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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 6 – Primeiro leia a Bíblia
HEBREUS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
HEBREUS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/6
À medida que o capítulo seis se desenvolve, Paulo continua sua triste declaração de que os cristãos para os quais ele escreveu simplesmente falharam em crescer em seu relacionamento com Cristo.
E agora, com mais uma advertência, Paulo descreve a possibilidade assustadora de alguém perder a fé por falta de arrependimento.
Além disso, se o cristão professo não está produzindo frutos dignos de um cristão, Paulo diz que ele está “crucificando de novo o Filho de Deus” (ver NVI, versículos 6,7).
Ah! – Mas, neste ponto, Paulo interrompe abruptamente com este grande pensamento, que citarei diretamente da Nova Versão Transformadora, v. 9:
“Amados, embora estejamos falando dessa forma, na realidade não cremos que se aplique a vocês”.
Incrível, não é? E fica ainda melhor quando terminamos de citar o mesmo versículo:
“Temos certeza de que estão destinados às coisas melhores que pertencem à salvação”.
Como Paulo é gentil! Ele adverte, mas apenas para estimular o comprometimento. Ele desafia, mas apenas para assegurar-lhes que eles podem receber as maravilhosas promessas de Deus!
E então, para encorajar ainda mais seus amigos cristãos, ele exclama que Jesus tem acesso total a todo o santuário celestial, e tudo isso para benefício eterno dos que o amam!
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1385
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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611 palavras
1 Base. É bom estabelecer uma boa base, … quem não constrói sobre ela nunca terá uma estrutura acabada. O autor propõe deixar os primeiros princípios, tendo como certo que os leitores estão bem fundamentados neles. Ele não os ignora, mas os deixa no mesmo sentido em que um construtor deixa o fundamento quando prossegue com a estrutura em si. O autor enumera seis princípios fundamentais sobre os quais o cristianismo é edificado. Ele apenas os menciona e não os discute, pois sente que isso já foi bem feito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 465.
3 Isso faremos. O autor encoraja seus leitores a ir além, (v. 1) dos presentes princípios elementares do evangelho, esperando e crendo que eles estivessem bem compreendidos. Ele quer deixar esses fundamentos assim como a criança deixa a primeira cartilha quando avança para o primeiro livro de leitura. Mas, na realidade, nenhuma criança, nem o cientista mais entendido, abandonaria o alfabeto. Todas as suas letras serão sempre necessárias. O mesmo se dá com esses princípios fundamentais, eles não são descartados, mas são a base da construção. O autor deseja avançar das verdades primárias para as mais elevadas. CBASD, vol. 7, p. 467.
4 É impossível. Os v. 4 a 6 tratam do destino dos que se afastam de Deus. A questão é acerca da possibilidade de restaurar aqueles que tiveram uma experiência cristã verdadeira, mas que se afastaram. Eles podem ser restaurados à comunhão cristã e novamente receber misericórdia? Essa passagem tem sido fonte de grande perplexidade e desânimo para muitos. Ela parece ensinar que os que se desviam da fé estão irremediavelmente perdidos. Entre os vários pontos de vista que têm sido mantidos, dois são dignos de consideração. (1) A apostasia mencionada aqui é a prática de um pecado imperdoável (Mt 12:31, 32), uma vez que essa é a única forma de apostasia para a qual não há esperança. (2) A passagem não prega a falta de esperança para quem se apostatou, mas adverte acerca de uma desesperança adicional (Hb 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira visão, embora a última possa ser defendida com base no texto grego. CBASD, vol. 7, p. 467.
8 Espinhos e abrolhos. Deus havia abençoado os cristãos judeus, e esperava que dessem fruto. Se, com todas as bênçãos que tiveram e com toda a luz que iluminava o caminho, eles ainda se recusassem a dar frutos e se afastassem, haveria apenas um fim para eles: a separação de Deus e o esquecimento. CBASD, vol. 7, p. 469.
