ‘Eu sou conservo … dos teus irmãos, os profetas.’ João era profeta. Através da História, seus irmãos, ‘os profetas’, foram os que receberam revelações especiais de Deus para transmiti-las ao mundo. Cristo falou por meio dos instrumentos escolhidos por Ele, tanto nos tempos do Antigo como do Novo Testamento. Eles deram à humanidade o ‘testemunho’ de Cristo, o qual o Céu lhes comunicou de várias maneiras diretas. (ver I S. Ped. 1:10 e 11; II S. Ped. 1:21.) A expressão Espírito de Profecia se refere à especial revelação divina, seja qual for a ocasião em que se tenha manifestado na história terrestre. (ver I Cor. 12:10.) O Senhor achou conveniente dar este dom ao ‘remanescente’, como meio adicional de convidar as pessoas deste tempo para a ceia que lhes está reservada no Céu.

“João devia adorar a Deus, e não ao anjo, porque este último ao dar testemunho de Jesus, era apenas um porta-voz de deus, e não o próprio Deus. ” – LES893, p. 155.

19:11 E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça.

Céu aberto – “Na seqüência profética que começa em Apoc. 4:1, João viu uma ‘porta aberta’ no próprio Céu. Agora, em Apoc. 19:11, ele vê ‘o Céu aberto’. Começa a seqüência final dos acontecimentos, à medida que Deus vai agindo para libertar Sua Igreja militante. Cristo e os exércitos do Céu se dispõem para a batalha. A partir daí, podem ser delineados sete eventos na visão: 1) A Volta de Cristo; 2) a derrota da besta e seus partidários; 3) a prisão de Satanás; 4) o milênio; 5) a fase executiva do julgamento final; 6) a destruição de Satanás e dos pecadores impenitentes; 7) a Nova Terra e a Nova Jerusalém.” – LES893, p. 156.

O Guerreiro e o Armagedom – “João vê o Céu aberto. Jesus vem, e ocorre a batalha do Armagedom. Este é o ‘grande dia do Deus Todo-poderoso’ (Apoc. 16:14; comparar com o verso 19; 14:17-20).

“’A providência Divina tem uma parte a desempenhar na batalha do Armagedom. Quando a Terra for iluminada com a glória do anjo de Apocalipse dezoito, os elementos religiosos, bons e maus, despertarão do sono, e os exércitos do Deus vivo entrarão em campo.’ – Ellen G. White, Manuscrito 175, 1890.

“’Em breve travar-se-á a batalha do Armagedom. Aquele em cujo manto está inscrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores, em breve irá à frente dos exércitos do Céu montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro… . [Citação de Apocalipse 19:11-21.]’ – Ellen G. White, Manuscrito 172, 1899.” – LES893, P. 156 E 157.

19:12 Os seus olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.

19:13 Estava vestido de um manto salpicado de sangue; e o nome pelo qual se chama é o Verbo de Deus.

Manto salpicado de sangue – “Cristo nos liberta em duas etapas. Na cruz do Calvário pagou completamente o preço de nosso resgate, com a qual nos liberta da culpa de nosso pecados, e quando se derramar a última tormenta do conflito dos séculos, virá buscar-nos para nos libertar completa e definitivamente, pois destruirá Satanás e seu sistema de rebelião.” – SRA/EP, p. 110.

19:14 Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.

19:15 Da sua boca saía uma espada afiada, para ferir com ela as nações; ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.

Cristo, Sacerdote e Cristo, Rei-Guerreiro – “Compare o simbolismo de Cristo como Sacerdote (Apoc. 1:12-20) e o simbolismo de Cristo como Rei-Guerreiro (Apoc. 19:11-16). Quais são as semelhanças e as diferenças?

“Cristo enfrenta Seus inimigos. Em geral, admite-se que as figuras de Apoc. 19:11-16 são extraídas de Isaías 63:1-6, que apresenta o Messias como ‘poderoso para salvar’ Seu povo e vitorioso sobre os Seus inimigos.

“As duas representações de Cristo no Apocalipse têm algumas semelhanças e várias diferenças. Em vez das suntuosas vestes sacerdotais, o Rei-Guerreiro usa ‘um manto tinto de sangue’; está montado num cavalo branco, à frente de um conjunto de cavalarianos. Em Apoc. 1 a 3, Cristo, como Sacerdote, defronta Suas igrejas; ao passo que em Apoc. 19, como Guerreiro, Ele enfrenta Seus inimigos.

“Em ambos os lugares, o caráter de Cristo é retratado como ‘fiel e verdadeiro’ (Apoc. 1:5; 3:14; 19:11). Seus olhos são ‘como chama de fogo’ (Apoc. 1:14; 19:12) e ‘da boca saía-Lhe uma espada afiada (Apoc. 1:16; 19:15), o que provavelmente constitui uma referência à autorizada palavra proferida por Ele, que pode significar vida ou morte. (Comparar com Isa. 11:4; II Tess. 2:8.) “ – LES893, p. 156.

Cristo fere as nações com a espada de Sua boca – “Em Sua Vinda, Cristo fere as nações com a espada que tem na boca. Esta figura é explicada noutras partes da Bíblia: ‘Com o sopro dos Seus lábios matará o perverso.’ Isa. 11:4. ‘Então será de fato revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de Sua boca.” II Tess. 2:8.” – LES893, p. 158.

