Reavivados por Sua Palavra


II TIMÓTEO 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II TIMÓTEO 2 – Primeiro leia a Bíblia

II TIMÓTEO 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

II TIMÓTEO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



II TIMÓTEO 2 by Jobson Santos
12 de novembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2tm/2

Um soldado, um atleta, e um agricultor – Paulo usa essas personalidades marcantes para representar a viagem perseverante do cristão.

– Quem é o soldado? Aquele que segue estritamente todas as ordens de seu comandante, mesmo no meio da batalha;

– O atleta é a próxima comparação – bem treinado, disciplinado, focado na meta de vencer, independentemente do custo ou sacrifício pessoal;

– E, finalmente, Paulo acrescenta o retrato do agricultor trabalhador e fiel que confia em Deus para a colheita.

Paulo, então, nos diz em termos inequívocos, que alguns dos nossos problemas podem vir de membros da igreja ou mesmo de um pastor, ancião, diácono ou diaconisa. O diabo quer nos arrancar das mãos de Deus afastando-nos da igreja. Ele pode usar alguém a quem você admira. Lembre-se que foi a “família da igreja” que crucificou a Cristo! Não cometa essa tolice, não deixe de frequentar a igreja por causa de alguém ou de algo que aconteceu.

Caro cristão, seja forte como um soldado, seguindo as ordens do seu comandante: “afaste-se da iniquidade” (v. 19 NVI). Lembre-se: “Todas as Suas ordens são promessas habilitadoras” (PJ 176);

Jim Ayer
Presidente da Rede de Comunicação Vida Melhor (Better Life Broadcasting Network)
Grants Pass, Oregon, USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1373
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II TIMÓTEO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2021, 0:50
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862 palavras

Negócios. As atividades civis  que dividem o tempo e a energia do soldado. O ministro de Jesus Cristo deve se dedicar à única e grande missão de pregar o evangelho.É cero que às vezes pode ser necessário que ele se envolva em alguma atividade secular, como o próprio Paulo, que trabalhava na fabricação de tendas. Porém, nesses casos, a atividade secular não passa de um meio necessário para o objetivo principal de pregar o evangelho. CBASD  – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 349.

Segundo as normas. Independentemente da quantidade de sermões pregados e de pessoas visitadas, se o ministro não ensinar “as sãs palavras” (1Tm 1:13) ou não revestir sua mensagem com o cativante amor de Cristo, todos os seus esforços resultarão vãos (cf. Mt 7:22-23). CBASD, vol. 7, p. 349.

Participar. O ministro deve primeiramente viver as graças cristãs (ver com. de Gl 5:22, 23), antes de compartilhá-las. Ninguém pode compartilhar o que não tem. O mundo precisa tanto do produto do agricultor como de uma verdadeira exposição dos frutos do cristianismo. Mas, se o agricultor não comer aquilo que ele mesmo produz (e o ministro não representar as verdades que prega), o mundo sofrerá. CBASD, vol. 7, p. 350.

11 Fiel é esta palavra. Ver com. de 1Tm 1:15. Devido ao caráter rítmico das frases do cap. 2:11 a 13, alguns pensam que Paulo cita algum hino cristão ou expressões conhecidas. CBASD, vol. 7, p. 351.

Morremos. Ou seja, morremos para o pecado. O arrependimento do cristão é simbolizado pelo rito do batismo, que Paulo descreve como uma morte (ver com. de Rm 6:3, 4). CBASD, vol. 7, p. 351.

Também viveremos. Paulo aqui pode estar se referindo: (1) à nova vida de justiça, que Deus nos ajuda a ter depois do batismo (ver com. de Rm 6:5-11), ou (2) à vida eterna na nova Terra (ver com. de Jo 3:16; 14:3). CBASD, vol. 7, p. 351.