10 Para ficar esquecido. Deus não Se esquece de qualquer ato de bondade, ainda que pequeno. Tudo é registrado e será levado em consideração no juízo. Um copo de água fria não é esquecido (Mt 10:42), a lágrima de tristeza ou simpatia é lembrada e gravada (SI 56:8). CBASD, vol. 7, p. 469.
11 Plena certeza da esperança. Os crentes a quem a carta foi dirigida tinham sido zelosos em abrigar os santos. Eles precisavam continuar seu ministério, mas deviam ser igualmente diligentes em outros assuntos relacionados com a salvação. CBASD, vol. 7, p. 470.
17 Quando quis mostrar. Não era necessário que Deus jurasse. Sua palavra é tão eficaz quanto um juramento. Por isso, foi impressionante que Ele tenha Se colocado no nível do ser humano, consentindo em jurar pela veracidade da promessa. CBASD, vol. 7, p. 470.
18 Duas coisas imutáveis. Ou seja, a promessa de Deus e Seu juramento. A palavra de Deus, em si mesma é imutável. Nenhum juramento pode acrescentar nada ao que Deus disse, nem torná-la mais segura. Contudo, Deus confirmou a promessa com juramento por nossa causa. CBASD, vol. 7, p. 470.
20 Sumo sacerdote para sempre. O autor volta, habilmente, ao tema do sumo sacerdócio, pois fez uma digressão em Hebreus 5:11 a 6:19, e discute isso em detalhes no cap. 7. CBASD, vol. 7, p. 472.
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“E assim, depois de esperar com paciência, obteve Abraão a promessa” (v.15).
Após avaliar a fé dos hebreus cristãos como infantil no sentido de não haver progresso espiritual, o autor os exortou a se aprofundarem no conhecimento de Deus de modo que se deixassem “levar para o que é perfeito” (v.1). Ao elencar seis “princípios elementares da doutrina de Cristo” (v.1), pondo-os à parte como não sendo essencial naquele momento que neles se prendessem, ele não os desconsiderou. Pelo contrário, chamando-os de “base” (v.1), confirmou o sólido fundamento da doutrina de Cristo sobre a qual devemos construir e desenvolver a nossa fé. Os hebreus precisavam compreender a necessidade da edificação da fé; de seu crescimento e amadurecimento.
Notem que os princípios fundamentais apresentados neste capítulo contêm uma sequência lógica:
1. “Arrependimento de obras mortas”: O verdadeiro arrependimento envolve o abandono das obras da carne. O arrependimento nada mais é que a resposta humana à bondade divina (Rm.2:4);
2. “Fé em Deus”: Quando aceito a Jesus como Senhor e Salvador de minha vida, e me arrependo de meus pecados, é a fé em Seus méritos de justiça que me fortalece para prosseguir andando com Ele. Pois “esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo.5:4);
3. “Batismos”: O batismo é a demonstração pública de que desejo seguir os passos do meu Salvador a começar pelo cumprimento da justiça que Ele mesmo Se submeteu ao iniciar o Seu ministério terrestre, nos deixando o exemplo. “E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (At.22:16);
4. “Imposição de mãos”: O ato de imposição de mãos a que o autor se referiu aqui pode estar associado ao ato iniciado pelos apóstolos ao impor as mãos sobre os que eram batizados, a fim de receberem o poder do Espírito Santo. Pois não há nada de mágico no batismo. O batismo deve ser uma resposta de obediência e de entrega; a permissão humana para a atuação divina. Então, “[o] Espírito Santo tomará as coisas de Deus e as revelará a você, transmitindo-as como força viva ao coração obediente” (Ellen G. White, CPB, Parábolas de Jesus, p.149);
5. “Ressurreição dos mortos”: O autor também julgou ser este um assunto bem definido entre os judeus cristãos. A verdade de que Cristo ressuscitou dos mortos e que, haverá de ressuscitar os que dormem no pó da terra, deve compor a base da fé cristã. “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos, ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (Jo.5:28-29);
6. “Juízo eterno”: Eis um dos assuntos mais polêmicos na Bíblia, e, ao mesmo tempo, mais simples de se entender quando estudado e compreendido à luz do seguro e imutável “Assim diz o Senhor”. Não temos o que temer do juízo divino se confiamos a nossa vida nas mãos de Jesus Cristo, nosso Advogado celestial, O qual pagou a nossa exacerbante fiança. Como bem pontuou o discípulo amado: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1).