Ele as regerá com vara de ferro – “Nesse contexto, a figura de um pastor regendo com ‘vara de ferro’ significa que ele destrói tudo o que ataca o Seu rebanho. (Comparar com Apoc. 2:27; 12:5; Sal. 2:8 e 9.)

“’O antigo cajado do pastor tinha dupla função. A parte arqueada servia para ajudar e guiar as ovelhas, ao passo que a pesada ponteira de ferro na extremidade também fazia dele uma arma de ataque. Esta era usada para proteção do rebanho, a fim de repelir e matar animais selvagens que quisessem dispersa-lo e destruí-lo. Chegou o tempo de o Bom Pastor usar a ‘vara de ferro’ contra as nações, para o livramento de Seu assediado rebanho na Terra. O ato de reger ou ferir as nações com vara de ferro resulta no seu extermínio, e não no seu governo durante o milênio, segundo afirmam alguns.’ – SDABC, vol. 7, págs. 874 e 875.” – LES893, p. 158.

Ver Apêndice: “Pós-milenismo/arrebatamento secreto”.

19:16 No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Rei dos reis e Senhor dos senhores – “Nosso Rei vindouro merece todo nome e homenagem nessa passagem. Homens pecaminosos e até dirigentes de igreja blasfemaram dEle. Apocalipse 1:7 diz que alguns deles ressuscitarão para ver Sua vinda. (Comparar com Dan. 12:2.)” – LES893, p. 157.

“Em suma, o livro do Apocalipse transmite a mensagem de esperança e certeza de que Cristo virá como Messias real para livrar Seu povo na última guerra do mundo [armagedom] contra Deus.” – Hans. K. La Rondelle, Chariots of Salvation (Hagerstown, MD.: Review & Herald, 1987), p. 68, citado em LES893, p. 150.

Ver ainda comentário sobre Apoc. 5:5 e Apêndice: “Quatro principais apresentações simbólicas de Cristo no Apocalipse.”

19:17 E vi um anjo em pé no sol; e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, ajuntai-vos para a grande ceia de Deus,

A ceia das aves – “A grande ceia das aves (Apoc. 19:17, 18 e 21) também simboliza a destruição dos inimigos do Céu quando Cristo voltar. (Comparar com Sal. 79:2; I Sam. 17:44 e 46; Ezeq. 39:17-20.)” – LES893, p. 158

“Esta ‘ceia das aves’ afeta o mesmo grupo descrito em Apocalipse 6:15-17, o qual não pode resistir à presença do Senhor por não haver aceito a salvação em Cristo e conseqüentemente não haver-se preparado para recebe-Lo. No final do milênio, serão destruídos definitivamente pela segunda morte (20:9, 14).” – SRA/EP, p. 135.

19:18 para comerdes carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e dos que neles montavam, sim, carnes de todos os homens, livres e escravos, pequenos e grandes.

19:19 E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra àquele que estava montado no cavalo, e ao seu exército.

19:20 E a besta foi presa, e com ela o falso profeta que fizera diante dela os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e os que adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.

Lago de fogo – “Recapitule tais passagens como II Tessalonicenses 1:7-10; 2:8; II S. Ped. 3:10, bem como Apocalipse 19:20. Tiago White expressou a opinião de que haverá ‘dois lagos de fogo’ (Review and Herald, 21 de janeiro de 1862): um por ocasião da Segunda Vinda, e o outro no fim do Milênio. Na Segunda Vinda serão consumidas as forças terrestres do mal. No fim do Milênio, Satanás e seus anjos também serão incluídos (Apoc. 20:20).” – LES893, p. 157

“A confederação político-religiosa que é simbolizada pela besta, o falso profeta e os reis da terra ‘com seus exércitos’ será lançada no lago de fogo (Apoc. 19:19 e 20). Essa linguagem simbólica torna evidente que o Segundo Advento trará livramento aos remidos, seguido de regozijo na grande ceia das bodas do Cordeiro, mas causará a destruição mundial de todos os inimigos de Deus e Seu povo. Apoc. 19:20 e 20:9 e 14 demonstram que haverá duas ocorrências chamadas ‘lagos de fogo’: uma no começo e outra no fim do milênio.” – LES893, p. 158.

“Por ocasião da vinda de Cristo  os ímpios serão eliminados da face de toda a Terra: consumidos pelo espírito de Sua boca, e destruídos pelo resplendor de Sua glória. Cristo leva o Seu povo para a cidade de Deus, e a Terra é esvaziada de seus moradores.” – O Grande Conflito, p. 663.

19:21 E os demais foram mortos pela espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo; e todas as aves se fartaram das carnes deles.

Os demais foram mortos – “Os incrédulos serão destruídos por ocasião da volta de Jesus. A ênfase dessa cena de guerra (Apoc. 19:11-21) é a destruição total dos inimigos de Deus. 1) a espada que sai da boca de Cristo destrói as nações (Apoc. 19:15 e 21; comparar com Isa. 11:4; II Tess. 2:8); 2) Ele as despedaça com ‘vara de ferro’ (Apoc. 19:15; comparar com Sal. 2:9; Apoc. 2:27) 3) Os poderes organizados que se levantam contra Cristo (‘a besta’ e ‘o falso profeta’) são lançados no lago de fogo (Apoc. 19:19 e 20); 4) as aves do firmamento são convidadas a banquetear-se com ‘as carnes’ de todos os que foram mortos, ‘quer livres, quer escravos, assim pequenos como grandes’ (Apoc. 19:17, 18 e 21).” – LES893, p. 165.