14 Subversão . O objetivo da vida cristã é medido em termos de semelhança com Cristo (ver com. de Ef 4:13), e não pela habilidade de manipular as palavras ou a capacidade de alegorizar as claras palavras das Escrituras. CBASD, vol. 7, p. 351.

18 A ressurreição já se realizou. A igreja cristã primitiva teve de lidar com os mestres que negavam a ressurreição literal do corpo (ver com. de 1Co 15:12-19). CBASD, vol. 7, p. 353.

Pervertendo. Ou “subvertendo”. Com frequência, os cristãos se contentam em depender daqueles que são considerados estudiosos da Bíblia na igreja, em vez de estudar as Escrituras por si mesmos. Consequentemente, quando o erro é apresentado, eles não conseguem distinguir a verdade. CBASD, vol. 7, p. 353.

19 Fundamento de Deus. Ou seja, a imutabilidade da natureza e do caráter de Deus, revelada nas Escrituras. CBASD, vol. 7, p. 353.

Selo. Do gr. sphragis, um “selo” pelo qual qualquer coisa é confirmada, autenticada ou certificada (comparar com Ez 9:4; Rm 4:11). Desde a criação do homem, Deus tem mantido verdadeira lealdade para com Seus fiéis. Ser selado com a aprovação de Deus constitui a mais alta realização do ser humano. … A obra de selamento continuará enquanto homens e mulheres tiverem a oportunidade de aceitar a salvação (ver com. de Ap 7:1-4). CBASD, vol. 7, p. 354.

Conhece. Todos os que lealmente aceitam os princípios do governo de Deus podem estar seguros da promessa divina de que nem homem nem demônio podem arrebatá-los de sua mão (Jo 10:28). … Aqueles que estão dispostos a testemunhar fielmente a favor de Deus na Terra podem ter a certeza de que Deus Se lembrará deles no Céu (cf. 2Tm 2:12). CBASD, vol. 7, p. 354.

Aparte-se. O apóstolo afirma a consequência inevitável da submissão total ao modo de vida de Deus: esse membro da igreja vai detestar o mal como Cristo o fez. O selo de Deus nunca pode ser aplicado sobre uma pessoa impura; Deus nunca aprovaria nada menos que completa dedicação aos princípios de Seu governo. Os que levam Seu selo de aprovação serão para o mundo exemplos de um forma superior de vida, revelando um caráter que reflita a integridade moral de Deus. CBASD, vol. 7, p. 354.

20 Grande casa. Metáfora que representa a igreja (ver Nm 12:7; 1Tm 3:15; Hb 3:5, 6). CBASD, vol. 7, p. 354.

Alguns, para honra. Tal como acontece com os utensílios domésticos, há membros da igreja cristã cujo serviço é honroso. Esses membros honrosos da igreja são feitos de material durável e não serão descartados, assim como os vasos feitos de ouro e prata nunca são jogados fora.Paulo salienta o valor do material e não a função particular para a qual serve cada utensílio. Em 1 Coríntios, Paulo também contrasta as duas classes: os que perduram e os que passam (1Co 3:12). CBASD, vol. 7, p. 354.

Outros, porém para desonra. Alguns utensílios domésticos só prestam serviço temporário, ou seja, quando se quebram ou não são mais necessários, eles são descartados. Paulo adverte Timóteo de que nem todos os membros da igreja que professam servir a Cristo se apartarão da injustiça (v. 19). … Esses membros serão destruídos no juízo (ver com. de Ap 21:8). CBASD, vol. 7, p. 354.

22 Foge das paixões da mocidade. A agressividade impaciente e outras características tantas vezes reveladas pelos jovens estão implícitas aqui. CBASD, vol. 7, p. 355.

Coração puro. Isto é, aqueles que se apartaram da injustiça (v. 19), que se purificaram (v. 21). As quatro virtudes (justiça, fé, amor e paz) que descrevem a vida santificada (v. 21) que Deus permitirá que todo cristão sincero alcance (ver com. de Rm. 6:19). CBASD, vol. 7, p. 355.