Pois bem, amados, com base nessa segura doutrina, precisamos erguer as paredes de nossa fé e permitir que o Espírito Santo nos transforme em Sua casa habitável, Sua santa morada. Quando há uma ruptura desta fé e, deliberadamente, um retorno à velha vida, pode acontecer a impossibilidade de que o autor se referiu, o pecado imperdoável contra o Espírito Santo. Disse Jesus: “se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir” (Mt.12:32). Trata-se, por exemplo, da obstinação de Faraó, que mais e mais endurecia o seu coração diante das manifestações do poder de Deus no derramamento das pragas sobre o Egito. Condição esta que será novamente testemunhada nos ímpios quando caírem as últimas pragas sobre a Terra (Ap.16:9, 11, 21).
Como a última igreja de Deus na Terra, não podemos nos conformar com uma fé rasa e líquida, que se apega a questões que em nada nos edificam. Mas, firmes e constantes na oração e no diligente e sério estudo das Escrituras e do Espírito de Profecia, devemos, “cada um de [nós]”, mostrar, “até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança” (v.11), para que não nos tornemos indolentes, insensíveis à obra do Espírito do Senhor, “mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (v.12). Como Abraão esperou com paciência pelo cumprimento da promessa, somos chamados a suportar o que julgamos demorado: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Que o Espírito Santo faça de nós verdadeiros gigantes na fé. Vigiemos e oremos!
Bom dia, aperfeiçoados em Cristo!
* Oremos para que o Espírito Santo aumente a nossa fé. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Hebreus6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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HEBREUS 6 – Estude a Palavra de Deus, e fique alerta:
1. Perder-se em emaranhados de teologias especulativas é sério perigo;
2. Deslizar e cair da graça implica chafurdar-se na lama da desgraça;
3. Crer na premissa “uma vez salvo, salvo para sempre” como sendo verdadeira, significa colocar em risco a salvação;
4. Maturidade espiritual é imprescindível, a qual tem a ver com crescer em Cristo diariamente;
5. Apostasia implica no abandono da verdadeira fé, conduz pelo caminho da rebeldia, e tem como destino o inferno;
6. Há líderes religiosos que estão apostatados influenciando crentes à perdição;
7. A melhor forma de permanecer firme na fé é continuar estudando a Bíblia, aplicando as divinas promessas a tua vida.
Embora na comunidade de crentes haja diversos conversos infantis espiritualmente falando, Deus deseja conduzir cada um deles à maturidade. Infantilidade espiritual é aceitável no início da jornada cristã, mas intolerável depois de certo tempo decorrido da conversão.
Assim como um filho que não amadurece precisa procurar ajuda médica, os filhos na fé que não avançam na maturidade espiritual devem procurar Jesus, o Médico da Alma.
O capítulo em pauta aborda esse assunto, nele temos muito a aprender:
· Em algum momento, é imprescindível passar dos assuntos elementares da fé aos temas teológicos mais profundos, avançados e sólidos (vs. 1-3);
· É incompreensível… como pode alguém que experimentou a bênção da graça (ao aceitar a Cristo) voltar atrás preferindo joios e espinhos do caminho da maldição? (vs. 4-8);
· Crentes precisam ser reconhecidos quando praticam a piedade, tal prática precisa ser valorizada e incentivada, para impedir que a indolência não resulte em doenças espirituais e desfaleça a fé (vs. 9-12);
· Sabendo juramento de Deus, os crentes recebem alento para continuar correndo ao refúgio espiritual, lançando mão da esperança divinamente proposta; a qual é como âncora da alma e penetra além do véu do Santuário no Céu, onde Jesus está como “Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (vs. 13-20).