Volta de Jesus: destino dos homens e anjos caídos – “Quando Jesus vier, com Suas hostes de anjos, permanecerá no céu, acima da Terra. Os salvos irão ‘para o encontro com o Senhor nos ares’ (I Tess. 4:17). Jesus não irá andar pela Terra como fez em Sua primeira vinda. Por esse motivo a personificação de Cristo executada por Satanás, antes do advento, não irá enganar o povo de Deus. (Ver Mat. 24:23 e 24; II Tess. 2:8-12.)

“Os que nem creram em Cristo nem ensinaram Sua verdade conforme está na Bíblia serão destruídos pela glória de Sua presença. Os que O crucificaram, e foram ressuscitados pouco antes de Sua volta, serão destruídos como as hostes de perdidos que receberam a marca da besta. Os anteriormente mortos em pecado permanecerão nas sepulturas por mais mil anos.

“Quando as trombetas soarem, os que, em todos os tempos, morreram fiéis a Jesus Cristo saem dos sepulcros e vão encontrar o Senhor nos ares. Então os santos vivos se juntarão a eles. E não voltarão para a Terra; serão levados para o Céu para estar com Cristo e os anjos por mil anos. (Ver João 14:1-3; Apoc. 7:13-17; 20:4-6.)

“Satanás e seus demônios ficarão retidos na desolação da Terra (Apoc. 20:1). A Terra terá sido completamente devastada. Todos os salvos estarão no Céu e os perdidos ainda nas sepulturas.” – LES963, lição 13, p. 4.

 

Abreviaturas utilizadas

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

 

Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-19.html



APOCALIPSE 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de janeiro de 2022, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO APOCALIPSE 18 – Primeiro leia a Bíblia

APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



APOCALIPSE 18 by Jobson Santos
9 de janeiro de 2022, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/18

Apocalipse 17 descreve a meretriz e fala de seu fim através do fogo. Em Apocalipse 18, Deus convida Seu povo a sair de Babilônia (v. 4-8) antes de sua destruição. Os pecados da Babilônia dos tempos do Antigo Testamento subiram até ao céu, assim como os pecados de Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:20-21). Deus queria curar a Babilônia, mas ela não aceitou (Jeremias 51:9). De igual modo Deus deseja curar e salvar a Babilônia do tempo do fim. Tendo em vista que ela não deseja mudar, Deus apela para que os sinceros saiam dela.

Segundo Apocalipse 18, há um povo de Deus inclusive em Babilônia e Deus o ama. Algumas pessoas ainda têm dificuldade de compreender a verdade. Outras passaram a vida inteira crendo de uma determinada maneira e acham difícil romper com o passado. Há ainda os que não tiveram acesso à verdade. Deus vê a sinceridade de todos.

Apocalipse 18 revela que Deus tem trabalhado em prol dos sinceros e o fará até o final. É você um colaborador de Deus chamando essas pessoas para a verdade como é vista em Jesus?

Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1431
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



APOCALIPSE 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de janeiro de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (v.4).

Antes que os judeus fossem levados cativos para a Babilônia, Deus chamou o profeta Jeremias para livrá-los deste jugo. A mensagem era para que o povo não resistisse à Babilônia, e Deus os preservaria em segurança. Contudo, não deram ouvidos à voz de Deus através do Seu profeta e passaram setenta anos em cativeiro babilônico, conforme a profecia (Jr.25:11). Findos os setenta anos, o Senhor deu uma nova ordem ao Seu povo: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Ele faria Israel retornar para casa e mostraria compaixão aos remanescentes do Seu povo (Jr.50:19-20). Babilônia foi instrumento de Deus para executar os Seus juízos, mas “se houve arrogantemente contra o Senhor, contra o Santo de Israel” (Jr.50:29). E assim, num só dia (Dn.5:30-31), “foi tomada Babilônia, e apanhada de surpresa […] Como se tornou Babilônia objeto de espanto entre as nações!” (Jr.51:41).

Todo o relato que descreve a libertação de Israel e a destruição de Babilônia aponta para a escatologia de Apocalipse 18. João viu “descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a Sua glória” (v.1). Além das três mensagens angélicas de Apocalipse 14, há uma quarta mensagem em forma de apelo. Enquanto o segundo anjo anunciou a queda de Babilônia (Ap.14:8), este outro anjo, além de confirmar a mesma mensagem, também lança o olhar sobre um grupo específico que ainda se encontra em Babilônia. Mas percebam que o clamor não foi feito pelo anjo, mas por “outra voz do céu” (v.4). A Escritura dá a entender que o anjo iluminou a terra preparando-a para receber a mensagem divina.

Deus tem um povo exclusivamente Seu espalhado entre todos os povos, tribos, línguas e nações (Ap.14:6). O Espírito Santo tem chamado a cada um de forma especial e única, recrutando um povo militante para o “grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Ap.16:14). Como já estudamos, Babilônia representa um sistema de falsa adoração que já tem caminhado para reunir todo o mundo em torno de si e de suas falsas doutrinas. Mas semelhante ao relato de Jeremias, o Senhor libertará o Seu povo do jugo do pecado para levá-lo de volta para casa. “Naqueles dias, naquele tempo, diz o Senhor, voltarão os filhos de Israel […] andando e chorando, virão e buscarão ao Senhor, seu Deus” (Jr.50:4). Sobre isto, pontuou Ellen White:

Apocalipse 18 indica o tempo em que o povo de Deus ainda presente em Babilônia será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem, a última que será enviada ao mundo, cumprirá a sua obra. A luz da verdade brilhará então sobre todos aqueles cujo coração estiver aberto para recebê-la, e todos os filhos do Senhor que permanecem em Babilônia atenderão ao chamado: “Sai dela, povo Meu” (O Grande Conflito, p. 174).