2Timóteo 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de novembro de 2021, 0:45
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“Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer Àquele que o arregimentou” (v.4).

Após sua primeira experiência em Roma, marcada por decepções e descobertas, o jovem monge Martinho Lutero descobriu, em meio à escória de um dissoluto lugar, o mais valioso tesouro que o homem pode encontrar: a “graça que está em Cristo Jesus” (v.1). Foi ali, enquanto subia os degraus de uma suposta escada sagrada que, “de súbito uma voz semelhante a trovão pareceu dizer-lhe: ‘o justo viverá da fé’ Rom.1:17. Ergueu-se de um salto e saiu apressadamente do lugar, envergonhado e horrorizado. […] Desde aquele tempo, viu mais claramente do que nunca o engano de se confiar nas obras humanas para a salvação, e a necessidade de fé constante nos méritos de Cristo” (Ellen G. White, O Grande Conflito, CPB, p.125). Sem dúvida, a Reforma Protestante abriu uma porta no cenário profético preparando o bom caminho pelo qual passariam tantos homens e mulheres de Deus, eleitos para uma obra de resgate da verdade.

Milhares de fiéis, condenados pela igreja papal, sofreram até à morte, como malfeitores. Mas quanto mais sangue inocente era derramado, mais conversões eram testemunhadas. O conhecimento da graça de Cristo, da justificação pela fé no sacrifício do Filho de Deus, significava para eles a aquisição do amor que nem a morte poderia romper. Ainda que algemados, feridos e humilhados, seus corações gozavam da paz que excede todo o entendimento. E os calabouços escuros e insalubres eram iluminados e envoltos em uma atmosfera celestial que nenhum palácio jamais pôde superar. Assim se tornou a vida do memorável prisioneiro cristão em Roma. Deus fez da prisão de Paulo um ponto de luz para o mundo. Ainda que “sofrendo até algemas, como malfeitor”, Paulo se manteve firme na certeza de que “a Palavra de Deus não está algemada” (v.9).

Por meio de sua experiência pessoal com Deus e de tudo que até então havia sofrido, Paulo usou uma comparação que, creio eu, seja a que mais se aproxime da realidade em que vivemos: o combate da fé. Estamos bem no centro de uma guerra pelo controle de nossa vida. De um lado, Satanás, constantemente nos armando ciladas e nos ofertando mentiras que, de tão sutis, enganariam, “se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Do outro, Jesus, constantemente nos oferecendo Sua armadura e Sua indumentária de justiça, e a liberdade por Sua verdade, pois “se somos infiéis, Ele permanece fiel” (v.13). O grande problema é que estamos sendo tão absorvidos pelos “negócios desta vida” (v.4), a atual conjuntura tem sido tão imperativa, que nossa mente se tornou escrava de nós mesmos. Já acordamos preocupados com um tempo que não nos pertence, nos autodenominando soldados de Cristo enquanto Cristo é o último a ser consultado em nossas demandas.

Percebam a direção, o alvo, que Paulo apontou para o jovem Timóteo:
Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus” (v.3).
Trabalhe com o objetivo de satisfazer Cristo (v.4).
Lembra-te de Jesus Cristo” (v.8).
Fiel é Cristo (v.13).

Ellen White escreveu: “Cientes de nossa deficiência, devemos contemplar a Cristo” (Parábolas de Jesus, CPB, p.404). Quando tiramos o foco de nós mesmos, de nossos “achismos” e “de palavras que para nada aproveitam” (v.14), e passamos a admirar a pessoa de Cristo, Sua graça, Seu amor, Sua bondade, Sua longanimidade, nosso objetivo de vida se resume em “satisfazer Àquele que [nos] arregimentou” (v.4). Quando, como criancinhas, em sinceridade e humilde dependência vamos até Jesus em busca de auxílio, o Senhor passa a nos dar “compreensão em todas as coisas” (v.7). É quando essa mudança acontece que, por mais que às vezes tenhamos a sensação de que estamos sozinhos, mais na frente encontramos o Senhor nos estendendo a mão e dizendo: “Você nunca está sozinho. É que o Meu silêncio às vezes é a melhor forma para que você volte a depender de Mim”.