Alunos que não largam as matérias do ensino fundamental não entrarão no Ensino Médio e jamais chegarão a fazer faculdade. E, quanto aos que não avançam nos temas da fé, chegarão ao Céu?
É inadmissível regredir espiritualmente; portanto, sejamos diligentes e dedicados no desenvolvimento da nossa espiritualidade! Reavivemo-nos: Amadureçamos! Fortaleçamos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 5 – Primeiro leia a Bíblia
HEBREUS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
HEBREUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/5
Paulo tinha acabado de concluir o capítulo 4 de Hebreus com um apelo para que considerássemos nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, e Seu maravilhoso poder para nos livrar de nossas “enfermidades”. Na verdade, Jesus sabe tudo sobre nossas lutas contra o pecado e tem graça mais do que suficiente para nos dar grandes vitórias!
Dando continuidade a esse pensamento glorioso, no capítulo 5 Paulo amplia a grande verdade de quão qualificado Jesus é para ser nosso Sumo Sacerdote. Que variedade de ideias encorajadoras Paulo compartilha! Leia os dez primeiros versículos repetidamente e você será verdadeiramente enriquecido com a plena identificação de Cristo conosco!
E então, quando estávamos encantados com esta narrativa edificante sobre Jesus, nosso Sumo Sacerdote, de maneira brusca, Paulo deixa escapar: “Mas vocês não estão prontos para ouvir mais” (paráfrase do autor)!
O quê? – Não receberemos mais informações sobre a obra de Jesus no céu? Não nos será dito nada mais sobre Seu ministério como Sumo Sacerdote?
Isso mesmo. Nada mais…
Até que aprendamos “os princípios elementares da palavra de Deus” (v.12, NVI).
Isso é admirável! Por que hoje frequentemente equiparamos o mero conhecimento de assuntos da Bíblia com “maturidade” e “crescimento”. Mas Paulo afirma que o “alimento sólido” é mais do que um mero conhecimento da Bíblia; é também uma fé que nos permite distinguir o certo do errado!
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1384
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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613 palavras
1 Sumo Sacerdote. As qualificações essenciais do sumo sacerdote são aqui apresentadas para mostrar que Cristo as tem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 459.
Pelos pecados. Os dons e sacrifícios eram pelos pecados do povo. O sistema cerimonial foi projetado para ensinar a aversão de Deus ao pecado e o plano para eliminá-lo. CBASD, vol. 7, p. 460.
2 Rodeado de fraqueza. O sumo sacerdote estava sujeito às mesmas paixões que seu povo. Seu conhecimento pessoal e prático das fraquezas e tentações da carne o levava a ter uma compreensão simpática das fraquezas e falhas dos outros, e o qualificava a dar conselhos e ajuda aos que eram tentados. CBASD, vol. 7, p. 460.
4 Chamado por Deus. O ofício de sumo sacerdote era por determinação divina. Foi Deus que escolheu Arão para a função (Êx 28:1). A sucessão na família de Arão também era ordenada por Deus, como está implícito no texto em consideração. No decorrer da história, muitos sacerdotes de Israel que exerceram a função eram indignos da mesma, mas, aqui, o autor não está preocupado com isso. É seu propósito expor a nomeação divina como a qualificação essencial do verdadeiro sumo sacerdote, a fim de mostrar que Cristo preencheu esse requisito, bem como outros. CBASD, vol. 7, p. 460.
7 Tendo oferecido. Isto é, oferecendo, ou, tendo a oferecer. A ideia da passagem é que, ao fazer Suas orações e súplicas, e sendo ouvido, Jesus aprendeu a obediência. A obediência foi aprendida através dessas experiências, e não em seguida a elas. CBASD, vol. 7, p. 461.