Amados, não sabemos até quando irá durar este último chamado de Deus. Por que resistir à voz do Espírito Santo e se demorar em tomar uma firme decisão ao lado de Jesus? Não há felicidade em Babilônia, e sim, um mundo “encantado” de enganos! Os reis da terra, os mercadores e todos os que foram seduzidos por suas mentiras se lamentarão por sua ruína total e definitiva. Mas o derradeiro povo de Deus se alegrará na firme certeza de que aproxima-se o dia de seu resgate. Estamos quase encerrando esta edição do Reavivados. Ainda essa semana, terminaremos estudando a recriação dos céus e da terra e, em seguida, relembraremos o plano original do Criador, quando, “no princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1). O Senhor quer nos levar para casa, meus irmãos! Levar-nos de volta ao Éden! “Vinde, e unamo-nos ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida” (Jr.50:5). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, herdeiros do novo Éden!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de janeiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

APOCALIPSE 18 – Se a corrupção política deletéria, imagina quando se unem política e religião para promover a corrupção! É para isso que o mundo caminha!

Leia todo o capítulo vária vezes. Depois observe estes pontos:
• A influência babilônica produz na mente das pessoas uma inversão de valores. O pecado parece bom, e a santidade algo reprovável. O certo é considerado errado, e o errado é visto como certo. Pornografia, poder, vícios, ambição, perversão sexual, materialismo e fraudes são vistos como normais – sair disto te torna esquisito.
• O capítulo inicia com um cântico com tom fúnebre em quem um anjo grita a queda de Babilônia (vs. 1-3);
• Na sequência, outro anjo apela aos crentes de todas as denominações religiosas e abandonar todo tipo de prostituição espiritual para não serem cúmplices de pecados e serem igualmente condenados (vs. 4-5);

• Em seguida, o capítulo revela duas situações:
a) Frustração dos governadores, mercadores e marinheiros ao perceberem a falência de Babilônia e a futilidade de seus investimentos (vs. 9-19);
b) Festividade dos céus e dos fieis salvos por perceberem a justiça divina executada (vs. 20-24).

“A mensagem de Apocalipse 14, anunciando a queda de Babilônia, deve aplicar-se às organizações religiosas que se corromperam. Visto que a mensagem segue à advertência acerca do juízo, deve ser proclamada nos últimos dias; portanto, não se refere apenas à Igreja Romana, pois que essa igreja tem estado em condição decaída há muitos séculos. Demais, no capítulo 18 de Apocalipse, o povo de Deus é convidado a sair de Babilônia. De acordo com essa passagem, muitos do povo de Deus ainda devem estar em Babilônia” (Ellen G. White, EF 197, GC 383).

“Muitas das igrejas protestantes estão seguindo o exemplo da Igreja Romana na iníqua aliança com os ‘reis da Terra’: igrejas do Estado, mediante suas relações com os governos seculares; e outras denominações, pela procura do favor do mundo. E o termo ‘Babilônia’ – confusão – pode apropriadamente aplicar-se a essas corporações; todas professam derivar suas doutrinas da Sagrada Escritura, e, no entanto, estão divididas em quase inúmeras seitas, com credos e teorias grandemente controvertidos” (White).

Após Cristo intervir, ficará evidente que serão apenas dois grupos de pessoas:
1. Os corruptos que lamentam na Terra.
2. Os salvos que celebram no Céu.

Tuas decisões determinarão teu futuro! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de janeiro de 2022, 0:30
Filed under: Sem categoria

2921 palavras

A queda de Babilônia

18:1 Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória.

Depois destas coisas – “Situar Apocalipse 18 no tempo certo é muito importante. João diz no verso 1: ‘Depois destas coisas vi…’ Após a descrição do que tinha visto antes, o profeta continua a dar informações do Senhor. Apocalipse 18:1-4 deverá concentrar-se no período que precede de perto o fim do tempo da graça, pois as pessoas são convidadas a atender ao apelo de Deus.” – LES893, p. 144.

Outro anjo – “O verso 1 fala de ‘outro anjo’. Esse anjo une a voz à dos três anjos de Apocalipse 14:6-12. A relação entre essa passagem e Apocalipse 14:8 é bem evidente.” – Idem.

Terra iluminada – “A promessa contida em Apoc. 18:1 de que o Espírito de Deus será derramado de maneira especial, é muito importante. A mensagem desse anjo vem com ‘grande poder’ e ilumina o mundo com sua glória. Esse anjo simboliza o último apelo de Deus á humanidade na forma da intensa proclamação mundial das mensagens dos três anjos de Apoc. 14:6-12. A grande luz que circunda a terra e a forte e penetrante voz do anjo representam o derramamento do Espírito Santo na chuva serôdia, para habilitar a Igreja a completar sua missão na Terra.” – LES893, p. 138.

“O anjo que se une na proclamação da mensagem do terceiro anjo, deve iluminar a Terra toda com a sua glória. Prediz-se com isto uma obra de extensão mundial e de extraordinário poder… . Esta obra será semelhante à do dia de Pentecostes. Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a ‘chuva serôdia será dada em seu final para o amadurecimento da seara.” – O Grande Conflito, p. 616.