Logo teremos de enfrentar uma resistência ainda maior do que a que Lutero enfrentou e perseguições bem piores do que as vividas por Paulo. E as palavras ditas a Timóteo precisam ser estampadas em nosso coração a fim de que perseveremos “como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade” (v.15). Muitos, ainda que professando piedade, estão se desviando da verdade “e estão pervertendo a fé de alguns” (v.18). “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que Lhe pertencem; E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (v.19). Ou seja, Deus tem um povo para chamar de Seu, e convida todo aquele que ainda não O conhece para que se arrependa e abandone a injustiça. “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (v.22). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Logo a nossa exaustão dará lugar ao descanso celestial, a nossa tristeza à alegria eterna, pois se já morremos com Cristo, “também viveremos com Ele; se perseveramos, também com Ele reinaremos” (v.11, 12). Ele prometeu, “Ele permanece fiel” (v.13).

Fiel é esta palavra” (v.11). “Pondera o que acabo de dizer” (v.7). Vigiemos e oremos!

Bom dia, bons soldados de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Timóteo2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II TIMÓTEO 2 – Comentário do Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
12 de novembro de 2021, 0:40
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II TIMÓTEO 2 – O melhor presente que alguém pode dar a si mesmo é dedicar tempo para estar na presença de Deus.

A Bíblia é o Livro divino para o pecador. Com ela nas mãos na presença do Seu Autor, obteremos percepção espiritual e discernimento moral. Saberemos que heresia é diferente de hipocrisia. Hipocrisia é falta de sinceridade, heresia é falta de verdade. O hipócrita intenta ser o que não é, intentando passar por íntegro. O herege intenta fazer o verdadeiro parecer falso ao propagar mentiras.

Estude com atenção e oração o capítulo em análise, assimile seus ensinamentos e abrigue-os em teu coração. Depois deste exercício, continue meditando. Perceba que um herege dentro da igreja age como Lúcifer quando enganou a terça parte dos anjos: Lança suspeita sobre a verdade, promove a falsidade e proclama-se dono da verdade.

Merril F. Unger, referindo-se à carta em apreço, observa que ela “foi escrita para esboçar a conduta do verdadeiro servo de Jesus Cristo em um tempo de declínio doutrinário. As igrejas da Ásia (1:15) haviam abandonado o evangelho da graça que o apóstolo proclamara, recaindo no legalismo. Paulo encoraja Timóteo a usar os recursos divinos disponíveis ao pastor fiel em um período de apostasia”.

O capítulo em pauta revela-nos os seguintes pontos, conforme sintetizou Gordon D. Fee:
1. Renovação do chamado ao ministério (vs. 1-7);
2. Bases para o chamado (vs. 8-13);
3. Exortação a resistir aos falsos mestres (vs. 13-19);
4. Analogia de apoio com os utensílios de uma casa (vs. 20-21);
5. Responsabilidade de Timóteo frente aos falsos mestres (vs. 22-26).

Observando a linha deste capítulo, é possível destacar que, um reavivamento ministerial é fundamental para redirecionar o foco do ministro para a missão pela qual Deus o designou: Proclamar a verdade e combater a falsidade.

A defesa da verdade importa tanto quanto a proclamação da verdade. Por isso R. Albert Mohler, Jr. alerta que “o alvo da pregação apologética não é vencer um argumento, e sim ganhar almas. A apologética separada de evangelização é desconsiderada no Novo Testamento e estranha ao modelo oferecido pelo apóstolo Paulo”.

A verdade do evangelho precisa ser tão proclamada quanto defendida. Portanto, a Bíblia precisa ser bem estudada e interpretada para não pregarmos e defendermos heresias. Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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