Quem O podia livrar. O fato de o Pai ser capaz de salvar o Filho da morte tornava a provação ainda mais intensa. A humanidade do Filho de Deus recuou de horror pela separação do Pai. Embora estivesse disposto a percorrer sozinho as águas profundas, Ele orou fervorosamente para ser dispensado de beber o cálice, caso houvesse outra maneira. Mas não havia e, por isso, Ele o bebeu. CBASD, vol. 7, p. 461.
9 Autor. Do gr. aitios, “causa”, “fonte”. Foi o cumprimento do plano estabelecido antes da fundação do mundo em relação à encarnação, vida, morte, ressurreição e glorificação que fez de Cristo o meio de salvação. CBASD, vol. 7, p. 463.
11 Difíceis de explicar. O autor estava ciente da dificuldade desse tema, e que era necessário haver a mesma percepção espiritual por parte da igreja. É evidente que ele estava bem familiarizado com seus leitores, caso contrário, não se atreveria a falar deles dessa maneira. CBASD, vol. 7, p. 463.
12 Devíeis ser mestres. Estes não eram novos conversos, do contrário, essa afirmação não faria sentido. Aparentemente, eles não haviam progredido tanto quanto poderiam. CBASD, vol. 7, p. 463.
Leite e […] alimento sólido. Estas figuras representam os avançados e fundamentais princípios do evangelho (ICo 3:1, 2). Deus quer que todos cresçam à plena estatura da maturidade em Cristo e que “não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina” (Ef 4:14). CBASD, vol. 7, p. 464.
13 Inexperiente. Do gr. apeiros, “que desconhecem”, “trabalhadores não qualificados”. O apeiros não desconhece por completo a Palavra da justiça, mas seu conhecimento é limitado, e o crescimento espiritual fica retardado. Assim como as pessoas se tornam hábeis em um ofício ou profissão, do mesmo modo, Deus quer que nos tornemos mais hábeis e experientes no uso da Palavra. CBASD, vol. 7, p. 464.
14 Alimento sólido. O autor está preparando seus leitores para instrução avançada acerca da verdadeira posição de Cristo. Deseja estimular os leitores a alcançar um grau de interesse mais elevado no que está prestes a transmitir Ele entende que era chegado o tempo para que eles dessem um passo à frente, abandonassem os hábitos infantis e se tornassem adultos. CBASD, vol. 7, p. 464.
Exercitadas. Do gr. gumnazõ, “treinar”, “exercitar”. CBASD, vol. 7, p. 464.
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“E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-Se o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem” (v.9).
Muito antes de Arão ou da ordem para a edificação do santuário terrestre, já havia a sacerdócio de Cristo e o santuário celeste. Após libertar o seu sobrinho Ló, bem como o povo de Sodoma e Gomorra que havia sido levado cativo, e recuperado todos os seus tesouros, Abraão foi recebido por “Melquisedeque, rei de Salém […] sacerdote do Deus Altíssimo” (Gn.14:18). Este encontro misterioso e intrigante quanto ao fato de que, até então, não havia relato algum da existência de um santuário na Terra, foi a prefiguração do sacerdócio de Cristo. Levando consigo pão e vinho, o “rei de Salém”, ou “rei da paz”, também prefigurou o sacrifício de Jesus. “Assim […] Cristo a Si mesmo não Se glorificou, para Se tornar sumo sacerdote, mas O glorificou Aquele que Lhe disse:… Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (v.5-6).
Como Sacerdote, e Sumo Sacerdote, “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-Se o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem” (v.8-9). Assim como o próprio Filho de Deus obedeceu ao chamado do Pai e procurou viver em obediência, somos chamados a seguir-Lhe o exemplo. Cristo veio a esta Terra e experimentou as nossas fraquezas, condoendo-Se de nossa triste condição. A Sua perfeita obediência nos garante a salvação eterna, mediante os Seus indiscutíveis méritos. Justificado pela fé, Abraão buscou viver em conformidade com a vontade de Deus e encontrou a bênção e a aprovação divina em seu encontro com Melquisedeque.