“A obra deste anjo vem, no tempo devido, unir-se à última grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta o volume de um alto clamor.” – Primeiros Escritos, p. 277.

 

18:2 E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável.

A queda gradual de Babilônia – “… duas espécies de queda de Babilônia: 1) Sua ruína ou destruição, segundo consta em Apocalipse 18; e 2) a queda espiritual de Babilônia – da verdade para o erro – proclamada pelo segundo anjo de Apocalipse 14 e pelo anjo do capítulo 18, versos 1-3. A comparação das mensagens de Apoc. 14:8 e 18:1-3 indica que a queda de Babilônia é gradual. Quando é rejeitada a luz, ela acaba se transformando em trevas (S. João 12:35 e 36). (Ver O Grande Conflito, pág. 609 e 610.) “ – LES893, p. 146.

A Queda de Babilônia – Divisão Radical do Cristianismo – “O cristianismo é um corpo dividido de fiéis. Isso tem preocupado atualmente os líderes cristãos, que tentam de todas as formas remediar a situação. Um dos objetivos do movimento ecumênico é contribuir para melhorar a situação da igreja cristã. A busca de soluções para os sérios problemas sociais também tem contribuído para diminuir as fraturas dentro do cristianismo. Os crentes estão tentando se unir para conseguir as reformas sociais.

“Mas a igreja cristã permanece hoje mais dividida do que nunca. Diferentes grupos ou seitas brotam a cada dia, como resultado de descontentamentos ou desentendimentos entre os membros das igrejas. É dentro deste contexto de fragmentação religiosa que temos de anunciar a queda de Babilônia. A coisa soa como uma predição de futura fragmentação, mas não é o caso.

“A queda de Babilônia significa que a comunidade cristã está em vias de ser reagrupada. Tudo vai ser reduzido a dois segmentos opostos, ambos clamando que têm a Cristo como seu Salvador. Ambos crerão que Cristo é o único meio de salvação. Mas estarão radicalmente separados entre si por diferentes compreensões da justificação pela fé e por conceitos sobre a soberania de Cristo na vida da igreja e do crente individualmente.

“A queda de Babilônia causa tanto furor porque todo o mundo será polarizado, forçado a escolher entre a falsa mensagem sobre o que significa ser cristão e o verdadeiro cristianismo. Ninguém que esteja vivo nessa época poderá ficar sem tomar uma decisão contra ou a favor do verdadeiro Deus.” – LES963, lição 7, p. 3A.

A Queda de Babilônia – Conflito Entre a Verdade e o Erro – “A queda de Babilônia significa que o conflito entre a luz e as trevas será travado dentro da igreja. Isso é uma coisa espantosa. É mais fácil crer que no grande conflito a igreja é constantemente atacada por elementos externos e que sempre permanecerá fiel a Deus, mas nem sempre é isso que ocorre.

“A história da igreja … mostra que as forças do mal conseguem introduzir na comunidade cristã importantes erros doutrinários que chegam a ocultar a obra de Cristo por nós. A professa igreja cristã atual prega uma mistura de verdade bíblica com falsidade pagã.

“A reforma protestante foi uma tentativa de restaurar o puro evangelho para a igreja, mas não chegou a completar seu objetivo. Pouco a pouco a comunidade protestante foi se apartando da autoridade da Bíblia e se expondo mais e mais às distorções da verdade.

“Como a queda de Babilônia está diretamente ligada com a rejeição e distorção da verdade bíblica, temos de concluir que essa queda é progressiva. Somos avisados de que: ‘A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor, operará ‘com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça’; e ‘os que não receberam o amor da verdade para se salvarem’ serão deixados à mercê da operação do erro, para que creiam a mentira’. II Tess. 2:9-11. A queda de Babilônia se completará quando esta condição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tenha consumado em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o cumprimento perfeito de Apocalipse, capítulo 14, verso 8, está ainda no futuro. – Ellen G. White, O Grande Conflito, págs. 389 e 390.

“As implicações dessa declaração são importantes, por vários motivos. O mundo protestante não ruiu ainda totalmente; Deus ainda o está utilizando, dentro do possível. O povo de Deus ainda faz parte da comunidade cristã em geral, e isso deveria motivar nossos desafios missionários. A natureza progressiva da queda significa que a igreja cristã está em processo de apostasia, e essa apostasia será completa antes da volta de Cristo.” – LES963, lição 7, p. 4A.

A Queda de Babilônia – União da Igreja com o Estado – “Babilônia não deve ser apenas definida como um movimento religioso baseado numa mistura mundial, mas também é um misto de forças religiosas e políticas. Portanto, a queda de Babilônia significa que a igreja irá procurar e irá conseguir o apoio do governo para impor suas convicções e ideias. A Bíblia diz que os reis e poderosos da terra são oferecer seu poder e autoridade a Babilônia (Apoc. 17:13).

“A rejeição da soberania de Cristo faz com que o crente se sinta sem poder e carente de outra fonte de poder. Essa foi a experiência dos israelitas, antes da queda de Jerusalém, em 586 a.C. Em vez de confiar no Senhor, os israelitas buscaram o apoio dos egípcios para vencer os inimigos. Só que o poder humano não consegue oferecer aquilo que apenas o poder divino pode garantir, assim os israelitas caíram quando tentavam se preservar.

‘A queda de Babilônia não tem a ver apenas com a rejeição e distorção da verdade, mas também com a rejeição da fé e compromisso com o Senhor e Salvador. Na realidade, Babilônia cai quando confia no poder humano, nas leis e nos acordos para conseguir a segurança e a salvação da raça humana.

“A alternativa oferecida à igreja cristã é o retorno ao Senhor e à Bíblia como única regra de fé e prática. Em Cristo e em Sua Palavra, pela coerente submissão a Ele, podemos encontrar a segurança que Babilônia não consegue oferecer.” – LES963, lição 7, p. 5A.

 

18:3 Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.

18:4 Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas.

Sai dela, povo meu – “Esta solene declaração divina demonstra que há pessoas bem-intencionadas dentro de Babilônia, os quais demonstrarão sua sinceridade obedecendo à ordem de Deus de sair dela.” – SRA/EP, p. 120.

“A razão pela qual há sinceros dentro das igrejas equivocadas é porque ignoram o que temos descoberto ao estudar a revelação de Deus que está no Apocalipse. Mas permanecer nestas igrejas depois de conhecer a vontade do Senhor seria um ato de desobediência e rebelião que identificaria essas pessoas com os pecados de Babilônia pelo qual Deus Se vê obrigado a castiga-los com as pragas ou flagelos destinados a Babilônia. Por isso o Salvador diz: Sai dela, povo Meu. …

“’Não sejais participantes de seus pecados’, é como se Deus nos estivesse dizendo: ‘Não sejais cúmplices, porque o cúmplice é culpado’, e até os juízes terrestres sabem que para ser justos, o culpado deve ser condenado.” – SRA/EP, p. 122.

“O capítulo 18 do Apocalipse indica o tempo em que, como resultado da rejeição da tríplice mensagem do capítulo 14, versos 6-12, a igreja terá atingido completamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus, ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua obra. Quando os que ‘não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade’ (II Tessalonicenses 2:12), forem abandonados para que recebam a operação do erro e creiam a mentira, a luz da verdade brilhará então sobre todos os corações que se acham abertos para recebê-la, e os filhos do Senhor que permanecem em Babilônia atenderão ao chamado: ‘Sai dela, povo meu.’ Apocalipse 18:4” – O Grande Conflito, p. 390.

“Compare isto com o apelo de Deus para que Israel saísse de Babilônia literal. (Isa. 48:20; Jer. 51:45.)” – LES893, p. 145.

“Como o povo de Deus antigamente saiu de Babilônia literal para que eles pudessem retornar a Jerusalém, assim o Seu povo hoje é chamado para fora de Babilônia mística, para que sejam considerados dignos de entrar na Nova Jerusalém.” – SDABC, vol. 7, p. 861, citado em LES893, p. 145.

“É impossível permanecer imparcial no grande conflito entre Cristo e Satanás. Por isso Deus revela amorosamente o que o homem não poderia ver na luta entre o bem e o mal e misericordiosamente (porque deseja nossa salvação) exige uma decisão.” – SRA/EP, p. 132.

Alto Clamor – “As mensagens dos três anjos (Apoc. 14:6-13) atingirão o clímax no ‘alto clamor’, o chamado final a toda humanidade para vir a Cristo (Apoc. 18:1-4). Esse é o último convite para sair de babilônia antes da queda das pragas (Apoc. 18:4 e 8; comparar com 16:1-21). Da mesma forma que a contrafação de Satanás, através dos ‘três espíritos maus’ (Apoc. 16:12-16), também as mensagens dos três anjos, chegam ao seu ponto máximo no alto clamor, atingindo o mundo todo (Apoc. 14:6).” – LES963, lição 10. p. 6.

“…Deus ainda tem um povo em Babilônia; e, antes de sobrevirem Seus juízos, esses fiéis devem ser chamados a sair, para que não sejam participantes dos seus pecados e não incorram nas suas pragas.” – O Grande Conflito, p. 610.

“Ao chegar o tempo para que… [a mensagem do terceiro anjo] seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos… . Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão.” – Idem, p. 612.

“Deus usará maneiras e meio pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos.” – Testemunhos Para Ministros, p. 300, citado em LES893, p. 145.

Decadência de Babilôniapecados acumulados – “Da verdade para o secularismo e para o espiritismo. Desde o desapontamento em 1844, a teoria da evolução e a influência da crítica destrutiva da Bíblia têm causado muita descrença na cristandade. No pensamento de grande número de pessoas não há lugar para milagres ou para a intervenção sobrenatural de Deus.

“Muitos cristãos deixaram de lado a oração a um deus pessoal. A divindade de Cristo, Seu nascimento virginal, ações miraculosas, ressurreição literal e corpórea têm também sido rejeitados.

“O quadro tornou-se mais confuso com a vasta difusão do espiritismo e o volver de muitos cristãos para religiões orientais e numerosas seitas. O Movimento da Nova Era, com suas raízes no ocultismo e no misticismo oriental, impregna todos os níveis da sociedade, influenciando as pessoas nos negócios de saúde, na educação e nos entretenimentos. Não é de admirar que Deus nos advirta da queda de Babilônia e apele para que Seu povo se retire dela (Apoc. 18:4 e 5).” – LES893, p. 92.

 

18:5 Porque os seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.

18:6 Tornai a dar-lhe como também ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro.

A última mensagem do Céu para a humanidade. Apoc. 18:6-24 parece explicar melhor como a sétima praga desfaz a confederação de forças religiosas, políticas e econômicas que conspiram contra a causa e o povo de Deus, no fim do tempo.” – LES893, p. 138.