Da mesma forma que Cristo mesmo foi provado no sofrimento, o cristão é provado a fim de ser constantemente aperfeiçoado. O Seu sacrifício por nós foi eficaz e suficiente, mas isso não significa que não temos um papel a cumprir. “E de tudo lhe deu Abraão o dízimo” (Gn.14:20). A resposta do patriarca frente à bênção recebida, e sua obediência a ponto de estar disposto a sacrificar o próprio filho, são provas de que a salvação nunca é infrutífera, mas sempre redunda em obras de justiça. O próprio Deus provou o Seu amor para conosco, em ter-nos enviado o Seu Primogênito. Que maior prova de amor podemos Lhe oferecer se não com nossa fé operante?
Se, de fato, conhecemos “os princípios elementares dos oráculos de Deus” (v.12), então, “pela prática”, exercitemos as nossas faculdades para sabermos fazer diferença entre o bem e o mal (v.14). Assim como Abraão devolveu o dízimo de tudo o que tinha, mas se recusou a aceitar recompensas de um rei corrupto, precisamos nos apegar às verdades da Palavra de Deus que definem, de maneira muito clara, “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Enquanto o tempo ainda nos é favorável, que possamos crescer na graça de Cristo, e alcançar, como Abraão, o mais privilegiado título que ele poderia receber: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amigos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Hebreus5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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HEBREUS 5 – Tem gente que deve ter anorexia espiritual, tem medo de ganhar peso bíblico daí fica raquítico na fé, sem forças nenhuma diante dos mais suaves ventos das falsas doutrinas.
Se você quer se fortalecer, pegue a tua Bíblia e leia agora mesmo. Até aqui, o livro de Hebreus nos deixou claro que Jesus é superior aos profetas (1:1-4), aos anjos (1:5-2-8), a Moisés (3:1-9), a Josué (4:1-6). No capítulo em análise, o Espírito Santo, através do escritor humano, evidencia a superioridade de Cristo sobre o Sumo Sacerdote Josué.
Tudo isso implica que Cristo deve ser o primeiro e central na vida não só dos cristãos, mas de cada indivíduo que deseja ter paz e perspectiva positiva concreta em sua existência.
Desde o capítulo 4:14 começou a seção que destaca o ministério Sacerdotal de Cristo. Ao reconhecermos o significado de Cristo assumir o Santuário Celestial como Sumo Sacerdote, nossa visão de cristianismo eleva-se bem acima dos demais cristãos que ignoram essa doutrina.
Interpretamos correta e equilibradamente o maior plano arquitetado no Universo – que é o de salvar o pecador –, quando compreendemos a centralidade do santuário na teologia bíblica. Observe os pontos extraídos do capítulo em análise:
1. O Sumo Sacerdote estava, hierarquicamente, acima dos sacerdotes. Jesus está acima do Sumo Sacerdote Arão e de todos os sacerdotes que existiram. Embora não fosse da linhagem de Levi, Jesus era da ordem de Melquisedeque, ou seja, designado por Deus (vs. 1-10).
· Deus ordenara a Arão para ser o representante maior da nação judaica diante dEle (Êxodo 2:1; Levítico 8:1-9:24). Jesus foi nomeado para ser representante das nações do mundo – nosso representante!
2. Não dá para entender, como pode Jesus passar por tão grande sacrifício, clamor, lágrimas, orações e súplicas e os crentes não progredirem no crescimento espiritual? (vs. 11-14).
· Deus quer dar-nos alimentos sólidos, mas ficamos com as papinhas teológicas que não condizem mais com o tempo da nossa fé.
“Apesar do tempo decorrido, alguns não cresceram tanto quanto deviam para poder apreciar os ensinos mais adiantados da fé. O crescimento é uma garantia de que não iremos cair da graça e voltar ao erro” (Álvaro César Pestana).
Como crescer espiritualmente? Invista tempo num estudo sério, intenso e sistemático da Palavra de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.