 

18:7 Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e de pranto; pois que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto.

18:8 Por isso, num mesmo dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será consumida no fogo; porque forte é o Senhor Deus que a julga.

Efeito das pragas sobre Babilônia – “Apocalipse 18 continua explicando mais detalhadamente os efeitos das pragas sobre Babilônia mística (versos 4-8). Esse capítulo como que é uma lamentação pela ruína da grande cidade de Babilônia, durante a sétima praga (Apoc. 16:19). Os lamentos mostram a aliança corrupta de forças políticas e econômicas com a religião apóstata. O simbolismo é extraído de Isaías 13, 14 e 47; Jeremias 25, 50 e 51; Ezequiel 26-28.

“A lamentação sobre a destruição de Babilônia se divide em três partes: 1) o lamento dos reis da terra – os poderes políticos (versos 9 e 10; 2) o lamento dos mercadores que negociaram com ela – as forças econômicas envolvidas (versos 11-17); 3) o lamento dos capitães de navios que também mantiveram relações comerciais com ela (versos 18 e 19).

“O desfecho simbólico se dá quando João vê um anjo forte lançar para dentro do mar uma grande pedra de moinho dizendo: ‘Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.’ Verso 21” – LES893, p. 145 e 146.

 

18:9 E os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em delícias, sobre ela chorarão e prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio;

18:10 e, estando de longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento.

18:11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém compra mais as suas mercadorias:

18:12 mercadorias de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, e todo objeto de marfim, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;

18:13 e canela, especiarias, perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite, flor de farinha e trigo; e gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos, e até almas de homens.

18:14 Também os frutos que a tua alma cobiçava foram-se de ti; e todas as coisas delicadas e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão.

18:15 Os mercadores destas coisas, que por ela se enriqueceram, ficarão de longe por medo do tormento dela, chorando e lamentando,

18:16 dizendo: Ai! ai da grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas! porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas.

18:17 E todo piloto, e todo o que navega para qualquer porto e todos os marinheiros, e todos os que trabalham no mar se puseram de longe;

18:18 e, contemplando a fumaça do incêndio dela, clamavam: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?

18:19 E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência! porque numa só hora foi assolada.

18:20 Exulta sobre ela, ó céu, e vós, santos e apóstolos e profetas; porque Deus vindicou a vossa causa contra ela.

Exulta – “Porque santos apóstolos e profetas são convidados a exultar sobre a queda definitiva e completa de Babilônia? Apoc. 18:20-24; comparar com Jer. 51:48 e 49.” – LES893, p. 145.

“Então o céu e a terra, com tudo quanto neles há, jubilarão sobre Babilônia; pois do norte lhe virão os destruidores, diz o Senhor. Babilônia há de cair pelos mortos de Israel, assim como por Babilônia têm caído os mortos de toda a terra.” – Jer. 51:48 e 49.

 

18:21 Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada.

18:22 E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e em ti não mais se ouvirá ruído de mó;

18:23 e luz de candeia não mais brilhará em ti, e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.

18:24 E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.

 

Abreviaturas utilizadas

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

 

Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-18.html



APOCALIPSE 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2022, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO APOCALIPSE 17 – Primeiro leia a Bíblia

APOCALIPSE 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

APOCALIPSE 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



APOCALIPSE 17 by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2022, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/17

Apocalipse 17 e 18 detalham o juízo sobre Babilônia. A linguagem utilizada aqui vem de Ezequiel 16 e Jeremias 51. O anjo convida João para ver o julgamento da grande meretriz (v. 1).

Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional a lutar na batalha do Armagedom. Eles “guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis” (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé.

A inscrição na fronte da meretriz aponta para uma clara oposição a Deus, uma contrafação à inscrição “Santidade ao Senhor” (Êxodo 28:36-38). A meretriz persegue os fiéis (v. 5-6) e está assentada sobre uma besta escarlate que tem sete cabeças. Estas cabeças são montes e também são reis (v. 9 compare com Dn 2:35-45, Jr 51:23-25). Isto indica que a meretriz está apoiada no poder político.

É importante estudarmos o sentido das sete cabeças, o oitavo rei, a besta escarlate, a meretriz e os dez reis. No entanto, O ESSENCIAL a ter em mente é que Apocalipse 17 fala da vitória de Jesus e Seus fiéis sobre as forças combinadas do mal. Esta vitória futura deve nos motivar a colocar nossas lutas e ansiedades nas mãos do Grande Vencedor. Está você disposto a fazer isto agora?

Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil

Garth Bainbridge
Associação da Grande Sydney
Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1430
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



Apocalipse 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de janeiro de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (v.14).

Quão diferente é a descrição desta “mulher montada numa besta” (v.3) em comparação com a mulher que representa a igreja de Deus (Ap.12:1)! A visão que João teve foi tão surreal que ele ficou admirado “com grande espanto” (v.6). Mas a sua reação foi interrompida por um anjo que imediatamente prometeu explicar o mistério. Da mesma forma, muitos símbolos e textos deste livro podem causar em nós admiração e espanto, mas Jesus prometeu que o Espírito Santo nos guiaria “a toda a verdade” (Jo.16:13). Portanto, não devemos ter receio ou desanimar de estudar este livro. Primeiro, porque ele é a “revelação de Jesus Cristo” (Ap.1:1). Segundo, porque o Senhor está desejoso de nos falar por meio de Sua Palavra, pela iluminação do Espírito Santo.

Este capítulo nada mais é do que uma visão ampliada do que estudamos no capítulo treze. A besta que surge do mar e a besta que surge da terra, respectivamente, são retratados como “a mulher vestida de púrpura e escarlata” (v.4) e a “besta escarlata” (v.3). É o poder religioso montado no poder político e civil. Lembram do que vimos ontem sobre o significado do Armagedom? De que se trata de uma batalha entre falsos e verdadeiros adoradores, assim como se deu no monte Carmelo? Pois bem, comparemos agora esta profecia com a história do profeta Elias:

1. Jezabel era uma prostituta cultual, ou seja, uma profetiza pagã que governava o coração de seu marido, o rei Acabe – “mulher montada numa besta” (v.3);
2. Jezabel, utilizando do poder civil do marido, mandou matar todos os profetas do Senhor – “mulher embriagada com o sangue dos santos” (v.6);
3. Elias teve que fugir para o deserto e foi alimentado por Deus – vimos que o povo de Deus será perseguido (Dn.12:1; Ap.13:17), mas que cumprir-se-á a promessa de que não nos faltará a água nem o pão (Is.33:16);
4. Elias enfrentou sozinho 850 falsos profetas – o Armagedom será uma batalha espiritual entre um restante que insiste em observar os mandamentos de Deus (Ap.12:17) e multidões que serão seduzidas “por causa dos sinais” que a besta realiza (Ap.13:14);
5. Quando ficou provado no Carmelo que só o Senhor é Deus, o juízo divino foi executado, e foram mortos os “profetas de Baal” naquele mesmo dia (1Rs.18:39-40) – assim também Deus há de trazer o Seu juízo sobre a besta, que “caminha para a destruição” (v.8).

O papado, assentado “sobre muitas águas” (v.1), ou seja, que surgiu de um território muito povoado (v.5), norteando as decisões da potência norte-americana e influenciando os demais “reis da terra” (v.2), promoverá a união entre igreja e estado no sentido de embebedar “os que habitam na terra”, “com o vinho de sua devassidão” (v.2), que representa as suas falsas doutrinas. Pelo cenário atual com o disfarce de cuidar do bem comum do planeta, já não temos visto esta profecia tomando forma, confirmando a interpretação dada aos símbolos deste capítulo, do poder religioso montado sobre o poder civil? Como mãe das demais igrejas apóstatas (v.5), a igreja de Roma irá liderar uma perseguição em massa contra os santos e as testemunhas de Jesus (v.6), assim como o foi na Idade Média. Mas quando cair o terceiro flagelo e as águas se tornarem em sangue, eis que Deus fará justiça aos Seus santos mártires, “porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tens dado a beber; são dignos disso” (Ap.16:6).

Apesar da grande conexão com o relato do profeta Elias, a mudança de símbolos neste capítulo causa certo desconforto no sentido de bater o martelo para uma firme interpretação. Há, portanto, duas prováveis interpretações para a identidade da besta escarlate. A primeira é que ela se trata do próprio Satanás, pela descrição ser semelhante à de Apocalipse 12:3, por possuírem a mesma cor e porque ambos se opõem a Jesus (Ap.12:13 e 17:4). Mas também, a aplicação com relação aos Estados Unidos da América é reforçada no sentido de que se refere ao último poder político mundial (Ap.13:12) que, como os sete impérios anteriores, assumirá o poder. Creio que devemos levar em conta que a expressão “falava como dragão” (Ap.13:11) é um forte indício de que esta nação preenche as características da besta escarlate no sentido de que Satanás a usará como instrumento de sua estratégia final.

O termo “durar pouco” (v.10) vem da palavra grega “olígon”, a mesma usada em Apocalipse 12:12, quando diz que o diabo sabe “que pouco tempo lhe resta”. Ora, após a sua derrota através da vitória de Cristo na cruz, já se passaram mais de dois mil anos. Portanto, este tempo não é cronológico. Independente, amados, de certas coisas nos serem ainda encobertas ou de nos deixarem como João, admirados e espantados, o Espírito Santo nos é enviado para nos dar a certeza da vitória final em Cristo Jesus (v.14). Vejam a história de Elias, que mesmo após a vitória no Carmelo, sentiu medo e fugiu para o deserto. Ele estava confuso e sua angústia foi tão grande que chegou a pedir a morte. Mas o Senhor, através de uma suave brisa lhe falou: “Que fazes aqui Elias?” (1Rs.19:13). A profecia que aponta para uma igreja apostatada não inclui aqueles que ainda fazem parte dela, mas que estão sinceramente errados. O apelo urgente, o alto clamor de Deus para estes é: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).

Hoje, o Espírito do Senhor pode estar falando com você, que está atônito diante destas revelações ou diante da aparente ignorância com relação a algumas coisas. Ele te convida: “Vai, volta ao teu caminho” (1Rs.19:15), continua caminhando, não desista, não saia do caminho que te designei! Cristo é o caminho (Jo.14:6)! Conheça-O! Busque-O! Talvez, você e eu façamos parte daqueles que, como Elias, não passarão pela morte (2Rs.2:11); daqueles que passarão pelo grande e terrível momento de angústia final e estarão vivos no retorno do Senhor à Terra. Portanto, amados, perseveremos confiantes, “até que se cumpram as palavras de Deus” (v.17). Porque todos os nossos inimigos, “o Cordeiro os vencerá” (v.14). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, “eleitos e fiéis que se acham com [Cristo]” (v.14)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100